O Ministério Público Estadual (MPE) abriu uma investigação sobre a Cavalgada Ecológica do Cantão, realizada em Pium, no Tocantins, após imagens de um burro ensanguentado, que agonizou até a morte, atingirem grande repercussão. O registro foi feito por moradores da cidade.

Testemunhas denunciam morte de burro em cavalgada em Pium (Foto: Divulgação)
O caso é investigado pelo promotor Anton Klaus Matheus Morais Tavares. No documento do MPE, o órgão lembrou que ferir ou mutilar animais é crime passível de pena de detenção de até um ano, além de multa, e que a punição pode ser maior caso os animais morram. As informações são do G1.
O órgão solicitou que a Polícia Civil abra uma investigação e pediu documentos sobre o evento para os organizadores da cavalgada, que conta com o apoio da Prefeitura de Pium e do Sindicato Rural da cidade.
O MPE alega que a investigação tem o objetivo de impedir que novos casos de maus-tratos ocorram.
Na época da morte do burro, a prefeitura alegou que não havia identificado o dono do animal e que havia água para os cavalos e burros no evento.
O caso é investigado também pela Agência de Defesa Agropecuária.