Chef Gordon Ramsay atira em cabra em seu novo programa de TV

Por Rafaela Damasceno

O chef de cozinha Gordon Ramsay, conhecido por sua participação em programas culinários como Hell’s Kitchen, causou revolta ao atirar em uma cabra em seu novo programa de TV, Gordon Ramsay: Uncharted.

Gordon atirando em uma cabra em uma montanha

Foto: Gordon Ramsay: Uncharted

O episódio, exibido no National Geographic, gerou muitos comentários negativos por parte dos espectadores, que denominaram Ramsay na internet como “o pior” por estar lucrando com o sofrimento e assassinato de animais inocentes. Depois de atirar no animal, ele o comeu.

De acordo com o canal de TV, o objetivo do programa é mostrar ele embarcando em expedições culinárias e antropológicas para explorar as pessoas, lugares e sabores que o mundo pode oferecer. No episódio em que a cena revoltante acontece, Ramsay tinha sido enviado para uma tribo na Nova Zelândia, que costuma caçar seus alimentos.

Gordon comendo a carne de cabra

Foto: Gordon Ramsay: Uncharted

Lourdes Caballero foi uma das pessoas que expôs seu descontentamento nas redes sociais. “Sim, National Geographic, continue lucrando com o planeta e enviando esses ‘cozinheiros’… pelo mundo para matar todos os tipos de animais”, twittou, sarcástica. “Nunca é suficiente matar… porcos, galinhas, cabras. Tudo em nome do dinheiro. Que vergonha”.

Em fevereiro do ano passado, Ramsay ridicularizou nas redes sociais o grupo PETA, uma organização em defesa dos direitos animais. “Eu sou um membro da PETA… People Eating Tasty Animals (Pessoas Comendo Animais Saborosos)”. Logo depois, declarou que estava tentando se aventurar na culinária vegana, o que não convenceu ninguém. Poucas pessoas acreditariam que o mesmo chef que disse que eletrocutaria seus filhos se fossem veganos daria uma chance ao estilo de vida.

No início deste ano ele continuou com o golpe de marketing, anunciando que seus restaurantes participariam do Veganuary, uma ONG que incentiva pessoas a se tornarem veganas no mês de janeiro, na esperança de conscientizar e educar todos sobre o estilo de vida.

Em outro episódio de seu novo programa, Ramsay cozinhou e provou porquinhos da índia. Sua declaração foi que, apesar de ter gostado muito, não colocaria o prato em seus restaurantes americanos porque isso o arriscaria a ser “cancelado” – gíria da internet usada para boicotar aqueles que fazem coisas erradas e não merecem receber ibope.


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Macacos transportados em ônibus são salvos após choro de um deles alertar a polícia

Três filhos de macaco-prego foram resgatados pela Polícia Rodoviária após o choro de um deles alertar os agentes. Os animais eram transportados em um ônibus, no qual estavam também 143 aves, sendo 126 pássaros-curiós, dez pássaros-preto e sete patativas. O crime ambiental foi descoberto durante uma ação de fiscalização. O ônibus foi parado pelos policiais na base da corporação em Santa Rita do Passa Quatro (SP), no domingo (28).

Foto: Reprodução/EPTV

Os macacos estavam confinados em uma caixa de madeira embaixo de um dos bancos de passageiro do ônibus. As aves foram colocadas em gaiolas de madeira apertadas e improvisadas. Todos os animais foram encontrados em condições de maus-tratos. As informações são do G1.

Um homem foi detido durante a operação e recebeu uma multa, aplicada pela Polícia Ambiental, de R$ 542,5 mil por maus-tratos e transporte ilegal de animais silvestres.

O ônibus saiu de São Luís, no Maranhão, com destino a São Paulo e foi parado na Rodovia Anhanguera (SP-330) durante a operação “Ônibus Pontual”. O homem que foi detido já era procurado por crime ambiental. Ele foi levado para a delegacia de Porto Ferreira e, após prestar depoimento, ficou preso no Centro de Triagem de São Carlos.

Os macacos foram levados para a base da Polícia Ambiental em São Carlos para passar por avaliação veterinária. Já as aves puderam retornar à liberdade e foram soltas no Parque Estadual de Porto Ferreira.

Foto: Felipe Lazzarotto/EPTV


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PL que cobra identificação de ingredientes de origem animal nos alimentos depende de Maia (DEM-RJ) para seguir adiante

Por David Arioch

Leonardo Mattos frisa que as informações discriminadas hoje nos alimentos são ininteligíveis e confusas para a maioria dos consumidores | Foto: Pixabay

Uma proposta legislativa que cobra a identificação de ingredientes de origem animal nos rótulos dos alimentos e bebidas está pronta para ser pautada no plenário da Câmara dos Deputados.

Para seguir adiante, o Projeto de Lei (PL) 3479/2004, de autoria do ex-deputado federal Leonardo Mattos (PV-MG), depende agora do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já que o projeto já recebeu parecer favorável de todas as comissões pelas quais foi avaliado.

“A comercialização de qualquer produto ou alimento que apresente, em sua composição, em qualquer proporção, substâncias ou produtos de origem animal ou seus derivados, fica condicionada à inserção de selo na embalagem, recipiente ou rótulo, que identifique a presença de tais substâncias”, defende Mattos.

Caso o produto seja comercializado sem embalagem ou rótulo específico, o projeto cobra que a informação seja divulgada em anúncio expresso, claro e visível junto ao produto.

“Temos como fundamento e orientação o crescente número de brasileiros que não ingere, de forma alguma, alimentos que contenham produtos ou substâncias de origem animal”, justifica o deputado.

Leonardo Mattos frisa que as informações discriminadas hoje nos alimentos são ininteligíveis e confusas para a maioria dos consumidores.

“Não existe por parte da indústria alimentícia o propósito de informar, pois apenas um especialista poderia decifrar o grande número de nomes científicos e complicados que constam nos rótulos e embalagens de produtos. Os vegetarianos e consumidores em geral, não abrem mão do direito à informação clara, correta e necessária à sua orientação no momento de aquisição de qualquer produto”, reforça.


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Filhote de rinoceronte é resgatado em parque na Índia após inundação

Um filhote de rinoceronte foi resgatado no Parque Nacional de Kaziranga, em Assam, na Índia, após 10 dias de fortes chuvas. O parque ficou alagado em 90%.

(Foto: BijuBoro/AFP)

Com apenas dois meses de idade, o rinoceronte é apenas um dos tantos animais que foram afetados pelas tempestades. Mais de 200 deles viviam na reserva e foram vítimas das inundações, incluindo 17 rinocerontes de um chifre, que estão ameaçados de extinção. As informações são da agência AFP.

Um dos parques mais conhecidos do país, o Parque Nacional de Kaziranga integra a lista de patrimônios mundiais da Unesco. O local abriga a maior população do mundo de rinocerontes de um chifre e recebe milhares de turistas todos os anos.

O temor dos funcionários do local é de que o número de animais mortos aumente, já que a maior parte do parque foi seriamente atingida pelas chuvas e ficou alagada. Além do parque, mais de 4 mil localidades ficaram inundadas em toda a região.

(Foto: BijuBoro/AFP)


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Autoridades apreendem 1,2 tonelada de escama de pangolim na Turquia

Autoridades confiscaram 1,2 tonelada de escama de pangolim no aeroporto de Istambul, na Turquia, segundo o  Ministério de Comércio do país.

O crime só foi descoberto porque agentes da alfandega suspeitaram dos itens que eram levados no aeroporto classificados como “osso”. As escamas de pangolim, animal protegido por lei, estavam dentro de pacotes.

Maria Diekmann/Flickr

Estima-se que as escamas valem no mercado turco 8,5 milhões de liras, o correspondente a US$ 1,4 milhão. No mercado asiático elas poderiam ser vendidas por até US$ 3 milhões, de acordo com nota do Ministério.

Mesmo sem qualquer comprovação científica sobre a eficácia das escamas, elas são traficadas para serem usadas em remédios. No entanto, com a redução das populações asiáticas desse animal, o tráfico tem sido direcionado cada vez mais às espécies africanas. As informações são da agência EFE.

É preciso tirar a vida de cerca de 1,8 mil pangolins para se obter uma tonelada de escamas. Dados indicam que aproximadamente 68 toneladas foram exportadas desde a África apenas em 2017.

O pangolim é um mamífero que se alimenta principalmente de formigas. Coberto de escamas, esse animal habita grande parte da Ásia, havendo populações da espécie da China e Índia até a Indonésia. Da Guiné até a África do Sul, no continente africano, também é possível encontrar pangolins.

Das oito espécies conhecidas, as quatro que têm origem asiática estão sob ameaça de extinção ou criticamente ameaçadas. As quatro africanas são consideradas vulneráveis. Os dados são da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

Entre 2000 e 2016, um milhão de pangolins foram traficados. A espécie é a mais traficada do mundo.


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Filhote de lobo-guará debilitado e órfão é resgatado em fazenda

Um filhote de lobo-guará foi encontrado na segunda-feira (29) na Fazenda Ecológica, em Paraíso do Tocantins (TO). Debilitado, ele foi resgatado pelo Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA) para que pudesse receber tratamento veterinário.

Foto: Polícia Militar

A Polícia Ambiental foi informada sobre o animal por um funcionário da fazenda que encontrou o filhote em meio ao posto, sem a mãe. As informações são do Jornal do Tocantins.

Como estava com estado de saúde frágil, o filhote foi resgatado por uma equipe do BPMA e levado para a sede do Batalhão, localizada na cidade de Palmas.

O animal silvestre ficará sob a responsabilidade do Centro de Fauna do Tocantins (Cefau). Ele receberá cuidados médicos e será submetido a um processo de reabilitação.

 

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Mais de 130 mil animais vivem em situação de rua em Fortaleza (CE)

Estimativas da Coordenadoria Especial de Proteção e Bem-Estar Animal (Coepa) de Fortaleza (CE) indicam que 132 mil animais, entre cachorros e gatos, vivem em situação de rua na cidade. Outros 425 mil têm lares.

Foto: Thiago Gadelha

“Quem abandona os animais são os tutores que não levam para vacinar ou para consulta. Quando o animal envelhece, adoece ou procria, eles abandonam”, analisa a titular da Coepa, Toinha Rocha, em entrevista ao jornal Diário do Nordeste.

Segundo ela, dentre os locais onde esses animais vivem, em situação de total negligência, estão universidades, cemitérios e lagoas como a da Parangaba e da Messejana.

De acordo com Heloísa Andrade, moradora do bairro Vila Velha, basta colocar ração em um pote na rua que “aparecem vários animais, que não são cuidados”. Abrigos são feitos por moradores comovidos com o sofrimento dos animais. No entanto, outros se incomodam com as casinhas colocadas nas calçadas – embora elas não atrapalhem em nada no dia a dia das pessoas. No entanto, os que se solidarizam, segundo Heloísa, fazem o que podem, inclusive alimentando e oferecendo água aos animais usando parte de seus orçamentos pessoais.

“A solução que eu acho que deveria ter é a construção de espaços que possam receber esses animais e aumentar as castrações”, aponta.

Crimes contra a natureza

Fortaleza dispõe, há quase um ano, de uma Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). De acordo com o titular da unidade, o delegado Hugo Linard, “o abandono de animais pode repercutir no âmbito penal. A Lei de Crimes Ambientais, no artigo 32, prevê duas condutas de maus-tratos”, detalha.

As denúncias, segundo Linard, podem ser feitas de maneira presencial ou encaminhadas, anonimamente, por telefone ou e-mail. O próximo passo é executado por uma equipe da delegacia, que apura a informação e, caso necessário, encaminha à Justiça. Os profissionais da equipe, de acordo com o delegado, recebem formação ambiental e contam, inclusive, com biólogos.

O delegado considera que o abandono animal precisa ser uma preocupação da sociedade e tem que abranger vários setores, desde a saúde pública até o trânsito, já que o atropelamento de um animal pode não só feri-lo ou matá-lo, como prejudicar também o motorista do veículo.

“Quem se propõe a cuidar de um animal tem de estar ciente das suas necessidades”, ressalta Linard.

Programa de castração

Aproximadamente 4 mil animais foram castrados, entre junho de 2018 e julho deste ano, pelo VetMóvel, da Prefeitura de Fortaleza. Trata-se de um caminhão que, além da castração, faz vacinação, palestras e campanhas de adoção em bairros da cidade.

“Todos os dias surgem novos pontos de abandono. Tem de ter educação e fiscalização”, finaliza Toinha Rocha.


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Cachorro encontrado agonizando em casa vazia morre após ser resgatado

Um cachorro morreu após ser resgatado pela Polícia Militar Ambiental em Cassilândia, no Mato Grosso do Sul. Ele foi deixado em uma casa vazia pela tutora, que estava viajando, junto de um papagaio. Os dois animais estavam sem água e alimento e foram resgatados no sábado (28). Devido ao estado grave do cão, que estava agonizando quando foi encontrado pelos policiais, não foi possível garantir sua sobrevivência.

Foto: Pixabay

A mulher, de 28 anos, foi multada em R$ 6 mil e autuada pelos crimes de maus-tratos a animais, com pena de três meses a um ano de detenção, e de cativeiro de animal silvestre, com pena de seis meses a um ano de detenção. As informações são do G1.

O caso foi descoberto após a polícia receber uma denúncia, feita por uma ONG de proteção animal, que relatou aos agentes que um cão estava debilitado, sem água e sem alimento em uma casa da cidade. Ao chegar no local indicado, os militares confirmaram a denúncia. Eles encontraram o cachorro deitado no chão, extremamente fraco, agonizando em meio a fezes, num ambiente insalubre.

O papagaio estava em uma área dos fundos da casa, também sem água e alimento. Ele foi resgatado e ficou sob a responsabilidade do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS), com sede em Campo Grande. O cão também chegou a ser resgatado, mas morreu, devido à desnutrição, logo ao chegar em uma clínica veterinária.

Foto: Divulgação/PMA


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Ativistas protestam contra exploração de animais em evento de shopping

Ativistas realizaram uma manifestação, no último domingo (28), em frente ao Plaza Shopping, em Recife (PE), devido ao evento Fazendinha no Plaza, que leva animais para o local e os expõe como se fossem objetos para entreter o público. Fantasiados de animais, os manifestantes pediram o fim da “exploração e objetificação dos animais”. Aproximadamente 30 pessoas participaram do protesto, segundo o shopping.

Foto: Thais Toledo/TV Globo

Um dos ativistas usava uma fantasia de vaca e outro estava com uma máscara de cavalo no rosto. Através das redes sociais, eles afirmaram que a exploração dos animais no evento contraria “todos os comportamentos naturais de sua espécie” e que “todos os animais possuem necessidades muito específicas e complexas.” As informações são do G1.

O objetivo do ato, segundo os manifestantes, é conscientizar a população “de que os animais não devem ser utilizados durante eventos de entretenimento, pois esta prática é considerada exploratória e opressora”.

O shopping se manifestou por meio de nota e disse que reafirma “o respeito à opinião e ao direito de manifestação do grupo” e que segue, “com rigor, as regras estabelecidas pelos órgãos competentes para a realização do evento.” O Plaza se ateve aos cuidados veterinários, que o estabelecimento alega ofertar aos animais, para defender a manutenção da Fazendinha no local, ignorando o apelo dos ativistas, que lutam contra qualquer tipo de exploração, inclusive aquela feita sem a prática de violência, mas que reduz os animais a objetos a serem levados de um lugar a outro, sendo submetidos ao estresse do transporte, para ficar num ambiente inadequado com o intuito de gerar lucro ao entreter o público.

Foto: Thais Toledo/TV Globo


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Primeira feira vegana de Braga, em Portugal, recebe centenas de clientes

A primeira feira vegana da cidade de Braga, em Portugal, tem recebido centenas de clientes. O crescimento do veganismo é uma realidade em todo o mundo e a aceitação do público a esse evento é mais uma prova disso.

Foto: Reprodução / Diário do Minho

O espaço fica no exterior do restaurante vegetariano Hibiscus, no Largo de S. Francisco. No local, dezenas de marcas comercializam seus produtos. As informações são do Diário do Minho.

De acordo com a presidente da associação responsável pelo evento, o objetivo é sempre promover o veganismo.

“A nossa associação é vegana e luta pelos direitos animais. Defendemos o fim da exploração animal e achamos que temos que dar conhecimento sobre isso às pessoas”, disse a presidente Liliana Barros.

No Brasil não é diferente. Os comerciantes brasileiros, atentos à expansão do veganismo, estão realizando cada vez mais feiras livres de crueldade, abrindo comércios veganos ou ao menos adicionando opções veganas ao cardápio.

De acordo com uma pesquisa de maio de 2018, feita pelo IBOPE, o Brasil tem 16% de vegetarianos, o que representa um aumento de 75% em relação ao levantamento anterior, realizado em 2012 – a pesquisa não estimou a quantidade de veganos brasileiros.


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