Tutores procuram cachorro levado por gaivota na Inglaterra

Um cachorro da raça chihuahua foi levado por uma gaivota em Devon, na Inglaterra. O acidente aconteceu no domingo (21) no jardim da casa onde Gizmo morava com os tutores, que agora procuram por ele.

Foto: Reprodução / Facebook

O casal viu o momento em que a ave pegou o cão pelo bico e voou com ele, levando-o para longe, segundo informações do jornal Mirror.

Numa tentativa de localizar o animal, Becca e seu companheiro entraram em contato com jornais e colocaram anúncios em redes sociais. Amigos e familiares do casal também estão ajudando nas buscas.

A filha do casal, uma menina de seis anos, é quem está mais aflita com o desaparecimento de Gizmo, segundo Becca.

Casos como esse são recorrentes no país e já levaram, inclusive, à criação de um colete de proteção para impedir que cachorros se tornem vítimas dessas situações. Em maio de 2015, um chihuahua foi morto por um bando de gaivotas. A triste cena foi observada pelo tutor do animal, que não conseguiu fazer nada para ajudar o cachorro.


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Bezerro foge de matadouro e tem a garganta cortada em estacionamento ao ser pego

Foto: Bloomfield Police Department

Foto: Bloomfield Police Department

Imagens fortes flagram o momento em que funcionários de um matadouro perseguem, cercam e cortam a garganta de um filhote de vaca no estacionamento de loja de construção Connecticut nos Estados Unidos Home Depot. O bezerro tinha acabado de fugir do matadouro e corria pelo local assustado e sem rumo.

A filmagem foi feita pela câmera de uma viatura da polícia que seguia o animal em baixa velocidade e pretendia prender o filhote com uma corda após cercá-lo em um canto no estacionamento. No vídeo é possível ver os funcionários perseguindo a vaca jovem e matando-a para logo em seguida deixá-la se contorcendo no chão ao lado da loja em Bloomfield.



A perseguição sangrenta começou quando o bezerro escapou da loja de carnes e matadouro Saba, que mantém os animais no local, e atravessou a rua indo parar no estacionamento da Home Depot, segundo a NBC Connecticut.

O empregado do Saba, Badr Musaed, correu atrás do filhote com uma faca de 30 centímetros e foi acompanhado por Andy Morrison – um empreiteiro que trabalhava na construção da lanchonete, que por acaso tinha um arco e flecha, que disparou contra o animal, errando o alvo, conforme informações da NBC.

No vídeo, Musaed pode ser visto a vários metros de distância, cortando a garganta do filhote – para grande infelicidade dos policiais e outros espectadores, entre eles uma criança.

Depois, um policial pode ser ouvido dizendo a Musaed ele responderá pela maneira como o animal foi morto, de acordo com a NBC.

“Isso não é algo que pode ser feito”, diz o policial. “Vocês deveriam ter pego uma corda, levar o animal daqui, essa criança aqui viu você cortar a garganta da vaca.”

Embora contatado para dar uma declaração o trabalhador da Saba se recusou a comentar sobre o incidente.

Desrespeito e crueldade

Vacas, bois e bezerros são animais sencientes, com sua capacidade de amar, sofrer, criar vínculos e compreender o mundo ao se redor comprovada cientificamente pela Declaração de Cambridge em 2012.

Nada justifica a crueldade ou a morte a que são submetidos esses seres diariamente, seja por seu leite, por sua carne ou por sua pele.

Foto: Reedit/Reprodução

Foto: Reedit/Reprodução

O total desrespeito a esses animais assim como à todos os outros é uma consequência do especismo, crença que rege a sociedade e que vê os animais como seres inferiores, disponíveis para que o ser humano disponha de suas vidas como bem entender.

Belos, únicos, companheiros de planeta e iguais em direitos aos seres humanos, essas vidas indefesas tem sido vítimas da ganância e crueldade humanas por séculos. Explorados para entretenimento, trabalho, comida, remédios e uma imensidade de outros fins, eles seguem silenciosamente subjugados à vontade humana.

O episódio flagrado pelas câmeras policiais foi um exemplo que veio a público entre milhões de outros que permanecem nos cativeiros escuros de fazendas de criação, matadouros e tantos outros locais de morte e sofrimento de animais.

Lutando pela vida, tentando escapar da prisão em que vivia, esse bezerro apenas encontrou o destino que lhe estava reservado entre as paredes de um matadouro: a morte certa.

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Ciclista termina sua 20° Grand Tour e atribui sucesso ao veganismo

Por Rafaela Damasceno

O ciclista vegano Adam Hansen bateu um recorde ao terminar vinte Grand Tours (Grande Voltas) consecutivas. Existem três por ano: na França, Itália e Espanha – cada uma delas acontece em um período de três semanas e possui aproximadamente 20 etapas por competição.

O ciclista, de capacete e óculos

Foto: Twitter

O atleta atribuiu seu sucesso à uma alimentação saudável e baseada em vegetais. Ele adotou o estilo de vida há dois anos e contou que as pessoas normalmente se surpreendem ao saber que ele é um ciclista profissional completamente vegano.

Adam ainda contou que as pessoas perguntam sempre como ele consegue adquirir proteína. Segundo ele, é fácil adquiri-la através de feijões, legumes e outros alimentos que não tenham origem animal.

O ciclista fala regularmente sobre sua dieta baseada em vegetais em suas redes sociais, inclusive argumentando quando vê alguém criticando atletas veganos.

“Se há tanta nutrição em carnes com proteína e aminoácidos, então por que todos aqueles que não são veganos também tomam suplementos?”, perguntou a um usuário do Twitter, que reclamava da suplementação tomada pelos atletas veganos.

“Adotei o veganismo totalmente há cerca de dois anos, mas sempre tive uma alimentação baseada principalmente nos vegetais. A ideia de que um vegano não pode ser um ciclista profissional é absurda”, escreveu para o Telegraph.


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Mamãe elefante tenta proteger seu bebê de retroescavadeira

Por Rafaela Damasceno

Um filhote de elefante caiu em um tanque de água em Alipurduar, na Índia. Habitantes locais tentaram resgatá-lo com uma retroescavadeira, mas sua mãe estranhou a máquina e tentou protegê-lo, lutando com equipamento. Um vídeo foi gravado por algumas pessoas e viralizou na internet.

O bebê quase se afogou e não havia muito que sua mãe pudesse fazer, mas ela se recusou a deixar o seu lado e parecia aflita com a situação. Quando os moradores ouviram os gritos do filhote, rapidamente pegaram a retroescavadeira para socorrê-lo, já que seria impossível tirá-lo de lá com as próprias mãos.

Um elefante saindo da água coberto de lama

Imagem ilustrativa | Foto: Youtube

A mãe não entendeu que as pessoas queriam ajudar seu filhote e se apressou em defendê-lo, dando cabeçadas na máquina, tentando fazê-la recuar.

Depois de muita luta, ela finalmente se afastou e o resgate do bebê foi feito com sucesso. O motorista da retroescavadeira quebrou a parede lateral do tanque de água e o filhote finalmente conseguiu sair.

A mãe e seu bebê se reuniram e foram levados para a floresta novamente.


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Foto registra foca morrendo de fome com anzol preso na boca

Por Rafaela Damasceno

Uma jovem foca foi fotografada em Devon, na Inglaterra, morrendo de fome. Um anzol de pesca se prendeu em sua boca, motivo pelo qual ela não consegue se alimentar corretamente.

A foca com o gancho preso na boca e espumando

Foto: Rob Hughes / SWNS

A foca aparentemente está abaixo do peso e foi vista contorcendo-se, desesperada, acima de algumas rochas. As fotos mostram que o filhote está espumando pela boca. Geralmente, espuma branca saindo da boca significa que o animal está em jejum há muito tempo.

As fotos foram publicadas no Facebook pela operadora de barcos Devon Sea Safari. Eles afirmam que se depararam com a foca durante um de seus passeios. “Parece abaixo do peso e precisa de ajuda”, declarou na publicação.

Dan Jarvis, do Resgate da Vida Marinha, disse que equipes de voluntários estão à procura do animal. Ele contou ao Daily Mail que, quando foi vista pela primeira vez, a foca estava em um lugar praticamente inacessível. Conseguir se aproximar para ajudá-la seria muito difícil.

“Infelizmente é uma ocorrência muito comum nesta época do ano, porque as focas ficam em contato com as pessoas e pescadores”, explicou.

Os visitantes da área estão sendo orientados para entrarem em contato com o Resgate da Vida Marinha, se a virem.


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Estudo descobre que peixes se sentem tristes ao perder seus companheiros

Por Rafaela Damasceno

Existe um senso comum de que os peixes não sentem dor nem emoções. A verdade é que, só porque eles não sentem da mesma forma que os outros animais – incluindo a espécie humana -, não quer dizer que não sentem nada.

Alguns peixes nadando

Foto: Getty

Um novo estudo descobriu que os peixes podem se sentir tristes e desolados ao perderem seus parceiros. Pesquisadores franceses constataram que uma espécie conhecida como Acará do Congo se tornou pessimista e desanimado depois de perder seu companheiro.

O estudo foi feito em duas partes. Primeiro, colocaram uma fêmea em um tanque com três compartimentos. No meio, ficava ela. Nos dois espaços ao seu redor, dois peixes machos. Quando a fêmea mostrava preferência por um deles, os pesquisadores a colocavam com ele, ou com o outro.

Na segunda parte do estudo, os peixes foram treinados para remover tampas de pequenas caixas. Uma caixa branca continha comida, outra preta não continha nada. Depois que os peixes aprenderam, uma caixa cinza apareceu na jogada.

Os pesquisadores perceberam então uma característica interessante: os peixes que tinham sido colocados no mesmo compartimento que seus companheiros de preferência se mostravam mais dispostos a abrir a caixa, demonstrando uma visão positiva. Aqueles que estavam sozinhos, dificilmente tentavam.

“As fêmeas que foram designadas a um macho que não queriam como parceiro exibiram um viés pessimista, indicando um estado afetivo negativo”, declararam os pesquisadores da Universidade de Borgonha, na França.

“Ligação emocional com um parceiro não é propriedade única da espécie humana”, afirmou François-Xavier Dechaume-Moncharmont, um dos autores do estudo, ao The Guardian. “Isso pode indicar que as emoções são mais do que uma tendência. Talvez o amor não seja tão irracional assim”, completou.


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Campanha de reeleição do presidente Trump está vendendo canudos de plástico

Por Rafaela Damasceno

A campanha para a eleição de 2020 de Donald Trump está comercializando produtos. Sua loja vende bonés, camisetas, xícaras, toalhas, coleiras para cachorros e, agora, canudos de plástico. Uma das tentativas do atual presidente de provocar a oposição.

Canudo vermelho com "Trump" escrito

Foto: Trump Pence

Um pacote com 10 canudos plásticos, vermelhos e com a palavra “Trump” gravada, custa 15 dólares. A nova mercadoria parece vir contra o aumento da preocupação populacional em relação ao uso e desperdício do plástico.

Um vídeo que viralizou no ano passado – de um biólogo marinho retirando um canudo do nariz de uma tartaruga – chamou atenção para a questão e acabou conscientizando muitas pessoas. Comunidades e empresas tomaram a iniciativa de proibir o uso de canudos de plástico.

“Canudos de papel liberais não funcionam. Fique com o presidente Trump e compre seu pacote de canudos recicláveis agora”, diz a descrição do produto. Nos Estados Unidos, ser liberal equivale a ser de esquerda; ou seja, a oposição de Trump, que é de direita.

Brad Parscale, gerente da campanha do atual presidente, twittou sobre a nova mercadoria: “Make Straws Great Again” (faça os canudos ótimos de novo), um trocadilho com o slogan de campanha do presidente – Make America Great Again. Em resposta, Trump brincou que o produto pode ser ilegal em alguns estados.

Muitas regiões dos Estados Unidos reduziram ou proibiram o uso de canudos de plástico. Eles começaram a desaparecer de restaurantes, cafés, hotéis e outros estabelecimentos.

Apesar do material ser reciclável, a maioria das pessoas não o descarta corretamente quando o joga fora. Dessa forma, grande parte dos canudos plásticos acaba na natureza ou nos oceanos, onde se torna um verdadeiro problema. O plástico demora em torno de 400 anos para se decompor, então permanece na natureza por anos a fio, onde pode ser ingerido por animais ou causar ferimentos que podem até mesmo ser fatais.

No Brasil, as cidades Rio de Janeiro e São Paulo proibiram o uso de canudos plásticos.


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Baleia e seu filhote morrem após ficarem presos em rede de pesca

Por Rafaela Damasceno

Uma baleia cachalote e seu bebê morreram após ficarem presos em uma rede de pesca que flutuava pela água junto com todos os outros lixos presentes no mar. A cachalote media cerca de seis metros e morreu tentando salvar seu bebê. Eles foram encontrados na costa oeste da Itália, no mar Tirreno.

Uma baleia cachalote e seu filhote nadando no mar

Imagem ilustrativa | Foto: Ciências resumos

Os machos cachalotes podem chegar a 20 metros de comprimento e pesar até 45 toneladas, enquanto as fêmeas podem chegar a 17 metros e pesar 14 toneladas. São considerados os maiores mamíferos com dentes do mundo e seus cérebros são os maiores entre todos os seres vivos.

“Isso é culpa nossa”, disse a presidente do grupo ambientalista Marevivo, Rosalba Giugni, à AP News. “A morte desses dois gigantes do mar é uma perda para a nossa herança natural, mas saber que a culpa é nossa torna tudo ainda mais trágico”.

Para ela, mudar apenas os pensamentos não é o suficiente. Uma pessoa tem que mudar todas as suas crenças para entender e realmente sentir que, ao prejudicar o meio ambiente, está prejudicando a si mesma e a todos os outros.

Este infelizmente não é o primeiro caso de animais marinhos mortos pela poluição dos oceanos. No começo de 2019, uma baleia foi encontrada morta nas Filipinas com aproximadamente 40 kg de sacolas plásticas em seu estômago, segundo a necrópsia.

“Ações devem ser tomadas pelo governo contra aqueles que tratam os oceanos como lixeira”, declarou um comunicado do Museu Coletor de Ossos.


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Polícia salva 20 cães que viviam presos em caixas e multa mulher em R$ 60 mil

A Polícia Militar Ambiental aplicou uma multa de R$ 60 mil a uma mulher de 52 anos que manteve 20 cachorros em situação de maus-tratos em uma chácara em Álvares Machado, no interior de São Paulo. Os cães eram mantidos presos dentro de caixas pequenas feitas de madeira.

Foto: Polícia Ambiental/Cedida

O caso foi registrado na sexta-feira (19) quando os policiais foram averiguar uma denúncia de maus-tratos. Além da multa, os agentes lavraram um auto de infração ambiental. As informações são do G1.

ONGs de proteção animal de Presidente Prudente, cidade próxima à localidade onde o crime foi registrado, também participaram da ação de resgate.

Foto: Polícia Ambiental/Cedida

Os policiais autuaram a mulher segundo o artigo 29 da Resolução SMA – 48/2014, que determina que “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. A multa é de R$ 3 mil por animal maltratado.

Após serem resgatados, os cachorros foram levados para uma ONG de Martinópolis para receberem os cuidados necessários.

Foto: Polícia Ambiental/Cedida


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Mercado de carne vegana crescerá na próxima década

Por Rafaela Damasceno

O UBS Group AG, um banco de investimento multinacional e empresa de serviços financeiros, previu que o mercado de proteína de origem vegetal valerá 85 bilhões de dólares (mais de 318 bilhões de reais) em 2030.

Uma cesta de compras de mercado com carne vegana

Foto: Beyond Meat

O novo relatório, de 67 páginas, é quase o dobro da previsão feita por analistas em maio, que disse que o mercado valeria 41 bilhões de dólares na próxima década. Atualmente, o valor estipulado para o setor é de 4,6 bilhões de dólares.

“A carne fabricada foi quase uma piada há 20 anos”, afirma Wayne Gordon, estrategista da UBS Global Wealth Management. “Não é motivo de riso hoje, considerando a ascensão enorme da indústria nesses últimos anos.

Opções de carne vegana estão sendo incluídas nos restaurantes e mercados de todo o mundo. Até mesmo as redes de fast-food não querem perder espaço: o Burger King da Suécia lançou recentemente uma linha de hambúrgueres veganos.

A popularidade do alimento se deve a várias razões. As pessoas estão se tornando conscientes do impacto ético e ambiental do consumo de produtos de origem animal, além de estarem se preocupando mais com a saúde.

No ano passado, a Nações Unidas (ONU) revelou que a liberação de gases de efeito estufa da agricultura animal rivaliza com a de todos os carros, ônibus, aviões e foguetes juntos. Segundo ela, combater o consumo da carne se tornou o problema mais urgente do mundo.

Segundo a Bloomberg, a capacidade de criar alimentos que imitam carnes, ovos e produtos lácteos (liberando menos gás carbônico e sem a necessidade de matar animais) se tornará mais financeiramente viável na próxima década.


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