Cão que teve patas mutiladas como punição por cavar buraco é adotado e ganha próteses

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Um cachorro teve as duas patas dianteiras mutiladas por seu tutor como punição por ter cavado um buraco. No entanto, a história que parecia que terminaria da pior maneira possível, teve um final feliz: True, como é chamado o cão, foi resgatado e, depois, adotado, com direito a próteses para voltar a andar.

Ainda ferido, logo após ser mutilado pelo tutor, True se arrastou até ser encontrado por um homem, que o levou para a associação “Cause 4 Paws”. A entidade, por sua vez, transportou o animal até o Canadá. E foi nesse país que a vida do cachorro mudou completamente.

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Erin Blaak, de Ontário, apaixonou-se por True e decidiu adotá-lo. Porém, dar um novo lar, repleto de amor e respeito, para o cão não era suficiente. Blaak queria mais. E conseguiu.

Ela fez um perfil no site de financiamento coletivo GoFundMe e arrecadou U$ 20 mil para comprar próteses para permitir que o cachorro voltasse a andar. As informações são do portal I Love My Dog.
As próteses foram, então, compradas. True ainda não se adaptou às patas mecânicas, mas tem feito fisioterapia para que fortalecer os músculos e permitir que a adaptação ocorra.

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Além da mudança de vida que Blaak promoveu para o cachorro, ela se sentiu motivada, graças a história de True, a se mobilizar para ajudar outros animais e, em parceria com a “Cause 4 Paws”, criou a organização “The True Fund”, por meio da qual leva cachorros com necessidades especiais para o Canadá para que eles tenham uma nova chance na vida.

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Cachorra perdida reencontra tutores após oito anos de separação

Laila filhote | Foto: Sophia Hanson

Laila filhote | Foto: Sophia Hanson

Sophia Hanson tinha o hábito de deixar seus dois cães da raça pit bull, Laila e seu irmão Blake, saírem para brincar no quintal.

Quando ela foi ver como eles estavam pouco tempo depois, os cachorros haviam desaparecido. “Ainda não temos certeza se eles foram roubados porque não havia porta aberta – não havia nada”, Hanson disse ao The Dodo. “Os dois apenas sumiram”.

Depois de um ano de busca, Hanson e seu marido encontraram um post em um site na internet, o Craigslist. Alguém que morava não muito longe de seu bairro em San Antonio, Texas (EUA), estava vendendo um pit bull por 500 dólares que parecia de uma forma muito suspeita com Blake.

Blake filhote | Foto: Sophia Hanson

Blake filhote | Foto: Sophia Hanson

“Então resolvemos nos aproximar do vendedor fingindo um falso interesse: ‘Oh, vamos comprar apenas um cachorro’. Nosso dinheiro estava pronto”, disse Hanson. “Quando fomos nos encontrar e confirmamos que era ele, vimos que eles o colocaram na maior corrente que eu já vi.”

“Ele ficou muito confuso por um tempo”, Hanson acrescentou. “Toda essa reabilitação foi um processo, mas agora ele é o maior ursinho de pelúcia”.

Vendo o estado em que Blake estava, os Hanson temiam que coisa pior tivesse acontecido com a doce e desajeitada Laila. Ainda assim, durante anos, Hanson continuou a procurar nos abrigos locais, e na internet, na esperança de ver o rosto de sua filhinha de quatro patas novamente.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

O que Hanson não sabia era que Laila tinha um anjo da guarda cuidando dela.

Quando Janice Rackley viu Laila pela primeira vez em 2018, a cachorrinha estava sozinha em um campo, sofrida e desnutrida ela era apenas pele e osso. Ficou claro que ela estava sozinha há algum tempo já, provavelmente se amor ou cuidados.

Rackley sabia que tinha que fazer alguma coisa.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

“Ela só precisava de ajuda e ninguém iria ajudá-la”, disse Rackley ao The Dodo. “Eu apenas sinto que eu estava ali e a encontrei por um motivo e a razão disso era que eu tinha que ajudá-la. Ela dependia de mim naquele momento.

Todos os dias, Rackley saía para o campo, carregando pesados jarros de água e comida.

A princípio, a cachorra ficou tão aterrorizada que correu na direção oposta assim que viu Rackley se aproximando – mas, eventualmente, Rackley ganhou sua confiança.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

“Eu acho que demorou cerca de seis meses, quando ela finalmente começou a se aproximar e chegar mais perto, então ela finalmente me deixou acariciá-la”, disse Rackley. “Naquele momento eu pensei: ‘Talvez eu consiga pegar uma coleira, já que ela está me deixando acariciá-la, e posso ficar com a coleira enquanto a alimento’. Mas sempre que ela via essa coleira, a cachorrinha saía correndo”.

Quando a véspera de Ano Novo se aproximou e o tempo ficou frio, Rackley sentiu que poderia ser sua última chance de resgatar a cachorra – então ela decidiu fazer algo imprudente.

“Acabei de pegá-la, joguei-a por cima do meu ombro e caminhei por ela por 40 pés nesse campo para levá-la até o meu carro”, disse Rackley. “Ela estava realmente muito calma quando eu peguei ela, ela era tão doce como eu jamais imaginei que seria”.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

Durante um mês, Laila recusou-se a deixar a casa de Rackley. Quando a personalidade da cachorrinha começou despontar, Rackley percebeu que o passado do cachorro perdido tinha mais segredos do que ela pensara anteriormente.

“Levou um tempo para ela voltar ao normal, mas uma vez que ela conseguiu, Laila se mostrou o cão mais doce do mundo”, disse Rackley. “Ela sabia sentar, sabia dar a pata, sabia como se deitar. Eu estava tipo, ‘nossa, alguém realmente ensinou tudo isso a ela.

Alguém deve sentir falta dela.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

Rackley levou Laila para ser examinada pelo controle de animais e, descobriu que ela tinha um microchip.

A apenas 40 milhas de distância, era apenas mais uma noite normal para Hanson e seu marido. “Meu marido e eu estávamos andando pela casa, desligando as luzes e nos certificando de que os filhotes estavam na cama”, disse Hanson. “Pouco antes de desligarmos a luz, recebemos uma ligação. Meu marido ficou tipo: “O que ?! Você pode repetir isso? “E ele colocou no viva-voz e nós ficamos tipo,”Isso é verdade mesmo?!”.

Oito anos ja haviam se passado, mas Hanson não podia esperar nem mais um minuto para ver Laila novamente, então ela pulou com tudo no carro. Quando Rackley trouxe Laila para fora, e ela pôs os olhos em sua mãe, todos os presentes ficaram comovidos pela reunião emocionante das duas.

Foto: Sophia Hanson

Foto: Sophia Hanson

“Ela apenas respondeu imediatamente, como se dissesse, ‘é você mesmo?’ “, Disse Hanson. “E então todos cmeçaram a chorar e doi um momento muito delicado”.

Embora Laila tivesse mudado de muitas maneiras, ela deixou claro para seus pais que se lembrava de sua antiga vida e de ambos.

“Nós costumávamos chamá-la de Scooby Doo porque ela fazia os sons mais loucos que você já ouviu”, disse Hanson. “Meu marido fazia brincadeiras imitando o desenho animado: ‘Scooby Doo! Scooby Doo! E ela reconheceu a brincadeira imediatamente”.

Agora em uma casa com três outros cães de resgate todos sênior, incluindo seu irmão Blake, Laila está se acostumando aos poucos à sua “nova vida antiga”.

Foto: Sophia Hanson

Foto: Sophia Hanson

Enquanto ela ainda se sente um pouco cautelosa em torno de seus novos irmãos, ela não poderia estar mais feliz por estar em casa. E os pais dela são tão gratos que a família deles está reunida novamente.

“Ainda não podemos acreditar”, disse Hanson. “Às vezes passamos por ela e temos que dar uma olhada pra nos certificarmos de que é tudo verdade mesmo. É extremamente surreal. Ela está na mesma cadeira, no mesmo lugar, deitada em sua mesma posição doce de cabeça para baixo. E é engraçado vê-la tão à vontade – eu nem consigo imaginar o que ela passou”.

“Mas o que importa é que ela esta de volta: em casa.”

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Cão que era “filho único” ganha irmão filhote e não gosta muito da ideia

Kevin parece dizer aos pais com sua expressão: O que vocês fizeram? | Foto : Carleigh Johnson Stroup

Kevin parece dizer aos pais com sua expressão: O que vocês fizeram? | Foto : Carleigh Johnson Stroup

Por quatro anos Kevin, foi o único membro canino de sua família. Isso significava que ele era alvo de todos os carinhos, atenções, cuidados e mimos dos demais moradores de seu lar.

O cãozinho nunca teve que dividir a atenção de sua família com ninguém. Então, de repente, tudo mudou. E ele não gostou muito disso.

O cão ciumento e adorável é o querido animal doméstico de Carleigh Johnson Stroup e seu marido. Eles se apaixonaram por ele desde o começo. “Kevin é tão doce e amoroso”, disse a mamãe coruja Stroup ao The Dodo.

Kevin enquanto era "filho único" | Foto : Carleigh Johnson Stroup

Kevin enquanto era “filho único” | Foto : Carleigh Johnson Stroup

“Nós nunca podemos nos deitar sem que ele imediatamente se deite junto com um de nós, ele está sempre conosco”. Pode-se dizer que Kevin era realmente o rei da casa. Mas as coisas mudaram e isso não é assim mais agora.

Algumas semanas atrás, Stroup e seu marido decidiram aumentar sua família adotando um novo cãozinho filhote – esse novo membro escolhido foi um cachorrinho agitado e ansioso por atenção, chamado Lyle.

Lylo | Foto : Carleigh Johnson Stroup

Lylo | Foto : Carleigh Johnson Stroup

Acontece, no entanto, que eles se esqueceram de consultar Kevin antes sobre a questão.

E com isso, o estilo de vida tranquilo e relaxado que Kevin desfrutava na casa – livre de aborrecimentos ou competição por afeição – acabou.

Lyle trouxe com ele toda uma nova energia e dinâmica para a casa. Uma vibração de cachorro filhote e brincalhão ao extremo.

Kevin, inicialmente, não foi tímido em demonstrar seus sentimentos sobre o assunto. Aqui está o vídeo da reação de Kevin:

“A cara que ele fez, sua expressão é absolutamente sua assinatura registrada. É como se ele tivesse dito: ‘O que foi que vocês fizeram’?”, disse a tutora e mãe de Kevin.

“Desculpe Kevin. Esta é sua vida agora”, responderam os pais de Kevin à sua expressão de descontentamento explícita.

Apesar de ser, como diz Stroup, “o oposto absoluto de Kevin”, o pequeno Lyle simplesmente adorou seu novo irmão mais velho. O pequenino, encantando com o outro, seguia-o por toda parte, copiando o irmão nas mínimas coisas.

Foto: Carleigh Johnson Stroup

Foto: Carleigh Johnson Stroup

“Ele só quer ir para onde Kevin vai, se Kevin come, ele come, se Kevin deita, ele deita”, disse Stroup. “Lylo é absolutamente obcecado por ele”.

Todo o tempo sem descanso de Kevin agora é coisa do passado.

Lyle é como um gêmeo conjugado, não larga o irmão por nada. “Até as necessidades eles fazem juntos”, conta a tutora bem-humorada.

Foto: Carleigh Johnson Stroup

Foto: Carleigh Johnson Stroup

Stroup disse que, embora tenha levado algum tempo para Kevin a se acostumar, ele também passou a gostar dos encantos juvenis do recém-chegado.

“Mesmo depois de todas as tentativas de Lyle de arruinar a paz e tranquilidade de Kevin, eles se tornaram inseparáveis, os melhores amigos”, disse Stroup. “Kevin gosta de ter um irmão para ficar com ele quando estamos fora”.

“Um não vive sem o outro”.

Foto: Carleigh Johnson Stroup

Foto: Carleigh Johnson Stroup

Com o tempo, Lyle sem dúvida amadurecerá para um nível de energia mais adequado ao que Kevin está acostumado. Até então, pelo menos, ele parece estar aproveitando a diversão.

E quanto ao amor e carinho de seus pais?

Felizmente, ainda há muito para amor transbordando por todos os lados para todos os membros da família.

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Cachorro abandonado em clínica veterinária em estado deplorável passa por transformação

Foto: Liz Ford

Foto: Liz Ford

Quando a ex-tutora de Dobby entrou pela primeira vez na clínica de vacinação com ele, a cena causou um impacto nas pessoas presentes, ninguém conseguia acreditar no que viu. O cachorrinho estava sem pelos e todo vermelho, e não se parecia muito com um cachorro. Os corações dos funcionários estavam partidos e eles sabiam que tinham que ajudá-lo.

Sara Harper estava trabalhando como veterinária em uma clínica de vacinação de baixo custo na Flórida (EUA) administrada pela Concerned Citizens For Animal Welfare.

Foto: Liz Ford

Foto: Liz Ford

Assim que ela colocou os olhos em Dobby, ela soube que era sua missão ajudar a curá-lo. A mulher que o trouxe disse que ele tinha 5 anos de idade – e que esta foi a primeira vez que ele esta sendo visto por um veterinário.

“Ficamos horrorizados com sua condição de desnutrição”, disse Harper ao The Dodo. “Junto com todo o seu corpo pelado e ferido, seus pés também estavam machucados e as unhas dos dedos dele cresceram tanto que enrolaram em suas patas. Ela admitiu que fazia tratamento de pulgas todos os anos e que jogava nele um pó de pulgas para carpete. Ela disse ainda que não queria gastar dinheiro com ele. Eu implorei a ela como uma resgatante para entregá-lo, e ela concordou imediatamente.

Foto: Liz Ford

Foto: Liz Ford

Um dos veterinários que também trabalhava na clínica naquele mesmo dia permitiu que Harper levasse Dobby para sua própria clínica imediatamente, mesmo que estivesse fechada naquele dia, para que pudessem começar a tratá-lo o mais rápido possível.

Eles só podiam imaginar de longe o tipo de dor que ele estava sentindo. Eles começaram a aparar as unhas dele, banhando-o e preparando-se para que a transfusão de sangue fosse feita.

Apesar de todos os seus males, ferimentos e dores, Dobby nunca reclamou ou atacou ninguém. Ele era tão doce quanto poderia ser durante todo o processo, e parecia muito grato a seus salvadores por ajudá-lo.

Foto: Liz Ford

Foto: Liz Ford

“Ele ficou sentado lá com amor em seus pequenos olhos – como se soubesse que finalmente havia sido salvo”, disse Harper.

Uma vez que ele foi todo limpo e recebeu tratamento inicial, Dobby foi recebido pelo abrigo Pawsibilities Rescue, que continuou a apoiá-lo em sua jornada rumo a cura. Durante meses, ele precisou de banhos medicinais para ajudar a curar sua pele e permitir que seu pelo crescesse novamente.

O cãozinho ainda estava muito longe de estar pronto para ser adotado quando sua futura família viu sua foto no Facebook e soube na hora que ele deveria fazer parte da família.

Foto: Liz Ford

Foto: Liz Ford

Liz Ford estava procurando adotar outro cachorro depois que seus dois filhotes de resgate faleceram e se apaixonou por um cachorro chamado Wylie, que também estava no abrigo Pawsibilities Rescue. Ela se candidatou a adotá-lo e foi aprovada, e enquanto esperava que ele estivesse pronto, ela viu a foto de Dobby e imediatamente se apaixonou.

“Eu não pude acreditar em meus olhos quando o vi”, disse Ford ao The Dodo. “Enquanto esperávamos que Wylie se curasse o suficiente para ser adotado, fiquei de olho no pequeno Dobby. Quando fui buscar Wylie, estava sentada no chão na casa do resgate e Dobby veio e se enrolou no meu colo. Eu sabia muito bem que ele viria morar conosco.

Ford levou Wylie para casa naquele dia e, quatro meses depois, voltaram juntos para pegar Dobby. Dobby e Wylie se lembraram um do outro instantaneamente, e estava claro que eles se tornariam os melhores amigos em sua nova casa. Nesse ponto, a pele de Dobby ainda estava cicatrizando e seu pelo ainda não havia crescido completamente, mas sua nova família estava mais do que disposta a continuar seu tratamento e ajudá-lo a se transformar o cão fofo e saudável que eles sabiam que ele poderia se tornar.

Foto: Liz Ford

Foto: Liz Ford

Agora, Dobby está coberto de um lindo pelo branco e macio, e não se parece absolutamente em nada como o cão que foi trazido para a clínica naquele dia há muitos anos. Ele gosta de brincar e correr círculos ao redor da casa com seu irmão Wylie, e nunca foi tão feliz. Sua nova família esta tão orgulhosa dele e do quanto ele lutou e evoluiu, e ao mesmo tempo tão grata por tê-lo como parte de sua família.

“Eles curaram seu corpo e alma”, disse Harper. “Olhando para ele agora você nunca sonharia o que ele já passou! Uma união de pessoas se juntou para salvá-lo. Ele é um garoto de sorte e é muito bonito também, além de ter a melhor família do mundo!”, diz sua salvadora orgulhosa.

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Gatinho que adora água se diverte na praia e até aprende a surfar

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip era um gatinho minúsculo e doente que procurava por comida quando apareceu na casa de uma família em Berlim, Maryland (EUA). Ele apareceu logo em seguida de uma tempestade, talvez isso fosse um prenuncio de seu destemor quando se trata de água – algo que os gatos são famosos por não gostar.

Em Berlim, Pip encontrara uma senhora idosa que era avó da família e ficava tomando conta da casa, ela começou a alimentar o pequeno gatinho. Infelizmente, sua família não pôde aceitá-lo quando eles voltaram e a mulher idosa estava se mudando, então Laura Meadows – uma aluna do ensino médio e amiga da família – se ofereceu para levá-lo com ela, apesar dela não ter discutido isso com sua família antes.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Quando a família de Meadows recusou-se a deixá-la ficar com Pip, a irmã mais velha de Laura, Emily Meadows, e seu marido ofereceram-se para levá-lo por um tempo.

“Minha irmã me implorou para levá-lo e estávamos apenas observando-o, pensando sbre o que deveríamos fazer”, disse Emily Meadows ao The Dodo. “Tentamos o abrigo local mas eles estavam lotados e nós tivemos que ficar com ele, e foi assim que tudo começou”.

Não demorou muito para Meadows ver o quão único e especial Pip era, mas sua primeira tarefa foi deixá-lo saudável. Seus olhos estavam inchados e ele estava muito sujo por andar pelas ruas.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

O gatinhos foi até considerado surdo porque nunca olhava para Meadows ou seu marido quando faziam barulho ou chamavam seu nome. Uma boa limpeza do ouvido do filhote feita pelo veterinário provou que isso não era verdade e agora ele ouve tudo, segundo Meadows.

Uma vez que Pip estava bem mais saudável do que quando chegou, ele acabou por se mostrar um pequeno encrenqueiro muito enérgico. Ele passava seus dias subindo nas telas das janelas, derrubando copos de água e qualquer outra coisa que não estivesse pregada ou presa, espalhando comida por todo o chão e aterrorizando seus novos irmãos gatos, Natty e Mowgli. Ele gostava especialmente de acordá-los pulando de cabeça sobre eles.

“Era o mundo do Pip”, disse Meadows. “Nós estávamos apenas vivendo nele”.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

A preferência de Pip em usar as plantas de casa como sua caixa de areia (necessidades) deixava Meadows e seu marido pouco a vontade, então eles decidiram tentar algo não convencional. “A casa precisava de uma pausa”, disse Meadows. “Natty e Mowgli definitivamente precisavam de uma pausa. E foi aí que surgiu a ideia: por que não levar Pip para passear um pouco?”

Meadows e seu marido moram em Ocean City, Maryland, então eles decidiram colocar Pip em uma coleira e levá-lo para a praia para ver se voltar para suas raízes ao ar livre ajudaria a dispersar um pouco de sua energia. Ambos se surpreenderam com o resultado!

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip mostrou rapidamente uma afinidade imensa em cavar na areia, correr pela praia, perseguir penas de gaivotas, brincar com brinquedos e conchas, se esconder em cadeiras de praia e, uma vez cansado, cochilar ao sol com seus humanos. Parecia que ele estava realmente em seu ambiente natural e assim foi que ele se tornou um freqüentador regular da praia com Meadows e seu marido.

Um dia, quando a maré estava baixa e as ondas estavam calmas, Meadows permitiu que Pip explorasse a água. “E isso não o incomodou em nada, ao contrário”, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip ficou tão fascinado pela água que Meadows tentou colocá-lo em uma prancha de boogie (prancha menos de surf). “Ele pegou uma pequena onda e ficou em cima dela”, disse Meadows. “Quando a prancha bateu na praia, ele pulou e apenas caminhou ao longo da praia como se tudo estivesse normal. Foi quando tivemos certeza que Pip era um gato muito especial”.

Ele até se revelou um exímio nadador que gostava de se divertir nas águas rasas.

As artimanhas de Pip atraíram uma enorme atenção de um número crescente de fãs. “Após várias viagens à praia, Pip foi filmado e fotografado por [turistas] e residentes”, disse Meadows. Alguém mostrou um vídeo para a estação de notícias local e Meadows foi contatada para contar a uma história de Pip.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Infelizmente, toda essa atenção destacou o fato de que as leis de Ocean City proíbem animais domésticos na praia durante os períodos de pico, então Pip precisava brincar sem ser notado pela patrulha da praia. Ele sempre se saia muito bem em se esconder na areia se eles passassem, no entanto.

Por sorte, a praia não era o único lugar na cidade natal de Pip para ele explorar. Havia o calçadão, o arcade, bares e restaurantes que aceitam animais domésticos, atrações locais e até eventos especiais.

Meadows encontrou várias praias e áreas para animais domésticos que permitiam que Pip continuasse a explorar os ambientes, coisa que eles gostava muito, sempre respeitando as leis. O gatinho continua ativo mesmo nas atividades fora da temporada, como paddleboarding e passeios de bicicleta em sua mochila favorita.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Ele até fez algumas viagens a lugares mais distantes como Savannah, Georgia e Nova York.

De fato, Pip recentemente “escreveu” e publicou um livro dele próprio sobre todos os lugares que ele gosta de explorar em sua cidade natal e as aventuras que ele participa com seus pais.

“Quando alguém filmava [Pip] na praia e a enviava para o noticiário, é quando pensamos:” É ótimo ter um gato famoso, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Meadows criou “Little Pips” – um bicho de pelúcia que se parece com Pip – para que os fãs pudessem desfrutar de seu próprio Pip sempre que quisessem. “Nós damos um bichinho de pelúcia Little Pip para alguém que precisa para cada um que é comprado”, disse Meadows.

Little Pips tem sido especialmente popular entre a comunidade de lar de idosos, onde alguns moradores viveram toda a sua vida com gatos, mas não viram um real em anos devido às suas condições de vida, de acordo com Meadows.

O impacto de Pip se espalhou muito além da comunidade local graças às mídias sociais, e Meadows recebeu cartas e e-mails de pessoas ao redor do mundo descrevendo como Pip os ajudou em um momento difícil.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Um casal que esteve em um acidente de carro horrível escreveu Meadows para dizer a ela que assistir as aventuras de Pip a cada dia tirava suas mentes das coisas terríveis que eles estavam experimentando, de acordo com Meadows.

Talvez o mais importante, Pip ajudou Meadows a superar algumas de suas próprias dificuldades – particularmente fobias de hospitais, lares de idosos, sangue e IVs relacionados a um trauma de infância que ela experimentou. “Eu nunca em um milhão de anos pensei que eu iria superar essa fobia”, disse Meadows.

“Ter Pip comigo [enquanto voluntariado nesses lugares] realmente ajudou, e agora posso dar um passo para trás e ver como os animais são seriamente prestativos quando se trata de apoio emocional. No final do dia, Pip mudou minha vida e me ajudou emocionalmente tanto quanto mudou o de todo mundo – nunca me senti mais estável do ponto de vista de saúde mental do que desde então trabalhando com Pip ao meu lado diariamente e levando ele comigo em todos os lugares “, acrescentou Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Meadows e seu marido recentemente começaram a dar lar temporário a filhotes através da ONG Town Cats of Ocean City, e você pode ter certeza de que Pip os mantém entretidos e mostrando a eles oa brinquedos.

Embora toda essa atividade possa parecer muito para apenas um gato, na verdade é a quantidade perfeita para Pip, que precisa manter-se ativo para evitar problemas. “Ele só queria tentar coisas novas e isso o ajudou a se acalmar muito em casa”, disse Meadows.

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Mães cachorrinhas são encontradas em um beco criando seus filhotes juntas

Foto: Northwest Dog Rescue

Foto: Northwest Dog Rescue

Uma transeunte estava passando próximo a um beco escuro em Los Angeles, na Califórnia (EUA), quando ouviu alguns ganidos abafados e resolveu parar e investigar para ver o que era. Ela se deparou com a cena mais triste e comovente ao mesmo tempo que tinha presenciado.

Amontoadas no chão sujo, estavam duas mães cachorrinhas muito magras – elas estavam bem próximas uma da outra, aconchegadas juntas e amamentando seus nove bebês. Este beco frio e escuro era seu único lar, e elas estavam criando seus filhotes ali juntas.

Foto: Northwest Dog Rescue

Foto: Northwest Dog Rescue

A mulher soube na hora que não suportaria apenas ir embora sem ajudar aquelas famílias primeiro. Ela pegou e levou todos eles até sua casa, tirando-os das ruas até que eles pudessem ser transferidos para o abrigo de Northwest Dog Project (NDP) em Eugene, Oregon, mais tarde naquele mesmo fim de semana.

A equipe de resgate percebeu imediatamente o quão especial era o vínculo que as mães cachorras, a quem deram o nome de Thelma e Louise, tinham uma com o outra. Embora ninguém saiba ao certo de onde elas vieram, é possível que as duas possam estar relacionadas (consanguineamente ou por morarem no mesmo lar) – ou simplesmente se conheceram nas ruas e decidiram ficar juntas dali em diante.

Thelma e Louise | Foto: Northwest Dog Rescue

Thelma e Louise | Foto: Northwest Dog Rescue

“Tenho certeza de que em algum momento as mães foram abandonadas por alguém”, Emma Scott, diretora executiva do abrigo NDP, disse ao The Dodo. “As mães e os bebês estão muito abaixo do peso e desnutridos além de tudo. Na minha opinião elas e os filhos estavam vivendo nas ruas há algum tempo já.

Não importa como as mães se encontram, elas são inseparáveis e cuidam de seus nove filhotes juntos como um time. Eles estão todos se ajustando bem ao resgate e parecem tão agradecidos pelas camas e cobertores confortáveis, disse Scott. As mães passam muito tempo apenas relaxando e cuidando dos bebês, e se aconchegando umas com as outras também.

Filhotes juntos | Foto: Northwest Dog Rescue

Filhotes juntos | Foto: Northwest Dog Rescue

“Eles parecem ter uma rotina mapeada – uma mãe cuida dos filhotes enquanto a outra os amamenta, e então eles mudam”, disse Scott. “Não sabemos quais filhotes pertencem a quem! É a primeira vez que vejo algo assim. Eles definitivamente têm um relacionamento doce.

Depois de compartilhar um post da família no Facebook, o abrigo foi inundado com palavras de apoio de muitas mulheres que, como Thelma e Louise, são mães solteiras.

“As pessoas realmente gostaram de conhecer a história delas”, disse Scott. “Muitas mulheres comentaram: “As mães solteiras se unem. É muito especial vê-las cuidando umas das outras ao mesmo tempo em que criam os filhotes juntas se ajudando”.

Filhotes juntos | Foto: Northwest Dog Rescue

Filhotes juntos | Foto: Northwest Dog Rescue

Com cerca de 12 libras (cerca de 5 kg) cada e cabelos rebeldes e fofos, as duas cadelinhas em situação de rua, Thelma e Louise, parecem ter misturas de terrier. Seus filhotes são bem pequenos, então é provável que eles cresçam e se tornem adultos pequenos e médios. Assim como suas mães, a maioria dos filhotes são meninas – existem apenas dois meninos entre as duas ninhadas.

“As mães são super doces”, disse Scott. “No início elas estavam um pouco nervosas e receosas, mas agora elas vivem procurando por carinho e rolando para ter suas barriguinhas coçadas. E os filhotes são muitos alegres e minúsculos. Eles são adoráveis e tornam a tarefa de cuidar deles deliciosa”.

Com cerca de 5 semanas de idade, os bebês estão se tornando super enérgicos e brincalhões. Eles permanecerão com as mães por pelo menos mais um mês até ficarem mais fortes e tomares todas as vacinas. Suas mães também serão castradas antes de estarem disponíveis para adoção.

Por enquanto, a equipe de resgate está muito feliz de estar cercada por tantos rabos abanando e muitos beijos sem fim dos filhotes – e está bem claro que toda a família sente a mesma coisa.

“Esta família é uma das razões porque resgatamos cães”, disse Scott. “Muita tristeza pode estar envolvida [no resgate], mas ver duas mães se juntando assim para criar seus filhos é tão gratificante. Eu olho para eles e não consigo segurar as lágrimas. Esta é a parte recompensadora de todo o trabalho que realizamos”.

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Gatinha que vivia em caixa de papelão descobre o que é ter um lar

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Quando a família de Marcy foi despejada no verão passado, eles se mudaram e deixaram a gatinha para trás, abandonando-a no mundo para se defender sozinha e do lado de fora da antiga residência da família.

Ela encontrou abrigo em uma velha caixa de papelão no quintal de um vizinho e morou lá por vários meses, até que finalmente, alguém decidiu que não poderia mais deixá-la viver assim.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Rebecca McGinn estava visitando seu irmão para o aniversário de sua sobrinha quando ele contou a ela sobre um gato abandonado que morava em seu quintal. Ela saiu para ver se Marcy iria deixá-la chegar perto dela – e instantaneamente se apaixonou por ela.

Assim que viu Marcy, doente e sem lar, McGinn soube que ela a levaria para casa.

“Eu decidi adotá-la como ela estava, dentro de uma caixa de papelão encharcada, tremendo e tinha os olhos tão tristes”, McGinn disse ao The Dodo. “Assim que ela me viu, ela veio até mim em busca de carinho e foi tão doce e carinhosa.”

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Marcy estava em péssimas condições quando McGinn a viu pela primeira vez, e depois de ser examinada por um veterinário, foi determinado que ela tinha problemas nos olhos, vermes, pneumonia, uma infecção no pulmão e problemas de pele que estavam fazendo com que seus pelos caíssem em punhados.

Todos sabiam que o caminho para a recuperação de Marcy seria longo, mas McGinn estava ansiosa para levá-la para casa e mostrar a ela como era ter um lugar agradável e acolhedor para se aconchegar com uma família que ama você.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“Ela se instalou imediatamente e se enrolou e dormiu por dias”, disse McGinn.

Depois de tudo o que passou, Marcy ficou tão feliz por finalmente ter lugares macios e fofinhos para se aconchegar, e agora está viciada em coisas aconchegantes.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“A coisa que ela mais ama é estar comigo e com meu parceiro, abraçados”, disse McGinn. “Ela é 100% obcecada com cobertores e pessoas. Ela adora estar escondida e coberta. Ela está em um cobertor macio 99% do tempo!

Sejam travesseiros, cobertores ou um de seus novos humanos, Marcy agora é especialista em encontrar lugares aconchegantes para dormir e não tem planos de parar comesse hábito tão cedo. O tempo na caixa de papelão, na chuva, sol, frio ou calor foi o suficiente para que ela aprendesse a valorizar o que tem agora.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Marcy esta absolutamente obcecada com sua nova vida, e se mostrou extremamente amorosa e confiante, mesmo depois de tudo que passou. Ela pode ter tido um passado difícil, mas agora que encontrou a melhor nova família possível, eles vão se certificar de que ela esteja sempre feliz e confortável pelo resto de seus dias.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“Ela tem a personalidade mais doce e amorosa”, disse McGinn. “Ela é super pegajosa e ama toda a atenção. Ela é tão calorosa e confiante com todo.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Família adota um menino e um cão no mesmo dia

Foto: Jessica Banzhof

Foto: Jessica Banzhof

Jessica Banzhof estava fazendo suas obrigações diárias, tarefas cotidianas como devolver comida a uma loja de animais, quando viu Cupido.

O pit bull de pelo tigrado usava um suéter de malha e parecia tão adorável, sorridente e carismático que ela não resistiu em se aproximar dele.

“Eu perguntei [ao tutor] se poderia acariciá-lo e então percebi que ele não era realmente o cachorro dele”, disse Jessica ao The Dodo. “Eu acho que foi realmente o destino que me fez conhecê-lo.”

Cupido estava passeando na loja de animais graças ao Dogs on the Town (Cachorros na Cidade, na tradução livre), um programa iniciado pelo abrigo Lucas Canine Care e Control em Ohio (EUA), para ajudar os cães do abrigo a serem notados pela comunidade.

Foto: Jessica Banzhof

Foto: Jessica Banzhof

Jessica imediatamente mandou uma mensagem ao marido com uma foto de Cupido: “Eu escrevi: conheci esse cachorro e o amo. Ele é tão doce, amigável e calmo”.

“Meus garotos estão implorando por um cachorro maior”, acrescentou ela. “Quando vi o Cupido, pensei: ‘Ele é perfeito’”.

Na época, a família de Jessica já estava no processo de adicionar outro membro às suas fileiras. O filho dela, Gabe, de 10 anos, estava sendo adotado como filho oficialmente pelo padrasto.

Foto: Jessica Banzhof

Foto: Jessica Banzhof

“Por muito tempo, quando Gabe era pequeno, éramos só ele e eu”, disse Jessica. “Eu era uma mãe solteira e nós lutamos muito, mas quando meu marido apareceu foi instantâneo para ele. Meu filho sempre foi o filho do meu marido também, a família dele sempre aceitou meu filho dizendo: “Esse é apenas nosso neto”.

Jessica trouxe sua família para conhecer Cupido e, como ela esperava, o filhote se deu bem com todos – incluindo seus três cachorrinhos. Mas depois de pagar a taxa de adoção do cachorro, Jessica ainda queria deixar passar uma noite pra pensar bem na decisão.

Quando o dia de adoção de Gabe, o filho de Jessica, chegou, ninguém antecipou o quão emocionante seria o caminho até o tribunal.

“A juíza perguntou ao meu filho: ‘É isso que você quer?’ E ele disse: ‘Absolutamente'”, conta a mãe emocionada. “Então ela perguntou por que e ele disse: ‘Porque eu tenho sido parte da vida dessas pessoas por tanto tempo e realmente quero pertencer oficialmente a uma família que me queira de verdade, me ame e me aceite. E eu faço parte dessa família e estou pronto para o meu sobrenome ser o mesmo que o deles’”.

Foto: Jessica Banzhof

Foto: Jessica Banzhof

Depois de finalizar a adoção de Gabe, a família saiu para comemorar e comer fora. Jessica não queria que a diversão terminasse, então ela deixou o filho escolher a próxima atividade: “Eu perguntei ao meu filho: ‘Bem, não podemos parar de comemorar, então o que você quer fazer a seguir?’ E ele disse: “Vamos pegar meu cachorro”.

Quando chegaram ao abrigo, apenas a excitação de Cupido foi capaz de se comparar a alegria Gabe. “Ele entrou e ficou tipo: ‘É um dia de adoção dupla!'”, disse Jessica. “Foi o melhor dia que já vivemos”.

Cupido e Gabe posaram para fotos orgulhosamente com seus certificados de adoção. E assim, a família cresceu – e depois cresceu ainda um pouco mais.

Cupido não perdeu tempo se instalando em sua nova casa. Ele gosta de brincar com seus irmãos, correr no quintal e se aconchegar no sofá.

“Cupido ainda está em seu estágio de filhote, mas ele muito tão bem-comportado”, disse Jessica. “Ele ouve perfeitamente e obedece, ele senta, fica, ele é ensinado por nós e nos sentimos mais seguros com relação a ele agora também”.

Depois de apenas uma semana juntos, há um novo status de “normal” na casa – e a família Banzhof não poderia estar mais feliz.

“Tudo parece perfeito, recuperamos nossa satisfação”, disse Jessica. “É a forma que temos de fazer isso. Somos uma família. Somos um todo agora”.

“E, em seguida, com a chegada de Cupido, sinto como como se ele fosse aquela pequena peça que faltava para deixar o quebra-cabeça completo”.

“Agora meus meninos têm seu companheiro cachorro”, acrescentou. “É simplesmente perfeito”.

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Cãozinho abandonado estende a pata em direção a mulher pedindo ajuda

Magro e doente, Caro estende a para para Kylina pedindo socorro | Foto: Kylina Turner

Magro e doente, Caro estende a para para Kylina pedindo socorro | Foto: Kylina Turner

Quando Kylina Turner viu Caro pela primeira vez, ela não percebeu de início que o pequeno amontoado de pele era na verdade um cachorro.

“Eu pensei que ele era um bicho de pelúcia deixado no chão”, disse Turner ao The Dodo. “Ele estava completamente congelado parado ali, olhando para mim. Eu imaginei que deveria apenas verificar se ele estava bem, ou o que estava acontecendo e enquanto eu andava até ele, sua orelha se contraiu”.

“Fiquei completamente chocada que aquele amontoado de pelo era um animal”, acrescentou Turner, “e muito menos um animal vivo.”

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

As pernas de Caro estavam presas em uma armação de cama feita de arame no quintal de uma propriedade em Austin, no Texas (EUA). Fraco demais para libertar-se do estrado de madeira, Caro sabia que Turner era sua única esperança – então ele estendeu a pata em direção a ela.

“Ele não estava com medo de mim e não fez nenhum som”, disse Turner. “Ele apenas observou o que eu estava fazendo com um olhar vazio em seus olhos. Acho que ele sabia que eu ia ajudá-lo.

Turner ficou aterrorizada ao tocar no cachorro esquelético, então tirou o suéter e o envolveu em volta de sua pequena estrutura de 30 quilos antes de levantá-lo cuidadosamente da sucata da cama jogado no lixo em que estava preso.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

Turner ficou absolutamente surpresa com a confiança do jovem cão. “Ele seguiu bem ao meu lado enquanto caminhávamos para o meu carro, onde ele imediatamente adormeceu, finalmente se sentindo seguro”, disse ela.

Com medo de que o filhote estivesse doente demais para suportar uma viagem de 20 minutos até o abrigo de animais mais próximo, Turner decidiu ir direto ao veterinário.

Quando ela chegou, a equipe estabilizou o cãozinho e, no processo, acabou se apaixonando pela personalidade doce do cachorro, que descobriu-se então ter apenas 6 meses.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

“Os veterinários me disseram que o manteriam lá e fariam uma vaquinha interna para juntar dinheiro para pagar a recuperação do cão”, disse Turner. “Naquela noite eu comecei uma campanha de arrecadação para Caro”.

Um exame revelou que o cão jovem estava desnutrido, queimado pelo sol e desidratado, e tinha o pior caso de sarna que o veterinário já tinha visto até ali.

Não tendo certeza se Caro sobreviveria ao tratamento médico, Turner tinha o hábito de passar todos os dias na clínica para vê-lo – mas o cão mal conseguia se mexer.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

“Durante a semana em que Caro esteve no veterinário, eu o visitei diariamente”, disse Turner. “Os técnicos estavam sempre muito empolgados com as menores coisas – ‘Ele ergueu a cabeça hoje’. Hoje, ele caminhou para o outro lado do canil”, ele conseguiu comer comida sólida hoje. Era de partir o coração”.

Apesar do pouco que Caro podia interagir com o ambiente, Turner se viu apegada ao cachorrinho doente. Ela decidiu que, uma vez que Caro deixasse o veterinário, ela iria dar lar temporário ao cachorrinho até que ele recuperasse sua força.

Uma vez que ela o pegou e o trouxe para casa, é claro que as coisas não saíram exatamente como o planejado.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

“Não demorou muito até que percebi que não seria capaz de me separar de Caro nunca mais”, disse Turner.

“As primeiras duas semanas foram turbulentas. Meu cachorro de 7 anos de idade, Casey, não estava muito interessado em perder seu título de filho único, mas eles rapidamente se tornaram melhores amigos!”.

Turner deu a Caro banhos medicinais para tratar sua sarna e lhe dava pequenas refeições quatro vezes ao dia para ajudá-lo a engordar. Lentamente, Caro foi se transformando.

Seu grosso pêlo marrom e preto começou a crescer e a cada quilo que Caro ganhava, ele começava a parecer cada vez mais um jovem pastor alemão saudável e belo.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

Graças ao compromisso de Turner, Caro se tornou um cachorro totalmente novo.

“Ele tem agora nove meses de idade e 50 quilos, com o pelo mais macio e farto que nunca e absolutamente sem nenhum problema de saúde”, disse Turner.

Embora Caro não se pareça com o seu antigo eu, por dentro ele ainda é o mesmo cão confiante que Turner conheceu naquele primeiro dia.

“Ele tem a melhor disposição que qualquer cão que eu já conheci até hoje”, disse Turner. “Ele é o cão mais confiante do mundo e ama as pessoas, incluindo crianças, Caro é um bebezinho submisso que nunca late apesar de ser um pastor alemão ‘assustador'”.

Meses depois, Turner está tão feliz que percebeu que não conseguiu imaginar a vida sem Caro. E ela contou isso a ele.

“Caro nos trouxe mais felicidade do que eu pensava ser possível existir”, disse Turner.

“Ele é o filhote mais engraçado de todos e nós estamos constantemente rindo de algo que ele está fazendo”.

Caro está claramente muito feliz com a situação também. Ele encontrou sua família.

“Uma vez que sua energia diminuiu, ele se transforma no mais doce ursinho de pelúcia”, acrescentou Turner.

“Eu adormeço enrolado em volta dele na minha cama e ele não se move a noite toda”.

Por uma patinha estendida, Caro salvou a sua própria vida e trouxe vida para as pessoas que tem o privilégio de conviver com ele.

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Filhote de cachorro desce as escadas com três patas copiando o irmão mais velho

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

Depois de perder a perna em agosto devido a algumas complicações de saúde que se prolongaram, Bowie, de 2 anos, teve que reaprender a fazer praticamente tudo. Com a ajuda de sua família, ele descobriu novas maneiras, com um pequeno ajuste, de fazer coisas mais comuns do dia a dia, incluindo subir e descer as escadas.

Desde que perdeu sua pata traseira, Bowie se encosta na parede e salta um pouco ao descer as escadas, a fim de facilitar o processo de descida – e, como ele repetiu esse processo várias e várias vezes, sua irmãzinha assistia a tudo.

Bowie | Foto: Karisa Maxwell

Bowie | Foto: Karisa Maxwell

Quando Zeppelin se juntou a sua família em janeiro, Bowie já estava acostumado a viver com três pernas e, claro, imediatamente ela se tornou uma melhor amiga e ele o modelo para sua nova irmãzinha mais nova. Os dois se tornaram inseparáveis desde o começo, e por isso não é surpresa que Zeppelin tenha aprendido como ser um cachorro com seu irmão mais velho Bowie.

Eles estão sempre se aconchegando um no outro ou brincando juntos, mesmo quando há outros cachorros por perto”, disse a mãe dos irmãozinhos, Karisa Maxwell, ao The Dodo.

“Estávamos nervosos e temíamos que Bowie tivesse medo de brincar com ela quando ela ficou maior do que ele, mas ela é tão gentil com Bowie, brinca no ritmo dele, sem força-lo e protege-o sempre.”

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

A medida que Zeppelin ficou maior, parecia que ela queria mais e mais ser como seu irmão mais velho – e um dia, seus pais notaram algo absolutamente adorável sobre a maneira como ela desce as escadas.

“Zeppy sempre descia as escadas desse jeito, mas quando ela era pequena, nós pensamos que era porque suas pernas não eram longas o suficiente”, disse Maxwell.

“Mas quando ela ficou maior, notamos que ela se encosta na parede como Bowie e mantém as pernas juntas.”

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

Como o Zeppelin tira todas as suas dicas de Bowie, ela agora desce as escadas como se tivesse apenas três pernas, assim como seu amado irmão mais velho.

Enquanto seus pais tentam mostrar a ela que ela não precisa descer as escadas dessa maneira, Zeppelin não parece se importar com isso, e continua a descer as escadas exatamente do mesmo jeito que Bowie faz, porque não importa o quê ou como, ela sempre quer ser como ele.

“Essa é a única maneira que ela sabe”, disse Maxwell. “Nós tentamos fazê-la andar um pé na frente do outro, mas ela apenas olha para todos nós confusa e continua a pular”.

Zeppelin ama tanto seu irmão mais velho Bowie mais do que qualquer coisa no mundo. Para ela, nunca importará que ele tenha apenas três pernas. Ele é o favorito dela e, como ela continua a crescer, não há dúvida de que ela continuará sempre tentando ser exatamente como ele.

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