Bebê elefante encontra nova família após perder a mãe de forma trágica

Foto: One Green Planet

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Quando o telefone destinado a atender e socorrer elefantes órfãos toca, a equipe do Projeto Orfanato de Elefantes na Zâmbia (África) prepara-se para receber notícias de algum elefante que perdeu a mãe, assustado e muitas vezes machucado.

Em 8 de agosto de 2017, o Centro de Elefantes Órfãos recebeu um chamado sobre um filhote do sexo feminino, frágil e desamparado, com apenas 16 meses de idade.

Ela havia sido cruelmente separada de sua família e privada de se alimentar do leite materno rico em nutrientes, alimento básico dos elefantes bebês, o que significava que ela estava fraca e vulnerável e precisava de ajuda urgente.

Em função dos incidentes causados pela caça terem sido relatados na mesma área durante o período em que o elefante surgiu, os funcionários do projeto deduziram que o filhote tenha perdido sua família e se visto sozinha e confusa por causa da ganância humana.

A equipe resgatou-a e transportou-a para o berçário de elefantes Lilayi em Lusaka – uma das instalações do Projeto Orfanato de Elefantes. Ela foi nomeada de Mkaliva. A vida de Mkaliva estava agora em mãos carinhosas e capazes.

Foto: One Green Planet

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A órfã foi cercada de cuidados por humanos que lutavam para que ela vivesse. Mkaliva recebeu atendimento 24 horas por dia, enquanto seus níveis de energia caíam constantemente, mostrando como seu corpo estava lutando para lidar com o trauma físico e emocional que ela estava experimentando.

Dias se passaram enquanto a equipe se dedicava em recuperar a saúde da órfã. Aos pouco ela começou a se sentir mais confortável em seu novo ambiente e na presença de seus irmãos substitutos nas acomodações próximas a ela, tão perto que suas trombas podiam alcançar suas acomodações e tocá-la. Esses momentos ternos foram os primeiros compartilhados com sua nova família.

Assim que ganhou mais confiança, Mkaliva juntou-se à nova família nas caminhadas diárias, onde pode interagir com eles, passando a conhecê-los um pouco melhor. Os elefantes a receberam com carinho, encorajando-a a quebrar as barreiras e aproveitar a vida mais uma vez.

Foto: One Green Planet

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O mini rebanho ficou bem perto um do outro durante sua primeira caminhada juntos o que deu a eles uma sensação extra de segurança, enquanto os cuidadores mantinham um olhar atento sobre os filhotes.

A última vez que a órfã andou ao lado de elefantes ela estava com sua manada original; rodeada por aqueles que conhecia desde que nasceu e provavelmente como os demais elefantes, ela teria percorrido livremente seu ambiente selvagem protegida pela mãe e demais parentes, inconsciente do destino que a aguardava.

Infelizmente a elefantinha não pode seguir com sua família e teve sua vida transformada para sempre.

Foto: One Green Planet

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Ela provavelmente nunca mais verá sua família de sangue, mas os laços que está formando com seus novos amigos órfãos fazem parte dos passos que Mkaliva dá rumo à sua recuperação.

A cada dia que passa, esses laços tendem a se fortalecer e ela poderá continuar com sua vida cercada por aqueles que também perderam suas famílias. Juntos, eles vão se curar e terão uma segunda chance na vida.

Ver esse jovem grupo se comportar como uma família é comovente, e embora eles nunca possam realmente substituir as famílias naturais um do outro, eles estão fazendo um trabalho muito bom ao tentar.

Homem visita abrigo para adotar cães que ninguém quer

Foto: Instagram

Em todo o mundo, milhares de cães esperam sua vez de serem adotados mas, infelizmente, alguns deles não terão esta oprtunidade. Animais idosos, deficientes, temperamentais ou de pelagem negra têm menos chances de encontrar uma família.

Steve Greig, um contador do Colorado, motivado pela perda irreparável de um de seus cachorros, decidiu visitar abrigos para adotar cães que ninguém queria.

“Eu estava muito perturbado com essa morte”, disse Greig ao The Dodo.

“Um mês ou dois se passaram e eu ainda me sentia muito mal por isso. Decidi que a única maneira de me sentir melhor seria se algo de bom acontecesse. Isso provavelmente não teria acontecido se ele não tivesse morrido.”

Greig foi até um abrigo de animais e pediu os cães que ninguém queria.

“Eu cresci com um monte de animais domésticos”, disse Greig.

“Meus pais eram amantes de animais e eles praticamente sempre me deixavam ter o que eu queria, desde que eu pudesse cuidar.”

“Então eu adotei um chihuahua de 12 anos de idade (chamado Eeyore) com um sopro no coração e quatro joelhos ruins, e eu o trouxe para casa, e isso foi apenas o começo”, disse ele.

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Agora, ele tem oito cães idosos, assim como o cachorro de sua irmã e o cão de um colega de quarto, e, embora cuidar de suas diferentes dietas e necessidades seja muito trabalhoso, Greig gosta disso.

“Um dia normal para mim é levantar às 5 da manhã e fazer café da manhã para todos eles, que, você sabe, são 10 cachorros, e a maioria deles tem dietas diferentes.” As informações são do The Epoch Times.

Além de fazer pelo menos 10 cafés da manhã, o contador também precisa cuidar dos animais com problemas de saúde. Em seguida, ele vai para o trabalho e retorna à tarde para almoçar o gang.
Greig também cria uma porca chamada ‘Bikini’, gatos, galinhas, patos, pombos, um coelho e peixes.

“Eles são animais mais sábios”, disse ele sobre seu amor por animais idosos.

Foto: Instagram

“Você meio que sabe o que quer da vida quando chega a uma certa idade. Esses cães sabem quem são e é fácil desenvolver um relacionamento com uma pessoa ou animal que saiba quem eles são.”

Greig é um belo exemplo de amor e compaixão aos animais.

Gatinha encontra maneira inusitada de convencer casal a adotá-la

Foto: One Green Planet/Reprodução

Foto: One Green Planet/Reprodução

Animais dependem dos seres humanos para se alimentar, beber água e ter abrigo e, em troca, eles são capazes de oferecer amor incondicional por toda a vida. Sem mencionar a coletânea de momentos únicos que constroem a ligação entre animal e seu tutor.

Quem já compartilhou a vida com um animal doméstico vai se reconhecer nessa história da gatinha abandonada que de forma esperta e inusitada “implorou” a um casal que a levasse para casa.

A gatinha perdida estava andando por uma estrada de terra sozinha, sua mãe não estava em nenhum lugar próximo ou ao alcance da visão. Quando de repente ela viu um casal andando em sua direção e soube exatamente o que fazer: implorar para que eles a levassem para casa.

Foto: One Green Planet/Reprodução

Foto: One Green Planet/Reprodução

Como o usuário do Imgur explicou, ela entrou na frente do casal subitamente, mas eles acharam que a pequena tentaria fugir quando chegassem perto. A gatinha parecia saber que eles eram um porto seguro pois ela os deixou pegá-la e ainda mais: não se moveu um centímetro até que isso acontecesse.

Eles levaram a filhote para casa e deram-lhe um banho quente e comida, coisa que ela esta realmente precisando. “Às vezes você adota um gato ou às vezes eles adotam você”, conta o casal.

Ela tem uma lesão no lábio e gengiva que se parece com uma bifurcação, mas ela esta se recuperando muito bem. O casal deu a ela o nome de Tiger Lily e garantiu que ela vai estar segura e feliz a partir de agora!

Foto: One Green Planet/Reprodução

Foto: One Green Planet/Reprodução

Esta história não é apenas um conto real com final feliz, mas também é um alerta sobre a importância individual de cada um em acabar com o problema dos animais em situação de rua. Nos Estados Unidos por exemplo cerca 2,7 milhões de cães e gatos são sacrificados todos os dias devido à superlotação de abrigos e aos fundos limitados para lidar com a questão, mas atitudes individuais podem ajudar a impedir isso.

Salvar um animal pode não resolver o problema do abandono em sua totalidade, mas para essa gata, a vida foi transformada para sempre.

Ao cogitar adicionar um membro de quatro patas à família, é importante ter em mente que adotar é a melhor opção, pois animais não são produtos para ser comprados.

Cadelinha segue alpinistas e é adotada ao final da expedição

Foto: Don Wargowsky

Durante uma expedição através de Mera Peak e Baruntse, duas montanhas no Nepal, o alpinista Don Wargowsky e sua equipe ganhou um novo membro.

No 10º dia da expedição, que duraria 34, a cerca de 18 mil pés de altitude, em uma geleira com toneladas de fendas e obstáculos, uma doce cadelinha apareceu repentinmente. Wargowsky a reconheceu de uma das aldeias pelas quais passaram. Enquanto ela parecia tímida e assustada na aldeia, ela subia confiante na montanha, enquanto e alegremente cumprimentava seus novos amigos.

“Já tive cães que me seguiram nas subidas antes, mas nunca algo assim”, escreveu Wargowsky em um post sobre suas viagens .

“Eu imediatamente começo a imaginar esse cachorro se juntando a nós durante a viagem. Seria ótimo ter um companheiro, um cão temporário de terapia nepalesa. Então começo a pensar exatamente sobre o que faremos nas próximas semanas e o sonho desaparecerá.”

Foto: Don Wargowsky

Wargowsky pensou que não havia como “Baru” conseguir se juntar a eles em sua jornada potencialmente traiçoeira – mas a corajosa cadela mostrou que ele estava errado.

Na primeira noite ela estava nervosa preferiu dormir do lado de fora da tenda, apesar do frio. Ao perceber que ningúem a faria mal, ela dormiu na tenda.

“Ela ficou conosco durante a viagem”, disse Wargowsky ao The Dodo. “Ela se saiu excepcionalmente bem. Ela subiu melhor que a maioria dos humanos. Com o passar dos dias, Baru conseguia ainda se superar.

Foto: Don Wargowsky

Em algum momento, “Baru” se perdeu do grupo, mas logo encontrou o caminho de volta, demonstrando novamente o quão especial ela era.

“Por tudo isso, ela é uma campeã”, escreveu Wargowsky.

“Eu tenho quantidades limitadas de comida, mas eu divido todas as minhas refeições com ela 50/50. Ela nunca implora por comida ou ganância”.

Quando a jornada se aproximava do fim, Wargowsky começou a se preocupar com o destino de sua amiga. Eles formaram um vínculo  forte e o pensar em deixá-la era muito ruim.

Foto: Don Wargowsky

Ainda assim, ele pensou que seria injusto trazê-la para casa com ele para seu minúsculo apartamento, quando ela claramente adorava ter tanto espaço para caminhar e ser livre.

“Meu amor e respeito por essa cadela é imenso”, escreveu Wargowsky. “Pensar em partir… ela sozinha na rua quebra meu coração.”

Para a alegria e a paz do alpinista, o gerente do acampamento de base do grupo, Kaji, ficou tão impressionado com “Baru” quanto todos os outros e decidiu que ele e sua família iriam adotá-la. Wargowsky fez tudo o que pôde para ajudar no processo. Apesar de odiar ter que se separar dela, ele ficou muito feliz por “Baru” ter encontrado uma casa e sabia que, independente de tudo, eles seriam amigos por toda a vida.

“Ela está muito bem”, disse Wargowsky.

“Vou visitá-la no Nepal neste outono.”

Elefanta resgatada faz uma linda amizade em seu novo lar

Foto: BEES

Mae Dok tem quase 60 anos e passou toda a sua vida em uma pequena cidade na Tailândia, onde era uma atração turística – em pé ao lado de uma pequena ponte, implorando por guloseimas.

Demorou muito, mas essa é “a vida que ela pode colocar para trás”, de acordo com Emily McWilliam, co-fundadora e gerente do Elephant Sanctuary (BEES) em Chiang Mai.

“Nunca mais precisará ficar de pé e implorar por doces debaixo da ponte na vila turística”, disse McWilliam ao The Dodo.

Equipes de resgate do BEES foram até a aldeia onde Mae Dok vivia para finalmente libertá-la.

“Ela foi acorrentada em uma cadeia em uma fazenda enorme na orla de sua aldeia natal”.

Foto: BEES

A família de Mae Dok a amava apesar de tê-la escravizado. Todos se despediram e, finalmente, a deixaram partir.

“Eles contaram muitas histórias bonitas e falaram sobre como Mae Dok é doce.”

As pessoas que a amavam sabiam que ela merecia uma vida melhor, especialmente à medida que envelhecia. Já era hora de Mae Dok se aposentar.

Durante o percurso, os socorristas começaram a conhecê-la melhor. Eles perceberam que as histórias que os moradores da aldeia contavam sobre ela eram definitivamente verdadeiras: Mae Dok adorava conversar.

Depois de sete horas de carro, Mae Dok chegou ao santuário e saiu do caminhão na grama fresca.

“Ela desceu da caminhonete um pouco vacilante, suas pernas estavam rígidas. A corrente foi removida e Mae Dok vocalizou com resmungos baixos enquanto descia para o gramado”, escreveu o BEES.

Foto: BEES

“Nós demos a ela um banho com uma mangueira e a deixamos explorar.”

Mae Dok encontrou o elefante Thong Dee mas ele não parecia muito interessado em fazer uma nova amizade. Então, ela continuou a andar e avistou outro elefante, Mae Kam.

Desta vez, houve química.

“Mae Kam se aproximou lentamente … Não ouvimos nenhum som de Mae Kam para começar, parecia que ela estava um pouco nervosa, mas como Mae Dok não se mexeu, ela recuou”

“Mae Dok começou a vocalizar para ela e decidiu arriscar”.

Foto: BEES

“Ela deu um grande passo para frente e estendeu a mão para Mae Kam. Então a cena mais incrível, mágica e inesperada aconteceu.”

As duas descansaram suas cabeças ao lado da outra e começaram a conversar.

“Mae Dok então seguiu Mae Kam de volta ao seu recinto noturno”, escreveu o BEES.

“Os tratadores disseram que ambas conversaram muito durante a noite, eles mal conseguiram dormir … Elas estão cantando e conversando desde então.”

Foto: BEES

Desde o primeiro encontro, Mae Dok e Mae Kam passaram muito tempo juntas e a amizade delas continua crescendo. As informações são do The Dodo.

“Foi mágico”, escreveu o santuário. “É difícil colocar em palavras o quanto nos sentimos felizes por Mae Dok. Bem-vinda ao lar, menina.”

Cavalos selvagens resgatados se tornam amigos inseparáveis

Foto: Skydog Sanctuary

Hawk era um dos 850 cavalos selvagens que foram arrebanhados no Oregon em outubro do ano passado por uma agência federal, o Bureau of Land Management (BLM).

Além de perder sua família, Hawk também se machucou – o que pode significar um fim prematuro para cavalos.

Em um dos currais para cavalos feridos, ele encontrou Chief, outro cavalo selvagem com uma lesão menos severa, que tinha sido arrebatado ao mesmo tempo.

Hawk e Chief foram instantaneamente ligados.

Após serem tratados, eles seriam colocados para adoção como os demais cavalos. Os amigos poderiam ser separados.

Foto: Skydog Sanctuary

Com o passar das semanas, a perna de Hawk não melhorou e o BLM considerou sacrificá-lo. A agência ainda tentou uma última opção: enviá-lo a um santuário para que ele tivesse que ele vivesse uma vida plena.

“Hawk estava prestes a ser sacrificado”, disse Clare Staples, fundador do Skydog Sanctuary , ao The Dodo. “E o outro que pegamos… Eles estavam tão ligados que não queríamos separá-los”.

Assim que Hawk chegou ao Santuário Skydog, no Oregon, ele claramente começou a relaxar. E quando foram soltos em seu novo celeiro, Chief começou a correr e pular de alegria.

Já Hawk, parecia totalmente aliviado por estar em um lugar seguro com seu melhor amigo.

“Ele está muito mais calmo e mais tranquilo e não está mancando tanto”, disse Staples.

Hawk fará um raio X e terá um plano de tratamento formulado para reabilitá-lo, Chief o acompanhará em todo o caminho.

Skydog Sanctuary

“O Chief nunca sai do seu lado e toca nele com o nariz a cada cinco segundos para ter certeza de que está tudo bem”, disse Staples. As informações são do The Dodo.

Hawk e Chief tiveram suas vidas mudadas por duas vezes, mas agora eles tiveram um belo recomeço.

“Eles foram cercados e perderam suas famílias”, disse Staples. “Agora eles têm um ao outro.”

Cão-lobo abandonado em abrigo recebe amor e cuidados em seus últimos dias de vida

Foto: Shy Wolf Sanctuary

Felizmente, a história do grande cão-lobo se espalhou e ele recebeu uma segunda chance em um santuário animal. Em 2008, o cão-lobo foi resgatado por voluntários do Shy Wolf Sanctuary, onde ele vive até hoje, em Nápoles, na Flórida.

Brittany Allen, membro do santuário disse que Yuki é um dos maiores lobos que eles têm atualmente nas instalações.

“Nós o resgatamos de uma situação fracassada. Alguém o comprou de um criador e percebeu que ele era ‘demais’ para lidar. Eles o jogaram em um abrigo mortal aos oito meses de idade.

“Entramos e providenciamos um lar para ele e ele está conosco desde então”, acrescentou.

Segundo ela, descobriu-se que Yuki tem 87,5% de Gray Wolf, 8,6% de Husky Siberiano e 3,9% de Pastor Alemão. Brittany explicou que os lobos exigem respeito.

“Eles definitivamente são criaturas que exigem respeito. Seria um encontro muito diferente na natureza comparado ao que eu faço com esses caras. Os animais com quem trabalho nunca foram selvagens e nunca serão, então são mais socializados”.

“Nós mostramos momentos adoráveis deles na esperança de ajudar as pessoas a se identificarem pelo menos e talvez mudar sua resposta ao medo e criar um respeito saudável através da educação. E também dar a um animal uma chance de ter uma vida decente, caso contrário, eles seriam sacrificados”, disse ela.

Comportamento do cão-lobo

Comparado a outros animais, Brittany disse que eles podem ser um pouco difíceis, porque você não pode dizer quanto lobo e comportamento de cachorro eles terão.

“Yuki não é necessariamente mais social do que os lobos puros. Temos lobos puros que fogem quando veem novas pessoas porque são geralmente animais tímidos e curiosos. Yuki vai direto ao encontro de novas pessoas e se ele não gostar se tornará agressivo”.

Foto: Shy Wolf Sanctuary

“Com os lobos puros, uma vez que eles te conheçam e se sintam confortáveis com você, eles podem ser carinhosos e amorosos, mas sempre serão lobos e você deve respeitar seus limites”.

“Ambos são sociais com pessoas que aceitam em seu espaço, mas são muito seletivos também. Isso também se aplica a outros companheiros lobo / cão-lobo. Eles são muito seletivos, mas quando se ligam é bem único”, acrescentou ela.

A fama de Yuki

Em janeiro, Brittany postou um pequeno vídeo que a mostrou sentada ao lado de Yuki que viralizou na internet.

Ele parece ser enorne nas imagens mas Brittney afirma que ele não é tão grande quanto pensam e que ele pesa cerca de 54 quilos.

Um dos diretores do santuário, que conta com funcionários e mais de 30 voluntários que trabalham o ano todo, Jeremy Albrecht, disse que Yuki se tornou um favorito definitivo na instalação.

“Hoje, Yuki é um dos animais mais interessantes do santuário. Ele não é um cara fácil de se conhecer, mas ele tem um pequeno número de voluntários com quem ele se identificou.

“Ele ganhou o apelido de” Woowoo “porque quando ele vê algum de seus voluntários escolhidos, esse é o barulho que ele faz, acenando para que o voluntário venha passar um tempo com ele”, explicou.

Judy, um voluntário, disse: ‘Yuki é um daqueles animais que ele te avisa se ele quer você em seu cercado ou não. Ele tem um grupo muito pequeno de mulheres que ele permite em seu chamado seu “harém”.

Problemas de saúde

Funcionários revelaram que as coisas pioraram quando Yuki sofreu um acidente que afetou sua perna.

“Yuki veio até nós em 2008. Ele estava razoavelmente bem, comparado a muitos dos animais que vieram até nós e tinham uma personalidade muito extrovertida inicialmente. Nós até o consideramos como embaixador em algum momento”.

Pouco depois de chegar ao santuário Shy Wolf , Yuki machucou sua perna e abriu uma ferida no joelho traseiro direito.

“A ferida acabou acarretando um total de cinco cirurgias e nesse tempo Yuki ficou agressivo com por estar preso no canil”, explicaram.

No final do ano passado, Yuki foi diagnosticado com um câncer em estágio terminal.

Jeremy disse: “Ele foi diagnosticado com câncer no ano passado e, infelizmente, é na fase terminal. Já lidamos com esse tipo de câncer antes e, em última análise, você realmente não sabe com que rapidez aconteceu e quanto tempo eles têm.

Ele acrescentou que Yuki tem lutado contra a doença por um bom tempo agora e os funcionários estão tentando aproveitar ao máximo o tempo que eles deixaram com ele no momento.

Foto: Shy Wolf Sanctuary

“Quando chegar o dia em que ele começar a apresentar sintomas, nós, como sempre fazemos, tomaremos as decisões certas para a qualidade de vida de YukI. Dizer adeus a um dos nossos animais é sempre difícil para nossa equipe e voluntários e com ele não será diferente.

“Mas é importante lembrar que, embora muitos desses animais tenham um começo difícil, suas histórias sempre têm finais felizes quando chegam ao Santuário Shy Wolf .

“Quando o tempo deles com a gente acabar, a última coisa que eles fazem é abrir espaço para nosso próximo resgate e final feliz”, acrescentou.

O Centro de Educação e Experiência do Santuário Shy Wolf  foi fundado em 2001 por Nancy Smith e tem como objetivo fornecer refúgio e reabilitação a lobos selvagens e em cativeiro, e outros animais, em uma propriedade de dois hectares e meio em Nápoles, Flórida.

Rottwailer ganha o coração da avó que só gostava de cães de colo

O rottwailer Gus vira o cão de colo da vovó | Foto: Instagram/gus_the_rottie

O rottwailer Gus vira o cão de colo da vovó | Foto: Instagram/gus_the_rottie

Quando Mike Flanagan decidiu levar para casa um filhote de rottweiler, essa não foi uma decisão muito bem aceita por sua sogra, Peggy Allen.

“Ela gosta muito de cães, mas aos 80 anos de idade e sendo muito pequena, os cães maiores representam um potencial risco de queda”, disse Flanagan ao The Dodo.

E Allen, também conhecida como “vovó”, ao tomar conhecimento da chegada do novo membro da família, não escondeu seu espanto de ninguém: “Mas um rottweiler? Bem, devo admitir que sempre preferi os cachorrinhos de colo”, disse ela contrariada.

Ainda assim Flanagan manteve-se cautelosamente otimista de que os dois iam se dar bem e a julgar pela primeira visita da vovó à casa deles, parecia que seus instintos estavam certos.

“A vovó gosta de paz e tranquilidade e ela não abre mão de ter o seu espaço também”, disse Flanagan. “Eles não pareciam o encaixe perfeito, realmente, mas ficamos surpresos com a rapidez com que eles se aproximaram”. Allen rapidamente ensinou a Gus que ele seria permitido em seu espaço, mas apenas se ela o convidasse.

Meses se passaram, e quando a vovó apareceu novamente para uma visita as coisas haviam mudado. O filhote de outrora, tão pequeno e frágil havia se transformado em um cachorro de 9 meses de idade grande e musculoso, pesando quase 45 quilos.

A vida da vovó também havia mudado: ela havia perdido seu marido.

Gus não tinha como saber que a vovó estava visitando a família em função de uma cerimonia funerária, mas ele sentiu que ela precisava de algo. E o cachorro gigante parecia determinado a ser o que quer que fosse que ela precisava.

“Gus não saiu do lado dela durante aquela visita inteira”, disse Flanagan. “Ele dormia na cama dela, e a esperava do lado de fora da porta do banheiro. Quando ela saiu e voltou, ele soltou um latido-uivo de felicidade, como que aliviado pela vovó ter voltado.

Alguns podem chamar seu comportamento de “grudento”, mas a vovó parecia não se incomodar com toda a atenção recebida.

“Quando minha esposa disse: ‘Mamãe, Gus realmente ama você’. A vovó casualmente respondeu: “Nós temos algo especial”, acrescentou Flanagan.

Dengoso e brincalhão Gus vive atrás de carinho | Foto: Instagram/gus_the_rottie

Dengoso e brincalhão Gus vive atrás de carinho | Foto: Instagram/gus_the_rottie

Enquanto Gus e a vovó Allen tinham uma ligação especial, o amor do cão não discriminava ninguém. Essa ânsia de aconchegar-se até lhe rendeu o apelido de “Certificado de amor”.

“Gus têm sido um parceiro e amigo incrível”, disse Flanagan. “Somos uma família que adora curtir ao ar livre, fazendo caminhadas ou piqueniques em áreas verdes e passeios na lagoa. Gus está sempre pronto para um passeio”.

Assim como Gus conseguiu entrar em sintonia com o que a vovó precisava, o cão desenvolveu um relacionamento diferente e especial com cada membro da família.

“Ele é um companheiro e tanto de brincadeira para meus filhos. Um bebê dengoso com minha filha. Sua vigilância constante provou ser de grande alívio para a ansiedade da minha esposa. Ela simplesmente se sente mais segura na casa sabendo que Gus esta lá”, acrescentou Flanagan. “Ele está sempre presente, sempre lá pela gente e sempre pronto para o amor”.

É justo dizer que o cachorro gigante conquistou o amor total da família, especialmente da vovó.

Agora, sempre que ela vê Gus, ela garante que seus sentimentos sejam conhecidos por ele.

“Eles estão ligados”, disse Flanagan. “Vovó constantemente conversa com Gus e lembra a ele o quão bom garoto ele é.”

Pit bull adotada visita abrigos para escolher um amigo

Foto: Debi Kolak

Com 13 semanas de idade, Liza foi adotada por Debi Kolak e sua outra cadela, Mona. As duas rapidamente se tornaram as melhores amigas.

Por dois anos, Mona e Liza fizeram absolutamente tudo juntas – até que Mona faleceu repentinamente no ano passado, deixando a pobre Liza completamente desiludida.

Pouco tempo depois, Kolak foi morar com o namorado e seus dois cães da raça Jack Russel em dezembro e ela esperava que a companhia de novos amigos ajudasse a animar Liza. Infelizmente, os dois terriers não gostaram muito de Liza, pois ela era muito enérgica e divertida para eles, e assim Liza continuou sem ninguém para brincar.

Kolak discutiu com seu namorado a possibilidade de adotar uma outra companheira para Liza mas ele não acreditava que seriam capazes de cuidar de quatro cães.

Apesar das hesitações de seu namorado, Kolak começou a pesquisar diferentes abrigos de animais na área até encontrar um que tivesse alguns cães para adoção e que pareciam ser bons amigos para Liza. Então, ela levou sua cadela com ela para o abrigo e conversou com os voluntários sobre o tipo de cachorro que eles estavam procurando. Eles mostraram a ela alguns cachorros diferentes – e um deles era Murphy – um dos residentes mais longos do abrigo e estava lá há cinco meses.

Ele foi resgatado e durante seu tempo no abrigo foi adotado por três famílias diferentes que o devolveram todas as vezes. Murphy parecia tão derrotado que Kolak não acreditava que ele seria o cão ideal para Liza.

“Murphy estava triste, com aparência derrotada”, disse Kolak.

“Ele tinha uma grande cicatriz na cabeça. Ele não latiu nem correu para a gaiola. Ele apenas ficou sentado lá, pressionado contra o elo da corrente de seu minúsculo canil. Sentei no chão, coloquei a mão na cerca e falei com ele. Ele mordiscou meu dedo e mal bateu na sua cauda. Eu imediatamente pensei: ‘Não tem como esse cara ser um brincalhão mas fui atraída por seu rosto deplorável”.

Mesmo com suas dúvidas, Kolak pediu aos voluntários que levassem Murphy e alguns outros cachorros para o quintal, para que Liza pudesse conhecê-los e escolher seu novo amigo. Quase imediatamente ela escolheu Murphy.

“Liza e Murphy tiveram uma conexão instantânea”, disse ela.

“Ele rolou de barriga para cima com ela e depois a brincadeira começou. Eles correram e brincaram por quase uma hora e em momento nenhum demostraram agressividade um com o outro. Eu e ela sabíamos que ele era único”.

Algo em Liza transformou completamente Murphy, e era como se ele estivesse esperando por ela o tempo todo.

Mesmo que Murphy claramente já fosse da família, Kolak ainda precisava convencer seu namorado, Joel. Ele ainda era resistente quando ela lhe contou sobre Murphy – até que ela enviou um vídeo de Liza e Murphy brincando juntos, e ele percebeu que eles estavam destinados a ficar juntos.

“Eu disse aos voluntários do abrigo que precisaríamos discutir e eu os informaria”, disse Kolak.

“Ele e Liza choramingaram um pelo outro enquanto o levavam embora. Liguei para Joel quando saí e conversei com ele sobre isso e ele disse: ‘Você não pode simplesmente deixá-lo! Volte!’ Então eu o fiz!”

O casal decidiu se inscrever no programa “Take a chance on Me” do abrigo, que consiste em um período de três dias para ver se um cão vai se adaptar à casa e à família. Kolak e Liza voltaram para buscar Murphy e, enquanto o trio voltava para casa, ninguém podia imaginar que não iria funcionar. Ficou muito claro que Murphy havia encontrado sua família para sempre.

“Murphy imediatamente pulou no banco de trás do meu carro e olhou pela janela com a cauda balançando e se inclinou para lambeu meu rosto”, disse Kolak.

“Liza se aconchegou nele como se estivesse assegurando-lhe que ele ia ficar bem e que ele seria amado, e eu juro, ela tinha um sorriso no rosto enquanto voltava para casa!”

Foto: Debi Kolak

Murphy não está com sua nova família há muito tempo, mas eles já não conseguem imaginar a vida sem ele. Seu humano favorito é Joel, e ele o segue em todos os lugares que ele vai. À noite, ele dorme debaixo das cobertas com a filha de Kolak e Liza, e toda a família adora vê-lo tão contente.

“Em apenas alguns dias o tendo em casa, não consigo entender como ninguém deu a esse cão uma chance, ele é incrível”, disse ela.

Murphy ainda parece um pouco confuso às vezes, como se estivesse preocupado que ele acabasse sendo devolvido ao abrigo novamente. Kolak espera que, com o passar do tempo, o medo e a confusão desapareçam. Afinal, agora que Liza encontrou sua melhor amiga e sua alma gêmea, não existe possibilidade dela o devolver.

“Liguei para o abrigo e disse a eles que queria finalizar sua adoção e todos choraram e aplaudiram”, disse Kolak.

Foto: Debi Kolak

“Eu o adoteisem custo devido a ele estar lá por tanto tempo e eles estão nos dando aulas de treinamento de  transição gratuitas para ajudá-lo a aprender a confiar e a fazer parte de uma família. Estou animada para ver como ele reagir e finalmente perceber que ele está em casa para sempre”. As informações são do The Dodo.

Cadela dá a luz após dois dias de seu resgate e surpreende a todos

Foto: Kristy Anderson

Quando uma pastora alemã foi encontrada perdida e com fome na Geórgia, era urgente que ela encontrasse um lugar seguro para se abrigar.

A vida nas ruas é muito difícil e para uma fêmea prestes a ter seus filhotes é ainda mais. “Reba” grávida e a poucos dias de dar à luz uma linda ninhada.

Felizmente, o Heidi’s Legacy Dog Rescue, com sede em Valrico, na Flórida, encontrou Reba bem a tempo e a levo para um lar temporário em Clearwater.

“Ela foi pega correndo como um cão morador de rua na Geórgia”, disse Kristy Anderson, uma aluna do Heidi’s Legacy.

“Isso foi na mesma época em que resgatamos alguns pastores de certos criadores. É possível que ela seja ser uma ‘fugitiva’. Não temos certeza”.

Anderson, que decidiu criar Reba, mesmo sem saber quantos cães teria em sua casa dentro de alguns dias.

“Ela estava grávida e eu a peguei apenas dois dias antes de dar à luz”.

Seis filhotes saudáveis nasceram, mas um deles era um pouco diferente dos outros – seu pelo era verde.

Foto: Kristy Anderson

“Nós a batizamos de “Clover” pois achamos que se adequava a ela”, disse Anderson.

O fenômeno do filhote verde é bastante incomum, mas não é inédito. Acredita-se que a coloração esverdeada seja causada pela mistura da bile com o líquido amniótico no útero da mãe.

Anderson entendeu o filhote verde como um sinal de boa sorte e “um presente de dia de São Patrício antecidado!”.

Foto: Kristy Anderson

A cor especial da “filhotinha da sorte” desbotou depois cinco dias e Clover se parece muito mais com seus irmãos.

Os filhotes completaram três semanas e estão completamente saudáveis e Reba está sendo uma mamãe exemplar.

Em breve, Reba e seus filhotes estarão prontos para encontrar lares amorosos e definitivos. As informações são do The Dodo.