Homem atira cachorro de penhasco em direção ao mar

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

As imagens chocantes que se tornaram virais nas redes sociais mostram um homem atirando covardemente um cachorro de um penhasco em Falmouth, na Cornualha (Inglaterra) em direção ao mar enquanto outra pessoa filma a cena cruel.

O animal indefeso, que pode ser visto usando coleira e guia, se debate afoitamente nos braços do agressor e logo após sua queda nas águas é registrada em toda a sua extensão até que o cão atinge o mar e nada desesperado em direção à praia.

A polícia da região está tentando localizar as pessoas envolvidas na filmagem, as imagens provocaram indignação depois de terem sido postadas nas redes sociais.

Os responsáveis pela investigação estão em uma verdadeira caçada ao responsável por jogar o cão da imensa altura até o mar enquanto seu amigo ria e filmava o ato cruel e covarde em seu celular.

Imagens do incidente chocante foram publicadas on-line e amplamente compartilhadas antes de serem excluídas.

A pessoa que filma o vídeo pode ser ouvida rindo no penhasco que fica bem acima de uma praia, que se acredita ser próximo a Falmouth, onde algumas falésias se elevam a mais de 100 pés de altura.

“Este assunto está sendo investigado, mas por favor, entenda que precisamos fazer isso efetivamente, sem intrusão ou comentários inapropriados”.

O cachorro é visto nadando desesperadamente para chegar até à costa em terra firme.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

De acordo com o Cornwall Live, a polícia local disse: “Estamos investigando um relatório contendo uma denúncia de infração às leis de bem-estar relacionada a um cão vítima de maus-tratos em Falmouth na tarde de quarta-feira, 1º de maio”.

“As informações se referem ao vídeo de um cachorro que jogado no mar. O cão foi verificado e não está ferido”.

“A investigação está em andamento e as buscas continuam. Pedimos que as pessoas, incluindo os usuários das mídias sociais, não especulem em torno das circunstâncias desse incidente ou do indivíduo envolvido”.

No Brasil

Um caso semelhante de violência contra cachorros aconteceu no estado do Rio de Janeiro, no município de Barra Mansa, em março último, onde um cão teria sido jogado do segundo andar de um dos prédios de uma universidade mas felizmente também sobreviveu.

O Centro Universitário de Barra Mansa (UBM), instituição de ensino do município de Barra Mansa, no Rio de Janeiro, promoveu uma entrevista coletiva na quarta-feira (20) para dar explicações sobre o caso do cachorro que teria sido jogado por um funcionário do segundo andar de um dos prédios da universidade. O UBM nega os maus-tratos e afirma que o animal está vivo e passa bem.

O suposto caso de maus-tratos chegou a ser notificado por veículos de comunicação, que afirmaram que o cachorro havia morrido após ser arremessado do prédio. Foi noticiado ainda que o animal teria sido encaminhado para a Clínica de Pequenos Animais do UBM, onde teria sido atendido, o que a universidade também nega. As informações são do jornal A Voz da Cidade.

O que se sabe até o momento, segundo o centro universitário, é que pessoas ouviram um cachorro chorar e depois o viram correr para fora da universidade. As testemunhas teriam afirmado que viram funcionários do UBM enxotando o animal. As câmeras de vídeo monitoramento do local, que poderiam auxiliar na apuração dos fatos, não estariam funcionando há algum tempo.

O UBM investiga o caso para tomar as medidas cabíveis. Para isso, foi criada uma Comissão Interna que conta com integrantes da comunidade acadêmica, administrativa, estudantes e representantes de instituições da sociedade civil.

A direção do centro universitário declarou ser contra qualquer tipo de maus-tratos a animais e repudiou o ato. Disse ainda que a presença de cachorros na universidade é comum e que, inclusive, eles são alimentados por funcionários.

Câmeras flagram cão sendo jogado sobre muro de quase dois metros de altura em abrigo

Foto: Dave Rudge News

Foto: Dave Rudge News

Imagens perturbadoras mostram o momento em que dois homens jogam um cachorro assustado por cima de uma parede de quase dois metros de altura, antes de entrar em um carro apressadamente e fugir.

Uma câmera de segurança instalada no abrigo de animais flagrou os dois homens arrastando o que parece ser um cão ainda jovem da raça boxer, até póximo as grades de metal do lado de fora do Seguin Animal Services no Texas, EUA.

O cachorro pode ser visto no vídeo resistindo e com medo de pular sozinho, antes que seus tutores o empurrem para o outro lado e o abandonem no meio da noite.

Uma caçada aos criminosos está em andamento para encontrar os homens mmostrados nas imagens, ambos são vistos fugindo da cena em um SUV de cor clara indo para o norte por volta das 11 da noite de 25 de abril.

Acredita-se que o proprietário possa ter jogado o cão na tentativa de evitar o pagamento de uma taxa de administração compulsória por deixar o animal no abrigo durante o horário de funcionamento.

O vídeo compartilhado milhares de vezes nas mídias sociais mostra que os dois homens ciente da irresponsabilidade que estavam prestes a cometer, inicialmente verificam a área do lado de fora do abrigo em busca de testemunhas.

Um fica ao lado do carro mantendo vigia, enquanto o outro inspeciona a parte de trás do prédio. Vendo que não vinha ninguém, eles abrem o porta-malas do veículo e um dos homens – retratado no vídeo usando um chapéu – agarra o cachorro e o leva até o muro.

Enquanto o cachorro resiste, o segundo homem se aproxima para ajudar a empurrá-lo sobre o topo das grades. O pobre animal é visto então tentando desesperadamente manter o equilíbrio enquanto os homens o empurram repetidamente, antes que ele tombe no chão do outro lado do muro, parecendo cair primeiro de cabeça.

Felilzmente o animal pode ser visto imediatamente de pé sobre suas patas novamente e correndo em direção à cerca, mas o cão agora se encontra preso, enquanto os homens rapidamente se afastam.

Os espectadores que assistiram ao vídeo nas mídias sociais ficaram horrorizados com a filmagem e disseram que foi muita sorte o cão não ter sido ferido pela queda violenta.

Um deles escreveu: “Sinto muito, mas se você vai ser covarde a ponto de abrir mão de seu companheiro canino, o mínimo a fazer é esperar até que o abrigo esteja aberto”.

“Não se trata apenas de dinheiro, é sobre o processo de tratar animais com dignidade”.

“Esse pobre filhote parecia assustado e magoado por ter sido empurrado por cima do muro. Que cena triste e repugnante.”

Outro disse: “Se eles realmente tivessem alguma consideração pelo cão, teriam esperado que o abrigo abrisse no dia seguinte ou, no mínimo, teriam tido mais cuidado com o animal. São monstros”.

“Esse cachorro poderia ter quebrado o quadril, a perna ou o pescoço”, concluiu outro.

Algumas pessoas disseram que pelo menos o cão logo teria novos donos amorosos que cuidariam melhor dele do que os dois irresponsáveis que o maltrataram.

O Departamento de Polícia de Seguin emitiu um comunicado pedindo que quem tivesse informações sobre esses homens, entrasse em contato com a delegacia do distrito imediatamente.

Os infratores estão sendo procurando e responderão à acusações de maus-traos e crueldade contra animais.

Animais não são produtos para serem descartados dessa forma irresponsável e cruel. Ao trazer um companheiro para casa estamos assumindo responsabilidade com seu bem-estar e futuro, trata-se de um vida, um ser inteligente e sensível que merece todo o respeito e amor a que tem direito.

Elefante que passava fome se revolta e mata tratador

Foto: Fineart America

Imagem ilustrativa | Foto: Fineart America

Afastados de seu habitat natural e de sua família, explorados na indústria do turismo, carregando turistas e fazendo truques antinaturais, obrigados a carregar adereços nas celebrações religiosas do país e cargas pesadas no transporte cotidiano, os elefantes suportam todos os tipos de agressões e violências submetidos à surras, correntes e espancamentos com ganchos e paus.

Mas ao ser privado da alimentação, o mínimo necessário para sua sobrevivência, este elefante que vive em Kerala, na Índia, se revolta e perde o controle. Para assistir ao vídeo clique aqui (cenas fortes).

O elefante conhecido como Rajasekharan, havia participado recentemente de uma procissão para um festival anual que acontece no templo de Chirayil Devi, no sudoeste da Índia, antes dos ataques.

Segundo a polícia o incidente aconteceu por volta das 4 da tarde de sexta-feira. O proprietário de Rajasekharan, Shaji, chegou ao local e começou a alimentá-lo. Foi quando Baiju o tratador responsável chegou perto do elefante. Assim que ele estava ao seu alcance, o animal usou suas presas e o pegou pela tromba, sacudiu-o violentamente e o jogando-o no chão segundo informações do The Indian Times.

Imagem ilustrativa | Foto: Wild Animal Awareness

Imagem ilustrativa | Foto: Wild Animal Awareness

Segundo relatos o elefante estava faminto e matou o manipulador jogando-o como uma boneca de pano poucas horas depois de outro ataque que deixou o chefe da vítima no hospital, nesse último testemunhas alegam que o elefante estava ao lado do templo que receberia a procissão e se assustou com o barulho de uma motocicleta.

Sensíveis e selvagens, elefantes não estão acostumados aos ruídos urbanos e muito menos a carregar adereços em procissões religiosas cercados de multidões barulhentas.

Membros da equipe responsável pelos animais disseram à ONG Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (SPCA) que o mahout bebia muito, dormia e esquecia de alimentar o elefante frequentemente.

Imagem ilustrativa | Foto: twoeggz

Imagem ilustrativa | Foto: twoeggz

Reportagens da mídia local afirmam que o animal de 40 anos já havia mostrado sinais de agressividade durante o dia.

Inicialmente, o chefe dos funcionários de 50 anos, Satheeshan, foi hospitalizado antes que seu empregado de 45 anos, Bajiu, fosse morto.

Imagens da cena mostram o elefante faminto e explorado jogando o tratador no ar como uma boneca de pano com seu tronco e presas.

Imagem ilustrativa | Foto: World Animal Protection

Imagem ilustrativa | Foto: World Animal Protection

Não está claro o que vai acontecer com o elefante após a morte do manipulador.

Faminto e maltratado

Especialistas da ONG SPCA chegaram ao local do ocorrido para tranquilizar o animal após o ataque.

O porta-voz da SPCA, Dr. B. Aravind, disse à imprensa local: “Nós suspeitamos que os ataques foram uma manifestação de sua raiva de ser submetido à fome.”

Elefante luta contra suas correntes antes de desmaiar e morrer em parque nacional indiano

Foto: NewsLions

Foto: NewsLions

Explorados até as últimas consequências os elefantes são utilizados na indústria do turismo e também no dia a dia dos indianos, para transportar cargas e em celebrações religiosas.

Livres e altamente sociais por natureza, esses animais inteligentes e belos são submetidos a vontade humana sem o mínimo respeito por sua individualidade, mortos por caçadores por seu marfim ou por troféus, outras vezes obrigados a carregar turistas em suas costas ou serem vestidos de adereços e fantasias e terem seus corpos pintados para enfeitar eventos.

Desrespeitados, agredidos e cruelmente acorrentados esses animais tem mortes tristes e solitárias, a maioria das vezes antes da previsão natural de vida de um elefante em estado selvagem, presos eles morrem afastados dos seus iguais e de seu habitat

Esse é o caso de Drona, um elefante indiano de 37 anos que teve sua morte documentada em um vídeo triste e chocante.

Após a morte do elefante os mahouts (tratadores e manipuladores de elefantes) na Índia acusaram as autoridades de negligência quando as imagens de vídeo surgiram e se propagaram pelas mídias sociais, mostrando o animal explorado para trabalho desmaiando e em seguida morrendo.

Esses manipuladores (fruto da cultura local de exploração aos animais), disseram à mídia local que já haviam notado que o elefante, identificado em relatórios pelo nome de Drona, não estava bem, mas seus pedidos por um veterinário ficaram sem resposta.

O vídeo comovente foi filmado na última sexta feira, 26 de abril, no Nagarahole National Park, no estado de Karanatka (Índia), no sudoeste do país.

Foto: NewsLions

Foto: NewsLions

Homens são vistos jogando baldes de água no imenso elefante, numa tentativa desesperada de ajudá-lo, que se agita em suas correntes, trêmulo e já quase sem equilíbrio ou forças para se manter de pé.

Sua perna esta presa por uma corrente que ele tenta em vão se librar com a tromba.

O elefante então desmorona sob seu peso de quatro toneladas e cai sob seu lado esquerdo.

Oficiais do campo de elefantes disseram que Drona morreu quando foi beber água em um tanque, e de repente desmoronou.

Ele teria mostrado sintomas de alguma doença desde a manhã de sexta-feira.

O primeiro mahout a ver Drona morto disse que suspeitava que um ataque cardíaco fosse a causa, porém não há dados oficiais ou médicos divulgados.

Foto: NewsLions

Foto: NewsLions

Esta prevista a realização de uma autópsia por veterinários para determinar a causa da morte do elefante.

Drona ganhou fama em 2017 e 2018 quando carregou o howdah dourado, ou platfrom, em procissões para marcar o festival religioso hindu de Dasara na cidade de Mysuru.

A cavalgada anual de 15 elefantes coloridos trazidos da floresta de Nagarahole é o destaque da procissão religiosa de cinco quilômetros.

Onde os animais são obrigados a carregar humanos e adereços religiosos por todo o percurso

A morte é uma cena triste de ser presenciada em qualquer espécie, o momento em que a vida deixa um corpo é marcante e cruel, porém real.

Drona encerra sua jornada de exploração e crueldade e finalmente esta livre de seus captores.

Infelizmente da pior maneira possível.

Mortes de elefante na Índia

Acidentes de trem, caça ou envenenamento são algumas das causas, mas a eletrocussão, sozinha, causou mais de 60% das mortes, segundo dados obtidos sob a Lei de Direito à Informação (RTI).

A ANDA já noticiou sobre os perigos das cercas elétricas e cabos de força para os elefantes. Usadas como bloqueio, as cercas impedem a entrada de animais e humanos indesejados em propriedades e protege o gado e a vida selvagem que ali habitam, as também tem um efeito colateral letal: ela mata elefantes e dezenas de outras espécies.

Desde 2009 até 31 de dezembro de 2018, 565 elefantes morreram devido à eletrocussão, de acordo com os dados da Divisão de Projetos do Ministério do Meio Ambiente e Florestas.

Outros 151 elefantes morreram em acidentes com trens, enquanto 150 foram caçados e mortos, afirmou o ministério. O envenenamento foi a causa da morte de 62 elefantes.

“O gasto orçamentário total para o ano fiscal de 2018/2019, sob o censo ‘Projeto Elefante’, para proteger os elefantes, seu habitat e corredores e para abordar questões de conflitos e bem-estar dos elefantes cativos é de 30 crore”, disse Ranjan Tomar, advogado de Noida (New Okhla, uma cidade satélite de Delhi). As informações são do New Indian Express.

No entanto, o número de mortes de elefantes devido à caça (150) difere do divulgado pelo Departamento de Controle de Crimes contra a Vida Selvagem (WCCB).

O WCCB declarou em janeiro que 429 elefantes foram caçados e mortos desde 2008 no país.

Tomar, também ativista da vida selvagem e dos direitos humanos, disse que a diferença provavelmente se deve ao fato de que os números do Projeto Elefante são limitados a reservas, enquanto os dados do WCCB são para todo o país.

Espectador morre ao participar de festival de touros na Espanha

As imagens flagram o momento em que um homem de 74 anos foi ferido mortalmente em um festival de touros na Espanha.

Explorados, intimidados e amedrontados os touros são provocados, ofendidos e muitas vezes machucados por uma platéia que se diverte covardemente às custas de seu sofrimento. Com bolas amarradas aos seus chifres (para evitar que os espectadores se machuquem) os animais correm pelas ruas em desespero.

Os que assistem a esse espetáculo de crueldade e se divertem com a dor de outro ser em agonia estão se expondo à riscos óbvios, visto que os touros são animais livres e selvagens, que podem acabar em tragédia.

O aposentado que foi ferido e morto estava participando do cruel e “tradicional” evento Toro Embolao em Vejer, em Cádiz (Espanha), quando o animal que corria em uma carreira desabalado pelas ruas, apavorado e ferido, com cerca de 400 kg de peso, o atacou.

O homem, apontado como como morador local, Juan José Varo, tentou fugir do animal escalando uma parede próxima, mas acabou caindo bem no caminho do touro.

Apesar das tentativas desesperadas de atrair o animal para outra direção, o touro atormentado voltou e atacou o aposentado duas vezes mais o que causou feridas fatais.

Foram mais alguns minutos até que o socorro médico pudesse chegar ao homem ferido enquanto demais espectadores tentavam afastar o touro desorientado da cena.

Os espectadores conseguiram puxar o homem ferido para trás de uma barreira e tirá-lo do caminho do touro, mas ele teve um pulmão perfurado e várias costelas e vértebras quebradas.

O homem foi levado para o hospital e internado na unidade de terapia intensiva, mas não se recuperou de seus múltiplos ferimentos.

Um porta-voz do conselho local disse que foi um acidente infeliz, já que o homem “assistia normalmente ao touro correr por trás das barreiras”.

Os touros explorados no festival têm “almofadas arredondadas” presas à ponta de seus chifres em uma tentativa de proteger os espectadores caso eles sejam atacados.

Foto: Vejerdelafrontera.com

Foto: Vejerdelafrontera.com

No entanto, o evento ainda está repleto de perigos tanto para touros como para humanos devido ao enorme tamanho e peso dos animais, sem falar que são selvagens e são provocados e cutucados pelos espectadores do hediondo espetáculo vendido como atração turística.

Paramédicos no local também tiveram que tratar uma mulher que desmaiou na cena do incidente e outro homem que foi ferido pelo mesmo touro. Ele levou sete pontos.

O festival é celebrado na cidade que fica no topo de uma colina desde 1976 e envolve a passagem e corrida de dois touros pelas ruas da cidade.

Foto: Vejerdelafrontera.com

Foto: Vejerdelafrontera.com

Infelizmente ele é assistido por milhares de pessoas e é considerado uma grande atração turística para Vejer, que alimenta a indústria da exploração animal.

Os festivais de corrida de touros são uma triste e vergonhosa parte da cultura popular espanhola, mas ativistas pelos direitos animais não se cansam de alertar que estes eventos são cruéis e lutam incansavelmente pela sua proibição.

Quase 50 mil animais foram mortos pelo governo britânico em 7 anos de pesquisa militar

Animais são explorados e mortos covardemente em experimentos militares | Foto: Pixabay/ Annette Meyer

Animais são explorados e mortos covardemente em experimentos militares | Foto: Pixabay/ Annette Meyer

De acordo com informações do jornal Daily Mirror, os experimentos, que fazem parte do programa de pesquisa do Ministério da Defesa, envolviam injetar armas biológicas em macacos, atirar e explodir porcos e forçar outros animais a respirarem gases que afetam o sistema nervoso.

Esses experimentos levaram 48.400 animais à morte no Laboratório Militar de Ciência e Tecnologia de Defesa, em Wiltshire (Inglaterra), entre 2010 e 2017.

Em um teste, os macacos foram injetados com antraz, enquanto os pesquisadores monitoraram o nível de dor dos animais e a quantidade de tempo que eles levavam para morrer, segundo o relatório.

Em outro experimento, os animais explorados como cobaias tiveram o agente nervoso VX aplicado às suas costas, a fim de determinar como outro químico, bionecrófago, mudaria os efeitos da droga.

Os animais que sobreviveram ao teste foram mortos de qualquer maneira e dissecados, afirma o relatório.

Alguns animais eram forçados a respirar gás de mostarda, um carcinógeno que queima os pulmões, causando inchaço e formação de bolhas ao fechar as vias aéreas.

Para testar a eficácia da armaduras corporais, os porcos eram envolvidos em armaduras-teste antes que os explosivos fossem ativados.

Após as explosões, os cientistas avaliariam os porcos para ver quais partes do corpo estavam protegidas e quais estavam danificadas.

Animais são privados e sua liberdade e forçados a ingerir componentes químicos nocivos | Foto: White Coat Waste Project

Animais são privados de sua liberdade e forçados a ingerir componentes químicos nocivos | Foto: White Coat Waste Project

Na Dinamarca, o exército britânico também utilizou experimentos com “tecidos vivos”, em que porcos são baleados em diferentes partes do corpo com rifles, acompanhados por médicos do Exército que lutam para manter os animais vivos.

Questionado sobre esses testes pelo Daily Mirror, o Ministério da Defesa disse: “O DSTL é responsável por desenvolver e criar tecnologia indispensável para proteger o Reino Unido e suas forças armadas”.

“Isso não poderia, atualmente, ser alcançado sem o uso de animais em pesquisa. O DSTL está comprometido em reduzir o número de experimentos com animais”

No entanto, as organizações de direitos animais discordam e chamam esses tipos de testes desnecessários e absolutamente cruéis

“Os animais sofrem e morrem em tantos tipos diferentes de experiências, mas há algo especialmente obscuro e perturbador nas experiências de guerra”, disse a gerente da Campanha Anti-viviseccção de Animais, Jessamy Korotoga.

“Expor deliberadamente animais vivos a compostos químicos nocivos, explosões simuladas e patógenos biológicos que são conhecidos, e de fato desenvolvidos para causar sofrimento extremo e morte, é moralmente inconcebível”.

“Uma sociedade civilizada, no século 21, não deve se envolver em práticas tão macabras e terríveis”, concluiu a ativista.

Cachorro se recusa a sair do lado de seu companheiro morto por atropelamento

Foto: Pear Video/Reprodução

Foto: Pear Video/Reprodução

Um cão tomado por luto e fidelidade se recusou a deixar seu companheiro morto depois dele ter ser sido atropelado por um carro no sudoeste da China.

O momento pungente foi capturado na terça-feira última (23) no condado de Daying, na província de Sichuan. As imagens mostram o corpo sem vida de um cão com pelagem de cor creme caído em um canteiro ao lado de uma estrada movimentada, com cão negro ao seu lado guardando-o.

Testemunhas disseram que o cachorro latia ferozmente e afastava qualquer um que chegasse perto ou tentasse se aproximar demais de seu amigo.



Não foi esclarecido se os cães estavam situação de rua.

“Eu estava passando pela junção das avenidas quando vi os dois cachorros ali”, disse uma mulher ao site de notícias e vídeos, Pear.

“O cachorro branco foi atropelado por um carro e o outro cão preto não saiu do seu lado desde então”, disse ela.

Foto: Pear Video/Reprodução

Foto: Pear Video/Reprodução

As imagens mostram o cachorro parecendo estar em alerta máximo e erguendo as orelhas sempre que um carro passava zunindo.

Também foi ouvido latindo alto para o cameraman quando ele se aproximou para dar um close mais próximo.

“Sempre que nos aproximamos, o cachorro preto ameaça nos morder”, disse a mulher.

“Pobre cãozinho. Eu me perguntei se alguém neste bairro teria perdido seus cães – acrescentou ela. “Ou talvez alguém possa vir e adotar o cachorro preto”

Os usuários da rede, muitos deles amantes dos animais, demonstraram tristeza com o incidente”

Foto: Pear Video/Reprodução

Foto: Pear Video/Reprodução

“Muitas vezes os animais mostram mais devoção e compromisso do que os humanos”, disse um usuário do site chinês de microblogs, Weibo.

“Isso realmente é amizade verdadeira”, disse outro usuário.

“Que atitude tocante”, dizia um comentário. “Espero que alguém possa adotá-lo e mantê-lo seguro”.

Animais são seres sencientes, capazes de amar, sentir, sofrer e compreender o mundo ao seu redor. Atitudes de fidelidade, respeito e amizade desse cão ilustram de forma inquestionável a capacidades desses seres especiais de oferecer amor incondicional e o quanto são injustiçados, feridos e maltratados pela humanidade aos seu redor.

No Brasil

Ano passado, em junho, tivemos um casos semelhantes no Brasil, um deles ocorrido no Paraná.

O momento de demonstração de lealdade e companheirismo foi registrado pelo policial militar Danilo Strugala, que encontrou os cães quando seguia para o trabalho.

“Estava indo para o serviço e encontrei os dois ali, um do lado do outro. Uma hora depois retornei e estavam no mesmo lugar. Tirei foto e postei no Facebook”, contou Strugala.

Foto: Colaboração / Marco Charneski

Foto: Colaboração / Marco Charneski

De acordo com o policial, após publicar a imagem, uma colega dele o avisou que o cachorro velava o corpo do amigo desde as 20 horas do dia anterior. As informações são do portal Tribuna PR.

Ao passar novamente pelo local, Strugala decidiu parar o carro para puxar o corpo do animal sem vida até o acostamento. A decisão se deu pela preocupação com a segurança do cachorro vivo, que de imediato seguiu o policial e se aproximou novamente do amigo morto.

Foto: Colaboração / Danilo Strugala

Foto: Colaboração / Danilo Strugala

Segundo a Polícia Militar, a concessionária que administra o trecho foi acionada e apenas as 12h30 o cachorro que morreu foi retirado do local, o que significa que o amigo fiel ficou ao lado dele por longas 16 horas.

Em relação ao cão que velou o corpo do companheiro, a última informação é de que ele não foi resgatado e, portanto, permaneceu na rodovia.

Urso polar arrisca a vida em penhasco para encontrar seu filhote perdido

Foto: Paul Goldstein

Foto: Paul Goldstein

A busca dramática de um urso polar fêmea por seu filhote sobre enormes calotas de gelo foi capturada em uma impressionante e rara série de fotos.

A enorme ursa foi vista descendo desajeitadamente um perigoso despenhadeiro de gelo para procurar pela filha, mas após ter subido de volta sem nenhum sucesso, ela ouve os gritos da ursinha e volta imediatamente descendo toda a extensão de novo.

O drama familiar se desenrolou em frente às lentes de um fotógrafo da vida selvagem nas calotas polares do Canadá.

Na imensa área gelada da Ilha de Baffin, no Círculo Polar Ártico, semana passada, uma mãe ursa polar preocupada perdeu de vista sua filha de apenas um ano de idade.

Embora ela pudesse ouvir os gritos da jovem, ela não conseguia localizá-la pois a ursinha estava fora de sua vista, bem na base de uma enorme parede de gelo.

Foto: Paul Goldstein

Foto: Paul Goldstein

O fotógrafo Paul Goldstein, por acaso, capturou a o desenrolar da ação quando notou que a filhote não conseguia subir a borda íngreme, enquanto a mãe estava no alto aflita.

Quando ela ouviu os chamado de seu filhote, a mãe decide, sem cerimônia, descer pelo gelo íngreme.

Depois de não encontrar sua filha, ela subiu novamente, apenas para repetir mais uma vez o desajeitado salto da calota de gelo para encontrá-la na neve logo abaixo do penhasco.

Foto: Paul Goldstein

Foto: Paul Goldstein

Visivelmente feliz por ter encontrado a filha em segurança, a dupla se desviou e seguiu pela a paisagem de neve.

“Finalmente, o filhote perdido localizou sua mãe e, após uma curta reunião de reencontro, eles investigaram os limites superiores do penhasco gelado”, disse o fotógrafo Paul Goldstein.

Foto: Paul Goldstein

Foto: Paul Goldstein

Meu coração estava na boca quando as duas se aproximaram do precipício, mas elas rapidamente se viraram e encontraram um caminho mais suave antes de partir.

“Nos trinta anos que passei acompanhando a vida selvagem, isso estava acontecendo bem lá em cima e confesso que valeu a queimadura de sol, o congelamento da geada e as doenças gerais associadas à exposição ao congelamento profundo.”

Paul Goldstein lidera tours fotográficos especiais pela vida selvagem em todo o mundo para viagens guiadas.

A ilha de Baffin, no Canadá, certamente não é um lugar para se perder. A paisagem do Ártico, batizada em homenagem ao explorador inglês William Baffin, tem cerca de 507.451 km2 de tamanho, com apenas 13 mil habitantes.

Foto: Paul Goldstein

Foto: Paul Goldstein

Ameaçados de extinção

De acordo com a União Internacional pela Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), 30% da população de ursos polares pode desaparecer em um período de 35 anos. A espécie integra a Lista Vermelha da IUCN, na qual está classificada como “em situação de vulnerabilidade”.

A instituição alerta que a mudança climática não só aumenta o risco de extinção de determinadas espécies, como os ursos polares, mas também contribui para o crescimento da possibilidade de conflitos entre a vida selvagem e seres humanos. Isso porque a mudança climática destrói o habitat dos animais, que, sem abrigo e alimento, buscam novos recursos para que possam sobreviver. Com isso, eles se aproximam dos locais onde vivem humanos.

O verão é o período mais importante para a alimentação do urso polar, que neste período se alimenta de grandes quantidades de gordura com o intuito de gerar uma reserva necessária para os meses mais frios do ano. No entanto, o derretimento de geleiras ocasionado pelo aquecimento global tem reduzido as áreas de caça desses animais, dificultando a alimentação. Caso o derretimento prossiga no ritmo atual, sem que seja freado, em 2040 poderá não haver mais gelo marinho no verão para os ursos.

Conflitos com humanos

Em 2006, a primeira “patrulha de proteção ao urso polar” foi enviada à Chukotka, na Rússia, para afastar ursos de locais onde vivem humanos, mas sem feri-los ou matá-los. A intenção era evitar conflitos entre os animais e os humanos. Atualmente, a WWF continua apoiando equipes que fazem trabalhos semelhantes no Alasca, no Canadá, na Groenlândia e na Rússia.

“A solução pode ser colocar em segurança os recursos de fácil acesso, como os resíduos orgânicos que atraem os ursos, e o desenvolvimento de técnicas de dissuasão em casos específicos de ursos que frequentam assiduamente os lugares habitados”, explicou Isabella Pratesi, diretora de Conservação da WWF Itália.

Na Groenlândia, a equipe tem tentado tornar as aldeias habitadas por humanos menos atraentes para os ursos. No aterro de Ittoqqortoormiit foram ativados sensores infravermelhos e térmicos que detectam a presença de diversas espécies, sendo capaz de distinguir cães de ursos, e encaminha mensagens de alerta para o celular de um dos membros da patrulha.

Atualmente, a população de ursos polares é estimada entre 22 mil e 31 mil animais, sendo que 60% deles vivem no Canadá.

Produtor de foie gras usa óleo de motor para lubrificar os tubos enfiados na garganta dos gansos

Foto: Unsplash/Krzysztof Kowalik

Foto: Unsplash/Krzysztof Kowalik

O foie gras é um alimento produzido às custas de muito sofrimento e dor de gansos e patos indefesos, mas considerado uma “iguaria de luxo”. Produzido do fígado de aves que são engordadas por meio de uma alimentação forçada onde grãos de milho são enfiados pela goela abaixo dos animais indefesos por meio de um tubo, um processo cruel conhecido como “gavagem”.

De acordo com uma investigação secreta do grupo de bem-estar animal Open Cages, uma fazenda na Ucrânia, a MHP Farm, que é uma das principais produtoras de foie gras, tem usado óleo de motor para lubrificar esses tubos de alimentação antes de empurrar violentamente a comida pelas gargantas de gansos e patos.

Os gansos também foram vistos sendo violentamente jogados em gaiolas, o que os feria. Algumas aves machucadas e mortas também foram deixadas sofrendo e apodrecendo em pilhas, em vez de receberem cuidados médicos.

O investigador disfarçado disse ao Independent que os gansos estavam claramente em sofrimento após serem alimentados à força e jogados de lado, com alguns deles vomitando e ofegantes ao extremo.

Foto: Change.org

Foto: Change.org

“O que eu vi não pode ser comparado com o que eu originalmente esperava ver. Eu trabalhei lá por cerca de um mês para não causar suspeita saindo logo depois do primeiro dia, mas foi muito difícil para mim ”, disse ele.

“Eles trazem aves para reprodução em um caminhão. Em cada seção deve haver 12 aves, mas na verdade existem cerca de 40, portanto eles já estão em um estresse terrível e são agressivos um com o outro ”.

“Eu vi muitos casos em que as aves tentavam sair da gaiola, mas se feriam nos pinos do equipamento e imediatamente morriam diretamente sobre as demais ou sangravam até morrer”.

A MHP, maior produtora de aves da Ucrânia, mantém cerca de 20 mil aves em sua unidade industrial de foie gras. Ela conseguiu vender 50 mil toneladas de foie gras no ano passado, que foram em sua maioria produtos exportados.

“As práticas documentadas aqui foram vistas repetidas vezes em fazendas de foie gras, o que significa que qualquer foie gras vendido em lojas no Reino Unido veio de fazendas com níveis semelhantes de crueldade contra animais”, disse o Representante da Open Cages no Reino Unido, Connor Jackson.

Foto: Unsplash/Krzysztof Kowalik

Foto: Unsplash/Krzysztof Kowalik

“Ao permitir a venda de foie gras em nossas lojas e restaurantes, estamos colocando dinheiro nos bolsos dessa indústria vergonhosa”.

“Enquanto o foie gras importado permanece no cardápio, os gritos desses animais sofridos e macerados nos assombrarão nos próximos anos”.

Em resposta, um porta-voz do MHP disse em uma declaração: “Nós levamos nossas responsabilidades em relação aos animais que criamos muito a sério”.

“A política da MHP sobre o tratamento humano dos animais foi criada de acordo com as melhores práticas globais e abrange o processo desde a produção até o embarque, com um ciclo integrado de revisão e melhoria contínuas”.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

“Como exportador certificado para a UE, nossas instalações são regularmente auditadas pelas autoridades competentes.”

“Se nossos altos padrões de qualidade não forem cumpridos, tomaremos medidas imediatas para corrigir isso. Não vamos comprometer o bem-estar animal ”, concluiu o porta-voz.

Ursos fantasiados são forçados a dançar e pular corda em circo norte-coreano

Foto: Mark Woodman

Foto: Mark Woodman

Imagens perturbadoras mostram ursos covardemente explorados, obrigados a dançar e fazer truques antinaturais, como pular corda e saltar sobre obstáculos, em um circo norte-coreano.

O australiano Mark Woodman, de 42 anos, foi levado ao circo em Pyongyang, na Coreia do Norte, como parte de uma excursão de cinco dias pelo país.

Enquanto ele assistia ao “show”, os ursos eram cruelmente ordenados a saltar sobre seus treinadores, dançar, dar piruetas, e pular corda antes de se curvar agradecendo a platéia pelos aplausos. Woodman disse que ninguém se atreveu a reclamar ou sair durante o show.

“Foi apresentada uma série de performances clássicas de circo, realizadas por artistas excepcionalmente talentosos e bem treinados – trapezistas, malabares e equilibristas – intercalados com atos cômicos”, disse ele.

“Os ursos dançarinos eram a única apresentação com animais. Eu fiquei inicialmente chocado e paralisado, o que me fez filmar essa performance em particular. Era diferente de tudo que eu tinha visto, absolutamente assustador”.

Woodman conta que embora eu tenha ouvido dizer que os ursos ainda eram usados em apresentações na Ásia Central e na Rússia, ele confessa que nunca pensou que veria uma coisa dessas.

“Tudo o que podíamos fazer era observar e absorver a cena tétrica. Não havia espaço para reclamações ou para deixar a apresentação”

Woodman, que é Perth, na Austrália Ocidental, disse que o comportamento dos ursos era tão antinatural que alguns espectadores pensaram que eram pessoas fantasiadas de animais.

Foto: Mark Woodman

Foto: Mark Woodman

“Depois de assistirmos ao espetáculo no circo, enquanto esperávamos pelo nosso ônibus, eu estava conversando com nosso guia turístico e outro companheiro de turnê”, lembrou ele.

“Uma mulher que fazia parte da excursão de turismo disse que pensou o todo que os animais vistos no show eram pessoas vestidas de ursos! O guia turístico e eu tivemos que dizer a verdade a ela”.

Fotografias de outros espetáculos recentes usando macacos provam que eles também foram submetidos ao mesmo tratamento cruel.

O grupo que atua em defesa dos direitos animais, Animal Defenders International (ADI), disse que animais de circo como estes foram treinados a este ponto vindos de uma vida inteira de sofrimento.

Foto: Mark Woodman

Foto: Mark Woodman

O presidente da ADI, Jan Creamer, disse: “Forçados a se apresentar em shows de circo, esses pobres animais sofrem uma vida inteira de tortura e privações”.

“Sem o estímulo normal, social e mental que eles desfrutariam com suas famílias na natureza, a resignação desses animais inteligentes e sensíveis é conseguida através de violência, ameaças e privação de comida, água e afeto durante o treinamento.

O público pode ajudar a acabar com o sofrimento desses animais, evitando shows desse tipo e deixando que os circos saibam porque eles estão indo se divertir em outro lugar.

Woodman disse não ter se arrependido de sua viagem à Coreia do Norte.

“Desde uma viagem que fiz ao Oriente Médio, a partir de 2009, passei a visitar países que são cultural e religiosamente distintos do que eu estava acostumado”, disse ele.

Woodman se define como um ateu gay que se concentra em viajar para países que “amam a Deus e odeiam os gays”. “É um estilo de viagem desafiador, mas infinitamente gratificante, que me levou a conhecer pessoas LGBT e outros locais em todo o mundo”, disse ele.

“Isso ajuda a superar os estereótipos e as narrativas divulgadas pela mídia e/ou pelo governo e distinguir as pessoas dos regimes”.

Exemplos pelo mundo

Segundo informações da PETA esses 26 países já proibiram circos que usam animais selvagens: Áustria, Bolívia, Bósnia Herzegovina, Colômbia, Costa Rica, Croácia, Chipre, El Salvador, Estônia, Grécia, Guatemala, Irlanda, Israel, Itália, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Nova Zelândia, Paraguai, Peru, Romênia, Escócia, Singapura, Eslováquia e Eslovênia

Mais e mais pessoas estão boicotando qualquer entretenimento que envolva exploração animal, e essa mudança na opinião pública tem motivado muitos governos a agir.

No final do ano passado, o Havaí proibiu o uso de animais selvagens em circos, tornando-se o segundo estado americano a fazê-lo depois de Nova Jersey.

Em novembro, Portugal aprovou uma proibição semelhante. A lei aprovada pelo parlamento português impede que mais de mil animais diferentes, incluindo leões, avestruzes, camelos, pinguins, elefantes e rinocerontes sejam forçados a se apresentar.