Zoo fecha na Espanha e animais são abandonados sem comida e água

Como se não bastasse passar anos sendo explorados em cativeiro para entreter humanos, ursos, tigres, macacos e outros animais foram abandonados sem água e sem comida.

Imagens mostram os animais ​​definhando no zoo, dois meses após seu fechamento devido a várias mortes de animais e uma série de reclamações de ativistas. Ursos, um tigre, quatro babuínos e várias outras criaturas foram deixadas para trás em péssimas condições. As autoridades em Ayamonte, que administram o Parque Zoológico Prudencio Navarro, ignoraram as ofertas para realojar os animais.

O Proyecto Gran Simio (Projeto Great Ape) criticou os chefes dos zoológicos. O porta-voz do grupo, Pedro Terrados, disse: “O zoológico está em estado de caótico abandono, com animais deprimidos e desassistidos por veterinários.”

“Há água estagnada em seus cercados, com grande risco de infecção se a consumirem. Também poderia se tornar um ninho de mosquitos, transmitindo doenças.” “A maioria dos animais está muito mal psicologicamente.”

Terrados acrescentou que não estava claro quem estava alimentando os animais, se é que existe alguém, e disse que temia que eles morressem.

“Quem os alimentaria? Como? E qual dieta? Quantas vitaminas para cada espécie? Que controle eles têm? Nenhum. Nós não sabemos nada.”

“Por outro lado, há uma tremenda falta de segurança. Até saiu na mídia que eles não haviam fechado o caminho para as pessoas, porque deixaram as portas abertas.”

“Os animais do zoológico deveriam ir a santuários especializados de animais selvagens. Estamos lutando na Espanha para que o estado crie um centro de resgate para acomodar os animais que são abandonados por zoológicos ou circos que deixam de usá-los.”

“Não é ético nem educacional visitar animais que perderam toda a sua essência como espécie, onde estão entediados, murchados e sem vida, existindo apenas para a diversão dos humanos.”

Zoológicos não são instalações educativas. Quem paga para visitá-los financia a crueldade e os maus-tratos a animais inocentes.

Camelos são forçados a levantar toneladas de pedras em competição no Paquistão


Culturas, tradições e crenças abusam e exploram animais em suas festividades. Eles nascem condenados ao sofrimento e a dor pela ignorância humana. Ainda jovens, muitos animais são arrancados de suas mães, capturados e usados ​​em exibições grotescas de entretenimento.

Camelos são usado como transporte, em rinhas, em festas para atrair público e, assustadoramente,
em uma competição de levantamento de peso. Os animais são carregados com sacos de rochas e depois forçados a ficar de pé.

O evento anual acontece no Paquistão e este ano foi vencido por um britânico – Qasim Hussain, de 20 anos, que vive em Bradford, West Yorkshire, na Inglaterra.

A fêmea tutelada por Qasim, Sheezada Kathreela, levantou sacos de pedras pesando 1,7 toneladas, o equivalente a um carro pequeno.

Repercussão

O concurso foi criticado pela PETA, que descreveu o “esporte” como abuso de animais.

A diretora da PETA, Elisa Allen, disse: “Se alguém quiser participar de um concurso de levantamento de peso, deve treinar e tentar, mas deixe os animais fora dela.”

“Os camelos são indivíduos inteligentes e sensíveis, e tratá-los como guindastes vivos para diversão humana se somam aos muitos tipos de abuso, incluindo o eventual abate. Eles já sofrem nas mãos de pessoas que os tratam com ignorância e arrogância.”

A competição 

Os sacos de pedras são pesados ​​na frente dos competidores antes de serem colocados empilhados em cima dos camelos.

Em seguida, os animais são forçado a se levantar e andar. Todo o processo leva 15 cruéis e dolorosos minutos. As informações são do Daily Mail.

Apesar da oposição de ativistas, nada foi feito para impedir que o concurso anual de camelos – assistido por 20 mil pessoas – aconteça novamente. O tutor de Sheezada Kathreela já planeja participar no ano que vem do ‘evento’ e disse que irá treiná-la cada vez mais.

Leão-marinho se diverte mordendo pé de pato de mergulhador


Leões-marinhos são “cães do mar”. Simpáticos, curiosos e carinhosos, eles encantam pela pureza e inocência de sua existência.

Pall Sigurdsson, um funcionário do Google da Suíça, estava nadando entre uma colônia de leões-marinhos em La Paz, no México, quando o cabo-de-guerra começou.

No vídeo, o simpático animal mastiga o equipamento de borracha de seu novo amigo. Ele tenta por todos os lados e de todas as formas – até de cabeça para baixo ele fica.

Sigurdsson acredita que o leão-marinho não queria realmente comer a nadadeira – em vez disso, ele estava apenas brincando e se divertindo.

“Eles amam quando o pé de pato de um mergulhador sai.”

Outro vídeo separado, também com leões-marinhos naquele dia, Sigurdsson escreveu: “Um par de pés de pato morreu durante a produção deste vídeo”. As informações são do Daily Mail.

Os leões-marinhos, que são brincalhões por natureza, usam suas bocas para investigar – e gostam de pés de pato e outros itens de equipamento para mergulho com snorkel.

Irã proibirá uso de golfinhos em cativeiro para entretenimento humano

Foto: Pixabay

Golfinhos são seres extremamente inteligentes e ativos, mas são perseguidos,caçados e explorados em instalações aquáticas.

Treinados com provação de comida e castigos, eles são obrigados a realizar truques em minúsculos aquários.

Felizmente, o governo iraniano anunciou que vai restringir o desenvolvimento de novos ‘dolphinariums’ no país. A decisão faz parte de uma tentativa para acabar com a crueldade contra estes animais.

O subdiretor do Departamento de Meio Ambiente , Hamid Zahrabi, disse ao Iran Front Page que o governo “não concorda com o desenvolvimento dos ‘dolphinariums’, já que os animais não devem ser explorados para fins recreativos.”

“Acreditamos que os centros recreativos podem ser construídos sem assediar animais e emitimos instruções para impedir a criação destes centros.”

Zahrabi também citou motivos religiosos para a posição do governo contra os parques, dizendo que treinar golfinhos para realizar truques “em alguns casos é haram (proibido pela lei islâmica).”

Existem atualmente quatro dolphinariums em operação no Irã. Ainda não está claro se o movimento irá restringir suas operações, no entanto, ele impedirá o desenvolvimento de novas instalações.

O Irã vem se mostrando preocupado com o bem-estar animal nos últimos anos. Em 2017, lançou um projeto de lei que “ proibiria a tortura e o assédio de animais, abuso sexual, procedimentos cirúrgicos desnecessários, testes científicos não aprovados e mutilação”, informou a Radio Free Europe .

Mortes em cativeiro

Tristes e misteriosas mortes de golfinhos aconteceram em uma instalação aquática do Arizona – em menos de dois anos, quatro animais perderam suas vidas.

Após a morte do quarto golfinho e dos protestos, no início de fevereiro, o Dolphinaris Arizona anunciou que fecharia temporariamente para uma reavaliação das instalações e dos animais por especialistas externos.

A Dolphin Quest, empresa que emprestou um animal ao recinto, rescindiu seu contrato no dia seguinte à morte.

Dois dos quatro golfinhos restantes da instalação foram devolvidos ao Dolphin Quest, enquanto os outros foram transferidos para outra instalação licenciada enquanto o Dolphinaris Arizona estiver sendo avaliado.

Ativismo

O Greenpeace e a PETA já se manifestaram diversas vezes contra parques como o SeaWorld.

Um  documentário também foi feito para alertar sobre os horrores por trás das ‘belas’ apresentações.

“Blackfish”, de 2013, revelou o impacto que o cativeiro tem sobre os incrivelmente sociais mamíferos marinhos. O filme ganhou força e tornou-se diretamente responsável pelo declínio dos números de presença e pela consequente queda nos lucros do SeaWorld.

 

Tutor ajuda seu cãozinho de 20 anos a passear por parque

A relação entre um cão e seu tutor ultrapassa o entendimento de muitas pessoas. Dependência, admiração, cumplicidade e fidelidade são sentimentos presentes durante toda a vida em que passam juntos. Não importa a idade, raça ou temperamento, estes animais incríveis ensinam muito sobre o que é o amor verdadeiro.

As imagens mostram o tutor Abraham, passeando com eu cão idoso ‘Gabriel’ por um parque infantil em Puente Alto, na Região Metropolitana de Santiago, no centro do Chile.

O animal sofre de problemas de mobilidade e se esforça para andar por conta própria e precisa ficar apoiado pelo estômago para se manter de pé. Lado a lado eles caminham com passos bem lentos e, de vez em quando, Abraham diminui ainda mais a velocidade para que Gabriel possa recuperar o fôlego e continuar seu passeio.

Um vizinho do tutor foi quem fez a filmagem e a compartilhou escrevendo: “Este é meu vizinho, ele é um homem admirável.”

“Ele anda com o cachorro todos os dias para que ele possa se exercitar.”

“Ele é um exemplo para todas aquelas pessoas que pensam em abandonar seus animais.”

De acordo com a mídia local, Gabriel está na família há 20 anos e Abraham não apenas cuida dele, mas também de seu irmão que vive acamado e de sua mãe idosa.

O lindo e comovente momento entre os dois encantou a internet.

“Belas imagens que são uma verdadeira demonstração de amor por um animal doméstico”, comentou Isa Gamboa.

“Isso é incrível, um exemplo real para a sociedade – é assim que devemos cuidar de todos os idosos e animais”, escreveu Gavita Gonzalez.

Quatro filhotes de leão congelam até a morte no zoo de Gaza

SAID KHATIB/AFP/Getty Images

SAID KHATIB/AFP/Getty Images

Um zoológico na Faixa de Gaza vai fechar as portas após um clamor público pela morte de animais em suas instalações, de acordo com relatos. os filhotes de leão teria morrido devido as condições climáticas, com a temperatura muito baixa e as péssimas condições de acomodação dos animais, incapazes de abrigá-los de forma eficiente do frio.

A ONG Four Paws que defende os direitos animais, lançou uma campanha pedindo o fechamento do zoológico de Rafah, após quatro filhotes de leão congelarem até a morte e vários outros animais serem mortos em ataques aéreos, segundo informações do jornal Times of Israel.

O zoológico, criado em 1999, enfrenta dificuldades financeiras desde o bloqueio israelense na Faixa de Gaza em 2007.

Para arrecadar fundos, em uma atitude desesperada, os proprietários cortaram as garras uma leoa de 14 meses para que o zoológico pudesse cobrar uma taxa dos visitantes que quisessem brincar com ela. Isso provocou a ira de ativistas que criaram uma petição pública pedindo o fechamento do zoológico, o documento foi assinado por mais de 150 mil pessoas.

Mohammed Jumaa, o dono do parque, disse ao The Times of Israel que o procedimento não era doloroso e que o corte das garras do animal simplesmente reduziria a agressividade do leão para que “ele pudesse ser amigável com os visitantes”.

Agora, os habitantes do zoológico, que juntos somam mais de três dúzias de animais, incluindo hienas, porcos-espinhos e cinco leões, serão realocados em santuários na Jordânia, e o zoológico será fechado definitivamente, informou o Times.

A ONG Four Paws informou que já havia retirado animais de outros dois zoológicos em Gaza, onde a pobreza desesperadora resultou em condições terríveis para os animais, informou a Agence France Presse.

De acordo com seu site, o grupo de bem-estar animal está trabalhando em Gaza desde 2014 e já evacuou e fechou dois outros zoológicos na região – o zoológico Al-Bisan e o zoológico Khan Younis. A ONG conta que também resgatou filhotes de tigre em 2015.

Em um comunicado, o veterinário e chefe de missão, Amir Khalil, da Four Paws disse: “Por muito tempo, os animais do zoológico de Rafah tiveram que viver em condições inimaginavelmente terríveis”.
“Estamos felizes em finalmente pôr fim a esse horror”, disse ele no comunicado.

Em abril de 2017, durante a campanha do grupo militante Estado Islâmico para retomar Mosul no Iraque, a ONG Four Paws resgatou um leão e um urso de um zoológico da cidade. No ano anterior, também ajudou a realocar um tigre que estava em Gaza para a África do Sul.

Menino de 11 anos recebe vídeos de animais em seus últimos dias de vida

A alegria de Harvey ao assistir os vídeos.

Harvey Hawkins é um menino 11 anos que nasceu com uma série de problemas. Em janeiro deste ano, ele foi diagnosticado com insuficiência intestinal completa e uma condição chamada pseudo-obstrução intestinal.

Os vídeos começaram a chegar após um post no Facebook que falava sobre o encontro de Harvey com a equipe de rugbi do País de Gales, no dia 15 deste mês, e também do amor que ele sente por cães.

Sua mãe, Jamie-Louise Wallace, 29 anos, disse ter recebido mais de mil vídeos vindos da Austrália, México e até do Alasca.

“Se Harvey pudesse falar, ele diria ‘obrigado do fundo do coração'”.

“São vídeos de cachorros cantando ou dizendo’ olá ‘. Um cachorro disse ‘eu te amo’ e outro tocava piano”, contou Wallace.

“Não são apenas cachorros. Há vídeos de tartarugas, gatos, galinhas, cavalos, cobras e peixes.”

“Estamos incentivando as pessoas a usar a #HoundsforHarvey e esperamos mostrar a ele todos os vídeos que são enviados.”

A saúde de Harvey

A condição rara impede que o alimento se mova através do trato gastrointestinal e pode ocorrer devido a danos nos músculos ou nervos. Os médicos já disseram que haviam feito tudo o que podiam.

Harvey está sob os cuidados do Hospital Infantil Arca de Noé, no País de Gales. Recentemente, o menino recebeu a visita de Nico, um cão de terapia.

Wallace disse: “Todo o desconforto e agitação de Harvey pareciam desaparecer quando ele acariciava Nico, algo que geralmente só é controlado com medicação.

“Não achamos que ficaríamos sem tempo tão rapidamente, mas agora estamos nos preparando para ir para casa e passar o tempo que nos resta junto com o irmão e a irmã dele.” A família mora em Merthyr Tydfil, South Wales. As informações são do Daily Mail.

Bethan Simmonds, funcionário do hospital, disse: “Por mais que todos nós queiramos, nem sempre é possível curar a todos”.

“Mas juntos, podemos ajudar a fazer pequenas diferenças para famílias maravilhosas e corajosas como as de Harvey.”

Estudo denuncia a morte de um milhão de cangurus

Um estudo experimental de ração para cangurus em Victoria (Austrália) descobriu que atiradores estão matando mais animais para aumentar seu lucro. O programa foi cercado por acusações de fraude e suborno, de acordo com um relatório do governo.

A legislação deste país permite que o cidadão comum, em posse de uma licença concedida pelo governo, possa matar os cangurus e até paga por isso. Alguns deles se tornam “assassinos profissionais” desses animais.

A desculpa usada para o extermínio dos seres sencientes é a contenção da superpopulação da espécie. A morte se torna a escolha mais fácil e simples quando demais alternativas compassivas estão na mesa.

O resultado do estudo realizado pelo governo, leva a crer que essa premissa perigosa abre espaço para fraudes, suborno e demais crimes envolvendo ambição humana. A que preço for.

Foi constatado um aumento de 250% no número de cangurus mortos em Victoria, desde o início do teste, em 2014. Um milhão morreu por causa do programa.

O relatório do Departamento de Meio Ambiente, Terra, Água e Planejamento foi liberado sob a diretriz de liberdade de informação para a Sociedade Australiana de Cangurus.

“Atiradores estavam matando mais cangurus para maximizar os lucros e davam preferência a cangurus do gênero masculinas pois quanto maior a carcaça mais dinheiro por ela”, dizia o relatório.

“O atual escopo do projeto é insuficiente para gerenciar os riscos associados ao estudo”, diz o relatório.

O relatório alertou ainda para os excessos que estão ocorrendo, como atiradores subornando proprietários de terra para ter acesso aos cangurus e agricultores cometendo fraudes e fornecendo informações falsas e enganosas sobre os pedidos enviados (de atiradores). Em um dos casos as autoridades já deram início aos trâmites legais para execução do processo.

Ainda de acordo com o relatório, os custos para o governo, que administra o teste, superaram os benefícios calculados durante o período experimental. Supostamente pelas fraudes.

A presidente da Sociedade Australiana de Cangurus, Nikki Sutterby, disse que quase metade dos cangurus de Victoria foi eliminada desde o início do teste, há apenas cinco anos.

“Centenas de milhares de cangurus indefesos foram brutalmente mortos ou deixados órfãos como resultado deste teste”, disse Sutterby.

Ela apontou para um estudo de 2014 que descobriu que atiradores profissionais, em alguns casos, tinham sido flagrados puxando cangurus por suas patas traseiras, enquanto os jogavam contra pedras, batiam em suas cabeças e os decapitavam sem misericórdia.

O departamento de meio ambiente insistiu que fez alterações no programa, incluindo protocolos de relatórios mais frequentes em relação ao número de canguru mortos e uma repressão às marcas remanescentes nas propriedades.

“O objetivo do programa é reduzir o número de cangurus com controle, independentemente do julgamento”, disse o representante do departamento.

Ele afirmou ainda que “o número de mortes de cangurus motivou mudanças no cumprimento, monitoramento e educação do programa e que fossem resolvidos os problemas que surgiram na avaliação e desempenho do mesmo”.

O programa de testes continua até o final deste mês.

Dow AgroSciences encerra testes de fungicida em beagles

Foto: Humane Society

A maior empresa de produtos químicos do mundo pôs fim aos testes de fungicida em beagles após a divulgação de imagens secretas pela Humane Society dos Estados Unidos (HSUS).

Na semana passada, uma filmagem feita de dentro do laboratório revelou métodos cruéis usados em dezenas de cães – eles eram alimentados com altas doses de fungicidas em nome da Dow AgroSciences para testar a eficácia de um novo produto.

Finalmente, ontem (22), a Dow AgroSciences (Corteva AgriScience) declarou no Twitter: “Estamos trabalhando para refinar, reduzir e substituir testes em animais. Hoje temos o prazer de anunciar que nossos esforços resultaram em uma renúncia e podemos interromper o estudo. Faremos todos os esforços para realocar os cães.”

A investigação secreta denunciou que cerca de 36 beagles estavam sendo submetidos a terríveis testes, durante um ano inteiro, apesar do fato de que a lei dos EUA exige apenas um teste oral de 90 dias para a aprovação de novos pesticidas. As informações são do Vegan News.

No entanto, a Dow afirmou que estava usando os cães dessa forma porque o Brasil exige um ano inteiro de testes. A empresa também afirmou que o Brasil alterou os requisitos.

“Como indicado anteriormente, estamos ativamente defendendo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) do Brasil para alterar seus requisitos para testes em animais com pesticidas e hoje recebemos a confirmação oficial de que os testes que estávamos tentando mudar não são mais necessários para nosso produto.”

A HSUS afirmou estar satisfeita com o fato de a Dow ter encerrado os testes de um ano, que estavam programados inicialmente para durar até julho.

“Aplaudimos a Corteva por tomar a decisão certa ao terminar o teste e pedimos que trabalhem conosco para retirar os cães do laboratório e levá-los para nossos abrigos e parceiros de resgate, para que possam ser adotados em lares amorosos”, disse HSUS em um declaração.

Família procura por cãozinho que desapareceu em Mogi Guaçu (SP)

Aline Silva
alineleticia.silva03@gmail.com

Este poodle branco está desaparecido desde o dia 24/11/2018 e a família ainda tem esperança de encontrá-lo. Uma criança de 3 anos anos pergunta pelo cãozinho e a mãe não sabe o que dizer.

Foi visto pelo última vez brincando em frente à residência onde morava, no Bairro Jardim Novo I, Mogi Guaçu – SP.

Quem tiver alguma informação sobre ele pode entrar em contato com a Aline pelos números 11 97105-5498 / 99724-2792