Cientistas afirmam que 1700 espécies de pássaros e animais estarão ameaçadas de extinção nos próximos 50 anos

Araçaçu de bico curvo uma das espécies listadas pelo estudo | Foto: Reprodução/Pinterest

Araçaçu de bico curvo uma das espécies listadas pelo estudo | Foto: Reprodução/Pinterest

Os seres humanos vão colocar centenas de espécies de pássaros e animais em risco de extinção destruindo seus habitats naturais nos próximos cinquenta anos, um estudo avisa.

Conforme a humanidade expande a utilização da terra ao redor do planeta, a vida selvagem vai perdendo muito de seu habitat o que pode levar numerosas espécies a extinção de fato.

Até o ano 2070, pesquisadores preveem que até 1.700 espécies de anfíbios, aves e mamíferos estão ameaçados exatamente por terem sido expulsos de seus lares.

Ecologistas da Universidade de Yale examinaram como as mudanças causadas pelo uso da terra vão impactar no futuro da biodiversidade, a variedade de plantas e da vida animal encontradas em um habitat particular.

Eles examinaram cenários diferentes baseados em crescimento da população e mudanças econômicas na sociedade global que poderiam levar a um aumento no uso da terra

Eles então compararam as áreas mais prováveis para expansão humana a regiões que 19.400 espécies chamam de lar.

Pesquisadores descobriram que 886 anfíbios, 436 pássaros e 376 mamíferos perderiam tanto de seu habitat natural correriam um risco muito maior de extinção.

Espécies vivendo no Centro e no Leste da África, Mesoamerica, África do Sul e Sudeste da Ásia vão sofrer as maiores perdas, de acordo com o estudo.

A equipe de pesquisadores disse que os caminhos potenciais para expansão representam “expectativas razoáveis” sobre os futuros desenvolvimentos sociais, demografia e economia.

O co-autor do estudo, Walter Jetz, disse: “Nossas descobertas ligam esses futuros plausíveis a suas implicações para a biodiversidade”.

“Nossas análises nos permitem rastrear como as decisões políticas e econômicas – através de suas mudanças associadas à cobertura da terra global – devem causar declínio na extensão do habitat de espécies em todo o mundo.”

O estudo mostra que, em um cenário de “meio termo” de mudanças moderadas no uso da terra, cerca de 1.700 espécies provavelmente experimentarão um aumento acentuado em seu risco de extinção nos próximos 50 anos.

As descobertas sugerem que elas perderão de 30% a 50% de seus atual habitat até 2070.

Entre elas estão espécies cujos destinos serão particularmente terríveis, como o sapo de Lombok na Indonésia, o iechwe do Nilo no Sudão do Sul, trepador sobrancelha no Brasil e o arapaçu de bico curvo encontrado na Argentina, Brasil e Uruguai.

Iechwe do Nilo | Foto: E.J. Peiker

Iechwe do Nilo | Foto: E.J. Peiker

Prevê-se que todos eles percam metade da faixa geográfica que ocupam atualmente nas próximas cinco décadas.

As projeções e todas as outras espécies analisadas podem ser analisadas no site Map of Life (Mapa da Vida, na tradução livre).

O mapa mostra o impacto nas espécies numa resolução de escala por quilômetros.

“A integração de nossas análises com o Mapa da Vida pode servir como apoio a qualquer um que deseje avaliar como as espécies podem sofrer sob cenários futuros específicos de uso da terra e ajudar a prevenir ou mitigar esses efeitos”, disse Ryan P. Powers, co-autor, pós-doutorando e professor aposentado de Yale.

As Espécies que vivem na África Central e Oriental, América Central, América do Sul e Sudeste da Ásia sofrerão a maior perda de habitat e maior risco de extinção, de acordo com o estudo.

Mas o professor Jetz alertou o público para não assumir que as perdas são apenas problema dos países em cujas fronteiras elas ocorrem.

“Perdas em populações de espécies podem impactar de forma irreversível no funcionamento de ecossistemas e na qualidade de vida humana”, ele disse

“Embora a destruição da biodiversidade em partes longínquas do planeta possa não nos afetar diretamente, suas consequências para a subsistência humana podem reverberar globalmente”, alerta o professor.

O professor explica ainda que é frequentemente das demandas situadas mais distantes que surge a necessidade que leva a essas perdas de biodiversidade e habitats – por exemplo as madeiras de lei tropicais, o óleo de palma ou soja – tornando assim, a nos todos, co-responsáveis pela situação.

Os resultados do estudo foram publicados pela revista Nature Climate Change.

Estados Unidos anuncia investimentos de mais de 1 bilhão de dólares para salvar as orcas

Foto: Pixabay

Formada por cerca de 50 especialistas de diversos setores, a força-tarefa foi criada depois que Tahlequah (J35), uma das 74 orcas da população residente do Sul da Austrália, carregou seu bebê morto por 17 dias, o que alguns chamam de “tour de luto”. Infelizmente, prevê-se que duas outras orcas, J17 e K25, possam morrer antes do próximo verão.

O governador Inslee anunciou em dezembro de 2018 seu plano de recuperação de 1,1 bilhão de dólares (cerca de 3,7 bilhões de reais) baseado nas recomendações iniciais do projeto, que incluiu quatro metas: aumentar a disponibilidade de alimentos, diminuir o ruído e o tráfego das embarcações, bem como a poluição e garantir esforços contínuos de conservação.

Outras iniciativas potencialmente salvadoras do governador são:

*Uma moratória de três anos sobre a observação de baleias dos residentes do sul
*Esforços estaduais para aumentar o número de salmões Chinook
*Uma avaliação de um desvio das barragens do rio Snake Inferior
*Um programa de derramamento para enviar mais água nas represas de Columbia e Snake River

Caça às baleias

A ameaça de extinção das baleias pela caça tem chamado a atenção do mundo, principalmente após a saída do Japão da Comissão Baleeira Internacional para retomar a caça comercial dos mamíferos.

O grupo Sea Shepherd vê o anúncio como uma vitória, praticamente eliminando a caça às baleias no Oceano Antártico.

“O Japão nunca parou a caça comercial. Eles se esconderam por trás da desculpa da chamada caça científica desde 1987”, disse o fundador da Sea Shepherd, o Capitão Paul Watson.

“Eles continuaram a caça comercial apesar da decisão do Tribunal Internacional de Justiça de que não há justificativa legal para a chamada ‘caça científica’. Agora não pode haver fachada, o Japão juntou-se à Noruega e à Islândia em seu desafio aberto à lei internacional de conservação. Todas as três nações são nações baleeiras piratas. ”
De acordo com a Sea Shepherd, a CBI agora também pode votar para condenar toda a caça comercial de baleias, essencialmente forçando o Japão, a Islândia e a Noruega a abandonar a prática controversa.

“O Japão agora está declarando abertamente suas atividades baleeiras ilegais. Não mais pretensão de caça à baleia. Com este anúncio, o Japão se declarou como uma nação baleeira pirata ”, observa Watson. “Isso fará com que o objetivo da Sea Shepherd de acabar com esses caçadores seja muito mais fácil”.

Vídeo mostra bebê golfinho solitário nadando a deriva em parque aquático

Foto: Peter Fuller

Foto: Peter Fuller

Golfinhos são uma das espécies mais complexas e inteligentes do planeta. Capazes de criar laços sociais e emocionais profundos com os demais membros de seu bando, eles são extremamente autoconscientes. O vínculo entre uma mãe e um filhote de golfinho é um dos mais fortes da Terra. Somando-se à beleza desses animais está o fato de que eles também têm cérebros grandes e desenvolvidos que lhes permitem aprender e se ajustar ao ambiente. Os golfinhos demonstraram até mesmo a capacidade de imitar a fala e as vocalizações humanas. Mas, apesar das qualidades e da beleza dos golfinhos, os humanos ainda insistem em mantê-los em cativeiro nos parques aquáticos.

O vídeo acima captura a tristeza e a solidão de um golfinho que nascido para ser livre, conviver com os seus iguais, nadar quilômetros no oceano, é mantido cativo em um ambiente artificial. Este bebê golfinho vive atualmente no Loro Parque na Espanha.

Na descrição do vídeo postado no YouTube, as pessoas que filmaram o golfinho explicam: “Filmamos esse filhote de golfinho, depois de um show, por mais de 10 minutos, até que nos pediram para sair. Quando questionamos os treinadores sobre o por que desse golfinho ter sido deixado sozinho por tanto tempo no calor, sem sombra, eles se tornaram extremamente defensivos e agressivos, afirmando que o golfinho não estava sozinho – o que vai contra as imagens do vídeo – fomos então conduzidos para fora do local pela segurança”.

O que vemos é um animal sem propósito, balançando-se indiferente na superfície da água, ansiosamente esperando por atenção, sinais que revelam indiscutivelmente severo sofrimento mental. O tédio e a frustração da vida preso em um tanque leva os golfinhos a terem comportamentos compulsivos, como nadar em círculos repetitivamente, balançar a cabeça em atitude “bicante” indefinidamente e ficar imóveis na superfície ou no chão do aquário por longos períodos de tempo. Muitos golfinhos também são vistos batendo-se contra as paredes laterais dos tanques. Em desespero absoluto, esses animais também podem decidir parar conscientemente de respirar e acabar com suas próprias vidas.

Ao se recusar a contribuir com essa indústria cruel onde a dignidade desses animais, tão distintos por sua inteligência e sensibilidade é ferida dia após dia em favor de um suposto “entretenimento” humano, é um passo dado em favor dos golfinhos.

Ao trazer o assunto à discussão, compartilhar vídeos como este, e disseminar a conscientização sobre o que realmente acontece nesses “shows” é outro movimento em prol desses animais tão violentamente escravizados.

Seis labradores são mortos por pesquisadores após serem usados em testes de implantes

Seis labradores foram vítimas de morte por indução em uma universidade sueca como parte de um teste de laboratório para implantes dentários humanos. Os pesquisadores afirmaram que as mortes foram necessárias para que fosse possível a análise do efeito que os implantes teriam nos ossos, tecidos e sangue dos animais após mortos.

Os cães de apenas dois anos de idade e foram mortos na quarta-feira na Universidade de Gotemburgo (Suécia) que está sob uma onda de protestos furiosa após recusar as ofertas de adoção tanto de grupos de defesa dos direitos animais como de pessoas interessadas em oferecer-lhes um lar.

Por volta de 84 mil pessoas assinaram uma petição criada na intenção de salvar a vida dos labradores. A página do Facebook da universidade foi inundada com comentários desaprovando esse movimento assassino classificando-o de “vergonhoso e monstruoso”.

Cada um dos labradores teve mais de um terço de seus dentes extraídos e substituídos por implantes.

O Djurrättsalliansen (Animal Rights Alliance), grupo responsável pelo início da petição lutou de todas as formas para evitar que Venus, Milia, Mimosa, Luna, Lotus and Zuri fossem mortos como parte do experimento.

O comediante Rick Gervais e o ator Peter Egan da série Downton Abbey também somaram esforços na campanha, assim como ativistas britânicos do Animal Justice Project (Projeto de Justiça Animal, na tradução livre).

O vice reitor adjunto do setor de pesquisas da universidade, Göran Landberg, tentou contemporizar a situação dizendo: “É difícil chegarmos a um consenso sobre essas questões, mas o diálogo é importante”.

Embora diversas e variadas tentativas de diálogo tenham sido efetuadas com a universidade, a vida dos cães ainda assim foi tirada.

O caso provocou veio a público na mídia sueca, por meio de um veterinário chamado Mark Collins, que falou recentemente ao canal TV4, condenando o tratamento dado aos cães.

O Sr. Collins afirmou categoricamente: “Eu não entendo o porquê disso” – enquanto explicava como a remoção dos dentes de um labrador requer uma enorme força e causa ao animal uma dor substancial.

Ele acrescentou ainda que, por causa do estreito vínculo que esses animais têm com os humanos, o tratamento que receberam deixaria os cães “emocionalmente destruídos”.

Pela lei sueca, testes em animais são permitidos apenas se os pesquisadores puderem provar que este é o único meio de conseguir a informação necessária.

A universidade conseguiu essa aprovação e disse que a pesquisa está sendo realizada por um time altamente qualificado, que inclui veterinários entre os membros da equipe.

Mas a Aliança dos Direitos dos Animais alegou em sua investigação que foram descobertas anotações relativas à filhote chamada Vênus, que revelaram que ela estava sendo tratada por “feridas nos cotovelos”.

Eles também afirmaram que os cães estavam sendo mantidos em um quarto frio.

Segundo os pesquisadores os cães foram selecionados para os testes odontológicos pela semelhança entre a saliva e as bactérias orais deles com a de seres humanos. Usá-los como cobaias também permite que os pesquisadores coletem amostras de tecido, o que não é possível com os pacientes.

A premissa falsa para esta afirmação e as demais feitas pela universidade é a de que o ser humano pode dispor do animal como bem entenda desde que seja para o seu próprio bem. Como se fossem instrumentos a ser utilizados conforme a necessidade e não vidas capazes de sentir, sofrer e compreender o mundo ao seu redor.

Em uma declaração postada em seu site, a universidade afirma: “Nós entendemos como os testes em animais podem despertar emoções fortes, mas também gostaríamos de enfatizar que a periodontite ainda é um grande problema de saúde pública, e a pesquisa aqui conduzida é crucial. muitas pessoas”.

“Os animais receberam analgésicos antes qualquer procedimento doloroso”, afirmaram os pesquisadores.

Jörgen Svensson, reposável pelo setor de segurança da Universidade de Gotemburgo, contou que na semana passada os pesquisadores da universidade foram ameaçados de morte.

“Eles ficaram aterrorizados e se sentem muito mal. Tomamos medidas de segurança para proteger aqueles que foram ameaçados“, disse ele.

Infelizmente para os cães é tarde demais para qualquer medida ser tomada. Suas vidas foram desperdiçadas em prol de pesquisas que beneficiariam humanos. Saudáveis e jovens, possivelmente encontrariam um lar amoroso se fossem destinados a adoção, mas a eles não foi a dada a simples e óbvia dignidade do primeiro direito universal: o direito à vida.

Projeto de lei proíbe felinos selvagens de serem domésticos nos Estados Unidos

Foto: Pixabay

“Da criação irresponsável a condições de vida desumanas e exploração pública, os maus tratos aos grandes felinos acontecem de várias formas”, disse Quigley .

“Ao apresentar o projeto de lei, estamos trabalhando para resolver uma questão séria que causa um sofrimento incomensurável dos animais e introduz ameaças indesculpáveis à segurança humana. As leis estaduais relativas à propriedade privada de grandes felinos são inconsistentes ou inexistentes, e é por isso que uma lei federal uniforme é necessária para acabar com essa indústria de uma vez por todas”.

Milhares de tigres, leões, leopardos e pumas são mantidos em condições miseráveis, inseguras e inseguras por tutores irresponsáveis em todo o país. A lei trabalhará para resolver esse problema barrando a propriedade privada desses animais e proibindo os expositores de permitir o contato público com filhotes, que visa ajudar a corrigir maus-tratos de animais silvestres.

“Como membro do comitê congressional de proteção animal, estou comprometido em garantir que o governo faça sua parte para promover o bem-estar animal”, disse Fitzpatrick.

“Tenho orgulho de estar com o deputado Quigley para apresentar uma legislação que proteja as espécies de animais selvagens de felinos”.

Mais de cinquenta co-patrocinadores bipartidários apoiam o projeto.

“Há uma grande crise de grandes felinos nos Estados Unidos”, disse Cathy Liss, presidente do Animal Welfare Institute (AWI).

“Há milhares em cativeiro e nem sabemos onde eles estão. Indivíduos particulares mantêm estes animais como domésticos, onde eles definham em condições extremamente inadequadas e representam um risco grave para a comunidade. A Lei de Segurança Pública de Grandes Felinos é uma solução inteligente para uma situação perigosa e cruel”. As informações são do World Animal News.

Foto: Pixabay

Problemas como a falta de legislação, de fiscalização e a criação desenfreada alimentam o mercado negro de partes de animais usadas na medicina tradicional asiática.

Já exibições de filhotes também prejudicam a credibilidade e a influência dos Estados Unidos em trabalhar com outras nações nos esforços internacionais de conservação de tigres, além de ser uma prática muito cruel.

Exploração para entretenimento

A interação de animais selvagens, principalmente com grandes felinos, com o público é terrível para eles que, frequentemente, são dopados para reprimir seus instintos. Quando não, apresentam comportamentos agressivos devido ao estresse do cativeiro e dos maus-tratos.

Recentemente, um vídeo que mostrava a reação agressiva de um leão ao ser ‘beijado’ por uma garotinha é um perfeito exemplo do sofrimento e desespero de animais selvagens presos e explorados por toda a vida.

Nele, a criança é vista pressionando o rosto contra a parede de vidro de um recinto de leões em um zoo. A princípio, o leão apenas olha para ela. No entanto, rapidamente ele se demostra extremamente irritado com aquilo quando a jovem pressiona os lábios contra o vidro. O leão se levanta em suas patas traseiras e começa a arranhar exasperadamente a parede.

Outro caso de exploração, que foi noticiado pela ANDA, é a assustadora ‘atração’ no zoológico de Dartmoor, na Inglaterra. O local oferece aos turistas uma competição de cabo de guerra com um tigre ou um leão.

Sue Dally criou uma petição no site 38 Degrees para acabar com esse absurdo e disse: “Parece que estamos andando para trás, o zoológico está agindo mais como um circo do que em algum lugar que realmente se preocupa com a saúde e segurança dos animais em extinção em cativeiro”.

Projeto de lei quer acabar com a dissecação de animais em todas as escolas da Califórnia

Foto: Pixabay

A dissecação animal é uma técnica arcaica vinda de uma época em que os seres humanos pouco sabiam sobre a anatomia dos animais.

De acordo com a PETA, diversos documentos comprovam os vários benefícios dos métodos que não envolvem animais, como a dissecação digital.

A Califórnia se posicionou diante da crueldade cometida pela prática e apresentou um projeto de lei no qual todas as escolas teriam que substituir as atividades de dissecação de animais por métodos de ensino contemporâneos e humanos, de acordo com os padrões e melhores práticas da indústria.

A AB1586 foi introduzida na última segunda-feira (25) por Ash Kalra (D- San Vai ), acompanhada dos co-patrocinadores Social Compassion in Legislation, PETA e Physicians Committee for Responsible Medicine.

A compreensão popular da dissecação nas escolas é a dissecação de rãs e vermes. No entanto, uma pesquisa recente de escolas que exigem dissecação como parte de seus currículos de ciências inclui: porcos fetais, gatos, tubarões, carneiros e outras espécies. O uso desses animais pode ser numerado em centenas em todos os anos acadêmicos. Quando contabilizado na totalidade, fornece uma imagem mais clara do impacto fiscal nas escolas e do impacto que o abastecimento desses animais pode ter sobre o meio ambiente e os ecossistemas frágeis. As informações são do World Animal News.

“Aprender sobre anatomia nas escolas é uma pedagogia científica importante, mas a dissecção apresenta um impacto significativo sobre o meio ambiente e nossos frágeis ecossistemas. Avanços na tecnologia educacional ampliaram o acesso a essa importante metodologia instrucional científica sem depender de animais”, disse Kalra.

“Com o desenvolvimento de alternativas tecnológicas, a prática de ensino de ciência virtual e baseada em computador oferece métodos de ensino mais humanos que ajudam a preparar melhor os alunos para o ensino superior e carreiras em ciências.”

Judie Mancuso, fundadora e CEO da Social Compassion in Legislation, acrescentou: “O fato é que não precisamos colocar nossos jovens nisso. Existe uma maneira melhor e a Califórnia pode e deve passar para o uso mais moderno e aceito dos recursos de dissecação digital. Não há razão para qualquer estudante separar um animal ou ser exposto a formaldeído carcinogênico quando houver o software 3D de última geração disponível gratuitamente. Não apenas se livrar da dissecação é a coisa certa a fazer, como economizará dinheiro do contribuinte”.

Samantha Suiter, professora de Biologia e Gerente de Educação Científica da PETA disse: “A PETA ouve dezenas de estudantes que estão sendo obrigados a dissecar animais, seja com a ameaça de uma nota negativa ou com o percebido ostracismo de professores ou colegas”.
“O formaldeído é usado como conservante e também encontrado na fumaça do cigarro – é classificado como carcinogênico humano, e a exposição repetida a níveis baixos pode causar dificuldade respiratória, eczema e sensibilização da pele”.

Suiter continua: “A aprovação da AB 1586 encerraria a prática de dissecação animal sem depender de estudantes individuais para expressar suas preocupações éticas, quando eles não se sentissem à vontade para fazê-lo. Este é um passo em frente para a ciência, educadores, estudantes e animais”.

Iniciativas

Em Indiana, nos Estados Unidos, a deputada estadual Ragen Hatcher, D-Gary, tenta conseguir levar as escolas do estado por esse caminho.

Hatcher é autora do House Bill 1537 que, se aprovado, exigirá que todas as escolas públicas, charter e privadas de Indiana desenvolvam políticas e programas que forneçam uma alternativa à dissecação de animais para qualquer aluno que a solicite.

“É desumano matar animais apenas para o estudo”, disse Hatcher. “Especialmente hoje, há tanta tecnologia que podemos dissecar em uma tela e ter o mesmo impacto que se você fizesse isso pessoalmente. Essa é a coisa certa a fazer.”

A empresa Apple também já contribuiu para o fim da terrível técnica e lançou aplicativo para dissecação de sapos, que pode poupar milhares de vidas – o Froggipedia.

Criado pela Designmate, uma empresa indiana dedicada a softwares de aprendizado interativo, o aplicativo amigo dos animais dá aos usuários a capacidade de explorar o ciclo de vida e os detalhes anatômicos dos anfíbios sem causar danos.

Carnaval: aves são torturadas para extração de penas para fantasias

As penas de origem animal utilizadas em fantasias por escolas de samba no carnaval encantam quem assiste o desfile, mas escondem uma realidade extremamente cruel. Por trás da beleza das penas está o sofrimento de inúmeras aves, que são exploradas e torturadas durante a vida toda.

Foto: AGNews

Apesar dos direitos animais estarem, atualmente, sendo difundidos em todo o mundo, as escolas de samba ainda não abriram mão das penas advindas de animais, usadas nas fantasias das rainhas e madrinhas de bateria. A intenção das escolas é passar uma imagem de luxo e glamour. O recado dado, no entanto, é outro: de descaso com a dor dos animais.

Para a extração das penas é utilizado um método conhecido como “zíper”. Através dele, as aves são levantadas pelo pescoço e têm suas penas arrancadas, o que lhes causa intensa dor. Além do sofrimento do momento da extração, a retirada das penas deixa esses animais expostos ao sol e a infecções graves. Fraturas também fazem parte do processo. Isso porque, em desespero, as aves se debatem tentando se livrar da dor que sentem ao terem as penas retiradas e, às vezes, acabam feridas. As informações são do Diário de Biologia.

Foto: Wales News Service

O faisão e o avestruz são espécies comumente exploradas e torturadas pela indústria de penas. No caso do avestruz, o sofrimento se estende por décadas – já que esse animal vive cerca de 40 anos. Mantidas em confinamento, as aves começam a ser submetidas à extração das penas com apenas 10 semanas de idade. O processo se repete em intervalos de quatro a seis semanas, até que elas estejam completamente exaustas. Quando já não servem mais, elas encontram dois destinos: serem imediatamente mortas ou começarem a viver um novo sofrimento, com alimentação forçada várias vezes ao dia para que, depois, sejam mortas para fabricação de foie gras.

De acordo com a indústria, a retirada das penas é feita com o animal vivo porque isso garante melhor qualidade ao produto e torna o processo mais econômico, uma vez que as aves poderão ser depenadas repetidas vezes antes de serem mortas.

Foto: Reprodução / Diário de Biologia

Apesar do intenso sofrimento que esses animais vivenciam, se as escolas de samba não têm interesse em parar de financiar tal prática, a indústria produtora de penas menos ainda. Isso porque o procedimento é altamente lucrativo: uma única pena de faisão, por exemplo, pode custar R$ 100.

Os maiores produtos de acessórios feitos a partir de penas são a Hungria, a China – que produz 80% das penas usadas no mundo inteiro – e a Polônia. As três depenam as aves vivas.

Foto: Reprodução / Diário de Biologia

Quênia anuncia pena de morte aos caçadores de animais em extinção

Com menos mil rinocerontes negros na natureza e menos de 30 mil elefantes ambas as espécies estão em risco | Foto: Global March for Elephants

Com menos mil rinocerontes negros na natureza e menos de 30 mil elefantes ambas as espécies estão em risco | Foto: Global March for Elephants

No Quênia convive uma gama variada e rica de animais que vão desde elefantes, rinocerontes, girafas, até leopardos e chitas. Os dois primeiros estão entre os mais ameaçados em função de suas presas e chifres os tornarem alvos perseguidos incansavelmente por caçadores.

No país é ilegal matar animais em extinção, a Lei de Conservação da Vida Selvagem, criada em 2013, prevê uma sentença de prisão perpétua e multa de 200 mil dólares (aproximadamente 700 mil reais) para infratores, porém as mortes continuam acontecendo dia a dia.

Najib Balala, secretário de gabinete do Ministério do Turismo do país, declara que “as punições vigentes não tem conseguido o resultado esperado, ou seja, deter os caçadores”, o que resultou no anúncio de uma sentença bem mais dura aos infratores: a pena de morte. A medida gerou elogios daqueles que pediam por uma medida com impacto suficiente para salvar essas espécies de extinção, mas também críticas dos que são contra pena de morte.

A caça entrou em declínio no Quênia graças ao aumento da atenção dada a este assunto e aos esforços dedicados à aplicação da lei de proteção à vida selvagem. Em comparação com 2012 e 2013, a caça de rinocerontes na área diminuiu em 85% e a caça de elefantes em 78%. Mesmo com essa melhora, os animais ainda estão em perigo.

O número de rinocerontes negros no Quênia está abaixo de mil, enquanto a população de elefantes gira em torno de 34 mil animais. Em 2017, nove rinocerontes e 69 elefantes foram mortos por caçadores, o que já é suficiente para “virtualmente cancelar a taxa de crescimento da população em geral”, segundo a Save the Rhino (Salve os Rinocerontes, na tradução livre).

Os elefantes infelizmente são um dos alvos mais procurados pelos caçadores, pois suas presas de marfim são utilizadas em jóias, peças de decoração, estatuetas religiosas e outros objetos no Extremo Oriente.

Segundo a African Wildlife Foundation (AWF), até 70% do marfim traficado termina na China, onde é vendido por até mil dólares s libra (450 gramas). A China adotou uma proibição ao comércio de marfim que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2018, mas os mercados negros ainda resistem.

Os chifres de rinoceronte também são muito procurados por caçadores, pois crendices populares pregam de forma ignorante que eles teriam o poder de curar impotência, febre, câncer, ressaca e outras condições médicas.

Na realidade tudo isso não passam de crenças vazias, eles não curam nada disso, são feitos de queratina, mesmo material das unhas humanas. Chifres de rinocerontes são vendidos por cerca de 30 mil dólares (aproximadamente 100 mil reais) a libra (450 gramas). De acordo com AWF no ritmo de mortes que vêm acontecendo por caçadores, elefantes, rinocerontes e outras espécies da vida selvagem estarão extintos em algumas décadas.

Ajuda da Tecnologia

A caça na África é resultado de sindicatos do crime organizado, que “usam tecnologia de ponta e armas de alta potência para rastrear e matar muitos animais sem serem detectados”, afirma a AWF.

Óculos de visão noturna, lançadores de granadas e AK-47 , GPS e helicópteros de baixa altitude são todos equipamentos utilizados na matança.

Em um esforço único para revidar essas ofensivas, além de fazer da caça um crime punível com pena de morte, o Serviço de Prteção à Vida Selvagem do Quênia (KWS) planeja aumentar também o número de promotores dos crimes contra a vida selvagem.

Atualmente, apenas dois procuradores são responsáveis pelo país todo. Mas projetos anunciados prevêm que o número seja aumentado para 14, permitindo assim que os criminosos sejam apropriadamente processados. A medida sófoi possível graças a uma colaboração entre o Ministério Público do Quênia e a organização de conservação da vida selvahem Space for Giants (Espaço para os Gigantes, na tradução livre).

“Agora não só o KWS pode pegar os caçadores que exterminam a vida selvagem do Quênia, como será possível garantir que esses criminosos sejam condenados pelas leis do país”, disse Max Graham, da Space for Giants.

“Um guarda no exercício de sua função não deveria jamais ter que experimentar a frustração de confrontar um caçador preso por ele uma semana antes, andando livre novamente por causa de uma absolvição. Este é um passo crítico na batalha contra o comércio ilegal da vida selvagem”, desabafa ele.

Alguns animais, como os rinocerontes negros, estão tão criticamente ameaçados que as populações restantes foram enviadas para santuários, sob a proteção de guardas florestais armados.

Alguns guardas quenianos já estão trabalhando equipados com tecnologia avançada, como câmeras infravermelhas e térmicas, tanto portáteis quanto equipadas aos seus carros. As câmeras permitem que eles identifiquem caçadores e animais pelo calor de seus corpos a quase duas milhas de distância.

“No passado, nunca teríamos encontrado essas pessoas”, afirma Brian Heath, ativista e diretor do grupo de conservação em prol da vida selvagem Mara Conservancy. “Agora os caçadores estão dizendo por aí que não vale a pena sair à caça, porque a chance de ser pego está ficando cada vez maior.

Estas medidas se tornaram um grande obstáculo a ação dos criminosos”. Em outras áreas, como na África do Sul, onde vivem a maioria dos rinocerontes, eles foram transportados de avião das áreas propensas à caça para locais mais seguros, como o Botsuana.

Qual o futuro dos rinocerontes e elefantes ameaçados de extinção? 

Outra ameaça para os rinos e elefantes além da caça, é a perda de habitat. Estimativas apontam que estas espécies e outros herbívoros de grande porte, como os hipopótamos, estão em apenas 20% dos números que um dia já representaram na África.

Estas espécies requerem grandes extensões de terra para habitar e tem dificuldade em sobreviver em áreas fragmentadas. Mas seus habitats estão sendo destruídos pela ocupação humana incluindo contração de rodovias, áreas ocupadas para pecuária, cultivo de alimentos, etc..

Como seria o mundo sem elefantes e rinocerontes? O melhor seria nem ter que passar por isso, mas esta seria uma perda devastadora, já que ambas as espécies fornecem benefícios valiosos para o meio ambiente. Os elefantes, por exemplo, dispersam sementes em suas fezes enquanto viajam por longas distâncias, e os rinocerontes pastam em grandes quantidades de grama, ajudando a mantê-las curtas e facilitando o acesso aos alimentos a impalas, gnus e zebras.

Através de sua urina e fezes, elefantes e rinocerontes também deixam fontes de nutrientes concentrados no meio ambiente, beneficiando toda a paisagem.

Quanto ao que o futuro reserva, muitos estão esperançosos de que a posição do Quênia contra a caça transformará o país em um líder global de conservação no continente, ajudando a salvar essas espécies magníficas.

As informações acima foram consultadas nos sites The Independent e The Health Pet.

 

Boto raro chora ao ser vendido em mercado chinês

A ANDA já noticiou diversas vezes sobre o comércio na China de peixes, como o totoaba, e outros animais marinhos ameaçados de extinção.

A espécie do boto resgatado, é encontrada principalmente no leste da Ásia, e é listada como ameaçada pela Lista Vermelha da IUCN. A negociação dos animais é estritamente controlada por convenção internacional e proibida na China.

O animal foi vendido ao preço de 20 yuans por quilo (aproximadamente R$12) na última segunda-feira (18), segundo os dois amantes de animais que o resgataram.

Ele foi encontrado em um mercado marítimo no condado de Xuwen, na província de Guangdong, sul da China, de acordo com a publicação estatal chinesa People’s Daily citando a fonte de notícias local Beijing Headlines.

Cheng Mingyue e Cheng Jianzhuang disseram que o animal media cerca de 1,7 metro de comprimento e pesava mais de 50 quilos.

As imagens divulgadas pelo People’s Daily mostram o animal sendo colocado na parte de trás de um triciclo e uma multidão se reunindo para olhá-lo.

Mingyue disse: “Nós vimos uma pessoa trazendo-a ao mercado e muitas pessoas vieram olhar. Estava chorando durante todo o processo”.

Os dois jovens pagaram ao fornecedor 1.500 yuans (aproximadamente R$850) e compraram o boto inteiro.

“O vendedor de peixe nos emprestou um carrinho que ele usa para transportar mercadorias”, disse Mingyue ao jornal Beijing Youth Daily.

“Por volta das 16h, levamos o” golfinho “para a praia e o libertamos”.

Mingyue disse que quando eles soltaram o animal pela primeira vez, ele não sabia nadar – possivelmente devido ao fato de sua cauda estar ferida.

“Nós o levamos para águas mais profundas e esperamos por duas horas até que não pudemos mais vê-lo.”

Depois de ver as imagens fornecidas por Mingyue e Jianzhuang, especialistas locais em pescaria identificaram o animal como um boto-branco, que é uma espécie animal protegida de segunda classe na China.

Diferentemente dos golfinhos, os botos têm focinhos mais curtos, bocas menores, nadadeiras dorsais menos curvas e corpos mais curtos e robustos.

Os botos são caracterizados pela falta de barbatanas dorsais; em vez disso, eles têm “ranhuras” dorsais mais largas. Eles podem ser encontrados ao longo da costa leste e sul da China, bem como no rio Yangtze.

Cerca de 200 botos vivem na Região do Rio das Pérolas, onde ocorreu o incidente, de acordo com a Ocean Park Conservation Foundation de Hong Kong.

O boto é um tipo de toninha de água doce, é considerado “criticamente ameaçado” pela WWF e é ainda mais raro do que o panda gigante.

Todos os botos são submetidos a controles comerciais pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (CITES).

A caça, a matança e o comércio destes botos são proibidos pela Lei de Conservação de Animais Silvestres. A autoridade pesqueira de Xuwen iniciou uma investigação sobre o incidente. Os oficiais entraram em contato com os dois salvadores e com o vendedor de peixe para coletar informações sobre o pescador que capturou o animal. As informações são do Daily Mail.

A autoridade promete punir pessoas relevantes sobre os resultados da investigação.

 

 

 

Caça a golfinhos no Japão pode se tornar ilegal

Foto: Pixabay

O Japão vem sendo duramente criticado por ativistas e simpatizantes da causa, principalmente após o documentário “The Cove”, de 2009. As práticas bárbaras de caça e captura de golfinhos continuaram sem limites, particularmente em Taiji.

Na captura, os animais são perseguidos, atordoados e encurralados em uma enseada para que não possam escapar. Enquanto milhares deles são brutalmente mortos durante a caça, outros são escolhidos para serem explorados como entretenimento humano.

A Action for Dolphins afirma que o método de matar esses animais é particularmente desumano; os golfinhos sangram por vários minutos, resultando em uma morte lenta e dolorosa. Segundo o filme, 23.000 golfinhos e botos são brutalmente mortos no Japão todos os anos.

Os ativistas também observam que, como os golfinhos são tecnicamente mamíferos e não peixes, os caçadores de Taiji estão infringindo a lei, removendo-os do oceano para serem vendidos por sua carne ou para aquários.

A executiva-chefe da Action for Dolphins, Sarah Lucas, disse:  “Os golfinhos são erroneamente vistos como ‘peixes’ no Japão e, portanto, as leis domésticas que protegem os mamíferos da crueldade não foram aplicadas a elas”.  Mas os pescadores de Taiji alegam que não pretendem acabar as caçadas, observa o The Guardian. Segundo eles, a caça de golfinhos é uma parte crucial da economia da cidade. Também tem significado cultural.

Lucas sustenta que, se o desafio legal não for bem sucedido e a caça continuar, isso poderá ter consequências desastrosas para os mamíferos marinhos. As informações são do LiveKindly.

“A caça irresponsável de centenas de golfinhos e baleias contribuiu para a quase eliminação de algumas espécies em águas japonesas”, explicou ela.

Outro porta-voz da Action for Dolphins acrescentou: “Isto não é sobre lançar críticas ao Japão, mas sobre o cumprimento das leis do país. Estamos tentando despolitizar o debate”.

A indústria baleeira do Japão recentemente chegou às manchetes depois que se retirou da Comissão Baleeira Japonesa. Alguns acharam que a medida foi um passo atrás no progresso contra a indústria, no entanto, a organização de conservação dos oceanos Sea Shepherd rotulou a notícia como uma “vitória”.

De acordo com a Sea Shepherd, retirando-se da comissão, o Japão essencialmente se declarou como uma “nação baleeira pirata” ilegal, facilitando a luta contra os caçadores ilegais japoneses.

A crueldade japonesa                           

Outra triste notícia também foi divulgada pela ANDA em setembro de 2018: golfinhos estavam sendo brutalmente explorados para preparação das Olimpíadas de 2020, no Japão.

Os foram forçados a fazer truques para uma multidão, como um “evento de teste pré-olímpico”.

De acordo David Phillips, diretor executivo do Projeto Internacional de Mamíferos Marinhos  liderado pelo Earth Island Institute, o evento “é um lembrete crucial de como o governo japonês e o Comitê Olímpico Japonês estão explorando golfinhos e baleias, em desafio do resto do mundo”.

“Esses golfinhos passam fome fome para fazer os truques. Eles são mantidos em confinamento desumano em pequenos tanques de concreto altamente clorados. E, pior, eles foram capturados da maneira mais desumana possível, arrancados da natureza e de suas famílias e são assassinados sem piedade”, acrescentou.