Investigação expõe crueldade e agressões a vacas em fazenda leiteira

Foto: Animal Recovery Mission

Foto: Animal Recovery Mission

Uma investigação secreta revelou o abuso e sofrimento a que são submetidas vacas em uma grande fazenda de laticínios orgânicos dos EUA.

A Animal Recovery Mission (ARM), que divulgou recentemente a maior investigação sobre laticínios ja realizada, que expõe o abuso em massa de bezerros na Fazenda Fair Oaks, em Indiana, nos Estados Unidos, também está por trás das filmagens dessa vez feitas na Natural Prairie Dairy, no Texas.

De acordo com a ARM, a Natural Prairie Dairies abriga mais de 25 mil vacas em quatro locais perto de Dalhart, no estado do Texas, e atualmente fornece a alguns dos maiores varejistas do mercado.

Abuso de animais

O vídeo da ARM mostra as vacas sendo chutadas, atormentadas, perseguidas, atingidas com pás e apunhaladas com chaves de fenda por técnicos veterinários e cuidadores de animais.

No vídeo também constam as informações de que os animais foram desumanamente amarrados em posições desconfortáveis por horas, e as vacas foram vistas caindo em fossas e quase se afogando.

Além disso, nenhum cuidado médico foi fornecido aos numerosos animais: vacas com olhos infectados, feridas cobertas de pua, cortes e arranhões, mancando e muito fracas para andar foram observados, sem tratamento e com a saúde em declínio.

Além disso, as condições na fazenda eram miseráveis, com ambientes superlotadas e insalubres, e os animais sendo forçadas a se deitar em cimento frio coberto de fezes.

Sofrimento e tortura

“As vacas da Natural Prairie Dairy vivem uma vida de pura miséria e tortura. Espancadas, esfaqueadas e trancadas em celeiros cobertos de fezes, isso não é o que os consumidores imaginam quando compram leite orgânico e/ou queijo”, disse Richard “Kudo” Couto, fundador da ARM, em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“O mundo acaba de ser conscientizado sobre a realidade dos laticínios orgânicos”.

Animais não são produtos para serem explorados, comidos ou vendidos. A única maneira de evitar esse tipo de crueldade é se alimentar de forma vegana, não contribuindo para esse sórdido comércio de vidas.

Foto: Animal Recovery Mission

Foto: Animal Recovery Mission

O PBN entrou em contato com a Natural Prairie Dairy para um comentário. No momento da publicação, a fazenda leiteira ainda não havia respondido a nenhuma outra publicação.

Denúncia na fazenda Fair Oaks

A mesma organização responsável pela denúncia acima, da fazenda Natural Prairie Dairy, no Texas, Animal Recovery Mission (ARM), que atua em defesa dos direitos animais, divulgou um vídeo em junho em que mostra a violência contra bezerros em uma fazenda fornecedora da Fairlife, marca de produtos lácteos que pertence à Coca-Cola.

A filmagem, que aborda desde a realidade do transporte até o confinamento dos animais, mostra bezerros sendo chutados, socados e empurrados – além de receberem golpes na boca e no rosto com vergalhões e garrafas.

O vídeo apresenta ainda cenas de animais sendo submetidos a queimaduras, temperaturas extremas e nutrição inadequada. Há momentos em que os funcionários espancam os animais enquanto tentam obrigá-los a mamar.

“[Tudo] isso resultou em extrema dor e sofrimento para os bezerros e, em alguns casos, lesões permanentes e até mesmo a morte”, informa a organização.

Foto: Animal Recovery Mission

Foto: Animal Recovery Mission

A fazenda denunciada é a Fair Oaks, situada no estado de Indiana, nos Estados Unidos. Atuante no ramo de laticínios, a empresa é conhecida como uma das maiores produtoras de leite dos Estados Unidos.

O nível de estresse dos animais também é outra face explorada no vídeo, além do desespero de uma vaca que começa a mugir incessantemente após a separarem de seu bezerro.

Outra denúncia feita no vídeo é que a Fair Oaks costuma dizer que os bezerros que nascem na propriedade não são enviados para a indústria de carne de vitela. Porém é exatamente isso também que a ARM revela na filmagem.

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Focas apavoradas se ferem e morrem ao fugir de turistas que invadem seu habitat

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

Focas apavoradas foram filmadas saltando e se arriscando em penhascos em uma tentativa desesperada de evitar que turistas chegassem perto demais delas.

Vídeos mostram as focas caindo de costões rochosos no mar, muitas vezes se machucando no caminho para baixo.

Outras imagens capturaram uma debandada de focas provocada pelo aparecimento de um drone, e outra mostra um animal flagrado tentando escapar de um cachorro depois dele ter sido solto pelo tutor.

Um aumento acentuado no número de incidentes como este levou a realização de um relatório chamado “Não perturbe! A crescente ameaça às nossas focas”.

O relatório – publicado pelo Seal Protection Action Group e pelo Cornwall Seal Group Research Trust – afirma que as focas são frequentemente perturbadas por embarcações motorizadas, jet-skis, caiaques, paddle boarders, passeios de observação da vida selvagem em terra ou mar, bem como por pescadores e caminhantes.

As pessoas que tentam alimentar focas também são motivo de crescente preocupação.

Andy Ottaway, do Action Group, disse que as focas já enfrentam ameaças suficientes em problemas de habitat e excesso de pesca nas águas, e precisam ser deixadas em paz.

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

“Nossas focas estão sob ameaça crescente de mortes deliberadas, mudanças climáticas, pesca, poluição tóxica, emaranhamento de redes, ingestão de plástico e ferimentos graves causados por colisões com navios”, disse ele.

“Precisamos dar a todos os nossos preciosos animais marinhos, incluindo as focas, mais espaço”.

“O impacto cumulativo de todas essas ameaças, juntamente com esses crescentes problemas de perturbação, está colocando esses maravilhosos animais em sério risco.”

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

Com o início das férias de verão, milhões de visitantes viajam para a costa e a superlotação aumenta a pressão sobre a fauna marinha, incluindo focas.

O relatório destaca o crescente impacto prejudicial que a atividade humana pode ter sobre essa vida selvagem.

A análise também documenta estudos de caso em torno da costa britânica, onde populações de focas protegidas estão sofrendo distúrbios crônicos causados por atividades humanas.

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

As ONGs dizem que tais atividades podem causar ferimentos graves e ter conseqüências potencialmente fatais.

O relatório cataloga graves incidentes no sudoeste da Inglaterra; North-West Wales; Nordeste da Inglaterra e nordeste da Escócia em locais de importância crítica.

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

Os pesquisadores encontraram evidências de que a população de focas está sofrendo por causa da intrusão humana por meio de atividades recreativas.

O relatório adverte que a perturbação repetida pode causar sérios danos aos animais individualmente, por meio de estresse e até mesmo de ferimentos graves.

A perturbação também pode afetar a população local e nacional, reduzindo o sucesso reprodutivo, causando abandono de filhotes dependentes e até a morte prematura.

Sue Sayer, do Cornwall Seal Group Research Trust, disse: “Muitas comunidades se beneficiam financeiramente do turismo e do tipo de vida selvagem confiável (não-agressiva) que as focas proporcionam.

“No entanto, precisamos tomar cuidado e reduzir os já altos níveis de perturbação caso contrário, esses benefícios ambientais, sociais e econômicos poderão desaparecer em breve, junto com as focas”, concluiu Sayer.

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Bezerro foge de matadouro e tem a garganta cortada em estacionamento ao ser pego

Foto: Bloomfield Police Department

Foto: Bloomfield Police Department

Imagens fortes flagram o momento em que funcionários de um matadouro perseguem, cercam e cortam a garganta de um filhote de vaca no estacionamento de loja de construção Connecticut nos Estados Unidos Home Depot. O bezerro tinha acabado de fugir do matadouro e corria pelo local assustado e sem rumo.

A filmagem foi feita pela câmera de uma viatura da polícia que seguia o animal em baixa velocidade e pretendia prender o filhote com uma corda após cercá-lo em um canto no estacionamento. No vídeo é possível ver os funcionários perseguindo a vaca jovem e matando-a para logo em seguida deixá-la se contorcendo no chão ao lado da loja em Bloomfield.



A perseguição sangrenta começou quando o bezerro escapou da loja de carnes e matadouro Saba, que mantém os animais no local, e atravessou a rua indo parar no estacionamento da Home Depot, segundo a NBC Connecticut.

O empregado do Saba, Badr Musaed, correu atrás do filhote com uma faca de 30 centímetros e foi acompanhado por Andy Morrison – um empreiteiro que trabalhava na construção da lanchonete, que por acaso tinha um arco e flecha, que disparou contra o animal, errando o alvo, conforme informações da NBC.

No vídeo, Musaed pode ser visto a vários metros de distância, cortando a garganta do filhote – para grande infelicidade dos policiais e outros espectadores, entre eles uma criança.

Depois, um policial pode ser ouvido dizendo a Musaed ele responderá pela maneira como o animal foi morto, de acordo com a NBC.

“Isso não é algo que pode ser feito”, diz o policial. “Vocês deveriam ter pego uma corda, levar o animal daqui, essa criança aqui viu você cortar a garganta da vaca.”

Embora contatado para dar uma declaração o trabalhador da Saba se recusou a comentar sobre o incidente.

Desrespeito e crueldade

Vacas, bois e bezerros são animais sencientes, com sua capacidade de amar, sofrer, criar vínculos e compreender o mundo ao se redor comprovada cientificamente pela Declaração de Cambridge em 2012.

Nada justifica a crueldade ou a morte a que são submetidos esses seres diariamente, seja por seu leite, por sua carne ou por sua pele.

Foto: Reedit/Reprodução

Foto: Reedit/Reprodução

O total desrespeito a esses animais assim como à todos os outros é uma consequência do especismo, crença que rege a sociedade e que vê os animais como seres inferiores, disponíveis para que o ser humano disponha de suas vidas como bem entender.

Belos, únicos, companheiros de planeta e iguais em direitos aos seres humanos, essas vidas indefesas tem sido vítimas da ganância e crueldade humanas por séculos. Explorados para entretenimento, trabalho, comida, remédios e uma imensidade de outros fins, eles seguem silenciosamente subjugados à vontade humana.

O episódio flagrado pelas câmeras policiais foi um exemplo que veio a público entre milhões de outros que permanecem nos cativeiros escuros de fazendas de criação, matadouros e tantos outros locais de morte e sofrimento de animais.

Lutando pela vida, tentando escapar da prisão em que vivia, esse bezerro apenas encontrou o destino que lhe estava reservado entre as paredes de um matadouro: a morte certa.

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Vídeo flagra grupo de mais de 100 golfinhos nadando junto a barco

Um grupo imenso de golfinhos foi filmado nadando em conjunto ao longo da costa da Califórnia no domingo, emocionando os espectadores que tiveram a sorte de testemunhar a rara visão, com suas acrobacias e mergulhos.

Chuck Patterson e seus amigos pegaram o barco para sair para uma sessão de hydrofoil surf quando os golfinhos apareceram nas águas perto de Laguna Beach. O grupo começou a seguir o barco e cercou a embarcação. Os golfinhos nadaram ao lado do barco e saltavam para fora da água enquanto corriam ao lado do barco.

“Absolutamente incrível testemunhar este enorme grupo de jovens golfinhos nadando pela costa de Laguna Beach hoje”, escreveu Patterson no Facebook. “As maravilhas surpreendentes da Mãe Natureza nunca decepcionam.”

Patterson disse à Reuters que provavelmente havia mais de 100 golfinhos que nadaram junto ao barco pela costa oceânica.

“Eles pareciam super felizes, você realmente podia sentir a energia”, Patterson disse ao se referir aos golfinhos.

Embora incomuns, os observadores de baleias relataram alguns avistamentos de mega grupos de golfinhos, informou o Orange County Register.

“O sul da Califórnia tem a maior densidade de golfinhos por milhas quadradas que em qualquer outro lugar da Terra”, de acordo com o grupo de observação de golfinhos e baleias Capt. Dave’s Dolphin and Whale Watching, em Dana Point.

O site da organização diz que a área abriga quase 450 mil golfinhos comuns, com mega grupos que chegam a 10 mil golfinhos cada.

No Brasil

Imagens feitas por pesquisadores do Laboratório de Mamíferos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) na última sexta-feira (12) mostram mais de 500 golfinhos pintados do Atlântico nadando na orla da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

De acordo com o professor José Lailson, essa espécie de golfinho é comum no mar da cidade, mas os pesquisadores nunca tinham visto um grupo tão grande nadando junto.

Foto: Reprodução/ TV Globo

Foto: Reprodução/ TV Globo

Os animais acompanharam o barco dos pesquisadores e, durante o passeio, ainda encontraram uma baleia Jubarte e brincaram com ela em alto mar.

Ainda segundo o professor, a baleia tem cerca de três anos de idade e mede 11 metros. A espécie costuma passar pelo litoral fluminense nessa época do ano rumo ao Nordeste, onde vai se reproduzir. Apenas na sexta, os pesquisadores encontraram dez baleias.

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Relatório revela que mais de 28 mil espécies estão ameaçadas de extinção

Foto: Sonja Wolters/WAPCA/IUCN

Foto: Sonja Wolters/WAPCA/IUCN

Do topo das árvores às profundezas dos oceanos, a destruição da vida selvagem pela humanidade continua a levar muitas espécies à extinção, é o que revela a última “lista vermelha” da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) ressaltando que um terço de todas as espécies avaliadas está sob ameaça.

A destruição de habitats e a caça de animais selvagens agora levaram sete espécies de primatas a entrar em declínio, enquanto a pesca levou duas famílias de extraordinários arraias à beira do abismo.

Poluição, barragens e excesso de captação de água doce são responsáveis por graves quedas na vida selvagem fluvial do México ao Japão, enquanto a extração de madeira está devastando o pau-rosa-de-madagascar e a doença está dizimando o olmo americano.

A lista vermelha, realizada pela IUCN, é a avaliação mais respeitada do status das espécies. A lista publicada na quinta-feira acrescenta quase 9 mil novas espécies, elevando o total para 105.732, embora esta seja uma fração dos milhões de espécies que se imagina viver na Terra. Nem uma única espécie foi registrada como tendo melhorado seu status.

Foto: Matt Potenski/IUCN

Foto: Matt Potenski/IUCN

Um exame de referência da saúde do planeta publicado em maio já havia concluído que a civilização humana estava em perigo pelo declínio acelerado dos sistemas naturais de suporte à vida da Terra. As populações de animais silvestres despencaram 60% desde 1970 e as extinções de plantas estão ocorrendo a uma taxa “assustadora”, segundo os cientistas.

“A natureza declinando a taxas sem precedentes na história da humanidade”, disse Jane Smart, diretora do grupo de conservação da biodiversidade da IUCN. Ela acrescentou que medidas decisivas são necessárias para deter o declínio, com a cúpula da convenção de biodiversidade da ONU no próximo ano na China como evento crucial para tomada de ações.

A lista vermelha destaca a situação dos peixes-espada e dos gigantes peixes-viola ou peixes-guitarra, eles são agora as famílias de peixes marinhos mais ameaçadas do mundo, com todas menos uma das 16 espécies criticamente ameaçadas – o que significa que elas estão a um passo da extinção.

A pesca intensificada e não regulamentada é a culpada, com as arraias geralmente capturadas “não intencionalmente”, sendo o alvo da pesca outra espécie.

Entre as sete espécies de primatas que estão mais perto da extinção, seis estão na África Ocidental, onde o desmatamento e a caça por carne são abundantes.

Atualmente, restam apenas 2 mil macacos-roloway (Cercopithecus roloway) na Costa do Marfim e em Gana, o que significa que sua população é precariamente pequena. Seu tamanho corporal relativamente grande e o valor de sua carne e pele fizeram deles um dos alvos preferidos dos caçadores.

Foto: Chong Chen/IUCN

Foto: Chong Chen/IUCN

A busca incansável da humanidade por água doce, particularmente para a agricultura, está tendo um impacto especialmente grande sobre a vida selvagem dos rios e dos lagos.

A atualização da lista vermelha revela que mais da metade dos peixes de água doce no Japão e mais de um terço no México estão agora ameaçados de extinção. Pesquisas recentes descobriram que dois terços dos grandes rios do mundo não fluem mais livremente.

“A perda dessas espécies de peixes de água doce poderia ter efeitos secundários em ecossistemas inteiros”, disse William Darwall, chefe da unidade de biodiversidade de água doce da IUCN.

A atualização da lista vermelha também incluiu 500 espécies de peixes ósseos de profundidade, como peixes-lanterna bioluminescentes, que enfrentam ameaças potenciais pela pesca profunda, perfuração de petróleo e gás e mineração no fundo do mar. O caracol é o primeiro molusco que vive nas fontes hidrotermais profundas a ser adicionado à lista e é avaliado como ameaçado de extinção.

A IUCN tem novas avaliações para a maioria das árvores da floresta seca em Madagascar, incluindo 23 espécies de jacarandá e palissandro, e descobre que 90% estão ameaçadas. Sua madeira é valorizada na construção de móveis e é o produto selvagem ilegal mais traficado do mundo. O olmo americano entrou na lista vermelha pela primeira vez como ameaçado. A árvore, que já foi comum, diminuiu ao longo de décadas devido a um patógeno fúngico invasivo, doença dos olmos holandeses.

“As doenças invasivas, juntamente com a poluição do ar e a mudança climática, dizimaram populações numerosas de espécies de árvores norte-americanas que antes ofereciam alimentos abundantes para a fauna nativa, assim como a beleza paisagem”, disse Healy Hamilton, da NatureServe, uma rede de cientistas da biodiversidade.

Os fungos são uma presença crescente na lista, com a atualização revelando que pelo menos 15 espécies que crescem tradicionalmente no campo de muitos países europeus estão agora ameaçadas de extinção. O fungo red waxcap (Hygrocybe coccínea), encontrado no Reino Unido e na Alemanha, é aquele que mais sofreu com as pastagens semi-naturais sendo convertidas em agricultura intensiva.

Outras espécies adicionadas incluem o rato-de-vidoeiro-húngaro (Sicista trizona), agora extinto em 98% comparado a sua antiga variedade devido à agricultura intensiva, e o sapo-de-poça do Lago Oku (Xenopus longipes), antes o sapo mais abundante no Lago Oku nos Camarões mas possivelmente extinto devido a um fungo devastador que tem amatado anfíbios em todo o mundo.

“A perda de espécies e a mudança climática são os dois grandes desafios que a humanidade enfrenta neste século”, disse Lee Hannah, da Conservation International. A lista vermelha aborda ambos, disse ele, ao incluir a ameaça do aquecimento global na avaliação do risco de extinção. “Os resultados são claros, devemos agir agora em ambos.”

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Urso escala muro de 4 m e passa por três cercas elétricas para fugir de cativeiro

Foto: Province of Trento Press Office

Foto: Province of Trento Press Office

Um urso escapou de um cativeiro para animais selvagens onde era mantido e fugiu dos guardas florestais italianos após escalar três cercas elétricas e uma parede de quatro metros de altura.

O urso pardo, que foi apelidado de “gênio”, havia sido capturado anteriormente pelas autoridades, que usaram uma armadilha para ursos para prendê-lo, na região italiana de Trentino, no domingo.

O animal de 140 kg, fugiu de seu recinto em Val Rendena poucas horas depois de ser pego, e está em fuga desde então.

Foto: Province of Trento Press Office

Foto: Province of Trento Press Office

O presidente de Trentino, desde então, deu permissão às autoridades para matar o urso, provocando indignação de grupos de direitos animais, bem como a oposição pública do Ministério do Meio Ambiente.

O presidente de Trentino, Maurizio Fugatti, emitiu uma ordem para que o animal fosse preso há mais de um mês, depois do urso ter sido visto perto de áreas habitadas e consideradas perigosa para humanos e animais selvagens.

Fugatti deu aos guardas do parque a ordem de matar o animal, depois que ele escapou de seu cercado na segunda-feira. Guardas florestais com cães farejadores estão caçando o animal.

Foto: Province of Trento Press Office

Foto: Province of Trento Press Office

“Se o urso se aproximar de áreas habitadas, os guardas florestais têm permissão para matá-la”, disse Fugatti.

“O fato de o urso ter conseguido escalar uma cerca elétrica com sete fios a 7 mil volts demonstra que esse espécime é perigoso e um problema de segurança pública”, disse o presidente, claramente desconsiderando toda e qualquer ótica do ponto de vista do animal, que provavelmente desesperado e aflito por estar preso após uma vida inteira livre, apostou tudo em sua fuga, arriscando a própria vida.

O desprezo pelo animal é tão notável que ele ganhou um número e uma letra como idetificação: M49

A ordem para matar o animal provocou indignação de grupos de direitos animais no país, incluindo a WWF Itália.

Foto: Province of Trento Press Office

Foto: Province of Trento Press Office

O ministro do Meio Ambiente, Sérgio Costa, não se mostrou impressionado com a forma como a perseguição ao animal foi tratada, criticando os envolvidos. Ele acrescentou que a ordem para matar o urso era “absurda”.

Fotos divulgadas pela assessoria de imprensa da província de Trento confirmaram que o urso está vivo e circula pelos bosques perto da cidade de Trento, na região de Trentino-Alto Adige, no norte da Itália.

Uma foto tirada às 22:54 da noite passada por uma câmera de vigilância armada na natureza e mostra o urso vivo e bem, espreitando em uma área não muito distante de onde foi capturado.

Foto: Province of Trento Press Office

Foto: Province of Trento Press Office

Outra foto mostrou o urso às 09:29 desta manhã.

Muitos usaram as mídias sociais para mostrar seu apoio ao animal, sob a hashtag #fugaperlaliberta, significando #escapeforlreedom.

“Vamos lá M49”, uma pessoa twittou.

Foto: Province of Trento Press Office

Foto: Province of Trento Press Office

“M49 é meu herói”, disse outro.

A Liga da Itália para a Abolição da Caça (LAC) descreveu o urso, que desafiou 7 mil volts elétricos, como se realmente possuísse superpoderes.

“Evidentemente, o urso é um gênio da fuga, dotado de superpoderes parecido com um herói da Marvel Comics”, disse em um comunicado.

Foto: Province of Trento Press Office

Foto: Province of Trento Press Office

Life for Urses, um grupo de vida selvagem local para a preservação de ursos em Trentino, comparou a situação ao filme King Kong.

Todos sabemos como King Kong termina: o gorila se defende, mas no final sucumbe. O mesmo roteiro já foi escrito para este urso corajoso”, disse o grupo em um comunicado.

A WWF Itália twittou seu apoio ao animal, dizendo: “Viva M49 e com ele todos os ursos”.

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Visitantes de zoo jogam pedras em panda para obrigá-lo a se mexer

Foto: Weibo

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Os pandas são um dos principais símbolos da China, na cultura do país esses animais representam amizade e paz e são conhecidos por seu temperamento gentil – mas isso não impediu que dois turistas atirassem pedras em um panda gigante no zoológico de Pequim. Outro visitante filmou a cena em vídeo e disse que o casal estava tentando “acordar” o raro animal.



O panda, apelidado de Meng Da, já parecia estar acordado e preguiçosamente cuidando de sua vida, quando os dois visitantes começaram a atacar o animal com pedras tentando fazer o panda se levantar e interagir com eles. O vídeo foi postado na versão chinesa do Twitter, o Weibo, onde atraiu mais de 100 milhões de acessos.

O vídeo foi filmado no antigo pavilhão de pandas, construído em 1989 para celebrar os Jogos Asiáticos de 1990, sediados na capital chinesa. Com duração total em 30 minutos, o clipe de 38 segundos mostra uma pessoa atirando pedras e depois outra fazendo o mesmo.

Foto: Weibo

Foto: Weibo

Distraído e relaxado, o panda não parecia prestar atenção ao ataque. Um porta-voz do zoológico disse ao The Beijing News que os guardiões do animal correram para o local no sábado para evitar que mais turistas jogassem objetos no recinto. O zoo também relatou que Meng Da saiu ileso do ocorrido, sem ferimentos decorrentes do incidente.

Foto: Weibo

Foto: Weibo

Esta não é a primeira vez que algo assim aconteceu, infelizmente. Em julho do ano passado, turistas de uma reserva no condado de Foping, Hanzhong, província de Shaanxi, foram retirados do local e colocados na lista de pessoas indesejadas da reserva após atirar pedras em um panda, informou a CCTV News.

Foto: Weibo

Foto: Weibo

Desde o ataque, o zoológico de Pequim prometeu melhorar a segurança e as inspeções das casas e recintos onde vivem os pandas.

Risco de extinção

De acordo com a Administração de Florestas e Pastagens da China, os ursos pandas estão fora de risco de extinção. Atualmente há 1864 pandas vivendo na natureza selvagem chinesa, o que significa um aumento de 750 se comparado aos 1114 da década de 1970.

Esse crescimento é uma consequência do surgimento de novas reservas naturais para pandas-gigantes na China, que agora chegam a 67. A União Internacional Para a Conservação da Natureza confirma que realmente os pandas estão fora de ameaça de extinção.

A notícia é bastante positiva, considerando que os pandas são animais de difícil reprodução por terem um ciclo fértil muito curto. Além disso, existe a questão da compatibilidade, que é um problema comum principalmente quando os animais são criados em cativeiro.

Por outro lado, nas reservas naturais eles têm conseguido encontrar pares compatíveis. Inclusive atualmente cerca de 70% dos filhotes de panda-gigante são gêmeos, o que significa bons níveis de reprodução.

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Humanidade consome recursos 74% mais rápido do que o planeta consegue regenerar

No dia 29 de julho, a humanidade terá consumido todos os recursos naturais que o planeta é capaz de regenerar em um período de um ano. Essa descoberta, feita pela ONG Global Footprint Network, parceira da WWF, levou à conclusão de que a velocidade de consumo das pessoas é 74% maior do que a capacidade de regeneração do planeta Terra.

O dia 29 de julho é a data mais crítica desde 1970, quando o consumo ultrapassou em dois dias capacidade anual dos recursos serem regenerados, o planeta entrou em déficit ecológico, sendo a data da sobrecarga o dia 29 de dezembro. Em 1979, a data era 29 de outubro. Já em 1989, o dia foi 11 de outubro. Em 1999, 29 de setembro e 18 de agosto em 2009. Quando todos esses dias, registrados num período de 49 anos, são somados, o déficit alcança 4.493 dias, ou 12,3 anos.

Foto: Jonathan Lins/FPI do São Francisco

Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores fizeram cálculos que levam em consideração: capacidade de produção dos ecossistemas; quantidade de pessoas no planeta; o quanto é consumido pela humanidade; com que eficiência os produtos são fabricados.

A produção de petróleo faz com que os países que lideram essa produção estejam na frente no que se refere à data em que a velocidade de regeneração dos recursos passa a ser inferior ao consumo deles. O primeiro país a exceder esse consumo foi o Catar, com data em 11 de fevereiro. Outros grandes produtos de petróleo também estão à frente, como Emirados Árabes Unidos, que teve a data de déficit em 8 de março, e o Kuwait, em 11 de março. Os recursos dos Estados Unidos foram consumidos em 15 de março. Dia 26 de maio foi a data de Portugal e dia 17 do mesmo mês a da Inglaterra. Em 26 de abril, a Rússia consumiu seus recursos e a China foi em 14 de junho. A data da Argentina foi 26 de junho. O mesmo acontecerá no Brasil em 31 de julho, dois dias depois da média mundial.

Enquanto a principal causa do uso dos recursos em muitos países é o consumo exacerbado, no Brasil é a queda na capacidade de regeneração de recursos ecológicos consumidos em terras agrícolas, pastagens e áreas onde é realizada a pesca. Além disso, o transporte e o desperdício de alimento também geram demanda por recursos naturais no país.

De acordo com o estudo, o uso exacerbado dos recursos naturais levam a escassez de água potável, erosão do solo, perda de biodiversidade e acúmulo de dióxido de carbono na atmosfera, além do aumento nas inundações, das secas, dos furacões e dos incêndios florestais.

A queima de combustíveis fósseis também é um problema. Segundo a pesquisa, 60% do déficit está relacionado ao acúmulo de CO2 na atmosfera e no oceano.

Ambientalistas indicam a adoção de hábitos mais sustentáveis. Dentre eles, está o veganismo. Isso porque o consumo de produtos de origem animal, especialmente a carne, está intimamente ligado ao desperdício de água, à contaminação do solo e de rios, lagos e oceanos, e ao desmatamento. Até mesmo a produção agrícola, que desmata grandes áreas, está relacionada à carne, já que a maior parte dos grãos produzidos são usados na alimentação de animais explorados para consumo – que também geram desmatamento de maneira direta, quando florestas são destruídas para dar espaço a pasto para criação desses animais.

De acordo com o Banco Mundial, em 2050 serão necessários três planetas Terra para atender à demanda de recursos naturais da humanidade, já que a população deve chegar a 9,6 bilhões de pessoas.


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Macacos de grupo distinto acolhem filhote atropelado

Foto: Mirror UK

Foto: Mirror UK

Macacos no Marrocos foram flagrados acolhendo e cuidando de um filhote seriamente ferido, pertencente a um grupo diferente do deles, em um comportamento nunca visto antes.

O incidente ocorreu depois que um macaco-de-gibraltar de três anos chamado Pipo foi atingido por um carro, resultando na separação do macaco de seu grupo.

Dois dias depois, um grupo vizinho de macacos-de-gibraltar encontrou Pipo e, embora os macacos não tivessem nenhuma relação social com Pipo, eles o acolheram e consolaram.

Felizmente, Pipo se recuperou completamente e ficou com o grupo por quatro meses, antes de retornar ao seu próprio grupo.

Pesquisadores da Universidade de Oxford presenciaram o evento no Parque Nacional Ifrane, nas montanhas do Middle Atlas no Marrocos.

Liz Campbell, que liderou o estudo, disse: “Nós pensamos que o acolhimento pode ser apenas uma opção para os macacos bebês, mas o caso de Pipo mostra que até mesmo os mais jovens podem ser aceitos por grupos adotivos selvagens.

“Essa observação fornece informações valiosas para estratégias de reabilitação e liberação, que ajudarão a melhorar o bem-estar dos macacos resgatados, fortalecer as populações selvagens e liberar espaço nos santuários para permitir mais resgates, que são contínuos no combate ao comércio de animais”.

Estudos anteriores indicaram que os macacos-de-gibraltar selvagens não são amigáveis com membros de outros grupos.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

No entanto, as novas descobertas sugerem que os macacos podem exibir formas básicas de empatia, mesmo para indivíduos desconhecidos.

A Sra. Campbell acrescentou: “Os macacos-de-gibraltar são muito sociais, de modo que ao devolvê-los à natureza devem estar com um grupo, não como indivíduos solitários.

“O método convencional para retornar os primatas para a natureza é a reabilitação e liberação de grupos formados em cativeiro, mas devido à atenção e cuidado que os macacos-de-gibraltar, especialmente os machos, dão aos jovens, existe a possibilidade não apenas de liberar grupos reabilitados, mas também para libertar jovens individualmente para ser incorporados por grupos adotivos na natureza.

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Casal de caçadores tira foto se beijando em frente ao cadáver do leão morto por eles

Foto: Legelela Safaris

Foto: Legelela Safaris

Uma foto postada nas redes sociais mostra um casal canadense se beijando ao lado do cadáver um leão que haviam acabado de matar em um safári na África do Sul.

Darren e Carolyn Carter, de Edmonton, Alberta (Canadá), participaram de uma excursão organizada pela Legelela Safaris que comercializa a morte por encomenda desses animais indefesos.

A operadora de turismo regularmente compartilha fotos de animais mortos ao lado de caçadores orgulhosos, muitas vezes sorrindo enquanto seguram suas armas, em sua página no Facebook.

Sob a foto do beijo, eles escreveram: “Trabalho duro no sol quente do Kalahari, muito bem feito. Um leão gigantesco”.

Outras fotos mostram o mesmo casal na frente de outro leão morto, com a legenda: “Não há nada como caçar o rei da selva nas areias do Kalahari”.

“Parabenizamos a feliz caçadora e a equipe”.

O casal, que é dono de um negócio de taxidermia, descreveu a si mesmo como “conservacionistas apaixonados”, apesar de participar de caçadas, relata o Mirror.

Carter disse ao Mirror: “Não estamos interessados em comentar sobre isso. É pura politicagem”.

Foto: Facebook/Reprodução

Foto: Facebook/Reprodução

Eduardo Gonçalves, o fundador da Campaign to Ban Trophy Hunting (Campanha para Proibir a Caça ao Troféu, na tradução livre), acredita que esses leões foram capturados e criados com o único propósito de serem mortos por caçadores.

Ele acrescentou: “Parece que esse leão era um animal manso morto em um cativeiro cercado, criado com o único objetivo de ser o alvo de uma selfie presunçosa”.

“Esse casal deve se envergonhar de si mesmo, em vez de se exibir e e ficar se agarrando em frente às câmeras”.

A Legelela Safaris cobra £ 2.400 ( em torno de 11.200 reais)  pela caça à girafa e £ 2.000 (cerca de 9.400 reais) pela zebra. Eles também oferecem caçadas leopardo, elefante, rinoceronte e caças de leões.

A notícia vem em seguida do secretário do Meio Ambiente, Michael Gove, anunciar que quer proibir os caçadores que participam de caçadas particulares (por dinheiro) de trazer de volta os troféus de suas mortes.

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