Touros são arrastados, maltratados e banhados em cerveja

Foto: Animal Defender Internacional

Foto: Animal Defender Internacional

As imagens mostram o momento em que um touro é espancado e arrastado pelas ruas de uma cidade no Peru durante um festival bárbaro e cruel que foi banido oficialmente há cinco anos.

O vídeo filmado por ativistas da ONG Animal Defenders International (ADI) revela que, apesar da proibição, o cruel festival “Jalatoro” ainda está acontecendo em Ayacucho, no Peru.

Nas imagens, o animal aterrorizado é arrastado pelas ruas da cidade em frente a centenas de pessoas.

O touro tenta resistir enquanto é arrastado de um caminhão, preso por cordas ao redor de seus chifres, no meio da multidão em sua maioria composta de pessoas embriagadas.

A cerveja é então despejada sobre o touro e água é borrifada em seu rosto para tentar fazer o touro se mover.

Puxado por um homem montado sobre um cavalo, o animal atormentado corre para as árvores e outros obstáculos enquanto tenta escapar do seu martírio.

Foto: Animal Defender Internacional

Foto: Animal Defender Internacional

Vários touros supostamente sofreram um destino semelhante e cavalos também foram vistos escorregando e caindo nas ruas de paralelepípedos da cidade.

Jan Creamer, Presidente da ADI: “É revoltante e envergonha a raça humana ver essa violência e abuso bárbaros infligidos a um animal aterrorizado e inocente”.

“A ADI pede às autoridades peruanas que ajam agora e acabem com esse evento cruel e vergonhoso de uma vez por todas.”

Foto: Animal Defender Internacional

Foto: Animal Defender Internacional

Em 2014, as autoridades na província de Huamanga, em Ayacucho, proibiram esses cruéis festivais chamados de “Jalatoro”, realizados durante a Páscoa.

Mas eles simplesmente continuaram sob o nome “Pascua Toro”.

Historicamente associado a um “presente simbólico” para os pobres, este festival nos dias atuais tornou-se palco de um nível de brutalidade que não tem lugar na sociedade civilizada.

Foto: Animal Defender Internacional

Foto: Animal Defender Internacional

Em 2017, o “Pascua Toro” foi cancelado após um touro “enlouquecer”, ferindo várias pessoas, incluindo um policial.

No ano passado, foi suspenso pelo Ministério Público após o abuso de quatro animais e ferimentos em oito pessoas.

Antes do evento de 2018, a ADI e os ativistas locais receberam ameaças de morte e a polícia avisou que eles não deveriam comparecer; no entanto, eles documentaram o sofrimento inaceitável e vergonhoso desses animais, voltando a fazê-lo novamente este ano.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Fotos mostram as primeiras baleias mortas no recente retorno à caça dos cetáceos pelo Japão

Foto: Masanori TakeiSource/AP

Foto: Masanori TakeiSource/AP

Imagens das primeiras baleias mortas pelos barcos baleeiros japoneses em mais de três décadas, no recente retorno do país à caça dos cetáceos, foram transportadas de volta ao Japão, foram divulgadas ontem.

O Japão retomou a caça comercial dia 01 de julho depois de 30 anos de abstenção da prática cruel, seguindo as diretrizes estabelecidas pela Comissão Internacional da Baleia (IWC).

As embarcações comerciais que partiram dia 01, pegaram a primeira baleia minke até as 17h, de acordo com os ativistas defensores das baleias que as seguiram, e uma segunda foi capturada pouco tempo depois, de acordo com o The Washington Post.

Foto: Kazuhiro NogiSource/AFP

Foto: Kazuhiro NogiSource/AFP

Ano passado, o Japão anunciou que se retiraria da IWC para retomar a prática de matar baleias com fins lucrativos. O país retirou-se formalmente no domingo.

A medida foi condenada pelos demais membros da comissão, assim como por grupos ambientalistas e celebridades que assinaram cartas abertas pedindo ao país para reconsiderar a decisão.

Os japoneses têm uma longa história de matar e comer baleias, mas estudos sugerem que a popularidade e a demanda dos consumidores pela carne dos mamíferos estão diminuindo.

Foto: Masanori TakeiSource/AP

Foto: Masanori TakeiSource/AP

Fotos de baleias minke sendo retiradas de barcos em portos no Japão ontem, tomaram as redes sociais, as imagens mostram os animais com os ventres cortados e expostos, enquanto trabalhadores do porto e pescadores se aglomeram em torno das baleias mortas.

Uma baleia enorme foi fotografada sendo descarregada em um porto em Kushiro, na ilha mais ao norte de Hokkaido. Seu corpo era grande demais para o barco em que ela estava sendo carregada, o que fazia com que sua boca ficasse pendurada no final da embarcação.

Outra foto mostra uma baleia minke com o estômago aberto, enquanto os trabalhadores se aglomeram em torno dela, tocando seu corpo e jogando saquê em sua ferida.

Foto: Kazuhiro NogiSource/AFP

Foto: Kazuhiro NogiSource/AFP

As cotas do Japão para a caça às baleias incluem a morte de 220 baleias no período de outubro a dezembro deste ano. Isso inclui além das baleias minke, as baleias de Bryde (Balaenoptera brydei), e baleias sei Balaenoptera borealis).

Os baleeiros japoneses concordaram em conduzir suas pescarias nas águas do próprio país.

Governos do mundo todo condenaram a decisão. A ministra das Relações Exteriores da Austrália, Marise Payne, e o ministro do Meio Ambiente, Sussan Ley, deram uma declaração em conjunto falando contra a decisão do Japão de retomar a caça comercial pela primeira vez desde 1988.

Foto: Masanori TakeiSource/AP

Foto: Masanori TakeiSource/AP

“Enquanto o governo australiano dá as boas-vindas ao fim da caça às baleias no Oceano Antártico, estamos desapontados que o Japão tenha se retirado da convenção e esteja retomando a caça comercial”, afirmaram os ministros em um comunicado conjunto divulgado na última terça-feira (02).

“Continuamos a pedir ao Japão a retornar à convenção e à comissão como uma questão prioritária”. O chefe da Associação Baleeira Pequenas do Japão, Yoshifumi Kai, falou aos jornalistas ontem, dizendo que estava “empolgado” com o retorno de seu país à caça comercial de baleias.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Vídeo mostra funcionários de fazenda jogando galinhas em baldes de urina

Foto: AJP

Uma investigação secreta em duas fazendas de criação de galinhas classificadas como “éticas” – uma das quais responsável pelo abastecimento de grandes redes de supermercados – revelou abusos de animais chocantes.

A ONG Animal Justice Project (AJP) realizou as investigações durante três meses nas fazendas Trees Farm e Brome Grange em Suffolk, na Inglaterra. Ambas as fazendas são credenciadas pelo selo Red Tractor (que alguns dizem se tratar apenas de um esquema de marketing), que afirma que oferece alimentos que são ‘produzidos de forma responsável para alguns dos padrões mais abrangentes e respeitados do mundo’. A Trees Farm também é credenciada pela RSPCA.

Mas os vídeos e as imagens obtidas por AJP mostram galinhas sendo chutadas e jogadas com toda força. Os trabalhadores foram documentados quebrando o pescoço de galinhas e deixando uma delas para morrer jogada durante um período de oito horas. Além disso, um trabalhador foi filmado urinando em um balde e depois jogando pássaros vivos, mas seriamente ferido dentro do objeto.

Suspensão

De acordo com um porta-voz da rede de supermercados, a cadeia de lojas suspendeu como fornecedor a fazenda Brome Grange, e diz que está “investigando caso a caso e continuará comprometida e confiando nas autoridades competentes sobre os padrões de bem-estar na fazenda”.

A RSPCA suspendeu a Trees Farm de seu esquema de credenciamento, dizendo: “Estamos chocados e enojados. Estamos investigando esses incidentes perturbadores”.

O selo da Red Tractor, que estava nas manchetes do mundo todo semana passada, depois que investigações em três fazendas credenciadas de Lincolnshire revelaram abusos, disse que ambas as fazendas de Suffolk foram “suspensas com efeito imediato”, dizendo que leva a sério “alegações de violaçõesde seu código de conduta”.

Abuso, crueldade e sofrimento

“Esta extensa investigação sobre a vida de frangos de crescimento lento e supostamente acima do normal – desde a colocação de pintos até o momento em que aves jovens com nove semanas de idade são mortas – revela que as galinhas criadas ‘por sua carne’ estão sujeitas a abuso, crueldade, dor, e sofrendo imensamente independentemente de qualquer selo ou rótulo”, disse a fundadora da AJP, Claire Palmer, em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“Nós registramos cenas de aves tendo seus pescoços quebrados por trabalhadores da fazenda e jogados no chão com desprezo ou em um balde cheio de urina, frangos jovens sendo chutados, pisados e tendo seus pescoços esticados ao extremos nas linhas de alimentação, uma violação costumeira de seu bem-estar.

“[Nós documentamos] a potencial quebra da lei, trabalhadores que falham em biossegurança, negligência por parte dos trabalhadores em verificar o bem-estar das aves que resultou em frangos coxos, doentes e moribundos, sendo deixados para sofrer por dias, e uma área livre”, disse a fundadora da AJP.

“O público está sendo enganado pela indústria, pela RSPCA e até mesmo por outras organizações de bem-estar animal. As aves sofrem absurdamente nas fazendas de criação. Elas ainda são submetidas a terríveis abusos nas mãos de equipes que possuem certificados da RSPCA. Animal Justice Project defende uma alimentação vegana para os consumidores como a única solução para realmente proteger os animais”.

A Animal Justice Project levará suas descobertas para seminários e conselhos no centro de Londres em 4 de julho, e fará campanha nas ruas e universidades em toda a Grã-Bretanha para promover uma dieta vegana como parte de sua nova campanha ‘The Foul Truth’ (A verdade dos tolos, na tradução livre).

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Elefante mais famoso da Namíbia é morto por caçador de troféu

Foto: Christin Winter

Foto: Christin Winter

O mais famoso elefantes da Namíbia, conhecido como Voortrekker (“Pioneiro”), foi morto na semana passada por um caçador de troféus, dez anos depois de ter escapado da morte pela primeira vez.

O elefante foi morto pela liberação de uma permissão especial pelo governo, que o classifica como “elefante problemático”, no entanto, relatos alegam a classificação era falsa, como denuncia uma carta escrita por três centros de conservação em conjunto, em oposição à caçada, enviada ao Ministério do Meio Ambiente e Turismo (MET) no início da semana.

“Não é correto que elefantes sejam mortos dessa forma, é um absurdo”, observaram as ONGs, alertando que os elefantes assustados representam uma ameaça exatamente por estarem acuados por terem seus habitats invadidos.

“Esses elefantes são nossos tesouros, e nós nos opomos a que eles sejam caçados por problemas causados por atos dos próprios seres humanos”, protestaram as comunidades de Otjimboyo, Sorris Sorris e Tsiseb.

Então, por que caçar o mais famoso e último elefante do sexo masculino, ignorando a enorme publicidade negativa que resultaria?

O porta-voz do ministério de meio ambiente e turismo, Romeo Muyanda, disse que a caçada foi permitida “para gerar fundos para as comunidades afetadas”. Muyanda ainda diz que eles “tiveram o elefante caçado como um troféu”. Colocado dessa forma, parece que a vida de um magnífico elefante, a qual não pode ser atribuido valor algum, mas que atraía uma quantia incalculável como atração turística, foi vendida por meros 120 mil dólares.

Muito desse valor irá para o MET, com pouco chegando até até o comunidades, conforme informações do Independent On Line.

Com poucas ou nenhuma chuva desde 2014 e eleições nacionais que se aproximam no final deste ano, os elefantes parecem estar pagando o preço da seca e, no caso Voortrekker, duas vezes.

A EHRA, uma ONG que ajuda a administrar conflitos entre elefantes e humanos na área, em 2008 tinha levantado 12 mil dólares para comprar o título para Voortrekker como um ‘troféu vivo’ do Ministério do Meio Ambiente e Turismo (MET) impedindo sua morte.

A natureza dócil de Voortrekkers provavelmente fez dele o elefante mais fotografado na Namíbia – e sua morte como elefante problemático é especialmente pungente.

Oficialmente, o grupo de elefantes adaptado ao deserto que vagueia entre os raros sistemas fluviais da região é considerado uma população anômala que, na opinião do MET, não pertence a eles.

Indefesos e com seus habitats naturais invadidos pelos humanos, os animais são considerados uma grande dor de cabeça para se gerenciar pelas autoridades locais – e declará-los como animais problemáticos e tê-los assassinados tem sido historicamente o método oficial preferido para lidar com eles.

Historicamente, no início da década de 1980, todos eles haviam desaparecido da área, expulsos por caçadores e por antigos ministros do gabinete da era do apartheid – e, claro, os pecuaristas, criadores de animais, decidiram expulsá-los de “suas” terras e enviá-los ao Parque Nacional Etosha.

Voortrekker, no entanto, foi o pioneiro que começou a frequentar a área novamente no final dos anos 80, e mais tarde liderou um grupo maior que vinha do Parque Reserva de Etosha nas áreas dos rios Brandberg e Ugab, onde eles eventualmente se estabeleceram.

Embora houvesse conflitos iniciais entre os fazendeiros rurais locais e a manada de Voortrekker, eles se tornaram uma característica permanente do local e atração turística única.

Um geólogo que freqüentemente trabalha na área e sabia da existência dos dois grupos, suspeitava que a manada menor, agressiva e amedrontada por agricultores atirando neles, pode ser a causa real das queixas da população de Omatjete que levaram à emissão da sentença de morte de Voortrekker.

O alvo parece estar apontado para este pequeno grupo de sobreviventes resistentes: restam agora apenas 26 animais e, dos três machos deixados no rio Ugab, o Voortrekker era um dos dois únicos elefantes do sexo masculino reprodutores. Todos os nove filhotes nascidos desde 2014 morreram em uma semana, sinal de uma população em dificuldade.

Então, como o Voortrekker de repente se tornou um animal problemático – e depois um troféu de caça – depois de 30 anos? Essa parte permanece um mistério.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Imagens de câmera de segurança flagram vândalos invadindo reserva natural e maltratando animais

Foto: CBS

Foto: CBS

As autoridades estão em busca de vândalos que danificaram uma reserva natural de Long Island, nos Estados Unidos, perseguindo e assediando os animais no local, e em determinado momento forçando uma cabra a beber cerveja de uma garrafa.

A Equipe de Operações Especiais da Divisão de Guarda-Parques do Departamento de Segurança Pública de Smithtown está buscando ajuda para encontrar os quatro criminosos que invadiram a Reserva Natural de Sweetbriar em Smithtown, Long Island, e danificaram as instalações do local.

Enquanto estiveram na propriedade, que abriga cerca de 100 animais, os homens abriram gaiolas, subiram em um curral e perseguiram os animais residentes da reserva.

Os vândalos também filmaram a si mesmos segurando uma garrafa de cerveja e virando na boca de uma cabra, informou o canal News 12 Long Island.

A diretora da reserva Sweetbriar Nature Center, Janine Bendicksen, disse à CBS New York que estava “furiosa e enojada” com as ações dos vândalos.

Foto: CBS

Foto: CBS

Autoridades de preservação da natureza disseram que as ações dos vândalos naquela noite foram capturadas por uma câmera de trilha escondida, que os criminosos encontraram e depois tentaram destruir o equipamento, jogando-a em um lago na propriedade.

No vídeo de vigilância, obtido pela CBS New York, um dos homens pode ser ouvido dizendo: “Basta pegar todo ele (equipamento)”, enquanto outro homem diz a ele: “Estou jogando na água. Não se preocupe”.

Foto: Smithtown Public Safety Department

Foto: Smithtown Public Safety Department

Os homens não pareciam ter qualquer motivo para preocupação até a semana passada, quando uma inspeção rotineira da qualidade da água na lagoa levou a um trabalhador a encontrar a câmera na água e a recuperar o vídeo de vigilância, embora o cartão de memória da câmera tenha sido corroído, foi possível recuperar as imagens.

Foto: Smithtown Public Safety Department

Foto: Smithtown Public Safety Department

“Ah, eles definitivamente pensaram que se safariam disso”, disse a diretora do Sweetbriar Nature Center, Janine Bendicksen, à CBS New York, acrescentando que “eles ficarão extremamente surpresos quando seus rostos aparecerem no noticiário”.

As pessoas vistas na filmagem da câmera de vídeo podem enfrentar acusações de danos criminais, pequenos furtos e crueldade com animais.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cavalo desmaia na rua ao puxar carroça lotada de turistas no calor

As imagens do vídeo comovente mostram o momento em que um cavalo desmaia na rua depois de ser forçado a puxar uma carroça cheia de turistas em um calor escaldante.

A filmagem foi compartilhada pela ativista dos direitos animais Julie Marie Cappiello, no vídeo são vistos duas pessoas trabalhando para libertar o cavalo do equipamento a que ele esta preso, cordas e arreios usados para puxar o vagão, enquanto ele permanece no chão após seu desmaio em Charleston, Carolina do Sul (EUA).

O relatório oficial descreve que o animal “tropeçou e caiu” no asfalto.

O cavalo em questão, chamado Big John, foi mais tarde recolhido da rua, colocado em pé novamente e depois se recuperou.

Os funcionários da Charleston Carriage, que exploram Big John, insistem que cuidam muito bem de seus animais e que sua saúde é regularmente monitorada.

Mas a testemunha Elizabeth Fort não aceitou a versão do relatório e pediu um exame imparcial do que aconteceu com Big John.

Uma mulher que narra o vídeo pode ser ouvida dizendo “Crianças na carruagem”.

O cavalo caiu.

“Ele não deveria estar trabalhando. Inacreditável”.

As pessoas que trabalham para desamarrar o cavalo quase foram atropeladas por um carro passando, com alguém que ouviu dizer: “Danem-se todos” em resposta.

Trabalhadores do Corpo de Bombeiros de Charleston podem ser vistos chegando ao local, com a mulher que esta filmando pedindo aos presentes que parem de acariciar o cavalo e deixem-no em paz.

O clipe termina com o cavalo ainda deitado na rua. As temperaturas na cidade ficaram em torno de 30C neste verão.

O vídeo de Cappiello foi compartilhado 62 mil vezes, com milhares de comentários em que pessoas acusavam os donos da empresa de passeios e as pessoas que estavam na carruagem e que participaram e colaboram para este tipo de crueldade.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Elefantes são espancados em treinamento para um festival no Nepal

Foto: PETA Asia

Foto: PETA Asia

Imagens de manipuladores de elefantes espancando e esfaqueando os animais com afiados ganchos de ferro e longas varas de madeira durante os preparativos para um festival no Nepal provocaram revolta nas redes sociais.

O vídeo foi feito pela ONG PETA, nas imagens divulgadas elefantes são vistos sendo maltratados com o objetivo de forçá-los a correr, realizar passeios, levando pessoas em suas costas e simular um jogo de futebol para o Chitwan Elephant Festival.

A PETA afirma que, desde que a gravação foi divulgada, uma série de anunciantes cortou os laços com o evento.

No vídeo, os “tratadores” são vistos batendo nos elefantes e cutucando as lâminas na pele enquanto andam de costas.

Foto: PETA Asia

Foto: PETA Asia

Muitos deles usam bullhooks – ferramentas especialmente desenvolvidas para treinar elefantes – varas longas de madeira com um gancho de metal na ponta para ferir os animais.

Os manipuladores os atingem na cabeça e atrás das orelhas para torná-los submissos e participar dos passeios e jogos de pólo ou futebol com elefantes.

Foto: Asia Wire/ PETA Asia

Foto: Asia Wire/ PETA Asia

Testemunhas afirmaram ter visto elefantes com ferimentos profundos nos pescoços e orelhas, enquanto um deles tinha um olho lacrimejante – sugerindo que estava infectado.

Alguns espectadores também filmaram o abuso pois tudo aconteceu à vista do público.

Foto: Asia Wire/ PETA Asia

Foto: Asia Wire/ PETA Asia

O vice-presidente sênior de campanhas internacionais da PETA, Jason Baker, disse: “Elefantes são animais altamente sensíveis e inteligentes que estão sendo usados como sacos de pancada neste evento cruelmente desprezível”.

A PETA pede o fim do festival e pede que as empresas cortem qualquer vínculos com este espetáculo de sofrimento imediatamente.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Mais fatais que armas: iscas explosivas destroem mandíbulas de elefantes no Sri Lanka

Foto: Vijitha Perera

Foto: Vijitha Perera

Os elefantes em extinção no Sri Lanka há muito lutam para sobreviver diante das ameaças como o desmatamento, a caça e um ambiente político turbulento, mas um perigo novo e mortal surgiu agora.

Os elefantes do país – os mais jovens em particular – estão sendo cada vez mais mutilados e mortos pela isca explosiva deixada propositalmente para atingir os animais selvagens, segundo uma pesquisa do site de notícias ambientais Mongabay.

Esses explosivos caseiros agora se tornaram a principal causa de mortes de elefantes no Sri Lanka e uma terrível ameaça à população de elefantes já ameaçada da ilha.

A isca explosiva é formada de alimentos contendo pólvora e pequenos pedaços de metal ou pedras. Embalados juntos, esses elementos formam um dispositivo explosivo improvisado. Uma vez escondida a isca, a arma fatal é deixada na floresta.

Foto: Rajiv Welikala

Foto: Rajiv Welikala

Os explosivos – conhecidos localmente como “explodidores da mandíbula” – são projetados para matar pequenos animais, como javalis, que são fontes de carne de animais selvagens. No entanto, a isca também atrai elefantes muito maiores, causando ferimentos graves e as vezes fatais.

Quando um animal morde a isca, a pólvora se inflama, destruindo as mandíbulas, dentes, língua e outros tecidos moles da boca e da garganta. Para os animais que não morrem imediatamente, hemorragias graves e infecções são riscos potenciais. Tais infecções podem se espalhar da boca até o esôfago e em outros órgãos, resultando em mortes prolongadas e dolorosas.

Acredita-se que haja menos de 6 mil elefantes do Sri Lanka – uma subespécie do elefante asiático – deixados na ilha. A subespécie foi classificada como ameaçada pela União Internacional para a Conservação da Natureza desde 1986, e a população total caiu em pelo menos 50% nos últimos 60-75 anos.

No Sri Lanka, como em outros lugares, os elefantes sofreram muito com o aumento do contato com humanos. A caça e a erosão do habitat são ameaças quase universais para os elefantes, mas décadas de guerra civil no Sri Lanka representam uma ameaça adicional à vida selvagem local. Armas de fogo e minas terrestres mutilaram e mataram centenas de elefantes durante décadas de combates.

Mas o fim das hostilidades não trouxe descanso. A atividade humana e o desenvolvimento continuam a pressionar as populações de elefantes, e a isca explosiva se tornou a principal causa de morte entre os elefantes no país.

Um total de 319 mortes de elefantes foi relatado em 2018, de acordo com informações do Mongabay. Destas, de 64% a 20% foram causadas por dispositivos explosivos. Isso é mais do que os 53 elefantes mortos por armas de fogo, que anteriormente era a principal causa de morte. A tendência foi mantida em 2019, com 30 mortes de elefantes por explosivos reportados até agora este ano.

Foto: Mongabay News

Foto: Mongabay News

Muitas das vítimas são jovens elefantes com menos de 10 anos de idade e especialmente com menos de 5 anos, disse o veterinário do Departamento de Conservação da Vida Selvagem, Isuru Hewakottage, à Mongabay. “Os filhotes são curiosos e brincalhões. Eles também escolhem coisas e inserem em suas bocas, ao contrário dos elefantes adultos mais cautelosos”, explicou Hewakottage.

Ravi Corea, presidente da Sociedade de Conservação da Vida Silvestre do Sri Lanka, disse à Newsweek que uma média de 246 elefantes foram mortos todos os anos entre 2008 e 2018. A grande maioria foi morta como resultado de conflitos diretos entre humanos e elefantes, e muitas das mortes podem ser atribuídas aos “explodidores de mandíbula”.

“O medo aqui é que esse método se espalhe por toda a ilha, e então isso teria um impacto terrível sobre nossos elefantes”, explicou Corea.

Comunidades humanas carregam seus próprios custos do conflito com seus vizinhos elefantes. No ano passado, o porta-voz do gabinete Gayantha Karunathilleke disse que mais de 375 cingaleses foram mortos por elefantes selvagens desde 2013.

Os agricultores consideram os elefantes ameaças, sem entender que o território que ocupam pertencia antes ao habitat natural dos animais. Em sua defesa os enormes mamíferos podem destruir fazendas, derrubar casas e matar aqueles que tentam ferí-los.

A tendência de aumento do conflito entre humanos e comunidades de animais é real em grande parte da Ásia, disse à Newsweek Nilanga Jayasinghe, do World Wildlife Fund.

“Medidas drásticas, como a isca explosiva”, são evidências de uma deterioração da tolerância entre as comunidades em relação aos elefantes “, disse Jayasinghe, embora tenha observado que a tolerância para os animais geralmente é alta no Sri Lanka.

Infelizmente, não há uma solução simples para esse problema tão complexo. Tanto Jayasinghe quanto Corea enfatizaram a importância de trabalhar com as comunidades mais afetadas pelo conflito com os elefantes conscientizando e educando a população.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cervo bebê órfão confunde manequim de tiro ao alvo com sua mãe

Reprodução | Instagram

A caça de animais é uma prática cruel que traz uma série de consequências negativas para o meio ambiente à custa de alguns segundos de entretenimento sádico e egoísta de seres humanos. Um destes impactos lamentáveis é o número de filhotes órfãos e indefesos que perdem seus pais, como imortalizado na animação da Disney, Bambi.

O longa infantil conta a história de um pequeno cervo que viu a mãe ser morta por um caçador. Sozinho, ele precisou aprender a sobreviver na natureza e a superar diversos obstáculos. Bambi foi lançado em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, e seu enredo foi baseado no livro Bambi, A Life in the Woods do escritor austríaco Felix Salten.

É considerado um dos filmes que mais fez pessoas chorarem em todo mundo, mas a realidade denunciada pela Disney há cerca de 80 anos ainda é uma constante na vida de muitos animais e isso pode ser comprovado por uma postagem recente feita pela organização espanhola AnimaNaturalis em seu perfil do Instagram.

A ONG postou a imagem de um bebê cervo aninhado a um manequim de plástico na forma e tamanho de um cervo adulto. O objeto é utilizado por caçadores como alvo para treino de tiros. É possível notar como o bebê está devastado e profundamente triste buscando o acolhimento do boneco que provavelmente está sendo confundido com a mãe do filhote.

//www.instagram.com/embed.js

A foto não é datada e não há informações de onde ela foi registrada. Infelizmente, acredita-se que o bebê ficou órfão após sua mãe ter sido morta por algum caçador, assim como Bambi. Cervos filhotes dependem de suas mães para se alimentar, se proteger e aprender como se tornar um adulto autossuficiente. Sozinhos, as chances de sobrevivência são drasticamente reduzidas.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Elefantes tocam e acariciam seu amigo morto com as trombas em sinal de luto

Foto: NewsFlare

Foto: NewsFlare

Este é o momento tocante em que imagens flagram uma manada de elefantes em luto lamentando a perda de seu falecido amigo.

Durante a filmagem recém-divulgada, que foi capturada no Parque Nacional Serengeti, na Tanzânia (África), os elefantes caminham diretamente em direção a seu amigo em cenas que lembram uma “procissão fúnebre” antes de se reunir em torno do corpo imóvel do animal.

A manada de elefantes gentilmente toca o amigo, como se o chamasse ou tentasse despertá-lo. O animal morreu de causas desconhecidas, os demais membros do grupo descansam suas trombas no corpo do animal morto enquanto prestam sua última homenagem.

Durante a cena rara e extraordinária, os elefantes lideram uma marcha em direção ao seu amigo morto antes de parar perto de seu corpo.

O grupo circula em torno do corpo do elefante e olha para seu companheiro morto enquanto os abutres observam a cena de uma árvore próxima.

Foto: NewsFlare

Foto: NewsFlare

À medida que mais elefantes continuam a se reunir ao redor da criatura morta, um é visto pressionando e passando a cabeça contra a pele do animal enquanto outro coloca sua tromba gentilmente sobre o corpo do animal.

Depois de levantar as trombas no ar e “saudar” seu amigo morto, a manada lentamente caminha até a borda do campo.

Enquanto os animais se afastam, um elefante permanece ao lado do animal morto e mantém sua tromba pressionada no corpo do animal.

Foto: NewsFlare

Foto: NewsFlare

Esta não é a primeira vez que elefantes foram filmados lamentando a perda de um ente querido.

No início deste mês, imagens de tirar o fôlego postadas no Twitter pelo guarda florestal indiano Serviço Exterior da Índia, Parveen Kaswan, mostraram uma manada de elefantes carregando o corpo de um filhote de elefante morto por uma estrada na Índia.

Luto e perda

De acordo com o Smithsonian Institution, o maior complexo de museus, educação e pesquisa do mundo, os elefantes costumam lamentar seus parentes mortos e são conhecidos por terem um grande interesse nos ossos de seus falecidos.

Se os elefantes choram ou não por seus entes queridos perdidos que faziam parte damanada é uma questão que os cientistas vêm tentando responder.

Foto: NewsFlare

Foto: NewsFlare

Como os animais vivem em grupos sólidos e têm uma longa expectativa de vida, eles formam fortes laços entre si. Quando alguém morre, é possível que o restante da manada tenha lamentado sua morte.

Em 2016, um vídeo de três diferentes famílias de elefantes visitando o corpo de uma matriarca morta e repetidamente cheirando e tocando o corpo foi compartilhado por um estudante de doutorado.

Ele sugeriu que os animais podem ter tido uma profunda ligação emocional com o corpo e poderiam estar sofrendo a dor da perda.

Foto: NewsFlare

Foto: NewsFlare

Outro vídeo deste ano mostra o momento comovente em que um bebê elefante tenta acordar sua mãe, que desmaiou e morreu depois de vagar por uma aldeia na Índia.

O pequeno elefante usava a tromba para acariciar a cabeça da mãe enquanto ela permanecia imóvel, o fato aconteceu em Odisha, no leste da Índia.