Proposta de lei pode transformar crueldade contra animais em crime nacional

Dois membros da Câmara dos Representantes dos EUA reintroduziram na semana passada uma lei que tornaria os atos maliciosos de crueldade contra animais em um crime nacional. Uma pessoa condenada pelo crime pode sofrer uma multa ou até sete anos de prisão, ou ambos.

Foto: Pixabay

O projeto, conhecido como a Preventing Animal Cruel and Torture (PACT), é co-patrocinado pelo democrata Ted Deutch e pelo republicano Vern Buchanan. O PACT irá criminalizar “espancar, queimar, afogar, sufocar e empalar animais”. A medida também abordaria a bestialidade e outras tentativas de exploração sexual de animais.

Deutch twittou : “Vamos fazer isso. É uma política bipartidária de bom senso que protegerá nossos animais”.

Seu colega no Congresso, Buchanan, também disse que proteger os animais contra a crueldade é uma “prioridade máxima” para ele.

“A tortura de animais inocentes é abominável e deve ser punida em toda a extensão da lei”, ele twittou.

A legislação contém exceções para a caça, cuidados veterinários e ações necessárias para proteger a vida ou a propriedade de uma séria ameaça de um animal.

O Fundo Legislativo da Humane Society apoia a medida, observando que, embora a maioria dos estados considere certos atos de crueldade contra animais como crime, algumas penalidades ainda são consideradas contravenções.

O projeto captou 284 co-patrocinadores bipartidários e mais de 200 endossos policiais na sessão anterior do Congresso, de acordo com o grupo. No entanto, o ex-presidente do Comitê Judiciário, Bob Goodlatte (R-Va.), impediu o que o projeto chegasse ao plenário para uma votação. Agora que Goodlatte não está mais no Congresso, os defensores da medida estão mais otimistas sobre as chances de ser aprovado desta vez.

Uma lei anterior para proteger os animais, a Animal Crush Video Prohibition Act, foi aprovada em 2010 e proibiu a produção de vídeos macabros com abuso de animais.

Fonte: CBN NEWS

Vacas são levadas pela correnteza e vão parar em praia lotada de crocodilos

O clima na Austrália tem enfrentado mudanças radicais e repentinas. Ondas de calor escaldantes afetam diversas cidades, matam os animais devido à seca e trazem problemas respiratórios. Agora, as fortes chuvas e os alagamentos preocupam a população e as autoridades.

Um rebanho de bois foi levado vivo até uma praia infestada de crocodilos. Acredita-se que o gado tenha sido pego pela correnteza nas águas do rio Daintree e, como resultado, foi levado para a praia de Wonga, no norte de Cairns, no último domingo (27).

Moradores que passaram pelo local ficaram nervosos depois de verem as vacas dentro da água. Alguns animais não resistiram a força da água e acabaram morrendo enterrados na areia.

A costa nordeste de Queensland, sofre sua pior inundação em 118 anos, segundo a Wild Search Australia.

Segundo testemunhas, o rio atingiu alturas espantosas de 12,6 metros, desde a noite anterior (26), e o gado sofreu as consequências desastrosas.

A moradora local, Bec Waters, disse que estava levando seu cachorro para passear na praia quando viu um boi ferido.

“Foi horrível. Tínhamos tido um clima maluco e o gado foi levado para o mar ”, disse ela ao Daily Mail Australia.

Vi um boi sobrevivente preso na lama e ele parecia muito cansado. Consegui ajudá-lo a mover-se em direção a um solo mais sólido e fora da lama escorregadia.

“Ele parecia exausto e deve ter nadado durante horas durante a noite”, acrescentou.

Mais a frente, Waters logo se deparou com outra cena triste enquanto continuava a caminhar pela praia.

“Vi as carcaças de dois bois mortos. Foi horrível e meu cachorro estava ficando louco”, ela disse.

Graças às fotos, que mostraram a marca do gado, os moradores locais conseguiram rastrear os proprietários e alertá-los sobre o trágico incidente.

Ela também contou que estava preocupada com crocodilos que chegavam na praia em uma tentativa de comer os pobres animais tão vulneráveis.

Outro morador, Ashton Davenport, também postou uma imagem de outras vacas ainda presas na água na praia.

Juntamente com a foto surpreendente, ele escreveu: “Os bois estão sendo levadas para Wonga Beach e outras praias vizinhas da Daintree !! Continuam vivos”

“Pegamos um boi marrom na água e depois um rebanho de 4 e eles se juntara. HÁ há um grupo de 5 vacas perambulando por aí na praia ou no matagal”, acrescentou.

A chuva no norte de Queensland causou enchentes e deslizamentos de terra, com algumas áreas recebendo mais de 400mm de chuva em menos de um dia.

Um aviso foi emitido para os moradores de Douglas Shire, que vivem nas proximidades do rio. O nível do rio Daintree agora está caindo, mas especialistas alertaram que as condições climáticas ainda continuarão.

 

 

Japão se prepara para retomar a caça de baleias em 1° de julho

No final do ano passado, o Japão chocou o mundo ao anunciar que estava deixando a Comissão Internacional das Baleias (IWC) para poder retomar a caça comercial de baleias. A saída formal acontecerá no dia 30 de junho de 2019.

O Japão voltará a caçar no dia 1° de junho de 2019.

Agora, os baleeiros japoneses já discutem planos para retomar a caça comercial ao longo da costa nordeste em 1º de julho, pela primeira vez em três décadas.

A Agência de Pesca disse que os baleeiros em seis cidades da costa do Pacífico, incluindo Taiji, conhecida por caçadas a golfinhos, devem trazer cinco navios para formar uma frota conjunta como Japão a partir de 1º de julho, um dia após o Japão se retirar formalmente da IWC. As informações são Daily Mail.

Taiji está liderando o esforço como uma cidade tradicional de caça e contribuirá com um navio para a frota que irá capturar as baleias minke. Locais exatos e planos das caçadas serão decididos com base nos resultados das operações de pesquisa planejadas até o final de junho, disse Shigeki Takaya, funcionário da Agência de Pesca encarregado da caça às baleias.

 

De acordo com a emissora nacional do Japão, a NHK, as terríveis caçadas começarão em Hachinohe, no norte do Japão, ou Kushiro, um dos principais centros baleeiros mais ao norte, na ilha de Hokkaido.

Cada navio seguirá para o sul até Chiba, perto de Tóquio, fazendo diversas paradas ao longo da costa antes de voltar a Kushiro para mais caçadas no final do ano, disse a NHK.

O Japão não caçara na Antártida, onde conduziu o que chamou de caça de “pesquisa” desde que a IWC impôs a moratória nos anos 80. O Japão chegou a capturar até 1.200 baleias na Antártida, mas esse número foi reduzido à medida que os protestos internacionais aumentavam e o consumo de carne de baleia caiu no país.

Baleia é descarregada no porto de Kushiro após uma caça com propósitos científicos Foto: Kyodo News.

O Japão caça baleias há séculos, mas sua expedição à Antártida começou depois que a ocupação americana do pós-guerra, em 1946, a aprovou para obter proteína da carne de baleia como alternativa mais barata para outras carnes.

Hoje, lamentavelmente, legisladores conservadores, incluindo o primeiro-ministro Shinzo Abe, promovem as baleias não apenas como uma iguaria, mas como uma herança cultural do Japão.

Autoridades de pesca dizem que o Japão consome anualmente cerca de 5.000 toneladas de carne de baleia da pesquisa, principalmente por japoneses mais velhos que buscam uma refeição nostálgica. Críticos dizem que duvidam que a caça comercial seja uma indústria sustentável, porque os japoneses mais jovens não veem estes animais como alimentos.

 

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Chip capaz de imitar órgãos humanos promete pôr um fim nos testes em animais

A tecnologia “human-on-a-chip” consiste em um chip capaz de recriar órgãos humanos, por meio de cultura de células inseridas em um dispositivo que simula algumas características do organismo. O chip usa tecido humano doado por voluntários para imitar órgãos humanos, e tem sido fundamental nos testes de segurança química, bem como na produção de vacinas e desenvolvimento de medicamentos, de acordo com a Cruelty Free International.

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Foto: Wyss Institute

Cientistas da Universidade da Flórida Central fizeram progressos na cultura de células do coração humano, o que significa que agora podem prever com mais precisão os efeitos de drogas e substâncias químicas no coração humano – citados anteriormente como um dos principais motivos do fracasso dos ensaios clínicos.

A Cruelty Free International diz que muitas vezes não são as drogas em si que são tóxicas para o coração, mas que o problema está em como elas são processadas pelo fígado.

“O novo avanço ajudou os cientistas da Universidade da Flórida Central a descobrir como o coração e o fígado reagiriam a diferentes substâncias químicas”, acrescenta a organização. “Isso dá uma indicação muito mais precisa de como o corpo humano irá responder.”

“Os mais recentes avanços na tecnologia human-on-a-chip melhoram a previsão de toxicidade no coração humano, o que tem sido um fator importante nos estudos sobre novas drogas”, disse o Dr. Jarrod Bailey, pesquisador sênior da Cruelty Free International em um comunicado.

“Ele dá resultados ainda melhores do que antes, é superior aos testes em animais e reflete com mais precisão o que vai acontecer nas pessoas.”

“Este é um exemplo interessante de como uma inovação tecnológica pode produzir uma forma muito mais ética e relevante de entender os processos de doenças humanas e os efeitos de novas drogas e produtos químicos, sem a necessidade de causar sofrimento aos animais”.

animais mortos

Milhares de animais são assassinados por adoecerem devido à onda de calor extremo

Cerca de 2.500 camelos foram mortos a tiros na região de Goldfields, na Austrália Ocidental, quando chegaram do deserto de Gibson para se reunir em torno de fontes de água. E mais de 100 animais poderão ser mortos na Austrália Central por adoecerem devido à onda de calor extremo que tem se prolongado no país.

animais mortos

Foto: Ralph Turner

O Conselho Central da Austrália está consultando uma comunidade remota sobre a realização de um assassinato em massa de 120 cavalos, cabras e burros na Austrália central. O Conselho diz que matará os animais porque eles estão com “graves problemas de saúde e não podem ser transportados”.

Imagens chocantes mostraram 40 cavalos mortos no poço seco de Apwerte Uyerreme. Mais de 50 cavalos encontrados no mesmo local foram assassinados na última sexta-feira (18).

animal morto

Foto: Ralph Turner

“Cavalos e outros animais selvagens estão morrendo de sede e fome porque muitas fontes confiáveis ​​de água, como Apwerte Uyerreme, secaram na atual onda de calor”, disse o conselho na quinta-feira (24).

O Conselho planeja obter a permissão dos fazendeiros para matar todos os animais doentes. Mas até agora não disse nada sobre providenciar cuidados veterinários que estes animais obviamente precisam. Eles são vistos meros objetos que podem ser restituídos, e correm risco de vida nas mãos do Conselho.

Segundo a Goldfields Nullarbor Rangelands Biosecurity Association (GNRBA), mais de 25 mil camelos selvagens foram assassinados em terras não alocadas entre 2011 e 2013. A associação fornece descontos para fazendeiros que desejam comprar munição e também financia “abates aéreos”, aviões que despejam elementos tóxicos no ar, matando centenas, ou até milhares de animais de uma vez.

Tigre é caçado e esquartejado para seu esqueleto ser usado como “remédio afrodisíaco”

A caça é um flagelo no planeta e põe em risco toda a vida selvagem. Ao longo dos anos e rapidamente, milhares de animais entraram em extinção pela ação do homem. Elefantes, rinocerontes, pangolins, tigres e onças são mortos por suas presas, peles, chifres, escamas e outras partes de seus corpos.

Um caçador socou um tigre depois que o animal foi assassinado por partes de seu corpo.

Recentemente, uma cena chocante foi registada e mostra o momento em que um caçador disfere socos em um tigre morto, no meio da mata.

A imagem do “troféu” de uma gangue de caça revela homem com o punho acima da cabeça do animal enquanto ele está montado no gigante felino ensanguentado, no norte da Tailândia.

De acordo com ativistas, uma gangue de caça opera em todo o sudeste da Ásia e tem assassinado animais nas florestas do país para fazer dos seus restos mortais, amuletos “de sorte”, remédios afrodisíacos e decorações. As informações são do Daily Mail.

Os resultados de uma investigação de três meses foram revelados na última terça-feira (22), com autoridades alegando terem capturados os homens que operavam nas fronteiras da Tailândia.

Os trabalhadores da fauna silvestre disseram que os caçadores entrariam na selva pelas fronteiras das florestas para rastrear os animais, antes de matá-los e contrabandear as carcaças para o Vietnã.

Petcharat Sangchai, diretor da ONG Freeland que realizou a investigação, disse: “Não achamos que esta foi a primeira vez desses caçadores na Tailândia e acreditamos que eles estavam planejando atacar novamente”.

As autoridades também disseram que prenderam dois membros vietnamitas do grupo em outubro passado, na província de Nakhon Sawan, no norte da Tailândia, através de uma denúncia de um motorista contratado que suspeitou da carga.

Eles pararam o veículo, inspecionaram a bolsa e descobriram o esqueleto ainda fresco de um tigre e milhares de garras de urso.

A polícia e os oficiais dos animais selvagens tailandeses inspecionam um esqueleto de tigre na província de Nakhon Sawan, Tailândia. A foto surgiu depois que dois cidadãos vietnamitas foram presos com os restos mortais.

A terrível imagem do caçador atacando um tigre foi encontrada ao telefone de um membro da gangue. Isso desencadeou a investigação de três meses para descobrir a rede de caça ilegal.

A polícia então contatou a organização Freeland para assistência analítica usando tecnologia forense digital.

Ela revelou que os caçadores estrangeiros faziam parte de uma organização de tráfico de animais selvagens no Vietnã, que apoia a caça e o contrabando nas florestas da Tailândia, Malásia e Mianmar.

A polícia acredita que eles estavam operando nas regiões fronteiriças há bastante tempo antes de serem pegos.

Segundo Petcharat Sangchai, esqueletos de tigres e garras de urso estão em alta demanda em muitos países do sudeste da Ásia, especialmente no Vietnã.

“O esqueleto do tigre é o ingrediente crucial para a produção de um licor, que acreditam ser um remédio de saúde e para o sexo de idosos. Garras de urso são usadas para ser um amuleto de sorte de virtude e fama”.

A prisão desta não significa o fim da terrível ameaça à vida selvagem na Tailândia. A polícia, guardas florestais e as pessoa devem permanecer vigilantes.

 

foca com frisbee rosa no pescoço

Duas focas são resgatadas após serem encontradas com um frisbee e uma rede no pescoço

Voluntários da Friends of Horsey Seals resgataram uma foca ferida com um frisbee de plástico preso em seu pescoço em Waxham Beach, na cidade de Norfolk, Inglaterra. Uma outra foca também foi resgatada com uma rede prendendo e ferindo seu pescoço na praia de Horsey Gap, também em Norfolk. Ambos os animais agora estão se recuperando graças aos socorristas.

foca com frisbee rosa no pescoço

Foto: Friends of Horsey Seals

A foca que estava com a rede de plástico presa em seu pescoço foi transferida da praia de Horsey Gap para a East Winch RSPCA em Norfolk, na sexta-feira (11), onde receberá um banho de sal e cuidados veterinários por vários meses, e depois será enviada de volta à natureza.

A supervisora Jo Mead disse: “Tiramos a rede, ele ficou muito assustado – mas, estando tudo bem, a ferida será limpa, então vamos deixá-lo se acomodar e começar a alimentá-lo com peixe”.

foca com rede presa no pescoço

Foto: Friends of Horsey Seals

Dan Goldsmith, presidente da Marine and Wildlife Rescue, disse ter visto um aumento na frequência, agora mensal, dos casos de focas resgatadas de situações de emaranhamento e estrangulamento.

“Isso é tão triste – embora suspeite que existam mais focas lá fora, e sempre houve um problema com a poluição”, disse ele.

O presidente da Friends of Horsey Seals, Peter Ansell, disse: “Se você tivesse visto o estado de seu pescoço, você teria visto que a rede ficou presa no pescoço por meses e meses.”

“A rede tinha se entranhado em sua pele cerca de uma polegada e meia de profundidade. Eu vi a veterinária enterrando seus dedos na ferida para tentar ficar debaixo da rede para que ela pudesse cortar as cordas enroladas no pescoço do animal.”

“Não foi um trabalho simples e ele não ficou muito feliz. Eu acho que levará alguns meses para que ele se recupere, provavelmente três.”

No ano passado, os voluntários da Friends of Horsey Seals também resgataram uma foca com um frisbee preso no pescoço. Acredita-se que o animal chamado Frisbee tenha nadado com o anel de plástico em seu pescoço por até seis meses.

Ela estava faminta e desnutrida, com uma ferida gravemente profunda e infectada. Frisbee passou por cinco meses de reabilitação em um centro da RSPCA. Sua ferida foi tratada, e, como parte de sua reabilitação, recebia banhos com até 25 kg de sal diariamente.

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Hotel inteiramente vegano será inaugurado na Turquia

O hotel The Vegan Lodge será inaugurado em março na região de Olympos, na cidade turística de Antalya, na Turquia. Todos os materiais utilizados no hotel, incluindo produtos de higiene pessoal, materiais de limpeza e tecidos, não conterão produtos de origem animal.

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Foto: The Vegan Lodge

O hotel dispõe de 34 suítes e utiliza energia solar para abastecer o aquecimento central dos quartos e da água, e todas as frutas e legumes oferecidos são de cultivo próprio do hotel.

A culinária mediterrânea que preenche os menus é inteiramente baseada em vegetais e inclui hambúrgueres caseiros, falafel, massas, tigelas de grãos para o almoço e pratos de café da manhã em estilo buffet, itens de confeitaria, saladas e aperitivos quentes.

O Vegan Lodge também dispõe de 2 piscinas, academia e sala de yoga, além de atividades como oficinas de culinária e aulas de ginástica.

“Eu vejo como é difícil para os veganos terem férias livres de preocupações, especialmente em países estrangeiros, quando precisam explicar o que os veganos comem e não comem”, disse o proprietário do Vegan Lodge, Emre Dilek, ao VegNews.

“Pretendo mostrar aos hóspedes que é possível ter férias confortáveis ​​e agradáveis ​​que não prejudiquem o meio ambiente e as outras espécies.”

Da mesma forma, a Hilton Hotels inaugurou sua primeira suíte vegana em Londres na semana passada, com móveis feitos com couro derivado de abacaxi, almofadas preenchidas com cascas de trigo-sarraceno em vez de penas de ganso, um menu vegano de serviço de quarto e um frigobar recheado de guloseimas baseadas em vegetais.

Urso polar sobe em submarino nuclear em busca de alimento

O urso polar foi fotografado saindo do gelo e subindo em um submarino nuclear russo em busca de comida, no oceano Ártico.

Segundo o Daily Mail, submarino da classe Delta IV estava ao norte das ilhas norueguesas de Svalbard e Jan Mayen quando a tripulação decidiu sair à superfície para se livrar de sacos de lixo.

Fotos mostram o urso polar sentado perto do submarino antes de começar a atravessar o gelo e subir na embarcação.

Os ursos polares estão extremamente ameaçados de extinção. Hoje, na Rússia e na Noruega existem apenas cerca de 3.000 ursos.

O urso polar  senta-se no gelo olhando para o submarino de classe russo Delta IV, ao norte das ilhas norueguesas de Svalbard e Jan Mayen

Uma pesquisa realizada pela University of California em colaboração com o US Geological Survey alertou que a população de ursos polares está diminuindo muito rapidamente e sua extinção está próxima.

O aquecimento global está causando o derretimento do gelo marinho do Ártico, forçando os ursos polares a percorrerem distâncias mais longas para garantir alimentos e gastar mais energia durante o verão, jejuando até quando o gelo retorna à plataforma continental no outono.

De acordo com o estudo, estes os ursos enfrentam uma luta crescente para encontrar comida suficiente para sobreviverem, enquanto a mudança climática transforma constantemente o habitat deles.

Os ursos dependem do alto teor de gordura na gordura da foca para manter sua dieta. A caça predatória das focas, a principal fonte de alimento dos ursos polares, e a poluição plástica dos oceanos também as colocam em risco de extinção.

O urso coloca sua cabeça para frente para cheirar o submarino que despejava lixo.

Especialistas dizem que a poluição da Rússia no Ártico levaria centenas de anos para se limpar, e essa não é a primeira vez que marinheiros atraem a atenção dos ursos polares famintos enquanto despejam lixo no oceano.

Uma fonte da Marinha Real disse ao Sunday Express: “Nós nos apoiamos completamente na lei marítima e temos sistemas para classificar, reciclar e descartar lixo de uma maneira ambientalmente amigável”.

A ilha norueguesa de Spitsbergen é a única área permanentemente povoada na área de Svalbard, mas os ursos polares podem ser vistos em toda a área.

Em outubro de 2018, ursos polares foram filmados nas ruas da remota cidade russa, Dikson.

Acredita-se que os animais tenham ido à cidade para encontrar comida, o que é um reflexo da perda do habitat dos ursos e da escassez de alimentos.

Vacas são forçadas a pular no fogo durante festival hindu

O sofrimento ou sacrifício de animais em rituais religiosos, por vezes, são justificados pela liberdade de crença e de culto. Seres indefesos, acuados e desesperados são usados com pretextos absurdos e desumanos. Eles são fadados a tortura e a dor pela ignorância humana.

O povo de Karnataka, no sul da Índia, é um triste exemplo de como a “cultura” escraviza e maltrata pobres animais.

O festival de Makar Sankranti é realizado para de trazer boa sorte ao novo ano, além de marcar o advento da primavera.

Durante a cruel “festividade”, as vacas são pintadas e vestidas com guirlandas e outras decorações antes de serem forçadas a pular em uma linha de fogo com seus donos. Os hindus veem as vacas como sagradas e acreditam que o festival as protege de qualquer dano ou prejuízo.

Os organizadores do evento espalharam palha seca ao longo da estrada antes de acendê-la.

Um vídeo aterrorizante mostra claramente o desespero dos animais com a provação.

festival, organizado principalmente no sul da Índia e realizado em estados como Karnataka e Tamil Nadu, é criticado por organizações de bem-estar animal que pediram ao governo para acabar a cruel tradição.

Os hindus afirmam que o fogo não é grande o suficiente para ferir alguém.

As vacas são realmente sagradas na Índia?

É possível um animal ser chamado de sagrado mas ser tratado com tamanha crueldade?

Associada à figura materna por fornecer leite, a vaca também virou objeto de devoção por suas qualidades simbólicas, como humildade e docilidade.

A adoração hindu é contraditória e abusa das qualidades destes animais nos rituais, infligindo a eles sofrimento, medo, dor e desespero.

 

Segundo o hinduísmo, animal à fertilidade e a divindades como Krishna. Mas a adoração não é uma unanimidade na Índia.

Embora cerca de 80% da população seja hindu, há milhões de devotos de outras crenças, como cristãos e muçulmanos, que não cultuam a vaca o que torna a Índia um dos maiores exportadores de carne do mundo.