Zimbábue anuncia que venderá elefantes

Foto: Ray in Manila/Flickr

Foto: Ray in Manila/Flickr

O Zimbábue (África) planeja vender elefantes para Angola e está se preparado para transportar animais selvagens para qualquer outro país interessado nos animais, já que a nação do sul da África esta determinada a reduzir sua população de elefantes justificando a ação covarde pelo crescente conflito entre pessoas e animais selvagens.

Conflito esse gerado pela ocupação humana em habitats naturalmente ocupados pelos paquidermes há anos.

“Não temos um mercado predeterminado para as vendas de elefantes, estamos abertos a todos que querem nossa vida selvagem”, disse a ministra do Turismo, Prisca Mupfumira, em uma entrevista durante uma cúpula da vida selvagem em Victoria Falls.

“O principal problema são as minas terrestres em Angola, por isso estamos a tentar ajudá-las com um fundo para lidar com elas antes de enviarmos os animais.” Milhões de minas terrestres foram usadas na guerra civil de 27 anos que terminou em 2002 e muitas ainda a ser limpos.

Líderes dos quatro países da África Austral que abrigam mais da metade dos elefantes africanos do mundo se reuniram no Zimbábue na terça-feira última para discutir uma política de gestão comum e reiterar pedidos à Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES) para relaxar algumas de suas regras, incluindo uma moratória sobre as vendas de marfim, segundo informações da Bloomberg.

Os quatro países – Zimbábue, Zâmbia, Namíbia e Botsuana – uniram forças no começo deste ano para pressionar a CITES antes de uma conferência global marcada para agosto. Eles afirmam que devem ser livres para decidir como lidar com sua vida selvagem, e a renda das vendas de estoques de marfim pode ser usada para conservação.

Botsuana diz que tem muitos elefantes, enquanto Mupfumira disse que o Zimbábue tem um “excesso” de 30 mil dos animais.

O presidente da Namíbia, Hage Geingob, e Edgar Lungu, da Zâmbia, disseram aos delegados na cúpula que os direitos das comunidades que vivem entre elefantes estão sendo negligenciados e que deve haver um “novo acordo” com a CITES que lhes permita se beneficiar da vida selvagem.

O presidente Mokgweetsi Masisi, de Botswana, que supervisionou o levantamento da proibição da caça em maio para permitir que os moradores atirassem em alguns elefantes caso destruíssem as plantações, fez comentários semelhantes.

O Zimbábue já vendeu vários elefantes africanos para a China nos últimos anos. A nação da África Ocidental da Gâmbia, que não tem paquidermes, também manifestou interesse, disse Mupfumira.

“Eles disseram vir e nos ensinar e nos enviar know-how técnico”, disse ela. “Devemos permitir a livre circulação e também devemos decidir – é nosso próprio recurso”.

Com afirmações que reduzem os animais a produtos para serem comercializados conforme a vontade humana, líderes das nações preseteadas com esses belos animais, posicionam-se no sentido de precificá-los e decidir sobre seus destino e bem-estar.

Ocupando seus habitats e pressionando-os a viver em espaços cada vez menores, esses animais seguem relega à vontade humana que na maioria das vezes visa apenas o lucro ao decidir sobre seus destinos.

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Governo planeja aumentar a pena para abusadores de animais para até 5 anos de prisão

Foto: Mirror UK

Foto: Mirror UK

Abusadores de animais enfrentarão penas mais duras de prisão sob as novas leis planejadas por Michael Gove, secretário do meio ambiente do Reino Unido.

O secretário apresenta hoje uma nova lei para aumentar as sentenças máximas nos casos de crueldade contra os animais de seis meses até cinco anos de cadeia.

As sentenças mais severas serão por crueldade, incluindo brigas de cães, abuso de cachorros e gatos, ou negligência grosseira de animais de fazenda ou de criação.

Gove disse que o projeto de lei de bem-estar animal (condenação) trará a mais severa punição na Europa e fortalecerá a posição do Reino Unido como líder global em bem-estar animal.

“Não há lugar neste país para a crueldade contra animais”, disse ele. “É por isso que quero ter certeza de que aqueles que abusam de animais serão punidos com toda a força da lei”.

Foto: Mirror UK

Foto: Mirror UK

“Nosso novo projeto de lei envia uma mensagem clara de que esse comportamento não será tolerado, com a sentença máxima de cinco anos sendo uma das mais duras punições de toda a Europa”.

“Estou comprometido em tornar o nosso país o melhor lugar do mundo para o cuidado e proteção dos animais.”

A RSPCA (maior ONG de defesa dos direitos animais na europa) recebeu mais de um milhão de chamadas para sua linha direta de crueldade 24 horas em 2018, com uma chamada a cada 27 segundos.

A nova lei tem forte apoio do público e grupos de assistência social, com mais de 70% da população apoiando planos para penas de prisão mais duras em uma consulta pública no ano passado.

Os tribunais até queriam distribuir sentenças mais longas nos últimos anos, mas não conseguiram porque as leis para isso não estavam disponíveis.

Isto inclui o caso de um homem que treinou cães para torturar impiedosamente outros animais, incluindo a captura e prisão de uma raposa e um cão terrier em uma jaula para atacar brutalmente um ao outro.

O ministro do bem-estar animal, David Rutley, disse acreditar que sentenças mais longas agiriam como “um sério impedimento contra a crueldade e a negligência”.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Ele acrescentou: “Este passo baseia-se na recente ação positiva que tomamos para proteger os animais, incluindo planos para proibir as vendas de cachorros e gatinhos de terceiros e proibir o uso de animais selvagens em circos”.

Claire Horton, chefe-executiva da Battersea Dogs & Cats Home, elogiou o projeto como uma “conquista histórica” e disse que faria uma “profunda diferença” para cães e gatos na Inglaterra e no País de Gales.

“Nós, e muitos outros centros de resgate, vemos casos chocantes de crueldade e negligência entrando por nossos portões e há muitos outros animais que são despejados e nem mesmo saem das ruas”, disse ela.

Pesquisas mostram que penas de prisão mais duras agem como um impedimento para possíveis criminosos, então o anúncio de hoje deve evitar o sofrimento de muitos animais no futuro”.

O projeto de lei complementa a “lei de Finn”, batizada em homenagem a um pastor alemão, um cão esfaqueado na cabeça e no peito em 2016, enquanto tentava pegar um homem suspeito de roubar um motorista de táxi sob a mira de uma arma.

A Lei de Finn entrou em vigor no início deste mês e fornece maior proteção para cães e cavalos.

Se aprovada em lei, a Lei de Bem-Estar Animal (Condenação) significa que alguém que ataca um cão pode ser condenado a cinco anos de prisão.

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Maquinista para o trem e salva cachorro que estava nos trilhos da morte

Foto: Facebook/Andres Fabricio Argandoña Tapia

Facebook/Andres Fabricio Argandoña Tapia

O maquinista Andres Fabricio Argandoña Tapia estava dirigindo um trem através de Llay Llay, na região de Valparaíso, no Chile, quando notou uma mancha escura nos trilhos à frente.

Quando o objeto bloqueando seu caminho não se moveu, o condutor atento, acionou o freio.

Alguns metros à frente do vagão do trem havia um cachorrinho assustado com o pelo todo preto e marrom. Tapia saiu do trem, filmando com o celular enquanto se aproximava do animal.

Ao ver o condutor, o cachorrinho puxou os poucos metros de corrente que o prendiam aos trilhos, latindo e abanando o rabo animadamente. Se Tapia não tivesse parado o trem, o filhote não teria conseguido escapar – um pensamento que perturbou profundamente o condutor.

Facebook/Andres Fabricio Argandoña Tapia

Facebook/Andres Fabricio Argandoña Tapia

“Como pode haver pessoas tão más que amarraram cachorrinhos nos trilhos?”, disse Tapia no vídeo. “Espero sinceramente que, um dia, a raça humana mude”.

Tapia postou o vídeo do resgate em sua conta do Facebook, onde as imagens já foram visto mais de 300 mil vezes. Enquanto o vídeo termina logo após a descoberta do cão, Tapia afirma que ele tirou a corrente do cãozinho e libertou-o.

“No final, o filhote soltou-se e ficou feliz”, escreve Tapia em um comentário no Facebook.

Você pode assistir ao resgate comovente aqui:

Em resposta ao vídeo viral, o prefeito de Llay Llay, Edgardo Gonzalez, afirmou que ele está lançando uma investigação criminal para trazer quem abandonou o animal daquela forma seja traziso à justiça.

“Estamos chocados com a crueldade vista em nossa sociedade e condenamos veementemente esse ato contra um animal tão indefeso”, disse Gonzalez, segundo o jornal local La Republica. “Agradecemos a atitude que o motorista do trem teve, que salvou a vida de este animal doméstico.

“Como município, tomaremos as ações correspondentes [para iniciar] uma ação judicial contra os responsáveis e também entraremos em contato com o engenheiro para oferecer toda a nossa ajuda para fornecer a esse cachorrinho cuidados médicos veterinários, microchips, desparasitação e esterilização”, ele completou.

Facebook/Andres Fabricio Argandoña Tapia

Facebook/Andres Fabricio Argandoña Tapia

Se o filhote for encontrado, o prefeito afirmou que eles farão o melhor possível para proporcionar ao pequeno cão um lar adotivo amoroso.

A resposta ao vídeo foi esmagadora, com milhares de comentários de pessoas agradecendo o gentil maquinista por ter parado para salvar a vida do cão indefeso.

Tapia respondeu no Facebook: “Nós ferroviários somos homens de bom coração.”

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Homem arrisca a vida para salvar cachorro preso em lago congelado

Foto: WKBW

Foto: WKBW

Don Chatten, um homem de 49 anos, estava em Ellicott Creek Dog Park, andando com seus dois cães – ambos adotados e vindos de resgates – quando um dos cachorros parou ao pé da ponte e começou a agir de forma estranha.

Don seguiu o animal desconfiado do comportamento do animal, quando ouviu um fraco gemido vindo na direção do riacho. Don sabia que um cachorro estava desaparecido na área, então ele foi investigar para ver o que estava acontecendo.

Foto: WKBW

Foto: WKBW

Ele encontrou um pequeno cão encalhado, totalmente preso no meio das águas geladas. Don gritou aos visitantes do parque para ligar para os bombeiros imediatamente, mas ele sabia que o cachorro não sobreviveria por tanto tempo esperando o socorro.

Sem pensar duas vezes, Don pulou nas águas geladas para alcançar o cachorro. Ele quebrou o gelo com o antebraço e encarou a água congelada até a cintura para alcançar o cão. Ele então conseguiu segurar o cão em seu peito e rastejar de volta para a superfície do lago.

Foto: WKBW

Foto: WKBW

O cão salvo, é uma mistura de Terrier chamado Jackson, foi levado para os veterinários e recebeu atendimento de emergência. Os veterinários afirmam que a vida de Jackson foi salva por causa do pensamento ágil e da coragem de Don. O tutor do cachorro ficou aliviado e grato por ter seu amado amigo de volta.

As pessoas estão chamando Don de herói, mas ele atribui esse resgate ao seu cão determinado que sentiu o perigo e avisou-o a tempo. Que humilde e valente amante dos animais, a humanidade agradece a Don por seu altruísmo e valorização da vida.

Clique no vídeo abaixo para ver Don resgatar bravamente o pequeno Jackson!

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Escócia propõe projeto de lei para banir completamente a caça à raposa

Alison Johnstone, co-líder do Partido Verde Escocês, anunciou planos de propor um projeto de lei de autoria um membro da sigla que visa fechar “brechas” na legislação existente, que não conseguiu erradicar completamente a caça às raposas e ainda permite que um número ilimitado de lebres nativas e marrons a serem mortas em certas épocas do ano.

Uma consulta pública sobre o projeto de lei esta sendo lançada, buscando feedback sobre as medidas destinadas a proteger as três espécies e impedir que sejam mortas por esporte.

A consulta será realizada até meados de setembro.

No documento de consulta, Johnstone afirma: “Os mamíferos selvagens não pertencem a ninguém enquanto estão vivendo livremente, mas a legislação do Reino Unido há muito tempo sustenta que o bem-estar animal é um bem público e que os animais devem ser protegidos pelo interesse público.

“O objetivo do projeto de lei proposto é, portanto, melhorar a proteção de alguns mamíferos silvestres na Escócia, especificamente ao acabar com o uso de cães na caça de mamíferos selvagens e melhorar a proteção de certos mamíferos selvagens”.

O governo escocês delineou as intenções de reforçar as leis depois de encomendar uma revisão da Lei de Proteção aos Mamíferos Selvagens (relativa apenas à Escócia) de 2002, de Lord Bonomy, mas até agora não tomou medidas.

Johnstone disse: “As raposas e as lebres são espécies emblemáticas que são amplamente celebradas na cultura popular e valorizadas tanto pelos escoceses que vivem no campo como pelos que vivem nas cidades.

“Eles merecem nossa compaixão e respeito, mas são rotineiramente mortos em todo o país em grande número”.

As regras existentes proíbem o uso de matilhas de cães para caçar e capturar raposas, mas permitem o uso de cães ao liberar uma raposa em campo aberto.

O novo projeto de lei foi bem recebido pelos defensores do bem-estar animal, que disseram que poderia representar uma “mudança no jogo”.

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Cidade indonésia mata mais de 13 mil cães por mês para consumo

Foto: DMFI

Foto: DMFI

Imagens de vídeo fortes e chocantes capturadas em matadouros na capital da Indonésia, Surakarta, localizada no centro da ilha de Java, conhecida também como Solo, mostram os animais sendo espancados e feridos para sangrar até a morte enquanto ainda estão conscientes.

As imagens foram capturadas pela coalizão Dog Meat-Free Indonesia (DMFI) durante uma investigação secreta, que revelou que cerca de 13.700 cães são pegos das ruas ou roubados em Java todos os meses.

Lola Webber, da Fundação Change For Animals, disse: “Os cães são capturados nas ruas e roubados das casas das pessoas para serem levados em longas viagens, muitas vezes que duram dias, embalados em caminhonetes ou em sacos de juta, suas bocas amordaçadas ou amarradas assim eles mal podem respirar.

“Eles são então levados para matadouros imundos, onde observam os outros serem mortos enquanto esperam sua vez, tremendo de medo. O olhar deles está assombrando, as paredes salpicadas de sangue são inesquecíveis.

As últimas investigações da DMFI sugerem que Solo é um epicentro de grande parte do comércio que opera na ilha mais populosa da Indonésia.

Isso tudo ocorre apesar de uma diretriz do governo central do país em vigor desde setembro, que pediu aos governos locais para combater os negócios de carne de cães e gatos.

A DMFI lançou uma campanha em 2017, liderada pelo comediante britânico Ricky Gervais e apoiada por outras celebridades, para acabar com o consumo de carne de cachorro.

A campanha pediu ao governo indonésio que proibisse a venda e o consumo da carne devido a crueldade contra os animais e a razões de saúde pública.

Acredita-se que apenas 7% da população indonésia consuma carne de cachorro, e muitos acreditam ingnorantemente que ela oferece benefícios especiais à saúde, como aumentar o desempenho sexual dos homens.

Mas os ativistas alertam que comer carne e cachorro representa um risco de contaminação por raiva ou outras doenças.

As investigações recentes de DMFI agora levaram Solo a elaborar uma legislação para proibir a venda de carne de cachorro, segundo a ABC. Espera-se que as restrições entrem em vigor no próximo ano.

A região de Karanganyar, em Java, também se comprometeu a acabar com o comércio de carne de cachorro na região, segundo a DMFI.

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Comissão de Finanças e Tributação avalia projeto que propõe benefícios fiscais a empresas veganas

Por David Arioch

“As práticas veganas valorizam a ética e a compaixão, e trazem benefícios para a sociedade e todo o ecossistema” (Foto: Agência Câmara)

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados está avaliando o Projeto de Lei 2556/2019, que propõe benefícios fiscais a empresas que atuam exclusivamente no ramo vegano.

De autoria do deputado Célio Studart (PV-CE), o PL prevê desconto de 25% em tributos federais que incidirem sobre produtos e serviços veganos.

“Entende-se por produtos veganos aqueles que seguem convicções éticas com base na igual consideração para com animais humanos e não humanos, visando abolir toda a forma de exploração ou abuso”, frisa o projeto de lei.

Studart enfatiza também que a iniciativa é importante porque o veganismo está crescendo no Brasil, assim como no mundo. “As práticas veganas valorizam a ética e a compaixão, e trazem benefícios para a sociedade e todo o ecossistema”, defende o deputado.

Encaminhado para a Comissão de Finanças e Tributação no último dia 20, o projeto, que quer estimular o surgimento de mais empresas veganas, também será analisado conclusivamente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


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Deputado cobra ação do ministro do Meio Ambiente após morte de milhares de peixes em Alagoas

Por David Arioch

Tudo indica que a morte dos peixes tem relação com a poluição das águas da região (Foto: G1)

O Deputado Marx Beltrão (PSD-AL) enviou ontem um requerimento cobrando que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, dê explicações sobre a mortandade de milhares de peixes de diversas espécies na Lagoa Manguaba, em Marechal Deodoro, em Alagoas.

Os animais apareceram mortos aos milhares na manhã do último dia 16 (domingo). Depois de recolherem amostras de água, sedimentos e peixes nos quatro pontos mais críticos, o Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) e a Prefeitura de Marechal Rondon descobriram que o nível de oxigênio dissolvido (OD) está muito baixo – oscilando entre 0,2 e 0,3, quando o ideal é a partir de 5 mg/l. E tudo indica que a morte dos peixes tem relação com a poluição das águas da região.

Marx Beltrão pede que que o Ministério do Meio Ambiente apure a situação no Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba (CELMM), apontado como um dos mais importantes ecossistemas de Alagoas. O Complexo é formado pelos Rios Mundaú – que deságua na lagoa homônima – e Paraíba do Meio – que deságua na laguna Manguaba.

“Quaisquer agressões a este ecossistema necessitam de apuração e responsabilização urgente por parte do poder público, inclusive e principalmente no âmbito da União”, enfatiza Beltrão.


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Investigação denuncia sofrimento dos frangos nos grandes aviários

Por David Arioch

O resultado desse trabalho foi compilado em um vídeo que mostra frangos extremamente jovens debilitados (Foto: Animal Equality)

Uma investigação conduzida ao longo de dois meses pela organização Animal Equality no Reino Unido expõe o sofrimento dos frangos criados nos grandes aviários. O resultado desse trabalho foi compilado em um vídeo divulgado ontem que mostra frangos extremamente jovens debilitados e agonizando até morrer em grandes galpões.

As imagens foram feitas em fazendas que fornecem frangos para a segunda maior empresa de carne de frango do Reino Unido – a Moy Park, que atende grandes redes de supermercados como a Tesco e Sainsbury’s.

Somente uma das propriedades conta com três galpões de dois andares onde são mantidos 63 mil animais, o que significa que é espaço insuficiente para que uma ave seja capaz de ter a sua saúde física e emocional preservada.

Além disso, o vídeo mostra animais incapazes de ficarem em pé em decorrência de graves ferimentos. Carcaças de aves também foram deixadas por dias junto de outros animais que seriam abatidos. “Encontramos pintinhos quase mortos, lutando para respirar com apenas dois dias de vida”, enfatiza a Animal Equality.

“Como o nosso apetite por carne de frango tem crescido, o tamanho das fazendas de frango também”, acrescenta o diretor da AE do Reino Unido, Toni Vernelli, lembrando que uma refeição para nós significa uma vida de miséria para esses animais, e que imagens como as registradas podem ser testemunhadas em qualquer parte do mundo.

Vernelli defende que não há caminho mais adequado e compassivo do que deixar as aves fora do nosso prato e optar por alternativas à base de vegetais. Em defesa da Moy Park, um porta-voz disse que a empresa tem uma política de tolerância zero em relação a qualquer coisa que coloque em risco à saúde e o bem-estar dos animais, e que estão avaliando tudo que foi denunciado no vídeo.

Vale destacar que as fazendas investigadas têm certificação da Red Tractor, organização que “garante a qualidade dos produtos alimentícios” no Reino Unido.


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ONU publica vídeo em que defende que comida sem carne beneficia o planeta

Por David Arioch

Rebanho na Amazônia, onde a agropecuária é apontada como principal causa do desmatamento (Foto: Amazonia.org)

A Organização das Nações Unidas (ONU) Brasil publicou hoje em seu canal no YouTube um breve vídeo em que defende que a comida sem carne beneficia empreendimentos, consumidores e o nosso planeta.

Além de destacar que a pecuária tem grande responsabilidade sobre as emissões globais de gases do efeito estufa, a ONU aponta que a redução do consumo de carne é essencial para prevenir a degradação do meio ambiente.

O vídeo também cita as startups Impossible Foods e Beyond Meat, eleitas “campeãs do planeta” pela ONU Meio Ambiente em 2018, como exemplo de que é possível criar alternativas à base de plantas que atendam aos interesses do consumidor sem causar grandes danos ao meio ambiente.

“NOS EUA, redes de restaurantes focados em carnes, agora, estão incluindo os produtos dessas empresas”, acrescenta em referência à crescente aceitação por produtos sem ingredientes de origem animal.


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