Indústria de sorvetes sem laticínios deve registrar bom crescimento até 2025

Por David Arioch

Foto: Pixabay

A indústria de sorvetes sem laticínios deve chegar à marca de US$ 1,2 bilhão em 2025, com taxa de crescimento anual composta de 14,8%, de acordo com pesquisa da Grand View Research divulgada esta semana.

O relatório aponta que a demanda por sorvete sem laticínios deve impulsionar o mercado de sorvetes veganos. O coco é apontado como a fonte de matéria-prima preferida do mercado na atualidade em decorrência de fatores como compatibilidade, fácil disponibilidade e interesse do consumidor.

“O coco é uma fonte importante para a produção de sorvetes veganos e representou 37,4% da receita total em 2018”, informa a Grand View Research.

Já o leite de amêndoas é a fonte em maior fase de expansão como consequência da conscientização sobre os benefícios nutricionais das amêndoas – com precisão de taxa de crescimento anual composta de 15,8%.

No relatório, que cita o Brasil como um dos mercados promissores, o sorvete de chocolate é citado como o sabor preferido dos consumidores, representando 36% do total comercializado em 2018 no mundo todo, seguido pelo sabor baunilha – que deve ter uma taxa de crescimento anual composta de 14,4% até 2025.

No entanto, algumas partes do mundo têm distintas preferências. Se analisarmos somente a Europa, o sabor predominante já não é chocolate, mas sim limão. Supermercados e hipermercados são os canais preferidos de compras de sorvetes sem laticínios.


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Gatinha que vivia em caixa de papelão descobre o que é ter um lar

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Quando a família de Marcy foi despejada no verão passado, eles se mudaram e deixaram a gatinha para trás, abandonando-a no mundo para se defender sozinha e do lado de fora da antiga residência da família.

Ela encontrou abrigo em uma velha caixa de papelão no quintal de um vizinho e morou lá por vários meses, até que finalmente, alguém decidiu que não poderia mais deixá-la viver assim.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Rebecca McGinn estava visitando seu irmão para o aniversário de sua sobrinha quando ele contou a ela sobre um gato abandonado que morava em seu quintal. Ela saiu para ver se Marcy iria deixá-la chegar perto dela – e instantaneamente se apaixonou por ela.

Assim que viu Marcy, doente e sem lar, McGinn soube que ela a levaria para casa.

“Eu decidi adotá-la como ela estava, dentro de uma caixa de papelão encharcada, tremendo e tinha os olhos tão tristes”, McGinn disse ao The Dodo. “Assim que ela me viu, ela veio até mim em busca de carinho e foi tão doce e carinhosa.”

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Marcy estava em péssimas condições quando McGinn a viu pela primeira vez, e depois de ser examinada por um veterinário, foi determinado que ela tinha problemas nos olhos, vermes, pneumonia, uma infecção no pulmão e problemas de pele que estavam fazendo com que seus pelos caíssem em punhados.

Todos sabiam que o caminho para a recuperação de Marcy seria longo, mas McGinn estava ansiosa para levá-la para casa e mostrar a ela como era ter um lugar agradável e acolhedor para se aconchegar com uma família que ama você.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“Ela se instalou imediatamente e se enrolou e dormiu por dias”, disse McGinn.

Depois de tudo o que passou, Marcy ficou tão feliz por finalmente ter lugares macios e fofinhos para se aconchegar, e agora está viciada em coisas aconchegantes.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“A coisa que ela mais ama é estar comigo e com meu parceiro, abraçados”, disse McGinn. “Ela é 100% obcecada com cobertores e pessoas. Ela adora estar escondida e coberta. Ela está em um cobertor macio 99% do tempo!

Sejam travesseiros, cobertores ou um de seus novos humanos, Marcy agora é especialista em encontrar lugares aconchegantes para dormir e não tem planos de parar comesse hábito tão cedo. O tempo na caixa de papelão, na chuva, sol, frio ou calor foi o suficiente para que ela aprendesse a valorizar o que tem agora.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Marcy esta absolutamente obcecada com sua nova vida, e se mostrou extremamente amorosa e confiante, mesmo depois de tudo que passou. Ela pode ter tido um passado difícil, mas agora que encontrou a melhor nova família possível, eles vão se certificar de que ela esteja sempre feliz e confortável pelo resto de seus dias.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“Ela tem a personalidade mais doce e amorosa”, disse McGinn. “Ela é super pegajosa e ama toda a atenção. Ela é tão calorosa e confiante com todo.

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Vacas tem o estomago perfurado para que sua digestão possa ser observada por pesquisadores

Foto: AFP

Foto: AFP

O vídeo que flagra a crueldade bárbara contra os animais foi divulgado por um grupo francês de defesa dos direitos animais e mostra vacas vivas cujas laterais do corpo foram perfuradas criando “escotilhas de observação” no estômago delas feitos com o objetivo de estudar a digestão dos animais.

As imagens foram filmadas em fevereiro e maio dentro das instalações de uma entidade de pesquisa agrícola privada em Saint-Symphorien, no noroeste da França, por militantes da ONG L214.

As “portinholas” de observação permitem o acesso ao rúmen, um dos quatro estômagos do animal, num processo inventado no século XIX e usado em centros de pesquisa em toda a Europa para melhorar a produtividade.

As vacas presas em cativeiros minúsculos de metal e mantidas em pé, são vistas em momentos de carinho com as vizinhas de cela, trocando carinhos e lambidas durante o vídeo.

A L214 disse que a prática era “sintomática da forma como os animais são considerados máquinas simples à nossa disposição” e lançou uma campanha online para acabar com isso.

“Como cidadãos, pedimos aos ministros de pesquisa e agricultura que acabem imediatamente os experimentos destinados a aumentar a produtividade dos animais”, disse o documento.

A instalação pertence a uma divisão da gigante francesa de pesquisa de alimentos Avril, que disse que as “seis vacas fistuladas” foram monitoradas de forma “extremamente rigorosa” por veterinários.

Foto: Euronews

Foto: Euronews

“Este processo é usado em todo o mundo apenas para fins de pesquisa”, disse o Grupo Avril em resposta à investigação da L214. “Esta é atualmente a única solução para estudar a digestão de proteínas vegetais”.

Acrescentou: “Esta análise é essencial para muitos avanços na reprodução e, em particular, para melhorar a saúde digestiva de milhões de animais, reduzir o uso de antibióticos e reduzir as emissões de nitratos e metano relacionados à pecuária”.

A empresa também criticou a L214 por “invasões ilegais” desnecessárias na instalação, que, segundo ela, “regularmente abre suas portas para o público”.

No vídeo, L214 disse: “Eles abriram um buraco no estômago da vaca para que possam acessar regularmente seu conteúdo. Os funcionários vêm regularmente para abrir a escotilha para depositar amostras de comida ou retirá-las. O objetivo é aperfeiçoar a forma mais eficaz de se alimentar para que as vacas produzam tanto leite quanto possível”.

O grupo lançou uma petição para acabar com a prática. Brigitte Gothière, co-fundadora da L214, disse: “Hoje, da seleção genética à comida, tudo é otimizado para que os animais produzam mais ovos, leite ou carne”.

“Muitos deles já sofrem de claudicação, infecções, problemas pulmonares ou cardíacos. E, no entanto, em vez de interromper este ciclo, estamos sempre nos esforçando mais. É hora de questionar esse sistema injusto”.

A França é o segundo maior produtor de leite da Europa, depois da Alemanha. O país tem cerca de seis milhões de vacas exploradas por leite alojadas em mais de 61 mil fazendas de laticínios.

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Primeiro ministro nomeia ativista vegana como conselheira de direitos animais em Israel

Foto: Supplied

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A prolífica ativista vegana, Tal Gilboa, foi oficialmente nomeada pelo primeiro-ministro israelense como conselheiro para assessorá-lo em questões de direitos animais.

Tal, que é mais conhecida por ter vencido o reality show Big Brother Israel, é o co-fundadora da Total Liberation Israel e Glass Walls. Ela documentou o que acontece em 95% das fazendas leiteiras de Israel.

A ativista diz que quer usar seu novo papel para conscientizar a população e as autoridades sobre o sofrimento dos animais.

Assessora para direitos animais

“Eu pedi a Tal Gilboa para ser minha conselheiro em questões de direitos animais”, disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em um comunicado enviado ao Plant Based News. “Este é um assunto que gradualmente se tornou mais e mais caro ao meu coração”.

“Fui influenciado pela minha família, pelos livros que li, pela própria Tal e devo acrescentar, pelo minha cachorra Kaya. Minha conexão com Kaya, vendo como ela entende as coisas, testemunhando seus sentimentos e movimentos, tudo isso teve um efeito profundo em mim”, diz o primeiro ministro israelense.

“Por isso, começamos a implementar mudanças nas políticas do governo meio de vários caminhos, sentidos e medidas nos últimos anos e continuaremos a fazer isso com maior intensidade no próximo governo“.

Sensibilização

“Eu gostaria de aumentar a conscientização para o sofrimento dos animais”, acrescentou Gilboa. “Animais que estão em fazendas, animais que estão em abrigos e muitos mais”.

Quando perguntada se ela gostaria de ver Israel como o primeiro país vegano, ela disse: “Absolutamente, mas isso depende da vontade das pessoas. A coisa mais importante para a qual eu trabalharia seria tomar a jurisdição em questões relativas à crueldade contra os animais das mãos do Ministério da Agricultura”.

“É um absurdo que o mesmo ministério, que trabalha de perto com produtores de leite e avicultura, também supervisione questões de crueldade contra os animais. Isso deve mudar urgentemente”.

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Gato e ratinha descobrem um ao outro e se tornam os melhores amigos

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

MacKenzie Allmon da cidade de North Little Rock, no estado do Arkansas (EUA), é uma verdadeira amante dos animais – ela ama tanto gatos como cães, e como orgulhosa cuidadora de quatro ratinhos domésticos, ela é também uma ardosa amante de ratos.

Allmon diz que seus animais são tudo para ela. Mas ela mal sabia o quanto alguns de seus bichinhos se amariam, entre eles mesmos, até que um dia ela encontrou seu gato Jagger no mais inesperado dos lugares.

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

Jagger entrou na vida de Allmon um ano atrás, quando ele era apenas um pequenino gatinho. Na verdade, ele nasceu na garagem de Allmon.

“No nosso antigo bairro havia um mercado de pulgas por perto e as pessoas costumavam dar filhotes lá – mas no final do dia, se eles ainda tivessem algum sobrando, eles simplesmente os deixavam por ali mesmo[soltos], o que fazia com que nosso bairro fosse preenchido gatos selvagens “, disse Allmon ao The Dodo.

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

Um desses gatos em situação de rua era manso – e um pouco arredondado demais ao redor da cintura. “Nós a levamos e a gata, que estava grávida, acabou tendo seus gatinhos em nossa garagem”, disse Allmon.

Allmon e sua família encontraram lares e adotantes para a gata mãe e todos os seus gatinhos – com exceção de um gatinho com quem Allmon sentia uma ligação particularmente forte. “Eu simplesmente não podia desistir dele”, disse ela.

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

Oito meses depois, Allmon veio buscar alguns ratos domésticos frutos de resgate. Então ela pegou mais um par deles. Ela criou um habitat grande e protegido para seus quatro novos membros peludos da família, Willow, Jasmine, Eevee e Sadie – mas ela não sabia exatamente como Jagger reagiria aos novos moradores da casa.

“Desde que Jagger era pequeno ele ama outros animais, especialmente cachorros”, disse Allmon. “Mas quando eu peguei meus ratos, eu não sabia o que esperar, pois a rivalidade entre gatos e ratos é bem conhecida”.

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

Então, um dia, Willow conseguiu escapar do habitat dos ratos.

Allmon olhou por toda a casa e descobriu algo adorável.

“Eu encontrei ela e Jagger aconchegando-se em um caixote”, disse Allmon.

E isso não foi um acaso de uma só vez.

“Desde então, eles têm sido inseparáveis”, disse Allmon. “Eles seguem um ao outro pela casa e adoram brincar um com o outro”.

Jasmine, Eevee e Sadie também fizeram amizade com Jagger.

Mas Willow ainda ocupa um lugar especial no coração do gato.

“Eu definitivamente diria que Willow é a sua favorita”, disse Allmon. “Ela é quem começou tudo, o que saiu de sua casinha e começou a trocar carinhos com ele. Eles inegavelmente se amam”, conclui a tutora orgulhosa.

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Cachorro fica 3 dias ao lado de cadela morta por atropelamento

Foto: Jusciê Lopes/Arquivo Pessoal

Um cãozinho velou o corpo de sua companheira morta por três dias em uma rodovia da Região Metropolitana de Fortaleza (CE). A cadelinha sem vida usa uma coleira e foi vítima de um atropelamento. Até o momento ninguém se identificou como tutores dos cães.

O motorista de ônibus Francisco Jusciê se solidarizou com a dor do cãozinho e levou um pouco de água, mas teme que o animal esteja em risco. “O outro cachorro está apodrecendo e ele continua pastorando. Estou vendo a hora dele ser atropelado”, disse em entrevista ao G1.

O motorista explicou ainda que pensou em resgatar o cãozinho, mas não possui um automóvel para transportá-lo. O cachorro está na rodovia CE-040, uma via extremamente movimentada da cidade de Aquiraz. O cadáver da cadelinha ainda não foi retirado do local.

Gangue de motociclistas se une para salvar animais vítimas de abuso

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

Uma gangue de motoqueiros normalmente é acompanhada de muitos estereótipos negativos. Barulhentos, briguentos ou arruaceiros e chamarizes ambulantes de confusão só para citar alguns deles. No entanto, esse não é sempre o caso.

Como na maioria dos casos envolvendo estereótipos, isso simplesmente não é verdade. Ouvimos histórias sobre gangues de motoqueiros ajudando crianças vítimas de bullying, prestando tributo aos veteranos de guerra e muito mais. No entanto, esta gangue de motoqueiros se destaca por realmente amar os animais.

Apesar de suas tatuagens pelo corpo, motocicletas enormes e vestuário de roqueiro, a Rescue Ink é diferente. Eles são uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de salvar animais vítimas de abuso.

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

O grupo varia em idade, sexo e profissão. Alguns são motociclistas em tempo integral, mas outros são levantadores de peso, veteranos, ex-policiais e advogados.

Eles invadem ringues de luta de cães para salvar os animais indefesos, mas não é só isso, a gangue entra em qualquer situação onde eles vêem um animal sendo abusado. E tem mais eles não salvam apenas cães. No passado, a gangue de motoqueiros Rescue Ink resgatou cavalos, porcos, peixes, galinhas e até mesmo uma jiboia.

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

Se eles têm evidências suficientes para ter certeza de que um animal está sendo ferido ou maltratado, eles o colocam sob seus cuidados pra receber amor e ser reabilitado. No entanto, às vezes eles vão além da jurisdição da polícia, e alguns têm um problema com isso (quebrar a lei para salvar os animais).

Mesmo que eles estejam fazendo isso pelas razões certas, para salvar os animais, a justiça legal é o curso correto de ação, dizem os policiais.

“A Rescue Ink faz o que for necessário dentro dos limites da lei – é o que nossos advogados nos dizem para dizer – para combater o abuso e a negligência de todos os tipos”, diz a declaração de sua missão.

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

“Algumas pessoas gostam de pensar em nós como super-heróis”, dizem eles. “A verdade é que somos super amantes de animais (e protetores). Ao longo dos anos, e através de muitos casos, obstáculos e desafios complicados, continuamos fortes e dedicados à nossa missão”.

E o trabalho deles fez maravilhas. Eles invadiram ringues de luta de cães, impediram que um gato em situação de rua fosse morto e muito mais. Eles até ajudam aves em situação de perigo e entraram no esgoto para salvar os patinhos. A gangue de motoqueiros recebe cerca de 250 chamadas por dia para ajudar animais maltratados.

Eles podem parecer intimidantes, mas estão amando e se importando com o anos mais que muitos membros da sociedade tidos como “normais” e sua dedicação tem salvado muitas vidas.

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Cachorro participa de missa e brinca com padre em Belo Horizonte (MG)

Reprodução

Um doce cãozinho roubou a atenção dos fiéis durante a missa da Ascensão do Senhor na Igreja de Nossa Senhora das Dores, no bairro Floresta, em Belo Horizonte (MG). Faceiro, ele escapou de uma casa vizinha, entrou na igreja e decidiu fazer amizade com o padre José Geraldo Sobreira.

Um vídeo registrou toda interação entre os dois. Em uma entrevista ao portal G1, o padre contou que o cachorro queria apenas se divertir. “Ele entrou na igreja, foi nos bancos, na música, no pessoal do canto, subiu o presbitério e depois sentou na minha frente e começou a brincar com a minha túnica”, disse.

Uma pessoa que estava na missa reconheceu o cãozinho. Após a celebração, o cachorro, que se chama Herman, foi entregue a sua tutora. O vídeo que mostra a interação entre o padre e o cãozinho foi publicado no Facebook e já teve quase 100 mil compartilhamentos. Veja abaixo:


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Cachorra caminha 32 km para encontrar família que a abandonou após a mudança

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

A cachorrinha Cathleen tem seis anos de idade e apesar de não ter raça definida, ela claramente possui uma mistura da raça de cães dos Grandes Pirineus, cães grandes e dóceis. A cadelinha foi entregue a alguém em Praga, Oklahoma (EUA), depois que sua família decidiu se mudar para uma nova casa em Seminole, no mesmo estado, a apenas 20 quilômetros de distância da antiga residência.

Diante disso o que a determinada Cathleen fez? Ela andou, andou e andou e não uma vez apenas, mas ida e volta para a casa de sua família em um esforço para encontrar aqueles que amava. É difícil mesmo de imagina o quão doloroso essa situação e esse esforço foram para Cathleen.

Felizmente, Humane Society de Seminole levou Cathleen para o abrigo da ONG na intenção de ajudar a cachorrinha preterida a encontrar uma nova casa para ela. “Seu coração quer estar com eles, mas eles não podem mantê-la. Nós agora intervimos para ajudar Cathleen em sua próxima jornada ”, escreveu o abrigo.

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

Descrita como um exemplo de fidelidade e amor à sua família, Caitlin recebeu pedidos de adoção de todos o país – e ela encontrou o lar perfeito, com uma família muito amorosa e que jamais a abandonará. Cathleen em breve estará indo para o Texas para começar sua nova vida.

Milhões de cães e gatos desabrigados vagam pelas ruas no mundo todo, sempre é possível fazer algo para garantir que os animais amorosos e fiéis, assim como Cathleen, também tenham seu final feliz.

Quando uma família pensa em receber um companheiro de quatro patas em sua casa, a adoção pode tirar um desses animais das ruas ou dos abrigos. Animais não são produtos para serem comprados.

A adoção é um compromisso vitalício. Se por algum motivos for impossível adotar um animal, os abrigos e ONGs sempre estão precisando de voluntários para ajudar em uma variedade de tarefas. Animais se beneficiam de carinho e amor e estão sempre pronto a recebê-los e oferecê-los.

Embora a viagem de Cathleen não tenha tido o resultado que ela desejava, a cachorrinha encontrou uma nova família e será muito feliz ao lado deles. Porém muitos animais em situação de rua não tem a mesma sorte.

Não vire o rosto ou finja que não viu ao se deparar com um animal em situação de rua em necessidade, eles sofrem, amam, sentem fome, criam vínculos e adoecem como nós. Toda vida é valiosa e colaborar para o bem comum, tanto de humanos como de animais, nós tornam pessoas melhores.

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Burro cai de exaustão por não aguentar peso de carga

Reprodução | Facebook

Após ser forçado a carregar uma pesada carga, um burro tombou de exaustão e não conseguiu se levantar novamente devido ao peso. O caso foi registrado na cidade de Valparaíso, no Chile. As imagens foram publicadas em redes sociais e rapidamente viralizaram.

Os maus-tratos foram condenados pela governadora de Valparaíso, Maria de Los Angeles de La Paz, que pediu a punição pela exploração do animal e lembrou que o abuso de seres indefesos é crime e covardia. Não há informações sobre o burrinho ou se ele foi resgatado.

Lamentavelmente, cenas como estas são comuns em todo o mundo, inclusive no Brasil. Na última semana, um cavalo desmaiou de exaustão após ser forçado a carregar cinco pessoas em uma carroça na cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul. O animal estava desidratado e faminto.

Nota da Redação: equinos sofrem todo tipo de violência, desde a exploração em carroças, charretes e como meio de locomoção. Qualquer atividade que submeta vidas livres a atos de violência e exploração deve ser vista e tratada como ato criminoso. Nesse sentido, torna-se absolutamente urgente a criação de leis que amparem e protejam a vida de práticas perversas como as cavalgadas. Toda forma de maus-tratos deve ser tratada e combatida como ato contra a vida – e as leis devem agir como instrumentos potentes nesse combate tão necessário.