Meghan Markle fala sobre a alegria incomparável de se adotar um animal

Foto: AP

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A duquesa de Sussex revelou na visita anual realizada a ONG de resgate de animais que ela patrocina, a alegria poderosa e transformadora de vidas que ela sentiu ao adotar um animal resgatado.

Meghan de 37 anos, é patrona do The Mayhew Animal Home, em Londres, Inglaterra pode estar naturalmente ocupada com maternidade, cuidando de Archie, seu filho de apenas seis semanas de idade, mas ela ainda tem a caridade como uma de suas maiores prioridades na vida.

“Como tutora orgulhosa de cães resgatados, sei por experiência própria que imensa alegria a adoção de um animal pode trazer a sua casa”, escreveu ela.

A ex-atriz adotou dois cães de resgate, um beagle chamado Guy e uma mistura de pastor de labrador chamado Bogart.

Enquanto Guy veio para o Reino Unido com Meghan quando ela se mudou de Toronto para morar com Harry – e desde então tem sido visto cavalgando com a rainha – Bogart era muito idoso para viajar e teve que ficar para trás com os amigos da duquesa.

Meghan acrescentou: “O papel que nós, como pessoas, desempenhamos no reavivar e resgatar esses animais é vital, mas o papel de organizações como a Mayhew é incomparável”.

“O que inicialmente me impressionou em relação a Mayhew especificamente é a abordagem baseada na comunidade, não apenas em reabilitar os animais, mas nos cuidados preventivos que inibem esses gatos e cachorros de acabar em abrigos”.

Foto: The Mayhew Animal Home

Foto: The Mayhew Animal Home

Mãe de um menino, Meghan passou a incentivar as pessoas a apoiarem a instituição de bem-estar animal de qualquer maneira que puderem – seja através da adoção, do voluntariado, doação ou espalhando mensagens de conscientização.

“A escolha de adotar um animal doméstico é uma grande decisão que envolve muita responsabilidade, mas tem também um retorno infinito sobre o investimento”, acrescentou ela. “Isso, sem dúvida, mudará sua vida.”

A duquesa visitou o abrigo Mayhew Animal Home em 16 de janeiro, quando estava grávida de seis meses de Archie, marcando sua primeira visita oficial à instituição de caridade já em seu papel de patrona.

Foto: Kensington Royal/Twitter

Foto: Kensington Royal/Twitter

De acordo com os espectadores, a amante de animais Meghan ficou particularmente impressionada com uma cachorrinha sem raça definida mas com uma mistura proeminente da raça jack russell, chamada Minnie, que entraria para adoção.

Ela queria levá-la para casa, mas disse: “Não podemos levar outro cachorro antes do bebê, pois nossas mãos estão muito cheias!”

Durante sua visita, Meghan também acariciou um cachorro chamado Roobarb e conheceu Wully Struthers, um antigo frequentador do abrigo, que estava lá com seus dois Staffies, Azzy e Gallis.

Foto: Kensington Palace/Twitter

Foto: Kensington Palace/Twitter

A duquesa perguntou gentilmente sobre a ex-moradora do abrigo Maggie (anteriormente conhecida como Truffle), que vive atualmente com sua nova tutora, Emma. O filhote de jack russell foi resgatado de uma fazenda suspeita de ser uma fábrica de filhotes, em outubro do ano passado.

O filhote que roubou o coração de Meghan, Minnie, é descrito pelos funcionários do abrigo como uma “garota tímida e sensível” que “pode ficar acuada perto de estranhos e se assusta com ruídos altos”.

Meghan se reuniu com funcionários, voluntários e beneficiários durante sua visita hoje, e ouviu mais sobre as várias iniciativas da instituição, desde o envolvimento da comunidade até projetos internacionais.

Ela também aprendeu sobre vários projetos administrados pela instituição, criados para melhorar a vida de animais e pessoas e para melhorar as comunidades tanto em Londres quanto internacionalmente.

Foto: Getty Images

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Essas iniciativas incluem resgates de animais, trabalho com moradores de rua e seus animais domésticos, programas de bem-estar animal, como o programa Trap, Neuter and Return (castrar, esterilizar e devolver), e projetos internacionais, incluindo vacinação contra a raiva canina em Cabul.

Meghan passou um tempo visitando as instalações, conhecendo membros da comunidade e animais que se beneficiaram diretamente do trabalho da entidade.

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Secretaria de Meio Ambiente autoriza morte de capivaras em Itatiba (SP)

Por David Arioch

Vale lembrar que a capivara foi escolhida como mascote da Copa América, que termina no dia 7 de julho (Foto: Reprodução)

O condomínio residencial Ville de Charmonix, em Itatiba (SP), foi autorizado pela Secretaria de Meio Ambiente a assassinar capivaras após a morte de um morador em decorrência de febre maculosa em 2018.

Até ontem, 20 capivaras, incluindo filhotes, foram mortas, e o número deve subir para pelo menos 40 nos próximos dias. A justificativa é que o animal é hospedeiro do carrapato-estrela, que transmite a febre maculosa por meio da bactéria rickettsia.

No entanto, nem todo mundo está concordando com a medida. Alguns moradores do condomínio e ambientalistas defenderam que essa não é a solução ideal, inclusive o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) já foi acionado e está pedindo mais informações sobre a situação.

Uma empresa de consultoria ambiental foi contratada para realizar o abate dos animais, que são atraídos por pedaços de cana-de-açúcar e banana. O síndico do condomínio, José Augusto da Silva, disse que tentaram conseguir autorização para migrar os animais para outro local e castrá-los, mas o pedido foi negado pelos órgãos ambientais.

Vale lembrar que a capivara foi escolhida como mascote da Copa América, que termina no dia 7 de julho.


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Projeto de lei que proíbe venda de animais em pet shops é aprovado no Paraná

Foto: Pixabay

Um projeto de lei, de autoria do deputado Luiz Fernando Guerra (PSL), que proíbe a venda, física ou pela internet, de animais em pet shops foi aprovado na terça-feira (18) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (Alep). Além das pet shops, a proposta proíbe o comércio de animais em clínicas veterinárias e estabelecimentos similares.

O projeto foi aprovado com emenda substitutiva do relator, o deputado Delegado Jacovós (PR). Segundo a Alep, a emenda foi apresentada para “sanar aspectos relativos à constitucionalidade”.

O objetivo da proposta é coibir casos de maus-tratos e incentivar a adoção responsável. Guerra lembrou que, em relação à venda feita pela internet, são registrados casos de animais que são sedados para que sejam enviados a outras cidades e estados, o que coloca a vida deles em risco.

“Apenas nesse ano, 300 animais foram resgatados com práticas de maus-tratos em Curitiba e Região Metropolitana. A gente quer defender os animais, dar qualidade digna a eles”, afirmou o deputado ao G1.

No entanto, apesar de proibir o comércio via internet ou em estabelecimentos do ramo animal, a proposta não impede que criadouros registrados junto a órgãos ambientais comercializem animais.

Antes de seguir para plenário, o projeto de lei deve ser analisado por outras comissões da Assembleia.

Nota da Redação: proibir o comércio de animais através da internet e em estabelecimentos como pet shops é importante e necessário, mas não coloca fim ao problema dos maus-tratos e da exploração de animais. Para que a crueldade acabe, a única solução é proibir definitivamente o comércio, inclusive aquele feito por criadores. Isso porque ter registro em órgãos públicos não impede que um criador maltrate os animais que cria. Prova disso foi um caso de maus-tratos registrado em um canil legalizado em Itaguaí, no Rio de Janeiro, de onde cães foram resgatados em condições precárias. Além disso, comercializar animais, com ou sem crueldade, é uma prática antiética, pois reduz um ser vivo à condição de mercadoria.


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Cão em situação de rua relaxa ao perceber que será levado pra casa

Foto: Anand Raman

Foto: Anand Raman

Fazia muito calor em Dubai quando Anand Raman decidiu visitar sua irmã no trabalho dela. Parecia que todos por quem ele passava no caminhos estavam tentando se refrescar – incluindo um cão em situação de rua, jovem e sujo, que procurava uma sombra debaixo de um carro estacionado próximo ao escritório de sua irmã.

“Ele estava debaixo de um carro comendo restos de comida que alguns dos funcionários do escritório haviam deixado para ele”, Raman disse ao The Dodo. “Seu pelo estava todo emaranhado e suas pernas não estavam muito firmes.”

Foto: Anand Raman

Foto: Anand Raman

Apesar de tudo isso, quando o cachorro viu Raman, ele veio correndo em sua direção como se encontrasse um amigo perdido há muito tempo. Raman não estava planejando salvar uma vida naquele dia, mas bastou um olhar para o filhote feliz e para que ele soubesse que não tinha escolha.

“Ele se aproximou de mim com uma curiosa mas excitada disposição, abanando o rabo todo animado”, disse ele. “Esse comportamento espontâneo dele foi o que inicialmente fez com que eu me apaixonasse por ele”.

“Nós então ficamos lá por um tempo na calçada e ele estava realmente contente em receber carinhos e afagos de mim por um tempo”, disse Raman. “Eu o levei para o carro e ele imediatamente adormeceu no meu ombro”.

Foto: Anand Raman

Foto: Anand Raman

Com a ajuda de sua irmã e de seu cunhado, Raman conseguiu levar o cachorro dali direto para o veterinário. “Ele estava exausto quando eu o peguei pela primeira vez, e é por isso que ele adormeceu imediatamente no caminho durante a viagem de carro até o hospital”, disse Raman.

Na clínica, Raman descobriu a razão por trás do andar vacilante do cão: ele teve raquitismo em ambas as patas dianteiras devido à desnutrição. Felizmente, a condição é tratável e não terá efeitos duradouros.

Finalmente em casa, Raman deu banho no cachorro e ficou chocado com o que a limpeza pela água e sabão revelou: “Fiquei surpreso ao descobrir que seu pelo era realmente todo branco depois que toda a sujeira e detritos saíram de seu corpo”.

Foto: Anand Raman

Foto: Anand Raman

Raman batizou o cachorro de Snowy, depois de ver o real tom de seus pelos – e também em homenagem ao cão fiel do desenho em quadrinhos “The Adventures of Tintin” (As Aventuras de Tintin).

Mas ensinar (e provar) ao jovem cão que passou a vida inteira sobrevivendo nas ruas que ele estava finalmente seguro foi mais difícil do que Raman imaginava.

“Conseguir que ele se adaptasse a uma casa não foi fácil no começo”, disse Raman. “Ele não tinha certeza para onde ir e o que explorar, então ele apenas se sentava em um canto”.

“Quando eu o levava para passear, ele ficava constantemente apavorado, com medo de que eu o deixasse de volta nas ruas, então ele puxava a coleira para longe de mim e corria de volta para o estacionamento do nosso complexo de edifícios”, acrescentou Raman. “Isso aconteceu por um tempo até que ele percebeu que não iríamos abandoná-lo de forma nenhuma”.

Dois meses depois, Snowy finalmente entendeu o quanto ele é querido e amado por sua família.

“Ele dorme e espera que a gente chegue em casa do trabalho, que é quando ele nos entrega todo o seu amor e nós retribuímos da mesma forma com ele”, disse Raman. “Ele também se dá incrivelmente bem com qualquer cão que ele encontre e é muito bem comportado com crianças e convidados”.

Snowy manteve uma coisa do seu passado, no entanto. Ele ainda ama abraços de seu pai – mesmo quando ele não está com sono.

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Defensores dos animais criticam na Câmara uso de cães na caça de javalis

Por David Arioch

Ao longo da discussão também foram exibidos vídeos com cenas de crueldade contra cães e javalis | Foto: Pixabay

Ontem, durante audiência na Câmara dos Deputados sobre a Instrução Normativa Nº 12/2019, defensores dos animais criticaram a permissão para uso de cães na caça de javalis e declararam que a medida pode estimular um mercado clandestino de armas, de munições e de criação de animais com essa finalidade.

Segundo o biólogo Frank Alarcón, a IN, que também permite uso de armas brancas e armadilhas do tipo jaula e curral, dá espaço para que os caçadores abatam outros mamíferos, aves e répteis, colaborando para a transmissão de doenças como a febre maculosa, além de submeter cães a situações de violência.

Alarcón destacou também que caçadores, chamados “eufemisticamente” de controladores, portando armas de fogo ou brancas, incluindo facas de grandes dimensões, usam os cães para encurralar os javalis que, sob estresse gigantesco, acabam atacando os cães que são usados como intermediários na caça.

Ao longo da discussão também foram exibidos vídeos com cenas de crueldade contra cães e javalis. Sobre o assunto, o deputado Ricardo Izar (PP-SP) defendeu que a instrução normativa deve ser revista porque o uso de cães é prática questionável na caça de javalis.

Em oposição aos defensores dos animais, o representante da Associação nacional de Caça e Conservação, Daniel Terra, disse que os caçadores são obrigados a apresentar uma série de documentos e passar por exames psicológicos antes de serem autorizados a abater os animais.

“A caça com cão dispersa os bandos de javalis, então isso faz com que eles vão para regiões novas, regiões diferentes. Isso está errado. É uma prática que, ao meu ver, é considerada errada, e, na visão da Constituição Federal, implica em maus tratos aos animais”, criticou Izar.

O deputado é autor do Projeto de Lei 9980/2018, que quer proibir e tornar crime o uso de animais em caçadas, acrescentando dispositivos na Lei de Proteção à Fauna (5197/67) e na Lei dos Crimes Ambientais (9605/98).

O projeto lembra que os javalis foram trazidos ao Brasil nos anos 1980 e desde 2013 o Ibama permite a caça desses animais, e a tendência é que isso se intensifique ainda mais agora.


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Justiça obriga Prefeitura de Sorocaba (SP) a construir canil para animais em risco

A Prefeitura de Sorocaba, no interior de São Paulo, foi condenada pela Justiça a construir um canil para onde devem ser encaminhados animais em situação de risco. A decisão judicial atende a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público, mas ainda cabe recurso.

Foto: Divulgação

O promotor responsável pela decisão afirmou que a cidade não dispõe de infraestrutura mínima e políticas públicas voltadas para os animais. As informações são do G1.

De acordo com o MP, o órgão tentou firmar um acordo com a prefeitura antes de condená-la judicialmente, mas não teve sucesso.

A administração municipal recebeu um prazo de 180 dias para a construção do abrigo, que deve ter equipamentos, insumos e infraestrutura para acolher os animais. Caso descumpra a determinação judicial, a prefeitura será punida com multa de R$ 2 mil por dia.

A prefeitura afirmou, por meio de nota enviada à TV TEM, que ainda não recebeu intimação sobre a decisão judicial.

“Diante disso, a Secretaria de Assuntos Jurídicos e Patrimoniais (SAJ) informa que aguarda o inteiro teor da mesma para análise da mesma. Conforme a Secretaria do Meio Ambiente, Parques e Jardins há um projeto sobre o assunto em questão e assim que a Prefeitura for notificada, verificará quais as providências serão tomadas”, diz a nota.


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Cão doente e muito ferido é abandonado amarrado em meio ao lixo em Goiás

Divulgação

Um cachorro doente e bastante machucado foi resgatado após ser abandonado do lado de fora de uma casa, amarrado em meio ao lixo. O caso aconteceu no Residencial São Leopoldo, em Goiânia (GO), na terça-feira (19). O animal estava cercado de mosca.

Encaminhado a uma clínica veterinária, o cão foi diagnosticado com infecção grave e vários tumores. O veterinário que o examinou disse que o caso é grave e que o animal corre risco de morte.

Para abandonar o cachorro, o tutor fez um pequeno buraco no muro, pelo qual passou uma corda de dentro da casa onde mora para um terreno vazio, onde deixou o cachorro amarrado.

O animal foi resgatado após ficar cinco dias abandonado. Ele foi salvo pelo grupo Protetores de Animais. “A água e comida que tinham eram voluntários que levaram. O lugar era sujo, um mau cheiro muito grande. Ele estava magro, desidratado, com várias feridas pelo corpo, tumores, com a boca sangrando”, disse ao G1 a estudante de veterinária e voluntária do grupo de proteção, Morgana Sioramonte.

Apesar de estar debilitado, o cachorro abanou o rabo ao perceber que os voluntários haviam chegado. Tupã, como foi batizado, levantou do local com dificuldade após os protetores retirarem a coleira que o mantinha preso.

“O estado dele é grave, uma situação bem desfavorável. Ele tem uma infecção, larvas pelo corpo, vários machucados e tumores. Ele foi colocado no soro”, disse o veterinário Rafael Naves.

Não se sabe ainda por quanto tempo o cão ficará internado e o custo do tratamento. “Se ele reagir, sobreviver ao tratamento inicial, ele vai ter que passar por quimioterapia para tratar os tumores”, explicou o veterinário.

Para arcar com os gastos de Tupã, os voluntários estão pedindo doações. “Cada diária é R$ 250. Tem o tratamento inicial, e se ele fizer quimioterapia são mais R$ 200 por sessão. Então não sabemos quanto custará tudo, mas será uma quantia bem alta, pelo estado dele”, disse Morgana.

Interessados em doar qualquer quantia para colaborar com o tratamento veterinário do animal devem entrar em contato com os protetores através das redes sociais do grupo.


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Cachorro que perdeu metade do rosto finalmente encontra o final feliz que merece

Foto: Viktor Larkhill

Foto: Viktor Larkhill

Brutalmente espancado até perder metade do rosto, o pequeno cãozinho, com muita coragem e resiliência, lutou para sobreviver e finalmente conseguiu a vida que merecia.

Tutor monstruoso

O cachorrinho, chamado Skye, só queria brincar. Seu antigo tutor, por outro lado, não tinha paciência para isso.

Skye pediu de novo e de novo por atenção, latindo para seu tutor e convidando-o para brincar. Depois de um tempo, seu dono simplesmente não queria mais aturar isso.

Segundo informações do site Wamiz, ele se levantou de repente, pegou o primeiro objeto pontiagudo que encontrou e começou a espancar violentamente o cachorro com ele.

Um resgate muito aguardado

Felizmente para Skye, as notícias sobre a condição em que ele havia sido deixado logo chegaram até o abrigo local de animais. Um voluntário deste abrigo decidiu ir em seu socorro. Ela foi buscá-lo e levou-o diretamente para ser atendido pelos veterinários.

Os nervos no rosto de Skye estavam tão danificados que ele nem conseguia abrir a boca. De fato, para ser alimentado, Skye teve que ter um tubo enfiado em sua garganta. A terrível surra o deixara apenas com metade do rosto.

Uma nova vida

Depois que Skye foi tratado e começou a se recuperar, voluntários do abrigo publicaram um post nas mídias sociais, esperando que sua personalidade ofuscasse sua aparência e o ajudasse a ser adotado.

Skye foi de fato adotado, mas seus ferimentos continuaram severos. Sua família amorosa decidiu levá-lo à Espanha para ver o único veterinário que poderia fazer algo mais por ele: Dr. Viktor Larkhill.

Depois de várias intervenções, o especialista conseguiu curar completamente o que restava do rosto do cachorro. Skye agora é capaz de comer com sucesso sem sonda gástrica.

E depois de meses de reabilitação, ele agora está vivendo uma vida feliz e serena cercada por sua família humana e canina amorosa. O passado não passa, definitivamente, de passado.

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Reconhecer o sofrimento animal motivou Dez Fafara a se tornar vegano

Por David Arioch

Dez Fafara admite que já foi “o cara do churrasco”, mas há quatro anos sua vida mudou (Foto: Getty)

Em entrevista à Heavy Magazine, da Austrália, o vocalista da banda de metal DevilDriver, Dez Fafara, contou na semana passada que a sua motivação para se tornar vegano foi o reconhecimento e consideração do sofrimento dos animais.

“Se você já viu como uma vaca sofre…sim, você pode amar queijo, e você não deve saber disso, mas um bezerro é roubado de sua mãe para que esse leite seja seu, e eles arrastam esse bebê enquanto ele grita”, disse Fafara.

Segundo o vocalista, desde a forma como os animais são tratados até o processo de abate são indiscutivelmente indignos e nojentos: “Um porco é duas vezes mais esperto que um cachorro, então agora você vai manter milhares deles no escuro até matá-los seis, sete meses depois? A maneira que eu vi esses vídeos [e] como isso tocou meu coração, me destruiu. Eu disse a mim mesmo: ‘Eu não posso estar neste planeta e fazer parte disso’”.

O mais interessante da história de transição de Dez Fafara é que ele narra que “era o cara do churrasco”, e se recorda que em suas turnês com os caras do Pantera, sempre havia churrasco, mas agora ele olha para as costelas de um animal que sofreu tremendamente e por toda a sua vida, conforme suas próprias palavras, e não há como continuar consumindo isso.

“Era um animal senciente que poderia brincar de pegar e sentar, e ter momentos ternos e amorosos”, comentou. O vocalista do DevilDriver comemora o fato de que as pessoas estão começando a ver que os alimentos à base de plantas são bons para a sua saúde e para o meio ambiente:

“Uma mulher tem uma porca de estimação e sai todo dia com ela para passear. Ela [a porca] sabe o nome dela. Ela vem até mim, fica feliz, bufa, toca. Eu tenho o direito de pendurá-la de cabeça para baixo para cortar sua garganta porque gosto de costela? Isso é terrível, nojento. Não posso ser parte do terror, da tortura e do medo que vivem esses animais.”

Embora não tenha pensado nos benefícios para a saúde de uma boa dieta à base de vegetais, Fafara admite que a mudança de hábitos alimentares permitiu que ele perdesse quase 20 quilos e não tivesse mais problemas de colesterol e normalizasse a pressão arterial:

“Fiz um teste na esteira e o médico disse: ‘Você tem o coração de uma pessoa de 25 anos [Fafara tem 53]. […] Meus níveis de energia estão no topo. Eu andei de skate ontem até a meia-noite com meus filhos. Estou na melhor forma da minha vida agora. ”


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Vídeo secreto revela abuso sofrido por galinhas em fazenda de produção ovos

Foto: Animal Liberation/Facebook

Foto: Animal Liberation/Facebook

Uma filmagem contendo imagens fortes de crueldade contra os animais surgiu nas redes sociais mostrando funcionários de uma fazenda de criação torturando e abusando de galinhas nas instalações dessa que é uma das maiores produtoras de ovos da Austrália.

Vídeos secretamente gravados por ativistas dos direitos animais, da ONG Liberação Animal, flagraram a forma repugnante que os trabalhadores tratam as galinhas na fazenda de aves de Bridgewater, em Victoria na Austrália.

Na filmagem, um grupo de funcionários da fazenda manipula brutalmente centenas de galinhas que estão sendo enviadas para serem mortas por gas após serem consideradas não mais valiosas (lucrativas financeiramente, com apenas 18 meses de idade).

Os rótulos Loddon Valley Eggs, Ovos Frescos Vitorianos e Ovos Frescos Caseiros vêm todos da Bridgewater Poultry e foram vendidos anteriormente em Woolworths e Coles.

As galinhas da fazenda foram filmadas sendo chutadas, jogadas no chão e tendo seus pescoços quebrados por diversão enquanto os funcionários riam.

“Eu odeio quando suas cabeças caem desse jeito”, diz uma funcionária em um momento no vídeo.

“Sim, parece bom, olha”, responde um trabalhador do sexo masculino.

Galinhas demoram mais de dois minutos pra morrer em câmara de gás | Foto: Animal Liberation/Facebook

Galinhas demoram mais de dois minutos pra morrer em câmara de gás | Foto: Animal Liberation/Facebook

“Oh, você é cruel”, a mulher diz enquanto uma galinha se contorce no chão. Os outros trabalhadores podem ser ouvidos rindo enquanto todos assistem a galinha sofrer.

“Oh, o que você está fazendo esticando sua cabeça para fora pra quê?”, Diz outro homem.

Em outro ponto, um trabalhador puxa violentamente as galinhas de uma fileira de minúsculas gaiolas e parece jogá-las no chão de forma agressiva, neste momento seus cacarejos se calam.

“Ela pulava de um lado para o outro, com a cabeça quebrada”, diz o trabalhador.

“Pequena desgraçada”, acrescenta ele, antes de atirar o animal no chão.

Muitas das galinhas são gravemente feridas e tem os ossos quebrados antes mesmo de chegarem à sala da morte por gás.

Foto: Animal Liberation/Facebook

Foto: Animal Liberation/Facebook

Libertação Animal NSW afirma que esta é a primeira vez que imagens do abuso contra galinhas poedeiras sendo gaseificadas (mortas por gás) em uma fazenda de ovos da Austrália.

Matar animais é um ato injustificável, porém, em uma medida paliativa perante a indústria de ovos, especialistas consideram a gaseificação com CO2 é considerada uma das formas mais humanas de morte das galinhas, embora o vídeo mostre que os animais podem levar mais de dois minutos para todas as aves asfixiarem.

Este vídeo conta a história, praticamente invisível, da prática padrão da indústria de ovos de morte de galinhas poedeiras “gastas” (também conhecido como “despovoamento”), disse o grupo de defesa dos animais em um comunicado.

“O despovoamento é realizado quando as galinhas atingem aproximadamente 18 meses de idade (12 meses de postura de ovos), pois a produção de ovos diminui e, portanto, não ela não são consideradas mais viáveis economicamente”.

“Essa realidade é a mesma para rótulos de ovos orgânicos, produzidos em gaiolas ou livres de gaiolas/celeiros, aprovados pela RSPCA. Todos podemos ajudar a interromper este ciclo, deixando ovos e produtos de ovos fora de seu prato. ”

Em resposta ao vídeo, a fazenda Bridgewater Poultry disse que ficou “entristecida e profundamente chocada” com a filmagem, alegando que os trabalhadores do vídeo eram funcionários de um terceiro contratado.

Foto: Animal Liberation/Facebook

Foto: Animal Liberation/Facebook

“Essa conduta aparente não foi aceita, aprovada ou permitida de qualquer forma pela gerência ou pela equipe da Bridgewater Poultry Farm”, diz o comunicado.

“A Bridgewater Poultry Farm pede à Animal Liberation e à pessoa ou pessoas na posse do vídeo que forneça imediatamente a filmagem bruta, não editada e não modificada para a polícia ou às autoridades responsáveis, para que os indivíduos envolvidos nesta conduta possam ser investigados e se as autoridades relevantes considerarem apropriado, punidos.”

Maltratar, explorar, matar animais, aves ou qualquer vida é um crime, se não previsto na legislação de todos os países é um crime moral contra o direito de todo e qualquer ser de viver e ser livre, assim como nasceu.

Ao explorar animais e o meio ambiente por dinheiro e ambição e dispor deles quando bem entende, a humanidade apenas se cobre de vergonha e culpa enquanto assiste ao planeta caminhar para o colapso de seus recursos.

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