Nevada aprova lei que proíbe a venda de cosméticos testados em animais

Foto: ADOBE

Foto: ADOBE

Nevada tornou-se o mais recente estado dos Estados Unidos a proibir a venda de cosméticos testados em animais, mas infelizmente os produtos importados da China estarão isentos da proibição. Por lei os produtos cosméticos chineses precisam ser testados em animais no país.

A Lei de Cosméticos Livre de Crueldade de Nevada (SB 197), que foi apresentada pela primeira vez aos legisladores estaduais em fevereiro, entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2020.

Nem necessário, nem aceitável

A senadora Melanie Scheibel, autora do projeto, disse à ONG Cruelty-Free International: “Por mais de 50 anos os animais têm sido usados em testes dolorosos de cosméticos. Mas a ciência e a opinião pública evoluíram e hoje não é mais necessário ou aceitável prejudicar os animais” para produzir novos cosméticos.

“Chegou a hora de tornar a crueldade com os animais associada aos cosméticos uma coisa do passado e estou orgulhosa de que o estado de Nevada esteja liderando o caminho a ser seguido”.

Nada de “vitória total para os animais”

A ONG PETA disse: “Embora a nova lei seja certamente um progresso importante e empolgante, ainda não estamos prontos para chamar isso de uma vitória total para os animais”, ressaltando a isenção de países como a China.

Nevada segue os passos da Califórnia, que aprovou uma lei similar contra testes em animais no início deste ano, que também entrará em vigor a partir de janeiro de 2020.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Preconceito no mundo animal

Por Monica Silva*

Foto: Pixabay

O número de abrigos superlotados de animais não é nenhuma surpresa. A quantidade de bichinhos esperando por um novo lar é imensamente maior do que a quantidade de pessoas interessadas em adoção. Sim, os animais também sofrem preconceito. Algumas pessoas possuem preferências.

No fim, os cães e gatos pretos e mais idosos são sempre os últimos a ganhar uma nova família, isso quando conseguem. Por conta desta superstição muitos animais de cor preta são rejeitados e inclusive abandonados. A cor de pele ou dos pelos não deveria influenciar nas decisões que tomamos ao escolher um animal doméstico, pois a cor não determina a personalidade e o comportamento do animal. Até os animais de raça da cor preta são rejeitados.

Uma pelagem linda, única e especial acaba sendo rejeitada por ser apenas diferente. É direito de cada um escolher seu melhor amigo, mas será que os animais da cor preta ou mais idosos não merecem um lar?

Muitos animais mal têm a chance de tentar a sorte em algum abrigo, pois acabam sendo condenados à morte. Toda esta questão vem sendo discutida por meio de campanhas de conscientização, afinal, o que define um bom amigo não é a sua aparência.

A busca por cachorros de pequeno porte é sempre maior. Acontece que nos abrigos há mais animais de porte médio e grande. Os animais idosos são adotados com raras exceções, de porte grande então… nem se fala.

Muitos animais que nascem em abrigos podem ser considerados sortudos, pois diminuem a chance de sofrerem maus-tratos, algo normal nas ruas. Não passam fome nem frio, mas vivem amontoados, alguns em jaulas e sem carinho. Existem abrigos que contam com mais de mil animais.

Em muitos casos, eles morrem sem ao menos saber o que significa um lar. Os abrigos deveriam ser um lar temporário e não definitivo. Algumas pessoas gastam uma verdadeira fortuna para ter um animal de raça diferente. Por que não ter um diferente e de graça?

É muito triste ver um animal ser rejeitado pela sua pelagem. Adote por amor e carinho. Ajude a acabar com esse preconceito. Defenda-os e os proteja com todo amor.

* Monica Silva é ativista, blogueira e atriz

Fotógrafo flagra em imagem a triste situação dos elefantes mortos por caçadores de marfim

Foto: Justin Sullivan

Foto: Justin Sullivan

O fotógrafo Justin Sullivan tirou recentemente uma fotografia que deixou o mundo atordoado. A imagem forte e chocante captada pelo talentoso fotógrafo, mostra um elefante africano morto por caçadores que buscavam o marfim de suas presas no norte de Botsuana. A foto expõe de forma inequívoca a situação desses paquidermes gigantes, gentis e inteligentes e como seu número tem diminuído de forma acentuada devido à caça.

Segundo o autor da foto, intitulada de “Desconexão” a imagem “não mostra apenas o quão isolado e desconectado o elefante esta naquele momento comovente, mas como nós todos estamos da situação como um todo”.

“Mantive essa imagem por meses, aguardando a oportunidade certa para compartilhá-la. É um processo emocional para mim, mas ter minha foto de “Desconexão “anunciada como finalista no Concurso Stenin é emocionante e ao mesmo tempo desolador. É emocionante ver que uma questão importante será manchete em todo o mundo e despertará interesse novo nas conversas em torno da caça a elefantes. Também é algo que parte o coração, um lembrete da perda ecológica que enfrentamos atualmente. Esse elefante específico foi morto de uma maneira extremamente desumana não é uma imagem fácil de ser digerida”, disse Sullivan.

“Espero que esta imagem e a publicidade que ela esta recebendo do Stenin Contest World Tour reacenderão as conversas de que tanto precisamos, para evoluir nessa questão”, diz.

Justin Sullivan nasceu na pequena cidade de Eshowe, na África do Sul. O fotógrafo é formado em Geografia e Estudos Ambientais, Gestão Pública e Desenvolvimento, e mestre em Sociologia.

Justin tem explorado a fotografia nos últimos 3 anos, ampliando sua especialização em fotografia documental e se especializando em incêndios florestais no Cabo.

O foco de seu trabalho é destacar questões contemporâneas na África do Sul, usando a fotografia para exibir insights sobre um mundo muitas vezes “invisível”, segundo ele.

O fotógrafo se descreve como um apaixonado pelo meio ambiente e por estar ao ar livre. Os planos de Justin incluem fotos que documentem incêndios florestais em todo o mundo para aumentar a conscientização sobre as mudanças climáticas e os impactos socioeconômicos desses desastres.

Na imagem finalista do concurso, os caçadores usavam uma motosserra para cortar a tromba e as presas, a apenas 20 minutos de distância de um acampamento nas proximidades. A caça em Botswana está aumentando rapidamente, com um aumento estimado de cadáveres em 593% nas regiões do norte do país entre 2014 e 2018.

Ameaçados e perseguidos

Uma pesquisa realizada por cientistas das universidades de Freiburg, York e da Convenção para o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES), revela um declínio na taxa anual de mortalidade de elefantes proveniente da caça saindo de um pico estimado de mais de 10% em 2011 para menos de 4% em 2017.

Estima-se que haja cerca de 350 mil elefantes restantes na África, mas aproximadamente de 10 a 15 mil são mortos a cada ano por caçadores.

Nas atuais taxas de caça, os elefantes correm o risco de serem praticamente eliminados do continente, sobrevivendo apenas em bolsões pequenos e fortemente protegidos.

Um dos autores do estudo, o Dr. Colin Beale, do Departamento de Biologia da Universidade de York, disse: “Estamos vendo uma queda na caça, que é obviamente uma notícia positiva, mas o número de mortes ainda está acima do que pensamos ser sustentável, então as populações de elefante populações estão em declínio”.

“As taxas de caça parecem responder principalmente aos preços do marfim no sudeste da Ásia e não podemos esperar ter sucesso sem atacar a demanda naquela região.”
A equipe de pesquisa diz que é impossível dizer se a proibição do comércio de marfim introduzida na China 2017 está tendo um impacto nos números, já que os preços do marfim começaram a cair antes da proibição e podem refletir uma desaceleração mais ampla na economia chinesa.

“Precisamos reduzir a demanda na Ásia e melhorar o sustento das pessoas que convivem com elefantes na África; esses são os dois maiores alvos para garantir a sobrevivência dos elefantes a longo prazo”, acrescentou Beale.

“Embora não possamos esquecer o combate à caça e a aplicação da lei, melhorar apenas esses pontos isoladamente não resolverá o problema da caça em si”, acrescentou Beale.

Os cientistas analisaram dados do programa MIKE (Monitoramento do Abate Ilegal de Elefantes), que registra dados de cadáveres fornecidos por guardas florestais em 53 locais protegidos em toda a África.

O Dr. Beale acrescentou: “Os elefantes são a própria definição da megafauna carismática, mas também são importantes engenheiros do cerrado africano e dos ecossistemas florestais e desempenham um papel vital na atração do ecoturismo para que a sua conservação seja uma preocupação real”.

Lisa Rolls Hagelberg, diretora de Relações com a Vida Silvestre e Relações com Embaixadores da ONU, disse: “Garantir um futuro que conte elefantes selvagens e uma série de outras espécies exigirá leis e esforços mais rigorosos e envolvimento genuíno da comunidade; no entanto, desde que haja demanda as pessoas vão encontrar uma maneira de supri-la.

“Apenas cerca de 6% do financiamento atual para combater o comércio de animais selvagens é direcionado para a comunicação.

Para o sucesso a longo prazo, os governos precisam priorizar intervenções abrangentes de mudança social e comportamental para prevenir e reduzir a demanda. Nós temos o know how (como fazer), agora precisamos investir para realmente influenciar a consciência ambiental”.

Severin Hauenstein, da Universidade de Freiburg, acrescentou: “Esta é uma tendência positiva, mas não devemos ver isso como um fim para a crise da caça”.

“Depois de algumas mudanças no ambiente político, o número total de elefantes mortos na África parece estar caindo, mas para avaliar possíveis medidas de proteção, precisamos entender os processos locais e globais que impulsionam a caça de elefantes”.

O estudo foi publicado na Nature Communications.

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Equipe de resgate quebra parede de concreto para salvar gatinho filhote preso

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

As imagens mostram o momento comovente que um gatinho preso entre duas paredes de concreto é salvo por uma equipe de resgatantes.

Gaby Lera e Ernesto Poblano da LA Animal Services SMART usaram um martelo e um cinzel para quebrar um pedaço do concreto e libertar o gatinho filhote que acabou ficando preso ali em Los Angeles (EUA).

Um vídeo do resgate mostra o gatinho miando desesperado repetidas vezes, preso em um pequeno espaço entre as duas paredes, com sujeira e poeira por todo lado parecendo forçá-la a manter os olhos fechados.

Ms Lera é então visto derrubando um pedaço da parede com um martelo e um cinzel.
Quando é criado um pequeno espaço, ele coloca a mão e puxa o gatinho para fora.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

O pobre animal é então erguido para a câmera e ambos os olhos do gatinho estão lacrimejando.

Em seguida, ele é mostrado comendo ração com gratidão e apetite de uma tigela de papelão no LA Animal Service Center.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Um porta-voz da SMART, Armando Navarrete disse: “Nossa equipe levou cerca de 30 minutos para esculpir a parede de cimento e finalmente chegar até ele e resgatar o gatinho”.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

“Ele estava bem, só tinha algumas crostas ao redor dos olhos por causa da poeira e do cimento, mas nada errado com sua saúde do ponto de vista medico”.

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Uma única árvore consegue retirar mais de uma tonelada de CO2 da atmosfera

Por David Arioch

Quando geridas de forma sustentável, as florestas podem ser uma ajuda valiosa na mitigação ou adaptação às mudanças climáticas (Foto: NASA/JPL-Caltech)

Florestas em todo o mundo são extremamente importantes por uma série de razões, desde a purificação do ar que respiramos até o fornecimento de habitats para milhares de espécies, passando pela garantia de meios de subsistência para os seres humanos. Quando geridas de forma sustentável, as florestas podem ser uma ajuda valiosa na mitigação ou adaptação às mudanças climáticas.

O aumento da cobertura florestal também pode diminuir os riscos de saúde ambiental mais urgentes de nosso tempo: a poluição do ar, que todos os anos mata sete milhões de pessoas no mundo. As principais fontes de poluição do ar são as mesmas que impulsionam as mudanças climáticas — o que significa que esforços para mitigar um problema podem ajudar a combater o outro.

Árvores podem contribuir com essa causa, pois conseguem absorver grandes quantidades de gases causadores do efeito estufa e remover poluentes. Uma única árvore consegue retirar mais de uma tonelada de CO2 da atmosfera durante seu tempo de vida, dando aos viveiros de árvores um bom custo-benefício para limpar o ar e mitigar as mudanças climáticas.

Os benefícios de ecossistemas florestais são amplos e podem ser ambientais, socioculturais e econômicos. A proteção das florestas, por meio de estratégias viáveis de gestão é essencial para garantir um futuro sustentável para todos.


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Cadela espera na porta de prisão por tutor preso há um ano

Divulgação

A cadelinha Sheila está emocionando funcionários de uma unidade prisional próxima a Buenos Aires, na Argentina. A cadela está há cerca de um ano na porta da prisão aguardando por seu tutor que foi detido por roubo, no inicio de 2018.

Shiela é uma mix de golden retriever. Ela recebe alimento e cuidado dos funcionários do local. Ela não só dorme lá, como também é livre para entrar, sair e circular pela unidade prisional. O caso da cadelinha ganhou destaque na mídia argentina.

Em uma entrevista ao jornal local “La Capital”, o subcomissário Juan Jose Martini explica como a cadelinha chegou ao local. “Um dia detivemos um homem e a cadela apareceu pouco tempo depois e nunca mais partiu. Achamos que ela seguiu a viatura”, disse.

O tutor de Shiela ainda tem mais três anos de detenção para cumprir e os guardas da penitenciária acreditam que a cachorrinha esperará até o final da pena para voltar para casa.


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Bezerrinha cega e pit bull resgatado se tornam os melhores amigos em abrigo

Foto: Saving Grace Animal Society

Foto: Saving Grace Animal Society

Os inúmeros exemplos de amor incondicional, dedicação e amizade que os animais devotam aos seres humanos não são restritos só a seus tutores. Entre eles, mesmo de espécies diferentes, não são raros os exemplos de compaixão e altruísmo.

E curiosamente, às vezes as amizades mais improváveis são as mais fortes, e não há prova melhor de que esta afirmação é verdadeira do que no caso de Heaven e Sweetpea.

O bezerrinho cego de dois meses de idade e o pit bull resgatado tornaram-se os melhores amigos desde que Heaven chegou ao abrigo da Saving Grace Animal Society em Alberta, no Canadá.

Foto: Saving Grace Animal Society

Foto: Saving Grace Animal Society

Resgatado de uma fazenda leiteira de criação em escala industrial, o bezerrinho sofrido no começo morria de medo de se misturar com o resto dos animais da fazenda e, em vez disso, vivia isolado em um pequeno cercado no jardim dos fundos.

Erin Deems, diretora executiva do centro de resgate de animais, conta que Sweetpea, que foi resgatado de um ringue de luta de cães, imediatamente fez Heaven se sentir em casa.

“Eles se aproximaram, se tocaram e imediatamente se uniram, como se tivessem silenciosamente se compreendido”, disse Erin à CBC News.

Foto: Saving Grace Animal Society

Foto: Saving Grace Animal Society

“Sweetpea levou-a imediatamente consigo pela fazenda e mostrou-lhe as cordas, como muitas vezes ela faz com os cães que resgatamos que precisam de atenção médica extra”, explicou Erin.

“Ela meio que tem como missão se agarrar a eles (os cães novatos) e mostrar-lhes o caminho da cura”.

Aparentemente, a dupla agora é inseparável e um de seus hobbies favoritos é tomar sol junto. Muito fofo.

“Eles realmente adoram tomar sol”, disse Erin, acrescentando: “Sweetpea realmente adora acariciar Heaven, então ela está sempre lambendo seu rosto e limpando-a o máximo que pode. Elas realmente gostam da companhia uma da outra”.

Foto: Saving Grace Animal Society

Foto: Saving Grace Animal Society

A dupla está derretendo os corações das pessoas com a amizade que as une desde que se conheceram no abrigo.

“O amor não conhece fronteiras de espécies”, disse Erin. “Quando dois animais podem se unir assim, é muito emocionante”.

E parece que será um final feliz para a dupla, que ficará no abrigo pelo resto de suas vidas.

“Ambos vão viver o resto de seus dias em seu santuário para que possam continuar sua amizade pelo tempo que acharem melhor”, disse Erin.

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James Cameron e Peter Jackson se unem para abrir fábrica de alternativas à carne

Por David Arioch

Cameron enfatizou que precisamos de uma boa transição para um mundo sem carne ou já relativamente sem carne em 20 ou 30 anos (Foto: Getty)

Os cineastas James Cameron e Peter Jackson decidiram se unir para abrir uma fábrica de alternativas à carne e aos laticínios na Nova Zelândia. Em entrevista ao TVNZ, Cameron, que possui mais de mil hectares de terras agrícolas no país, disse ontem que ele e Jackson querem desenvolver alimentos à base de vegetais.

O cineasta defendeu também que quer o fim da criação de gado no país para mitigar os problemas ambientais: “O que vemos é que os rios e os lagos estão extremamente poluídos aqui. A Nova Zelândia não está vivendo sua própria imagem agora – nem a imagem que projeta para o mundo.”

Ele enfatizou que precisamos de uma boa transição para um mundo sem carne ou já relativamente sem carne em 20 ou 30 anos. A empresa fundada por James Cameron, sua companheira Suzy Amis, Peter Jackson e Dame Fran Walsh foi nominada como PBT New Zealand.

Sobre os primeiros resultados do trabalho com a fábrica, ele disse: “Ainda é cedo. Nós temos uma equipe muito pequena e estamos basicamente em uma fase de pesquisa agora. Temos procurado maneiras de tornar mais eficiente a extração de proteína da alfafa.”

Vivendo na Nova Zelândia atualmente, o cineasta defendeu que acredita que o país pode se tornar um importante centro de desenvolvimento de alimentos à base de plantas.


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Universidade da Califórnia envenenou sete bebês macacos até a morte

De NEAVS – Sociedade Anti-Vivissecção de New England

(NEAVS)

Eles não tiveram uma chance. Sete bebês macacos, um com apenas um dia de vida, foram envenenados e morreram no laboratório de primatas localizado na Universidade da Califórnia, em Davis.

Os bebês só faziam o que acontece naturalmente, se amamentavam em suas mães. Devido à negligência da equipe, as mães foram marcadas com um corante venenoso que foi transferido para seus bebês. Cada um dos macacos bebês morreu ou foi sacrificado devido à exposição ao corante através de suas mães.

Sabemos que isso nunca deveria ter acontecido. Mas aconteceu e precisamos responsabilizar esses responsáveis ​​por seu fracasso. É por isso que eu estou pedindo para você se juntar a mim e dizer ao USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) para multar o laboratório na UC Davis pelo tratamento horrível dos macacos sob seus cuidados. Nossa investigação descobriu a dor e o sofrimento desses macacos, pagos com seus impostos, e o The Guardian divulgou a história.

Enviamos uma carta ao USDA solicitando a multa de US $ 70 mil à UC Davis, a maior multa permitida por lei, por sua negligência. Separe dois minutos e adicione sua voz em apoio a esta multa em nome desses macacos indefesos.

Estes macacos bebês, todos com menos de 3 semanas de idade, nunca tiveram a oportunidade de sentir o calor do sol ou a sombra de uma árvore. Eles só conheciam o frio de suas gaiolas de aço. Para fugir do medo e da incerteza de seus arredores, eles fizeram a única coisa em que puderam pensar – se apegaram às mães. Em vez de alimento, conteúdo e calma de amamentação, os macacos ingeriram veneno e morreram porque ninguém se importava com eles. Eu sei que você não vai deixar esses macacos morrerem em vão. Adicione sua voz hoje e deixe o USDA saber que eles devem impor a maior multa possível na UC Davis.

Fonte: Projeto GAP


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Gatos abandonados em prédio desocupado são resgatados

Divulgação

Após denúncias, seis gatinhos que estavam presos no Edifício Nossa Senhora da Conceição, no Centro de Niterói, Região Metropolitana do RJ, foram resgatados. Os animais ficaram mais de uma semana presos no local, que teve todas as portas lacradas com cimento após uma operação de desocupação no último dia 07.

Auxiliado por equipes do Corpo de Bombeiros, o protetor e ativista Randel Silva, após uma liminar conseguida pela Coordenadoria de Resgates da OAB, esteve no local para realizar o salvamento dos gatinhos. Os resgatistas usaram escadas pelo lado de fora de prédio para alcançar os animais. Seis animais foram resgatados, mas novas vistorias serão realizadas nos próximos dias.

Foto: Acervo pessoal / Rangel Silva

Moradores denunciam que a operação de desocupação foi feita de forma brusca e violenta, o que teria assustados os animais que não conseguiram ser retirados do local pelos seus tutores. Os gatos resgatados serão levados para Centro De Controle Populacional De Animais Domésticos (CCPAD), onde serão castrados e aguardarão seus tutores.


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