Leão-marinho-do-Sul retorna ao mar após passar por reabilitação em Florianópolis (SC)

Um leão-marinho-do-sul retornou ao mar após passar por um período de reabilitação em Florianópolis (SC). Ele foi levado por uma embarcação até a região próxima à Ilha do Xavier, na Capital, onde foi solto. A informação foi divulgado pela Associação R3 Animal na manhã deste sábado (15).

O mamífero foi resgatado pela equipe da Universidade da Região de Joinville (Univille) na Barra do Saí, em Itapoá, no Litoral Norte, no dia 3 de abril. Ele foi levado ao Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM) desde o dia 18 de abril, onde estava em recuperação.

(Foto: Associação R3 Animal)

Conforme a Associação R3 Animal, responsável pela soltura, ele chegou à unidade com pneumonia e uma lesão no olho esquerdo.

— O animal tem uma doença primária que afeta o sistema imunológico, com isso, a lesão ocular não apresentou melhora clínica esperada, causando a perda parcial da visão do olho esquerdo. Mesmo com essa lesão, o animal teve alta clínica, pois isso não afetará sua readaptação ao habitat natural — explicou a médica veterinária da R3, Marina Alcala.

A opção em soltar o animal longe de praias se deu pelo fato de ele já estar acostumado com a presença humana, conforme a médica veterinária e presidente da R3, Cristiane Kolesnikovas.

Confira o vídeo:

Animal já passou por outras bases de reabilitação

Não foi a primeira vez que este lobo-marinho passou por reabilitação. Antes de aparecer no Litoral Norte catarinense, ele foi visto na Praia de Santa Cruz, em Itanhaém (SP), onde foi resgatado pelo Instituto Gremar, no mês de fevereiro.

Após ser reabilitado, ele foi solto no Parque Estadual Marinho da Laje de Santos, localizado a 42 km da costa de Santos, no dia 15 de março.

O animal foi avistado novamente quatro dias depois, pela equipe do PMP-BS junto ao Instituto Biopesca, próximo ao costão da praia do Guaraú, em Peruíbe (SP).

Ele foi monitorado pela equipe do Biopesca na mesma praia durante seis dias e recebeu um microchip de identificação. O animal foi resgatado pela equipe e levado ao Centro de Reabilitação de Animais Marinhos junto ao Instituto de Pesquisas Cananéia (IPeC), em Cananéia (SP), após ser visto cercado por banhistas. O leão-marinho foi solto no dia seguinte na praia do Marujá, na Ilha do Cardoso (SP).

O que fazer?

Ao ver um lobo-marinho na praia, a Associação R3 Animal recomenda que seja mantida distância do animal. Embora não seja agressivo, ele pode tentar se defender ao se sentir coagido de acordo com a R3.

A recomendação é entrar em contato com o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) por meio do 0800 642 3341.

Além disso, é necessário seguir as seguintes recomendações:

• Ajude a isolar a área;

• Evite o contato deles com animais domésticos, pois eles podem transmitir doenças aos lobos-marinhos;

• Caso cachorros tentem morder o animal, ajude mantendo-os afastados. Evite tirar fotos com o uso de flash;

• Nunca forneça alimento ou force o animal a entrar na água, pois muitas vezes ele quer apenas descansar;

• Colabore com a sensibilização e conscientização da comunidade;

Fonte: NSC Total


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Hoje é Dia Internacional da Tartaruga Marinha, animal ameaçado pela poluição plástica

Hoje (16), no Dia Internacional da Tartaruga Marinha é válido refletir sobre a realidade da espécie e de que forma estamos afetando esses animais. De acordo com informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), há uma estimativa de que entre 4 e 12 milhões de toneladas de plástico são despejados nos oceanos a cada ano.

Segundo o ICMBio, o lixo ingerido pode bloquear o sistema digestório e interferir no processo de flutuação da tartaruga (Fotos: Getty/Reuters/WAP/Sea Shepherd)

E o problema é que no mar o plástico vira uma armadilha para as tartarugas marinhas, sendo confundido com alimento ou aprisionando espécies, a exemplo de pedaços de redes de pesca que se enroscam em seus corpos podendo levá-las à morte.

Segundo o ICMBio, o lixo ingerido pode bloquear o sistema digestório e interferir no processo de flutuação das tartarugas, fazendo com que morram por inanição, já que provoca lesões no trato gastrointestional e libera toxinas em seus organismos.

Só em 2018, 280 tartarugas morreram por ingestão de lixo nos Lençóis Maranhenses, situados a 265 quilômetros da capital São Luís. É um número surpreendente, porque representa mais do que o triplo de 2015, quando morreram 80 tartarugas em decorrência do mesmo problema.

Na região, há um acúmulo de lixo proveniente de 19 países. E o agravante é que em contato com a água e a radiação do sol, materiais descartados como garrafas, tampas e outros objetos plásticos dão origem ao microplástico.

E o que dificulta ainda mais a situação é que esse material não é visto a olho nu, mas ainda assim pode incorporar agentes contaminantes como metais pesados, que se incorporam às células do animal.

As tartarugas ingerem o microplástico ao confundirem o material com alimentos e, como consequência, além da morte de muitos animais, isso interfere no comportamento reprodutivo das espécies.

A pesca fantasma é outro problema grave, já que redes, linhas e armações de pesca são equipamentos que se transformam em armadilhas para as tartarugas. Inclusive são responsáveis por ferir, mutilar e matar centenas de milhares de animais de diversas espécies a cada ano.

Por bem, no Brasil, o Projeto de Lei do Senado (PLS 263/2018), que prevê proibição do uso de canudos e sacolas plásticas, além de microplásticos em cosméticos, está caminhando para aprovação.

Embora não resolva completamente o problema, já significa grandes ganhos em um país que é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo, com produção anual de 11,3 milhões de toneladas. Desse total, apenas 1,28% é reciclado. O plástico derivado do petróleo pode levar mais de 300 anos para se decompor contra o plástico biodegradável que requer 30 a 180 dias.

O descarte incorreto provoca a poluição do solo e da água, além da morte de animais por engasgamento ou enroscamento. Os microplásticos contidos nos cosméticos também demoram para se degradar e se acumulam nos rios e oceanos – gerando impacto no ciclo de vida e na cadeia alimentar dos animais.

Fonte: Vegazeta

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Gatos estão presos em prédio interditado há mais de uma semana no RJ

Há uma semana, moradores e comerciantes do Edifício Nossa Senhora da Conceição, popularmente conhecido como “Prédio da Caixa”, na Av. Amaral Peixoto 327, no Centro de Niterói (RJ), tiveram que deixar o prédio devido a uma ordem judicial de desocupação por motivos de segurança e habitação. Mas, os gatos que estavam no local ficaram presos, sem ter para onde ir.

Foto: Reprodução / Portal O São Gonçalo

De acordo com os comerciantes próximos ao edifício interditado, os animais estão presos desde a sexta-feira passada (7) e choram o dia inteiro, na intenção de pedir ajuda, já que estão a ponto de se jogarem pela janela. Em um dos registros, é possível ver um deles pela janela do prédio tentando achar uma saída, já que todas as portas foram fechadas com concreto.

A Prefeitura de Niterói foi procurada e respondeu que “a ação de desocupação do prédio da Amaral Peixoto foi coordenada pela Justiça, que tem a guarda do prédio. A Prefeitura não tem autorização para entrar no edifício. Todos os animais que forem levados ao CCPAD serão castrados”.

Recordando – Em uma determinação feita pela Justiça, a pedido da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania do Núcleo Niterói/Maricá do Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ), no dia 7 de junho, moradores do ‘Prédio da Caixa’, precisaram desocupar o lugar por causa das situações precárias para segurança e habitação dos populares.

Foto: Reprodução / Portal O São Gonçalo

O local é investigado pelo MP desde 2010, mas, somente em 2013, durante uma ação pública foi determinada uma vistoria no edifício, com a intenção de proteger os moradores dos riscos e devido a manutenção de fiscalização.

O promotor de justiça responsável pela Promotoria de Justiça de Cidadania de Niterói, Luciano Mattos, informou que após a desocupação, outras decisões processuais serão discutidas para que seja dado início às obras a serem realizadas.

“O objetivo é garantir a regularidade do prédio. Uma vistoria será feita no local por diversos órgãos responsáveis conforme foi determinado pela juíza Andrea Gonçalves para averiguar o que precisa ser feito. Ainda não temos previsão de quando será realizada, porque os procedimentos da desocupação e assistência aos moradores está sendo finalizada”, explicou, na ocasião.

Fonte: O São Gonçalo Online


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‘Olhar com cuidado para um animal que sofre não precisa ser causa de poucos’, diz protetora

A protetora Rose Vieira, que se envolveu recentemente no resgate de dois filhotes de cachorro encontrados dentro de um bueiro em Caratinga (MG), aproveitou o caso para incentivar as pessoas a tomar atitude frente a casos de abandono e maus-tratos.

Foto: Divulgação

“É preciso se importar, ter consideração sobre os direitos desses animais, porque eles não têm como lutar por si mesmos. Olhar com cuidado para um animal que sofre, buscar ajuda, isso não precisa ser causa de poucos. Todo mundo pode e deve ajudar, até mesmo aqueles que não têm afinidade com animais, afinal, se conseguimos mais adoções e castrações, significa menos animais soltos na rua. Isso beneficia a todos. Espero que esse caso ajude a sensibilizar as pessoas”, disse Rose, que integra o grupo Protetores do Floresta. As informações são do G1.

Lua e Billy foram salvos no dia 1º de junho. Graças a intervenção de pessoas sensíveis à causa animal, eles tiveram um final feliz. Os dois foram retirados de um bueiro pelo Corpo de Bombeiros, que quebrou o asfalto e cavou um buraco até conseguir ter acesso aos cães. Outro filhote também estava no local, mas no momento em que os militares chegaram, ele já havia sido salvo por moradores.

“A mãe dos cachorrinhos mora na rua. Ela pariu em um lote vago próximo, eles devem ter se afastado e caíram no buraco. Um deles estava mais perto da borda, ao alcance da mão, e foi resgatado primeiro. Acharam que não tinha mais nenhum lá, mas a mãe continuava parada ao lado do buraco. Quando me abaixei perto do bueiro, ouvi o choro dos que ainda estavam lá embaixo”, contou a protetora.

Desde o dia em que o primeiro filhote foi salvo até o resgate dos outros dois, três dias se passaram, o que foi motivo de preocupação para os moradores da região, que temiam pela saúde de Lua e de Billy. Assim que foram salvos, os dois foram levados para uma clínica veterinária.

“Imaginávamos que eles estariam desidratados, mas descobrimos que não. Havia algum pequeno curso d’água lá embaixo e eles conseguiram ficaram saudáveis, embora com fome. Depois que tomaram banho e receberam os primeiros cuidados, eles vieram para minha casa e em seguida foram adotados”, disse Rose.

Foto: Divulgação

O bancário Taylor Calais e a prima dele, Millena Calais, adotaram os filhotes. “Eu estudei com o filho da Rose, ele contou a história dos cachorrinhos no grupo da antiga turma e na mesma hora eu quis adotá-los. Já estava à procura de um cão filhote e quando soube desses não tive dúvidas. Acho que adotar é uma forma de fazer o bem”, disse Taylor.

Os dois foram levados para a cidade de Bom Jesus do Galho, onde passaram a viver com outros cães da família. “Aqui já tinha quatro cachorros. Três deles também foram resgatados das ruas: o Bob, a Pretinha e a Kyara. Esses adoraram a Lua e o Billy, estão cuidando deles e brincando muito. Tem também a Cristal, uma pinscher, que é a mais ciumenta, mas que em breve vai aceitar mais os novos companheiros”, disse Millena.

Protetores do Floresta

O grupo Protetores do Floresta alimenta e oferece água para animais em situação de rua no município. Os que adoecem também recebem atendimento veterinário e passam por tratamento.

Interessados em colaborar financeiramente para ajudar a manter as ações do grupo ou em adotar um animal devem entrar em contato com Rose pelo telefone (33) 9 9989-1114 ou com Isaura pelo número (33) 9 9964-9898.


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Johnny Marr pede fim da exploração de burros em Santorini

Considerada a mais espetacular das ilhas que adornam as águas cintilantes do Mar Egeu, Santorini é uma referência paradisíaca do que restou de uma civilização micênica que existiu a 3,6 mil anos, quando um vulcão explodiu, restando somente fragmentos rochosos.

(Fotos: Getty/CNN)

No entanto, em meio a tantas histórias e belezas, nem tudo que se testemunha em Santorini é agradável aos olhos. Pelo menos para quem não gosta de ver animais sofrendo.

Na ilha grega, um dos passeios mais famosos até a cidadezinha de Thira, no topo de uma escarpa, pode ser feito por meio de um teleférico, que não leva mais do que dois minutos e oferece o bônus de vistas deslumbrantes. Ou pode ser feito a pé, o que não leva mais do que 30 minutos de caminhada.

Porém, muitas pessoas ainda optam pela opção “autêntica” ou “à moda antiga”, que significa montar sobre o lombo de um burro ou mula obrigando o animal a transportá-lo.

O trajeto em zigue-zague não é fácil e quem presta atenção no animal percebe o esforço descomunal que ele é condicionado e obrigado a fazer para cumprir o trajeto.

Considerando tal realidade, esta semana o ex-guitarrista do The Smiths, Johnny Marr,enviou uma carta ao ministro do Turismo, Thanasis Theocharopoulos, pedindo para que ele coloque um fim à exploração de animais nesses passeios.

Johnny se tornou vegano em 2005, quando se mudou para Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Sobre essa decisão, ele justificou que “gosta da ideia do progresso, de ser progressista” e considera importante se opor à crueldade contra os animais. 

Fonte: Vegazeta


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Medidas tentam evitar que animais sejam levados por criminosos

Com o aumento de casos de animais sendo retirados das mãos dos tutores por criminosos, métodos têm sido adotados como forma de tentar proteger os animais.

Foto: Pixabay

O microchip é um deles. Colocado sob a pele do animal, o pequeno equipamento carrega dados sobre o animal – como nome, idade, raça e outros – e sobre o tutor – tais quais endereço, telefone e nome –, permitindo fácil contato com o responsável pelo animal após leitura do chip, que custa entre R$ 150 e R$ 250 e não precisa ser trocado.

Tutores cuidadosos e responsáveis devem, também, sempre usar coleira e guia nos animais durante os passeios, mesmo no caso de animais obedientes que permanecem sempre ao lado dos tutores. Isso porque até mesmo esses animais podem fugir caso se assustem com alguma coisa. O barulho da batida entre dois veículos, por exemplo, pode ser suficiente para fazer um cachorro correr e desaparecer, ou se acidentar. As informações são do programa Mais Você, da Globo.

Com preços entre R$ 150 e R$ 500, a coleira com GPS também é uma aliada na proteção aos animais. O aparelho permite que o tutor tenha a localização exata do animal através de sinais emitidos via satélite.

Passeios em grupo também são boas opções para tentar evitar a ação de criminosos. Isso porque a tendência de uma pessoa levar um animal do tutor durante um passeio diminui se houver mais de uma pessoa no momento, especialmente em bairros sem policiamento e com iluminação ruim.

Dentre as raças de animais que costumam ser alvo de criminosos estão os de menor porte, como o lulu da pomerânia e o yorkshire.


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Ibram oferece duas mil vagas para castração no Distrito Federal

O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) está realizando mais uma campanha de castração de cães e gatos no Distrito Federal. No total, serão oferecidas duas mil vagas para inscrições online e cadastros presenciais, divididos em cinco pontos: sede do instituto e nas administrações regionais de Ceilândia, do Paranoá, de Taguatinga e de São Sebastião.

(Foto: Shutterstock)

Os interessados poderão cadastrar até três animais (cães e/ou gatos). Pela internet, serão oferecidas 650 vagas, com início às 9 h de segunda-feira (17), por meio de um link que estará disponível no site do Ibram.

O interessado deve realizar o upload de arquivos digitais contendo seus dados pessoais. No mesmo dia (17), também serão oferecidas 250 vagas para o cadastro presencial na sede do Ibram (SEPN 511, bloco C).

Na terça-feira (18), serão realizados cadastros nas administrações regionais de Ceilândia (QNM 13, Módulo B) e de Taguatinga (Praça do Relógio Lote A, St. Central). Cada local disponibilizará 300 vagas de castração.

Já na quarta-feira (19), os interessados podem procurar as administrações regionais do Paranoá (Praça Central – s/n lt. 1) e de São Sebastião (Quadra 101), que cadastrarão 250 vagas cada uma.

As senhas de atendimento serão distribuídas no local a partir das 8h. Para o cadastro presencial é necessário ter em mãos um documento de identidade (RG ou CNH) e comprovante de endereço em nome do responsável ou declaração de residência.

Fonte: Vegazeta


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Fotógrafa faz ensaio fotográfico para incentivar a adoção de animais pretos

Para incentivar a adoção de animais pretos, frequentemente preteridos pelos adotantes, a fotógrafa Emma O’Brien decidiu fazer um ensaio fotográfico. Os retratos exaltam a beleza de cães e gatos de pelagem preta.

Emma, que se apresenta no Instagram como uma “fotógrafa para as pessoas cujos animais são família”, quis sensibilizar seus seguidores sobre o drama vivido pelos cachorros e gatos pretos – os segundos, ignorados por adotantes que acreditam na falsa superstição de que eles dão azar. As informações são do portal Observador.

Moradora da África do Sul, Emma criou o ensaio fotográfico e deu a ele o nome de “Black Series Rescue”. Com os retratos, a fotógrafa espera conseguir aumentar as chances dos animais pretos encontrarem novos lares.

Confira abaixo algumas fotos do projeto.


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80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em diversos países, 80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária. E a maior parte é utilizada para estimular o crescimento em animais que não estão doentes.

(Foto: Getty)

Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico.

“A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.”

O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos.

“O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

Fonte: Vegazeta


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Espécies de animais podem diminuir em 25% devido à ação humana, diz estudo

Pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, concluíram que as espécies de animais podem sofrer uma redução de 25%, no próximo século, devido à ação humana. O estudo foi publicado na revista Nature Communications.

Foto: Pixabay

Com o aumento da população de seres humanos, áreas originalmente ocupadas por animais podem passar a ser usadas pelas pessoas – como já tem acontecido há bastante tempo. As informações são do portal All That’s Interesting.

A redução do habitat dos animais, segundo o estudo, pode levar muitos deles à extinção. Os mais pequenos, que ocupam menos espaço, terão mais chances de sobreviver, enquanto os grandes mamíferos e as aves serão, provavelmente, os mais afetados.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores estudaram a massa corporal, o tamanho da ninhada, o habitat, a dieta e a vida útil de mais de 15 mil mamíferos e aves. Depois, as informações obtidas foram cruzadas com o conteúdo da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas, da União Internacional para a Conservação da Natureza.

“De longe, a maior ameaça aos pássaros e mamíferos é a humanidade – com os habitats a serem destruídos devido ao nosso impacto no planeta, como desmatamento, caça, agricultura intensiva, urbanização e os efeitos do aquecimento global”, disse o autor do estudo, Rob Cooke.

O estudo concluiu ainda que as espécies com mais chances de sobrevivência são as que se alimentam de insetos, têm grandes ninhadas e suportam diferentes tipos de clima.

“O ‘encolher’ substancial de espécies que previmos poderia gerar impactos negativos adicionais para a sustentabilidade a longo prazo da ecologia e da evolução”, acrescentou Cooke.

Além da perda direta de espécies, se animais como o rinoceronte e o condor desaparecerem, outros também irão sofrer de maneira indireta. “Se os perdermos, outras espécies que dependem deles também podem ser extintas”, explicou o cientista.


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