Cães presos em jaula são salvos com auxílio de drone em Pernambuco

Dois cachorros que estavam presos em uma jaula há uma semana foram salvos por uma equipe da Secretaria de Meio Ambiente de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. Na terça-feira (6), um drone foi usado para auxiliar na localização dos animais, já que eles estavam num local com muro alto, o que dificultava a visão dos fiscais.

Foto: Divulgação

Os cães estavam em um prédio em construção em Piedade e eram explorados por uma empresa para segurança de imóveis. As informações são do portal Diário de Pernambuco.

Durante dois dias, equipes trabalharam para conseguir localizar o espaço onde estavam os animais. O caso só foi solucionado quando os profissionais tiveram acesso às imagens feitas pelo drone. Foi preciso arrombar o portão do prédio para salvar os cachorros.

Após o resgate, os cães foram levados para um local adequado e passaram a receber os cuidados necessários. Eles foram disponibilizados para adoção. A empresa que os explorou e maltratou será notificada sobre o caso.

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‘Um milagre’, diz tutora após cão cair do telhado de um prédio e sobreviver

Um cachorro da raça buldogue francês caiu do telhado de um prédio de seis andares em Nova York, nos Estados Unidos. Winston, como é chamado, sobreviveu graças ao que sua tutora considera um milagre.

© REDDIT/U/HEINYANDWINST

Winston havia passeado com a tutora, Emma Heinrich, e subiu para o telhado após voltar para casa. Assim que eles chegaram ao andar em que moram, Emma retirou a coleira do cachorro, que saiu correndo, subindo a escada até o telhado, para onde ele foi após encontrar uma porta aberta. No local, ele se desequilibrou e caiu.

Já esperando encontrar seu cão morto, Emma desceu as escadas em desespero. Ela se surpreendeu, porém, ao perceber que Winston estava vivo. As informações são do portal Sputnik News.

Após se desequilibrar, o animal caiu no teto de um carro que estava parado no local. Foi o automóvel que amorteceu o impacto da queda, salvando sua vida.

Winston sofreu apenas pequenos cortes e contusões. “É um milagre absoluto que ele esteja vivo agora”, escreveu Emma Heinrich em um post no Reddit.

© REDDIT/U/MUST_BE_THE_MANGOES


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Busca por alternativas à carne alavanca mercado de proteína de ervilha

Por David Arioch

Proteína de ervilha se tornou um dos ingredientes preferidos de marcas como a Beyond Meat, que produz alternativa á carne | Foto: Pixabay

Uma nova pesquisa divulgada ontem (6) pela empresa de análise de mercado Reportlinker revela que a busca por alternativas à carne está alavancando o mercado de proteína de ervilha. A previsão é de que até 2025 o produto movimente o equivalente a 1,24 bilhão de reais com taxa de crescimento anual composta de 17,4%.

“Proteínas derivadas de plantas são de imensa importância e atendem à crescente demanda por alternativas à carne. Nos últimos anos, as ervilhas desempenharam um papel significativo na superação de desafios associados à desnutrição proteico-energética em países em desenvolvimento e subdesenvolvidos”, informa o relatório.

A pesquisa também destaca que os pioneiros no mercado de proteína de ervilha desde o início têm apostado em produtos que não levam desvantagem em relação à carne quando se trata de valores proteicos. Além disso, há uma preocupação com outros fatores como sabor e textura visando atingir uma fatia maior do mercado.

E a proteína de ervilha se tornou uma alternativa não apenas à carne, mas também a outros produtos que levam proteínas de origem animal como os laticínios, sendo também uma alternativa para intolerantes à lactose – conforme observado na América do Sul, América Central, Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África.

Países como a Índia estão testemunhando um crescimento econômico com impacto positivo no consumo de proteínas baseadas em leguminosas, segundo a Reportlinker. A China também é apontada como promissora para esse mercado, considerando operações extensivas e fracionárias que já estão em andamento.

“A proteína de ervilha é um dos substitutos não lácteos preferidos na atualidade, porque é caracterizada por um bom perfil de aminoácidos e é facilmente digerível. Esses atributos a tornam favorável para o uso em vários produtos alimentícios e bebidas, como bebidas saudáveis ​​enriquecidas com proteínas e alimentos nutricionais esportivos”, acrescenta o relatório.


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Vídeo mostra youtuber agredindo cachorro nos Estados Unidos

A youtuber Brooke Houts, de Los Angeles, nos Estados Unidos, foi flagrada agredindo um cachorro. Brooke tem mais de 340 mil seguidores e tem sido bastante criticada após um vídeo não editado vazar, mostrando o momento em que ela agride Sphinx, como é chamado o cão. A mulher também teria cuspido no animal.

Foto: Reprodução/YouTube

Conhecida como uma pessoa “fofa” e “divertida”, Brooke desapontou seus seguidores. Após a pressão que sofreu, ela publicou uma nota para se desculpar e afirmou que agrediu o animal porque estava estressada devido a “problemas que está atravessando”. A youtuber disse ainda que esse foi um caso isolado e que não é uma agressora de animais.

O pedido de desculpas, no entanto, não satisfez seus seguidores, que afirmaram que ela não deu ao caso a seriedade que deveria. As informações são do Extra.

Denunciado à Sociedade Protetora dos Animais (RSPCA), o caso está sendo analisado. Brooke também é investigada pela polícia de Los Angeles e pode ser acusada formalmente de maus-tratos a animais.

Para amenizar a polêmica, Brooke excluiu o vídeo editado, sem as cenas de violência, que ela havia publicado no YouTube.


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Governador sanciona transporte de animais em ônibus e trens no DF

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, sancionou o projeto de lei que autoriza o transporte de animais domésticos em ônibus e trens.

Foto: Pixabay

De autoria do deputado do Daniel Donizet (PRP), a proposta define regras para o transporte: o animal não poderá ser transportado em horário de pico e só poderá desfrutar do serviço se pesar até 12 kg. Ele deverá ser levado em uma caixa de transporte apropriada, sem prejudicar os demais passageiros. Cada tutor pode levar até dois animais.

O passageiro não precisará pagar tarifa extra. Placas em locais de fácil visualização serão fixadas pelas empresas de transporte público para alertar a população sobre a lei. As informações são do Jornal de Brasília.

Moradora da Asa Sul, Amanda Cobra, de 24 anos, aprova a nova legislação. “Táxis particulares não costumam aceitar transportar os animais, por isso essa lei fará uma grande diferença no dia a dia de quem não tem carro”, disse.

“As pessoas, no entanto, precisam ter noção e não deixar os animais fazerem as necessidades [fisiológicas] no transporte público, por exemplo”, completou.


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Butão torna-se refúgio para população de tigres-de-bengala

Por David Arioch

No Butão, os tigres-de-bengala podem percorrer um habitat contíguo em todo o país (Foto: GTC)

Em 1850, pegadas de tigre podiam ser encontradas tanto na neve das florestas siberianas como nas suaves areias das praias de Bali. Tigres vagavam da Europa, pelo Mar Cáspio, às margens do Pacífico. Deslocar-se pela maior parte da floresta da Ásia na época era entrar no campo de domínio de um dos mais impressionantes predadores do mundo.

Mais de 100 mil tigres dominavam a região selvagem do continente asiático. Longe de serem tiranos, seu reinado como uma das principais espécies no topo da cadeia alimentar permitiu que incontáveis ​​espécies e ecossistemas florescessem em seu domínio.

Hoje, a variedade de tigres é de 7% do que era anteriormente. Em população, agora são uma mera fração. Acredita-se que menos de 3,8 mil tigres permaneçam em estado selvagem em apenas 13 países. E na maioria dos lugares, seus habitats são esparsos e fragmentados, confinando o predador de longo alcance a pequenos bolsões de áreas protegidas.

Mas, em um país, o tigre encontrou refúgio. No Butão, os tigres-de-bengala podem percorrer um habitat contíguo em todo o país, que se estende desde as selvas subtropicais das terras baixas até as florestas subalpinas, a 4,5 mil metros de altitude, nas encostas das montanhas. Com 71% do país sob cobertura florestal e mais da metade designada a áreas protegidas, um tigre residente tem liberdade de habitar praticamente qualquer lugar.

Isso explica em parte sua abundância no Butão. O país tem o dobro da concentração de tigres de qualquer outro. Os esforços de conservação também contribuíram maciçamente para essa densidade incomum. “O governo do Butão está empenhado em proteger os tigres”, disse Lobzang Dorji, diretor do Departamento de Florestas e Serviços de Parques do Butão. “Reconhecemos o imenso valor que esta criatura tem para nossos ecossistemas e nosso país e queremos fazer tudo o que pudermos para garantir sua sobrevivência”.

O tigre se beneficia de proteções rigorosas no Butão, como acontece em alguns outros países. Apesar disso, a caça furtiva continua a ser uma ameaça constante, não importa onde os tigres estejam.

Uma das chaves para a sobrevivência dos tigres é ter seu habitat garantido. Nesse aspecto, o Butão se destaca. A constituição do Butão determina que o governo mantenha pelo menos 60% de cobertura florestal perpetuamente, garantindo um ambiente estável de longo prazo para os tigres.

No ano passado, uma equipe do National Tiger Center colocou uma coleira de identificação e localização em uma fêmea. A equipe chegou a testar as armadilhas para garantir que ela não fosse prejudicada no processo.

Agora capazes de monitorar sua posição, as autoridades de conservação do Butão estão usando os dados para mapear corredores de vida selvagem e evitar conflitos entre tigres e humanos.

Mas mesmo neste santuário de montanhas, os tigres não estão a salvo. “Garantir o futuro dos tigres exige estratégias de múltiplas etapas”, disse Dorji. “Para um país montanhoso como o Butão, a mudança climática é uma ameaça real para a sobrevivência dos tigres.”

Projeções de mudanças climáticas preveem monções mais pesadas e aumento de temperaturas no Butão. Esses fatores farão com que os agricultores migrem para altitudes mais elevadas para manter as condições para suas lavouras. Isso pode, por sua vez, levar a um habitat diminuído para a vida selvagem e mais conflitos entre humanos e tigres.

A ONU Meio Ambiente está trabalhando em estreita colaboração com o governo do Butão e o Global Tiger Center para combater esses desafios por meio de um programa financiado pelo governo de Luxemburgo. O programa ajuda a salvaguardar a sobrevivência das principais espécies de tigres em ambientes montanhosos de vários países, incluindo o tigre-de-bengala do Butão.

“Por meio desse programa, trabalhamos para proteger espécies icônicas como o tigre-de-bengala. Entre outras iniciativas, melhorar o compartilhamento de informações entre pesquisadores do clima e conservacionistas, para que os dados mais recentes sobre a mudança climática possam ser empregados para proteger a vida silvestre”, disse o oficial de programa da ONU Meio Ambiente, Matthias Jurek.

O projeto também apoiará o desenvolvimento de infraestrutura verde, incorporando habitats e corredores de vida selvagem no planejamento de infraestrutura. E como os agricultores podem estar na linha de frente do conflito entre humanos e animais selvagens, o projeto também trabalhará para aumentar a resiliência dos ecossistemas e a produtividade das terras agrícolas. Isso ajudará a reduzir a pegada agrícola e fornecerá renda mais alta para desencorajar a caça furtiva.

Com sua próspera população de tigres, o Butão está no centro dos esforços globais para proteger as famosas espécies. O país buscará compartilhar suas lições aprendidas ao sediar a segunda edição da Cúpula Internacional do Tigre em 2020. A primeira cúpula, em 2010, levantou 330 milhões de dólares em promessas de financiamento para dobrar o número de tigres selvagens até 2022.

Para Dorji, não há como subestimar a importância de proteger os tigres. “Os tigres são muito importantes para a cultura butanesa e nossa paisagem. Se perdermos o tigre, perderemos uma parte de quem somos”.


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Macaco mantido em cativeiro é resgatado em Manacapuru (AM)

Um macaco barrigudo foi resgatado em Manacapuru (AM) na terça-feira (6). Ele vivia aprisionado em uma casa no bairro da Liberdade e foi salvo pela Polícia Militar do Amazonas, por meio do Batalhão Ambiental (BPAMB).

Foto: Divulgação/PM-AM

Os policiais foram até o local, na companhia de uma equipe técnica do Corpo de Bombeiros, após receberem uma denúncia. As informações são do G1.

Após o resgate, o macaco foi levado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para receber os cuidados necessários.

O Batalhão Ambiental lembra que criar, guardar, transportar, capturar ou caçar animais silvestres configura crime ambiental.


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Cães são explorados para proteger animais ameaçados de extinção

Cachorros estão sendo explorados pelo projeto Conservation Canines, nos Estados Unidos, para proteger animais silvestres. Em nome da preservação de uns, condena-se outros a uma vida de exploração, na qual são submetidos a treinamentos anti-naturais.

Foto: Pixabay

O olfato sensível dos cães, que existe para suprir as próprias necessidades desses animais, está sendo explorado pelo projeto para que eles farejem as fezes dos animais ameaçados.

A partir das fezes encontradas, os pesquisadores fazem uma análise químico e obtêm um quadro geral da saúde do animal. Assim, eles descobrem se o animal é uma fêmea grávida, se está doente ou se alimentando adequadamente.

Atualmente, através da exploração dos cachorros, cientistas estão estudando a Pack Forest, assim como já estudaram, em 2006, orcas ameaçadas de extinção, ao redor das Ilhas San Juan – ambos locais em Washington, nos Estados Unidos.


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Campanha revela o sofrimento de animais explorados pela indústria do turismo

Foto: Caters News Agency

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Diversas fotos capturadas pelo mundo todo mostram imagens comoventes que expõem o sofrimento de animais selvagens em destinos turísticos em todo o sul da Ásia.

Fotografias mostram macacos, tigres e elefantes acorrentados em cativeiro e obrigados a se apresentar para turistas pagantes.

Tiradas pels fotojornalista Aaron Gekosi, essas imagens chocantes marcam o lançamento da campanha “Raise the Red Flag”(Levante a Bandeira Vermelha, na tradução livre), da organização Born Free’s.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

A campanha permitirá que os turistas relatem casos de sofrimento de animais em cativeiro em todo o mundo.

Em uma sequência, um orangotango pode ser visto olhando pelas grades de sua gaiola enquanto macacos vestidos de coletes andam de bicicleta.

Dr. Chris Draper, chefe do departamento de Bem-Estar Animal e Cativeiro da Born Free, disse: “O cativeiro nunca poderá recriar o ambiente complexo que os animais encontram na natureza. Muitos animais sofrem imensamente em cativeiro como resultado disso”.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

“Inúmeros animais selvagens são mantidos em situações de cativeiro para entretenimento humano – em espetáculos circenses com animais, como adereços fotográficos para turistas, encontros com animais, filmes e programas de TV, ou até como animais domésticos.

“Há dezenas de milhares de zoológicos em todo o mundo, mantendo milhões de animais selvagens em cativeiro. Todas essas atividades podem ter sérias implicações para o bem-estar animal e representam riscos reais tanto para a segurança quanto para a saúde pública e animal”.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Muitas pessoas podem ter visto um animal selvagem em cativeiro em perigo. Eles podem ter visitado um zoológico, uma atração turística ou se deparado com o sofrimento de animais selvagens em cativeiro e se sentirem desconfortáveis ou preocupados com o que testemunharam.

Quando as pessoas se deparam com situações como essas, podem achar difícil ou desanimador falar, ou simplesmente não sabem com quem entrar em contato.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

“Nosso novo sistema da campanha Raise the Red Flag, que é apoiado pela British Airways Holidays, e liderado pelo mais novo patrocinador da Born Free, Mollie King, permitirá que apoiadores em todo o mundo relatem incidentes de sofrimento de animais selvagens, oferecendo conselhos sobre qual orgão procurar e que ação tomar depois de relatar suas preocupações? “

Mollie King acrescentou: “Estou realmente honrado por me juntar ao Born Free como patrono, todo o time lá faz um trabalho que vale a pena, tudo com o objetivo final de manter a vida selvagem onde ela pertence: na natureza”.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Há alguns anos, tive a sorte de poder me juntar a Born Free ao transferir ursos cativos da Geórgia em um santuário grego.

“Vendo o quão mal os ursos foram tratados antes de serem resgatados – alguns deles sendo forçados a ‘dançar’ em pedras quentes para entreter os turistas – me assustou muito, a viagem também me fez perceber que há muito trabalho a fazer para acabar com essas atividades horríveis.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

“Estou muito contente pela Born Free existir e fazer tudo o que pode para acabar com a exploração de animais selvagens. Estou animado com muitas coisas que planejamos para o meu patrocínio, em particular o lançamento do Raise the Red Flag”.

“Eu quero fazer tudo o que puder para ajudar a Born Free a lançar luz sobre a realidade do cativeiro de animais selvagens e Raise the Red Flag é um projeto tão importante para que todos possam fazer isso”.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Draper concluiu: “Infelizmente, não podemos ajudar todos os animais selvagens em cativeiro, mas, quando possível, podemos investigar, entrar em contato com os estabelecimentos, empresas de viagem ou autoridades envolvidas e destacar esse sofrimento para o resto do mundo”.

“Quando as pessoas nos informarem sobre o sofrimento dos animais selvagens através da campanha, nós os capacitaremos a agir e fazer tudo o que pudermos para ajudar o maior número de animais possível”.

Foto: Caters News Agency

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Mais de 200 canários são encontrados presos em mala no Aeroporto de Brasília

Por Rafaela Damasceno

Um homem foi preso nesta segunda-feira (5) tentando transportar mais de 200 canários da espécie Sicalis flaveola (conhecidos popularmente como canários-da-terra) no Aeroporto Internacional de Brasília.

Os canários presos em gaiolas dentro das malas

Foto: Polícia Federa

O criminoso viajava de Manaus (AM) e, no desembarque, foi descoberto ao tentar passar duas malas pelo raio-x. Os pássaros estavam amontoados dentro de gaiolas, dentro das malas.

O canário-da-terra é conhecido por suas penas de cor vibrante e seu canto bonito. As aves têm, em média, 13,5 centímetros e pesam em torno de 20 gramas. A espécie costuma viver em bando e é vítima do tráfico, já sendo até mesmo considerada em extinção por alguns estados brasileiros, como Minas Gerais.

Os canários encontrados foram levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do IBAMA – órgão que visa preservar áreas naturais, como florestas e rios -, onde serão examinados. O homem responderá pelo crime, podendo ser condenado a até 8 anos de reclusão.


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