Câmera de segurança flagra cachorro sendo abandonado dentro de saco

Uma câmera de segurança flagrou, na manhã deste sábado (18), um cachorro, preso dentro de um saco, sendo abandonado no Jardim Eldorado, em Sorocaba (SP). Assista abaixo.

Foto: Arquivo Pessoal

Nas imagens é possível ver um veículo estacionando e jogando o animal. Em seguida o veículo sai e o cachorrinho, assustado, consegue sair do saco, mas fica parado observando o carro ir embora.

Por sorte, ele foi resgatado por moradores do local e está recebendo todos os cuidados. Uma veterinária avaliou a saúde do animal, que aparenta ter entre 9 e 11 meses de vida, e ele passa bem.

Representantes da Associação de Moradores do bairro registraram o caso na Polícia Civil, que deve usar as imagens da câmera de segurança para identificar o dono do veículo.

Abandonar animais é crime e a pena pode varia de 3 meses a 1 anos de detenção e multa. Até o fechamento dessa matéria o veículo não havia sido encontrado.

Fonte: Rápido no Ar

Três farras do boi foram realizadas no sábado em Santa Catarina

Segundo o Movimento Brasil Contra Farra (BCF), foram realizadas três farras do boi ontem (18) em Santa Catarina – em Governador Celso Ramos, Porto Belo e na Barra do Sambaqui, praia da região norte de Florianópolis.

“Queremos combate efetivo o ano todo”, destaca o BCF (Foto: Reprodução)

Ativistas dos direitos animais apontam que esse tipo de ocorrência frequente é resultado da negligência das autoridades, que normalmente só intensificam as campanhas contra a farra do boi no período de Páscoa. “Queremos combate efetivo o ano todo”, destaca o BCF.

E acrescenta: “Não é possível que a Cidasc [Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina], que se importa tanto com a vigilância sanitária, permita que os brincos sejam retirados toda hora. Isso prova que não há controle rígido sobre os brincos dos bois. Queremos que os animais sejam microchipados, porque assim não haverá mais bois de farra.”

Na farra do boi, os farristas retiram o brinco do animal para evitar a identificação. No entanto, ao fazer isso, eles assinam a sentença de morte dos bovinos, que sem a possibilidade de confirmação da procedência são executados pela Cidasc – independente de serem saudáveis ou não, sob justificativa de “controle sanitário”.

O Brasil Contra Farra afirma que quem conhece a farra do boi sabe que os bovinos utilizados são doados ou comprados. “Centenas de bois são mortos por serem julgados como clandestinos. Com a microchipagem, ninguém vai querer enviar boi para ser identificado pela polícia”, observa o BCF.

Por isso o movimento criou uma campanha pela implementação da identificação eletrônica dos animais. O dispositivo é inserido com uma agulha na nuca do animal e o procedimento é rápido, seguro e indolor, segundo o Brasil Contra Farra.

O microchip tem o tamanho de um grão de arroz. “Não se perde o microchip e também não pode ser retirado como o brinco. É de difícil localização e a retirada depende de veterinário capacitado pra isso”, argumenta. A BCF defende que essa medida evitaria o abate indiscriminado de animais resgatados da farra do boi.

Se você apoia essa ideia, clique aqui e assine o abaixo-assinado.

Mãe gambá é sacrificada após ser atingida por flecha, deixando filho órfão

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Um gambá do sexo feminino foi fechada à queima-roupa por um criminoso em um “ato bárbaro” que deixou o minúsculo animal órfão e para ser criado por humanos.

O marsupial nativo da Austrália foi encontrado trespassado por uma flecha, tão comprida quanto seu corpo, em uma propriedade na cidade de Humpty Doo, na Austrália.

“Às vezes é difícil não perder a fé nos seres humanos”, disse a ONG Wildlife Rescue Darwin, no Facebook.

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

“Seu bebê agora será criado manualmente no Centro de Resgate e nós reportaremos ao departamento Parks and Wildlife para que eles investiguem o caso e punam os culpados”.

Como ela não poderia ter se mexido depois de atingida e a arma (arco e flecha) é de curto alcance, esperamos que a pessoa que fez esse ato bárbaro seja encontrada”, disse Darwin.

A equipe de resgate da vida selvagem disse que o animal ainda estava vivo ao ser encontrado, mas os veterinários foram forçados a colocá-la para dormir pois a flecha perfurou seu pulmão.

Raios-X mostraram o quão prejudicial a flecha era para o animal foi como ele viajou todo o caminho através de seu corpo.

O ato cruel foi relatado ao departamento de Parques e Territórios do Norte e Unidade de Vida Selvagem para investigação.

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Os comentários nas publicações sobre o fato nas redes sociais demonstravam horror e repúdio ao ato cruel e chocante perpetrado contra o animal.

As pessoas que comentavam ou estavam furiosos e revoltados com a pessoa que ferira o animal ou sentiam-se tristes e consternados por sua morte desnecessária.

Muitos até sentiram empatia pelos membros do grupo de animais selvagens que tiveram que testemunhar a crueldade em primeira mão e ver o animal morrer após a necessidade da morte induzida.

O bebê gambá agora segue sem mãe, órfão e será criado pelos funcionários e especialistas do centro da vida selvagem. Mais uma entre as tantas vítimas da maldade e irresponsabilidade humana,

Mercado vegano será inaugurado em agosto em Edimburgo, na Escócia

Em agosto vai ser inaugurado em Edimburgo, na Escócia, um mercado vegano que promete oferecer tudo que um vegano precisa e um pouquinho mais.

(Foto: Getty Images)

Além de produtos considerados de consumo básico, incluindo verduras, frutas e legumes, o mercado também vai comercializar carnes, queijos e leites vegetais, além de lanches e outros tipos de mantimentos.

De acordo com o empreendedor Alasdair Corbett, a intenção é facilitar a vida dos veganos. A loja será na Easter Road em Leith. A escolha do nome, que deve ser divulgado em breve, está sendo feita via Facebook, segundo o Edinburgh Live.

Especialista alerta que policiais desconhecem lei para animais em risco de vida

A intervenção das autoridades policiais quando um animal sofre maus-tratos é obrigatória, alertou esta sexta-feira a especialista em Direito Penal Maria da Conceição Valdágua, referindo que existe um desconhecimento desta condição por parte dos agentes policiais.

A docente da Faculdade de Direito da Universidade Lusíada de Lisboa falava no I Congresso Nacional de Direito Animal promovido pelo Observatório Nacional para a Defesa dos Animais e Interesses Difusos (ONDAID), que decorreu em Cascais e que juntou magistrados, advogados, órgãos de polícia e veterinários para a partilha de conhecimentos e análise da evolução deste ramo do direito.

Tiago Petinga/LUSA

Quando existe uma denúncia de que um animal corre risco de morte numa propriedade privada, explicou, as autoridades policiais têm a obrigação de intervir, é um dever. Esta atuação é justificada quando, por exemplo, os animais são deixados dentro de um carro ao sol ou existe a denúncia de que num determinado local existe um animal cujo tutor não providencia cuidados básicos de bem-estar como alimento ou água. Ao não atuarem, observou, as autoridades estão cometendo um crime de omissão, violando os seus estatutos.

“Há um flagrante delito permanente. O crime está em execução e por vezes as autoridades acham que não podem entrar”, disse, acrescentando que o fato [crime] está presente desde que quem deve cuidar do animal não cumpre esse dever.

Maria da Conceição Valdágua, mestre em Direito e presidente da Associação Pravi – Projeto de Apoio a Vítimas indefesas (pessoas e animais), considera que “é uma pena que esta matéria seja tão pouco conhecida dos cidadãos, que também podem intervir, e das autoridades que são obrigadas, mas que não atuam por desconhecimento”. “Muitos agentes de autoridade até pelas respostas que dão quando pedimos ajuda claramente não tem consciência que o crime está sendo cometido. Se o crime está em execução, eles têm de atuar, é obrigatório”, frisou.

No I Congresso Nacional de Direito Animal foram abordadas questões como o Estatuto Jurídico Civil dos Animais e a prática judiciária, os desafios na interpretação e aplicação da lei que criminaliza os maus-tratos e o abandono de animais domésticos, os crimes praticados contra animais e a prática judiciária, a medicina legal veterinária e os crimes praticados em defesa dos animais.

O Observatório Nacional para a Defesa dos Animais e Interesses Difusos (ONDAID), entidade organizadora do congresso, é uma associação nacional que tem como objeto a proteção jurídica dos animais e a defesa do seu bem-estar, através da sensibilização do poder público e político, tendo por missão disseminar o conhecimento do direito animal, assim como, estudar, avaliar e propor a adoção de medidas que promovam o bem-estar animal.

Fonte: Observador

Cofundador do Twitter prefere investir em carnes vegetais

Williams e Biz Stone têm investido na Beyond Meat desde a formulação dos primeiros produtos (Fotos: USA Today/Beyond Meat/Divulgação)

O cofundador do Twitter, Evan Williams, que se desligou da mídia social de microblogging recentemente para se dedicar a outros projetos, está preferindo investir em carnes vegetais. A Bloomberg divulgou esta semana que, por meio da sua empresa de investimentos Obvious Ventures, Williams detém participação de 414 milhões de dólares na marca Beyond Meat, que supera de longe a sua atual participação de 10 milhões no Twitter.

Segundo a Bloomberg, tanto Evan Williams quanto o também cofundador do Twitter Christopher Isaac “Biz” Stone têm investido na marca de carnes vegetais desde a formulação dos primeiros produtos. No início do mês, o CEO da Beyond Meat, Ethan Brown, e seus seis principais acionistas arrecadaram 1,6 bilhão de dólares com a oferta pública inicial (IPO) em Wall Street.

Protetores resgatam cerca de dez animais por dia em Araraquara (SP)

A cada três horas, ao menos um animal é resgatado das ruas de Araraquara (SP) por protetores. Um trabalho árduo, diário e voluntário. O número é apenas uma estimativa, mas revela um sério problema, segundo a presidente da ONG S.O.S melhor amigo, Betty Peixoto.

“Por meio do trabalho das ONGs de conscientização e de disponibilização de castração gratuita, a gente verifica que o número de cadelas prenhas diminuiu muito nos últimos anos, porém, tem um aumento massivo de animais adultos que são largados nas ruas por seus tutores, por diversos motivos banais”, explica Betty.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Cães e gatos são mais comuns, mas animais de grande porte também são frequentemente abandonados. Segundo Renan de Ponte, presidente do Grupo Independente de Proteção Animal e ao Meio Ambiente de Araraquara, o Gipama, ao menos duas vezes na semana há demandas de resgate pra este tipo de animal.

“A gente presta um primeiro socorro, providencia um lar temporário para o animal até que ele possa encontrar um lar fixo. E o Gipama recebe denúncia de animais soltos, maltratados ou que venha sendo prejudicado por seus tutores”, diz.

Prefeitura

Além dos protetores, a Prefeitura de Araraquara também faz o recolhimento desses animais. Devido a ‘lotação’ no canil, – cerca de 220 -, o município precisou adotar um protocolo para o resgate de animais. Eles são retirados das ruas, vítimas de algum tipo de violência, como explica a gestora de projetos do centro de zoonose, Luciana Filippo Garcia.

“Devido a esse número absurdo, é preciso seguir um protocolo. É preciso que ele tenha sido atropelado e que não tenha tutor para que ele seja recolhidos, pois eles passam por tratamento e, quando ficam bons, eles serão castrados, chipados e vão para adoção”, explica Luciana.

É lei

A advogada Carolina de Mattos Galvão, presidente da Comissão de Proteção Animal da OAB, explica que este trabalho desenvolvido pelo município é mais específico e não é o mesmo realizado pelos protetores.

“Temos que levar em consideração que os animais resgatados pela prefeitura são aqueles que cumprem com os requisitos do protocolo da lei 827/2012. São animais em situação de risco e mais doentes, ninhadas, prenhas, idosas, bravas ou doenças altamente contagiosas”, conta a advogada. Ainda de acordo com ela, a responsabilidade pelo abandono é da população. “Existe uma lei que prevê a chipagem de todos os animais da cidade. Se tivesse uma fiscalização e respeito a essa legislação, o número de animais abandonados em Araraquara seria muito inferior”, acredita.

Fonte: A Cidade ON

Funcionários de usina encontram filhotes de onça em canavial em Nova Aliança do Ivaí (PR)

Na última quinta-feira à tarde, de acordo com informações do Portal da Cidade de Paranavaí (PR), funcionários de uma usina de açúcar encontraram filhotes de onça em um canavial em Nova Aliança do Ivaí (PR).

Segundo a Polícia Ambiental de Cianorte (PR), a onça teria se assustado com o barulho das máquinas, deixando os filhotes no local. Para facilitar a localização dos pequenos, eles foram deixados em uma área de mata nas proximidades do canavial.

Um vídeo foi disponibilizado no YouTube mostrando o momento em que os funcionários encontraram os filhotes:

Cavalo ferido é resgatado e carroceiro autuado por maus-tratos no Piauí

Um cavalo foi resgatado depois de ser flagrado bastante ferido puxando uma carroça na Zona Leste de Teresina (PI). O carroceiro que se identificou como tutor do animal foi autuado por maus-tratos e assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) na Delegacia de Meio Ambiente.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

De acordo com a delegada titular do Meio Ambiente, Edenilza Viana, o animal foi visto ferido por uma funcionária pública que denunciou o caso à delegacia na quinta-feira (16).

“Fomos até a praça e encontramos o animal caído no chão e com vários machucados. Com o flagrante, o tutor do animal foi conduzido para delegacia onde assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado, pelo crime ter pena ínfima, mas vai responder pelo crime cometido”, explicou.

O animal foi resgatado com auxílio da Cavalaria da Polícia Militar e entregue a uma veterinária de uma ONG de proteção aos animais da capital, que ficará com a guarda até decisão da Justiça.

Maus-tratos

O crime de maus-tratos consta no artigo 32, da Lei Federal nº. 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais). A pena prevista é de detenção de 3 meses a 1 ano e multa.

Fonte: G1

Proposta que proíbe provas de laço em Avaré (SP) depende de mais apoio para ser aprovada

No dia 27 vai ser votada em Avaré (SP) uma proposta de emenda à lei de proteção animal que proíbe a realização de provas de laço curto e duplo em bezerros.

“Uma experiência horrível, que causa estresse, medo, dor e muitas vezes lesões”, destaca a ativista (Foto: Getty)

A prática que nos últimos anos tem sido proibida em muitas cidades do Brasil ainda encontra forte resistência em Avaré, segundo ativistas dos direitos animais.

Por enquanto, três vereadores se posicionaram favoráveis à proibição – Ernesto Ferreira de Albuquerque (PT), Marialva Araújo de Souza Biazon (PSDB) e Francisco Barreto de Monte Neto (PT).

Segundo a ativista pelos direitos animais, Lorena Borges, ainda é preciso garantir o apoio da maioria, já que nove vereadores podem votar a favor da prática. “Eles precisam entender que ser a favor das provas de laço implicaria em retrocesso”, aponta Lorena.

Nas provas de laço, bezerros com três meses de idade são perseguidos, têm seus pescoços laçados e são arremessados ao chão. “Uma experiência horrível, que causa estresse, medo, dor e muitas vezes lesões”, destaca a ativista, acrescentando que até mesmo em Barretos a prática foi proibida.

Para fortalecer a opinião pública foi criado um abaixo-assinado contra as provas de laço em Avaré. Para assinar, clique aqui.