Cachorra com a perna quebrada salva seus seis filhotes de incêndio

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Miracle o pit bull estava morando em uma fábrica abandonada na Carolina do Sul, Estados Unidos, quando de repente a fábrica pegou fogo. Uma pessoas que passava pelo local a encontrou vagando perto da fábrica e a levou para o abrigo do condado.

A equipe do abrigo notou que Miracle tinha a penas quebrada, e que ela estava produzindo leite – o que significava que ela tinha cachorrinhos em algum lugar.

Com medo de que os filhotes de Miracle pudessem estar na fábrica que pegou fogo, um oficial de controle de animais do abrigo contatou o departamento para ver se eles poderiam levar Miracle para procurar os filhotes, mas eles não foram capazes de atender ao chamado e volta ao local do incêndio por vários dias.

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Quatro dias após o resgate de Miracle, o oficial a levou de volta à fábrica – onde a cachorrinha os levou para a floresta e mostrou onde ela havia escondido seus seis bebês.

Parecia que Miracle havia levado os filhotes para fora da fábrica, um por um, e escondido eles na floresta até que ela pudesse encontrar ajuda, que é provavelmente como ela machucou sua perna. Os filhotes esperavam pacientemente que ela voltasse e ficaram tão felizes em vê-la quando finalmente se reuniram.

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Depois de garantir a segurança dos filhotes, Miracle e sua família foram transferidos para Centro de Resgate e Santuário de Animais, Dóchas N Grá, que rapidamente deu à família o cuidado de que eles precisavam.

Por causa da gravidade de sua lesão, Miracle teve que ter sua perna amputada. A amputação não diminuiu em nada o ânimo de Miracle, porque, embora ela tenha perdido a perna, ela salvou seus bebês.

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

“Miracle é o cão mais doce e descontraído que já conheci”, disse McGonigal. “Ela é um daqueles cães que você conhece e fica realmente feliz de ter salvo sua vida e a vida de seus bebês.”

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Depois de passar cerca de quatro semanas com o resgate, os bebês de Miracle tinham idade suficiente para encontrar suas próprias casas e foram transferidos para o Happy Tails Dog Rescue, onde todos encontraram rapidamente lares amorosos.

Miracle passou outras oito semanas em Dóchas N Gráwhile, sua perna foi curada, e depois foi enviada para o Happy Tails Dog Rescue também.

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Foto: Dóchas N Grá Animal Rescue and Sanctuary

Atualmente, ela está em um lar temporário que tem a intenção de adotá-la, o que significa que muito em breve, essa mamãe doce e corajosa terá finalmente encontrado seu final feliz também.

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Cachorra adota quatro filhotes de cabras órfãos

Foto: Andrea Holley

Foto: Andrea Holley

Loryn, uma cachorra da raça golden retriever, cresceu na fazenda de sua família e está constantemente ajudando a cuidar de todos os animais. Ela é como a “mãe” da fazenda, e ama todos os animais aos quais ela conhece muito bem.

“Ela está cercada de todos os animais da fazenda o tempo todo, então Loryn já viu de tudo”, disse Andrea Holley, a tutora de Loryn, ao The Dodo. “Ela é verdadeiramente uma mãe e aceita todos os bebês que temos aqui como se fossem dela.”

Foto: Andrea Holley

Foto: Andrea Holley

Recentemente, a fazenda de Holley abrigou algumas cabras bebês resgatadas – e Loryn se apaixonou pelos pequenos mais do que nunca.

“As cabras são as criaturas mais amorosas e tranquilas”, disse Holley. “Eles amaram Loryn imediatamente. Eles estão juntos todos os dias, todos os dias mesmo.”

Os nomes das cabras são Mia, Henry, Delilah e Daisy Mae, e eles amam Loryn tanto quanto ela os ama. Eles passam seus dias cochilando, afagando, e perseguindo uns aos outros, e Loryn nunca os deixa fora de sua vista. Ela os adotou como se fossem seus e ela leva seu papel como mãe muito a sério.

Foto: Andrea Holley

Foto: Andrea Holley

Delilah e Daisy Mae chegaram à fazenda de Holley com etiquetas presas em seus ouvidos (vindas da fazenda de criação onde viviam antes), mas agora encontraram seu lar permanente com Loryn e sua família.

Como os bebês ainda são muito jovens e têm que ser alimentados com mamadeira, eles passam muito tempo em um cercadinho na casa de Holley, e Loryn gosta de ficar de pé, observando-os.

Foto: Andrea Holley

Foto: Andrea Holley

Loryn dedicou sua vida a cuidar de todos os bebês em sua fazenda, e ela estará por perto para observar todos os quatro cabritinhos crescerem e ajudá-los tanto quanto precisarem ao longo do caminho e se eles caem, ela sempre esta por perto pra levantá-los.

Foto: Andrea Holley

Foto: Andrea Holley

“Loryn é meu braço direito e sempre ajuda a vigiar os bebês quando estamos do lado de fora ou ao redor deles enquanto brincam dentro de casa”, disse Holley. “Ela definitivamente acha que eles são seus bebês.”

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Milhares de animais são resgatados em ação de combate ao tráfico internacional

Foto: Kerek Wongsa/Reuters

Foto: Kerek Wongsa/Reuters

Equipes policiais do mundo todo resgataram milhares de animais selvagens, incluindo primatas e grandes felinos, e prenderam cerca de 600 suspeitos em uma operação contra o tráfico de animais silvestres, informou a Interpol.

Cobrindo 109 países, a operação foi realizada em coordenação com a Organização Mundial de Aduanas (OMA), os investigadores concentraram-se em rotas de tráfico e pontos usuais de crimes, disse o órgão internacional de investigação criminal.

A operação Thunderball, sediada em Cingapura, tinha como alvo redes de crime internacionais que buscavam lucrar com atividades de contrabando de animais selvagens. Foi a terceira missão desse tipo realizada pela Interpol nos últimos anos.

Uma porta-voz da Interpol disse que a polícia tem 582 suspeitos, com novas detenções e processos devidos. Entre os animais resgatados estavam 23 primatas, 30 grandes felinos, mais de 4.300 aves, quase 1.500 répteis vivos e cerca de 10 mil tartarugas terrestres e marinhas, informou a organização.

Eles também confiscaram 440 presas de elefante e um adicional de 545 quilos de marfim, disse a organização, apontando para um florescente comércio de animais silvestres online.

Na Espanha, 21 pessoas foram presas graças a uma investigação online e, na Itália, uma investigação semelhante levou a polícia a resgatar 1.850 aves.

“O crime contra a vida selvagem não apenas saqueia o meio ambiente, roubando seus recursos, mas também tem outros impactos por meio da violência associada, lavagem de dinheiro e fraude”, disse o secretário geral da Interpol, Jürgen Stock.

A Interpol disse que ligeiros declínios nos resgates de certas espécies são um sinal de que os esforços contínuos de fiscalização estavam funcionando e que os níveis de conformidade com as leis estavam melhorando.

“É vital que impeçamos os criminosos de colocar nossos meios de subsistência, nossa segurança, a economia e a sustentabilidade do nosso planeta em risco explorando ilegalmente a flora e a fauna silvestres”, disse Ivonne Higuero, secretária-geral do CITES, um tratado internacional criado para proteger animais e plantas silvestres.

A Interpol já havia realizado uma repressão em larga escala semelhante a essa operação em 2017 e 2018, o que gerou apreensões no valor de vários milhões de dólares.

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Morre a porquinha que inspirou Miley Cyrus a se tornar vegana

Foto: Instagram/Miley Cyrus

Foto: Instagram/Miley Cyrus

A porquinha doméstica de Miley Cyrus faleceu. A cantora e compositora vegana homenageou Pig Pig, anteriormente conhecida como Bubba Sue, em suas redes sociais.

“É muito triste dizer … minha querida amiga Pig Pig faleceu”, escreveu Cyrus em seu stories no Instagram. “Eu sentirei falta de você para sempre. Obrigado por tantas risadas e bons momentos menina”.

Cyrus adotou a porquinha em 2014, na época ela revelou em um post no Instagram que estava dando boas vindas ao “mais novo membro da família”.

A porca foi nomeado Bubba Sue, mas foi renomeado mais tarde naquele mesmo ano de “Pig” ou “Pig Pig” (ela respondia a ambos, de acordo com Cyrus, mas não a “Pig Pig Pig”). A cantora disse que a própria porquinha foi quem “legalmente mudou seu nome”.

A adição à família fez Cyrus a “mamãe mais feliz de todas”, de acordo com seu Instagram. Pig Pig acompanhou a artista em seu jato particular, apareceu na capa de revistas com Cyrus, e até impediu a cantora de sair em turnê.

Cyrus disse a Howard Stern em 2017: “Literalmente, a única razão pela qual eu não estou em turnê é por causa desses porcos. Isso mostra o quanto eu amo esses animais”.

Pig Pig morou na casa de Cyrus até que a porca ficou grande demais e a casa se tornou pequena para ela. Pig Pig foi então levada para um grande recinto ao ar livre, em parte para mantê-la mais confortável e em parte porque os cães de Cyrus estavam “ficando um pouco aterrorizados” com o animal.

No ano passado, Cyrus tinha 16 animais vivendo com ela, incluindo vários cães resgatados, um dos quais, era um beagle que foi resgatado de um laboratório de testes em animais.

O amor de Cyrus pelos animais foi o que motivou sua alimentação à base de vegetais, que ela adotou no mesmo ano em que Pig Pig entrou em sua vida. Quando ela parou de comer carne anos atrás, a cantora comentou no Instagram que as pessoas não precisam comer “animais mortos” e acrescentou que “tudo o que entra no meu corpo está vivo”.

Ano passado Cyrus recebeu o prêmio “Celebrity Advocate Award” (Prêmio de Celebridade Ativista, na tradução livre) no Animal Rights National Conference (Conferência Nacional dos Direitos Animais) por ter “uma voz forte em defesa dos animais”.

Os organizadores da conferência disseram que a estrela “não apenas fala em defesa dos animais, mas também promove o estilo de vida vegano”.

Celebridades veganas e porcos

A cantora e compositora vegana Ariana Grande também tem uma porca doméstica em sua vida (assim como vários cães resgatados). A porquinha se chama Piggy Smallz e apareceu no clipe da música de Grande, “Breathin”. Piggy Smallz tem seu próprio Instagram, onde ela acumula quase 600 mil seguidores.

Grande disse aos fãs que Piggy Smallz é sua “porca de apoio emocional”. No começo deste ano, a cantora deu uma festa para celebrar seu álbum “Thank u, next”. Piggy Smallz estava presente ao lado de alguns petiscos de bacon vegano.

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Leões e tigres são mortos e usados na produção de “vinho de ossos”

Por David Arioch

Apesar da caça de grandes felinos ser proibida no país, a África do Sul permite a exportação de esqueletos provenientes de cativeiros (Foto: WAP)

Na China, grandes áreas com apenas alguns tigres mascaram uma realidade chocante: antes de serem brutalmente mortos, esses animais são mantidos em pequenas jaulas de metal em condições deploráveis. Nesses locais, eles têm acesso apenas ao mínimo para sobreviver – água e comida.

De acordo com investigação da organização World Animal Protection (WAP), em grandes fazendas na África do Sul, os filhotes de leões e tigres nascem em um sistema de exploração. Reproduzidos em escala, eles são usados em atrações turísticas que permitem que as pessoas passeiem, toquem e tirem fotos com eles.

Quando já não servem mais para entreter turistas, os leões são encaminhados para fazendas de caça, onde são mortos e têm suas peles e cabeças removidas para servirem de troféus.

Seus ossos também são vendidos para produção de supostos medicamentos (como “vinho de osso”), amuletos e acessórios, especialmente no sudeste da Ásia. Apesar da caça de grandes felinos ser proibida no país, a África do Sul permite a exportação de esqueletos provenientes de cativeiros.

Nas fazendas de felinos, é comum o nascimento de filhotes com deformidades – como a ausência de braços ou pernas – por conta do cruzamento entre animais com algum parentesco (pais e irmãos, por exemplo). Alguns filhotes morrem ainda durante a gestação.

Muitas fêmeas de tigres são submetidas a gestações consecutivas, gerando de quatro a cinco mais ninhadas do que teriam na natureza.

Nas fazendas da China, os tigres são mantidos em gaiolas de aproximadamente 21 metros quadrados. Na natureza, esses tigres teriam um território de sete a 100 quilômetros para explorar.

Quando submetidos às péssimas condições de bem-estar oferecidas por esses locais, tigres e leões se comportam de forma anormal – como andar de um lado para o outro por horas e morder seus próprios membros e rabos.

Clique aqui e leia o relatório completo da WAP.


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Aprenda a transformar uma blusa velha em uma roupinha para cachorro

Aí chega o frio e você percebe que seu cachorro anda tremendo e procurando abrigo em lugares quentes. Os animais também sentem frio e precisam ser agasalhados!

Antes de partir para uma pet shop para comprar a roupinha animal da moda, dê uma olhada no seu guarda-roupa. Talvez haja ali alguma blusa velha que ninguém usa mais. Essa peça pode ser usada para a confecção de uma roupa para cachorro – especialmente os de pequeno porte. Olha só:

01. Encontre a blusa ideal. A roupa será feita com a manga, então cuide para que seu cão caiba dentro dela.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

02. Corte a ponta da blusa tendo em mente o tamanho do seu cachorro.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

03. Separe a manga do restante da peça. Se o seu cão for um pouco maior, desfaça a costura e refaça-a acrescentando uma tira de tecido.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

04. Costure um acabamento nas duas extremidades da roupinha.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

05. Abra buracos para as patas do cão.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

06. Depois de testar o tamanho das aberturas no seu cachorro, costure um acabamento. Se necessário, aumente os furos antes dessa etapa.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

07. Está aí o cachorrinho agasalhado, protegido do frio e usando uma roupa feita por você mesmo!

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

Fonte: Somente Coisas Legais


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Cadela abandonada sem água e comida em casa vazia é resgatada em MS

Uma cadela trancada no quintal de uma residência, no município de Nova Andradina (MS), comoveu um trabalhador da concessionária de Energia Elétrica de Mato Grosso do Sul, que acionou um grupo de protetores de animais e a Polícia Militar Ambiental (PMA).

Foto: Reprodução / Conteúdo MS

O trabalhador, que preferiu não se identificar, disse que ficou comovido com a situação, já que a cachorra de aproximadamente 7 anos estava sem água, alimento e abrigo. Depois do resgate, os voluntários a batizaram de “Princesa” e ficaram sabendo que ela foi deixada para trás pelos tutores por ocasião da mudança de casa.

Conforme apurado pela equipe do Nova News, no momento do resgate, os voluntários confirmaram que o animal estava em visível estado de desnutrição, desidratação e infestada de carrapatos e pulgas. Além disso, algum tipo de fungo provocou a queda dos pelos em grande parte do corpo.

O primeiro passo foi encaminhar Princesa para uma clínica veterinária na qual obteve os primeiros atendimentos, além de ser alimentada. No dia seguinte tomou banho e segue em recuperação.

“Ela ficou dias sem água e comida numa casa abandonada, presa sem poder buscar alimentação e perto dali tinha várias pessoas que sabiam e não fizeram nada. Como alguém pode deixar isso acontecer?”, questionaram os voluntários.

Logo após Princesa se recuperar por completo, a ONG buscará uma família que tenha interesse em adotá-la. “Vamos lutar por ela e assegurar que tenha a melhor família que se possa encontrar”, confirmou um dos voluntários.

CRIME AMBIENTAL

Segundo a Polícia Militar Ambiental, a Lei 9.605/98 prevê os maus-tratos como crime com pena de três meses a um ano e multa de R$ 500,00 a R$ 3.000,00 conforme prevê o decreto 6.514/08. Já o decreto federal 24.645/34 determina quais atitudes podem ser considerados maus-tratos, sendo que outras práticas são consideradas crimes pela lei.

Como exemplos são citados o envenenamento, a agressão, o espancamento, a omissão de água e comida, a omissão de cuidados veterinários, o ato de obrigar o animal ao trabalho e até mesmo o atropelamento de animais sem que haja a prestação de assistência por parte do condutor do veículo.

Fonte: Conteúdo MS / Nova News


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Cão perde duas patas após ser atropelado por trem

Por Bruna Araújo

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Cara Cinza é um cãozinho malhado que apareceu nas ruas de Dois Córregos, no interior de São Paulo, há cerca de um ano. Ele conquistou o carinho de muitas pessoas e fez, inclusive, um melhor amigo, um homem em situação de rua. Cara Cinza também caiu no radar da ONG Amor e Respeito Animal (ARA), que rapidamente providenciou a esterilização e vacinação do cachorro.

O SRD malhado gostava de ficar na rodoviária da cidade na companhia de seu amigo, mas há oito dias aconteceu algo que mudaria completamente sua vida. Às 11h46 do dia 7 de julho, domingo, o celular do protetor de animais e vereador Alex Parente (atualmente sem legenda) tocou. Na linha, uma pessoa em completo desespero relata que um cão foi atropelado por um trem.

Alex fica em choque, a notícia é forte demais, é como se as peças não se encaixassem. “A principio, quando eu saí de casa para atender esse chamado, eu nem acreditei que pudesse ser verdade, porque estou há oito anos na proteção animal e nunca tinha acontecido um caso desses de atropelamento de animais na linha férrea”, disse em entrevista à ANDA.

O protetor se dirigiu de carro até o local e chegou à linha férrea que corta a cidade em cerca de 10 minutos. Rapidamente, ele reconheceu Cara Cinza. O cão estava com parte do corpo coberto pela blusa do morador de rua que é amigo do cachorro e que também estava no local sem entender o que havia ocorrido.

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A serenidade do cão contrastava com a gravidade do acidente. Alex removeu a camisa para ver as consequências do atropelamento e o que viu o impressionou de muitas formas. Um das patinhas do cachorro estava irreversivelmente destroçada e a outra sequer estava no local, foi decepada com o impacto. Era preciso agir, rapidamente.

Alex, que também é o presidente da ONG ARA, pegou o cãozinho no colo e o acomodou em seu carro se dirigindo rumou ao Hospital Veterinário da Unesp na cidade de Botucatu, há 85 km de Dois Córregos. Muitas questões passavam pela cabeça do protetor, mas uma o incomodava: “Como pode um cachorro que nunca foi atropelado na rua ser atropelado por um trem?”.

Durante o percurso, ele ligou para o hospital veterinário e informou que estava se indo para lá com um animal em estado grave. Ao chegar ao local, toda a equipe de residentes e plantonistas já estava preparada. Cara Cinza passou por procedimento emergenciais como a analgesia. Ele foi encaminhado para a mesa de cirurgia no mesmo dia.

A cirurgia

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O cãozinho se manteve calmo e resiliente. De alguma forma ele parecia entender que todos os envolvidos fariam todo o possível para salvá-lo. A equipe médica optou por um método chamado “amputação baixa”, pois existia a esperança que Cara Cinza recebesse uma prótese e pudesse ter maior qualidade de vida, mesmo sem as patinhas traseiras.

Às 22h30 de domingo (07), o cãozinho teve alta. O Hospital Veterinário da Unesp não possui internação. Cara Cinza foi encaminhado para uma clínica particular, onde passou a noite. Na manhã de segunda-feira (08), ele retornou ao hospital da Unesp para exames e avaliação. Após os procedimentos, o cãozinho retornou novamente à clínica particular, que fica localizada na cidade de Jaú.

Cara Cinza segue internado, mas seu diagnóstico é repleto de esperança. Um professor da Unesp, através de um de seus alunos, que atualmente é mestrando, conseguiu uma prótese para o cãozinho a um custo reduzido. As despesas serão mínimas e o cachorrinho terá uma nova chance. Inclusive, há muitos interessados em adotá-lo, mas falaremos disso mais adiante.

A investigação

Enquanto Cara Cinza era operado o mundo lá fora continuou girando. Alex recebeu denúncias que informavam que o atropelamento do cãozinho estava longe de ser um acidente. Três nomes surgiram como possíveis responsáveis pela crueldade cometida contra o cachorro. Na quarta-feira (10), o vereador registrou um Boletim de Ocorrência.

As três pessoas, que não tiveram os nomes revelados, foram chamadas até a delegacia da cidade para prestar depoimento. Elas negaram qualquer envolvimento nos maus-tratos ao cão. A investigação segue em andamento. Alex afirma que alguns fatos ainda estão sendo analisados. A ONG tenta descobrir quem foi a primeira pessoa a encontrar o cãozinho ferido.

Amor e solidariedade

A mobilização da ARA e da comunidade de Dois Córregos conseguiu angariar cerca de R$5 mil para custear as despesas veterinárias de Cara Cinza. O valor, arrecado rapidamente, conseguiu custear a cirurgia, medicações, exames e talvez, até mesmo, arque com todas as despesas da prótese. Atualmente, não é necessário mais doações para o cãozinho.

A história de Cara Cinza sensibilizou muitas pessoas e já há muitos candidatos para adoção. No entanto, Alex reforça que agora o cãozinho é um animal especial e o processo de adoção responsável será realizado com todo rigor possível. Para ser o novo tutor do SRD malhado é preciso atender alguns critérios como:

– Disponibilidade total de tempo, pois o cãozinho precisará usar cadeira de rodas e próteses de agora em diante e todo cuidado é pouco;

-Espaço físico adequado para um cãozinho especial, para que ele consiga se locomover livremente e não corra o risco de se ferir em solos ásperos ou arenosos;

-Recursos financeiros compatíveis com o nível de cuidado e atenção que Cara Cinza necessitará.

Os candidatos também serão submetidos a entrevistas e visitas. Alex lamenta que o cãozinho não tenha sido adotado antes de passar pelo acidente. “Ele apareceu há cerca de um ano nas ruas da cidade, imediatamente nós tentamos, como todos, fazer a adoção divulgando fotos e tudo mais. Castramos e vacinamos, só, que, infelizmente, precisou acontecer essa tragédia com ele para aparecer pessoas interessadas em adotá-lo”, desabafou.

Divulgação

ONG ARA e Proteção animal em Dois Córregos

A ONG Amor e Respeito Animal (ARA) nasceu em 2014. Ela faz um importante trabalho de conscientizar sobre a defesa dos direitos animais e a guarda responsável. Além disso, a ARA também atua no controle populacional e vacinação de animais em situação de rua e tutelados por famílias carentes. A ONG também promove palestras e eventos.

A ARA não recebe qualquer subvenção do governo. Ela possui sete membros, cinco são ativos na causa e dois cumprem cargos de formalidade. A ONG possui registro e CNPJ. Com isto, ela consegue descontos para comprar rações, suprimentos e custear despesas com clínicas veterinárias. Atualmente, o principal obstáculo da ONG é a falta de recursos para expandir as atividades.

Alex, que atua na proteção animal desde 2011, acredita que exista desconhecimento da população sobre o trabalho realizado por ONGs como a ARA. “Não mantemos um quadro de associados. No início nós até tínhamos, mas a pessoa doava R$ 5 por mês e ai quando aparecia um cachorro feliz na porta dela, ela achava que a gente tinha a obrigação de ir lá resgatar o animal e colocá-lo em risco com outros animais, alguns doentes e em tratamento”, disse.

Além do trabalho realizado pela ONG, Alex também cuida de 43 gatos, 28 cachorro, uma égua e um javaporco em um sítio alugado. Todos são animais resgatados que o protetor cuida com seus próprios recursos da renda como vereador e também de freelancers como motorista particular e agente de segurança. Ela gasta mensalmente cerca de R$ 3 mil reais.

Divulgação | Arquivo pessoal

As dificuldades são muitas, mas Alex afirma que é da causa animal que nasce sua inspiração e incentivo para defender com cada vez mais afinco e disposição estes seres indefesos. “Cada animal que resgato e consigo recuperação e a adoção é força renovada para continuar a luta”, concluiu.

Vitória

Em 2018 foi incluída uma emenda na lei de diretrizes orçamentárias de Dois Córregos (SP) orçamento para a realização do controle populacional de animais domésticos. Este ano, na primeira vez na história do município a prefeitura realizou uma licitação e contratou uma clínica da cidade para realizar 600 castrações e microchipagem de cães e gatos.

Cadelas abandonadas sofrem com o frio em Osasco (SP)

Dani Ela
danyfiore@hotmail.com

Divulgação

Três cadelinhas estão em situação de rua no bairro Padroeira, em Osasco, na Grande SP. Elas está sofrendo com o frio e o abandono.

Divulgação

Precisam de lares temporário. O bairro é conhecido pelo alto índice de abandono de animais. Quem puder ajudá-las entre em contato com a Lourdes através do telefone: 11 94854 4672.

Divulgação

Inauguração de parque para animais está prevista para setembro em Olinda (PE)

A Prefeitura de Olinda (PE) realizou uma reunião de estudo para debater a implantação do primeiro parque de bem-estar animal da cidade, chamado popularmente de “Parcão”. O projeto deve ser implementado em agosto em uma área de 405m² na Praça Vitoriano Regueira. A inauguração deve ser feita em setembro.

Foto: Pixabay

Uma parceria da prefeitura com a iniciativa privada permitirá a construção do Parcão. De acordo com informações da assessoria de comunicação da prefeitura, o local deve contar com circuito de agility para que os animais façam atividade física, setor para adestramento e ambiente para convivência entre animal e tutor.

No encontro, realizado na Prefeitura de Olinda, estiveram presentes o prefeito, Professor Lupércio, o vice-prefeito, Márcio Botelho, o arquiteto André Luiz Corrêa Santos, a idealizadora do projeto Kamila Rangel, que também executa ações educativas com animais, e representantes de empresas do segmento, como Patrícia Alves, do Hospital Veterinário 4 Patas.

“Essa iniciativa vai beneficiar a população olindense que ainda não conta com um local apropriado para lazer dos animais. A previsão é que possamos inaugurar ainda no mês de setembro deste ano, com a realização de um grande evento no segmento animal na cidade”, revelou Rinaldo Silva (Guiguinho), que coordenou o encontro.


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