Proposta que proíbe subsídio para empresa que comete crime ambiental é aprovada pela Comissão de Meio Ambiente

Por David Arioch

Na última quarta-feira (26) a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 383/2011, do deputado Roberto de Lucena (Pode-SP), que proíbe por até três anos a concessão de subsídios ou doações de recursos públicos para quem comete crime ambiental.

O deputado destaca que a intenção é corrigir imperfeições na Lei de Crimes Ambientais (9605/1998) (Fotos: Getty/PF)

Lucena classifica como crime ambiental a caça de animais silvestres, corte de árvores e incêndios propositais em áreas de preservação permanente, além de pesca de espécies protegidas por lei, entre outras ações. O deputado destaca que a intenção é corrigir imperfeições na Lei de Crimes Ambientais (9605/1998).

Ele lembra também que a proposição, que esta semana recebeu parecer favorável do presidente da Comissão de Meio Ambiente, Ricardo Izar (PP-SP), já havia sido apresentada anos atrás pelo deputado Dr. Vamir (PV-SP), mas o projeto acabou arquivado, o que justifica a necessidade de continuidade.

O PL já foi aprovado por duas comissões e agora será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


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Cachorro acompanha criança até em consulta médica e comove moradores de Platina (SP)

Há cerca de um ano e meio, Solange Aparecida da Silva Bento e seu esposo adotaram o cachorro Thor, que se tornou um grande companheiro do filho do casal, Leonardo Henrique da Silva Ramos. O menino tem apenas três anos de idade e a relação dele com o animal comove os demais moradores de Platina (SP), cidade onde a família vive.

Foto: Divulgação

Solange conta que seu marido estava passando pela rua, quando uma pessoa perguntou se ele não queria o cachorro, que ainda era filhote.

“Como nós gostamos muito de animais, meu marido não pensou duas vezes e trouxe o Thor para casa. Desde que chegou, ele se tornou amigo inseparável do Léo. Quando levo o Léo para a escola, ele vai junto acompanhando o carrinho. Na volta, ele vem sentado dentro carrinho, pois adora passear. Quando eles eram menores, os dois iam juntos sentados no carrinho”, conta.

Ela relata que o filho gosta demais do cachorro e, em tudo o que vai fazer, chama o animal para acompanhá-lo.

“O Leonardo sempre lembra do Thor, chama ele para brincar e quando vamos ao mercado ele sempre quer comprar comidinhas para o Thor. Os dois estão sempre juntos, onde um vai, o outro está também. O Thor é o irmão de quatro patas do Leonardo”, lembra.

Solange conta que o cachorro é tão amoroso que já levou até filhotes de gato para casa, dos quais cuidava como se fossem filhos dele.

Foto: Divulgação

“O Thor é muito esperto. Ele vai comigo e com o Leonardo em todo lugar. Quando levo o Léo no médico, por exemplo, falo pra ele que ele não pode entrar. Parece que ele entende, pois fica do lado de fora esperando, sentado no carrinho”, salienta.

Solange acredita que o contato do filho com Thor é muito importante para a sua formação, pois o ensinará a amar os animais e tratá-los com respeito.

Fonte: Assis City


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Websérie brasileira destaca os benefícios de uma alimentação à base de vegetais

Por David Arioch

Publicado no YouTube na última quarta-feira (26), o episódio “Da escassez ao alimento”, o primeiro da websérie documental “O que você vai comer amanhã?”, da Urban Farmcy, destaca os benefícios de uma alimentação à base de vegetais. O episódio aponta que entre evidências e novas linhas de pesquisas os estudos reforçam cada vez mais o poder de cura do alimento de verdade.

(Foto: Reprodução/Vegazeta)

“As dietas baseadas em plantas trazem esperança no combate à hipertensão e podem contribuir para a redução de doenças cardíacas em mais de 15%. A preferência por alimentos íntegros pode colaborar para a redução de alguns tipos de câncer em 40% e o risco de diabetes é capaz de cair em até um terço”, informa.

Além de apontar falhas na alimentação de grande parte da população hoje e enfatizar as grandes consequências desses maus hábitos associados a inúmeras doenças, o episódio defende que a qualidade de vida hoje é indissociável da importância em substituir uma dieta pobre por alimentos de verdade. “Uma melhora é rapidamente notada”, frisa o narrador enquanto são exibidos alimentos de origem vegetal.

Em “Da escassez ao alimento”, o médico especialista em nutrologia Eric Slywitch diz que vivemos em uma sociedade em que o consumo é instigado para além das nossas necessidades. “Então a gente acha que precisa de coisas que não realidade a gente não precisa. Então essas mudanças que a gente faz baseadas no esforço pessoal trazem uma sensação de bem-estar que ninguém tira”, comenta Slywitch.

A série também afirma que nas comunidades ao redor do mundo que se destacam pela longevidade as pessoas têm uma dieta com pelo menos 95% de alimentos de origem vegetal. “Sem fórmula mágica, apenas uma alimentação que funciona de acordo com o seu propósito – nutrir.” E destaca ainda que o Brasil é privilegiado por ter um dos ambientes mais férteis do mundo para a produção de vegetais.


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Imagens de câmera de segurança flagram vândalos invadindo reserva natural e maltratando animais

Foto: CBS

Foto: CBS

As autoridades estão em busca de vândalos que danificaram uma reserva natural de Long Island, nos Estados Unidos, perseguindo e assediando os animais no local, e em determinado momento forçando uma cabra a beber cerveja de uma garrafa.

A Equipe de Operações Especiais da Divisão de Guarda-Parques do Departamento de Segurança Pública de Smithtown está buscando ajuda para encontrar os quatro criminosos que invadiram a Reserva Natural de Sweetbriar em Smithtown, Long Island, e danificaram as instalações do local.

Enquanto estiveram na propriedade, que abriga cerca de 100 animais, os homens abriram gaiolas, subiram em um curral e perseguiram os animais residentes da reserva.

Os vândalos também filmaram a si mesmos segurando uma garrafa de cerveja e virando na boca de uma cabra, informou o canal News 12 Long Island.

A diretora da reserva Sweetbriar Nature Center, Janine Bendicksen, disse à CBS New York que estava “furiosa e enojada” com as ações dos vândalos.

Foto: CBS

Foto: CBS

Autoridades de preservação da natureza disseram que as ações dos vândalos naquela noite foram capturadas por uma câmera de trilha escondida, que os criminosos encontraram e depois tentaram destruir o equipamento, jogando-a em um lago na propriedade.

No vídeo de vigilância, obtido pela CBS New York, um dos homens pode ser ouvido dizendo: “Basta pegar todo ele (equipamento)”, enquanto outro homem diz a ele: “Estou jogando na água. Não se preocupe”.

Foto: Smithtown Public Safety Department

Foto: Smithtown Public Safety Department

Os homens não pareciam ter qualquer motivo para preocupação até a semana passada, quando uma inspeção rotineira da qualidade da água na lagoa levou a um trabalhador a encontrar a câmera na água e a recuperar o vídeo de vigilância, embora o cartão de memória da câmera tenha sido corroído, foi possível recuperar as imagens.

Foto: Smithtown Public Safety Department

Foto: Smithtown Public Safety Department

“Ah, eles definitivamente pensaram que se safariam disso”, disse a diretora do Sweetbriar Nature Center, Janine Bendicksen, à CBS New York, acrescentando que “eles ficarão extremamente surpresos quando seus rostos aparecerem no noticiário”.

As pessoas vistas na filmagem da câmera de vídeo podem enfrentar acusações de danos criminais, pequenos furtos e crueldade com animais.

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Gatos agonizam e morrem com suspeita de envenenamento em Arraial do Cabo (RJ)

Pelo menos oito gatos morreram na tarde desta sexta-feira (28) em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, com suspeita de envenenamento. Uma gata conseguiu sobreviver e está sob os cuidados de veterinários. O grupo vivia em um pesqueiro da Praia Grande. E, segundo o Projeto Animal de Arraial, mais de dez felinos estão desaparecidos.

Gata sobrevivente está internada em clínica veterinária (Foto: Projeto Animal de Arraial do Cabo / Divulgação)

A veterinária Fabíola Brandão fez o atendimento emergencial da gatinha sobrevivente e disse que o estado dela é estável.

“Ela estava babando, com tremores musculares, vomitou um pouco e evacuou um pouco. Também estavam com a coordenação motora toda desfigurada e sistema neurológico afetado. Todos os sintomas apontam envenenamento. Agora, ela se encontra estabilizada, sem tremores, sem salivação, mas não sabemos como foi o estrago interno”, disse Fabíola.

O vice-presidente do Projeto Animal, Ramon Amorim, contou ao G1 que a associação trabalha no local para evitar a proliferação de gatos.

“A gente tem feito um trabalho de castração ali, com os próprios recursos. De 8 a 10 gatas já pegamos ali para castrar. A gente faz campanha de ração, para levar ração para eles lá. Na medida do possível, a gente faz o que pode”, relatou.

Maus-tratos contra os animais é crime pela Lei de Crimes Ambientais. O artigo 32 deixa claro que a pena é de “detenção, de três meses a um ano, e multa”.

Gatos foram encontrados mortos (Foto: Projeto Animal de Arraial do Cabo / Divulgação)

Ramon acredita que foi colocado chumbinho no local. “Parece que hoje colocaram chumbinho lá na comida dos animais. Não sei porque cargas d’água, não sei quem faria tamanha maldade, não sei se é gente dali, se é gente de fora. Os pescadores dali ajudam bastante a gente. Eu sei que a situação é muito complicada”, revelou.

Ainda de acordo com o projeto, o processo de castração dos animais estava pronto desde janeiro e não foi assinado pela Secretaria de Saúde.

O G1 tenta contato com a Prefeitura de Arraial do Cabo para um posicionamento em relação ao caso e aguarda uma resposta.

O caso deve ser relatado à Polícia Civil, segundo a equipe do projeto.

Fonte: G1


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Chimpanzé Black interage com ‘vizinhas’ de recinto em santuário com fim de quarentena

O chimpanzé Black, que foi transferido do Parque Zoológico Municipal de Sorocaba (SP) após uma determinação judicial para o Santuário dos Grandes Primatas em maio, começou a interagir com outros primatas com o fim da quarentena.

Foto: Arquivo pessoal

O local é uma propriedade particular, mantida por uma família fundadora, e é afiliado ao Great Ape Project/Projeto dos Grandes Primatas (GAP). Por meio de janelas, o Black consegue até tocar as “vizinhas” Margarete e Maria.

Atualmente ele vive em uma área com grama, uma estrutura de três andares e com um cesto panorâmico. O animal é considerado idoso e realiza exames regularmente para acompanhamento da saúde.

Anteriormente, uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou a transferência do chimpanzé para o santuário.

A falta de convívio com a espécie foi um dos argumentos do pedido de transferência, feito pela Agência de Notícias de Direitos Animais (Anda) e pela Associação Sempre Pelos Animais, de São Roque (SP).

Foto: Anderson Cerejo/TV TEM

Black chegou ao zoo de Sorocaba na década de 1970, quando foi resgatado de um circo. Segundo os veterinários do local, ele teve duas companheiras. Desde que a última morreu, há cerca de 10 anos, Black vive sozinho.

No recinto temporário também há um tipo de refeitório com uma mesa e um banco, onde ele faz as refeições, além de duas camas e cobertores.

Uma porta fica aberta 24 horas por dia para que Black possa sair para a área externa e só é fechada quando os funcionários precisam fazer a manutenção do local. Segundo os veterinários do GAP, a alimentação dele é baseada em frutas e legumes.

Santuário dos Grandes Primatas – Foto: Arquivo pessoal

Transferência

A transferência é discutida na Justiça há mais de um ano. Em primeira instância, a mudança foi negada, mas a nova decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo foi favorável.

Foto: Reprodução/GAP

Cerca de 12 manifestantes chegaram a manifestar no zoológico no dia da mudança para tentar impedir a entrada do caminhão que faria o transporte.

Ao G1, Jorge Marum, promotor do Meio Ambiente, comentou que a decisão judicial tinha que ser cumprida, mas pode haver a reversão dessa decisão no processo.

Fonte: G1


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Orcas mantidas em cativeiro têm mais chances de morrerem jovens

Baleias orcas mantidas em cativeiro têm mais chances de adoecerem e morrerem jovens, indicou uma nova análise realizada por pesquisadores de universidades dos Estados Unidos e da Nova Zelândia. De acordo com os especialistas, o maior causador do fenômeno é o estresse a que esses animais são submetidos.

(FOTO: WIKIMEDIA COMMONS)

As orcas (Orcinus orca) são predadoras ágeis e muito inteligentes que podem ser encontradas no mundo todo. Além disso, são criaturas sociais complexas com sistemas familiares estruturados que dependem umas das outras para caçar e cuidar de seus filhotes. Mesmo assim, essa é a terceira espécie mais comumente mantida em parques e aquários marinhos em todo o mundo, passando anos e até décadas vivendo em cativeiro.

“Os defensores da manutenção de orcas em parques marinhos alegam que, porque todas as suas ‘necessidades’ são atendidas — não precisam viajar para encontrar comida porque lhes é dado, eliminando a ‘preocupação’ e os ‘riscos’ associados a um estilo de vida livre — que elas estão melhores do que as orcas livres. Mas isso é uma profunda descaracterização de quem são as orcas”, contou Lori Marino, uma das autoras do estudo, ao site IFL Science.

Manter esses animais presos resulta em níveis de estresse tão altos que algumas acabaram se tornando agressivas, o que resultou na fama de violência das orcas. Contudo, de acordo com a especialista, a espécie é bem tranquila: “Nunca houve um caso de uma orca livre ferir um humano no oceano; mas em cativeiro, existiram numerosos episódios com mortes e feridos. Essa hiperagressão ocorre em função de estarem em um tanque”, disse Marino. As orcas evoluíram ao longo de milhões de anos para realizar longas viagens e enfrentar os desafios de encontrar comida. Privá-las dessa atividade resulta em estresse crônico.

Fonte: Revista Galileu


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Mais de 50 gatos são encontrados mortos em um ano e moradores suspeitam de envenenamento

Moradores do centro de Palmas (TO) estão assustados com a quantidade de gatos que estão sendo encontrados mortos. Com o aumento dos casos, os moradores suspeitam que os animais estejam sendo envenenados. Dentro de um ano pelo menos 50 morreram.

A pedagoga Monique Vermuth cria gatos e esta semana soube que um deles foi envenenado. “Três casas depois da minha ela estava lá morta. É horrível porque o bichinho a gente tem como se fosse da família”, lamenta.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A vizinhança está amedrontada e acredita que o autor dos crimes de maus-tratos seja a mesma pessoa.

A dona de casa Jucilene Soares tem uma cadela e conta que vai redobrar os cuidados. “Não vou mais andar com ela por aí, porque ela anda cheirando as coisas. Eu não sei quem vai botar veneno, quem está fazendo isso”.

“Sempre tinham animais ou pessoas andando com eles, agora a gente só vê as pessoas com os seus animais próprios na coleira”, disse um morador.

Maus-tratos é crime

A lei nº 2.468 de 10 de junho de 2019, que consta no Diário Oficial de Palmas, define como maus-tratos o abandono de animais, seja em vias públicas, residências fechadas ou inacabadas. Agressões diretas ou indiretas como espancamento ou uso de instrumentos cortantes ou uso de substâncias químicas, tóxicas, escaldantes e fogo também são crimes.

Os casos precisam ser denunciados na delegacia do Meio Ambiente para que os suspeitos sejam procurados, identificados e punidos. “O que deve fazer é filmar, gravar. Devem ter provas”, disse a advogada Vanielle Paiva.

Fonte: G1


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Foto de ave alimentando filhote com bituca de cigarro viraliza na internet

Uma foto de uma ave alimentando seu filhote com uma bituca de cigarro viralizou na internet. A imagem foi feita pela norte-americana Karen Manson, em uma praia na Flórida (EUA), e serve de alerta sobre a destinação do lixo produzido pela sociedade, que devido ao descarte irregular e à falta de tratamento adequado, polui a natureza e afeta os animais.

© Reprodução/Karen Manson

“Se é fumante, por favor não deixe as bitucas de cigarro para trás”, escreveu Karen ao publicar a fotografia. Ela sugeriu ainda que a população limpe as praias e deixem de fazer delas um gigantesco cinzeiro. As informações são do portal Notícias ao Minuto.

Em Portugal, uma proposta do partido político PAN, que prevê multas para quem jogar bitucas de cigarro no chão, foi aprovada pelo Parlamento.

Segundo o deputado André Silva, “estima-se que em Portugal são atiradas no chão cerca de 7.000 bitucas a cada minuto”.

Para ilustrar a situação, o deputado apresentou uma garrafa cheia de bitucas e explicou que se tratava da quantidade de bitucas de cigarro apanhadas em 20 minutos por três pessoas em apenas 100 metros da Avenida Almirante Reis, em Lisboa. Segundo ele, havia na garrafa entre 1.000 e 1.500 bitucas.


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Salvador (BA) tem cerca de 10 pedidos de resgate de animais silvestres por dia

Salvador (BA) registra cerca de 10 pedidos de resgate de animais silvestres por dia. A maior parte desses animais são répteis, principalmente serpentes – jiboias e sucuris.

O resgate desses animais era feito, principalmente, pela Grupo Especial de Proteção Ambiental (Gepa) da Guarda Civil Municipal e pela Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) da Polícia Militar.

Cobra de espécie rara foi encontrada no bairro do Uruguai, em Salvador, no início do mês de maio — Foto: Divulgação/ Guarda Municipal

No entanto, há cerca de um mês, a Gepa deixou de fazer o recolhimento. A justificativa para a suspensão por tempo indeterminado é de que a segurança pública tem exigido maior atenção dos agentes.

Hoje, os 59 homens da Gepa atuam apenas na proteção do Parque da Cidade. A suspensão do recolhimento tem preocupado moradores das áreas de maior incidência de aparecimento dos animais – Pituaçu, Paralela, Cajazeiras, Itapuã, Imbuí e Pituba.

Entre os últimos animais resgatados pela Gepa está uma cobra de espécie rara, que foi encontrada por moradores no bairro do Uruguai, no começo do mês de maio.

Agora, Salvador conta apenas com 110 homens da Coppa para fazer os resgates, sendo que os agentes atendem outros 165 municípios, além da capital.

A coordenadora no Núcleo de Ofiologia e Animais Peçonhentos (Noap), Regiane Lyra, que fica na Universidade Federal da Bahia (Ufba), para onde a maioria dos animais foi levada, explica que o aparecimento constante das espécies é por conta do desmatamento.

“É importante a gente saber que nós temos uma dívida com a cidade de Salvador, porque o lugar que a gente anda, trabalha, circula e se diverte foi uma mata atlântica bastante exuberante com fauna e flora. Cada vez mais essa fauna está sendo pressionada pelo crescimento da cidade. Então é necessário ter instituições como a Coppa, Gepa, e o Centro de Controle de Zoonoses, que resgatem esses animais”, avalia.

A professora Regiane Lyra pondera ainda a necessidade de uma instituição para manter os animais resgatados, para que eles tenham cuidados específicos.

“É necessário ter uma instituição que mantenha esses animais. Porque uma vez resgatados, eles precisam ir para um lugar para receber cuidado adequado, que no caso é o centro de triagem de animais silvestres do Ibama, que está com funcionamento precário, a gente aqui, e o zoológico também recebe animais que estão doentes. Nós recebemos especificamente répteis, por conta do nosso projeto de pesquisa sobre a herpetofauna [estudo de répteis e anfíbios] da mata atlântica”.

Além das serpentes, os animais mais resgatados são: gambás, corujas, micos, jacarés e aves marinhas. Também no mês de maio, um jacaré-de-papo-amarelo, com cerca de 1,5 metro e 30 kg foi encontrado em um prédio da Avenida Paralela – um dos locais de maior aparição dos animais.

A subtenente Gracina Farias, da Coppa, explica que os períodos chuvosos são de maiores aparições dos animais.

Gambá está entre os animais resgatados em Salvador – Foto: Pixabay

“Quando chove, os rios ficam mais cheios. Os animais, principalmente as serpentes que têm sangue frio, saem para tomar sol, vêm junto com a correnteza dos rios, e acabam chegando nas casas das pessoas”, disse.

Depois de capturados pela Coppa, os animais são devolvidos para a natureza ou levados para o zoológico ou para o instituto da Ufba, no caso dos que precisam de tratamento por conta de ferimentos.

“Capturamos e devolvemos o animal para natureza, ou conduzimos o animal para o zoológico, para que esse animal seja cuidado. Nem sempre é preciso devolver, às vezes esse animal está com problema de saúde, está machucado. Aí o zoológico e a Ufba tem nos dado bastante apoio, para recuperar esse animal e ajudar a devolvê-lo à natureza”.

A subtenente aconselha que os animais não devem ser tocados, por conta do risco de transmissão de doenças.

“Esses animais não devem ser tocados, principalmente porque, tanto a gente passa doenças para os animais, quanto esses animais também são nocivos à nossa saúde. O contato com esse animal pode acabar desencadeando, desenvolvendo doenças tanto para o animal, quanto para os seres humanos”, pondera.

Fonte: G1


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