Filhotes resgatados recebem o nome dos personagens da série “Stranger Things”

Por Rafaela Damasceno

Uma família acordou de manhã e viu um balde azul em seu quintal – um balde que não pertencia a nenhum dos habitantes da casa. A confusão se transformou em choque assim que o recipiente começou a se mexer. Foi então que eles encontraram quatro cachorrinhos – pequenos, quase sem pelo, doentes e claramente desamparados.

Os cachorrinhos dentro de um balde azul, sem pelo e doentes

Foto: RSPCA

A família rapidamente se moveu para ajudar e entrou em contato com a RSPCA, uma ONG de proteção aos animais do Reino Unido. Quem atendeu ao chamado foi a inspetora Rebecca Timberlake, que rapidamente foi até até o local.

Ela afirmou que quase não acreditou no estado em que encontrou os filhotes. “Eles estavam quase sem pelo, com a pele vermelha e doente”, comunicou à imprensa. “Já é completamente inaceitável deixar um animal chegar nesse estado, uma ninhada toda de cachorrinhos é ainda pior”, afirmou, indignada que uma pessoa pudesse abandoná-los depois de falhar tão gravemente com os cuidados necessários.

Os quatro cachorrinhos no abrigo, comendo

Foto: RSPCA

Rebecca os levou rapidamente até um veterinário, que confirmou um caso grave de sarna – infecção de pele que causa intensa coceira e feridas. Além disso, eles estavam desidratados, e dois possuíam problemas nos olhos. Os quatro cachorrinhos foram inicialmente tratados e depois transferidos para Centro Animal Millbrook, onde poderiam continuar seu tratamento e recuperação.

Atualmente, eles estão tomando medicamentos e recebendo banhos regulares, segundo a inspetora. Apesar do começo difícil, os filhotes começaram a melhorar e se animar gradativamente, conforme o tratamento avançava. Com muita comida e água, além de conforto e cuidados, eles foram se recuperando com o passar das semanas.

Um dos cachorrinhos, já se recuperando

Foto: RSPCA

Rebecca contou que todos os funcionários do abrigo estão esperançosos em assistir a melhora dos cachorrinhos. Os quatro foram nomeados como El, Mike, Dustin e Lucas, em homenagem aos personagens de Stranger Things (Coisas Estranhas), “porque eles parecem coisinhas estranhas no momento”, brincou a inspetora.

Devidamente nomeados, cuidados e amados por todos do abrigo, os filhotes estão prontos para se recuperarem definitivamente para que possam encontrar um lar.


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Conselho de Medicina Veterinária faz alerta sobre aumento do abandono de animais nas férias

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) faz um alerta sobre o aumento do número de animais abandonados durante o período de férias. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), há atualmente 30 milhões de animais abandonados no país, sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães.

Foto: Pixabay

“Eu vejo como um grande problema o descaso das famílias que têm um animal dentro de casa, que dizem que criam um gato ou um cachorro, e aí chega num momento de viagem, simplesmente soltam o animal”, alerta a médica-veterinária Cristiane Schilbach Pizzutto, presidente da Comissão de Bem-Estar Animal do CRMV-SP.

Atualmente, serviços de hospedagem em hotéis para animais e de pet sitter – uma espécie de “babá” que cuida do animal na casa do tutor – são soluções viáveis para famílias que querem viajar e não têm com quem deixar o cachorro ou gato.

“Tem muitos animais que ficam doentes por problemas psicológicos, consequências do abandono, da falta, da tristeza, quase uma depressão. Então, o abandono é muito prejudicial para os animais”, afirma Thomas Faria Marzano, presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP. As informações são do portal Itu.

Além disso, após ser resgatado e tratado, o animal pode sofrer algum tipo de dificuldade de adaptação ao novo lar, o que demanda paciência dos novos tutores. “Ele consegue se adaptar, mas existe realmente uma memória, uma lembrança do que ele passou no momento de abandono, que pode dificultar o processo em uma nova casa. E o que agrava demais é quando o animal é abandonado pela segunda vez. Aí, realmente, fica muito complicado. Ele tem uma grande dificuldade de se adaptar numa terceira família. É claro que é possível, mas o trabalho da família, que vai envolver toda esta adaptação, é maior”, explica Cristiane.

“Geralmente, abandonam os animais por agressividade, por exemplo, o animal que mordeu alguém da família. Ou que traz algum tipo de transtorno, como latir demais, ou que frustra as expectativas dos tutores. Às vezes, a pessoa compra, adota ou cria um animal tendo uma expectativa sobre aquela espécie, aquela raça, e quando vai ver, tem um comportamento completamente diferente e a pessoa não quer mais, abandona. Então, são vários os fatores pelos quais as pessoas ‘devolvem’, não somente um específico”, conta a profissional.

Animais doentes também são vítimas frequentes de abandono. No momento em que mais precisam dos tutores, eles são descartados. “A gente vê muito isso em universidades, principalmente naquelas que têm curso de Medicina Veterinária. As pessoas levam o animal ao hospital, pagam o médico-veterinário e descobrem alguma doença que vai exigir tratamento, às vezes mais oneroso, então preferem descartar o animal”, diz.

“Para quem está decidindo ter um animalzinho em casa, uma das coisas que tem que saber é que é um ser vivo, ele é dependente. Ele não vai pegar comida sozinho, não vai tirar o cocô sozinho, não faz xixi na privada. Ele precisa do ser humano. Então, é muito importante as pessoas terem consciência disso”, aconselha Marzano.

O profissional lembrou ainda que, ao resgatar um animal da rua, muitas vezes debilitado, é preciso ter cuidado para garantir a saúde do animal. “Sempre que se adota um animal ou pega da rua, de alguma ONG ou abrigo, é muito importante que leve a um médico-veterinário. Assim, mesmo não conhecendo o histórico, os tutores poderão saber, mais ou menos, a idade que o animal tem, fazer os exames, para aí sim poder cuidar bem dele. Muitas vezes, o animal pode estar desidratado, desnutrido, com alguma doença bacteriana ou até mesmo viral. Por isso, até mesmo antes de colocar ele para morar junto com outro animal, se já tiver um, ou alguma criança em casa, o ideal é ter esse cuidado”, orienta Thomas Marzano.


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Prefeito do RJ assina decreto que regulamenta Código de Defesa dos Animais

O prefeito Marcelo Crivella assinou um decreto que regulamenta o Código de Defesa dos Animais, instituído pela lei nº 6.435, de 27 de dezembro de 2018, de autoria do vereador Célio Lupparelli (DEM).

O Código estabelece regras para promover a proteção dos animais no Rio de Janeiro e proíbe, inclusive, que animais sejam mortos para comercialização de pele. A lei prevê ainda pagamento de multa para quem abandonar ou submeter um animal à crueldade. As informações são do Diário do Rio.

Foto: Pixabay

A lei também define normas para a criação e comercialização de animais. A prática, que trata animais como mercadorias, objetificando-os e desrespeitando o status de sujeito de direito de cada um deles, ainda é recorrente na sociedade. Casos de maus-tratos em canis e gatis que exploram animais para venda são comuns e não serão extintos com a regulamentação, que pode coibir casos específicos, mas não dará conta de resolver o problema, que só pode ser solucionado com a proibição definitiva de qualquer comércio de animais.

Outra prática comum na sociedade é a morte de animais para consumo humano. O legislação regulamentada por Crivella proíbe “a prática da morte lenta ou dolorosa a animais” explorados para consumo e define que eles devem ser mortos “nos moldes preconizados pela Organização Mundial de Saúde”. Assim como o caso do comércio de animais, esse trecho da lei também não será capaz de impedir a crueldade da indústria, que só terá fim se um dia a população deixar de consumir produtos de origem animal. Isso porque manter porcas presas em gaiolas minúsculas, sem espaço para que elas se movimentem, triturar pintinhos machos ainda vivos, cortar o bico das galinhas e castrar os filhotes de porcos sem anestesia, dentre outros horrores, são práticas comuns promovidas pela agropecuária e consideradas legais perante a lei.

“Proteger e cuidar dos animais é um dever de toda a sociedade. Por esse motivo, a regulamentação da lei é importante. E vale lembrar: maus-tratos devem ser denunciados. A Prefeitura do Rio abraça esta causa. Vamos proteger nossos animais: gatos, cães, toda a fauna. Vamos cuidar do nosso paraíso e dos nossos animais”, publicou o prefeito em rede social.

O Código define princípios básicos a serem seguidos, como o respeito integral, a necessidade de oferecer condições de subsistência ao animal e a proibição de qualquer topo de agressão. Estabelece também punições aos infratores, “sem prejuízo das sanções cíveis e penais cabíveis”, que vão desde advertência, multa simples e multa diária até interdição temporária, suspensão de financiamentos provenientes de fontes oficiais municipais de crédito e fomento e interdição definitiva, mediante cassação de alvará.

Para punir infrator reincidente no crime, “o valor da multa será duplicado, e o processo, encaminhado à Procuradoria Geral do Município para as providências cabíveis” – no caso de pessoa física. Para pessoa jurídica, “o valor da multa será calculado por animal abandonado, procedendo-se à cassação do alvará de funcionamento do estabelecimento e demais licenciamentos concedidos”.


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Prefeito do RJ promete regulamentar Código de Defesa dos Animais

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), prometeu ao presidente da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara dos Vereadores, o parlamentar Luiz Carlos Ramos Filho (Pode), que vai publicar nesta terça-feira (16) o decreto que irá regulamentar o Código Municipal de Defesa dos Animais.

Foto: Pixabay

Caso a regulamentação realmente ocorra, a lei 6.435/2018, que instituiu o Código, entrará em vigor. A legislação é de autoria do vereador Célio Lupparelli (DEM). As informações são do portal Extra.

O Código estabelece regras para promover a proteção dos animais no Rio de Janeiro e proíbe, inclusive, que animais sejam mortos para comercialização de pele. A lei prevê ainda pagamento de multa para quem abandonar ou submeter um animal à crueldade.

A promessa feita pelo prefeito ao parlamentar ocorreu durante uma reunião, realizada na segunda-feira (15). O subsecretário de Bem Estar Animal, Roberto de Paula, e o assessor especial da prefeitura Ailton Cardoso também participaram do debate.

“É um grande avanço para a proteção animal. Agora quem maltratar os animais vai sofrer no bolso”, comemora Luiz Carlos Ramos Filho.


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Cadela abandonada sem água e comida em casa vazia é resgatada em MS

Uma cadela trancada no quintal de uma residência, no município de Nova Andradina (MS), comoveu um trabalhador da concessionária de Energia Elétrica de Mato Grosso do Sul, que acionou um grupo de protetores de animais e a Polícia Militar Ambiental (PMA).

Foto: Reprodução / Conteúdo MS

O trabalhador, que preferiu não se identificar, disse que ficou comovido com a situação, já que a cachorra de aproximadamente 7 anos estava sem água, alimento e abrigo. Depois do resgate, os voluntários a batizaram de “Princesa” e ficaram sabendo que ela foi deixada para trás pelos tutores por ocasião da mudança de casa.

Conforme apurado pela equipe do Nova News, no momento do resgate, os voluntários confirmaram que o animal estava em visível estado de desnutrição, desidratação e infestada de carrapatos e pulgas. Além disso, algum tipo de fungo provocou a queda dos pelos em grande parte do corpo.

O primeiro passo foi encaminhar Princesa para uma clínica veterinária na qual obteve os primeiros atendimentos, além de ser alimentada. No dia seguinte tomou banho e segue em recuperação.

“Ela ficou dias sem água e comida numa casa abandonada, presa sem poder buscar alimentação e perto dali tinha várias pessoas que sabiam e não fizeram nada. Como alguém pode deixar isso acontecer?”, questionaram os voluntários.

Logo após Princesa se recuperar por completo, a ONG buscará uma família que tenha interesse em adotá-la. “Vamos lutar por ela e assegurar que tenha a melhor família que se possa encontrar”, confirmou um dos voluntários.

CRIME AMBIENTAL

Segundo a Polícia Militar Ambiental, a Lei 9.605/98 prevê os maus-tratos como crime com pena de três meses a um ano e multa de R$ 500,00 a R$ 3.000,00 conforme prevê o decreto 6.514/08. Já o decreto federal 24.645/34 determina quais atitudes podem ser considerados maus-tratos, sendo que outras práticas são consideradas crimes pela lei.

Como exemplos são citados o envenenamento, a agressão, o espancamento, a omissão de água e comida, a omissão de cuidados veterinários, o ato de obrigar o animal ao trabalho e até mesmo o atropelamento de animais sem que haja a prestação de assistência por parte do condutor do veículo.

Fonte: Conteúdo MS / Nova News


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Filhote de cachorro abandonado para morrer em estrada deserta é salvo por ciclista

O ciclista Damian Macchi encontrou, na última semana, um filhote de cachorro abandonado para morrer. O animal estava abandonado em uma estrada deserta na Argentina, por onde o ciclista passou enquanto colocava em prática sua rotina de treinamento.

Macchi estava andando de bicicleta quando, segundo ele, viu “algo correndo no mato”.

Foto: Reprodução / The Dodo

Apesar de ter percebido que algo se mexia em meio ao mato, o ciclista continuou seu percurso, mas logo começou a se sentir preocupado e decidiu olhar para trás. Foi quando ele viu que o que ele havia avistado era um cachorro.

Ao perceber que o ciclista estava se aproximando, o animal, que é uma fêmea, começou a chorar e a abanar o rabo. A pequena cadela parecia entender que seria salva. As informações são do portal The Dodo.

Comovido com a situação do filhote, que morreria se continuasse sozinho na estrada, Macchi o resgatou, levando-o em seus braços na viagem de bicicleta que fez de volta para sua casa.

Foto: Reprodução / The Dodo

Além de ser apaixonado pelo ciclismo, Macchi também é defensor dos animais e já esteve envolvido em diversos resgates. Após salvar a cadela, ele a levou para uma clínica veterinária e divulgou o caso dela na internet, o que possibilitou que ela encontrasse um lar.

“O cachorro foi adotado”, disse Macchi. “Eles a chamaram de Juanita”, completou, referindo-se ao nome escolhido pelos novos tutores da cadela.

Foto: Reprodução / The Dodo

Segundo o ciclista, a cadela precisou de tratamento porque estava com carrapatos, mas está bem. Macchi espera que, divulgando a história de Juanita, as pessoas se encorajem a ajudar animais abandonados a encontrar novos lares ao invés de abandoná-los à própria sorte.

“Ela está feliz com sua nova família”, disse Macchi. “Quero conscientizar as pessoas de que elas não devem abandonar”, concluiu.


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Cadelinha sofre com a fome e o abandono em Atibaia (SP)

Dani Ela
danyfiore@hotmail.com

Divulgação

A linda cachorrinha da imagem é uma mix labrador cor chocolate. Ela está em situação de completo abandono em uma estrada de Atibaia (SP). Não tem o que comer e está debilitada e anêmica. Precisa de cuidados e boa alimentação. Ela tem cerca de um ano e terá porte médio à grande. Quem puder oferecer lar temporário ou adoção entre em contato com a Andreia através do telefone: 11 95051-1028.

Cães desnutridos e feridos são salvos após serem abandonados em imóvel

Cinco cachorros desnutridos e com ferimentos pelo corpo foram resgatados na última semana após serem abandonados em um imóvel em Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. No local, havia um casal de cachorros e três filhotes, todos da raça american bully.

Foto: Reprodução/Gabinete do vereador Luiz Carlos Ramos Filho

“Recebi a denúncia de vizinhos. Os animais não se alimentavam há vários dias”, afirmou o vereador Luiz Carlos Ramos Filho, presidente da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

O parlamentar acionou a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente e a Subsecretaria de Bem-estar Animal da cidade.

“O imóvel era alugado, e o locatário está desaparecido. A polícia vai investigar. Maus-tratos a animais é crime”, acrescentou Ramos Filho, em entrevista ao G1.

Foto: Reprodução/Gabinete do vereador Luiz Carlos Ramos Filho

Ramos Filho levou os cachorros para uma clínica veterinária particular. “Depois serão encaminhados a um abrigo, castrados e colocados para adoção”, explicou.

É o segundo resgate do tipo feito em menos de um mês na cidade. No dia 12 de junho, 12 cachorros desnutridos foram encontrados pela Subsecretaria de Bem-estar Animal em uma casa no bairro Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Outros cinco cães estavam mortos no local.

Foto: Reprodução/Gabinete do vereador Luiz Carlos Ramos Filho

Denúncias

O programa Linha Verde, do Disque Denúncia, registrou 854 denúncias de maus-tratos a animais apenas nos três primeiros meses deste ano, sendo 125 de animais em situação de abandono.

De acordo com o programa, as principais vítimas são cachorros, gatos e cavalos. Entre as denúncias consta falta de alimentação, abandono, agressão, e outras crueldades, como manter animais acorrentados.

As denúncias e os pedidos de resgate podem ser feitos através do telefone 1746 ou pelo site, em qualquer dia da semana, inclusive aos domingos e feriados.

Foto: Reprodução/Gabinete do vereador Luiz Carlos Ramos Filho

Foto: Reprodução/Gabinete do vereador Luiz Carlos Ramos Filho


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Prefeitura de Taubaté (SP) aumenta multa para abandono de animais em vias públicas

A Prefeitura de Taubaté, no interior de São Paulo, aumentou as multas para tutores que abandonarem animais de grande porte em vias públicas e tornou as regras sobre o tema mais rígidas. As mudanças foram aprovadas pela Câmara Municipal, sancionadas e promulgadas pelo Executivo Municipal no final de junho. As novas normas entraram em vigor neste mês de julho.

Foto: Divulgação/PMT

O artigo 444-A da Lei Complementar 442, de 28 de junho de 2019, proíbe o abandono de animais de grande porte – equinos, muares, bovinos, caprinos, ovinos, bubalinos, suínos – nas vias públicas, em áreas verdes, nos logradouros públicos ou em locais de livre acesso ao público. Soltos nesses locais, os animais podem se envolver em acidentes de trânsito que podem ferir e tirar a vida deles e dos motoristas. As informações são do portal O Vale.

No que se refere à rigidez das novas regras, a lei estabelece, em parágrafo único do artigo 565, que o tutor terá que comprovar a tutela do animal, mediante apresentação do registro do animal nos órgãos competentes, carteira de vacinação ou outro documento que possa comprovar a tutela para poder retirar o animal do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), para onde ele será levado após ser resgatado pela administração municipal. Além de comprovar a tutela, o animal só sairá do CCZ se o tutor pagar a taxa de resgate, no valor de cinco UFMTs (R$ 973,35) e a taxa de permanência, no valor de uma UFMT (R$ 194,67) a cada três dias.

Em 2018, 31 animais de grande porte foram resgatados pelo CCZ. No primeiro semestre de 2019, foram 9.

Ao encontrar um animal de grande porte abandonado em via pública, o morador deve acionar a Secretaria de Mobilidade Urbana da cidade, para que medidas de reforço à segurança no trânsito sejam tomadas, e o CCZ. A Secretaria deve ser comunicada através do telefone 156. O contato do CCZ, que funciona das 8h às 17h, é o 5704-8048, e o endereço é Estrada Particular dos Remédios, nº 2.764, Bairro dos Remédios.


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Projeto instala comedouros para animais abandonados em Mogi das Cruzes (SP)

O projeto “Bom Pra Cachorro” está garantindo alimentação e água para animais abandonados em Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, por meio da instalação de comedouros e bebedouros feitos de PVC.

Foto: Reprodução / Notícias de Mogi

A iniciativa é da vereadora Fernanda Moreno (PV), em parceria com a entidade de proteção animal Grupo FERA. As informações são do portal Notícias de Mogi.

O projeto é realizado com o apoio de comerciantes que, ao serem contatados pela parlamentar e pela ONG, aceitam colocar um comedouro e um bebedouro na frente de seus estabelecimentos comerciais.

Os comerciantes não pagam pelos equipamentos feitos de canos de PVC, mas têm que arcar com o custo da ração que será colocada no comedouro para os animais, além de abastecer, limpar a retirar os canos no período da noite para protegê-los da ação de vândalos.

A vereadora decidiu implementar o projeto em Mogi das Cruzes após conhecer uma ação semelhante feita em Praia Grande, no litoral de São Paulo, pelo parlamentar Cadu Barbosa.

Os primeiros comedouro e bebedouro instalados foram colocados em frente a uma casa de ração no distrito de Jundiapeba. O estabelecimento foi um dos primeiros a se interessar em participar do projeto. No total, sete kits de canos de PVC já foram feitos e serão instalados em comércios mapeados da cidade.

Comerciantes interessados em participar do projeto devem preencher um formulário disponibilizado no site oficial e aguardar contato para uma entrevista.


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