Mula abandonada é resgatada e encontra novo lar no interior de SP

Uma mula abandonada em Laranjal Paulista (SP) foi resgatada após ser encontrada vagando pela cidade. O animal, que estava magro quando foi encontrado, recebeu água, comida e cuidados.

Flor foi resgatada e encontrou novo tutor (Foto: Reprodução/TV TEM)

“Foi uma força-tarefa para o bem-estar da Flor. Não tinha como não ajudar. Quem ama não consegue deixar passar batido”, disse ao G1 a protetora animal Sueli Aparecida da Costa.

A neta de Yeda Anis Salomão foi a responsável pelo resgate. Ela pegou uma coleira de cachorro com uma guia, colocou na mula e a levou até um terreno de um imóvel da família.

Diagnosticada com anemia e com um problema crônico em uma das patas, Flor está recebendo tratamento, mas já encontrou um novo lar.

Flor e Yeda (Foto: Reprodução/TV TEM)

De acordo com Yeda, várias pessoas se interessaram em adotar a mula, mas o adotante já foi escolhido. “Vamos acompanhar a adoção da Flor assim que ela for para o novo tutor”, afirmou.

“Ela já foi adotada, mas ainda não foi para a nova casa porque um cantinho está sendo construído para ela. No início, a Flor vai ter que ficar separada dos outros animais para se acostumar aos poucos e fazer amizade”, explicou.

Para Yeda, valeu a pena resgatar Flor e proporcionar qualidade de vida a ela. “Ela é muito querida, especial. Quase humana. É o animal da família. Ela merece todo o carinho do mundo e nós queremos que a Flor viva bem e ultrapasse a idade prevista para uma mula”, concluiu.

Cachorro fica deprimido após ser abandonado amarrado a poste

Um cachorro foi abandonado preso a um poste de energia elétrica. Deixado pelo tutor, ele ficou bastante deprimido, o que era visível em sua feição e expressão corporal. Olhando para a rua, ele parecia esperar pelo retorno de quem o abandonou.

Foto: Vida Loca/YouTube

Max, como é chamado o cão, foi encontrado por Graham Dobson, de 43 anos, que passava pelo local onde o animal foi deixado enquanto ia para o trabalho. As informações são do portal I Love My Dog.

O homem, então, fotografou o cachorro e publicou a foto na internet. A imagem viralizou e chegou ao tutor de Max, que apareceu para se explicar, afirmando que abandonou o animal porque não tinha mais condições de arcar com as despesas dele. Ao ser descoberto, ele pegou o cão e entregou oficialmente para o diretor de um abrigo para animais.

No abrigo, Max tem se mostrado um cachorro muito doce e comportado, mas ele demonstra se sentir solitário e, por isso, precisa encontrar uma nova família. Potenciais adotantes já tem conversado com os membros da ONG e em breve ele pode ser adotado.

Foto: Hull City Council news/Facebook

Polícia procura mulher que jogou no lixo sete filhotes no festival Coachella

A polícia dos Estados Unidos está à procura de uma mulher que foi flagrada durante o festival Coachella jogando em uma caçamba de lixo um saco com sete de filhotes de cachorro.

Foto: Reprodução / TMZ

As imagens foram divulgadas pelo serviço de proteção aos animais de Riverside County e flagra a jovem chegando em um Jeep branco, saindo do carro e despejando a sacola no lixo.

Os filhotes foram encontrados cerca de uma hora depois, quando alguém vasculhou o local. Segundo o site TMZ, o cães sobreviveram e estão sendo cuidados em um abrigo em Orange County.

Os policiais estão investigando o caso para tentar enquadrar a mulher por maus-tratos a animais.

Foto: Reprodução / UOL

Vale lembrar que, no estado americano da Califórnia, a crueldade contra animais é considerada uma contravenção grave que pode acarretar em pena de até três anos de detenção e multa de até US$ 20 mil (cerca de R$ 79 mil).

As autoridades também contam com a ajuda da internet para tentar localizá-la.

Fonte: UOL

Animais esperam tutor voltar após serem abandonados

Segundo estudos, os cães veem as famílias humanas como seu próprio grupo, onde encontram segurança, abrigo e alimentação.

Histórias sobre abandonos de animais, infelizmente, não são raras. Diariamente vemos estampadas nos jornais notícias de cachorros que foram largados nas ruas por terem ficado grandes demais, velhinhos demais ou até mesmo doentes demais. Mas também não são incomuns as histórias sobre estes cães que, mesmo abandonados, continuam a esperar por seus tutores.

Foto: Pixabay

“Muitos cães – talvez metade dos que vivem no Ocidente – que moram em lares urbanos têm um grande problema ao serem deixados sozinhos em algum momento de suas vidas”. Explica o biólogo britânico John Bradshaw em seu livro Cão Senso, que investiga o comportamento do animal. “E esse problema pode durar semanas ou meses. Eles precisam da companhia das pessoas. “

Moldados por nós

Isso acontece porque, após serem domesticados, cerca de 11.000 anos atrás, a evolução dos cães aconteceu ao lado do homem. Inicialmente, esses animais que viviam em matilhas chegaram aos acampamentos atrás de restos de comida e foram sendo moldados por nós.

Aqueles que exibiam características mais úteis ao convívio humano – capacidade de caçar, pastorear rebanhos, defender territórios, fazer companhia – foram acolhidos e passaram sua herança genética adiante. Ao longo do tempo, a aproximação entre os homens e os animais chegou a tal ponto que eles passaram a nos identificar como integrantes das antigas matilhas. Ou seja, de seu próprio grupo.

“As pesquisas mais recentes falam em uma ‘convergência evolutiva’, o que significa que o animal não seria o que é, hoje, sem nós. Ele encara a família humana como o seu grupo, no qual encontra segurança, abrigo e alimento. Por isso, ficar distante desse ambiente causa muito sofrimento para os cães”. Explica a especialista em comportamento animal Carolina Rocha, do Pet Anjo, um site de serviços para animais em São Paulo.

Rotina

Além da falta da companhia, os cachorros são também muito ligados à rotina. Sua existência se dá em torno das horas certas para dormir, comer, passear, brincar. Ou aguardar o tutor chegar do trabalho. Quando esses hábitos são alterados, o animal costuma ter dificuldades para se adaptar. “Quando a família, que é responsável por manter a rotina do cão, fica distante, ele nota que há algo errado e pode ficar triste, ansioso e até parar de se alimentar”, diz Carolina.

Como a percepção de tempo dos cães é diferente da humana – está mais ligada aos ciclos de luminosidade que a períodos como dias ou anos. Ele pode passar muito tempo aguardando os tutores sem saber se a espera foi de horas, semanas ou meses. Assim, quando o animal é abandonado e deixa de comer, ele pode ficar abatido e fraco.

Hormônio do amor

“O vínculo entre homens e cães é muito antigo e forte. Por isso conhecemos episódios de cachorros que esperam o tutor mesmo depois que ele já morreu. Ou aguarda que a família que se mudou retorne. A quebra desse vínculo costuma ser difícil para os animais”, diz Carolina. “Há dados científicos que revelam que essa ligação se dá também por meio do afeto, com a medição em cães dos níveis de oxitocina, conhecido como o ‘hormônio do amor’. Não é possível dizer que ele sente a intenção do abandono, mas certamente a ruptura lhe causa bastante sofrimento.”

Fonte: Vida Pet News

Fotógrafa tira fotos de cães idosos abandonados para incentivar adoção

A fotógrafa Gabriela Delcin Pires criou um projeto chamado “Olhar Curupira”, por meio do qual fotografa animais idosos abandonados para incentivar a adoção. A ideia de fazer as fotos veio após a cadela Tutu, que viveu quase 19 anos com Gabriela, morrer.

Foto: Gabriela Delcin Pires

“O Projeto Olhar Curupira foi criado depois que minha cachorra Tutu, que ficou comigo por quase 19 anos, se foi, e durante os últimos anos da vida ela ficou senil, a idade fez com que ela não enxergasse mais, não ouvisse mais, no último ano tínhamos que escalar aqui em casa quem “dormiria” com ela, pois ela latia assustada durante a noite, tínhamos que tapar qualquer lugar que ela pudesse se enfiar, dar alimento na boca… às vezes ela não nos reconhecia, mas não tinha problema, nós sabíamos quem ela era e ela já tinha dado amor demais para gente”, contou a fotógrafa. “Até que um dia ela não conseguia mais levantar, comia apenas quando dávamos comida na boca dela, e começou a sentir dor, foi então que decidimos que deveríamos deixar ela ir, e foi quando levamos ela para a clínica”, completou.

Gabriela lembra com carinho do tempo que viveu ao lado da cadela. “Talvez eu não me lembre de como era a vida antes dela, daquele amor puro e sincero, e quando senti o último batimento de seu coração eu sabia que ela continuaria comigo para sempre, ela faz parte de quem eu sou”, disse ao portal Razões Para Acreditar.

Foi então que a fotógrafa começou a escrever sobre tudo o que ela julgava que a cadela havia tentado lhe ensinar, “sobre como o amor deveria ser algo leve, simples e puro, sobre como levar uma vida de cachorro”.

Foto: Gabriela Delcin Pires

Gabriela percebeu que “existem muitas Tutus, que foram abandonadas em abrigos, confusas por não entenderem o que fizeram para estar lá. Mesmo dando amor uma vida inteira, foram abandonadas pela família”.

“Resolvi então registrar esses animais para conscientizar as pessoas que eles existem, que animais envelhecem, mas que eles vão dar muito, muito, muito amor, mas chega uma hora que temos que retribuir, e que tem muitos que estão sob cuidado de lugares lindos e por protetores maravilhosos, mas que talvez nunca mais encontrem um lar, e passem o resto da vida deles lá, mas que precisam de cuidados e amor, e de certa forma sinto que o coração da Tutu continua batendo dentro do coração deles”, concluiu.

Gabriela lembra que os animais que vivem nos abrigos precisam de amor e que o intuito dela com o projeto é fazer as pessoas entenderem que se elas não puderem adotar, podem “entrar em contato com os abrigos para apadrinhar ou até mesmo visitar esses animais”.

Gabriela tem um site onde divulga seu trabalho como fotógrafa e criou um perfil no Instagram para publicar as fotografias do “Olhar Curupira”.

Confira mais fotos:

Foto: Gabriela Delcin Pires

Foto: Gabriela Delcin Pires

Foto: Gabriela Delcin Pires

Foto: Gabriela Delcin Pires

Foto: Gabriela Delcin Pires

Foto: Gabriela Delcin Pires

Câmara de Osasco aprova PL que gera multa de R$ 3,1 mil para quem abandonar animais

Maus-tratos como violência e privação de alimento ou água também geram multo no mesmo valor | Foto: Pixabay

A Câmara Municipal de Osasco (SP) aprovou esta semana o Projeto de Lei Substitutivo 9/2018, de proteção animal, que prevê multa de R$ 3.146,60 para quem abandonar animais em espaços públicos ou privados. Maus-tratos como violência e privação de alimento ou água também geram multo no mesmo valor, mas em caso de morte o valor é dobrado.

O projeto de lei também obriga o pagamento de multa de R$ 619,28 para quem não vacinar animais de estimação e R$ 314,64 para quem não recolher as fezes do animal nas ruas da cidade. Em caso de reincidência, o valor é dobrado. Aprovado em segunda discussão, o projeto teve somente votos favoráveis e agora segue para ser sancionado pelo prefeito Rogério Lins (PODE).

Gato morre após ser abandonado por motorista contratado para socorrê-lo

Um gato doente morreu após um motorista do aplicativo Uber, contratado para socorrê-lo, abandoná-lo na rua. O animal doente estava no bairro Barreiro, em Belo Horizonte (MG), quando foi encontrado pela supervisora de call center Liamara Silva, de 28 anos, na última segunda-feira (15). Comovida com o sofrimento do gato, ela entrou em contato com o técnico em zootecnia e diretor da ONG Aliança Pró Via Animal (Aprova), Arley Ferreira Fulco, de 38 anos, que indicou que ela contratasse um motorista para que ele levasse o animal até o Pet Shop Ebenézer, na rua Tupã, 55, no bairro Lagoa Azul, em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Foto: Arley Fulco/Divulgação

Devido a um erro de digitação, o motorista foi levado pelo aplicativo até o número 555, onde abandonou o gato, sem se preocupar em tentar descobrir a localização correta da clínica veterinária. O animal foi deixado sob forte chuva. As informações são do portal O Tempo.

Ao telefonar para o motorista, Liamara soube do abandono e avisou os funcionários da clínica, que, com a ajuda de clientes, procuraram o gato, que foi encontrado morto.

Arley conta que Liamara entrou em contato com ele por volta das 13 horas. “Ela disse que havia um gato caído do lado de fora da empresa, mas eu disse que estava em Belo Horizonte. Então, eu a pedi para que encaminhasse o animal para a clínica em Ibirité, para que o mesmo recebesse atendimento do veterinário. Eu falei que buscaria o animal na clínica assim que voltasse para Ibirité, ou a clínica o levaria de carro a minha casa”, contou Arley. Segundo ele, Liamara não poderia sair do serviço para socorrer o gato por conta própria, mas ligou para a clínica e combinou a entrega do animal. “Ela chamou o Uber, botou o endereço da clínica e pagou pela corrida. O percurso seria de apenas 15 minutos. Mas, depois de 30 minutos, o animal ainda não havia sido entregue”, completou.

“Liamara me telefonou preocupada. Depois, ela ligou para o motorista do Uber e foi informada por ele que o número da clínica estava errado e que ele havia largado o animal próximo ao número 555. Agora, eu pergunto: se fosse uma televisão de 50 polegadas ele deixaria na rua?”, questionou.

De acordo com Arley, o motorista deveria ter telefonado para Liamara e informado que não havia encontrado a clínica. “Como a corrida já estava paga, simplesmente largou o animal na rua, como se fosse lixo, e foi embora”, lamentou. “No dia, estava caindo um chuvão. Com muito custo, acharam o animal. Mas, ele já estava sem vida”, acrescentou.

Morto, o corpo do gato foi levado para a clínica para que um laudo fosse feito. “O animal já estava em estado de choque. Dois minutos a mais, ou a menos, fariam muita diferença. Ele poderia ter sido salvo”, disse.

Segundo Arley, uma reclamação foi feita à Uber e a resposta foi que o “objeto” de Liamara não havia sido encontrado. “É crime abandonar o animal. Se o gato não poderia ter ido sozinho de Uber, o motorista tinha que ter falado. O motorista também deveria ter voltado com o gato para a empresa onde a funcionária contratou a corrida”, reclamou Arley, que citou ainda leis de proteção animal, como a de Crimes Ambientais (9.605/1998) e a Lei Estadual (22.231/2016).

O técnico em zootecnia disse que vai buscar o laudo na clínica veterinária para registrar um boletim de ocorrência. “Vamos entrar com um processo contra a Uber para que isso não venha a acontecer de novo. Um absurdo”, explicou.

A Uber, por sua vez, disse lamentar profundamente o caso e lembrou que abandono de animais é crime. “A Uber não é conivente com esse tipo de conduta”, afirmou a empresa, que disse também que “o serviço do aplicativo é de intermediação para o transporte de pessoas, não sendo apropriado para o transporte de animais desacompanhados.”

Homem é detido pelo abandono de sete filhotes de cachorro no Paraná

Um homem foi detido pela Polícia Militar (PM) suspeito de ter abandonado sete filhotes de cachorro na tarde do último sábado (13) em Paranavaí, no Paraná. Ele foi levado para o Batalhão da PM.

Foto: PM/Divulgação

Os filhotes foram encontrados pela polícia dentro de uma caixa em uma rua do bairro Jardim Central. De acordo com os militares, os cães têm cerca de 30 dias de vida.

Após encontrar os animais, os policiais iniciaram uma investigação que levou ao suspeito. As informações são do portal G1.

De acordo com a polícia, o homem, de 40 anos, assinou um termo circunstanciado de ocorrência na delegacia pelo crime de maus-tratos a animais e, em seguida, foi liberado. Por trata-se de uma infração de menor potencial ofensivo, não cabe prisão.

Foto: PM/Divulgação

O homem foi enquadrado na Lei Federal de Crimes Ambientais, com pena de detenção de três meses a um ano, além de multa.

Os filhotes foram levados para a casa de um dos policiais que participou da ação de resgate. De acordo com a esposa dele, o casal tutela dois gatos e dois cachorros e, por isso, está disponibilizando os filhotes para adoção.

Até a publicação desta reportagem, dois cães haviam sido adotados e os outros cinco aguardavam por um lar.

Cachorro é abandonado após ser picado por centenas de abelhas

Um cachorro foi abandonado após ser picado por centenas de abelhas. O corpo dele tinha mais de mil marcas que fizeram com que ele desenvolvesse uma reação alérgica. O caso aconteceu em Michigan, nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução / Histórias com Valor

Com a pele repleta de feridas causadas pela alergia, o cachorro foi levado pelos tutores ao veterinário. Na clínica, um antibiótico foi administrado no animal, mas ele também era alérgico ao medicamento, o que fez que o quadro de saúde dele piorasse. Diante da situação, os tutores dele foram embora e nunca mais voltaram para buscá-lo, abandonando-o no estabelecimento que o atendeu.

Com apenas 10 meses de idade, Stringer havia sido deixado pelos tutores no momento em que mais precisava deles. O caso dele era tão grave que poderia facilmente ser indicado o sacrifício por um veterinário. No entanto, a fundadora da ONG LuvnPupz, Carri Shipala, decidiu ajudar o animal e não mediu esforços para salvá-lo.

“Eu sinto que isto se trata de um verdadeiro resgate”, disse Shipala. As informações são do portal Histórias com Valor.

Foto: Reprodução / Histórias com Valor

Levado para o abrigo da entidade, Stringer passou a se recuperar dos ferimentos para que, depois, possa ser disponibilizado para adoção. Apesar de ainda ter um longo tratamento pela frente, ele já apresenta melhora e tem conseguido se alimentar sozinho.

Além da alergia, ele tem feito tratamento também para sarna, que, segundo Shipala, provavelmente foi exacerbada “pelas picadas”. No entanto, após o diagnóstico de sarna, ele teve que ser transferido para a Clínica Veterinária Allegan, já que a doença é contagiosa. No local, ele tem recebido todos os cuidados necessários.

Apesar da evolução no quadro de saúde, Stringer precisa se recuperar não apenas fisicamente, mas também psicologicamente, já que ele ficou deprimido depois de tudo que viveu.

Shipala explica que, após 30 dias, a condição clínica e o comportamento do cão serão analisados para que seja discutido se ele já estará apto para ser adotado.

Campanha incentiva as pessoas a não comprar coelhos na Páscoa

De iniciativa da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo do Paraná, a campanha “Páscoa Alternativa” foi lançada na última terça-feira (9). O objetivo é incentivar as pessoas a buscar alternativas à compra de coelhos nesta época do ano.

Foto: Divulgação / SEDEST

Por serem associados à Pascoa, é comum que coelhos sejam comprados com a aproximação dessa data. Muitos deles são tratados como objetos adquiridos para presentear as pessoas, especialmente as crianças. No entanto, passada a euforia da época, o animal frequentemente é deixado de lado e, em muitos casos, devido aos gastos e trabalho que dão, os coelhos são abandonados.

Todos os anos, após a Páscoa, muitos desses animais são encontrados na rua em situação de completo abandono. Frágeis e indefesos, eles morrem atropelados, de frio, de fome ou até após serem mordidos por cachorros, que agem seguindo um instinto de defesa. As informações são da Agência de Notícias do Paraná.

A Secretaria reforça que abandonar animais é crime e recomenda que as pessoas optem por alternativas ao comércio de coelhos e comprem, por exemplo, chocolate ou até mesmo coelhos de pelúcia, que trazem consigo a representatividade da Páscoa, mas evitam abandono e maus-tratos.

Abril Laranja

Neste mês é comemorado o Abril Laranja, instituído pela Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais. A data é dedicada à prevenção aos maus-tratos a animais e tem o objetivo de fazer as pessoas refletirem sobre o tema.

A crueldade cometida contra os animais, que o Abril Laranja tem o intuito de combater, não se restringe, porém, à violência física. Também configuram maus-tratos ações de negligência e omissão que resultem em sofrimento, inclusive psicológico, ao animal, como abandonar ou manter o animal permanentemente preso a correntes, deixá-lo sem abrigo para proteção da chuva e do sol, não fornecer alimentação adequada e cuidados veterinários, privá-lo da ventilação ou luz solar, mantê-lo em locais pequenos e sem higiene, entre outros.

Denúncias de maus-tratos contra animais podem ser feitas, em Curitiba, através do número 156, da prefeitura. Nas demais localidades, a população deve se informar sobre o canal de denúncia de cada município, que geralmente são as secretarias de Meio Ambiente ou a própria prefeitura.