Cachorrinha resgatada das ruas com 16 anos finalmente encontra uma família

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Ruthie foi encontrada em péssimo estado, doente e abandonada, vivendo nas ruas de Abilene, no Texas (EUA), e foi levada para um abrigo local. A cachorrinha idosa mista de chihuahua de 16 anos estava muito abatida quando chegou ao veterinário, e os funcionários do abrigo temeram que ela não iria conseguir se recuperar.

A cachorrinha estava severamente abaixo do peso e com infestação de pulgas, sofria de uma infecção ocular, infecções de pele e doenças nas gengivas. O abrigo a mantinha isolada porque estava tendo dificuldade em lidar com a vida no local, além de seus problemas de saúde, e não queriam que ela ficasse mais estressada do que já estava.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Ninguém parecia ter muita fé que Ruthie iria aguentar – até que a ONG Forgotten Friends descobriu a cachorrinha idosa e imediatamente soube que ela merecia uma chance.

Depois de ser retirada do abrigo pela ONG, Ruthie foi colocada em um lar temporário. Suas novas amigas na ONG começaram a lidar com seus muitos problemas médicos, inclusive com os dentes podres infeccionados.

Muitas vezes é mais difícil encontrar casas para animais idosos, especialmente cães de 16 anos, e ainda assim não demorou muito para que a família perfeita descobrisse Ruthie e se apaixonasse por ela.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Jen Ramey e seu marido estavam planejando uma festa de aniversário para seu cachorro Buttercup e decidiram usar a festa para arrecadar dinheiro para a ONG Forgotten Friends (entidade que resgatou Ruth).

A ONG então decidiu trazer alguns de seus cães para a festa, incluindo Ruthie, e assim que o casal conheceu a chihuahua idosa, eles souberam que ela deveria ser o mais novo membro de sua família.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

“Eu pensei na hora que ela era a cachorrinha mais doce que eu já tinha visto, e honestamente não achava que poderíamos ter com outro cachorro, mas não conseguia parar de pensar nela”, disse Ramey ao The Dodo. “Quando meu marido sugeriu adotá-la, se ninguém manifestasse interesse nela até o final do mês (uma semana após a festa de Buttercup), eu apresentei o formulário on-line e nós a pegamos no dia seguinte!”

Ramey e seu marido estavam cientes dos problemas médicos de Ruthie, e estavam preparados para lidar com eles, assim como com todos os outros desafios que surgem ao adotar um cão idoso.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Depois de tudo o que ela passou e tudo o que ela estava lidando em termos de tratamentos médicos, eles assumiram que Ruthie seria o tipo de cão sênior que era incrivelmente maduro e só ia querer relaxar o tempo todo – mas assim que ela chegou em sua nova casa, Ruthie foi rápida em provar que eles estavam errados.

“Logo de início, ela queria que Buttercup (a cachorrinha que já vivia com a família) soubesse que ela estava aqui para ficar”, disse Ramey. “Nós esperávamos que ela fosse uma velhinha fria, mas não era exatamente o caso”.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Desde o começo, Ruthie estava cheia de energia e não teve problemas em acompanhar sua irmã mais nova. Ela adora estar envolvida em tudo que sua família faz e não pode suportar ficar de fora dos passeios e atividades. Ela gosta de todas as pessoas que conhece e não deseja nada além de ser abraçada, acariciada e adorada por todos ao seu redor.

“Ela adora comer e roubar os brinquedos de sua irmã”, disse Ramey. “Nós pensamos que ela estaria sempre cansada e relaxada o tempo todo, mas ela é realmente super corajosa agora, o que é muito inesperado, considerando sua idade e seus problemas médicos.”

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

A condição geral de Ruthie melhorou muito desde que ela foi adotada, mas ela ainda tem muitos problemas para lidar. Ela tem dificuldade em ganhar peso e sofreu de uma obstrução de traqueia. Ela também tem pulmões com cicatrizes de bronquite crônica, doença das vias aéreas inflamadas e uma hérnia inguinal inoperável.

No entanto, nada disso a atrapalha, e ela não parece ligar com todos esses detalhes com base em sua personalidade despreocupada. Quando Ruthie chegou ao abrigo, ninguém achou que a cachorra de 16 anos iria sobreviver. Agora ela é praticamente um filhote novamente, amando cada minuto de sua nova família e sua segunda chance.

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OAB-AL constata que animais da ONG Pata Voluntária existem e estão recebendo cuidados

Membros da Comissão de Bem Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção Alagoas estiveram no abrigo da ONG Pata Voluntária, cujas fundadoras foram presas por suspeita de fraude, e constataram que há animais no local. Médicos veterinários voluntários estão prestando atendimento aos cerca de 200 cães e gatos. O abrigo fica no bairro do Trapiche, em Maceió (AL).

Foto: Reprodução/TV Gazeta

Os integrantes da OAB fizeram fotos e vídeos dos animais no abrigo para comprovar a existência deles. A entidade dispõe de dois abrigos, o segundo está vazio e foi apontado pelas proprietárias da ONG como o local onde um assalto aconteceu.

De acordo com a presidente da Comissão do Bem Estar Animal da OAB, Rosana Jambo, os animais existem. “Existem todos os animais citados. Existe um sistema com a contagem dos animais. Eu fiz várias fotos deles [dos animais]. São animais doentes, que estão sendo devidamente assistidos por médicos veterinários. Não apenas um, mas uma equipe de médicos veterinários, assistentes, funcionários. Eu perguntei sobre a necessidade desses animais. Eles não estão precisando de absolutamente nada, porque estão sendo devidamente mantidos com o que já tem. Mas vai precisar futuramente de pagamento de funcionários, de mais ração, de mais tratamentos. Existem tratamentos que foram interrompidos por conta dessa denúncia apurada pela polícia e hoje na Justiça. Então, vai ser preciso futuramente ajuda para esse abrigo. Eu espero, realmente, que tudo seja resolvido. Se houve crime, que elas paguem pelo crime, mas que os animais em nenhum momento sejam prejudicados pela ação de suas gestoras”, disse Rosana Jambo ao portal G1.

Uma médica veterinária, que preferiu não ser identificada, trabalha de maneira voluntária no abrigo da entidade há três anos. Ela contou que está vivendo momentos de muita aflição desde que as responsáveis pelo Pata Voluntária foram presas.

“A gente recebeu ameaças. Eu, particularmente, como prestadora de serviço também recebi ameaças. As pessoas estão muito revoltadas, indignadas com o acontecido, que é de se esperar. Mas as pessoas precisam entender que também fomos pegos de surpresa. Somos voluntários, prestadores de serviço. E a gente também não imaginava”, disse a veterinária.

De acordo com os delegados Fábio Costa e Leonam Pinheiro, algumas pessoas que fizeram doações à entidade e outras que fazem voluntariado no abrigo estão procurando a polícia. Costa e Pinheiro foram os responsáveis, junto com o delegado Thiago Prado, por prender as três mulheres.

“Essas pessoas estão sendo ouvidas. Até mesmo para tirar o vínculo de algumas que estavam somente de boa fé como voluntárias, mas não tinha acesso ao patrimônio, à gestão daquela ONG”, disse o delegado Leonam Pinheiro.

Doadores de fora do estado de Alagoas também procuraram a polícia. “Nós fomos procurados por um rapaz de São Paulo, que doou sozinho R$25 mil. Ele será ouvido lá mesmo em São Paulo. E através de carta precatória nós iremos colecionar o depoimento deste aos autos”, explicou o delegado Leonam.

“Nós estamos orientando as pessoas que se sentiram lesadas, prejudicadas, com essa situação, que através de um boletim de ocorrência noticiem essa situação e demonstre a pertinência das suas doações com esse suposto assalto”, concluiu o delegado.


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Gatinho resgatado que nasceu com 4 orelhas e perdeu olho vence o abandono e encontra uma família

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Este é Frankie, seu nome é uma abreviação de Frankenkitten (Gato Frankestein). Como as fotos mostram, Frankie é um pouco diferente dos demais gatos. Ele nasceu com quatro orelhas e teve que remover um de seus olhos.

No entanto, se alguém dissesse a ele que ele não se encaixava na norma, Frankie provavelmente não entenderia nada. Depois de passar por tudo o que o destino reservou para ele, o gatinho se adaptou a viver no mundo cheio de desafios a ele e mais tarde sua família adotiva para ajuda-lo quando ele fica um pouco sobrecarregado.

“Frankie nasceu em casa suburbana de uma mãe selvagem”, disse o tutor de Frankie, Georgi Anderson, ao Bored Panda. “Ele foi encontrado com um irmão vivo, mas pode ter havido mais gatinhos na ninhada que não sobreviveram.

As pessoas que encontraram os gatinhos, acolheram Frankie e seu irmão por várias semanas para socializá-los e cuidar deles antes de trazê-los para o abrigo para cuidados médicos e adoção”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Suas quatro orelhas são a primeira coisas que as pessoas veem nele. “Ele também tem uma mandíbula superior (mordida) muito grande que dá ao seu rosto uma aparência muito angulosa.

O gatinho entrou no abrigo de animais com dois olhos, mas um olho se rompeu e precisou ser removido. A remoção do olhos permitiu que ele sobrevivesse, já que se a infecção se tornasse séptica, ela o mataria.

Frankie também tem problemas nas articulações das patas traseiras – os joelhos (rótulas) não ficam fixados no lugar, então ele anda de pernas abertas e os joelhos muitas vezes entram e saem do lugar.

“Por causa da sobre mordida, seus caninos inferiores estavam perfurando o céu de sua boca. Ele também precisa que seus joelhos sejam operados para estabilizar as articulações, mas estou economizando o dinheiro para isso, é muito caro”, disse Georgi.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

“Ele também precisa fazer tratamento odontológico para cortar seus caninos inferiores a apenas alguns milímetros acima da linha da gengiva.”

Sua mãe conta que trabalhava no abrigo de animais na época em que Frankie chegou lá: “Eu também era uma cuidadora e oferecia lar temporário, então pediram que eu o abrigasse por uma semana enquanto ele se recuperava da remoção do olho”.

“Não foi tanto o seu visual único que o ligou a mim – foi o seu comportamento doce, a maneira como ele explorou o seu entorno, e buscou conforto de mim”

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

“Fui vê-lo antes de seu procedimento e imediatamente fiquei impressionada com o quão doce ele era. Depois de apenas algumas horas em que ele estava em casa para sua recuperação, eu sabia que ele era especial de uma forma que eu não conseguia descrever”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

“O aspecto físico de sua condição tem algum impacto em sua vida cotidiana. As pequenas orelhas frontais afetam levemente sua audição direcional, já que elas quase funcionam como pequenos protetores de ouvido em seus ouvidos. Ele se ajustou bem com apenas com um olho, mas posso dizer que a visão noturna dele não é tão boa quanto a dos outros gatos. Suas pernas o fazem andar de pernas abertas, mas não causam dor ou afetam a maneira como ele brinca ou pula. Sua boca provavelmente é o maior fator físico de incômodo – ele se esforça para comer ração úmida porque não consegue mastigar muito bem. Ele está em uma dieta só de comida seca e aprendeu a pegar a ração com a língua e trazê-la até sua boca ao invés de usar os dentes”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Sua tutora conta que um dia normal para Frankie envolve escolher lugares diferentes para se aconchegar e dormir, emboscando ela todas as manhãs enquanto faz o café da manhã.

“Ele gosta de tentar subir na minha perna e depois sair correndo como um lunático”

“Frankie adora brincar com seu irmão Lucius Malfoy e irritar seus irmãos mais velhos, Minako e Toothless”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

“Ele dorme um pouco mais e então irrita os cachorros. Ele é um gatinho muito atrevido”, conta ela.

“Sua personalidade é muito agitada, mas ele se sai bem porque também é muito doce. Ele não é excessivamente inteligente, o que tem sido um traço observado em alguns outros gatos com 4 orelhas. Duvido que ele se saísse bem do lado de fora. Ele via um carro e achava que era algo para brincar. Mas Frankie é tão amoroso e carinhoso e parece sentir quando tive um dia difícil. Eu quase poderia dizer que ele tem uma personalidade de cachorro”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Frankie é a prova viva de que a beleza de um animal está dentro dele, cada um tem a sua. Ele e seus humanos têm sorte de ter um ao outro e logo ele vai terminar seus tratamentos médicos e tudo vai ficar bem.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Muitas pessoas já se apaixonaram por Frankie, incluindo suas perfeitas imperfeições, ele tem vários seguidores em suas redes sociais que se desmancham em elogios quando sua tutora posta suas fotos de suas aventuras.

Esse gatinho realmente, nasceu para brilhar.

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Shopping abriga cachorros abandonados para protegê-los do frio

Um shopping em Istambul, na Turquia, decidiu abrigar cachorros abandonados para protegê-los do frio. O inverno na cidade é rigoroso e a ajuda do estabelecimento tem sido primordial para esses animais, que correm o risco de morrer de hipotermia na rua.

Foto: ARZU INAN

A cidade é conhecida pelo bom tratamento que dá aos cachorros e gatos abandonados. Os cães que passaram a ficar dentro do shopping conseguiram abrigo após entrarem, por conta própria, no local. Ao invés de serem expulsos do local, eles foram acolhidos e receberam tapetes de papelão e cobertores para dormir em frente às lojas.

Como se não bastasse a acolhida que o shopping deu aos animais, a loja de roupas femininas Penti levou vários cães para dentro de seu estabelecimento, dando-lhes ainda mais conforto. Uma foto que mostra três cães dentro da loja, enquanto um cliente faz compras, viralizou nas redes sociais e comoveu internautas. As informações são do portal Pawpulous.

O gerente da loja Penti, Arzu Inan, e o proprietário de um café, Selçuk Bayal, que deu abrigo a 12 gatos, afirmaram à mídia local que nem a possível desaprovação de alguns clientes os impediu de ajudar os animais.

Foto: ALI ÇELIK

Foto: SELÇUK BAYAL


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Funcionário canta para cães de abrigo e o ato impulsiona adoções

Foto: Vance County Animal Shelter

Foto: Vance County Animal Shelter

O abrigo Vance County Animal Shelter, que fica na Carolina do Norte (EUA), presenteou os animais resgatados que vivem em suas instalações de uma forma única. O funcionário da entidade, Chad Olds, trouxe seus talentos musicais para trabalhar e com a ajuda deles tem acalmado e alegrado os cães do abrigo.

Um centro de resgate e adoção pode ser um lugar estressante, com animais confinados em seus canis, ansiosos e agitados, então qualquer coisa para ajudar é uma ótima pedida. E isso parece ter se transformado em um sucesso total por meio das mãos de Chad, com musicoterapia ao vivo.

Chad está no abrigo há cerca de cinco meses. E seu papel requer uma abordagem prática com animais interagindo com eles e mantendo seus espaços limpos. E quando alguém sugeriu que ele tocasse para os cães, ele ficou um pouco cético no início.

Tudo começou quando Chad decidiu tentar trazer sua guitarra para o trabalho. Quando ele começou a cantar e tocar “Like Red On A Rose”, de Alan Jackson, os cachorros notaram e quase todos pararam de latir

Foto: Vance County Animal Shelter

Foto: Vance County Animal Shelter

“Estou feliz por ser a voz desses animais, ainda mais por saber que essa pequena atitude está trazendo tanta consciência positiva em relação a eles”, disse Chad à ABC News.

“Meu superior permitiu que essas coisas maravilhosas fossem feitas, estamos pensando fora da caixa e sendo criativos para ajudar animais”.

“Algo mágico acontece quando começo a tocar, a música realmente toca esses animais, eles se sentem confortados e param de fazer barulho para ouvir as canções”, disse Chad.

O músico e funcionário do abrigo diz que se sente útil ao ajudar os animais e que espera poder fazer isso indefinidamente, “pois a recompensa esta nos olhos e expressões deles”, conclui ele.

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Gatinha e pata resgatadas se tornam as melhores amigas em abrigo de animais

Foto: ViralHog

Foto: ViralHog

Uma gatinha filhote e uma pata se tornaram as mais novas melhores amigas (improváveis) de um centro de proteção e resgate que ficam em Atlanta, na Geórgia (EUA).

Butterball, a pata, foi salva por um veterinário depois de ter sido atacado em um lago da região.

Foto: ViralHog

Foto: ViralHog

Enquanto isso, Kimmy Kitty foi encontrada quando tinha apenas duas semanas de idade abandonada em uma escadaria.

Imagens adoráveis das duas brincando juntas mostram a gatinha caída no chão enquanto a pata esfrega sua pele com o bico.

Quando o dono do centro de resgate resgatou os animais, ele não esperava que eles se aproximassem.

O responsável pelo abrigo disse: “Temos a reputação de ajudar qualquer animal que precise de uma casa”.

“Tivemos inúmeros patinhos órfãos, galinhas de todos os tipos, tartarugas e codornas, e agora um doce e carinhoso pato.

Foto: ViralHog

Foto: ViralHog

“Butterball foi atacado em uma lagoa local e deixado para morrer, mas eu achei um veterinário que a salvou.

“Kimmy Kitty foi encontrada em uma escadaria exterior de um prédio com cerca de duas semanas de idade”.

Os cães da raça basset mostrados no vídeo são do Resgate Basset Hound da Geórgia. Butterball ficou entediada com os bassets e tornou-se amiga de Kimmy, e as duas brincam juntas todos os dias.

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Sumaré (SP) vai ganhar Departamento de Proteção e Bem-Estar dos Animais

O Departamento Municipal de Proteção e Bem-Estar dos Animais de Sumaré (Dembeas), antes vinculado ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), terá estrutura própria a partir de 30 de julho. O espaço, que está em fase final de construção, receberá animais vítimas de maus-tratos, abandono e doenças.

Sede do Departamento está em obras (Foto: Prefeitura de Sumaré)

O Dembeas atenderá gratuitamente não só animais em situação de rua, mas também aqueles que forem tutelados por famílias de baixa renda. Os que estiveram abandonados, serão abrigados no local e disponibilizados para adoção.

Além de atender e abrigar os animais, o departamento ficará responsável pela fiscalização de casos de maus-tratos. Denúncias poderão ser feitas através de um contato telefônico que será disponibilizado. Ao receberem uma ocorrência, os agentes irão notificar o tutor do animal e, em caso de não cumprimento da determinação, aplicarão uma multa e disponibilizarão o animal para adoção.

O Dembeas ficará localizado ao lado do CCZ, na região central da cidade. De acordo com a legislação, o local recolherá animais em casos de atropelamento, debilidade motora, estado precário de saúde, vítimas de maus-tratos, que apresentem agressividade ou os que estejam na rua. Todos eles só serão doados após serem castrados.

Os veterinários da prefeitura irão compor o quadro de funcionários do Departamento, que contará também com estudantes do último ano de medicina veterinária da Faculdade Anhanguera de Campinas (SP), por meio de uma parceria feita pela administração municipal.

“O bom é que sendo legalizado você consegue fazer os convênios com faculdades, trazer os profissionais pra cá, tanto o departamento, e assim atuar com mais segurança, dentro da lei, porque o departamento de zoonoses não pode ficar junto com o tratamento de bem-estar”, disse o superintendente do Bem Estar Animal, Bruno Crema ao jornal LIBERAL.

Enquanto a Zoonozes atua no combate a doenças que podem ser transmitidas dos animais para as pessoas, o Dembeas irá proteger os animais, entre eles cachorros, gatos e cavalos.


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Homem surdo adota cão com surdez e ensina a ele a linguagem dos sinais

Foto: Instagram/nickandemerson

Foto: Instagram/nickandemerson

Nick Abbott é um homem de 31 anos que vive no estado do Maine (EUA) e que nasceu surdo. Um dia, navegando pela internet Nick estava olhando para a página do abrigo NFR Maine no Facebook, e um filhote que também nasceu surdo, chamou sua atenção imediatamente.

O filhote de cachorro, cujo nome é Emerson, estava sendo colocado para adoção através do programa de resgate do abrigo, e Nick sabia que se existisse um companheiro peludo para ele, Emerson seria esse amigo.

Nick entendeu que aquele animal havia lutado com os mesmos problemas biológicos que ele e seria um parceiro ideal de vida. Assim sendo ele tomou sua decisão.

Foto: Valuablestories

Foto: Valuablestories

Então, sem pensar duas vezes sobre o assunto, Nick rapidamente entrou em contato com o abrigo NFR e fez os arranjos necessários para adoção

Quando a equipe de resgate encontrou o filhotinho, ele estava vivendo como um cão abandonado nas ruas do Maine, andando com seus irmãos a procura de comida. Não apenas o pobre filhote começou a mostrar sinais de abatimento uma vez no abrigo, mas também desmaiou por causa de uma parvovirose, uma doença que afeta filhotes não vacinados e pode ser mortal se não for tratada imediatamente.

Foto: Valuablestories

Foto: Valuablestories

Depois de passar por esse obstáculo, porém, os funcionários do abrigo desanimaram quando perceberam que o filhote de 12 semanas de idade também era surdo. Eles se perguntaram se algum dia conseguiriam achar para o cão sem raça definida, uma família que o amaria e aceitaria.

Embora a equipe do abrigo estivesse começando a achar que encontrar a família perfeita para a Emerson poderia ser impossível, eles fariam o que pudessem por ele, a começar por compartilhar a história do filhote na página do abrigo no Facebook e encontrar uma família para ele.

Ainda bem que o abrigo não perdeu toda a esperança. Porque assim que carregaram suas fotos com legenda, descrevendo a jornada dele, Nick as viu e logo em seguida ligou para o abrigo.

Foto: Instagram/nickandemerson

Foto: Instagram/nickandemerson

Nick disse à sua mãe que queria conhecer Emerson o quanto antes, pois ele tinha a sensação de que eles haviam sido feitos um para o outro.

Ao entrar em contato com o abrigo ele contou também havia nascido surdo e sabia como era a luta diária que o cãozinho enfrentava.

Nick e sua mãe foram ao abrigo depois do telefonema para conhecer Emerson.

Sem saber o que esperar do filhote, Nick, sua mãe e toda a equipe do abrigo ficaram surpresos ao ver a rapidez com que Emerson parecia se relacionar com seu novo tutor.

Assim que Emerson pôs os olhos em Nick, foi como se ele soubesse que encontrara seu humano.

O filhote instantaneamente foi em direção a Nick e se deitou quietamente aos pés dele, e todos entenderam que os dois estavam destinados um ao outro.

Uma vez que Nick levou Emerson para casa e os dois estavam bem familiarizados, o tutor começou a incansável tarefa de ensinar o filhote a ler e a entender a linguagem dos sinais para que eles pudessem se comunicar um com o outro.

As lições se tornaram um testemunho da paciência e das habilidades de treinamento de Nick, e Emerson aprendeu o novo idioma mais rápido do que qualquer um previu.

O filhote atualmente já sabe um pouco dos sinais e responde a eles. Não só ele sabe latir quando Nick mexe o lóbulo de sua própria orelha, mas ele também conhece os sinais de vir, sentar e deitar-se.

Como qualquer um poderia ter adivinhado, esses dois rapidamente se tornaram ligados para a vida toda, agora que um finalmente encontrou o outro.

Compartilhar suas deficiências auditivas apenas ajudou a conectá-los ainda mais, à medida que ambos aprenderam um com o outro. Nick até fez uma conta no Instagram chamada “Nick e Emmerson”. Lá é possível se atualizar sobre tudo o que Nick chama de “dois meninos especiais” e suas aventuras.

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Cachorrinha idosa resgatada do abandono se acalma ao ganhar um brinquedo

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Nicole Marie Wasieleski não tinha intenção de adotar outro cão do abrigo onde ela é voluntária, a Liga de Resgate de Animais de Iowa nos Estados Unidos. Mas quando ela viu uma cachorrinha idosa e sozinha no canil, Wasieleski não conseguia tirar a imagem do cachorro da cabeça dela.

“Quando a vi no abrigo, pensei que ela parecia uma velha loba e queria conhecê-la”, disse Wasieleski ao The Dodo. “Ela era tão quieta e gentil.”

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Aos 10 anos de idade, Kairi passou por bastante coisas nos últimos anos. Ela perdeu sua primeira família de repente e, apesar de encontrar uma nova casa com Wasieleski, Kairi estava tendo problemas para se ajustar a todas essas mudanças. Wasieleski se dedicar totalmente à cachorrinha – algo que poderia ajudá-la a se sentir segura e protegida.

Então, ela levou Kairi em um passeio especial para uma loja de animais, onde a cachorra idosa poderia escolher um brinquedo próprio, só dela. E Kairi sabia exatamente o que ela queria.

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Ela escolheu esse engraçado dinossauro cor-de-rosa e nós estávamos rindo e continuamos tentando fazer com que ela aceitasse brinquedos mais normais”, disse Wasieleski. “Ela os ignorou e levou o dinossauro por toda a loja e até o caixa”.

O “Dino” era baratinho, feito de tecido de rosa e azul e recheado de espuma, mas Kairi não deixa que ele nunca saia de sua vista.

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

“Desde então, ela vem carregando, jogando com ele e aconchegando-o”, disse Wasieleski. “Ela vai deixar meus outros cachorros jogarem cabo-de-guerra com isso, mas eles sabem que não podem destruí-los como se destruíssem todos os outros brinquedos.”

Kairi sofre de ansiedade de separação, e sua forma de mostrar a sua nova mãe e seu pai que ela não está satisfeita com eles, é mastigando os tapetes da casa. Para ajudá-la a se sentir mais segura, a mãe começou a tentar ensiná-la a ficar sozinha e é aí que Dino realmente começou a se mostrar muito mais do que um brinquedo.

“Estávamos muito preocupados porque ela latia muito e coçava o corpo todo e não queríamos que ela se machucasse”, disse Wasieleski. “Mas quando Dino está com ela, ela fica em silêncio”.

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Kairi está se ajustando lentamente à sua nova casa e, com frequência, coloca uma de suas grandes patas cinzas no braço de sua mãe, mostrando-lhe o quão grata ela está pela segunda chance.

“Nós realmente não podemos acreditar em quanta energia ela tem para a idade dela”, disse Wasieleski. “Ela brica de lutar com meus outros cães de 2 anos de idade e depois quer descansar e se aconchegar comigo ou com seu dinossauro”.

Embora Kairi esteja se tornando mais independente, sua família ainda tem um plano alternativo, caso Dino desapareça.

“Já tratamos de voltar a loja para pegar outro dinossauro”, disse Wasieleski. “Caso algo aconteça com este”.

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Cachorra perdida reencontra tutores após oito anos de separação

Laila filhote | Foto: Sophia Hanson

Laila filhote | Foto: Sophia Hanson

Sophia Hanson tinha o hábito de deixar seus dois cães da raça pit bull, Laila e seu irmão Blake, saírem para brincar no quintal.

Quando ela foi ver como eles estavam pouco tempo depois, os cachorros haviam desaparecido. “Ainda não temos certeza se eles foram roubados porque não havia porta aberta – não havia nada”, Hanson disse ao The Dodo. “Os dois apenas sumiram”.

Depois de um ano de busca, Hanson e seu marido encontraram um post em um site na internet, o Craigslist. Alguém que morava não muito longe de seu bairro em San Antonio, Texas (EUA), estava vendendo um pit bull por 500 dólares que parecia de uma forma muito suspeita com Blake.

Blake filhote | Foto: Sophia Hanson

Blake filhote | Foto: Sophia Hanson

“Então resolvemos nos aproximar do vendedor fingindo um falso interesse: ‘Oh, vamos comprar apenas um cachorro’. Nosso dinheiro estava pronto”, disse Hanson. “Quando fomos nos encontrar e confirmamos que era ele, vimos que eles o colocaram na maior corrente que eu já vi.”

“Ele ficou muito confuso por um tempo”, Hanson acrescentou. “Toda essa reabilitação foi um processo, mas agora ele é o maior ursinho de pelúcia”.

Vendo o estado em que Blake estava, os Hanson temiam que coisa pior tivesse acontecido com a doce e desajeitada Laila. Ainda assim, durante anos, Hanson continuou a procurar nos abrigos locais, e na internet, na esperança de ver o rosto de sua filhinha de quatro patas novamente.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

O que Hanson não sabia era que Laila tinha um anjo da guarda cuidando dela.

Quando Janice Rackley viu Laila pela primeira vez em 2018, a cachorrinha estava sozinha em um campo, sofrida e desnutrida ela era apenas pele e osso. Ficou claro que ela estava sozinha há algum tempo já, provavelmente se amor ou cuidados.

Rackley sabia que tinha que fazer alguma coisa.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

“Ela só precisava de ajuda e ninguém iria ajudá-la”, disse Rackley ao The Dodo. “Eu apenas sinto que eu estava ali e a encontrei por um motivo e a razão disso era que eu tinha que ajudá-la. Ela dependia de mim naquele momento.

Todos os dias, Rackley saía para o campo, carregando pesados jarros de água e comida.

A princípio, a cachorra ficou tão aterrorizada que correu na direção oposta assim que viu Rackley se aproximando – mas, eventualmente, Rackley ganhou sua confiança.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

“Eu acho que demorou cerca de seis meses, quando ela finalmente começou a se aproximar e chegar mais perto, então ela finalmente me deixou acariciá-la”, disse Rackley. “Naquele momento eu pensei: ‘Talvez eu consiga pegar uma coleira, já que ela está me deixando acariciá-la, e posso ficar com a coleira enquanto a alimento’. Mas sempre que ela via essa coleira, a cachorrinha saía correndo”.

Quando a véspera de Ano Novo se aproximou e o tempo ficou frio, Rackley sentiu que poderia ser sua última chance de resgatar a cachorra – então ela decidiu fazer algo imprudente.

“Acabei de pegá-la, joguei-a por cima do meu ombro e caminhei por ela por 40 pés nesse campo para levá-la até o meu carro”, disse Rackley. “Ela estava realmente muito calma quando eu peguei ela, ela era tão doce como eu jamais imaginei que seria”.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

Durante um mês, Laila recusou-se a deixar a casa de Rackley. Quando a personalidade da cachorrinha começou despontar, Rackley percebeu que o passado do cachorro perdido tinha mais segredos do que ela pensara anteriormente.

“Levou um tempo para ela voltar ao normal, mas uma vez que ela conseguiu, Laila se mostrou o cão mais doce do mundo”, disse Rackley. “Ela sabia sentar, sabia dar a pata, sabia como se deitar. Eu estava tipo, ‘nossa, alguém realmente ensinou tudo isso a ela.

Alguém deve sentir falta dela.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

Rackley levou Laila para ser examinada pelo controle de animais e, descobriu que ela tinha um microchip.

A apenas 40 milhas de distância, era apenas mais uma noite normal para Hanson e seu marido. “Meu marido e eu estávamos andando pela casa, desligando as luzes e nos certificando de que os filhotes estavam na cama”, disse Hanson. “Pouco antes de desligarmos a luz, recebemos uma ligação. Meu marido ficou tipo: “O que ?! Você pode repetir isso? “E ele colocou no viva-voz e nós ficamos tipo,”Isso é verdade mesmo?!”.

Oito anos ja haviam se passado, mas Hanson não podia esperar nem mais um minuto para ver Laila novamente, então ela pulou com tudo no carro. Quando Rackley trouxe Laila para fora, e ela pôs os olhos em sua mãe, todos os presentes ficaram comovidos pela reunião emocionante das duas.

Foto: Sophia Hanson

Foto: Sophia Hanson

“Ela apenas respondeu imediatamente, como se dissesse, ‘é você mesmo?’ “, Disse Hanson. “E então todos cmeçaram a chorar e doi um momento muito delicado”.

Embora Laila tivesse mudado de muitas maneiras, ela deixou claro para seus pais que se lembrava de sua antiga vida e de ambos.

“Nós costumávamos chamá-la de Scooby Doo porque ela fazia os sons mais loucos que você já ouviu”, disse Hanson. “Meu marido fazia brincadeiras imitando o desenho animado: ‘Scooby Doo! Scooby Doo! E ela reconheceu a brincadeira imediatamente”.

Agora em uma casa com três outros cães de resgate todos sênior, incluindo seu irmão Blake, Laila está se acostumando aos poucos à sua “nova vida antiga”.

Foto: Sophia Hanson

Foto: Sophia Hanson

Enquanto ela ainda se sente um pouco cautelosa em torno de seus novos irmãos, ela não poderia estar mais feliz por estar em casa. E os pais dela são tão gratos que a família deles está reunida novamente.

“Ainda não podemos acreditar”, disse Hanson. “Às vezes passamos por ela e temos que dar uma olhada pra nos certificarmos de que é tudo verdade mesmo. É extremamente surreal. Ela está na mesma cadeira, no mesmo lugar, deitada em sua mesma posição doce de cabeça para baixo. E é engraçado vê-la tão à vontade – eu nem consigo imaginar o que ela passou”.

“Mas o que importa é que ela esta de volta: em casa.”

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