Família abandona cadela de 17 anos de idade por ela estar idosa

Maddison, uma cadela de 17 anos de idade, foi abandonada pela família em um abrigo em Los Angeles, nos Estados Unidos. A justificativa dada pelos tutores para se desfazer de Maddison foi a idade avançada dela.

Foto: Pet Harbour

A cadela se dá bem com outros cães e também com gatos, é dócil, gosta de brincar e se exercitar, embora também adore ficar dentro de casa, na companhia das pessoas. Quando foi levada ao abrigo, no entanto, sua realidade mudou. E ela passou a ter apenas uma baia para viver confinada e sozinha.

A vida triste e solitária no abrigo, porém, durou pouco. Logo que a história comovente de Maddison foi divulgada, várias pessoas se dispuseram a adotá-la e ela pôde encontrar um novo lar. As informações são do portal APost.

Foto: Pet Harbour

Embora tenha vivido um traumático abandono, Maddison conseguiu ter um final feliz e encontrou uma família para cuidar dela até o final de seus dias.

O abandono sofrido pela cadela é a realidade de milhares de animais em todo o mundo. Muitos deles, sequer são deixados em abrigos. Jogados na rua, passam fome e sede, suportam frio e calor excessivo, tomam chuva, adoecem e muitas vezes morrem sem ter direito a uma segunda chance.

Abrigo é arrombado e cinco cães são encontrados mortos no RS

Cinco cachorros foram encontrados mortos no domingo (21) em um abrigo em Encruzilhada do Sul, no Rio Grande do Sul. Marcio Morais, que trabalha no local, encontrou sinais de arrombamento no abrigo. A suspeita é de que os cães tenham sido mortos a pauladas.

Foto: Marcio Morais/Arquivo Pessoal

“Nos fins de semana e feriados, vamos de manhã e de tarde alimentar, limpar, ver se está tranquilo. Quando ele [colega] chegou domingo, se deparou com a cena. Nem entrou, me ligou e disse que tinham arrombado. Eu moro perto, cheguei ali e me deparei com essa cena também”, conta.

O colega de Marcio esteve no abrigo no sábado e tudo estava normal. O lugar acolhe animais desde 2017 e os disponibiliza para adoção. As informações são do G1.

Ao encontrar os cães mortos, a dupla acionou a Brigada Militar e foi orientada a fazer um boletim de ocorrência em uma delegacia. Na manhã da segunda-feira (22), o registro do crime foi feito.

Foto: Marcio Morais/Arquivo Pessoal

Além dos cachorros terem sido mortos, ração, medicamentos e produtos de limpeza foram levados pelos criminosos.

O caso é investigado pela Polícia Civil, que apura os crimes de furto qualificado e crueldade contra animais. Segundo a delegada Raquel Schneider, uma denúncia está sendo apurada. “Já teve uma denúncia que está nos auxiliando, estamos tentando identificar o autor ou os autores. Mas continuamos pedindo que, se alguém tiver mais informação, que nos passe, não precisa se identificar”, salienta. A delegada lembra que se alguém tentar comercializar um saco de ração de 25 kg, é para desconfiar. “Foram levados 10 sacos do local”, diz.

Denúncias sobre o caso podem ser feitas através dos números (51) 37331042 ou final 1976, além do 197 da Polícia Civil e 190, da Brigada Militar. No abrigo, não há câmeras de segurança.

Foto: Marcio Morais/Arquivo Pessoal

Gato acolhe e abraça novos gatinhos que chegam em abrigo

Benny foi covardemente abandonado quando era apenas um recém-nascido. Ellen Carozza, uma técnica veterinária, o resgatou das ruas e o adotou, levando-o para seu abrigo particular, onde mantém centenas de animais salvos.

Reprodução / Razões Para Acreditar

Quando resgatado, Benny estava doente. Ele passou por um longo processo de recuperação envolvendo medicação adequada, alimentação balanceada e a aplicação de injeções contra doenças.

Ellen afirma que, mesmo doente, Benny era um amorzinho. “Ele tinha tanto amor para dar que se tornou o pai adotivo de todos os outros animais do abrigo”, diz.

A veterinária costuma levar gatinhos recém-resgatados para casa de modo a cuidar deles até que estejam grandes e fortes o suficientes para serem encaminhados para outras famílias.

E Benny leva seu papel muito a sério ao lidar com os filhotes.

Reprodução / Razões Para Acreditar

Certo dia, Ellen trouxe Winnie para casa. A pequena nasceu com apenas metade do peso normal de um gatinho. Benny não perdeu tempo e já embrulhou Winnie em seus braços, carregando-a de amor, calor e proteção!

“Quando os gatinhos não estão com Benny, eles ficam aconchegados em uma mãe artificial com um batimento cardíaco simulado para o conforto do filhote”, observa Carozza. “Mas algo artificial não ronrona. Não limpa você. Não ajuda você a ser um gato. Benny preenche essas lacunas.”

“O papel de Benny é conforto e socialização”, disse Ellen. “Ser capaz de aconchegar-se contra outro gato e não contra um bicho de pelúcia faz maravilhas para o bem-estar mental deles.”

“Ele fica muito deprimido quando não temos gatinhos. Eu gosto de pensar que ele está nos devolvendo o favor que lhe fizemos há alguns anos “, disse Ellen.

Reprodução / Razões Para Acreditar

Fonte: Razões Para Acreditar

ONG promove programa de leitura para ressocializar cães abandonados

A Humane Society Of Missouri (HSMO), ONG com sede no Missouri, nos Estados Unidos, criou um programa de leitura para ressocializar cachorros abandonados. As histórias são lidas por voluntários com idades entre seis e 15 anos, cadastrados pelos responsáveis.

Cachorro resgatado pela ONG norte-americana (Foto: Humane Society Of Missouri)

Segundo os profissionais da entidade, a iniciativa é benéfica não só para os animais, mas também para as crianças e jovens que dela participam, já que ajuda a desenvolver a empatia e a compaixão, além de habilidades de leitura.

“O programa também faz com que essas crianças causem um impacto positivo no mundo, por estarem ajudando animais com necessidades”, afirmou Joellyn Klepacki, diretora de educação da HSMO. As informações são do portal Globo Rural.

Os cães, por sua vez, são encorajados a vencer a timidez e a ansiedade e se aproximar dos voluntários, o que os torna mais sociáveis. Essa melhora no comportamento do animal o ajuda a ser adotado, já que, segundo a ONG, os animais mais desinibidos são adotados mais rapidamente. Com isso, esses cães reduzem a média de permanência no local, o que é bom, já que, segundo a entidade, animais que ficam por muito tempo em abrigos têm mais chance de desenvolver problemas de saúde.

Porco que vive na fazenda da ONG (Foto: Humane Society Of Missouri)

Cerca de 2,4 mil voluntários inscritos no programa comparecem diariamente para contar histórias para os cães. Com isso, todos os cachorros que ficam nos andares de adoção já ouviram pelo menos uma leitura. Segundo a diretora, cerca de 10 mil animais são adotados por ano no abrigo. “Ao todo, os jovens voluntários já gastaram mais de três mil horas lendo para os animais”, disse.

Além do programa de leitura, a ONG, fundada em 1870, tem um centro de reabilitação para animais de fazenda, com 165 acres, chamado Longmeadow Rescue Ranch. A entidade está prestes a comemorar o 150º aniversário.

“Nós resgatamos, reabilitamos e buscamos um novo lar para animais de fazenda de todos os tipos, como cavalos, galinhas, patos, ovelhas, cabras, porcos, mini-cavalos, burros, lhamas, alpacas, entre outros”, conta Klepacki.

Bode foi resgatado pela entidade nos EUA (Foto: Humane Society Of Missouri)

Outro programa criado pela entidade é o Pet Pal, por meio do qual voluntários passeiam com os cachorros do abrigo. Há ainda, a iniciativa “pais adotivos”. Através dela, pessoas oferecem lares temporários para animais que estão doentes ou para filhotes. Para saber como educar e brincar adequada com os animais, a ONG oferece educação humanitária aos voluntários.

O abrigo é mantido com contribuições privadas de pessoas físicas, corporações e doações e nenhum imposto é destinado a ONG, que tem cerca de 250 funcionários e aproximadamente 900 voluntários.

Para adotar um animal, o interessado preenche um questionário e passa por uma entrevista, além de pagar uma taxa que é usada para cobrir parte do custo dos cuidados do animal adotado.

Cão corre e abana o rabo ao ser adotado após viver 9 anos em abrigo

Um cachorro que viveu nove anos em um abrigo, à espera de um lar, não conteve a felicidade ao ser adotado. A alegria do animal foi registrada em um vídeo, que foi divulgado na internet e já teve mais de 31 mil visualizações.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Nas imagens, o cachorro late, corre de um lado para o outro e abana o rabo sem parar. Feliz, ele parece comemorar o fato de ter encontrado um lar para viver. As informações são do Portal Amigo Cão.

Depois de longos nove anos vivendo em uma baia de abrigo, sem ter o carinho de uma família, ele teve a chance de recomeçar a vida ao lado de seus novos tutores.

No Brasil, casos semelhantes acontecem. Muitos animais passam a vida inteira vivendo em abrigos, sem conseguir encontrar um lar. Alguns deles, morrem à espera de um tutor.

A realidade, no entanto, é ainda pior nas ruas. Com o abandono crescente no país, muitos animais passam fome, sede, vivem expostos às condições climáticas, sofrem maus-tratos e desenvolvem doenças ao viverem em situação de abandono.

Para solucionar o problema, as únicas soluções são a castração e a escolha por adotar ao invés de comprar um animal. Dessa forma, o número de animais abandonados ou abrigados por ONGs e canis municipais tende a diminuir.

Confira o vídeo do cachorro feliz ao ser adotado:

Beagles destinados à morte após final de testes de laboratório são salvos por abrigo de animais

Foto: Michigan Humane Society/Facebook

Foto: Michigan Humane Society/Facebook

Um grupo de beagles que foram destinados a morte após serem submetidos a dolorosos testes laboratoriais de agrotóxicos foram resgatados por um abrigo de animais.

Os cães chegaram à Humane Society de Michigan (EUA) na terça-feira, quase um mês depois que a notícia de sua morte iminente provocou clamores e protestos em nível mundial.

Agora, eles provavelmente serão adotados e ganharão uma família. A Humane Society compartilhou uma foto de um voluntário com um dos cachorros no colo em sua página no Facebook.

Eles escreveram abaixo da publicação: “Estamos felizes em anunciar que os beagles do estudo estão agora sob nossos cuidados. O processo de avaliar cada um deles individualmente para determinar quando e se estarão disponíveis para adoção provavelmente levará várias semanas.

“Um prazo estimado para quando esses beagles estarão disponíveis para adoção e detalhes sobre os pedidos de adoção serão anunciados através de nossos canais sociais.

“Nosso foco agora é trabalhar no sentido de encontrar oportunidades positivas de encontrar lares e famílias para cada um dos animais.

Uma das pessoas que comentou no post contou ter adotado um beagle anteriormente usado em testes de laboratório alertou para o fato de que os cães acham muito mais difícil se adaptar à vida de um animal.de estimação por causa da dor que eles tiveram que suportar nas mãos de outros humanos.

No mês passado, foi relatado que os beagles seriam mortos apenas para que seus órgãos pudessem ser examinados com o objetivo de mensurar os danos que eles sofreram durante os testes com os pesticidas. Isso seria feito com o objtivo egoísta de averiguar se esses produtos químicos teriam possibilidade de representariam um risco para os seres humanos. Eles deveriam ser mortos no início de julho.

Foto: Humane Society of America

Foto: Humane Society of America

A Humane Society of America disse que 36 beagles foram selecionados para o estudo doloroso, e a Michigan Humane Society (filial da primeira) ainda vai quantos deles sobreviveram à agressão que sofreram antes de serem resgatados. Os beagles são uma escolha comum para testes de laboratório por causa de sua natureza gentil, leal, dócil. Esses cães dificilmente reagem quando submetidos a tratamentos dolorosos.

A Dow AgroSciences, que encomendou a pesquisa sobre os cães, afirmou que os animais tiveram que ser sacrificados para cumprir as regulamentações no Brasil, onde a substância química testada deveria ser contada. Mas a equipe da Humane Society pressionou o governo brasileiro, que cedeu afirmando que eles estavam felizes em conceder salvos condutos para salvar a vida dos cães.

Cachorro é abandonado após ser picado por centenas de abelhas

Um cachorro foi abandonado após ser picado por centenas de abelhas. O corpo dele tinha mais de mil marcas que fizeram com que ele desenvolvesse uma reação alérgica. O caso aconteceu em Michigan, nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução / Histórias com Valor

Com a pele repleta de feridas causadas pela alergia, o cachorro foi levado pelos tutores ao veterinário. Na clínica, um antibiótico foi administrado no animal, mas ele também era alérgico ao medicamento, o que fez que o quadro de saúde dele piorasse. Diante da situação, os tutores dele foram embora e nunca mais voltaram para buscá-lo, abandonando-o no estabelecimento que o atendeu.

Com apenas 10 meses de idade, Stringer havia sido deixado pelos tutores no momento em que mais precisava deles. O caso dele era tão grave que poderia facilmente ser indicado o sacrifício por um veterinário. No entanto, a fundadora da ONG LuvnPupz, Carri Shipala, decidiu ajudar o animal e não mediu esforços para salvá-lo.

“Eu sinto que isto se trata de um verdadeiro resgate”, disse Shipala. As informações são do portal Histórias com Valor.

Foto: Reprodução / Histórias com Valor

Levado para o abrigo da entidade, Stringer passou a se recuperar dos ferimentos para que, depois, possa ser disponibilizado para adoção. Apesar de ainda ter um longo tratamento pela frente, ele já apresenta melhora e tem conseguido se alimentar sozinho.

Além da alergia, ele tem feito tratamento também para sarna, que, segundo Shipala, provavelmente foi exacerbada “pelas picadas”. No entanto, após o diagnóstico de sarna, ele teve que ser transferido para a Clínica Veterinária Allegan, já que a doença é contagiosa. No local, ele tem recebido todos os cuidados necessários.

Apesar da evolução no quadro de saúde, Stringer precisa se recuperar não apenas fisicamente, mas também psicologicamente, já que ele ficou deprimido depois de tudo que viveu.

Shipala explica que, após 30 dias, a condição clínica e o comportamento do cão serão analisados para que seja discutido se ele já estará apto para ser adotado.

Criado na embaixada equatoriana, gato de Julian Assange teria sido levado para abrigo

Apesar das dúvidas sobre o destino do gato de Julian Assange, preso na manhã desta-quinta (11), o escritor James Ball garante que o animal foi levado para um abrigo de animais.

O gato foi dado a Assange pelos filhos dele em 2016. A ideia era oferecer uma companhia ao ativista na embaixada equatoriana, em Londres, na Inglaterra, segundo a BBC.

Foto: Reprodução/Twitter @EmbassyCat

No entanto, segundo um dos advogados do ativista, Carlos Poveda, Michi, como é chamado o gato, foi retirado da embaixada pela polícia britânica antes que Assange, criador do Wikileaks, fosse preso.

“Pelo menos o gato se salvou. Foi entregue, não sei se a um amigo, mas saiu da embaixada semanas antes”, disse o advogado.

Não há, no entanto, informações concretas sobre a data em que o gato foi retirado do local. Algumas fontes afirmam que a polícia levou o animal em novembro, após a Embaixada do Equador afirmar que não iria mais arcar com os gastos de Michi. Assange teria permitido que o gato fosse levado para que pudesse ter uma vida mais saudável, segundo informações do jornal italiano La Repubblica.

E mesmo havendo dúvidas sobre o paradeiro do gato, inclusive por parte dos advogados de Assange, James Ball assegura que o animal foi levado para um abrigo, conforme publicou no Twitter. O escritor disse ainda que se ofereceu para adotar o gato, mas não obteve sucesso na tentativa de adoção.

“Para registro: o gato de Julian Assange foi entregue a um abrigo pela embaixada do Equador tempos atrás, então não esperem uma extradição felina pelas próximas horas”, escreveu.

Michi tinha perfis no Twitter e no Instagram com o nome “gato da embaixada”. No entanto, desde outubro de 2017 não há atualizações nas redes sociais dele.

Deslizamento de terra atinge abrigo que mantém 170 animais no RJ

Um deslizamento de terra causado pelas fortes chuvas que caíram na cidade do Rio de Janeiro atingiu um abrigo que mantém 170 animais, que, agora, correm risco. O caso aconteceu em Itanhangá, na Zona Oeste.

Foto: Reprodução/Bom Dia Rio

A terra de um barranco deslizou e atingiu uma casa que fica no terreno onde vivem os animais. Cães e gatos também foram atingidos pelo deslizamento.

Daniela, que administra o local, afirmou que dois cachorros fugiram assustados durante a chuva pelo buraco aberto em uma das cercas da casa durante a tempestade. As informações são do G1.

Foto: Reprodução/Bom Dia Rio

Apesar dos riscos que o abrigo representa para os animais atualmente, não há meios de retirá-los do local porque a Estrada do Itanhangá, que dá acesso ao abrigo, está em condições que impedem que ela seja usada pelos funcionários do abrigo. A Defesa Civil também encontra dificuldades para passar pela estrada.

“Não tenho como tirar os animais daqui. Quando cheguei, depois da chuva, estava tudo um caos, eles estavam muito assustados, sujos de lama. A casa está cheia de lama, perdemos várias coisas dos animais”, diz Daniela.

A Defesa Civil emitiu nota por meio da qual afirmou que recebeu um chamado sobre o caso e que irá tentar enviar agentes o mais rápido possível para o local.

Abrigo contrata funcionários para dar carinho para animais

Muitas pessoas resgatam animais e se preocupam em cuidar deles e dar-lhes amor. Isso porque eles têm um coração nobre que é movido por situações tristes ou injustas. Mas para todas aquelas pessoas, o que aconteceria se eles abraçassem filhotes e ganhassem algum dinheiro? Seria o trabalho perfeito! No entanto, embora pareça irreal, existe.

Foto: Tampa Bay Humane Society / Portal Mulher Contemporânea

Acontece que a Tampa Bay Humane Society, na Flórida (EUA), teve alguns problemas com o número de voluntários que eles têm para cuidar dos filhotes, é por isso que o dono do local – um amante dos animais – está procurando pessoas que querem trabalhar da mesma maneira que ele, fazendo que os filhotes se sintam bem.

Para isso, basta sentir muito amor por eles e estar sempre pronto para abraçá-los, especialmente quando estão assustados ou confusos após saírem de uma cirurgia.

Foto: Tampa Bay Humane Society / Portal Mulher Contemporânea

O abrigo muitas vezes têm numerosos voluntários, mas geralmente são estudantes que ao retornar à escola após as férias não conseguem permanecer no voluntariado. Então, o número de voluntários cai significativamente, prejudicando os animais.

Além disso, estar em contato constante com pessoas que os acariciam e os dão atenção ajuda a encontrar um lar definitivo mais rápido, porque quando eles encontram suas famílias geralmente não se sentem desconfortáveis ​​e só pedem o amor com o qual estão acostumados.

Foto: Tampa Bay Humane Society / Portal Mulher Contemporânea

Fonte: Portal Mulher Contemporânea