Cantor aparece em vídeo abusando sexualmente de porco

Divulgação

O cantor amazonense Gabriel Tavares, também conhecido como Biell Loop, foi notificado por uma equipe da Batalhão Ambiental da Polícia Militar após aparecer em um vídeo abusando sexualmente de um porco. O vídeo mostrando os maus-tratos viralizou nas redes sociais no início dessa semana.

As imagens mostram o vocalista da banda Na Pegada seminu supostamente penetrando um porco no que parece ser uma propriedade rural. A filmagem mostra ainda um homem surpreendendo Gabriel durando o abuso. O cantor reage ironicamente mostrando uma propaganda da banda de forró.

O caso foi denunciado pela população e pela deputada estadual Joana Darc (PR), que também é presidente da Comissão de Meio Ambiente e Proteção dos Animais da Assembleia Legislativa do Amazonas (Ale-AM). Ela acompanhou os militares que notificaram o cantor e garantiu que não medirá esforços para que ele não escape impune.

Reprodução

Gabriel afirma que não chegou a abusar sexualmente do porco e que tudo não passou de uma simulação e “brincadeira de mau gosto”. O cantor deve comparecer a Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente na quinta-feira (7) para prestar depoimento.

Joana afirma que a atitude do Gabriel é repudiável e transporta uma carga simbólica de banalização do abuso de indefesos. “Quem faz isso com um animal, faz com uma mulher, uma criança, um idoso”, disse a deputada.

E completou: “Ele só não foi preso, porque já tinha passado o flagrante. O que ele fez, além de imoral é crime. Parabéns a população por denunciar, temos que repudiar atitudes criminosas como essa”, disse Joana através de uma nota enviada pela assessoria de imprensa.

Cão é abusado sexualmente por agente de polícia nos Estados Unidos

A imagem não é do cão abusado. Foto: In Defense of Animals

As investigações contra Terry Yetman, um oficial do Departamento de Polícia da Cidade de Bossier, começaram em agosto de 2018, pela Unidade de Vítimas Especiais da Polícia do Estado da Louisiana e foram descobertas evidências de abuso sexual a um animal nos dispositivos eletrônicos do policial.

Yetman se entregou ao Departamento do Xerife do Condado de Bossier depois de tomar conhecimento sobre dos mandados de prisão, Em 19 de dezembro do ano passado. Yetman foi preso e responde por vinte acusações criminais de realizar atos sexuais com um cachorro e outras vinte por filmar os atos.

Em 17 de janeiro deste ano, Terry Yetman compareceu ao tribunal mas data do julgamento ainda não foi definida.
O cão abusado, um malinois belga aposentado, será transferido do abrigo de animais local para uma instalação no Texas.

Punição

De acordo com a lei estadual da Louisiana, um indivíduo condenado pela primeira vez por abuso sexual de um animal recebe uma multa máxima de dois mil dólares (cerca sete mil reais), pena de prisão de cinco anos, avaliação psicológica e proibição de contato com animais por um período mínimo de cinco anos.

Por um segundo crime a multa é de vinte e cinco mil dólares (cerca de noventa e cinco mil reais), uma sentença máxima de dez anos de prisão e as restrições relacionadas.

A ONG In Defense of Animals diz que está acompanhando de perto o caso e que espera nenhum pedido ou misericórdia seja oferecido a Terry Yetman pela atrocidade.

Cachorro vítima de abuso sexual é resgatado em bairro do RJ

Foto: Pixabay

Policiais civis da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) resgataram, na última quarta-feira (23), um cachorro que seria vítima de zoofilia (prática sexual de humanos com animais) na Taquara, Zona Oeste do Rio. A denúncia chegou ao conhecimento do poder público após denúncia encaminhada pela Linha Verde (0300 253 1177), programa do Disque Denúncia exclusivo para o meio ambiente.

Segundo a especializada, após o recebimento das informações, os agentes foram até a residência indicada e encontraram o cão no interior do imóvel, que de fato possuía algumas lesões. Ele foi encaminhado à Fazenda Modelo enquanto a DPMA aguarda laudos de exames feitos no animal. O suspeito de cometer o crime assinou um termo circunstanciado e deverá se apresentar em breve ao Juizado Especial Criminal.

A população pode denunciar qualquer crime ambiental no Estado do Rio ao Linha Verde, pelos telefones 0300 253 1177 (custo de ligação local) e (21) 2253 1177 ou ainda através do aplicativo “Disque Denúncia RJ”, enviando fotos e vídeos. Em todos os canais, o anonimato é garantido ao denunciante.

Fonte: O Dia 

Cadela é resgatada com suspeita de estupro em Teresina (PI)

Reprodução

Um caso de maus-tratos de animais surpreendeu a população teresinense. O caso aconteceu na zona Leste de Teresina. Uma cadela gravemente ferida foi resgatada pela ONG Bento III. A suspeita é que o animal possa ter sido violentado por usuários de drogas que moravam em um terreno baldio da cidade. O resgate foi realizado no último domingo (13).

De acordo com Raissa Rocha, integrante da ONG que realizou o resgate da cadela, moradores e pessoas que passavam pelo local denunciaram a situação. “Nos mandaram um vídeo e fomos até o local checar. Ao chegarmos lá nos deparamos com ela chorando e com a vulva rasgada, sangrando muito. Encaminhamos diretamente para o hospital para que desse inicio ao tratamento”, disse.

Segundo Raissa a cadela está muito estressada e nervosa, o que está dificultando a realização dos exames. “Ela quase não está comendo. É perceptível o medo e o stress, então é preciso calma. O estupro só poderá ser, de fato, comprovado depois que fizermos o exame especifico, para então efetuarmos a denúncia oficial a delegacia do Meio Ambiente”, afirma.

A ONG publicou um post pedindo ajuda para custear o tratamento da cadela, que foi carinhosamente batizada de “Vitória”. Até o momento, ela segue internada recebendo medicação. Para ajudar, mais informações podem ser encontradas nas redes sociais da ONG Bento III. 

Fonte: Portal O Dia 

Cadela é vítima de abuso sexual em centro psiquiátrico em SP

Amarela foi vítima de um crime cruel e hediondo | Foto: Arquivo pessoal

A cadelinha Amarela tem cerca de 10 anos. Sua triste história começou há muito tempo, quando ela apareceu no Centro Pioneiro em Atenção Psicossocial (AJJE) da cidade de Franco da Rocha, Região Metropolitana de São Paulo.

Diversos cães e gatos também foram abandonados e viviam no local. À própria sorte, esses animais sobreviveram graças a ajuda das protetoras Leia Moreira e Vanusa Louro. Incansáveis, ela custearam através da realização de bazares, importâncias que custearam a alimentação e castração de cerca de 300 animais.

Felizmente, muitos animais tiveram a sorte de ser adotados e descobriram o que é um lar de verdade. No entanto, outros permaneceram no local esperando a mesma oportunidade. Entre eles, estava Amarela, uma cadelinha idosa e sem raça definida que foi vítima de um dos crimes mais bárbaros e cruéis que o ser humano pode cometer.

A cadelinha foi covardemente vítima de sucessivos estupros dentro das dependências do AJJE. Em um primeiro momento, ela foi encontrada por Leia, que realizava uma visita de rotina e acompanhamento, amarrada e com sangramento anal e vaginal. Próximo a cadela foi encontrado indícios de uma ejaculação. As protetoras cobraram um posicionamento da diretoria da instituição que se limitou a informar que poderia ter sido um paciente do local.

Sem provas, as protetoras sabiam que seria difícil fazer justiça para Amarela, mas o acaso deu uma contribuição. Em uma das visitas de rotina para verificar se os animais estavam com ração, a protetora Leia flagrou um funcionário do local que aparentava estar alcoilizado tentado atrair a cachorrinha com ração para um quartinho que fica nas dependências do AJJE. Ao ver Leia, Amarela se desvencilhou do criminoso e correu em direção à protetora como se pedisse ajuda. A presença de evidências deu fôlego a uma investigação. As protetoras registraram um boletim de ocorrência eletrônico e a Corregedoria da Saúde abriu um pedido de sindicância para a apuração do episódio.

Até o momento, a algoz de Amarela não teve a identidade revelada, mas a repercussão do caso trouxe um impacto positivo para a vida da cadelinha. Ela foi adotada por uma protetora que se comoveu com o caso e temeu pela vida da cachorra. Amarela finalmente terá um lar de verdade. “Será o fim definitivo do sofrimento. Lá ela receberá carinho, amor, e tudo mais que uma família pode proporcionar”, disse Vanusa Louro.

Amarela agora será carinhosamente chamada de Vitória | Foto: Arquivo pessoal

O pior já passou, mas a cadelinha ainda tem uma longa caminhada de recuperação. Além receber cuidados para os abusos físicos, Amarela também precisará transpor obstáculos e traumas psicológicos. Apesar de ser uma cadelinha doce e muito amável, ela não esconde seu medo e desconfiança do ser humano, principalmente com pessoas do sexo masculino.

Para Amarela é um final feliz, mas a luta das protetoras continua. Esforços estão sendo concentrados para salvar os animais que ainda vivem no local. Muito ainda precisa ser feito. Oito cães ainda estão à espera de adoção. Eles serão encaminhados para um abrigo que só aceitou recebê-los com uma condição: seis sacos mensais de ração e exames que comprovem que nenhum dos animais possui cinomose.

Agora, as protetoras tentam impedir que mais animais sejam vítimas de abuso | Foto: Arquivo pessoal

Uma veterinária generosamente realizará os exames a um preço baixo. A estimativa é que os cães sejam realocados até a próxima quarta (23). Para que isso se conclua, as protetoras pedem que voluntários e simpatizantes da causa animal apadrinhem os animais para ajudar a custear os exames e a alimentação. Para saber como ajudar ou adotar os cãezinhos, que já estão vacinados, vermifugados e castrados, basta entrar em contato com a Vanusa através do telefone (WhatsApp): 11 97281-0940.

Veja abaixo os cãezinhos que esperam por uma chance: 

Fotos: Arquivo pessoal