Atleta que mordeu e arrancou cabeça de galo vivo em jantar responderá a processo por crueldade animal

Imagem ilustrativa | Foto: Alamy

Imagem ilustrativa | Foto: Alamy

Ativistas pelos direitos animais estão movendo um processo contra o atleta Bixente Larralde por crueldade animal após imagens mostrando o acusado mordendo e arrancando a cabeça de um galo vivo durante um jantar com amigos terem sido divulgadas nas redes sociais.

A fundação Brigitte Bardot disse que as ações do acusado, que também é jogador de pelota basca, foram “chocantes e repugnantes”.

No breve vídeo aparentemente feito em junho, o atleta sorridente é visto sentado a uma mesa com amigos acompanhado de várias garrafas de vinho e um galo. Larralde agarra o pássaro e, enquanto luta, morde a cabeça da ave, que ele então arranca e cospe.

Daniel Raposo, da fundação BB, disse que os advogados da organização foram instruídos a processar. “Devemos destacar isso, porque é grave e punível pela lei”, disse ele.

Foto: Twitter/Reprodução

Foto: Twitter/Reprodução

“É sempre motivo de surpresa e repúdio em pleno ano de 2019 ver pessoas matando animais por diversão. Este homem pode ser um exemplo para os jovens – portanto, não podemos deixar que este ato fique impune”, acrescentou ele.

“Se foi uma noite de bebedeira ou não, os animais são seres sensíveis e existem leis que os protegem. O que ele fez é uma ofensa criminal”.

Larralde disse ao site de notícias Basco Mediabask que não queria comentar a ação legal. No entanto, o site informou que ele disse que estava ciente de que seu comportamento era “um erro e uma coisa péssima de se fazer”.

Se for condenado por crueldade contra animais, Larralde poderá ser multado em até € 30.000. Uma petição foi lançada, pedindo que ele seja excluído da equipe de pelota basca da França e abandonado pelos patrocinadores.

A organização que atua em defesa dos direitos animais 30 Million Friends disse que se juntaria à ação legal da fundação BB.

O jantar aconteceu após uma partida do campeonato em Hasparren, a sudeste de Bayonne, vencida pelo irmão mais velho de Larralde, Peio. A pelota basca é um esporte de quadra jogado com uma pancada de bola usando a mão ou uma raquete, bastão ou cesta.

O galo é um símbolo não oficial da França.

Atenção imagens fortes:

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Tribunal julga tutor que espancou cachorra até a morte

A cachorrinha de 11 meses, Lexi | Foto: BNPS

A cachorrinha de 11 meses, Lexi | Foto: BNPS

O tutor de um animal doméstico espancou e chutou seu filhote da raça pastor alemão de apenas 11 meses até a morte no que ele chamou de “ataque de raiva”, depois do crime o agressor ainda tentou esconder o corpo do animal na floresta, segundo um tribunal da cidade de Dorset, na Inglaterra.

Jon-Luc McLoughlin, de 26 anos, espancou tão severamente sua cachorra, chamada de Lexi, que ela morreu quase que instantaneamente.

Quando a cachorra morreu ele então carregou o corpo com a intenção de jogá-lo em uma área de árvores perto de sua casa em Poole, Dorset.

Mas o animal doméstico morto foi descoberto por algumas crianças moradoras da região que ficaram “traumatizadas” com o que encontraram.

McLoughin tinha adquirido a cachorra de um criador e convivia com ele há apenas um mês depois de comprá-lo com seu parceiro.

Na quinta-feira, ele apareceu na Corte de Magistrados de Poole, onde se confessou culpado de “causar sofrimento desnecessário a um animal protegido”.

O tribunal ouviu que um exame post mortem realizado no corpo de Lexi descobriu que ela tinha sofrido “trauma de força contundente”, incluindo uma laceração no fígado, sangue no abdômen e uma ruptura no estômago.

Durante uma entrevista policial, McLoughlin inicialmente tentou colocar a culpa pelas lesões em uma colisão no trânsito, mas depois confessou a morte, dizendo aos policiais que “ficou com muita raiva e não sabe o que aconteceu com ele”.

A morte foi relatada à RSPCA que levou a acusação contra McLoughlin ao tribunal.

Matthew Knight, o promotor do caso, disse: “Ele socou ou chutou o cachorro até a morte e jogou o corpo em algumas árvores perto de sua casa para camuflar o crime”.

Foto: Jon-Luc McLoughlin | Foto: BNPS

Foto: Jon-Luc McLoughlin | Foto: BNPS

“O corpo de Lexi foi encontrado por moradores locais e a cena perturbou as crianças que o viram”, disse Knight antes de acrescentar que, devido à gravidade dos ferimentos infligidos, “é provável que o cão não tenha sobrevivido por muito tempo”.

A equipe de defesa de McLoughlin argumentou que ele estava sob significativo estresse no momento devido a ser um “cuidador de seu pai doente”.

Como se houvesse alguma justificativa para a prática de um ato covarde e cruel como o assassinato a um ser indefeso que ele próprio trouxe para morar em sua casa.

Defendendo, James Moore disse: “Este episódio de raiva cega é onde o estresse levou a melhor sobre ele e tomou conta de seus atos”.

“Este não é apenas um bandido violento que acha que não há problema em tratar mal o seu próprio animal doméstico.”

Um assassino frio e calculista que matou um ser indefeso que só queria lhe dar amor, e ainda tentou esconder o corpo para sair impune com a atitude.

Durante a audiência, o magistrado Martin Arthur disse que as opções de condenação eram “completamente abertas” e que uma sentença de prisão não estava “fora da mesa”.

O caso foi adiado até o dia 5 de setembro.

As ações de McLoughlin foram criticadas pelo grupo de defesa dos direitos animais PETA, que pediu a prisão do assassino.

Elisa Allen, diretora da PETA, disse: “A dor e o medo que este filhote deve ter sofrido são quase inimagináveis”.

“Imploramos ao Tribunal de Magistrados de Poole que dê ao Sr. McLoughlin a sentença máxima, incluindo tempo de prisão, aconselhamento e uma proibição vitalícia de manter animais.”

“Como as ofensas repetidas são a regra e não a exceção entre os agressores de animais – que muitas vezes prejudicam também os seres humanos – esses atos devem ser tratados com a máxima seriedade”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Câmera escondida flagra caçadora alimentando cães com filhotes de raposa

Foto: SWNS

Foto: SWNS

Um investigador que atua em defesa dos direitos animais flagrou o momento em que um caçador alimentou seus cães com filhotes de raposa.

Paul Oliver, de 40 anos, é acusado de jogar os filhotes para seus cães antes que as duas raposas fossem encontradas mortas em uma lixeira. Ele nega acusações.

Na sexta-feira, o Tribunal de Magistrados de Birmingham (Inglaterra) assistiu as gravações secretas, depois que ativistas anti-caça instalaram as câmeras escondidas no canil South Herefordshire Hunt em 16 de maio de 2016.

Três pessoas foram julgadas por acusações de crueldade contra animais após as imagens secretas vieram à tona.

Foto: SWNS

Foto: SWNS

O vídeo mostra um homem carregando um filhote de raposa até os canis, enquanto os cães podem ser ouvidos latindo alvoroçadamente.

Minutos depois, o homem sai do canil e joga o animal morto em uma lixeira antes de borrifá-lo com um líquido.

Oliver, a empregada do canil Hannah Rose, 30, e o terrierman Nathan Parry, 40, negam as quatro acusações de causar sofrimento desnecessário a um animal protegido.

Julie Elmore, 55, de Abergavenny, País de Gales, e Paul Reece, 48, de Itton, no País de Gales, admitiram duas acusações de causar sofrimento desnecessário a um animal protegido.

O tribunal ouviu como o investigador dos direitos animais, Karl Garside, capturou as filmagens depois de colocar um rastreador magnético no Land Rover da Parry.

Foto: SWNS

Foto: SWNS

Ele disse que as câmeras foram instaladas perto de trailers brancos no local onde fica o canil SHH Kennels, onde ele também encontrou um filhote de raposa em uma gaiola.

Garside, o investigador, observou que a caça à raposa foi proibida em 2005, então ele instalou a câmera para descobrir por que o filhote de raposa estava lá.

Ele disse que as imagens mostram um homem de boné colocando a raposa morta em uma lixeira, antes de ser visto levando outro filhote de raposa para dentro do canil.

Garside acrescentou: “Ele é visto então pulverizando algo sobre as raposas no lixo, fomos ao local mais tarde e vimos os filhotes de raposa no lixo, eles estavam azuis.”

Um funcionário rural disse ao tribunal que acredita que as raposas podem ter sido mortas com um martelo antes de serem dadas aos cães.

A testemunha de defesa, que foi referida apenas como Dr. Lomax, disse: “Sabemos que as lesões na cabeça e no peito ocorreram com cerca de um minuto de intervalo entre uma e outra.

“Pode-se supor que o golpe na cabeça teria sido o primeiro”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Porquinho é encontrado sufocando preso dentro de um carro fechado

Foto: @News4Jax

Foto: @News4Jax

Um casal da Flórida (EUA) está respondendo a acusações de crueldade contra animais depois de deixarem um porco sufocando em um carro fechado, sem ar condicionado, comida ou água do lado de fora de um shopping center.

Mark Gray, de vinte anos de idade, e Trinity Tavarez-Soto, de 19, foram presos na segunda-feira à tarde nos arredores do shopping Avenues Mall, em Southside Boulevard, Jacksonville, Flórida (EUA), onde estavam fazendo compras.

De acordo com um relatório da prisão, o porco, descrito como manchado, foi encontrado no banco de trás do carro, no chão.

As fotos mostram o assento coberto com vários itens, em uma “bagunça generalizada”.

Miranda Lamendola e seu colega de trabalho viram o porco sufocando no carro fechado e relataram o caso ao segurança do shopping, conforme relatado pela rede de televisão CBS News 4 Jax.

Como o segurança não estava autorizado a acessar o carro sem a permissão do proprietário, Lamendola ligou para a polícia.

“O porco não tinha água ou comida e estava em pânico”, disse ela ao News 4 Jax, acrescentando: “Estou enlouquecendo depois de 45 minutos de todo esse processo horrível”.

Lamendola disse que o ar condicionado do veículo não estava ligado e as janelas tinham cerca de uma polegada de abertura no topo delas.

O espaço era tão pequeno, segundo ela disse, que eles não conseguiam sequer passar o braço pela abertura para ajudar o animal apavorado e sufocante.

Lamendola filmou o porco, que tem pelos alaranjados e marcas marrons, quando ele começou a espumar pela boca, tremendo e passou a não responder mais aos chamados dela.

Foi relatado que as temperaturas na área do shopping excederam 100 F (cerca de 38ºC) no feriado do Memorial Day (data celebrativa americana) mais quente desde 1989.

@News4Jax

@News4Jax

Lamendola disse à rede de televisão que o carro havia atingido 120 F ( cerca de 48ºC) na sombra.

Quando a polícia chegou ao local, um dos policiais quebrou uma janela.

O porco foi retirado do veículo e recebeu imediatamente água para beber e se refrescar, começando a se recuperar.

Uma foto mostra um oficial da polícia embalando o porco nos braços após o resgate.

Acredita-se que o porco esteve preso no carro quente por mais de uma hora.

Ele foi levado pela Animal Care and Protective Services.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.