Ator da série Game of Thrones, Jerome Flynn, pede aos fãs que não comprem huskies siberianos

Foto: PETA

Foto: PETA

O ator vegano Jerome Flynn, que interpreta o papel de “Bronn” da série de TV de fantasia medieval “Game of Thrones”, pede aos fãs em um vídeo que pensem duas vezes antes de comprar huskies siberianos.

A série Game of Thrones mostra lobos enormes como animais de estimação, leais e poderosos, o que desencadeou uma “tendência alarmante” com um número crescente de huskies siberianos sendo criados em larga escala devido à alta demanda de fãs que querem comprar filhotes dessa raça por parecem lobos.

Em um vídeo realizado pela PETA, Flynn pede aos fãs de Game of Thrones que pensem duas vezes antes de tentar obter sua própria versão de um lobo gigante. Alertando que animais requerem responsabilidade, tempo e dinheiro e não são brinquedos.

“Enquanto as pessoas podem ter boas intenções, a procura de cães por um capricho tem conseqüências terríveis”, disse Flynn no vídeo da campanha.

“Abrigos de animais em todo o mundo têm relatando um aumento no número de huskies abandonados porque o comprador casual, atraído pela aparência do cão, não levou em consideração a quantidade de tempo, paciência e dinheiro necessários para cuidar adequadamente desses animais”, fala o ator.

“Se você considerou cuidadosamente trazer um companheiro de quatro patas para sua família, pode salvar uma vida adotando um cão – ou, de preferência, dois para que eles possam fazer companhia um ao outro – de um abrigo de animais mais próximo de sua casa”.

Flynn não é a única estrela de Game of Thrones que veio a público falar sobre a enorme demanda por huskies desde que a série de TV foi ao ar.

O ator vegano Peter Dinklage também pediu aos fãs da série que adotassem em vez de comprar cães, e deixou uma mensagem importante: “ter um animal de companhia – não importa a raça – é um compromisso em tempo integral”.

“Por favor, eu peço a vocês, se pretendem trazer um cachorro para viver com a sua família, certifiquem-se de estarem preparados para assumir uma responsabilidade tremenda e lembrem-se de sempre adotar, SEMPRE de um abrigo”, disse Dinklage em um comunicado.

Ciclista adota cadela e a leva em mochila nas costas para treinos com bicicleta

O ciclista Gabriel Rodrigues Pego, de 21 anos, adotou a cadela Yellow – que recebeu este nome por ter a pelagem amarela – em maio de 2017, quando saiu com amigos para andar de bicicleta na pista de mountain bike no bairro Alto da Riviera, na Zona Sul de São Paulo, e encontrou a filhote abandonada.

Foto: Fabio Tito/ G1

Yellow saiu de dentro de um caixote que estava na rua. Os amigos se encantaram com ela e passaram o dia brincando com a cadela. As informações são do portal G1.

“Ela se identificou bastante comigo, ficou ao meu lado o tempo todo, brincou, corria atrás das pedras que eu jogava. Eu creio que ela me escolheu, acredito muito nisso, que o cachorro que escolhe o tutor, não o contrário”, relembra Gabriel.

Ao anoitecer, os amigos foram embora. No entanto, Gabriel percorreu o caminho de volta para casa com a cadela no pensamento. “Fiquei com a consciência pesada de deixar um animal abandonado, não podia deixar um ser vivo lá. Voltei, encontrei-a, coloquei-a dentro da camisa e fui embora com a bicicleta. Foi quando percebi que ela gostava da sensação de vento no rosto”, conta.

Foto: Fabio Tito/ G1

Apesar de, inicialmente, o pai de Gabriel ter se mostrado resistente à ideia de adotar um cachorro, logo Yellow conquistou toda a família. “Meu pai era bem complicado nesse quesito, então eu disse que ela ficaria conosco só por uns dias, mas ela foi ficando, ficando e foi ganhando espaço e cativando toda a família. Ela é brincalhona e está sempre sorrindo, então se tornou o xodó lá em casa, principalmente do meu pai. Quando ele chega em casa nem fala comigo, vai direto nela”, diz.

Atleta amador de mountain bike, Gabriel decidiu levar Yellow nos treinos quando passou a participar de competições. “Ela gosta de adrenalina, de vento no rosto, gostava de ficar na janela do carro”, conta.

A princípio, ele levava a cadela dentro de uma mochila comum, que ele carregava nas costas. No entanto, logo ele percebeu que Yellow ficava desconfortável e, então, desenvolveu uma mochila adequada para ela.

Foto: Fabio Tito/ G1

“Fui a um designer de artefatos, fiz pesquisas, consultei a médica veterinária dela e cheguei a esse conceito final. Foram dois meses de teste. Aí o pessoal via na rua e começou a me perguntar, então criei uma empresa preocupada com o prazer do animal para comercializar as peças”, conta. Gabriel vendeu 23 mochilas nos primeiros dois dias de venda.

No entanto, não foi só a mochila que ele desenvolveu para Yellow, mas também um óculos de sol com proteção UV para proteger os olhos dela durante os passeios de bicicleta. O óculos foi projetado para cachorros.

“Ela virou minha companheira, eu a levo para tudo quanto é lugar. E ela faz muito sucesso no trânsito, o pessoal enlouquece, nos para”, conta Gabriel, que afirma que a cadela auxilia nos treinos de força com a bicicleta. “A gente treina junto, ou eu a levo no dia de treino específico para fazer força. Só ela pesa 11 quilos, mais 2 da mochila, são 13. Ajuda a fazer força! Eu brinco que ela e os cachorros do bairro que correm atrás de mim são meus técnicos”, diverte-se.

Foto: Fabio Tito/ G1

Na última competição que participou, na Copa São Paulo de Mountain Bike, em Santa Isabel, no interior do estado, Gabriel ficou em segundo lugar. “Foram 35 km com quase 800 metros de elevação. E a Yellow tem parte no meu troféu”, afirma.

O rapaz conta que teve a vida transformada pela cadela. “Ela mudou minha vida em todos os sentidos. A vida ganha mais cor. Chegar de um treino cansado e ver ela naquela euforia no portão, não tem dinheiro que paga. E ela é muito feliz também, você tem de ver quando pega a mochila, ela endoida quando falo que vamos passear”, relata.

Com a experiência de ter salvado a vida de Yellow, o ciclista passou não só a vender produtos para cachorros, como também a incentivar a adoção de animais abandonados.

“Eu acho que o pessoal costuma comprar cachorro e tem muito cachorro na rua querendo um lar e às vezes as pessoas não querem por não ter raça. É bacana dar chance a um animalzinho em situação de rua. Você muda a vida dele, mas ele vai mudar a sua vida também. É o amor mais puro e verdadeiro. Ele não exige nada em troca, não está preocupado com sua conta bancária e sua posição social. É o melhor amigo do homem, isso eu posso comprovar”, conclui.

Foto: Fabio Tito/ G1

Cadela que sofreu abuso sexual encontra novo lar no Distrito Federal

Menos de um mês após ser estuprada por um homem em situação de rua, a cadela Veruska, que recebeu cuidados médicos em uma clínica veterinária, encontrou um novo lar no Distrito Federal.

A cadela na delegacia, após o estupro e, depois, no sofá da nova tutora (Foto: Arquivo Pessoal)

“É o fim de um ciclo para o começo de um novo. A Veruska é muito feliz, mesmo com tudo o que ela passou. A felicidade dela me surpreendeu e me emocionou”, disse a advogada da ONG Adoção São Francisco, Ana Paula Vasconcelos, em entrevista ao Correio Braziliense.

A nova tutora da cadela, a bancária Leila Marques Figueira, de 34 anos, conheceu Veruska na quinta-feira (11). “Ela é uma cadelinha muito boazinha, já chegou me lambendo. Embora tenha passado por uma história tão triste, que me deixou completamente impactada, parece que ela não ficou traumatizada”, relata a moradora da Asa Norte.

Com a adoção formalizada, a cadela foi levada para o apartamento de Leila, onde viverá com os gatos da tutora. “Tenho três gatos, mas a história da Veruska mexeu comigo. Eu disse ao namorado da minha amiga, que também acompanham a ONG, que se ela não fosse adotada, eu mesma ficaria com a Veruska. Como ela não encontrou um lar, sabia que depois de tanto sofrimento, ela não merecia passar mais um dia na clínica veterinária”, afirma Leila.

A cadela foi adotada pela bancária Leila (Foto: Arquivo Pessoal)

Os gatos ainda estão se adaptando à nova moradora da casa. Veruska, no entanto, se comporta como se sempre tivesse vivido com Leila. A rotina dela tem se resumido em desbravar o apartamento e descansar no sofá e na cama da nova tutora.

“Agora, a Veruska é minha e pronto. Estou de férias e, neste período, vou aproveitar para ficar ao lado dela, apoiando-a. Mas além da mudança de ares, a cadelinha também vai ganhar um novo nome, para simbolizar este recomeço”, explica a bancária.

Apesar da cadela, que tem cerca de quatro meses de idade, ter ficado internada por mais de 20 dias, o tratamento médico dela ainda não acabou.

Veruska dorme na cama da tutora (Foto: PCDF e Arquivo Pessoal)

“Veruska precisou tomar remédios fortes para a dor muscular e o sangramento, além de antibióticos para vaginite. Ela está curada de todos estes males que a acometeram após um ato tão desumano. Mas, pelos próximos 30 dias, a cadela continuará tomando uma medicação contra um vírus que ela foi exposta, que é comum em animais em situação de rua”, afirma Ana Paula Vasconcelos.

Ao final do tratamento, Veruska será vacinada e, então, poderá passear na rua com a tutora. Ela também será castrada, procedimento cirúrgico que ficou sob responsabilidade da ONG que a resgatou.

Mulher adota bode que seria morto para consumo e salva a vida dele

A moradora de Perequê-Mirim, em Ubatuba (SP), Silvana Cordeiro, teve uma surpresa na noite da última terça-feira (2): um bode entrou no banheiro de sua casa. O caso viralizou nas redes sociais. Ela contou ao Tribuna de Jundiaí que até localizou o tutor e tentou devolver, mas o animal retornou à sua residência.

Foto: Arquivo Pessoal

“Postei em um grupo no Facebook e minha vizinha localizou o tutor do bode. Um homem simples, humilde, da roça, quando chegou no meu portão disse na maior naturalidade: ‘matei o outro e só não matei esse ainda porque está magro, mas vou engordar para vender a carne’”.

Silvana conta que o homem tentou levar o bode no dia seguinte, mas o animal se arrastava e não queria ir de jeito nenhum. Em um descuido, o bode retornou para a residência da Silvana. “Ele não queria morrer e eu não podia deixar. Então, decidi comprar”, disse.

Silvana, que é mãe de seis filhos, estudante de educação física e enfrentou um câncer no ovário durante quatro anos – agora em fase de remissão – pegou o dinheiro que estava guardando para comprar a peruca que usaria em sua formatura e comprou o animal.

Foto: Arquivo Pessoal

“Ele disse que queria 250 reais, mas eu só tinha 180 reais. Sugeri parcelar, ele aceitou. Logo termino de pagar o bodinho”, afirma Silvana.

Para ela, o bode, batizado como “Meia-Noite”, por causa do horário que apareceu em sua casa, trouxe sorte. Após a repercussão da história, ela recebeu a doação de várias perucas. “Estou muito feliz, ele me trouxe sorte! O bode não queria morrer, eu lutei tanto pra não morrer, não é justo deixá-lo morrer assim”, afirmou, emocionada.

Silvana, que recebeu o apoio da família, diz que vai adaptar sua casa para o Meia-Noite, que já fez amizade com seus gatos e cachorros. “Estou pesquisando o que ele come, como dorme, qual é o melhor local para deixar ele confortável. Ele é uma benção”, concluiu.

Fonte: Tribuna de Jundiaí

‘Faz bem para o coração’, diz ator Rodrigo Lombardi sobre adotar animais

O ator Rodrigo Lombardi é uma das pessoas que defendem a adoção de animais no lugar do comércio de vidas. Apaixonado por cachorros e gatos, ele adotou animais e também já ofereceu lar temporário para eles até que se recuperassem do abandono e dos maus-tratos e pudessem ser disponibilizados para adoção.

Foto: Reprodução / Redes Sociais

“Estamos felizes, temos 6 animais em casa, 3 gatos e 3 cachorros, todos adotados. Se você puder, adote”, incentiva Rodrigo. As informações são do Gshow, da Globo.

O ator contou também que um dos animais que ele adotou tinha ido para a casa dele para ficar no local temporariamente, mas acabou conquistando a família e sendo adotado de forma definitiva.

“Desisti quando adotamos o sexto animal. A gente se apaixonou e adotou. Eu falei ‘esse é o último e agora vamos parar’, porque você não para de se apaixonar pelos animais. Estamos sempre em contato e ajudamos, pedimos ajuda, arrumamos tutores”, conta.

Foto: Reprodução / Redes Sociais

Rodrigo lembra que o resgate de animais é um trabalho difícil, porém gratificante, o que faz valer a pena. “É duro, desgasta quando você vê a condição dos animais. Tem vezes que você nem pode oferecer para alguém, você fica com ele (o animal) na sua casa, trata, cuida até ele ficar saudável de novo”, diz

Segundo ele, cuidar de um animal e vê-lo progredir é o melhor presente do mundo. “Você vê aquele ser que está ali olhando para você e pedindo ajuda e de repente ele está bem, alegre, saudável, passeando. É muito gostoso, faz bem para o coração, faz bem fazer bem”, conclui.