Cachorro idoso que viu 134 cães serem adotados não consegue novo lar

Um cachorro idoso resgatado por um abrigo na Inglaterra já viu 134 cães serem adotados, enquanto ele espera por uma família que, até agora, não apareceu. O animal, da raça Staffordshire Bull Terrier, tem 12 anos de idade.

Sam, como é chamado, vive no abrigo South Godstone. Apesar de receber dos funcionários do local todos os cuidados necessários, o que ele precisa mesmo é de um lar com uma família que o trate com amor e respeito, onde ele possa viver os últimos anos de vida cercado de afeto.

Por ser um animal com idade já avançada, a assistente da entidade, Emily Jefferson, acredita que ele precisa ser acolhido por uma família para que possa passar um tempo longe da vida no canil. As informações são do jornal Estadão.

“Ele gosta de paz e tranquilidade, então precisa de um lugar onde possa relaxar”, diz Emily.

No site da instituição de proteção animal, Sam é descrito pelos cuidadores como um cachorro sensível. Segundo os membros da entidade, o animal fica ansioso em meio a outros cães, mas é ativo, gosta de brincar no jardim e também de tomar banho de sol.

Regras rigorosas para adoção evitam abandono de animais na Alemanha

Ao contrário do Brasil, na Alemanha é comum ver apenas animais acompanhados dos tutores na rua, em ônibus, trens, bares, restaurantes e lojas. No país, é praticamente impossível que um gato ou cachorro viva em situação de rua, como acontece no território brasileiro.

Foto: Clara Rechenberg/Tierheim Berlin/Divulgação

Em Berlim, capital do país, o maior abrigo da Europa estabeleceu regras rigorosas para coibir o abandono. No local, vivem cerca de 1,4 mil animais, que são cuidados por aproximadamente 170 funcionários e mais de 800 voluntários. O Tierheim Berlim é mantido pela ONG Federação pelo Bem-Estar Animal na Alemanha e sobrevive de doações. Para manter os animais, são gastos 9 milhões de euros por ano – o correspondente a R$ 40 milhões.

“Quem escolhe adotar aqui precisa preencher uma longa ficha sobre a sua vida. Depois, o animal passa uma semana na casa da pessoa, em uma espécie de teste. Nós também fazemos visitas regulares à casa dos adotantes”, explica Julia Sassenberg, representante do abrigo. As informações são do G1.

Os cuidados, segundo Julia, são para a vida inteira do animal. “Ninguém pode vender ou abandonar um cachorro ou gato adotado aqui. Se por algum motivo a pessoa não quiser mais ficar com o bichinho precisa trazê-lo para nós. Quando o animal morre, também temos que ser comunicados”, explica.

Foto: Clara Rechenberg/Tierheim Berlin/Divulgação

O Tierheim Berlin abriga cães, gatos, coelhos, pássaros, porcos, cabras, ovelhas e alguns tipos de répteis. Muitos deles, porém, não são disponibilizados para adoção. O local recebe animais abandonados na Alemanha e também que chegaram ao país vindos do leste europeu, atravessando a fronteira ilegalmente.

Ao adotar um animal na Alemanha, o tutor precisa registrá-lo junto ao governo. Assim, o animal recebe um microchip e uma documentação vinculada ao tutor. Para viajar entre países da União Europeia, por exemplo, ele precisa ter até passaporte.

Além disso, animais alemães também pagam imposto anual. O valor varia de cidade para cidade. Em Berlim, os tutores pagam 120 euros anuais – o equivalente a cerca de R$ 531 – para o primeiro cachorro e 180 euros – aproximadamente R$ 797 – para os demais animais.

Cadela estuprada apresenta melhora e procura novo lar no Distrito Federal

A cadela que foi estuprada por um homem em situação de rua no Distrito Federal apresentou melhora no quadro de saúde e, apesar de ainda estar internada e ter um período de tratamento pela frente, já está à procura de um novo lar, para onde irá quando receber alta médica.

O estupro aconteceu na região do Paranoá, na segunda-feira (25), e a cadela foi encontrada após começar a chorar de dor devido ao abuso sexual. A protetora de animais e advogada Ana Paula Vasconcelos conta que no dia do resgate a cadela “não conseguia se mexer e não deixava ninguém tocá-la. Quando tentávamos passar a mão, a bichinha gritava. Mas depois de medicada, ela já está bem melhor e muito dócil. Demos a ela o nome de Veruska. Posso garantir que quem a vê, se apaixona”.

Foto: PCDF/Divulgação

O estuprador foi detido, mas após assinar um termo circunstanciado de comprometimento de comparecimento na audiência judicial, foi liberado. As informações são do jornal Correio Braziliense.

Devido à crueldade que viveu, a cadela ficou traumatizada e amedrontada. No entanto, com cuidado, Ana Paula, que integra a ONG Projeto Adoção São Francisco, conseguiu ganhar a confiança do animal. Após assinar um termo de compromisso, a cadela ficou sob a tutela da protetora, que a encaminhou para o Hospital Veterinário Antônio Clemenceau, com o qual a advogada tem uma parceria estabelecida.

“Ela foi o caminho inteiro dormindo no meu colo. Nosso medo era que algum órgão dela tivesse se rompido, pois a Veruska apresentava sangramento. Fizemos um ultrassom, raio x, hemograma e outros exames laboratoriais. Felizmente, não teve comprometimento”, conta Ana Paula.

Veruska precisou ser internada no hospital e não tem previsão de alta. Ela está sendo medicada com remédios fortes para inibir a dor e com antibióticos para tratar doenças. “Após os cuidados, percebemos uma mudança notória nela. A Veruska já permite toques e carícias, se mostrando um animal extremamente dócil”, garante. Os veterinários acreditam que o animal tenha entre três e quatro meses de vida.

O objetivo de Ana Paula, agora, é encontrar um novo lar para a cadela. “Quem tiver interesse em adotá-la, pode entrar em contato comigo. O melhor que podemos fazer para um animal que é vítima de maus-tratos como a Veruska é dar um lar especial, onde ela se sinta completamente acolhida. É o mínimo que podemos fazer, pois neste caso, acho que não vamos conseguir o resultado esperado na Justiça, porque o autor é morador de rua e não tem endereço fixo para ser encontrado”, destaca.

Uma campanha para arcar com os gastos da castração da cadela, que só poderá ser feita após avaliação e liberação do veterinário, será realizada. “Antes de entregá-la, eu farei uma avaliação na casa da família, dou orientações e vejo tudo para que a Veruska tenha o melhor lar. Porém, mesmo depois de entregá-la, o novo tutor tem sempre que me dar noticias do animal. Se eu ver que o animal não recebe o tratamento adequado, eu o tomo de volta. Não se pode ser negligente”, frisa.

Interessados em adotar a cadela devem entrar em contato com Ana Paula pelo telefone (061) 98215-4751.

Cãozinho perdido vai para abrigo e é adotado enquanto tutora tentava reavê-lo

Amy Burfield é a tutora de ‘Charlie Brown’, um lindo e dócil maltês de 7 anos.

Infelizmente, o cãozinho fugiu no dia 8 de fevereiro deste ano, da casa da prima de Burfield, em Waltham. Ao ser encontrado vagando pelas ruas, foi levado para um abrigo.

O chip de ‘Charlie Brown’ foi escaneado e o abrigo entrou em contato com a tutora, dizendo que ele havia sido encontrado- mas ela precisaria pagar uma taxa de 183 dólares para tê-lo de volta (cerca de 700 reais).

Burfield disse ao abrigo que ela não tinha o dinheiro naquele momento e que precisa esperar até poder pegá-lo.

O abrigo informou que manteriam o cachorro no abrigo até que ela conseguisse o dinheiro, por um valor adicional de 10 dólares por dia (cerca de 40 reais), mas 10 dias depois, ela ficou chocada ao ser informada de que seu cachorro havia sido doado.

Não recebi nenhum aviso de que ele seria doado. Quando eu disse “deve haver algo que eu possa fazer”, me disseram “você não é a tutora do cachorro”, disse Burfield a Stuff .

“Estamos com o coração partido. Ele é um cachorro adorável.”

Ao suplicar ao abrigo, ela foi informada de que os novos tutores não estavam dispostos a trazê-lo de volta.

“Eu sei que ele está em uma boa casa com uma boa família, mas ainda estamos muito chateados. Não é culpa da família, é culpa do conselho, eles devem deixar as pessoas saberem o que está acontecendo com seus animais domésticos”, disse ela. As informações são do Daily Mail.

O site do conselho de Christchurch diz que os cães são mantidos nas instalações por sete dias, enquanto tentam localizar o proprietário, mas se o animal não for reivindicado nesse período – o conselho legalmente detém a tutela total.

Quinze cães explorados em corridas morrem e outros 517 são salvos na China

Dos 532 cachorros da raça galgo, explorados em corridas, que foram abandonados pela Companhia de Corridas de Galgos de Macau (Yat Yuen), na China, 15 morreram e 517 foram resgatados nesta terça-feira (26) pela Sociedade de Animais de Macau (Anima) oito meses após o fechamento do estabelecimento que realizava as corridas.

Foto: Pixabay

“Ao final do dia, terão sido realojados 517 galgos, 15 morreram. (…) Foi uma operação super rápida para este tamanho”, afirmou Albano Martins, enquanto o resgate dos animais era realizado. As informações são do portal Expresso.

Os cães foram abandonados em julho de 2018. Em setembro, por não ter apresentado um plano de realojamento desses animais dentro de um prazo estabelecido, a Yat Yuen foi multada em 2,7 milhões de euros e a Anima recebeu autorização para “gerir todo o processo”.

“Não foi fácil, mas tínhamos uma rede montada internacional e essa rede internacional ajudou-nos muito, nós apenas tivemos que liderar o processo localmente, com os nossos parceiros do Instituto para os Assuntos Municipais [IAM] e da Yat Yuen”, disse Martins.

Cem organizações internacionais participaram do processo de realojamento e adoção dos cães. Todas elas condenam a exploração e a crueldade imposta aos cachorros durante as corridas e apontam a taxa de mortalidade a qual eles estavam sujeitos.

Para Martins, o processo “foi rápido” porque a Yat Yuen colaborou. “Vamos esquecer a guerra do passado”, disse ele ao afirmar que “a Yat Yuen garantiu as viagens” e todos os custos operacionais, fazendo com que o restante se tornasse apenas “uma questão de planificação”. Ao todo, a Yat Yuen desembolsou 7,6 milhões de euros durante todo o processo.

Um Centro Internacional de Realojamento de Galgos havia sido prometido por Angela Leong, então administradora da Yat Yuen, que pertencia à Sociedade de Turismo e Diversões de Macau (SJM), fundada pelo magnata do jogo Stanley Ho. A ideia pioneira, no entanto, não seguiu adiante.

“Foi uma vitória da Anima, que passou a ser [uma organização] considerada a nível mundial”, afirmou Martins. Segundo ele, a entidade levou oito anos para conseguir acabar com as corridas feitas pela Yat Yuen “e apenas seis meses para realojar [os galgos] todos”.

O governo de Macau havia dado, em 2016, dois anos de prazo para a Yat Yuen mudar a localização do estabelecimento onde as corridas eram realizadas e para melhorar as condições dos galgos explorados nos eventos ou o local seria fechado.

Em 2016, o Governo de Macau deu dois anos ao canídromo da cidade para mudar de localização e melhorar as condições dos cães usados nas corridas ou, em última instância, encerrar a pista, considerada por organizações internacionais uma das piores do mundo.

Para o presidente da IAM, José Tavares, “a Anima esforçou-se, em pouco meses resolveu [o problema] e isso é obra. São 500 e tal cães adotados em meio ano, isso eu acho que nunca aconteceu em lado nenhum”.

Os espaços e instalações usados para as corridas serão, agora, devolvidos pelo IAM aos Serviços de Finanças de Macau. O terreno, porém, já está reservado para fins educativos e deve ser ocupado por quatro escolas.

Dos 517 galgos resgatados, 307 serão enviados aos Estados Unidos, 60 para a Itália, 70 para o Reino Unido, 15 para a França, 5 para a Alemanha e 26 para Hong Kong, segundo o IAM. Outros 23 ficaram sob a responsabilidade da Anima, sendo que 19 deles ficarão em lares temporários para, depois, serem enviados à Austrália.

‘Serial killer de filhotes’, diz protetor sobre homem que agrediu gatos no RJ

Um homem de 43 anos foi flagrado em um vídeo agredindo violentamente dois filhotes de gato que ele havia acabado de adotar. O crime aconteceu no último domingo (24), na cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro.

Foto: Reprodução/Whatsapp

O agressor se apresentou na delegacia e foi autuado pelo crime de maus-tratos a animais. Ele alega que bateu nos gatos porque eles o morderam. Os animais, porém, são filhotes, o que demonstra a incapacidade deles de ferir uma pessoa. As imagens do crime foram gravadas por uma testemunha. As informações são do G1.

De acordo com o protetor de animais Domingos Galante, o homem adotou os filhotes por meio de um site na internet. Após as imagens da agressão começarem a circular pelas redes sociais, novos casos de maus-tratos provocados pelo homem foram revelados.

“Ele já fez isso outras vezes, as pessoas estão começando a denunciar. É um serial killer de filhotes felinos. Dessa vez ele foi filmado e vai pagar por esse crime”, afirma Domingos.

Nas imagens, o homem aparece dando tapas e socos nos gatos. Ele chega a pegar um dos gatos como se fosse acalmá-lo e, em seguida, dá um golpe na cabeça dele. Durante todo o espancamento, o agressor usa luvas brancas. Durante o vídeo, que tem cerca de um minuto, ele ainda aparece observando os gatos, como se quisesse conferir se eles morreram. Por fim, o homem sai do carro, pega uma caixa de papelão onde estavam os animais e os abandona em um canteiro, deixando o local no carro da empresa onde trabalha.

Há informações de que pelo menos um dos filhotes não suportou as agressões e morreu.

Após receber o vídeo, Domingos foi até uma delegacia. “Passamos tudo para um inspetor e, nesse meio tempo, o vídeo viralizou. A polícia achou a placa do carro que ele estava. Ele apareceu na delegacia com dois advogados alegando que achou os gatos na rua. Disse que os bichos atacaram e, por isso, ele bateu neles”, contou o protetor.

Conversas por aplicativo de celular mostram o momento em que o agressor combina a adoção dos gatos. Segundo Domingos, o casal que doou os filhotes prestou depoimento contra o homem na 105ª Delegacia de Polícia e também prestou depoimento contra o homem.

“Ele combinou a adoção toda ontem (domingo), pegou os gatos às 16h30 e foi para a Rua Buenos Aires achando que era um local deserto, onde praticou a ‘sandice'”, explicou o protetor.

A Polícia Civil afirmou ao G1, através de nota, que o agressor “foi identificado como a pessoa que aparecia nas imagens que estavam sendo divulgadas” e que “ao final da investigação, confirmada a autoria, o procedimento será encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim)”.

Cadela devolvida após 4 anos de adoção busca novo lar em São Paulo

Essa é a Princesa. Ela foi adotada conosco ainda filhote, em 2015 e foi devolvida agora, 4 anos depois, com a desculpa de que a família vai se mudar pra outra cidade e ela não poderia ir. A adotante sequer se preocupou com o filho, que foi junto devolver a Princesa, mas não parou de abraçar a cachorrinha, e agora está muito triste e assustada, em uma gaiola, sem entender absolutamente nada. Interessados em adotá-la devem entrar em contato com Marcelo Protetor pelo e-mail mprotetor@gmail.com.