Cadela idosa que seria sacrificada tem a vida salva ao ser adotada

Uma cadela idosa e com problemas de saúde teve a vida salva ao ser adotada por Dani McKissick, nos Estados Unidos. O animal estava na fila para ser sacrificado e foi adotado justamente no dia em que seria submetido à morte induzida.

Foto: Harris County Animal Shelter

Dani estava em casa quando começou a pensar em animais abandonados ou vítimas de maus-tratos e decidiu que precisava fazer alguma coisa para ajudar. “De repente, algo me atingiu como um soco no estômago”, disse McKissick. “Eu precisava ajudar um animal hoje”, completou.

Ela, então, entrou no carro e dirigiu por 45 minutos até chegar no abrigo da ONG Harris County Animal Shelter, em Houston, no Texas. Dani já tutelava dois gatos e um cachorro e, por isso, não pretendia adotar um novo animal, mas queria ajudar de alguma forma. As informações são do The Dodo.

Diagnosticada com ansiedade e ataques de pânico, a distância parecia interminável, mas, enfim, Dani chegou ao abrigo. “Eu não tinha absolutamente nenhuma ideia do que eu ia fazer lá. Eu imaginei que poderia doar ou ser voluntária. Eu até mandei uma mensagem para minha irmã e disse a ela que estava indo para um abrigo e não me deixaria adotar um animal!”, afirmou.

Foto: Dani McKissick

Ao chegar no abrigo e começar a andar entre as baias dos cachorros e gatos abrigados no local, Dani foi recepcionada por um funcionário, que a apresentou uma cadela chamada Honey, mestiça de chow chow de 9 anos de idade que seria sacrificada naquela noite. Ao ver o olhar doce e triste do animal, Dani decidiu adotá-la e salvar a sua vida.

“Algo automaticamente me atraiu para ela”, disse McKissick. “Eu sempre tive uma fraqueza no coração por animais mais velhos ou doentes”, acrescentou.

A cadela sofre de alergias severas, uma infecção respiratória e diversos outros problemas de saúde, mas nada disso impediu Dani de levá-la para casa.

Foto: Dani McKissick

“Ela roubou meu coração nas primeiras 24 horas e todo dia eu a amo mais”, afirmou.

Há uma semana vivendo no novo lar, Honey já se adaptou completamente. “Depois de levá-la ao veterinário algumas vezes e dá-la a dose de alergia, medicamentos e a comida certa, ela é uma cadela totalmente nova. Meus outros animais adoram ela e todo mundo age como se ela estivesse aqui o tempo todo!”, contou. “Ela era a peça que faltava, obviamente, todos nós precisávamos desta família”, completou.

“Eu dei a ela uma segunda chance na vida e ela fez o mesmo por mim. Quando ela está abraçada em meus braços, eu não tenho absolutamente nenhuma preocupação no mundo e sinto nada além de amor e segurança”, concluiu.

Foto: Dani McKissick

‘Adotar é um ato lindo’, diz atriz Paolla Oliveira ao falar sobre seus animais

A atriz Paolla Oliveira incentivou a adoção de animais e falou sobre o amor que existe entre ela e os animais que ela tutela. Os cães Marley, Chopp, Perninha e Sabrina são os companheiros da atriz.

Foto: Reprodução / Instagram

Além dos animais que Paolla mantém atualmente em sua casa, a atriz não deixa de lembrar de Adja, um dos cães tutelados por ela que morreu no começo do ano, de quem ela sente saudade. As informações são do portal Gshow.

“A alegria e o carinho que eles me dão é tão grande que nem vejo o tempo passar. Tenho o Marley e o Chopp em casa. E em outro endereço acabei de adotar o Perninha e a Sabrina”, contou.

Foto: Reprodução / Instagram

Paolla já chegou a ter 11 gatos em casa ao mesmo tempo. Todos eles eram batizados com nome e sobrenome e tratados pela atriz com muito carinho.

Ter a companhia desses animais é tão importante para ela que a atriz afirma que não conseguiria viver sem eles. “Importância é proporcional ao amor recebido, ao companheirismo, e o quanto lembramos os verdadeiros valores da vida com sentimentos incondicionais que eles nos dão”, disse.

Paolla lembrou ainda a importância de se optar por adotar um animal ao invés de comprá-lo. “Adotar é um ato lindo, importante e grandioso. Um carinho incondicional! Companheirismo, histórias para contar, aprender a dividir e cuidar, além de muitos outros benefícios. Eles são verdadeiros demais”, concluiu.

Foto: Reprodução / Instagram

Foto: Reprodução / Instagram

Foto: Reprodução / Instagram

Um cão e três gatos buscam adoção após morte de tutor em Belo Horizonte (MG)

Um cachorro e três gatos estão à procura de novos lares em Belo Horizonte (MG). O tutor deles morreu recentemente e eles foram levados para um lar temporário. No entanto, os animais não poderão ficar por muito tempo onde estão e, por essa razão, buscam novos tutores com urgência. Todos estão vacinados e castrados.

Eles eram tratados com muito amor e carinho pelo tutor e precisam encontrar agora alguém que cuide deles com a mesma dedicação e nunca os abandone ou os negligencie.

Interessados em adotá-los devem entrar em contato com a pessoa responsável por eles através do WhatsApp no número 31 988419430.

Bombeiros usam rapel para resgatar cadelas abandonadas em pedra

Duas cadelas que estavam presas na Pedra do Penedo, local de difícil acesso na Baía de Vitória, no Espírito Santo, foram resgatadas pelo Corpo de Bombeiros na terça-feira (12). Relatos indicam que os animais foram jogados na água na noite de segunda-feira (11) por uma pessoa em uma lancha e conseguiram sobreviver subindo na pedra.

Foto: Ari Melo/TV Gazeta

Para retirar as cadelas do local, foi necessário o uso de rapel. No entanto, durante os trabalhos dos bombeiros, os animais pularam no mar. As informações são do portal G1.

O primeiro animal resgatado é uma fêmea filhote. O outro fugiu assustado para a pedra quando uma equipe em um barco resgatava a outra cadela. Após mais de duas horas, o segundo resgate foi feito, na água, após a outra cadela voltar para o mar. Inicialmente, os bombeiros acreditaram que ela tivesse entrado na região de mata que fica atrás da pedra, mas a encontraram nadando na maré.

O abandono foi flagrado por pessoas que passavam pela orla da avenida Beira-Mar, no bairro Forte de São João, às 23 horas de segunda-feira. Uma equipe esteve no local na mesma noite para tentar salvar os animais, que nadaram assustados e se refugiaram na pedra. No entanto, a baixa luminosidade impediu o resgate, que foi retomado no dia seguinte pela manhã e finalizado no período da tarde.

Foto: Ari Melo/TV Gazeta

Clara Orlandi, moradora da região e protetora de animais, soube do caso e esteve no local na noite de segunda-feira para tentar ajudar.

“O porteiro do prédio onde moro passou pelo local, viu a cena e me acionou ainda a noite. Fiquei aqui até 23 horas com outras pessoas. Como estou na Patas do Canto, um grupo que ajuda animais, o foco está na causa do resgate, não nas nossas ações. Acredito que quem abandona um animal, não tem respeito nem por ele mesmo, e esse trabalho que está sendo feito pelos bombeiros é muito valoroso”, disse.

De acordo com Clara, a segunda cadela apresentava possível hipotermia e estava traumatizada. A primeira, não aparentava ter problemas de saúde nem ferimentos. No entanto, a protetora afirmou que as levaria ao veterinário. Segundo ela, já existem famílias interessadas em adotar as duas.

“São como filhos”, diz mulher sobre oito ratazanas adotadas

Ana Carolina Vasconcelos, de 28 anos, moradora de Santos (SP), decidiu adotar ratazanas. Os primeiros animais foram adotados por ela em 2018. Hoje, ela cria oito ratos. “Eles são como filhos. Sempre brinco com eles e, quando estou fora de casa, penso o tempo todo neles”, diz.

Ana Carolina adotou oito ratos (Foto: Arquivo pessoal)

A decisão por adotar ratos veio enquanto Ana pesquisava sobre animais para adotar. “Tenho alergia de gato e, cachorro, eu precisaria de mais tempo e espaço. Procurei por um animal que se enquadrasse melhor na minha rotina. Comecei então a pesquisar sobre roedores”, conta. As informações são do portal G1.

Ao pesquisar, Ana descobriu que as ratazanas eram mais interativas que os hamsters e resolveu adotar duas. “Eu tive um hamster há 12 anos e descobri que tudo que eu fazia estava errado. Dessa vez, comprei a gaiola e alimentação correta antes de adotar. Depois, consegui uma pessoa em Santos que estava doando filhotes e acabei adotando uma dupla, porque eles precisam viver em companhia e serem do mesmo sexo, se não procriam muito rápido”, explica.

De acordo com o veterinário especialista em animais silvestres, André Luís Andrade, de 41 anos, o rato é bem maior que o hamster e a cauda não têm pelo, além de ser mais inteligente. Ele explica que os ratos tutelados por Ana são da mesma espécie da ratazana que vive no esgoto, mas são dóceis e interagem com os tutores.

Ana trata os ratos adotados como filhos (Foto: Arquivo pessoal)

O especialista afirma que as ratazanas não fazem barulho e não precisam ser vacinadas, são onívoras e necessitam de uma dieta à base de ração extrusada e alimentos naturais, como frutas e legumes. “Estes roedores tem média de vida de quatro anos. Eles têm o potencial de transmitir doenças, mas como vivem dentro de casa, não tem como adquiri-las e transmiti-las ao ser-humano”, afirma.

Ana conta que após adotar as duas primeiras ratazanas, decidiu trazer mais desses animais para casa, chegando ao total de oito ratos. Por ter a consciência de que elas vivem pouco, a tutora afirma que tenta passar o máximo de tempo com as ratazanas. “Infelizmente eles vivem pouco, mas deixam marcas na sua vida, são momentos intensos e de muita alegria que tenho com eles”, destaca. “Eles passeiam dentro de casa, dentro do box do banheiro, porque precisam todos os dias serem soltos para brincar em lugares que não corram risco de se machucar. Eles brincam, correm um pouco e levo mais ou menos uma hora para limpar a gaiola, todos os dias”, completa.

Ganon teve uma infecção e precisou retirar um olho (Foto: Arquivo pessoal)

Grupo de resgate

Ana integra um grupo chamado “FanRatics”, por meio do qual voluntários se unem para resgatar ratos em situação precária. Alguns desses animais foram resgatados em São Paulo, por uma amiga de Ana. Eles estavam com um homem que os vende para a alimentação de cobras.

“Ele tinha uma ninhada inteira de ratinhos sem pelo, mas eles estavam numa situação extremamente precária. Tinha mais de 20 em uma caixa pequena, todos amontoados”, relata.

Após o resgate, um dos ratos foi adotado por Ana. Com uma infecção no olho, Ganon perdeu a visão e teve que tirar o olho infectado. “O acompanhamento veterinário custou em torno de R$ 700. Ele precisou de um tratamento bem prolongado com antibiótico. Como só tinha 45 dias quando ficou doente, o veterinário resolveu que era melhor tirar o olho e diminuir o sofrimento”, conta.

“Eles são muito importantes na minha vida, não consigo mais imaginar a possibilidade de não tê-los comigo.” (Foto: Arquivo pessoal)

Os cuidados adequados para as ratazanas tem custo alto, segundo Ana. E por serem animais negligenciados, é difícil encontrar produtos próprios para eles. “Compro utensílios na loja de 1,99 e adapto, como caixinha de pregador de roupa, por exemplo. Eles adoram quando penduro na gaiola. E os ratos aprendem a usar o banheirinho. É só ensinar”, diz.

Ana lembra que ainda há muito preconceito com os ratos. E foi esse o motivo que a fez se voluntariar em grupos que os defendem. “Administro três grupos no Facebook: FanRatics, Ratolândia e Rato Twister, além de um grupo no WhatsApp. Acho importante conscientizar as pessoas”, afirma a tutora, que lembra que as ratazanas são inteligentes e tão apegadas ao tutor “quanto um cachorro”.

De cima para baixo e da esquerda para direita, as oito ratazanas de Ana: Darwin, Dexter, Tesla, Link, Ganon, Marx, Pablo e Kieran (Foto: Arquivo pessoal)

Todos os grupos, somados, têm mais de 11 mil participantes. Através deles, eventos e doações são organizadas, além de informações publicadas. “No Pet Shop eles te indicam absolutamente tudo errado, enquanto nós exigimos que a pessoa interessada em adotar apresente as condições adequadas para isso, ou seja, alimentação específica, alojamento, companhia para o rato, tudo certinho”, diz.

O objetivo dos grupos, segundo Ana, é mostrar para as pessoas que as ratazanas são inteligentes e devem ser valorizadas como qualquer animal. “Eles gostam e querem a companhia do tutor. São animais fantásticos”, finaliza.

Cadela encontrada com pote preso à cabeça passa por cirurgia e é adotada

Uma cadela que foi encontrada com um pote de plástico preso à cabeça em Sorriso, no Mato Grosso, foi submetida a uma cesariana, após perder os filhotes que gerava, e foi adotada. Ela está desnutrida devido à falta de alimentação.

Foto: Facebook/Reprodução

Resgatada em janeiro pela Associação de Proteção Animal Focinhos Carentes, não se sabe por quanto tempo ela ficou com o pote entalado na cabeça. Na época, uma publicação feita sobre o caso no Facebook pela presidente da ONG, Loreane Rodrigues, gerou repercussão.

Bela, como passou a ser chamada pela nova tutora, não conseguia respirar direito quando foi resgatada, nem se alimentava, já que o objeto preso à cabeça a impedia. As informações são do portal G1.

Foto: Associação de Proteção Animal Focinhos Carentes

A cadela foi adotada por uma voluntária da ONG, que fez o resgate de Bela e a abrigou. Após encontrá-la na rua, a nova tutora conseguiu tirar o pote da cabeça do animal.

A cadela estava grávida, mas perdeu os filhotes devido à desnutrição. Após ser submetida a uma cesariana, ela se recupera da cirurgia.

Loreane conta que os voluntários da associação tentaram descobrir se alguém havia colocado o pote na cabeça do animal e procuraram a polícia para registrar uma denúncia. O boletim de ocorrência, no entanto, não foi registrado devido à ausência de flagrante e de evidências que comprovem que houve crime.