Cães passam a morar em quartel após serem adotados por bombeiros

O quartel do Corpo de Bombeiros de Iguatu, no Ceará, é a casa de dois cachorros que viviam em situação de rua no município. Francisco e Marquezine, como são chamados, foram adotados pelos militares.

Francisco (Foto: Wandemberg Belém)

O primeiro a ser adotado foi Francisco. Ele chegou no quartel ainda filhote, com pouco mais de um mês de idade, após ser trazido por um dos sargentos. “No primeiro momento batizei de Vulcão, mas eu viajei e quando voltei já estava Francisco. Já promovido a sargento, mas ele é muito indisciplinado”, brinca o Tenente Coronel Nijair Araújo, comandante dos bombeiros em Iguatu.

Marquezine chegou ao quartel tempos depois, após acompanhar Francisco, que a trouxe da rua. “Francisco tem vida própria. Às vezes ele sai e, em uma dessas saídas, trouxe a Marquezine”, diz o comandante. As informações são do jornal Diário do Nordeste.

Outros cães também já acompanharam Francisco até o quartel, mas apenas Marquezine permaneceu no local aos cuidados dos militares, que oferecem alimentação, água fresca e todos os cuidados necessários aos cães. Os bombeiros se revezam, inclusive, para arcar com gastos de medicamentos e da vacinação.

Marquezine (Foto: Wandemberg Belém)

“O convívio com os animais é bom. A gente tem aquele momento de prazer, de relaxamento, de descontração”, afirma o Subtenente Emílio Oliveira.

Os militares da corporação esperam que a boa ação feita por eles ao adotar os cachorros sirva de exemplo para outras unidades do Corpo de Bombeiros e para todas as pessoas que gostam de animais, para que os ajude e os tire das ruas.

“Acreditamos sim em políticas públicas nesse sentido. Mas a nossa missão aqui é cuidar do Francisco e da Marquezine. Ser exemplo”, concluiu.

Pit bull adotada visita abrigos para escolher um amigo

Foto: Debi Kolak

Com 13 semanas de idade, Liza foi adotada por Debi Kolak e sua outra cadela, Mona. As duas rapidamente se tornaram as melhores amigas.

Por dois anos, Mona e Liza fizeram absolutamente tudo juntas – até que Mona faleceu repentinamente no ano passado, deixando a pobre Liza completamente desiludida.

Pouco tempo depois, Kolak foi morar com o namorado e seus dois cães da raça Jack Russel em dezembro e ela esperava que a companhia de novos amigos ajudasse a animar Liza. Infelizmente, os dois terriers não gostaram muito de Liza, pois ela era muito enérgica e divertida para eles, e assim Liza continuou sem ninguém para brincar.

Kolak discutiu com seu namorado a possibilidade de adotar uma outra companheira para Liza mas ele não acreditava que seriam capazes de cuidar de quatro cães.

Apesar das hesitações de seu namorado, Kolak começou a pesquisar diferentes abrigos de animais na área até encontrar um que tivesse alguns cães para adoção e que pareciam ser bons amigos para Liza. Então, ela levou sua cadela com ela para o abrigo e conversou com os voluntários sobre o tipo de cachorro que eles estavam procurando. Eles mostraram a ela alguns cachorros diferentes – e um deles era Murphy – um dos residentes mais longos do abrigo e estava lá há cinco meses.

Ele foi resgatado e durante seu tempo no abrigo foi adotado por três famílias diferentes que o devolveram todas as vezes. Murphy parecia tão derrotado que Kolak não acreditava que ele seria o cão ideal para Liza.

“Murphy estava triste, com aparência derrotada”, disse Kolak.

“Ele tinha uma grande cicatriz na cabeça. Ele não latiu nem correu para a gaiola. Ele apenas ficou sentado lá, pressionado contra o elo da corrente de seu minúsculo canil. Sentei no chão, coloquei a mão na cerca e falei com ele. Ele mordiscou meu dedo e mal bateu na sua cauda. Eu imediatamente pensei: ‘Não tem como esse cara ser um brincalhão mas fui atraída por seu rosto deplorável”.

Mesmo com suas dúvidas, Kolak pediu aos voluntários que levassem Murphy e alguns outros cachorros para o quintal, para que Liza pudesse conhecê-los e escolher seu novo amigo. Quase imediatamente ela escolheu Murphy.

“Liza e Murphy tiveram uma conexão instantânea”, disse ela.

“Ele rolou de barriga para cima com ela e depois a brincadeira começou. Eles correram e brincaram por quase uma hora e em momento nenhum demostraram agressividade um com o outro. Eu e ela sabíamos que ele era único”.

Algo em Liza transformou completamente Murphy, e era como se ele estivesse esperando por ela o tempo todo.

Mesmo que Murphy claramente já fosse da família, Kolak ainda precisava convencer seu namorado, Joel. Ele ainda era resistente quando ela lhe contou sobre Murphy – até que ela enviou um vídeo de Liza e Murphy brincando juntos, e ele percebeu que eles estavam destinados a ficar juntos.

“Eu disse aos voluntários do abrigo que precisaríamos discutir e eu os informaria”, disse Kolak.

“Ele e Liza choramingaram um pelo outro enquanto o levavam embora. Liguei para Joel quando saí e conversei com ele sobre isso e ele disse: ‘Você não pode simplesmente deixá-lo! Volte!’ Então eu o fiz!”

O casal decidiu se inscrever no programa “Take a chance on Me” do abrigo, que consiste em um período de três dias para ver se um cão vai se adaptar à casa e à família. Kolak e Liza voltaram para buscar Murphy e, enquanto o trio voltava para casa, ninguém podia imaginar que não iria funcionar. Ficou muito claro que Murphy havia encontrado sua família para sempre.

“Murphy imediatamente pulou no banco de trás do meu carro e olhou pela janela com a cauda balançando e se inclinou para lambeu meu rosto”, disse Kolak.

“Liza se aconchegou nele como se estivesse assegurando-lhe que ele ia ficar bem e que ele seria amado, e eu juro, ela tinha um sorriso no rosto enquanto voltava para casa!”

Foto: Debi Kolak

Murphy não está com sua nova família há muito tempo, mas eles já não conseguem imaginar a vida sem ele. Seu humano favorito é Joel, e ele o segue em todos os lugares que ele vai. À noite, ele dorme debaixo das cobertas com a filha de Kolak e Liza, e toda a família adora vê-lo tão contente.

“Em apenas alguns dias o tendo em casa, não consigo entender como ninguém deu a esse cão uma chance, ele é incrível”, disse ela.

Murphy ainda parece um pouco confuso às vezes, como se estivesse preocupado que ele acabasse sendo devolvido ao abrigo novamente. Kolak espera que, com o passar do tempo, o medo e a confusão desapareçam. Afinal, agora que Liza encontrou sua melhor amiga e sua alma gêmea, não existe possibilidade dela o devolver.

“Liguei para o abrigo e disse a eles que queria finalizar sua adoção e todos choraram e aplaudiram”, disse Kolak.

Foto: Debi Kolak

“Eu o adoteisem custo devido a ele estar lá por tanto tempo e eles estão nos dando aulas de treinamento de  transição gratuitas para ajudá-lo a aprender a confiar e a fazer parte de uma família. Estou animada para ver como ele reagir e finalmente perceber que ele está em casa para sempre”. As informações são do The Dodo.

Filhote de cachorro arrastado por moto é adotado em Ananindeua (PA)

A cadela de cerca de quatro meses de idade que foi resgatada em Ananindeua (PA) após ser arrastada por uma moto encontrou um novo lar na terça-feira (5). Amora, como passou a ser chamada, irá para a casa da nova tutora depois que receber alta médica dos veterinários.

Foto: Divulgação/ Abrigo AuFamily

Um vídeo registrou o ato brutal ao qual a cadela foi submetida. Presa a uma corda, ela foi arrastada por um menino que estava na garupa da moto, dirigida por um homem. Inicialmente, o filhote tenta correr, mas não consegue e cai no chão. Após ser arrastado por alguns metros, a corda arrebenta e o animal fica no local. Os ocupantes da moto olham para trás, mas vão embora, abandonando a cadela ferida.

A ONG AuFamily, que resgatou Amora, contou que ela perdeu as unhas, sofreu escoriações e foi levada a uma clínica veterinária. Um boletim de ocorrência sobre o caso será registrado. As informações são do portal G1.

Assim que soube da história, a vendedora Roberta Maia entrou em contato com a ONG para manifestar interesse pela adoção da cadela. Ela já é tutora de outros dois animais.

“Me sensibilizei muito com a história dela e lembrei da época em que eu tinha muitos animais em casa. Se eu pudesse abrigar mais animais, eu o faria. Só que moro em apartamento e sei que é difícil recebê-los”, conta Roberta.

Um dos animais tutelados pela vendedora, a gatinha Viviane, hoje com 7 anos, foi adotada na mesma ONG. “Também tenho Miss Bela, de 5 anos, cachorrinha que foi devolvida a pet shop pelo tutor, e que tive a oportunidade de ganhar de presente depois”, revela.

Roberta lembra que tutelou 12 cachorros quando era criança e que sonhava em ser médica veterinária. “Eram todos sem raça definida. Infelizmente, a vida não me deu a oportunidade de ser veterinária. Sei que existem muitos outros animais na mesma situação, que sofrem maus-tratos. Queria poder ajudar mais, mas faço o que posso”, diz.

De acordo com a ONG, Amora está com quadro de saúde estável e deve receber alta em breve.

Gata de três meses está para adoção na Grande São Paulo

Lorena, uma gata de três meses de idade está para adoção. Será entregue ao adotante em São Paulo e em municípios da Grande São Paulo. Extremamente carinhosa e brincalhona, ela busca um lar com muito amor. Está vermifugada, foi testada para FIV/FELV, tendo dado negativo, e será doada castrada.

Só será entregue para adotantes que vivam em apartamentos ou casas teladas ou com muros altos o suficiente para impedir a saída do animal para rua.

Contato para adoção com Márcia pelo WhatsApp: 011 9 5399 7166.

Gata de dois meses de idade busca novo lar em Campinas (SP)

Ivie foi encontrada na rua em Campinas, no interior de São Paulo. Após ser resgatada, recebeu os cuidados necessários e agora está à procura de um novo lar.

Fêmea, vermifugada e com cerca de dois meses, ela é dócil. Ivie será doada apenas para casas ou apartamentos telados, para que não tenha acesso à rua e, assim, não corra risco de ser atropelada, envenenada ou agredida.

Interessados em adotá-la devem entrar em contato com Ana Cavalcanti através do número 19 99817.3741 – somente pelo WhatsApp.

Cão ‘mais solitário da Grã-Bretanha’ encontra um lar

O lurcher, de 2 anos, foi resgatado em outubro de 2017 e, desde então, funcionários e voluntários tentavam encontrar uma família para ele. Ele tinha até um fã-clube online mas ninguém entendia a razão de ainda ser tão rejeitado. Hector foi apelidado de “o cão mais solitário da Grã-Bretanha”.

Depois que um recente apelo se tornou viral, centenas de pessoas de todo o mundo se candidataram para adotá-lo.

Alan e Rose, também de Devon, foram os escolhidos e os funcionários da Little Valley Animal Shelter disseram que ficaram muito felizes por Hector finalmente ter encontrado uma nova casa. O abrigo agradeceu aos seus apoiadores e a todos que se apresentaram para adotar Hector.

“Não poderíamos estar mais felizes por ele. Não conseguimos parar de sorrir”, disse a gerente do abrigo, Jo Evans.

Ela acrescentou: “Hector é hilário. Ele nunca deixa de nos fazer sorrir e é o favorito de todos que o conhecem. Ele é adorado pela equipe e não entendemos por que ele sempre foi esquecido”. As informações são do Daily Mail.

“Ele é um menino ativo que está procurando por tutores que possam levá-lo para muitas aventuras. Ele ama a praia e percebemos que gosta de nadar”.

Infelizmente, nem toda história termina como a de Hector. Milhares de cães são esquecidos e rejeitados em abrigos de todo o mundo ou, na pior das hipóteses, sequer são resgatados e vivem nas ruas por toda a vida.