Dia Mundial do Gato: dicas e cuidados para quem quer adotar um gato

Comemorado no dia 17 de fevereiro, o Dia Mundial do Gato foi criado com o objetivo de promover uma campanha contra os maus-tratos a esses animais. De acordo com um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o país tem aproximadamente 22,1 milhões de gatos nos lares brasileiros.

Com o rápido desenvolvimento das cidades, as casas e apartamentos estão sendo construídos com metragens cada vez menores. Com isso, muitas pessoas que desejam adotar um animal acabam optando pelo gato, que é considerado um mais tranquilo e que se adapta facilmente a pequenos locais. Porém, muitos acabam adotando um gato sem fazer um planejamento, até mesmo por conta do pensamento de que eles se viram sozinhos. É preciso preparar o lar para receber esse animal, além de conhecer as necessidades da espécie.

(Foto: Pixabay)

Uma das principais características do gato que é importante entender é seu instinto de caçador, e a necessidade de repor as energias. Por isso, respeitar a hora de descanso do animal é fundamental, já que ele chega a dormir uma média de 16h por dia. Além disso, ele é um animal territorial, ou seja, defende o local onde habita.

Para ter um gato feliz, é preciso realizar algumas adaptações na casa ou apartamento para que ela seja a mais atrativa possível para ele. Gato não é como cachorro, para o qual você joga um brinquedo e ele sai correndo para buscar, ou até mesmo que precise sair na rua para passear. Bastam 15 minutos de distração e brincadeiras para que o animal se dê por satisfeito.

Uma dica importante é com relação ao alimento, o qual as pessoas costumam deixar disponível em potinhos pela casa. Porém, como o gato tem um instinto de caçador, é interessante criar uma certa dificuldade para que ele se alimente. O uso de comedouros inteligentes para gatos pode ajudar nessa questão e ainda auxilia na manutenção do peso.

Um dos maiores tabus que envolvem os gatos é com relação ao medo da água, já que são conhecidos por não gostarem. Na verdade, esses animais gostam de água, o que eles não gostam é de beber água. Para isso existe bebedouros estilo “fonte” que devido ao movimento da água estimula seu consumo.

Aproveite cada minuto ao lado do seu gato, pois ele é capaz de proporcionar momentos de pura alegria e tranquilidade. Cuide bem do seu amigo!

Fonte: Capital News

Cadela que vivia em jaula espera há anos por adoção em Campinas (SP)

Uma cadela espera há quase quatro anos pela chance de ter uma família pra chamar de sua! Pra se sentir protegida, amada e respeitada. A Dora é de porte médio, tem cerca de cinco anos de idade, está castrada, vacinada e vermifugada. Ela procura um tutor responsável em Campinas (SP).

Vítima de maus-tratos, ela foi resgatada da casa de uma acumuladora, onde era mantida com mais 4 cães dentro de uma jaula de 2mx1m.

Dora tem o rosto branco porque os cães da casa onde ela vivia cruzavam entre si, havendo cruzamentos entre mãe com filhos e pai com filhas.

Ela foi resgatada pela ONG OperaCÃO Resgate em agosto de 2015 e, desde então, ninguém nunca se interessou por ela. Dora é fofa, carente, carinhosa e companheira. Adora estar na companhia das pessoas e se dá bem com cachorros machos.

Interessados em adotá-la devem enviar um e-mail para adote@operacaoresgatecampinas.com.br.

Dia Mundial do Gato: tutores revelam relação de companheirismo com gatos pretos

Quando encontramos um gato preto, é comum ouvir de alguém a seguinte frase: “Gato preto dá azar”. Uma superstição antiga, que está em presente em várias partes do mundo, inclusive no Brasil. Mas, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, o G1 encontrou duas pessoas que garantem exatamente o contrário: gato preto não traz azar, mas sim, muita sorte. E muito amor.

Marcos e o gatinho “Batman”. — Foto: Marcos Santana/Arquivo pessoal

“Batman” é o nome do gatinho preto de olhos verdes e marcantes, que foi adotado pelo estudante Marcos Santana, após ser abandonado pelo antigo tutor. “Brincalhão e enérgico” são os adjetivos que Marcos utiliza para falar sobre o animal, que está com ele há cinco anos. “Outras pessoas não queriam criar um gato preto, preferiam outros mais bonitos ou de raça”, disse.

Segundo Marcos, “Batman” já foi vítima de envenenamento, mas, graças aos cuidados do estudante, conseguiu se recuperar. Casos como esse, de envenenamento de animais, principalmente de gatos, são recorrentes na cidade de Petrolina. Neste caso, o crime pode estar associado tanto a superstições e preconceitos, como também à falta de consciência que ainda existe na sociedade, de uma forma geral, em relação aos animais, que muitas vezes não são vistos como seres que também necessitam de cuidado e proteção.

“A população é muito apegada a superstições e achismos sem fundamentos. Temos que reavaliar muitas coisas que fazemos ou julgamos. Um gato preto não traz azar nenhum, pelo contrário, é um grande amigo peludo e um companheiro de quatro patas. Devemos ter mais amor e respeito em nossos corações, principalmente com os animais, que são seres tão inocentes e leais”, enfatizou Marcos.

A avó de Marcos rapidamente simpatizou com o gatinho “Batman”. — Foto: Marcos Santana/Arquivo pessoal

Nas ruas pode ser diferente. Mas, em casa, “Batman” rapidamente se tornou membro da família e hoje é tratado com muito amor.

Na novela das 9 da TV Globo, “O Sétimo Guardião”, um dos protagonistas da história é um gato preto chamado “Léon” . O personagem, que se transforma em humano, é a chave para a resposta de vários mistérios que envolvem a trama. A intenção de um dos autores da novela foi de combater o preconceito contra gatos pretos.

Um gato preto, ou melhor, uma gata preta, também é uma das “personagens principais” da vida do auxiliar administrativo Fred Aráujo, que também mora em Petrolina. A gatinha recém-adotada ganhou o nome de “Linda”, e foi escolhida justamente por ter a cor preta. “No dia que escolhemos, ela era a única preta que tinha e talvez por esse motivo ela poderia não ser adotada. Nós não temos essa superstição [de que gato preto dá azar] e decidimos ficar com ela”, explicou.

Fred lembra que a gatinha levou um tempo para se acostumar com o novo lar, e, principalmente, com o novo companheiro, o Labrador Zeus. “No começo, ela ainda tava com muito medo por causa do ambiente novo, novas pessoas e um cachorro que ela nunca viu. Ela ficou muito assustada, mas o meu cachorro é muito dócil. Hoje ela já brinca com ele, não tem medo de estar por perto”, afirmou.

Zeus e Linda são grandes amigos. — Foto: Fred Araújo/Arquivo pessoal

Fonte: G1

Homem constrói casinhas para animais abandonados no RS

O que era para ser apenas um favor para a diretora de uma escola do bairro Granja Esperança, em Cachoeirinha (RS), acabou se transformando em uma atividade rotineira para o eletricista autônomo Felipe Hilário Meireles, de 50 anos. A professora pediu a doação de uma casinha para um cão adotado, e ele prontamente atendeu à necessidade.

Depois disso, surgiram outros pedidos, e ele mesmo passou a ver com os olhos da solidariedade os cães abandonados. E Felipe começou a construir mais casinhas que entrega para quem adota estes animais. Até o começo desta semana, já foram 70 casinhas entregues para servir de abrigo.

(Foto: Reprodução / Portal Seguinte)

Natural de Porto Alegre e morador na própria Granja desde 1987, ele é casado com a dona de casa Kézia Meireles, de 32 anos, uma pernambucana engajada no projeto social tocado pelo marido. O casal tem dois filhos, de dois e quatro anos. O mais velho já está sendo incentivado a participar da boa ação.

“De vez em quando ele pega um pincel e ajuda a pintar”, conta Felipe, sobre o filho mais velho.

Para a região

As casinhas para cachorros começaram a ser construídas em setembro do ano passado para um cão comunitário do CAIC Neusa Goulart, a pedido da diretora. A doação foi divulgada na rede social Facebook e, daí, surgiram novos pedidos.

“Agora eu faço as casinhas principalmente para associações que cuidam dos animais, protetores… Já entreguei destas casinhas também em Gravataí, Alvorada e até para São Leopoldo”, conta, com orgulho.

Quando a reportagem do portal “Seguinte” esteve no endereço de Felipe, ele estava com a casinha numero 69 pronta para ser entregue. Nesta semana, ele mandou foto para a redação dizendo que a número 70 já tinha sido construída e já tinha até dono.

Doações

Felipe dedica boa parte do seu tempo para fazer as casinhas. Mas, além da construção propriamente, ele tem que buscar o material que recebe como doação. Vale tudo. Até laterais de móveis que não vão ser mais usados, tábuas, telhas, tinta, pincéis, pregos, serra… As doações, preferencialmente, que sejam levadas até a casa dele. Ele não tem carro para buscar.

E Felipe ainda produz as casinhas nos tamanhos pequeno, grande e extra grande. “É que tem cachorro de todo tamanho, daí já aproveito o que chega aqui de material”, explica.

Onde doar

Pessoas interessadas em fazer a doação de material para confecção das casinhas para cachorros, podem entregar pessoalmente para o eletricista Felipe Meireles, no endereço rua Darci José Pacheco, 12, bairro Granja Esperança, Cachoeirinha, ou telefonar/enviar mensagem via aplicativo WhatsApp para o número 51 982649549. O contato pode ser feito ainda através do Facebook.

Fonte: Seguinte

Cachorro que já sofreu muito procura um novo lar em Campinas (SP)

Um cachorro resgatado de maus-tratos, que já sofreu muito, está à procura de um novo lar em Campinas (SP). Cheetos é macho, carinhoso, porém medroso, devido ao trauma que tem por todo sofrimento que viveu. Ele foi encontrado com uma das orelhas tomada por bicheira, em carne viva. Foi tratado e agora está recuperado.

Cheetos tem cerca de dois anos, se dá bem com outros cães, está vermifugado, vacinado e castrado. É de porte médio e tem um pequeno “defeito” na orelha, devido ao ferimento que tinha quando foi resgatado, mas nada que o impeça de ter uma vida normal.

Interessados em adotá-lo devem enviar um e-mail para adote@operacaoresgatecampinas.com.br.

Ricardo Boechat adotou cadela explorada e maltratada em canil

Ricardo Boechat, jornalista que morreu após um acidente com um helicóptero em São Paulo, era tutor de uma cadela vítima de maus-tratos. Nina foi adotada em 2015 por Boechat e pela família dele após ser explorada para reprodução e venda de filhotes em um canil.

(Foto: Reprodução / Facebook)

A história da adoção foi divulgada pela parlamentar Lourdes Sprenger, do Rio Grande do Sul, que tem envolvimento com a causa animal. Ela fez uma publicação em rede social homenageando o jornalista, que comoveu o Brasil com sua trágica morte.

Boechat ficou conhecido pelo trabalho impecável como jornalista, tendo sido, inclusive, premiado, e também pelas críticas que fazia através do jornalismo.

A adoção de Nina mostra outro lado de Boechat: o da compaixão por um animal que sofria nas mãos de quem o explorava e que pôde viver uma vida feliz e tranquila após ser adotado.

Após adoção de nova cadela, Tatá Werneck completa 20 animais adotados

A atriz Tatá Werneck e seu namorado, o ator Rafael Vitti, adotaram mais uma cadela. É o vigésimo animal adotado pelo casal. A cadela recebeu o nome de “Alegria” e foi apresentada aos fãs de Tatá através das redes sociais.

(Foto: Reprodução / Instagram)

“Não aguentamos e adotamos mais uma. Nossa “Alegria” (que eu queria chamar de SURUBA no 502, mas Rafa sensato não deixou) já tem um novo lar!”, escreveu a atriz. “Te amamos pequena (que sinto que terá o tamanho de um pônei e não sei como andarei pela casa). Total: 20 filhos. Total [de] sofás limpos: não encontramos resultado para sua pesquisa”, brincou.

Para apresentar a nova integrante da família, Tatá publicou um vídeo de Alegria recebendo carinhos da atriz. Centenas de comentários de seguidores aplaudiram a boa ação do casal ao decidir adotar mais um animal carente.

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Cachorro do cantor Luan Santana sofre acidente

Entre os animais dos famosos, Alegria não foi a única a ser citada nas redes sociais nos últimos dias. Isso porque o cantor Luan Santana contou que o cachorro Puff, tutelado por ele, caiu em um buraco de seis metros de profundidade no último sábado (9). É a segunda vez que o animal se acidenta. Recentemente, ele caiu de uma escada.

Puff é um animal idoso. Com 14 anos, ele deu um susto no cantor. “[O Puff] não ficou com nada quebrado, só cortou o queixo”, disse Luan, que contou ainda que o animal foi levado ao veterinário pela irmã dele, Bruna Santana.

“Eu sempre disse que ele era diferente. Um cachorro com jeito de gente ou uma pessoa com jeito de cachorro? Não sei. Só sei que ele segue firme, alimentando-se do amor dessa família, que o escolheu como o único filho de quatro patas”, escreveu o cantor.


Atriz Livien Lyra Blair, de Bird Box, fala sobre suas comidas veganas preferidas

Vegetariana desde que nasceu, a atriz Livien Lyra Blair, que interpretou a Garota no filme Bird Box, revelou à PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) suas comidas veganas favoritas.

“Eu gosto bastante de frutas; frutas e vegetais. Eu gosto de edamame e aspargos, vagem e o prato de arroz com tofu do Yuko Kitchen”, afirmou a menina vegetariana de seis anos. Ela também explicou a entidade que está tentando se familiarizar ao espinafre.

Blair contou, no vídeo, sobre suas experiências com adoção de animais. Ela já resgatou três gatos, entre eles, Lazlo, “o que mais mia”.

Ela pediu que as pessoas adotassem animais ao invés de compra-los. “Sempre amei tanto animais. Nunca pensei em fazer nada que pudesse machuca-los”, afirmou.

Cadelinha muito doente que seria sacrificada tem uma nova chance de ser feliz

A história de Rosie é mais uma daquelas que vemos todos os dias em todos os lugares: dor, fome, sede, abandono e sofrimento.

Foto: St. Charles Parish Animal Shelter

Em setembro do ano passado, Micah St. Amant, um oficial de controle de animais, estava patrulhando a rodovia 3127, em Luling, no Texas e notou algo pequeno em movimento. Ele checou mais e, embora ela estivesse fraca demais para ficar em pé, uma cadelinha conseguiu levantar a cabeça. As informações são do Nola.

Imediatamente, a filhote foi levada à Dra. Jena Troxler, veterinária e gerente do Escritório de Controle de Animais da paróquia de St. Charles, que aconselhou a eutanásia humana como uma opção justa para aquela pequena menina que já era chamada de Rosie pela St. Charles Parish Animal Shelter.

Rosie tinha anemia severa, ancilostomídeos, vermes nemátodos, dirofilariose  e desnutrição extrema. Ela não tinha forças mas lutou para comer meia lata de comida de cachorro. Troxler e a equipe estavam determinados a ajudar aquela menininha que mostrava tanto coragem.

“Tratamos uma grande variedade de casos médicos, mas Rosie foi o caso mais extremo de fome que lidamos em uma década”, disse Troxler.

Foto: St. Charles Parish Animal Shelter

“Ela piscava e engolia a seco sem conseguir mexer outro músculo. O fato de ela poder comer e não precisar de um tubo de alimentação nos inspirou a dar uma chance a ela. Com a integração do meu treinamento em medicina ocidental e da medicina oriental do Dr. G do Vet Naturally, nós colaboramos para dar a ela todas as chances de sobreviver”.

“Ela foi monitorada 24 horas por dia com cuidados e alimentação por três semanas, mas verdadeiramente, depois de 72 horas, ela progrediu de alguma forma todos os dias. Ela se transformou em uma cadela muito ligada a seus cuidadores e com o tempo construiu sua confiança.

Com a ajuda da St. Charles Humane Society, que pagou os suprimentos médicos, uma transfusão de sangue, desparasitação, fluidos IV e cuidados de suporte, Rosie continuou recebendo apoio e atenção médica. A recuperação foi lenta mas o sofrimento já havia passado e um final feliz estava próximo.

Londa Elliott, de Metairie, foi a Luling para encontrar um novo amigo para Coby, seu cachorro que se sentia muito sozinho.

Foto: St. Charles Parish Animal Shelter

O primeiro cachorro escolhido não parecia gostar de gatos. Então, ela deu uma chance a Rosie. Gatos não a incomodam, então ela foi selecionada.

Elliott disse: “Eu não sabia nada sobre Rosie, mas eu a quero. “Rosie é muito amorosa e é a coisa mais doce. Ela gosta de ser abraçada”.

Ela está agora em sua casa, feliz e em segurança.

A St. Charles Humane Society

Em 1993, um grupo de amantes de animais da paróquia St. Charles criou a instituição preocupados, na época, com a excessiva quantidade de eutanásias em animais. Desde a sua fundação, as eutanásias diminuíram devido ao aumento da adoção dos animais, desenvolvendo um programa de esterilização e assegurando que a limpeza do abrigo seja mantida de acordo com os padrões de controle.

Último cão de um abrigo finalmente sorri quando vai para casa

Foto: Ionia County Animal Shelter

Dizem que coisas boas vêm para aqueles que esperam – e ninguém entende isso melhor do que Capone.

A mistura de terrier com Staffordshire, de 7 anos, esperou pacientemente por uma família de verdade no abrigo de animais do condado de Ionia, em Michigan, mas nada parecia acontecer.

O cão mais velho observou, um por um, seus companheiros de abrigo saírem com seus novos pais. Até que, finalmente, ele foi o único que restou.

“Por algum tempo Capone foi o único cão que tínhamos no abrigo”, disse Carly Quinn, diretor do Abrigo de Animais do Condado de Ionia, ao The Dodo.

“Todos os canis estavam vazios, exceto por Capone doce, quieto e gentil.”

Capone havia sido adotado pouco depois de ter sido trazido para o abrigo em 2017, mas ele se viu de volta um ano depois, depois de uma briga com outro cão em sua casa.

Foto: Ionia County Animal Shelter

Desabrigado pela segunda vez, Capone ficou deprimido e  parou de comer .

“Ele perdeu um pouco de peso, porque ele simplesmente não tinha apetite”, observou Quinn. “Era muito difícil conseguir que ele comesse. Tivemos que persuadi-lo diariamente com guloseimas e comidas úmidas variadas. ”

Quinn poderia dizer que a greve de fome de Capone era na verdade um sinal de algo mais sério.

“Ele estava com o coração partido”, disse Quinn.

Mas Capone não estava apenas amamentando um coração partido – ele estava com medo de ser rejeitado novamente.

“O Capone que conhecemos em 2017 e o Capone Wet, conhecido em 2018, eram dois cães diferentes”, disse Quinn.

“Depois que ele se rendeu pela segunda vez, escolheu seus amigos como se realmente se sentisse traído. Ele se tornou muito ligado a nós, funcionários do abrigo”.

“Ele é um cão grudento”, acrescentou Quinn. “Um cão que gosta de estar ao seu lado, sempre tocando em você.”

Já que a equipe do abrigo sabia que Capone ficaria melhor em uma casa sem outros animais, encontrar um lar para ele  provou ser um desafio. Os funcionários da Shelter postavam continuamente sua foto nas mídias sociais, certificando-se de que todos na área soubessem que o cachorro estava disponível e pronto para conhecer sua família eterna.

Apenas algumas semanas atrás, isso aconteceu.

Quinn não podia acreditar quando viu a página do abrigo no Facebook e viu uma mensagem de um casal perguntando sobre Capone.

“Eles se apaixonaram por suas fotos e sua história”, disse Quinn. “Quando eles vieram ao nosso abrigo na tarde daquele dia, eles já tinham ido a uma loja de animais e fizeram uma coleira personalizado com seu nome e suas informações.”

Mas depois de se render duas vezes, Capone se tornou exigente sobre quem ele entregava seu coração.

Quinn sabia que ele não ia sair de lá tão fácilmente – então ela prendeu a respiração enquanto caminhava para o canil dele.

“Minha equipe e eu cruzamos os dedos que Capone gostaria deles”, disse Quinn.

“Quando entrei no saguão com Capone, ele parou e olhou para Jon e Ashlee por um tempo. Os dois se ajoelharam e Capone correu direto para os braços deles”.

O cão mais solitário do abrigo finalmente encontrara sua casa, e os funcionários não conseguiram conter suas emoções quando presenciaram o final perfeito da história de Capone.

Foto: Ionia County Animal Shelter

Uma vez que eles chegaram em casa, a nova família de Capone tirou uma foto do cachorro se instalando em sua casa, e sua expressão realmente diz tudo:

“Olhe para esse sorriso”, Sammie Vincent, uma voluntária do abrigo, escreveu no Facebook .

“A equipe de funcionários dos EUA realmente chorou lágrimas de alegria por Capone.”