Pastora belga está em busca de um lar no bairro do Campo Belo, em SP

Vilma Henrique
vilma.henre@gmail.com

A filhote da raça pastor belga, chamada Maria Clara, tem oito meses e já foi castrada, vacinada e vermifugada. Ela foi resgatada de um carroceiro que pretendia explorá-la para criar e vender filhotes da raça.

A cachorrinha está localizada agora no bairro do Campo Belo, na Zona Sul de São Paulo, próximo ao Aeroporto. Quem estiver interessado em adotá-la, entre em contato pelo número (11) 95477-1330.

Gatinha Pipoca está para adoção no bairro de Ipanema, no RJ

Fausto Vigino
fausto.vigino@uol.com.br

Uma linda gata chamada Pipoca foi resgatada pelo grupo de resgate Bigodes do Bunker. Ela havia sido abandonada no bairro da Colônia, totalmente perdida e com medo dos outros gatos do abrigo.

Ela já foi castrada e testada para Fiv/Felv, cujo resultado foi negativo. Pipoca é muito dócil e carinhosa, tem aproximadamente 9 meses e agora está a procura de um lar amoroso.

As exigências são que, caso o lar seja um apartamento, seja devidamente protegido com telas para não haver o risco de fuga. Quem estiver interessado em adotar a Pipoca, entre em contato com o grupo Bigodes do Bunker através do número (021) 98295-7507.

Cão resgatado no bairro de Vila Mariana, em SP, procura novo lar

Vilma Henrique
vilma.henre@gmail.com

Um cãozinho chamado Conhaque foi resgatado depois de ter sofrido lesões em sua cabeça. Uma menina de 15 anos o encontrou na rua, deitado e chorando de dor. Ela relata que o cão estava assustado e não deixava as pessoas encostarem nele por medo de que elas o fossem machucar.

Ela o levou ao veterinário, onde ele recebeu cuidados e foi castrado. O cachorro tem apenas um ano e não possui um lar. A menina que o resgatou não pode ficar com ele pois não tem permissão dos seus pais.

Quem estiver interessado em adotar o Conhaque, entre em contato com Rafaela através do número (11) 97077-6365. O cachorro se encontra na Vila Mariana, em São Paulo.

Cachorrinho precisa de um novo lar no bairro da Glória, no RJ

Fausto Vigino
fausto.vigino@uol.com.br

Um cãozinho está procurando um novo lar no bairro da Glória, Zona Sul do Rio de Janeiro, RJ. Sua antiga tutora alega que não pode mais ficar com ele e a pessoa que está com o cão agora disse que o gato que veio junto com ele felizmente já foi adotado.

Ela diz que o cachorro está em uma casa na Rua Santo Amaro, nº 188, bairro da Glória. Quem estiver interessado em fornecer um novo lar para o cãozinho, entre em contato com o número (21) 96856-2910.

Cachorro abandonado em Belo Horizonte (MG) precisa de um lar

Vilma Henrique
vilma.henre@gmail.com

Um cachorrinho foi abandonado em um ponto de ônibus em Belo Horizonte. O cãozinho está assustado e sofrendo muito. Ele está localizado na Av. Barão Homem de Melo, 1710 (no ponto de ônibus em frente à UPA Oeste), Belo Horizonte.

Quem estiver interessado em dar ao cachorro um lar amoroso e muito carinho, entre em contato com Laura pelo número (31) 99748-8281. Ela se habilita a ajudar com quaisquer despesas de veterinário.

Oito filhotes de gato abandonados procuram um novo lar em SP

Raquel Rignani
raquelpxr@yahoo.com.br

Oito gatinhos foram deixados na porta de uma casa em São Paulo. A cuidadora Raquel disse que não pode ficar com eles por já abrigar 25 outros gatos em sua casa, filhotes e doentes, e por também estar doente.

Dos oito, três ainda estão na fase de amamentação. Quem tiver interesse em adotar esses gatinhos, entre em contato com a Raquel pelo número (11) 99880-0310.

mulher segura cachorro no colo. atrás dela, outros cachorros em cercado

Grupos protetores de animais buscam mais apoiadores

A ONG defensora de animais SOS Bichos de Rua realizou neste sábado (12), das 9 às 21 horas, uma blitz beneficente. Equipes de voluntários estiveram na esquina da rua Augusto Ribas com avenida Vicente Machado, onde fizeram a arrecadação de doações para manter as atividades do grupo. O evento se soma a outros que os voluntários vêm realizando para arrecadar fundos e garantir a manutenção de suas atividades.

mulher segura cachorro no colo. atrás dela, outros cachorros em cercado

Foto: Diário dos Campos

Eventos como esse e bazares, além da arrecadação a partir do cadastro de notas fiscais do programa Nota Paraná são a principal fonte de recursos das associações que se dedicam ao cuidado de animais. A SOS Bichos é uma das principais ONGs, mas todas atuam no limite, já que realizam serviços por meio da colaboração de voluntários.

Ana Paula Miléo é advogada, mas na SOS Bichos ela é apenas mais uma das pessoas interessadas em cuidar dos animais. Esse desejo veio antes da participação na ONG, e ela espera que outras pessoas percebam que para cuidar dos animais não é preciso estar vinculado a associação. Cada um pode fazer sua parte e, se quiser, somar essa atitude a um grupo.

“A gente tem limite de recursos e de voluntários, que não passam de 15 em atividade constante. Qualquer um pode ser um voluntário, ajudando os animais por conta própria. Quem encontra um filhote que precisa de um lar, pode ficar temporariamente com ele, postar foto nas redes sociais e procurar um novo dono. Não é preciso uma ONG para isso”, diz. Ela convida a população a ajudar na preservação da vida animal e na fiscalização sobre o problema dos maus-tratos.

Maus-tratos crescem 43,5% em PG

As estatísticas da Guarda Municipal de Ponta Grossa apontam que houve um aumento considerável no número de ocorrências relacionadas a maus-tratos contra animais. Foram 323 casos no ano passado, 98 a mais que em 2017, quando esse tipo de situação resultou em 225 atendimentos dos agentes na cidade. Trata-se do segundo crime mais comum verificado pela GM em Ponta Grossa, atrás apenas da perturbação de sossego. A Guarda Municipal orienta à população que presenciar casos de agressão contra o animais que as denúncias podem ser feitas através do telefone 153.

Conheça três das ONGs de protetores

SOS Bichos de Rua
A ONG foi fundada em 2011. O foco é controle de natalidade dos animais de rua. As pessoas ligam, o grupo faz o resgate e encaminha a clínicas parceiras. Um convênio permite que o custo desse atendimento seja menor. Depois, esses animais precisam de uma nova casa. O lar do SOS Bichos já possui mais de 200 animais e um custo considerável para manutenção. Bazares ajudam a manter as atividades. São cerca de 15 voluntários constantes e outros eventuais. Quem encontrar animais feridos, vítimas de atropelamento ou maus-tratos pode entrar em contato pelo telefone (42) 99907-3017.

Grupo Fauna
A médica Karina Medaglia atua, nas horas vagas, dando atenção aos animais. Ela faz parte do Grupo Fauna. ONG mais antiga da cidade, está em atuação há 20 anos. A maior dificuldade é a variação da atenção aos animais dada por cada gestão municipal, e a demora na renovação de convênios e projetos. “Em três meses, a procriação dos animais aumenta muito, principalmente nos bairros”, diz. A ONG atua na triagem de animais no encaminhamento para castração. Em casos de sofrimento animal, o grupo ajuda ou indica quem possa ajudar. Também dá palestras e orientações sobre castração. O contato é o e-mail grupofauna@gmail.com

APA-PG
A Associação Protetora de Animais de Ponta Grossa foi criada em 2015 e se propõe a auxiliar na adoção de animais em situação de rua. A página no Facebook Apa PG traz postagens frequentes com animais que precisam de um novo lar, além de anunciar eventos com esse propósito. Está previsto para este sábado (12), das 9 às 17 horas, uma feira de adoção a ser realizada na avenida Visconde de Taunay, 1575, em parceria com a AgroMathias. O contato pode ser feito através da página no Facebook, através de mensagem no privado.

Fonte: Jornal Diário dos Campos

cachorro preto deitado com a boca aberta

Benefícios de adotar animais na fase adulta incluem menos cuidado e mais gratidão

A adoção de gatos e cachorros filhotes é feita facilmente, enquanto muitos animais já maduros aguardam a oportunidade de terem um lar. Geralmente, os adotantes acreditam que esses animais não se adaptarão à nova família.

cachorro preto deitado com a boca aberta

Estopinha, o cão adotado por Kamila. Foto: AFNotícias

Com animais adultos não existem surpresas em relação à personalidade, tamanho ou comportamento, porque eles já estão com tudo isso definido. Além disso, eles também são independentes, pois requerem menos cuidados que filhotes. Animais resgatados também tendem a ser mais gratos com seus tutores.

A estudante Kamila Marinho, de 21 anos, adotou um cachorro com um pouco mais de um ano de idade e disse ter ficado muito feliz com a decisão. “Quando pensamos na ideia de adoção, sempre era um filhote. No entanto, decidimos entrar em contato com alguma ONG e escolhermos o que mais gostássemos. Procurando nas redes sociais, encontramos o Estopinha e foi amor à primeira vista!”, descreveu Kamila.

Segundo a tutora, Estopinha era de uma família pobre e, algumas vezes, até faltava comida para o animal. “Ele vivia no relento pegando chuva e sol, era desnutrido e cheio de carrapatos. Até que um dia a família foi embora dessa casa e abandonou ele preso a uma corrente, quando a dona da ONG o encontrou”, disse.

Kamila conheceu a história dele e sabia que era o cachorrinho certo. “Daí começamos o processo da adoção. Ao contrário do que muita gente pensa, cachorro adulto é bem mais fácil de cuidar, pois a fase de fazer xixi em tudo e de sair quebrando as coisas já passou. Ele nunca nos deu trabalho, só trouxe alegria para nossa vida e é o meu xodó”, finalizou a estudante.

Responsável pela Organização Não Governamental Resgata Palmas, Irisnaide Pereira da Silva explicou o motivo de existir dificuldade de adoção de animais adultos ou idosos. “As pessoas preferem filhotes para que a criação seja da própria maneira, para que se acostumem desde pequenos com a casa e outros animais”, explicou ela.

“As pessoas têm receio pelo fato de já estarem acostumados com outras pessoas ou até mesmo nas ruas e não se adaptarem ao novo lar, por não conhecer a personalidade do animal. Já os idosos, são mais difíceis porque requer uma atenção especial”, contou ela.

Ainda segundo Irisnaide Pereira, as pessoas podem esperar muito amor e gratidão de animais mais velhos, apesar de ser necessário cuidado maior, pois eles são gratos mesmo não conseguindo falar.

A responsável pela ONG disse também que os primeiros dias podem ser os mais difíceis, pois o animal precisa se adaptar ao ambiente.

“Não deixar o animal sozinho por muito tempo, dar um pouco mais de atenção, ter mais paciência com o processo de adaptação, que pode demorar ou não, principalmente se tiver outros animais em casa, são algumas dicas”, finalizou.

Fonte: AFNotícias