Cadela adotada é a mais nova “funcionária” de parque em Canela (RS)

Foi em março deste ano que ela chegou de mansinho, esfomeada, machucada e desconfiada no Banhado Grande, em Canela (RS). Mas foi em poucos dias que a cachorrinha ganhou a confiança dos colaboradores do Parque Bondinhos Aéreos e agora é a mais nova funcionária do local. Ela ganhou o nome de Raposa, devido a semelhança com o animal selvagem.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

A ideia da administração do parque era de encontrar um lar para a cachorrinha, pois eles tinham o receio de que ela não fosse se adaptar com a circulação de pessoas e movimentação de ônibus e carros. “Para a nossa surpresa, ela é muito dócil e conquistou a todos daqui, por isso a adotamos”, comenta a colaboradora Janice de Castilhos.

Guarda noturno

Raposa ganhou um cargo no atrativo turístico, e sua identificação no crachá é vigia noturno. Ela é a companheira na hora da ronda dos guardas do local. Ao longo do dia, Raposa se esquenta no sol pelos jardins do parque e aproveita para descansar do trabalho de segurança. Ah, mas ela também garante as carícias dos turistas.

Primeiros cuidados

Quando chegou, Raposa tinha muitos carrapatos e um berne grande no lombo. A equipe do parque encaminhou a cachorrinha para atendimento médico para tratar o ferimento. Raposa também foi castrada e agora só aproveita os carinhos dos turistas e dos funcionários do local. A cada 15 dias ela vai tomar banho na pet shop e volta bem carente, conforme uma das cuidadoras dela no parque, Gabriella Souza. Segundo Mateus Scain, Raposa recepciona todos os dias os funcionários do parque quando chega o ônibus pela manhã. “Ela é muito querida por todos”, confirma Scain.

Fonte: Jornal de Gramado


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Pit bull sensível não para de chorar na parte mais triste do “O Rei Leão”

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Os orgulhosos adotantes e novos pais de uma pit bull resgatada estão descobrindo só agora o quão sensível e doce sua cachorrinha, Luna, realmente é.

Luna veio ao mundo há meses atrás em uma situação muito difícil. Ela nasceu de uma pit bull grávida e desabrigada, muiro sofrida, que foi levada para um lar temporário bem a tempo de ter seus 12 filhotes.

Felizmente, várias semanas depois, a mãe pit bull, Melon e seus doze bebês começaram a ser adotados, graças à Humane Educational Society, um abrigo no Tennessee nos EUA.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Foi assim que Luna encontrou sua nova família.

Luna foi adotada por Josh Myers e Hannah Huddleston, um jovem casal que vive em Chattanooga.

O casal conta que nunca esquecerá aquela primeira volta para casa com Luna, Myers dirigindo enquanto Huddleston estava ao lado dele com a filhotinha toda enrolada e encolhida em seus braços.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Nesses meses em que Luna já faz parte da família, ela cresceu e amadureceu. E Myers e Huddleston estão conhecendo sua doce personalidade pouco a pouco.

Mas o que Luna fez outro dia realmente os surpreendeu de forma única.

Eles estavam assistindo ao desenho em animação do clássico da Disney “O Rei Leão” enquanto Luna estava na sala brincando “descontroladamente” com seus brinquedos, como estava costumada a fazer, de acordo com a página do Facebook de Myers.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Quando o filme mostrou uma cena trágica, Luna parou de repente.

“Assim que Mufasa cai morto, ela para e se vira para a TV e parece estar assistindo a cena”, escreveu Myers.

Quando o filme mostra Simba está tentando acordar seu pai na tela, Luna começou a choramingar e ganir.

“Ver ela chorando em frente a televisão foi a coisa mais doce e encantadora que eu já vi”, escreveu Myers. “Ela até se deita logo depois que Simba se deita com seu pai morto também”.

Luna não é a única que tem um lado sensível, de acordo com Brad Ladd, da família que adotou o outro irmão de Luna; ele disse que toda a ninhada de pit bulls daquele resgate é sentimental e emocional.

“A história de vida deste filhote prova que o amor se sobrepõe ao sofrimento” Lad comentou. “Eles foram amados e mimados mais do que qualquer filhote de cachorro no mundo”.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

A família, conhecida como The Melon Dozen (Os 12 filhos da Melon), ainda se reúne para em datas específicas para matar a saudade e se divertir e acima de tudo para que os irmãos possam continuar interagindo enquanto crescem.

“Nós não merecemos cachorros”, acrescentou Myers. “Quatro meses de idade e ela já está mostrando empatia”.

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Cadelinha resgatada adora passear com seu mais novo amigo: um cavalo

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Quando uma mulher abordou Francesca Carsen e Steve Rother sobre um cavalo em miniatura de 2 anos de idade que aparentemente era agressivo tanto com seres humanos quanto com outros animais, eles não tiveram certeza do que fazer.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

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A dupla administra um rancho e tem experiência com animais de resgate, e assim que encontraram Spanky pessoalmente, eles souberam na hora que ele voltaria para casa com eles.

“Fomos dar uma olhada e vimos o pequeno cavalinho de apenas 2 anos de idade fazendo com os outros soubessem que ele era o chefe de todos ali”, disse Carsen ao The Dodo. “Então, nós concordamos com ele”.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Quando Spanky chegou pela primeira vez em sua nova casa, ele deixou claro que não iria desistir de seus modos mandões e agressivos sem lutar. O cavalo causou estragos no rancho durante suas primeiras semanas, mas sua nova família de resgate foi persistente e, finalmente, após um ano de paciência, amor e treinamento, Spanky era um cavalo completamente diferente. Ele ainda era um pouco mandão, é claro, e ainda hesitava em se relacionar com os outros – até conhecer Dally.

Dally era a menor cachorrinha de uma ninhada nascida de um dos cães de amigos de Carsen, e ninguém parecia querê-la. Carsen ouviu falar da situação de Dally e ofereceu-se para levar a pequena cadelinha e, desde o início, Dally ficou absolutamente obcecada por Spanky.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

“Com apenas 4 meses de idade, Dally se sentava no banquinho e me observava trabalhar com Spanky”, disse Carsen. “Ele estava severamente acima do peso, então eu tive que exercitá-lo regularmente. Onde quer que ele estivesse, ela queria estar também”.

No começo, Spanky era meio indiferente a Dally. Ele era cuidadoso em torno dela e saia do seu caminho para se certificar de que ele não pisaria nela, naquela época um bebê apenas, mas fora isso, ele não correspondeu igualmente ao seu fascínio por ele. Isto é, até um dia, quando Dally decidiu tentar montar Spanky.

Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

“Após cerca de dois meses, ela pulou do banquinho pras costas de Spanky e daquele dia em diante eles se tornaram inseparáveis”, disse Carsen. “Percebemos no dia seguinte que ela estava mais animada do que nunca. Ela adora andar nas costas do amigo e se sente muito importante. Ela nem precisa mais do banquinho, ela consegue pular nas costas de Spanky do chão.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Assim que Dally subiu nas costas de Spanky, de repente ele correspondeu ao seu amor com toda a intensidade e, a partir de então, os dois se tornaram os melhores amigos. Eles tiram cochilos do lado de fora e ficam no piquete do Spanky. Sua mãe decidiu escrever um livro sobre suas aventuras, e 20% dos rendimentos vão para a caridade. Dally e Spanky tocaram e inspiraram tantas pessoas – apenas por serem amigos.

Mesmo que Spanky tenha relutado no começo, Dally rapidamente mudou a opinião dele, e agora o par adora passar todos os momentos possíveis juntos. Ambos começaram a vida indesejados e incompreendidos, mas agora eles têm um ao outro. Para sempre.

Cadelinha em situação de rua persegue ônibus até ser adotada pelo motorista

Newsflare

Foto: Newsflare

Quando Jaypee Barcelinia entrou em um ônibus em Quezon City nas Filipinas, ele não esperava dividir seu assento com um viajante peludo. Mas depois de testemunhar a extensão da dedicação que a cadela abandonada teria por uma chance de embarcar no transporte, ele ficou feliz em dar espaço para o animal.

“A cadelinha estava sentada em uma via pública, como se estivesse esperando por algo, quando nosso “jeepney” [uma forma de transporte público coletivo local] passou, e ela de repente começou a perseguir o ônibus e quis dar uma volta”, disse Barcelinia ao The Dodo.

A cachorrinha tentou seis vezes saltar para o veículo, de acordo com Barcelinia, mas todas as vezes ela não teve sucesso. Sempre que o ônibus diminuía, o cão colocava as patas dianteiras no degrau traseiro, caindo assim que o ônibus se afastava.

O motorista estava relutante em deixar a cadelinha entrar – preocupado que o animal pudesse atacar e morder algum passageiro.

“No início, o motorista do ônibus estava com medo de pegar o cachorro porque aqui nas Filipinas é incomum ver um cachorro perseguindo um veículo”, disse Barcelinia.

Não importa o quão cansado a cadelinha ficasse, ela parecia decidida a alcançar o veículo.

Foto: Newsflare

Foto: Newsflare

Assistindo àquela esforço e dedicação e toda, o coração do motorista se amoleceu e ele finalmente parou o ônibus.

Mas desta vez, a cadelinha ofegante não tentou colocar as patas no degrau traseiro.

Em vez disso, ela esperou, como se pedisse permissão para pular.

Desta forma o cachorro cansado finalmente conseguiu o que queria – um merecido descanso à sombra do veículo coberto.

Foto: Newsflare

Foto: Newsflare

“Ela entrou no jeepney e depois tirou uma soneca”, disse Barcelinia.

E isso não é tudo …

“Mesmo depois de terminada a jornada diária do ônibus, o cão não queria sair”, disse Barcelinia ao jornal Newsflare.

“O motorista agora a mantém e cuida dela até hoje”, finaliza ele.

Vaquinha resgatada conhece o amor após ser adotada por família

Carly Henry

Foto: Carly Henry

A vaquinha de apenas duas semanas estava doente e faminto quando foi resgatada. Confiscada durante uma investigação de negligência e maus-tratos contra animais, ela precisava de um novo lar.

Quando Carly Henry ouviu falar dela, ela achou que a vaquinha era perfeita. “Eu estava pronta para adotá-la”, Henry disse ao The Dodo. “Eu realmente queria a companhia de uma vaca! Eu ouvi pessoas dizerem que o amor de uma vaca é a melhor coisa que podemos experimentar”.

Henry dirige Carly’s Critter Camp, um santuário de animais próximo de Austin, Texas (EUA). Ela já salvou todos os tipos de animais que vivem hoje em sua fazenda, mas este bezerro do sexo feminino, sendo tão jovem, exigiria cuidados atenciosos e constantes.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

A bebê vaca precisaria morar na casa de Carly ao lado do santuário, com os cães, gatos e o marido dela.

Então essa parte ia demandar um pouco de trabalho de convencimento. “O que é mais uma criatura de quatro patas em necessidade afinal, certo?”, conjecturou Carly.

“Eu disse ao meu marido: ‘Ei, olha só para esse bebê lind'”, disse Carly. “Mostrei a ele uma foto da vaquinha toda coberta com cobertores no lar temporário. Eu disse: “Eu realmente quero trazê-la para cá e dar mamadeira pra ela!”

Carly disse que o marido pensou sobre isso por um minuto, olhou para ela e respondeu: “Oh meu Deus, você é louca, mas tudo bem, vamos lá!”

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

Ela estava muito excitada e ansiosa. A diretora do santuário entrou em contato com o responsável pelo lar temporário que também ajudou no resgate da vaquinha e, em janeiro, fez todos os preparativos para a adoção.

Carly a chamou de Tulipa e, assim que chegou, o marido dela foi conquistado. “Ele a amava”, disse Carly. “Nós estávamos todos apaixonados em menos de 30 segundos. Ela estava nos beijando e amando com todo o seu coração. Logo percebemos que ela adorava que coçássemos e esfregássemos a parte de trás de suas orelhas.

Tulipa se deu bem com todos os outros animais da casa, se encaixando perfeitamente na família de Carly, e ela se sentiu em casa – tirando uma soneca nas camas dos cachorros.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

“Desde o início, ela veio para dentro de casa, explorar, e ela escolheu dormir direito conosco em nosso quarto”, disse Carly.

Tulipa experimentou cada uma das camas de cachorro da casa, e muitas vezes ficou tão a vontade que se aconchegou no meio dos cães.

O marido de Carly estava bastante entretido com o ajuste instantâneo da vaquinha na vida doméstica da família. Ele gravou um vídeo de Tulipa sendo acariciada enquanto descansa em uma das camas e você pode ouvir o tom divertido em sua voz: “Apenas um bebê no nosso quarto”.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

Como Tulipa amava as camas dos cães, Carly comprou para ela sua própria cama de cachorro, só que bem maior que as demais. “Levou um minuto e ela descobriu que era dela, e pendurou as patas da frente do lado da caminha”, disse Henry.

Com o passar dos meses, Carly continuou a dar mamadeira à Tulipa e a oferecer muito amor e carinho para a vaquinha órfã. Quando ela foi resgatada de sua primeira casa, Tulipa estava doente, com pneumonia – mas agora ela estava ficando cada vez mais forte a cada dia que passava. “Ela está crescendo”, disse Carly.

Agora a tutora está tirando a mamadeira dela, mas Tulipa ainda lembra quando é hora de comer. “Ela quer ser alimentada a cada poucas horas. Eu sei porque eu a ouço mugindo. Eu estou na agenda desta vaca“, disse divertidamente Carly.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

Tulipa tornou-se a estrela social da fazenda. Ela fez amizade com todos os outros animais resgatados.

E Tulipa fica bastante animada quando grupos de crianças visitam o santuário.

“Ela é tão boa com as crianças”, disse Carly. “Eles amam tocá-la, abraçá-la. Algumas crianças até ajudaram a dar mamadeira quando ela era mais jovem, Tulipa é a coisa mais fofa de todas”.

Então, o que Carly pensa agora sobre o que as pessoas lhe disseram antes de adotar o Tulipa – que “o amor de uma vaca é a melhor coisa de todas”?

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

“Oh meu Deus, é verdade”, disse ela. Eu também a amo demais. Ela esta maior, ela esta muito mais saudável agora. Eu estava tão preocupado com ela quando ela chegou aqui pela primeira vez. Eu a amo mais do que as palavras podem dizer”.

E amor cura dos dois lados: humanos e animais.

Cadela abandonada com bilhete em frente a clínica veterinária é adotada

A cadela que foi abandonada em frente a uma clínica veterinária em Recife (PE), com um bilhete justificando o abandono, foi adotada pelo professor de química Luiz Carlos Pereira, de 31 anos, e pela esposa dele. Ela foi morar com outros dois cães, também adotados.

Foto: Luiz Carlos Pereira/Arquivo pessoal

Abandonada no dia 8 de abril, a cadela foi deixada em frente a uma clínica veterinária, acorrentada, com um bilhete que dizia que a tutora não tinha condições de cuidar do animal devido a um problema de pele da cadela.

Adotada, ela está se adaptando bem ao novo lar, segundo Luiz Carlos. “Depois do abandono, os funcionários da clínica começaram a chamá-la de Branquinha. Eu e minha mulher gostamos de uma série de TV chamada ‘Suits’ e colocamos nela o nome de uma das personagens, Donna Paulsen”, contou o professor ao G1.

Ele disse que decidiu adotar a cadela após ver a notícia sobre o abandono. “Um dia depois de a notícia do abandono ser publicada, minha esposa mandou a informação sobre o abandono e eu entrei em contato com a clínica para me colocar à disposição para adotar”, afirmou.

Luiz soube, então, que uma outra pessoa já tinha demonstrado interesse em adotar a cadela. Como desejava ficar com o animal, ele foi até a clínica veterinária e conversou com os donos e funcionários do local.

“O pessoal disse que tinha uma pessoa na minha frente, mas que ligaria se esse candidato não aparecesse. Foi o que aconteceu. No dia seguinte, informaram que eu poderia ficar com ela. Bastava esperar a finalização dos exames de saúde para Donna ser liberada”, lembrou.

Na última sexta-feira (12), Donna foi levada para a casa de Luiz. “Ela tem muito espaço para brincar. Também se mostrou muito dengosa e esperta”, afirmou o professor.

Os outros dois cachorros de Luiz também foram resgatados de abandono e maus-tratos e, assim como Donna, não têm raça definida. Um deles, inclusive, tem uma deficiência. “Há dez anos, adotei um cãozinho que havia sido atropelado e só tem três patinhas. Agora, todos estão se dando muito bem”, disse.

Sobre a doença de pele da cadela, alegada pela antiga tutora, o professor explicou que se tratava apenas de um problema causado por pulgas. “Para evitar isso, basta manter o ambiente limpo e garantir a higiene do animal. E também dar muito carinho”, declarou.

Homem abandona filhote de cão em quintal de casa em São José dos Campos (SP)

Uma filhote de cachorro foi abandonada no quintal de uma casa no Jardim Santa Luzia, em São José dos Campos (SP). O homem que abandona a cadela, flagrado por uma câmera de segurança, foge em um carro.

Reprodução | G1

A imagem mostra quando ele chega ao local e joga a fêmea pelas grades do portão. Depois entra no carro e vai embora.

A casa onde ocorreu o abandono é do autônomo Henrique Gregório Silva, que só foi perceber a presença do animal, após vizinhos acusarem a presença da cadela dentro do quintal.

“Eu puxei as imagens e vi como ela tinha sido abandonada. Aqui no quintal ela caiu na obra que estamos fazendo. Quando achei estava assustada, com medo e levou um tempo para conseguir tirá-la de lá. Nunca vi abandonar animal desse jeito, ela poderia ter se machucado”, contou.

Após resgatar o animal, a cadela foi adotada por um dos vizinhos. “Eles se apaixonaram por ela e ela ganhou o nome de Luna. Eu já tenho um cachorro, mas se ela não encontrasse um lar, ela ia acabar ficando”, disse.

A família da Mariana Siqueira Silva também já tinha um cachorro chamado Alvin, de 10 anos, mas não resistiu aos encantos da Luna e adotou. Ela acredita que ela tenha cerca de três meses.

“A gente já queria adotar uma fêmea para fazer companhia para o Alvin. Quando vimos foi a nossa chance. Resolvemos adotar e ela está aqui toda familiarizada”, contou.

Por Luna ter encontrado um novo lar, nem o proprietário da casa, nem os adotantes registraram boletim de ocorrência contra o homem que a abandonou.

Fonte: G1