Fotos de gato antes e depois de ser adotado mostram que adoção transforma vidas

Fotos de um gato, divulgadas por uma japonesa que o adotou, mostraram a diferença que a adoção pode fazer na vida de um animal. Nas imagens, feitas antes e depois do gato encontrar um lar, é possível ver a transformação na feição dele.

Nas primeiras fotos, feitas após ele viver quase um ano preso em uma gaiola, à espera de um lar, o gato aparece triste e carrancudo. Nas outras, registradas um ano após a adoção, a transformação é visível e o gato apresenta um olhar doce e tranquilo. As imagens foram publicadas no Twitter de uma mulher que se identifica como “@00bibibi” na rede social.

Quando vivia preso, ele se esfregava nas barras da gaiola, pedindo carinho e atenção, toda vez que alguém se aproximava. A busca por afeto era tão incessante que ele chegou a ficar sem pelos no lado do rosto que esfregava nas grades. As informações são do portal Mundo-nipo.

A vida aprisionado, sem amor e uma família, no entanto, ficaram no passado. Adotado, ele tem recebido todos os cuidados necessários e vivido uma vida repleta de carinho.

Abaixo, as duas primeiras fotografias foram tiradas antes da adoção e as duas últimas após ele ser adotado. Confira.

Foto: Reprodução / Twitter / @00bibibi

Foto: Reprodução / Twitter / @00bibibi

Foto: Reprodução / Twitter / @00bibibi

Foto: Reprodução / Twitter / @00bibibi


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cachorro fica famoso na internet após destruir cama da tutora

Um cachorro ficou famoso na internet após a tutora dele divulgar imagens que mostram a destruição que ele fez na cama dela e em um controle remoto de televisão. O caso, que aconteceu em Bauru (SP), repercutiu em rede social na quinta-feira (18). Chico, como é chamado, tem oito meses de idade e foi adotado pela gerente de uma empresa de telefonia Patrícia Rodrigues Barros, de 48 anos, para fazer companhia a Luke, outro cachorro da família.

Foto: Arquivo Pessoal

No momento em que gravava o vídeo, Patrícia afirmou que ia devolver o cachorro. Depois, no entanto, ela justificou que estava apenas brincando e que não irá se desfazer do animal, muito menos abandoná-lo.

A tutora contou ao G1 que os cachorros ficam no quintal durante o dia e dormem dentro de casa à noite.

No dia em que destruiu parte do quarto, Chico foi encontrado deitado na cama, com parte da espuma destruída, a roupa de cama rasgada e um controle remoto parcialmente destruído. Luke, o outro cachorro da família, não apareceu nas imagens, mas estava embaixo da cama no momento em que Patrícia flagrou a destruição. Tudo aconteceu enquanto a tutora ia ao cinema.

Foto: Arquivo Pessoal

“Fiquei chocada, quase enfartei. Fiz o vídeo, coloquei toda a espuma para conseguir dormir e no outro dia comprei um protetor de colchão”, disse. “Estou tipo marido que não quer encarar a mulher e fica no bar e não quer ir para a casa. Neste caso eu sou o marido e o Chico é a mulher. Adotei cachorro e cresceu dinossauro”, brincou.

Patrícia contou ainda que já está acostumada a ter a casa revirada por Chico, que já destruiu quatro caminhas de cachorro, as almofadas da sala, roupas penduradas no varal e vasos de planta, além da cama da tutora e do controle remoto. Uma casinha de papelão que Patrícia deu para o cão, no entanto, ele ignorou. “A gente quer agradar, mas parece que não gosta. O mais simples e mais fácil de destruir foi o que gostou”, afirmou.

Foto: Arquivo Pessoal

A filha mais velha de Patrícia, de 25 anos, decidiu adotar Chico em uma feira de adoção em Bauru para fazer companhia para Luke, de 7 anos. “Tinha uns trinta cachorros que pareciam loucos. Acredite, ele era o único, no cantinho, com carinha de dó. Eu mal sabia que estava se passando de vítima. Pegamos um cão e virou um furacão, mas carinhoso”, afirmou a tutora.

Com a grande repercussão do vídeo, que teve milhares de visualizações, Patrícia teve que explicar, em rede social, que não irá deixar ou abandonar Chico e que tanto ele quanto Luke continuarão morando com ela.

“Vai ficar dentro de casa, tenho dó. A gente fala que vai devolver, mas é só brincadeira”, concluiu.

Veja o vídeo:

Nota da Redação: filhotes tem muita energia para gastar, assim como alguns cachorros adultos também têm. É importante, portanto, que essa energia seja gasta para que o animal não se torne destrutivo. A ANDA recomenda aos leitores que façam passeios diários com os animais até que eles estejam cansados e que brinquem bastante com eles. Além disso, reforçamos a necessidade de adotar animais de forma responsável, sabendo que mesmo com passeios eles podem vir a destruir algum objeto da casa e que isso jamais deve ser justificativa para devolvê-los, doá-los ou abandoná-los. Animais são vidas e devem ser tratadas com respeito, amor e compreensão.


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Meghan Markle quer que seu filho cresça na companhia de um cachorro

Foto: PA

Foto: PA

A duquesa de Sussex está planejando adotar um cão resgatado para que seu filho Archie tenha a oportunidade de crescer na companhia de um animal.

Meghan estaria procurando em centros de resgate para encontrar um animal doméstico para seu filho de dois meses.

A ex-atriz de 37 anos é patrona do The Mayhew Animal Home, em Londres, e falou anteriormente sobre a “mudança de vida” que a adoção de um animal doméstico pode trazer.

Foto: PA

Foto: PA

O duque e a duquesa de Sussex já têm dois cachorros em Frogmore Cottage, em Windsor, na Inglaterra, incluindo o beagle resgatado de Meghan: Guy.

Meghan ficou muito chateada quando foi forçada a deixar seu outro cão resgatado (já idoso) em Bogart, em Toronto, no Canadá quando se mudou para o Reino Unido para viver com o príncipe Harry.

Agora, a duquesa “realmente quer um cachorro com quem Archie possa associar sua infância”, disse uma fonte ao The Sun.

Cães adotados por Meghan, Guy e Bogart | Foto: Instagram Meghan Markle

Cães adotados por Meghan, Guy e Bogart | Foto: Instagram Meghan Markle

Em janeiro, Meghan visitou o The Mayhew Animal Home e foi especialmente cativada por uma cachorrinha de um ano da raça jack russell, chamada Minnie, que ia para adoção.

Ela queria levá-la para casa, mas disse aos espectadores na época: “Não podemos levar outro cachorro antes do bebê, pois nossas mãos estão lotadas!”

Meghan pediu aos seus seguidores que apoiassem a ONG de bem-estar animal da maneira que pudessem – seja adotando um animal, como voluntario, doando ou conscientizando as pessoas sobre os animais necessitados.

A duquesa não é a única amante de cães da família real.

Rainha Elizabeth IIFoto: PA

Rainha Elizabeth IIFoto: PA

A rainha é famosa por seu amor aos cães da raça corgi, que remonta a 1944, quando ela recebeu Susan, seu primeiro cão da raça pembroke corgi dado a ela em seu aniversário de 18 anos por seu pai, o rei George VI.

Ela possuía cerca de 30 corgis naquela época e todos – com exceção de um – são descendentes de Susan, e a rainha tornou-se uma especialista na raça.

Seu último cachorro, Whisper, morreu aos 12 anos no ano passado.

A princesa Anne tornou-se o primeiro membro da Família Real a adquirir um registro criminal quando foi multada em 500 libras depois que sua cachorra da raça bull terrier chamada Dotty mordeu uma criança em Windsor Great Park em 2002.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

O Duque e a Duquesa de Cambridge possuem um cocker spaniel chamado Lupo que foi dado a eles como um presente de casamento em 2011 do irmão de Kate, James.

A Duquesa da Cornualha, Camila, Bowles, adotou os cães terriers da raça jack russell Beth e Bluebell do abrigo Battersea Dogs and Cats Home em 2012.

No final de semana Harry e Meghan compartilharam duas fotos do batizado de Archie com seus quase 9 milhões de seguidores, postando que se sentiam “tão felizes em compartilhar a alegria deste dia com os membros do público” e agradecendo aos apoiadores por sua gentileza.

Duquesa da Cornualha | Foto: Getty Images

Duquesa da Cornualha | Foto: Getty Images

Mas seguiu-se uma reação à insistência de que a cerimônia permanecesse privada e que as identidades dos padrinhos de Archie não fossem reveladas.

Na imagem compartilhada, Meghan foi vista olhando nos olhos de Harry enquanto o pai orgulhoso olhava para Archie, e colocava a mão no braço de sua esposa.

Apenas 25 convidados estiveram presentes no batismo, onde Archie Harrison Mountbatten Windsor foi batizado em uma capela privada no Castelo de Windsor.

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Cachorro que teve o corpo todo coberto por cola é adotado e vence o trauma

Foto: He'Art of Rescue

Foto: He’Art of Rescue

Quando as equipes de resgate da Turquia finalmente chegaram até Pascal, o filhote de cachorro, ele estava tão rígido que parecia uma estátua. Mas o pobre animal não estava congelado de medo; a um grupo de crianças cruéis tentou afogar o inofensivo filhote em cola antes de arrastá-lo pela lama.

Eles então deixaram Pascal lá para morrer enquanto a cola se tornava cada vez mais sólida, dificultando a movimentação do cachorrinho. Ele estava perdendo o suprimento de sangue para uma de suas orelhas, já que a cola havia endurecido em sua pele. Ele também estava tendo problemas para respirar e não teria sobrevivido por muito mais tempo se não fosse pelos socorristas.

Assim que a equipe de resgate o levou de volta à clínica do He’Direct of Rescue, eles começaram a raspar toda o pelo emaranhado de Pascal que estava colado. Infelizmente, a cola se espalhou por todo o seu pelo, então eles não tiveram escolha a não ser raspar sua pele toda. Sua pele estava extremamente danificada pelos produtos químicos da cola, então eles lhe deram banhos medicinais para ajudar a aliviar a dor.

Foto: He'Art of Rescue

Foto: He’Art of Rescue

A infecção da pele e o corpo ferido foram os piores dos seus problemas. Ele era um filhote normal e saudável, tirando a agressão que havia sofrido. Agora era hora do pequeno Pascal se curar.

Foto: He'Art of Rescue

Foto: He’Art of Rescue

Como Pascal foi completamente traumatizado por essas crianças, ele hesitava em confiar nas pessoas. Mas com o tempo, ele entendeu que nem todos estavam lá para machucá-lo. A equipe da ONG o encheu de amor e, finalmente, ele começou a se curar de dentro para fora.

Foto: He'Art of Rescue Internacional Facebook

Foto: He’Art of Rescue Internacional Facebook

Adoção

Quando ele começou a curar sua alma, o mesmo aconteceu com seu corpo. Seu pelo começou a crescer e ele se tornou um cão completamente diferente. Uma vez que ele ficou saudável o suficiente, o veterinário deu alta a Pascal e ele foi morar em um lar temporário.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Logo depois, ele foi adotado por uma família amorosa na Espanha! Pascal agora tem um novo irmão, um cachorrinho lindo e ele está aproveitando sua nova vida.

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Gatinho com Síndrome de Down conquista milhões de fãs no mundo todo

Foto: Facebook/Monty

Foto: Facebook/Monty

A história de Monty começou na Dinamarca, onde ele passou três anos em um abrigo esperando por uma família para adotá-lo.

Mas as pessoas costumavam rejeitá-lo porque sua aparência física era um pouco diferente dos demais gatos.

Foto: Facebook/Monty

Foto: Facebook/Monty

Até que um dia, Mikala Klein e Michael Bjorn se apaixonaram pelo gatinho assim que o viram e decidiram torná-lo parte de sua família. Ele parecia muito especial e muito doce e eles não hesitaram um segundo em adotá-lo.

Os dias passaram e eles perceberam que algo estranho estava acontecendo, o gatinho não conseguia controlar seus esfíncteres enquanto dormia e urinava com frequência.

Foto: Facebook/Monty

Foto: Facebook/Monty

Eles então o levaram ao veterinário para examiná-lo e disseram-lhe que isso era normal para os gatos mais velhos, mas Monty ainda era jovem demais para que isso acontecesse com ele.

Como eles tinham mais gatos em casa e pensaram que Monty queria marcar o território em relação aos outros e depois pensaram em mandá-lo para uma casa onde ele não teria outros gatos para competir por atenção (caso esse fosse o problema).

Mas essa decisão os entristeceu muito e a casa não era a mesma sem ele.

Mas essa decisão os deixou solitarios e vazios. Então eles voltaram para procurá-lo e decidiram continuar investigando até que ele descobriu que Monty tinha um problema genético semelhante ao da síndrome de Down em humanos.

Foto: Facebook/Monty

Foto: Facebook/Monty

Essa foi a verdadeira causa do estranho comportamento e da aparência de seu rosto.

Monty é muito brincalhão, sempre expressa sua alegria e se sente feliz com sua família.
Toda noite ele quer dormir perto de Michael, porque ele lhe dá muita segurança.

Desde que eles compartilharam sua história na internet, o gatinho se tornou um fenômeno das mídias sociais. Atualmente, Monty tem uma página no Facebook com mais de 300 mil seguidores e que pode ser visitada clicando aqui.

Monty também tem uma marca de brinquedos e outros produtos, e tudo o que é coletado na venda dos itens é destinado ao abrigo onde Monty estava antes de ser adotado.

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Conheça o cachorro que só come após o tutor dele cantar uma música

É hora da refeição. Mikenelson, um golden retriever de seis anos, recusa-se a jantar. Seu meio irmão, Diamante, e uma das irmãs felinas comem. Ele olha a comida, bebe água e deita no chão. Mesmo com a sua tutora falando para ele comer a ração, ele espera por algo. É só depois que seu tutor começa a bater palmas e se aproximar que ele levanta. Mikenelson tem um hábito peculiar: ele só come a ração quando Luiz canta uma música.

Mike foi adotado por Carla quando tinha 2 anos (Foto: Carla Altman)

Carla Altman, moradora de Toledo, no Paraná, tutora de Mike, contou essa história em um grupo do Facebook na última semana. A história viralizou, tendo mais de 7 mil compartilhamentos. “Juro para vocês! Se não cantar, ele não come”, dizia na postagem. Nos comentários, os usuários comentavam como era engraçado o ritual do golden e pediam um vídeo mostrando. Foi aí que Carla gravou a cena que viralizou.

Mikenelson — nome usado apenas em ocasiões em que Carla está irritada com ele — sempre foi muito enjoado para comer. Biscoitos e patês eram misturados à comida para que ele se alimentasse. Após começar o relacionamento com Luiz Felipe Turmina, que é adestrador de cães, ele sugeriu tentarem uma alternativa mais saudável, para que o golden não ficasse tão “mimado”.

Em entrevista para GaúchaZH, Carla contou que eles começaram a mexer no pote, bater palmas, fazer “festa” durante as refeições. Perceberam que deu resultado e continuaram a experiência. Um dia, Luiz começou a brincar e a cantar para Mike. E acabou dando mais certo do que ele imaginava.

— Com a repetição, ele começou a se acostumar. Entendeu aquela dinâmica. Eu, o pote e a musiquinha significava que era hora de comer — explica Luiz, acrescentando que a música nunca é a mesma.

E quando o tutor não canta, ele sente que um dos elementos de sua rotina está faltando, e aí não come. Carla até pode tentar cantar, e se ele estiver com muita fome, pode se alimentar, mas não é o que ele quer.

Adoção

O cachorro foi doado por um conhecido a um ex-namorado de Carla, que a presenteou com o animal. Apesar de sempre querer um golden retriever, ela ficou um pouco insegura no começo. Grande, de porte adulto, Mike já tinha as manias dele.

— Ele era outro cachorro quando eu o peguei. Muito assustado, fazia xixi com qualquer movimento que eu fazia — diz Carla.

Conversando com o homem que doou o golden, Carla descobriu que ele nasceu em uma fazenda que explorava os animais para vendê-los. Como Mike não tinha os traços bem definidos da raça, acabou ficando para trás. Quando cresceu, o tutor tentou se desfazer dele de todas as maneiras, até chegar em Carla.

— Ele é um cachorro traumatizado por causa dessa experiência. Tem muitas cicatrizes no rabo, tem medo de trovões e muito, muito medo de homens. Não sei bem o que aconteceu — conta a tutora.

Mas o carinho da Carla foi essencial para o cachorro, que logo começou a melhorar e se tornou um animal extremamente dócil. A convivência também era essencial para a tutora:

— Ele foi um dos remédios para não entrar em depressão e não ter crises de pânico.

Depois de um tempo solteira, ela conheceu o Luiz no Instagram. Ele curtiu umas fotos do Mike para chamar a atenção dela. Começaram a se falar, saíram e estão juntos desde então.

— Normalmente, quando as pessoas começam a morar juntas, a gente diz que elas juntam as escovas. Nós juntamos os cachorros — brinca Luiz.

Além de Mikenelson, Luiz Felipe trouxe um cachorro chamado Diamante, e, juntos, eles adotaram três gatos (Coiso, Brigitte, Jaguara), um spitz alemão chamado Noah e a pitbull Flor.

Aos poucos, Luiz foi conquistando Mike e usando seus dotes como adestrador para ajudá-lo a perder um pouco o medo de homens.

— Somos uma família feliz, todos os bichinhos têm vida de rei aqui — afirma Carla.

Veja o vídeo:

Fonte: GauchaZH


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. Doe agora.


 

Cachorro abandonado em abrigo por anos finalmente encontra uma casa só sua

Foto: Humane Society of Preble County

Foto: Humane Society of Preble County

“Por que vocês simplesmente não colocam ele para dormir?”

Esse era o refrão interminável que Leslie Renner, diretora executiva do abrigo da The Humane Society de Preble County, em Ohio (EUA), ouvia como sugestão infeliz quando o assunto “Higgins” surgiu. O morador mais antigo do abrigo passara quase toda a sua vida atrás das grades do canil – mas Renner não ia desistir do mestiço de pastor alemão.

Foto: Humane Society of Preble County

Foto: Humane Society of Preble County

Mais importante ainda, Higgins não queria desistir de encontrar uma casa também.

Higgins veio para o abrigo ainda filhote como um cachorro bem jovem, onde ele foi adotado imediatamente. No entanto, a vida em sua primeira casa estava longe de ser a ideal. Em 2012, Higgins foi devolvido ao abrigo.

“Ouvimos dizer que ele não passava de um cachorro que vivia acorrentado a uma casa de cachorro”, disse Renner ao The Dodo. “Cerca de um ano depois, alguém deu entrada no abrigo com um cachorro perdido – e era ele.”

Foto: Humane Society of Preble County

Foto: Humane Society of Preble County

“Ninguém nunca veio procurá-lo”, acrescentou ela, “ninguém se importou”.

Higgins ficava mais à vontade sem outros animais por perto, o que limitava seu grupo de possíveis adotantes. Renner sabia que ela só tinha que ser paciente até que a pessoa certa aparecesse, mas de novo e de novo, Higgins foi preterido.

“As pessoas estão procurando filhotes ou cachorros com até seis meses”, disse Renner.

Foto: Humane Society of Preble County

Foto: Humane Society of Preble County

“Quando ele voltou, tinha um ano e depois dois e depois três e o tempo continuava a passar”.

Depois de tanto tempo no abrigo, os potenciais adotantes assumiram que havia algo errado com Higgins. Por que mais ele ainda estaria lá todo esse tempo, ano após ano?

“O rosto dele sempre parecia tão preocupado que ele parecia um pouco intimidado quando estava em seu canil”, disse Renner. “As pessoas simplesmente passavam por ele.”

Então, no dia de número 2.381 no cãozinho no abrigo, Brendon Reed entrou e disse: “Estou aqui para levar Higgins para casa”.

Renner ficou chocada.

Foto: Humane Society of Preble County

Foto: Humane Society of Preble County

O rapaz de 22 anos tinha acabado de comprar sua primeira casa, e depois de ver a foto de Higgins on-line e ouvir sua história, Reed sabia que Higgins seria o único cachorro para ele. “Ele era apenas um cachorro lindo”, Reed disse ao The Dodo. “Ele parecia tão fofo eu não sei como ele não foi adotado”.

Depois de seis anos e meio, Higgins finalmente está desfrutando de uma família e uma casa só dele, as mordomias de dormir no sofá, assistir TV, correr em volta do seu próprio quintal e rolar na grama.

Foto: Humane Society of Preble County

Foto: Humane Society of Preble County

Longe do estresse da vida em abrigos, Higgins está aprendendo o que significa ter um pai que o ama e que o faz se sentir seguro e desejado todos os dias.

“Ele é tão feliz, e animado”, disse Reed. “Ele só gosta de brincar.”

Cachorro é adotado após viver seis anos em abrigo nos Estados Unidos

O cão Higgins viveu seis longos anos em um abrigo em Ohio, nos Estados Unidos, até que teve a oportunidade de viver em um lar de verdade.

Leslie Renner, diretora executiva da The Humane Society de Preble County, nunca desistiu de encontrar um tutor para o cachorro, que foi viver no abrigo quando ainda era filhote. As informações são do The Dodo.

Foto: Humane Society of Preble County

Logo após chegar na ONG, ele foi adotado. Mas foi maltratado e retornou ao abrigo, onde permaneceu por anos. “Ouvimos dizer que ele não era nada mais do que um cachorro acorrentado a uma casa de cachorro”, disse Renner. “Cerca de um ano depois, alguém entrou com um cachorro perdido – e foi ele”, contou.

“Ninguém nunca veio procurá-lo. Ninguém se importou”, disse ela, ao se referir à família que havia o adotado.

Higgins se sente mais tranquilo sozinho, sem outros animais por perto e isso dificultava a adoção dele. Além disso, ele já não era mais um filhote. “As pessoas estão procurando filhotes ou cachorros com seis meses”, disse Renner. “Quando ele voltou, tinha um ano e depois dois e depois três”, completou.

“O rosto dele sempre parecia tão preocupado que ele ficou um pouco intimidado quando estava em seu canil. As pessoas simplesmente passaram por ele”, lamentou.

Foto: Brendon Reed

No entanto, após tantos anos vivendo no abrigo, o cão foi adotado. Brendon Reed, de 22 anos, foi até o local e disse: “estou aqui para levar Higgins para casa”.

Reed havia acabado de comprar sua primeira casa e, ao saber da triste história do cachorro, não pensou duas vezes e decidiu adotá-lo. “Ele era apenas um cachorro lindo. Ele parecia tão fofo… Eu não sei como ele não foi adotado”, disse o jovem.

Depois de ser maltratado na primeira casa em que viveu e passar anos em um abrigo, sem uma família, Higgins agora desfruta do amor de seu novo tutor, dorme no sofá, assiste TV, diverte-se correndo pelo quintal e rola na grama.

“Ele é tão feliz, é meio louco”, disse Reed.

Foto: Brendon Reed

Cão em situação de rua salva garotinha de ser atacada e é adotado pela família

Foto: Metro uk

Foto: Metro uk

Cães que vivem em situação de rua, muitas vezes abandonados, não contam com a proteção de uma família ou de um teto sobre suas cabeças. Muitas vezes sentem fome, frio, apanham, e são enxotados.

Isso os torna defensivos, muitas vezes agressivos, por apenas conhecerem o lado ruim da vida ou do ser humano. As vezes eles expressam comportamentos violentos por estarem doentes ou com dor e não devemos julgar esses animais sem conhecer sua real história.

Foi desses cães que invadiu o quintal de uma família provavelmente em busca de alimento e vendo-se acuado e sem saída, demonstrou agressividade em defesa própria, mas outro cão, também abandonado impediu o companheiro de machucar alguém, colocando-se entre ele a criança que estava próxima a cena.

Oreo foi o nome dado ao cão em situação de rua que salvou a vida da criança, protegendo-a do possível ataque de outro cão.

O herói foi adotado pela família da menina que grata pela atitude do animal, resolveu torná-lo parte da família.

O cão é uma mistura de raças com pelo nas cores preto e branco, ele ficou de guarda ao lado de Aurora Bentley depois que outro cão invadiu o quintal da casa de sua família em Knoxville, Tennessee (EUA), e ameaçou atacá-la há duas semanas.

A bravura de Oreo fez com que ele sofresse cortes e contusões depois que o outro cão começou a atacá-lo, em vez de Aurora, de dois anos de idade.

Aurora | Foto: Metro UK

Aurora | Foto: Metro UK

Posteriormente, ele foi levado às pressas para o hospital de animais para tratamento – e a família de Aurora decidiu que seu comportamento heróico o tornava digno de um lar amoroso e protegido dos perigos e ameaças da rua.

A avó de Aurora, Sima Bentley, disse à WATE-TV: “Em seu terceiro aniversário, ela ganhou o melhor presente possível: seu cachorro-herói.

O outro cão em situação de rua havia descido do bosque vindo do sentido da montanha que fica atrás da casa, e o cão Oreo, que é o nome que ele ganhou, correu pelo quintal e se colocou entre Aurora e o outro cachorro vadio.

E o cachorro, que parecia estar fora de si segundo relatos, o atacou em vez de atacar a criança. Sima disse que depois que Oreo recebeu tratamento por seus ferimentos, ele foi colocado para adoção.

E apesar de anteriormente não ter nenhum desejo de adotar um amigo peludo, ela não pensou duas vezes antes de oferecer à Oreo uma nova casa.

Sima agora planeja dar a Oreo a vida mais luxuosa e feliz possível, dizendo: “Eu estava apenas em uma missão para salvar o cão”

“Ele vai ser um cachorro muito mimado neste momento. Ele vai para todos os lugares que nós vamos, estamos sempre juntos”.

“E ele vai morar dentro de casa e dormir na cama, e o que ele quiser, ele vai ter”.

Atos de heroísmo entre cães e demais animais são novidade, capazes de amar e criar vínculos duradouros, esses animais extremamente sensíveis e inteligentes oferecem um amor único e incondicional, incomparável a qualquer outro tipo de amor que possamos encontrar em nossas vidas.

Cachorro é adotado e vira ‘funcionário’ de empresa de transporte coletivo

Fubá, esse é o nome do funcionário mais amado do SMTCA (Serviço Municipal de Transportes Coletivos de Araras). O empregado de quatro patas é um cachorro sem raça definida de seis anos adotado pelos servidores da autarquia há mais de três.

Foto: Reprodução / Jornal Cidade

Por lá ele tem várias funções: motorista, fiscal de frota, segurança. Mas a oficial de “registro” no crachá é de segurança patrimonial. Só que a que mais ele se destaca, segundo seu patrão, é em tornar a rotina dos funcionários bem mais agradável.

“Ele é nosso mascote há mais de anos. Traz alegria para o ambiente, descontrai um pouco e a galera gosta muito. Trouxe até mais união para a nossa equipe”, comentou Élcio Rodrigues Júnior, presidente da autarquia.

O cão tem seu próprio cantinho no TCA, mas o que ele gosta mesmo é de ter acesso livre a todos os ambientes da empresa. E tem. As refeições são dadas pelos próprios funcionários por meio de um cronograma. O primeiro a chegar, deve alimentar e abastecer a água do Fubá. Além da alimentação, ele recebe vacina em dia, respeito e muito carinho.

Além de ser um funcionário indispensável para a autarquia, o cachorro também ocupa outras posições. Para Gisele Oliveira da Silva, chefe de limpeza de veículos do TCA, o Fubá é quase que um filho.

Foto: Reprodução / Jornal Cidade

“No começo, quando ele começou a frequentar a garagem, a gente alimentava ele no almoço e ele ia embora. Depois, comecei a vir a noite e trazer jantar para que ele não sentisse fome. A partir disso, ele foi ficando”, disse.

Ainda, de acordo com uma das muitas mães adotivas do cachorro, Fubá foi o responsável por mudar a rotina de trabalho do local, aliviando o dia a dia com seu amor. “Às vezes durante o expediente rola um ‘stress’ ou outro. Mas sempre que olhava, ele estava lá, com o rabinho balançando. O nosso Fubá é um anjo. Somos gratos a Deus por ter ele por perto”, finalizou ela.

Fonte: Jornal Cidade