Gatinha perde a pata após ter um rojão amarrado ao membro

Um gato foi encontrado à beira da morte, abandonado e sofrendo de fortes dores após um rojão ter sido amarrado à sua pata. O animal foi resgatado, passou por cirurgia, porém o membro teve que ser amputado.

A gatinha, que foi chamada Pickles pelas equipes de resgate, teve sua pata esquerda completamente destruída pela explosão do rojão, o crime ocorreu em Pittsburgh, Pensilvânia nos EUA, no início do mês.

Pickles sofreu quase duas semanas antes que alguém a socorresse e a levasse até o abrigo da cidade, o Humane Animal Rescue

O diretor médico do centro, Jamie Wilson, disse que quando a gata chegou quase já não havia mais quase nenhuma pata no corpo do animal: “O que restava da pata mal se segurava no corpo do animal, o osso dela estava exposto e ela estava severamente desidratada”.

“Eu tive que impedi-la de comer e beber rápido demais para que ela não passasse mal”, disse Wilson.

Foto: The Humane Center

Foto: The Humane Center

A gravidade do ferimento de Pickles e o tempo que ela passou sem tratamento depois da agressão fizeram com que os veterinários decidissem o melhor curso de ação fosse a amputação completa do membro.

Felizmente, o procedimento foi um sucesso. Pickles está agora a caminho da recuperação, e será colocada para adoção assim que ela estiver bem o suficiente para voltar pra casa.

Os amigos Kenny e Kellie, que encontraram Pickles e ajudaram a salvar sua vida, disseram: “Tivemos que ajudar. Ela ficou gravemente ferida e não pudemos deixar nenhum animal sofrer assim ou fingir que não vimos nada”.

“Nós nos sentimos tão aliviados, sabendo que ela está em boas mãos, e que nós desempenhamos um papel na salvação de sua vida”, disseram eles.

“Queríamos poder ajudar mais animais em necessidade.”

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Sem socorro, cavalo agoniza por mais de oito horas após ser atropelado

Um cavalo, atropelado na madrugada de quarta-feira (17), ficou mais de oito horas agonizando na avenida Edílson Brasil Soares, no bairro Sapiranga, em Fortaleza, no Ceará. Até às 9h da manhã, ele permanecia no local.

O motorista do veículo que atropelou o animal afirmou que deixou o funcionário de uma empresa na região e, ao retornar, tentou frear o veículo no momento em que o cavalo cruzou a via, mas não conseguiu parar a tempo. Sete pessoas estavam no automóvel, mas não se feriram.

Foto: Rafaela Duarte/ Sistema Verdes Mares

Objetos foram colocados na avenida por moradores para sinalizar que havia um animal caído na pista. As informações são do portal G1.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas afirmou que não realiza atendimento a animais de grande porte e, por isso, buscou o apoio do hospital universitário da Universidade Estadual do Ceará, que afirmou que não tinha condições de fazer o resgate.

O Tenente Romário Fernandes argumentou que os bombeiros atendem apenas cães e gatos e que, no caso dos silvestres, dependendo da espécie, encaminham o animal para um órgão responsável, como o Ibama, ou fazem a soltura na natureza.

Luciana Waleska, representante da Comissão de Defesa do Direito dos Animais da OAB (CE), afirmou à emissora Verdes Mares que o resgate estava sendo providenciado. Segundo ela, em caso que a perda progressiva dos movimentos do cavalo é diagnosticada, a recomendação dos veterinários que trabalham em conjunto com a instituição é de realizar o sacrifício do animal.

Foto: Rafaela Duarte/ Sistema Verdes Mares


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Vídeo: cão ferido agoniza na margem de rio e é resgatado por policiais

Um cachorro foi encontrado, no domingo (23), na margem do Rio Veado, em Guaçuí, na Região do Caparaó, no Espírito Santo. O animal estava ferido e agonizando. Dois jovens que passavam pelo local se depararam com a situação e acionaram a Polícia Militar, que enviou dois agentes ao local para resgatar o cão.

Um dos militares registrou parte do resgate em um vídeo (confira abaixo). Próximo a um bueiro de esgoto, o cachorro estava dentro da água, bastante debilitado. As informações são do portal Gazeta Online.

Foto: Reprodução / Portal Aqui Notícias

Um dos policiais que participou da ação foi mordido pelo animal que, assustado, reagiu para se defender. O homem tentava colocar o cão em cima de um pedaço de plástico para transportá-lo para fora do rio quando foi mordido. Apesar do incidente, os policiais insistiram e conseguiram resgatar o animal, que não tinha força para sair do local sozinho e chorava de dor.

“Ele estava com quase o corpo todo na água, em sinal de frio extremo, e agonizando. Conseguimos resgatar e colocamos em local seguro e mais aquecido. Aparentemente por alguma fratura ou intoxicação”, conta o soldado Junior Cindra Bueno.

Para que o cão recebesse os cuidados necessários, os policiais pediram ajuda para a ONG Amicão, que resgata animais abandonados em Guaçuí. De acordo com a voluntária da entidade Taynara Zanoni, o cachorro foi levado para uma clínica veterinária.

“Ele foi medicado, pois estava sentindo muita dor, para ser avaliado pelo veterinário. Possivelmente está fraturado. Depois, ele vai ficar na casa de alguma voluntária”, disse Zanoni.

Segundo a voluntária, a entidade realiza resgates de cachorros com frequência. No inverno, os membros da Amicão fabricam casinhas de papelão e distribuem para os animais abandonados da cidade.

A ONG está arrecadando recursos para arcar com os gastos do tratamento veterinário do cachorro. Interessados em colaborar podem solicitar dados bancários para os voluntários através do Facebook da Amicão.


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Animais morrem em cavalgada e um deles sangra até a morte no Tocantins

Um burro e um cavalo morreram durante a “Cavalgada Ecológica”, em Pium, no Tocantins, no último final de semana. Moradores denunciaram que o burro agonizou e sangrou até a morte na região central do município.

Foto: Divulgação

Os animais percorreram 75 km. O percurso começou no sábado (1º) e terminou na tarde de domingo (2). O evento, que submeteu os animais à crueldade, foi realizado no Parque de Exposições da cidade. As informações são do portal AF Notícias.

A causa da morte do burro e do cavalo pode ter sido o excesso de esforço físico somado ao calor e a possíveis maus-tratos. Os tutores dos dois animais ainda não foram identificados.

Moradores afirmam que esta não é a primeira vez que um caso de morte de animais é registrado devido a esforço físico durante a cavalgada.

“Como tradição, a famosa cavalgada ecológica acontece em Pium todos os anos, reunindo milhares de pessoas do município e região. Mas infelizmente são os animais que sofrem ao serem utilizados para exaltar o ego dos tutores. Obrigados a andar mais de 70 km no sol quente, muitos não conseguem chegar ao destino final devido à falta de cuidado. Nos eventos passados não foi diferente, no ano de 2016, 2017 e 2018 morreram vários animais devido a maus-tratos. Alguns participantes reclamam da falta de fiscalização pelos direitos dos animais, porém até hoje nenhuma ONG se pronunciou a respeito disso”, relatam os moradores.

A Prefeitura de Pium foi procurada, mas não se pronunciou sobre o caso até o momento.


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Cavalo abandonado agoniza até a morte em Goiânia (GO)

Um cavalo agonizou até a morte em uma área de preservação ambiental no Setor Jardim Petrópolis, em Goiânia (GO). O caso será investigado pela Polícia Civil.

Foto: Lasara Felizardo Nunes/Arquivo pessoal

A aposentada Lasara Felizardo Nunes, de 67 anos, encontrou o animal ainda com vida, bastante debilitado e desnutrido, na tarde de sábado (4). Ela afirma que tentou buscar ajuda com órgãos públicos, mas não teve sucesso. Quando retornou ao local à noite, encontrou o cavalo morto.

“Me assustei. Coitado. Jogaram ele ali para morrer sem nenhuma assistência, sem nada. É terrível. A gente fica indignada”, disse ao G1.

Segundo a aposentada, outros cavalos costumam pastar na região, mas aquele foi visto por ela pela primeira vez. Lasara acionou a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) para retirar o corpo do animal do local, que afirmou ter feito o serviço no mesmo dia.

A empresa explicou que retira, por mês, cerca de 80 corpos de animais de pequeno e grande porte. Disse também que, em caso de falecimento de animais em área particular, a responsabilidade é do tutor.

Foto: Lasara Felizardo Nunes/Arquivo pessoal

O caso será investigado pelo titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), o delegado Luziano de Carvalho.

“Precisamos tentar localizar o tutor. Todo cavalo tem um tutor, não existe cavalo em situação de rua. Esse animal poderia estar doente e, neste caso, se houve o abandono, é considerado um crime ambiental”, explicou.

De acordo com o delegado, em casos como este, a população deve acionar a Dema. Em nota, a Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) disse que não recebeu nenhum pedido sobre o caso e que se tivesse recebido, teria acionado a Zoonose.

Cavalo é encontrado agonizando após ser abandonado em lamaçal no PR

Um cavalo foi encontrado agonizando após ser abandonado pelo tutor em um lamaçal em Campo Mourão, no Paraná. O animal foi resgatado no domingo (21) pela Associação dos Protetores de Animais Independentes (PAIS). O tutor foi indiciado por maus-tratos a animais.

Reprodução / Tribuna do Interior

Segundo a ONG, o cavalo teria morrido no local se não fosse socorrido. A entidade foi acionada por pessoas que passaram pelo local e se comoveram com o sofrimento do animal. As informações são da Tribuna do Interior.

Para o resgate, a entidade contou com a ajuda da Polícia Militar. O cavalo foi transportado em uma caminhonete boiadeira para receber atendimento veterinário na propriedade de uma veterinária voluntária.

O tutor do animal foi identificado pela polícia e encaminhado à delegacia para prestar depoimento.

Outros casos

O abandono de cavalos se tornou frequente no município. Apenas neste ano, três casos foram registrados.

Em janeiro, uma égua com cerca de oito anos de idade foi encontrada agonizando em via pública no Jardim Lar Paraná após ser abandonada pelo tutor. Apesar da PAIS ter prestado socorro ao animal, ele não resistiu e morreu. O tutor mantinha mais de oito animais e já havia sido denunciado por abandono de cavalos.

Na última semana, outro cavalo morreu por desnutrição após ser abandonado no Jardim Botânico. A ONG também prestou assistência ao animal, mas ele não sobreviveu.