Cachorro morre após ser baleado e queimado em Sobral (CE)

Um cachorro foi brutalmente morto no distrito de Jordão, em Sobral, no Ceará. Após ser alvejado com tiros de arma de fogo, o animal foi queimado. Ele era tutelado por um casal de idosos.

Totó era tutelado por um casal de idosos (Foto: Reprodução / Diário do Nordeste)

De acordo com moradores da comunidade sítio Croatá, onde o crime aconteceu, um homem teria armado uma emboscada para o animal nas proximidades da casa dos tutores dele, na segunda-feira (15), e o capturado.

Ao ser questionada, a Polícia Civil alegou que não está investigando o caso porque não foi feita uma denúncia na delegacia. Moradores da região, no entanto, contam que os tutores de Totó, como era chamado o cão, não denunciaram o crime por medo de sofrerem represália por parte do agressor. As informações são do Diário do Nordeste.

A Agência Municipal do Meio Ambiente (AMA) de Sobral, responsável pela “Política de Bem Estar Animal” da prefeitura, afirmou, por meio da assessoria de comunicação, ter tomado conhecimento do caso e iniciado buscas por mais informações.

O crime foi confirmado pela ONG de proteção animal Anjos de Patas. A entidade disse que está coletando informações para formalizar uma denúncia junto aos órgãos públicos.

A Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais (CDDA) da OAB-CE lembrou que o crime cometido contra Totó está previsto no Artigo 23 da Lei de Crimes Ambientais (9.605 de 1998) e tem como pena detenção de até um ano, além de multa. Caso o animal morra, a pena pode aumentar de um sexto a um terço.


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Gata é brutalmente espancada e agressor é multado em Presidente Prudente (SP)

Uma gata foi brutalmente espancada por um homem de 38 anos em Presidente Prudente (SP). Morador da Vila Líder, o agressor confessou o crime à Polícia Militar Ambiental e foi multado, nesta sexta-feira (31), em R$ 3 mil.

Foto: Divulgação

O animal foi agredido após entrar na residência do homem. As agressões foram registradas em um vídeo, no qual o homem aparece chutando e pisando, com violência, na gata. O caso foi registrado em uma delegacia de Polícia Civil e chegou ao conhecimento da PM Ambiental após uma denúncia.

Em um estabelecimento comercial, os policiais confrontaram o acusado. Ele alegou que estava com problemas com gatos que entram em sua casa, rasgam lixo, sobem no forro do imóvel, defecam no quintal e comem alimentos. O agressor disse ainda que, depois que a gata apareceu na garagem da residência dele, ele ficou nervoso e a agrediu.

Após a conversa com o agressor, os policiais aplicaram um auto de infração ambiental, com multa de R$ 3 mil, conforme informações divulgadas pelo G1. No âmbito penal, o homem incorreu em crime ambiental.

A gata foi resgatada por uma vizinha, que a encaminhou para uma clínica veterinária. Ela foi diagnosticada com hemorragia, mas está se recuperando bem, apesar de estar psicologicamente fragilizada. O animal já tem adoção garantida após a alta médica.

Crime previsto em lei

O advogado Lucas França Bressanin, presidente da Comissão de Defesa e Proteção Animal da 29ª Subseção da OAB de Presidente Prudente, lembrou que os animais são protegidos pela Constituição Federal e pelo artigo 32 da lei 9605/98, que estabelece  pena de detenção de três meses a um ano e multa para casos de maus-tratos, “sendo que, se o animal vier a óbito a pena é aumentada de um sexto a um terço”.

Bressanin orienta a população a juntar provas e efetuar uma denúncia após tomar conhecimento de crimes cometidos contra animais. “Quando alguém se deparar com um crime de maus-tratos é importante que junte provas acerca dos fatos, como fotos, filmagens, testemunhas, laudo técnico veterinário, etc., acionando imediatamente a polícia militar ou ambiental no local dos fatos e registrando a ocorrência na polícia civil”, disse. “Cabe destacar neste caso que a polícia militar tem a autonomia para aplicar multa aos autores de crimes de maus-tratos, isso independente de condenação judicial, desta maneira, exija essa conduta ao condutor da ocorrência”, completou.

No momento da denúncia, o advogado orienta ainda a dar preferência, sempre que possível, à polícia ambiental, que, segundo ele, “está absolutamente mais capacitada para lidar com esses casos se comparado aos militares comuns”.

“Posterior o registro da ocorrência a polícia civil irá apurar os fatos, determinar diligências investigativas se necessário, ouvir todas as partes e especificar a autoria, sendo que, havendo identificação da autoria e conclusão das investigações, o procedimento será encaminhado para o Ministério Público, que poderá ou não denunciar o autor pelo crime, por isso é de suma importância nos atentarmos às provas”, reforçou.

Bressanin lamentou, porém, que a maior parte dos casos de maus-tratos não seja punida de forma exemplar. “Infelizmente, por ser uma lei branda, apenas em casos excepcionais e que somam-se inúmeros crimes haverá a privação da liberdade do criminoso. Na verdade, na grande maioria dos casos são aplicadas penas alternativas, como multa, prestação de serviços à comunidade e outras”, afirmou.

Diante disso, o advogado sugeriu que as penas comumente aplicadas, de pagamento de cestas básicas para entidades determinadas pelo juízo, sejam substituídas por “prestação de serviço à comunidade e entrega de valores destinados a entidades de defesa/proteção animal”.

Repúdio

Após tomar conhecimento do caso, a Prefeitura de Presidente Prudente divulgou nota de repúdio. A administração municipal afirmou que técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente estiveram na Vila Líder na sexta-eira (31), com a Polícia Militar Ambiental, para acompanhar o fato. De acordo com a prefeitura, a gata “passa bem e, ao que tudo indica, irá se recuperar da agressão sofrida”.

“O Governo de Presidente Prudente e a Secretaria de Meio Ambiente irão acompanhar as investigações e trabalhar para que sejam tomadas as medidas legais de punição conforme determina a lei. Vale lembrar que atentar contra a vida de animais, de forma brutal e cruel, é inadmissível”, disse.

“Cabe aqui reafirmar o compromisso do Governo de Presidente Prudente de fortalecer campanhas de conscientização sobre maus-tratos e de proteção aos animais. As denúncias de maus-tratos aos animais podem e devem ser feitas pelo número 156”, recomendou.


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Câmeras de segurança de bar flagram homem agredindo cachorro com socos e safanões

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

O flagrante de maus-tratos aconteceu na área aberta do Bar Buffalo, em Holdenhurst Road, na cidade de Bournemouth, na Inglaterra e causou indignação e revolta nas mídias sociais.

Imagens do vídeo postado online pela polícia de Dorset (região do ocorrido) mostra um homem segurando o animal brutalmente pelas orelhas e pela coleira presa em seu pescoço, de quem ele aparenta ser o tutor, levantando-o do chão e agarrando-o com violência pelo pescoço.

O cão indefeso balança suspenso no ar, preso pela garganta antes de ser agressivamente arremessado contra uma cerca de madeira e ser atingido por vários socos.

O incidente repugnante e selvagem provocou revolta e ira nos usuários das redes sociais onde o vídeo foi postado online que tem pedido em uníssono que sejam aplicadas ao homem as mesmas punições legais designadas aos abusadores de crianças.

Simon Dawson, o gerente do bar, contatou a polícia depois que ele recebeu uma ligação da equipe dizendo que um homem havia atropelado um cachorro.

“Eu não tinha certeza do que fazer com isso realmente”.

“Eu estava no andar de cima na hora e foi só quando vi as imagens da câmera que percebi o quant aquela cena era horrível e bárbara”. .

“Espero que encontrem o agressor logo porque foi uma coisa bárbara de se fazer – eu odeio esse tipo de coisa e espero que ele seja pego e pague por isso”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

Em um comunicado, a polícia de Dorset disse: “Foi noticiado que por volta das 18h55 do domingo, 14 de abril de 2019, um homem foi visto abusando fisicamente de um cachorro no jardim do Bar Buffalo, na estrada Holdenhurst”.

“Imagens das câmeras de vigilância mostram o homem pegando um cachorro de grande porte preto, jogando-o contra uma cerca, socando-o na cabeça e enforcando-o pela garganta. Ele então saiu arrastando o cachorro para fora do bar pela estrada de Holdenhurst”.

Pelas imagens a polícia identificou que o homem usava um gorro de lã escuro com uma marca Nike na frente, um casaco azul e jeans.

O animal abusado era preto com uma marca branca que o identificava, na parte de trás do pescoço.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

A policial Emily Watkins disse: “As filmagens deste incidente são muito perturbadoras e fizemos diversas tentativas para identificar este homem, no entanto, até agora, nenhuma delas teve sucesso”.

“Agora estou emitindo e divulgando uma imagem do suspeito na esperança de que alguém o reconheça”.

A polícia abriu uma investigação e esta em busca do criminoso, cartazes com fotos e telefones para contato foram distribuídos na região e a ONG RSPCA também esta ajudando a encontrar o agressor”.

O bar onde ocorreu a agressão também esta colaborando com as investigações.

Gata idosa morre após ter sido atacada com spray de tinta

Foto: CEN/@sina.hermann

Foto: CEN/@sina.hermann

Uma gata idosa morreu depois de agonizar durante três dias, após ter sido atingida com spray de tinta à prova d’água por um torturador de animais covarde e desumano que já atacou três vezes nos últimos dias.

Miggeli tinha 13 anos e era um alvo fácil para o torturador de gatos que supostamente já havia abusado de vários outros animais domésticos na região de Biel-Benken, no noroeste da Suíça.

Acredita-se que o agressor quebrou a mandíbula de um gato e raspou a pele de outros dois na área nas últimas semanas.

Foto: CEN/@sina.hermann

Foto: CEN/@sina.hermann

A tutora de Miggeli, Sina Kunz, disse ao Daily Mail: “Seu corpo inteiro e especialmente seu rosto foram borrifados com tinta amarela à prova d’água, ela estava irreconhecível”.

A gata morreu três dias depois de entrar em estado de saúde crítico e nunca mais se recuperar.

Kunz acrescentou que estava convencida de que um torturador de gatos que vem fazendo vítimas felinas na área era responsável pelo ataque e denunciou o incidente à polícia.

Outros incidentes envolvendo abuso de animais que foram denunciados incluem um ataque envolvendo um gato do sexo masculino de um ano de idade chamado Gringo, que havia tido to seu pelo raspado e além de ter sua mandíbula e pernas quebradas.

Foto: CEN/@sina.hermann

Foto: CEN/@sina.hermann

Seu tutor em choque disse que parecia que as pernas tinham sido quebradas coma ferramenta de construção tipo um alicate.

Uma gata de seis anos de idade chamada Haxli também foi encontrada com a maior parte de seu pelo raspada, e suas garras e bigodes cortados.

Um veterinário que a examinou disse que a pele parecia ter sido cortada por uma tesoura e depois raspada com algum tipo de navalha.

O veterinário disse à mídia local: “Uma pessoa normal não faria algo assim. Acho que quem fez isso realmente precisa de ajuda psicológica séria”.

Um porta-voz da polícia disse que o departamento estava investigando se os três incidentes tinham ligação, embora tenham notado que o ataque fatal com tinta aconteceu a cerca de 7 quilômetros de onde os dois gatos foram raspados.

‘Extrema crueldade’, diz tutora sobre cadela morta a tiro por vizinho

Uma cadela de sete meses de idade foi morta na noite de domingo (10) por um tiro. O agressor, de 50 anos, é vizinho da tutora do animal. O crime aconteceu dentro de um condomínio residencial na avenida Cosme Ferreira, no bairro Colônia Antônio Aleixo, em Manaus, no Amazonas.

Chocolate, como era chamada, passeava solta, sob a supervisão da tutora, pelas ruas do condomínio quando foi morta. Durante o passeio, testemunhas disseram à jovem que o homem tinha arremessado uma pedra na direção do animal. “Após os vizinhos me alertarem que ele havia jogado a pedra, chamei meu animal para perto”, explicou a estudante universitária Tamara Radzinsky, de 18 anos. As informações são do portal A Crítica.

Foto: Arquivo Pessoal

Em seguida, o homem saiu de dentro de casa com uma arma de pressão e atirou em Chocolate, atingida na pata esquerda. “Perguntei a razão de ele ter feito aquilo. Ele simplesmente me ignorou. Meu irmão chamou a Polícia Militar (PM), mas, ainda assim, ele afirmava que o caso não daria em nada, justamente, por se tratar de um animal”, disse.

A universitária afirma que o vizinho lavava o carro na companhia das filhas quando o crime aconteceu. As crianças brincaram com a cadela, o que teria irritado o homem. “Ele agiu com extrema crueldade. No momento fiquei em choque, pensei até que o ferimento não tinha sido tão grave, mas ela saiu correndo, gritando de dor. Quando consegui pegar a Chocolate, ela já estava morrendo”, lamentou.

Ao ser questionado pelos moradores do condomínio, o homem afirmou que matou a cadela porque ela estava no terreno dele e disse que com uma arma de pressão ele poderia caçar qualquer animal. A tutora, porém, desmente o vizinho. “Ela não estava no terreno dele. Estava na área pública do condomínio, as imagens das câmeras comprovam isso”, explicou.

O caso foi registrado como danos morais no 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP). A arma do crime não foi apresentada pelo homem. “O escrivão disse que não poderia fazer muita coisa, por se tratar de um animal. Mas, hoje já registramos na Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema) o caso como maus-tratos seguido de morte”, declarou.

O projétil foi removido do corpo da cadela para ser submetido à exame de balística, conforme solicitado na delegacia especializada. De acordo com a titular da Dema, a delegada Carla Biaggi, o homem será intimado a comparecer na delegacia para realização de oitivas e terá que apresentar a arma do crime. O caso segue sob investigação.

Segundo laudo assinado pela médica veterinária Gabriela Imakawa, Chocolate apresentava uma lesão cutânea sem perfuração muscular no lado esquerdo do tórax. A lesão, de acordo com a profissional, era arredondada e com bordas bem definidas.

O caso é acompanhado pela deputada Joana Darc (PR), que é presidente da Comissão de Meio Ambiente e Proteção dos Animais e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa. “É mais um caso que não deixaremos passar em branco. O que essa pessoa fez é um crime, um atentado contra a vida de um animal dócil e inocente. Estou dando todo o suporte possível, para que essa senhora consiga ver esse criminoso pagando por seu ato”, disse a parlamentar.

Homem confessa ter atirado em cão porque animal correu atrás de moto

O homem que foi flagrado por câmeras de segurança ao atirar contra um cachorro em Medicilândia, município do sudoeste do Pará, confessou o crime.

Foto: Polícia Civil / PA

O cão foi baleado nas proximidades de uma agência bancária. Gravemente ferido, ele foi resgatado, mas devido ao quadro de saúde apresentado, teve que ser sacrificado em uma clínica veterinária. As informações são do portal G1.

O agressor, Alexandre de Sousa Wagner, foi preso na quinta-feira (7). Ele confessou à Polícia Civil ter baleado o cachorro. Em depoimento, Alexandre disse que atirou porque o animal correu atrás de uma moto que era dirigida por ele.

De acordo com o delegado Lucas Luz, responsável pelo caso, após ser feita a identificação do responsável pelo crime, policiais continuaram em ronda pela cidade até que a prisão fosse efetuada.

Alexandre irá responder por crime de porte ilegal de arma de fogo e por maus-tratos a animais, que resultou em morte. A arma a usada para balear o cachorro foi apreendida pela polícia.

Homem que atirou em cadela paga R$ 4 mil para ONG em Minas Gerais

O dono de um sítio que baleou uma cadela em julho de 2018 pagou R$ 4 mil para a uma ONG após fazer um acordo com a Justiça de Caeté, em Minas Gerais. O valor pago por Aloisio Silveira foi destinado às despesas veterinárias da cadela.

Foto: Magnolia Gomez/Divulgação/SGPAN

Ferida no focinho, Serena perdeu metade da língua, dentes e ficou internada por um período de 30 dias. O caso foi denunciado pela ONG Sociedade Galdina Protetora dos Animais e da Natureza de Caeté (SGPAN). Resgatada por uma médica veterinária, a cadela recebeu os cuidados necessários. Na época, um boletim de ocorrência foi registrado.

Além dos R$ 4 mil, a Justiça determinou ainda que Aloisio se comprometa a orientar seus funcionários a não maltratar e não atirar em animais que entrarem no sítio dele. As informações são do portal G1.

Através de nota, o Tribunal de Justiça informou que “o autor foi advertido de que as práticas constantes nesse processo constituem crime de maus tratos previstos no art. 32 da Lei 9605/98”.

Na clínica veterinária, um especialista em odontologia veterinária usou um fio de aço e resina acrílica para fixar a mandíbula da cadela, que estava fraturada. “O orifício [feito pelo tiro] tinha dois centímetros de diâmetro e a reconstrução da pele foi feita com uma sutura [pontos]. Ela tinha dificuldade de se alimentar e, principalmente, de beber água”, explicou o médico veterinário Luiz Sofal.

Foto: Solange Castilho/Arquivo Pessoal

O fio de aço e a resina ficaram por 60 dias na boca da cadela, que se alimentava através de uma sonda. Após um mês, Serena conseguiu se movimentar e ganhou alta. Levada para um lar temporário, ela permaneceu no local por três meses, até que foi adotada.

A fotógrafa Solange Castilho, de 46 anos, e o marido, o engenheiro mecânico Arthur Castilho, de 66, comoveram-se com a história de Serena e decidiram adotá-la. “Crueldade e covardia. Isso é terrível. As pessoas não têm obrigação de gostar, mas têm o dever de respeitar [os animais]”, concluiu Solange.