Cadela morre após ser agredida com chutes por dentista em Maceió (AL)

Foto: Arquivo pessoal

Uma cadelinha da raça shar-pei morreu após ter sua mandíbula fraturada por chutes. O caso aconteceu no bairro Ponta Verde, em Maceió (AL). A cachorra foi atacada durante um passeio. Ela estava com a secretária de sua tutora e interagiu com a cadela do dentista M.T.R., uma buldogue francês. Para desvencilhá-los, o homem agrediu a shar-pei com fortes chutes. A agressão causou a fratura da mandíbula do animal em duas partes.

A shar-pei, que possuía cerca de dois anos, recebeu atendimento veterinário emergencial e foi submetida a um procedimento cirúrgico de cinco horas, mas, infelizmente, não sobreviveu. Segundo informações do portal Cada Minuto, o veterinário que atendeu a cadelinha informou que as agressões ocasionaram possíveis sequelas no tórax, no pescoço e sangramentos internos. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Repressão aos Crimes Ambientais de Alagoas.

A tutora da cadela, a enfermeira Andreia Oliveira, a frieza do agressor impressionou. “Acredito que os dois animais se estranharam por algum motivo que desconheço. Foi uma ação brusca e rapidamente controlada, bastante comum entre cachorros ou gatos. O que ele fez é inadmissível. Todos gritaram para ele parar. Foi desumano e após todo o caso ele teve muito sangue frio para sair caminhando normalmente”, disse.

Em um vídeo publicado em uma rede social, o dentista M.T.R. afirmou que o episódio foi uma fatalidade e que sua atitude foi motivada pelo instinto de proteger sua cadelinha buldogue chamada Mel. Ele afirma ainda que sua cadela também ficou ferida e ele temeu que a cadela shar-pei pudesse matá-la. Ele finaliza o vídeo se desculpando e lamentando o ocorrido.


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Gata é resgatada após ter pele arrancada em Maceió (AL)

Projeto Acolher

Uma gata, batizada de Melissa, foi resgatada pelo Projeto Acolher após ter o couro do corpo arrancado e o rabo cortado. O animal foi encontrado esta semana no bairro do Vergel do Lago e desde então está em tratamento em uma clínica no bairro da Serraria.

A história de Melissa ganhou as redes sociais esta semana e sensibilizou tanto os alagoanos como ativistas em defesa dos direitos animais. A gatinha segue internada em estado grave após apresentar um quadro de desidratação, infecção e extensa lesão.

Pelo Instagram, o Projeto Acolher atualiza os seguidores sobre o estado de saúde de Melissa e pede para que a população denuncie o acusado de tamanha crueldade. “Eu peço perdão a todos os animais que estão diariamente expostos a esse tipo de atrocidade! Me envergonho de pertencer a uma raça que faz esse tipo de coisa com os animais. Imploro a Deus justiça. Esse criminoso está longe dos nossos olhos, e em partes até agradeço, pois eu me tornaria uma humana bem pior, pq eu faria o mesmo com quem fez isso. Esse gato tá miando alto de dor, todo encolhido. Arrancaram o rabo e o couro (Sic)”, relata a ONG em um dos posts.

O Projeto Acolher solicita ainda doações de alimentos e medicamentos para Melissa. Aqueles que desejam ajudar a ONG podem realizar um depósito de qualquer valor nas contas bancárias listadas abaixo:

CAIXA ECONÔMICA
AG: 1557 OP: 013
CONTA: 88103-5
NAÍNE TELES BARRETO DE LIRA

BRADESCO
AG:2250
CONTA:30102-7
NAÍNE TELES BARRETO DE LIRA

BANCO DO BRASIL
AG: 3393-6
VARIAÇÃO: 51
CONTA POUPANÇA: 43277-6
LÍVIO RÔMULO SILVA OLIVEIRA

Além disso, as doações podem ser feitas pela Vakinha, que aceita cartão de crédito e boleto. Mais informações, pelo telefone( 82) 98759.5424.

Fonte: Alagoas 24 Horas

Três peixes-boi são soltos no Rio Tatuamunha, Porto de Pedras (AL)

Pixabay

Três peixes-boi foram soltos no Rio Tatuamunha, na cidade de Porto de Pedras, Litoral Norte de Alagoas. O local é conhecido como o Santuário do Peixe-boi.

Os animais estavam na base avançada da Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais, do ICMBIO, onde passaram por um processo de adaptação às condições do habitat.

“Eles vão se adaptar ao meio ambiente, subida e descida da maré, mudança de salinidade. Ele vai ter contato com outros animais, aprender a se livrar das raízes do mangue “, diz Iran Normande, chefe do ICBIO Costa dos Corais.

Telinha, Tupã e Luiz Gonzaga, como são chamados, foram examinados por uma veterinária e, em seguida, foram soltos no santuário do peixe-boi. Mas eles continuam sendo monitorado por um GPS.

Fonte: G1

Golfinho é achado em pedaços em praia de Feliz Deserto (AL)

Golfinho foi encontrado em pedaços em feliz Deserto, AL — Foto: Divulgação/Biota

Um golfinho da espécie Sotalia foi encontrado morto esquartejado em Feliz Deserto, Litoral Sul de Alagoas.

O animal foi encontrado por um dos voluntários do Instituto Biota, que monitora a vida marinha naquela região.

Partes do animal, incluindo as vísceras, foram encontradas em alguns pontos da praia. Todas elas foram recolhidas por veterinários do Biota.

Ainda segundo o Biota, o golfinho é jovem, mas não é possível determinar o sexo, porque o órgão genital foi levado, assim como carne e gordura do corpo.

O instituto acredita queos cortes foram feitos por alguém acostumado a isso, e que levou partes do animal para alimentação e também para servir como isca. Essa pessoa, no entanto, não foi identificada.

No corpo do animal também foi possível identificar marcas de machucados, possivelmente feitos por redes de pescadores e lâminas.

Esse é o segundo caso do tipo em menos de um mês no estado. Em dezembro de 2018, um pescador tentou esquartejar um boto cinza, que estava morto. Ele havia conseguido tirar uma nadadeira do animal, e foi surpreendido quando tentava cortá-lo ao meio.

À época, o presidente do Biota, Bruno Stéfanis, explicou que esse tipo de ocorrência tem se tornado comum no litoral do estado, principalmente por pescadores que fazem isso para não danificar as redes.

Fonte: G1