Cachorro não consegue dormir sem seus brinquedos de estimação

Foto: Kelly Madsen

Foto: Kelly Madsen

Quando Bentley chegou pela primeira vez em sua nova casa, ele tinha dois bens valiosos: um cachorro de pelúcia e um cobertor cor de bronze.

Esses dois itens tinham o cheiro da mãe dele e de seus irmãos – mas mesmo depois do cheiro passar, continuavam preciosos para o filhote. Quando chegava a hora de relaxar e ir para a cama, Bentley pegava um desses dois itens e saía feliz pata descansar e dormir.

Agora, com quase 2 anos de idade, a obsessão de Bentley por seu cobertor evoluiu para um ritual noturno adorável. Antes de subir as escadas para o quarto de seus pais para que as luzes sejam apagadas, o cachorro vai pegar algo extra para aconchegar junto de si.

Acho adorável além de peculiar que ele traga suas coisas com ele, então não nos importamos”, disse Kelly Madsen, a mãe de Bentley, ao The Dodo. “Na verdade, nós esperamos por isso.”

Embora não seja necessariamente “confortável” para os pais terem os itens extras de Bentley na cama, pelo menos o bom menino limpa sua bagunça. “Ele também costuma levar o item de volta escada abaixo pela manhã”, observou Madsen.

O cobertor e o cachorro de pelúcia de Bentley agora estão rasgados com a idade, então o filhote começou a procurar por novos companheiros de cama. Ele agora traz qualquer item que ele esteja gostando mais no momento.

Cada fase dura cerca de uma semana e, em seguida, o filhote sairá em busca de um novo parceiro de cama.
“Ele levará o cobertor dele, o lhama empalhado, um alce recheado de espuma gigante”, disse Madsen. “Ele trouxe bolas de tênis, ossos, potes de manteiga de amendoim, um dos nossos travesseiros de sofá, suas próprias bandanas … a lista é interminável.”

Foto: Kelly Madsen

Foto: Kelly Madsen

Mas esta não é a única peculiaridade de Bentley. O filhote também leva seus brinquedos quando sai para usar o banheiro. Madsen e seu marido chamam esses itens escolhidos de “companheiros do xixi” de Bentley ou “companheiros de cama”.

Por que a Bentley precisa da companhia extra quando está fazendo suas necessidades continua sendo um mistério.

“Nossa única tentativa de adivinhar o motivo seja talvez a ansiedade da separação, porque ele adora estar perto de mim ou do meu marido, por isso os brinquedos podem dar-lhe conforto quando não estamos por perto”, disse Madsen.

Bentley ainda bebê | Foto: Kelly Madsen

Bentley ainda bebê | Foto: Kelly Madsen

Os pais de Bentley não mudariam as peculiaridades hilárias do cachorro por nada no mundo – mesmo que isso signifique ocasionalmente compartilhar sua cama com um brinquedo gigante na forma de um alce.

“Ele é o cão mais amoroso e pateta do mundo”, disse orgulhosa Madsen. “Quase todas as noites meu marido e eu falamos sobre a sorte que temos em ter Bentley conosco. Ele trouxe muito amor e alegria ao nosso relacionamento”.

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Casal recebe críticas severas na internet por alimentar um alce

Molly Bice Jackson e seu marido Victor Jackson ficaram encantados quando viram um alce caminhando em direção aos degraus de sua casa em Park City.

Molly, de 40 anos, filmou Victor, um advogado de 46 anos, alimentando o alce com uma maçã e publicou as imagens em sua página no Facebook.

O vídeo se espalhou rapidamente e os dois não podiam imaginar a reação negativa que a atitude teria.

Muitas pessoas disseram que alimentar um alce pode torná-lo mais perigoso, pois, como qualquer animal selvagem, eles retornarão instintivamente ao local onde foram alimentados e poderão atacar se a comida não estiver lá novamente, resultando em confrontos que são perigosos para os humanos e para os animais.

Brenda Kidman, escreveu: “Qualquer um que tenha o alimentado é um idiota e não se importa de verdade com esse alce”

“Vai começar a esperar por comida humana e se eles não atenderem à expectativa, pode haver consequências sérias. Vocês são pessoas terríveis. Por favor, não encoraje esse tipo de comportamento”.

Para tentar diminuir as chances de situações perigosas, o Alasca impôs multas de até US$ 300 para quem alimentar alces. As informações são do Daily Mail.

“Algumas pessoas disseram que estávamos matando o alce alimentando-o com uma maçã, mas não vimos assim”, disse ela.

“Realmente ele era muito manso, senão ele não teria ido direto para nossa casa assim”, disse Molly.

“Eu pessoalmente conheço uma amiga que foi atacada por um alce, então você precisa ter muito cuidado ao abordá-lo”, acrescentou ela.

Molly postou uma mensagem pública para explicar o que aconteceu e tentar amenizar a revolta

“Eu preciso continuar reconhecendo que sabemos que isso não é uma coisa inteligente a fazer?”

“Estamos muito conscientes. Mas podemos também falar sobre como foi incrivelmente emocionante e mágico? Às vezes a estupidez e a magia andam de mãos dadas”, escreveu ela no Facebook.

“Também não podemos deixar de enfatizar o quanto os alces são uma parte regular da vida em Park City. Eles moram em nossos quintais e bairros. Nós os passamos por eles na rua toda semana”.

“As pessoas deixam as maçãs para fora. Eles nos vigiam através de nossas janelas e às vezes o tráfego é atrasado por causa deles”.

Alerta

A Divisão de Recursos da Vida Selvagem de Utah (DWR) diz que alimentar cervos – incluindo os alces – geralmente não é uma boa ideia.

“Embora pareça um ato de bondade e possa até mesmo ajudar alguns animais a superar os meses frios, isso pode criar grandes problemas”, escreveu a DWR em seu site.

Estes incluem dar-lhes a comida errada que poderia torná-los doentes, bem como atrair veados que chamariam predadores, além de fazer com que doenças se espalhem mais rapidamente.

“Fomos pegos de surpresa”, acrescentou Molly durante uma entrevista por telefone.

“Eu tentei não ficar chateada com os comentários, eu respondi a eles com calma”.

O fato destes animais estarem na cidade é um motivo de reflexão sobre como as ações humanas interferem diretamente na vida selvagem.

A perda do habitat natural e a escassez de alimentos fazem que os animais migrem instintivamente para sobreviverem.

Um caso parecido aconteceu há poucos dias quando ursos polares “invadiram” um arquipélago russo para vasculhar lixões e casas em busca de comida.

Embora o governo da Rússia tenha prometido não atirar nos animais, eles precisaram ser sedados e realocados em um local esmo onde, provavelmente, continuarão passando fome.

Caçador mata o próprio filho após confundi-lo com um alce, na Rússia

Um caçador matou seu filho de 18 anos depois de confundi-lo com um alce no norte da Rússia na última quinta-feira.

O homem estava caçando com pouca visibilidade, no deserto nevado de Khanty-Mansiysk, e apontou seu rifle para o que ele acreditava ser um alce e atirou.

Ao se aproximar da suposta carcaça do animal, ele encontrou seu filho, um jovem de 18 anos, deitado no chão da floresta. Ele morreu na hora.

“O caçador disparou um tiro de rifle em um objeto em movimento com pouca visibilidade, erroneamente acreditando que era um alce”, disseram investigadores ao jornal Moscow Times.

O pai foi acusado de causar a morte por negligência, que tem uma pena de até dois anos de prisão, de acordo com as leis russas.

Aconteceu no Brasil

Um homem foi morto, em 2018, por engano por um companheiro de caça na cidade de Pinheiro Machado, no Rio Grande do Sul. Segundo a Polícia Civil, Rodrigo de Freitas Miranda, 35 anos, estava em grupo caçando javalis.

O homem que atirou contra Miranda relatou que percebeu uma movimentação na mata e chegou a perguntar, em direção do movimento, se era outro caçador. Como não teria recebido resposta, acabou disparando, pensando se tratar de um javali.

Foto: Pixabay

Ele usava uma espingarda calibre 12, o que gerou diversos ferimentos no corpo da vítima. Rodrigo chegou a ser socorrido para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Segundo o delegado André Mendes, o autor do disparo foi autuado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

Outro caso também aconteceu no ano passado, no sudoeste da Bahia. Um homem de 37 anos morreu após ser baleado acidentalmente por um amigo, enquanto os dois caçavam, na cidade de Iramaia. A informação foi divulgada pelo G1.

O jovem de 18 anos fugiu após a ação.