Comissão de defesa animal da assembleia do RJ passa a ser permanente

A Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que foi instalada na tarde da última quinta-feira (25), passou a ter caráter permanente.

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O deputado Renato Zaca (PSL) foi escolhido para ser o presidente da Comissão, que tem o objetivo e combater crimes contra animais. As informações são do G1.

Ficou definido que os primeiros atos da Comissão serão conhecer o Batalhão de Ações com Cães da Secretaria de Estado de Polícia Militar e checar as condições em que vivem os animais mantidos em cativeiro pelo Zoológico do Rio de Janeiro.

“Vamos trabalhar por aqueles que não podem falar e estão sofrendo violência. Estudos mostram que quem tem capacidade de fazer mal a um animal está a um passo de fazer contra humanos”, afirmou o parlamentar.

Para vice-presidência foi escolhida a deputada Alana Passos (PSL). Segundo ela, um grupo permanente para defender os animais é uma quadra de paradigmas na Alerj e um “ato de emoção”.

Nota da Redação: a ANDA é veementemente contra a existência de zoológicos, por entender que animais não devem viver aprisionados para entreter seres humanos, e repudia a exploração de cachorros pela polícia militar, já que defende que cães não devem ser envolvidos em operações policiais, que representam risco de morte para eles, e tampouco devem ser submetidos a treinamentos anti-naturais para servir aos seres humanos.

ALERJ pode ter comissão permanente de defesa dos animais

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O projeto de resolução 559/17, de autoria da deputada Martha Rocha (PDT) e dos ex-parlamentares Milton Rangel, Paulo Ramos, Carlos Osório, Ana Paula Rechuan e Fatinha, aprovado em primeira discussão, na última quarta (27) determina que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) deva ter uma Comissão Permanente de Defesa e Proteção dos Animais.

Segundo o projeto, a Comissão de Defesa e Proteção dos Animais deverá manifestar-se sobre todas as proposições pertinentes a assuntos relacionados aos animais; acolher e investigar denúncias, realizando diligências; fiscalizar e acompanhar os projetos e ações governamentais de defesa e proteção aos animais; estimular ações da sociedade civil voltadas para a proteção dos animais; discutir e encaminhar material para apuração de denúncias e fatos relacionados aos animais, além de promover campanhas de conscientização, propor ações governamentais e estimular pesquisas sobre os animais.

O texto ainda será votado em segunda discussão pela Casa.

Fonte: Diário do Rio