Cadela debilitada é resgatada de casa onde ficava sem comer em Goiás

A Polícia Civil resgatou, após denúncia anônima, uma cadela da raça dogue alemão que vivia em condição de maus-ratos em Morrinhos (GO). Examinada por um veterinário, ela foi diagnosticada com desnutrição.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

Muito debilitada, a cadela foi resgatada na quarta-feira (7). A responsável por ela foi buscada pelos policiais no trabalho para abrir a casa, permitindo que o animal fosse examinado. Não foi encontrada ração ou qualquer alimento para ela no local.

“Ela estava muito magra. O veterinário que agora está cuidando dela disse que ela está mal de saúde, pode estar até com pneumonia. Além disso, a mulher contou que outro cachorro da mesma raça, um macho de cor preta, havia morrido dias antes. Acreditamos que também por falta de comida”, avaliou o delegado Fabiano Jacomellis.

A mulher prestou depoimento em uma delegacia e, após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), foi liberada. As informações são do G1.

“Ela negou que deixava eles sem comida, não queria colaborar muito. Nesses casos, ela pode pegar pena de até um ano que geralmente é convertida em algum serviço comunitário ou multa”, detalhou o delegado.

A cadela está sob os cuidados do veterinário em uma clínica veterinária, onde foi internada para ser submetida a exames.


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Burro preso em ilha minúscula e desabitada aguarda resgate há mais de dois anos

Foto: CBS

Foto: CBS

Equipes de resgate estão furiosas com o tempo que esta levando para que um burro ferido seja resgatado de uma pequena ilha no Lago McClure, no condado de Mariposa, a cerca de 64 quilômetros a leste de Modesto, na Califórnia (EUA).

“Como você pode ignorar um animal que está machucado com uma perna quebrada como ela (a barrinha) esta e não a ajuda?”, Disse Bobbie Carne, especialista em resgate de cavalos.

Ela está entre o grupo de pessoas que querem resgatar o burro da ilha e oferecer ao animal o cuidado necessário.

“Isso vem acontecendo há quase três anos”, disse o detetive da polícia aposentado de Merced, Harry Markarian que foi quem descobriu o burro na ilha.

Markarian disse que está frustrado por ver o burro ainda preso na pequena ilha depois de todo esse tempo.

“Esta ilha tem apenas cerca de um acre agora porque os níveis de água ao redor dela subiram muito”, disse ele.

Quando o ex-policial encontrou o burro em 2017, ele disse que a ilha estava conectada a outra que agora está submersa.

“Isso realmente nos assustou porque você pode ver que não há realmente muita comida para ela, somente uma vegetação escassa”, disse ele.

Markarian disse que uma família que possui uma casa flutuante no lago tem alimentado o burro várias vezes por semana. Mas eles agora têm que vender seu barco, então ele está preocupado porque ninguém será capaz de alimentar o burro quando eles se forem.

“Estamos muito preocupados com sua perna quebrada também”, disse Markarian.

Então, cerca de um mês atrás, ele entrou em contato com um centro de resgate de cavalos para ajudar e eles criaram um plano para resgatar o burro.

Foto: CBS

Foto: CBS

“É ridículo quanto tempo leva para fazer alguma coisa”, disse Carne. “Nós tínhamos tudo pronto. Tínhamos tranquilizantes, tínhamos o barco, tínhamos os veterinários, já tínhamos tudo preparado em duas semanas”.

Markarian disse que planejam resgatar o burro no sábado e que o Merced Irrigation District, que administra o lago, estava a bordo. O Bureau of Land Management, que possui parte da ilha, também deu a luz verde.

“Esta ilha em particular está dividida. Metade pertence ao MID e metade pertence ao BLM. Bem, eu tenho permissão de ambos e ambos disseram para fazer o que é melhor para o burro ”, disse Markarian.

Ele disse que o Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia os impediu porque eles precisam de tempo para interpretar a lei.

“Nós meio que ‘tiramos o vento de nossas velas’ “, disse Markarian.

A legislação da Califórnia diz que é ilegal capturar um burro selvagem, a menos que o proprietário da terra faça o pedido. Mesmo assim, apenas um oficial ou empregador de uma agência local de controle de animais pode fazê-lo. Até agora, as agências não determinaram quem deve assumir a responsabilidade pelo animal.

“Eles continuam apontando os dedos uns para os outros. É como um jogo de pingue-pongue. É ridículo. Toda essa burocracia do governo”, disse Carne.

Então, por enquanto, Markarian e Carne têm que suspender seus planos e esperam que uma decisão seja tomada em breve.

“Nós não precisamos ir ao tribunal para isso, estamos apenas tentando fazer o bom senso prevalecer”, disse Markarian.

O Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia disse que está ciente do caso e planeja enviar alguém para avaliar a condição do jumento e elaborar um plano.

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Tartarugas verdes comem pedaços de plástico descartados no oceano por confundi-los com alimento

Foto: Factorydirect

Foto: Factorydirect

Espécies de tartarugas correm risco de morte por comerem plástico descartado no oceano ao acreditarem que os detritos sejam comida.

As tartarugas-verdes (Chelonia mydas) são muito mais propensas a consumir objetos de plástico que são coloridos verdes, pretos ou claros, segundo um estudo.

Os cientistas agora acreditam que as tartarugas confundem isso com a grama marinha que comem, o que as coloca em risco particular de sacos plásticos, sacos de transporte e fragmentos de corda de pesca.

Já se sabia que as tartarugas-de-couro (Dermochelys coriácea) comem sacos plásticos, provavelmente porque os confundem com águas-vivas.

A descoberta de outra espécie de tartaruga cuja alimentação torna vulneráveis ao plástico veio depois que pesquisadores examinaram tartarugas verdes mortas encontradas nas praias de Chipre.

Plástico foi encontrado em todas as tartarugas cujo trato gastrointestinal completo poderia ser examinado, com um encontrado para conter 183 peças separadas.

Emily Duncan, primeira autora do estudo da Universidade de Exeter, disse: “Pesquisas anteriores sugeriram que as tartarugas-de-couro comem plástico que se assemelha a presas de medusas, e nós queríamos saber se algo semelhante poderia estar acontecendo com as tartarugas-verdes.

Foto: PA

Foto: PA

“As tartarugas marinhas são predadores primariamente visuais, capazes de escolher os alimentos por tamanho e forma, e neste estudo encontramos fortes evidências de que as tartarugas-verdes preferem plástico de certos tamanhos, formas e cores”.

“Comparado a uma linha de base de detritos de plástico nas praias, o plástico que encontramos nessas tartarugas sugere que elas favorecem fios e folhas que são pretas, claras ou verdes.”

O plástico encontra-se agora nos oceanos do mundo todo, descobertas apontam que quase metade das espécies de baleias, golfinhos e botos encontrados mortos engoliram os detritos (tinham a presença de plásticos no estomago.

Mais de um terço das espécies de aves marinhas acabam comendo plástico, juntamente com muitos tipos de peixes, colocando-os na cadeia alimentar humana.

Foto: PA

Foto: PA

Várias campanhas foram lançadas num esforço de proteger a vida selvagem por meio da conscientização sobre o uso de plásticos, o que que levou a um imposto sobre as sacolas de uso único em alguns países.

Para examinar o efeito do plástico nas tartarugas-verdes, que estão ameaçadas de extinção, os cientistas examinaram as entranhas de 34 delas.

Os tratos gastrointestinais completos podiam ser vistos em 19 dessas tartarugas, e cada uma continha plástico, variando de três peças a 183.

O plástico pode matar as tartarugas bloqueando seus intestinos ou levando à desnutrição, lotando e entupindo seus estômagos, embora se acredite que as criaturas do estudo tenham morrido depois de serem apanhadas em redes de pesca.

Foto: PA

Foto: PA

Os pesquisadores, cujas descobertas foram publicadas na revista Scientific Reports, encontraram predominantemente películas e folhas de plástico, que se pareciam muito com a dieta de algas e algas marinhas das tartarugas, e que eram pretas, verdes ou claras.

Os animais pareciam evitar fragmentos duros de plástico colorido de vermelho, laranja, azul, cinza ou branco.

As tartarugas mais jovens tendem a conter mais plástico, possivelmente porque são menos experientes e, portanto, mais propensas a comer o alimento errado.

O professor Brendan Godley, que lidera a estratégia de pesquisa da Exeter Marine, disse: “Pesquisas como essa nos ajudam a entender o que as tartarugas marinhas estão comendo e se certos tipos de plástico estão sendo ingeridos mais do que outros.

“É importante saber que tipo de plástico pode ser um problema específico, além de destacar questões que podem ajudar a motivar as pessoas a continuar trabalhando para reduzir o consumo geral de plástico e a poluição”.

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Esquilo corajoso espanta veadinho que queria roubar suas nozes

Foto: Sharon Scott/Solent News

Foto: Sharon Scott/Solent News

Este é o momento divertido em que um esquilo destemido espanta e persegue um cervo muito maior do que ele que tentava roubar suas nozes.

Apesar de ser muito menor que o oponente, o esquilo cinzento desce de uma árvore e se dirige para o cervo decidido a assustá-lo.

Um vídeo, filmado pelo proprietário de uma fazenda próxima ao local do ocorrido, em um jardim britânico, mostra o cervo tentando se aproximar de um alimentador de pássaros que continha nozes.

No entanto, o esquilo está guardando sua comida e não deixa o cervo roubá-lo.

Quando o curioso cervo se aproxima da árvore, o roedor desce rapidamente.

O cervo então se afasta enquanto o esquilo sobe novamente na árvore.

Como o animal continua a se mover em torno da árvore, o roedor percebe e se move rápido para assustar o veadinho.

Foto: Sharon Scott/Solent News

Foto: Sharon Scott/Solent News

Quando o cervo se aproxima do alimentador de pássaros novamente, o esquilo o persegue para longe da árvore e volta somente após ter certeza de que o cervo está longe o suficiente e que suas nozes estão seguras.

A filmagem do fazendeiro Sharon Scott mostra o cervo fugindo enquanto ele é perseguido pelo roedor.

Ms Scott, 64, de Aylesbury, Bucks, disse: “Eu estava na fazenda como eu normalmente faço naquela hora da manhã, olhei para fora e vi o esquilo e o cervo”.

Foto: Sharon Scott/Solent News

Foto: Sharon Scott/Solent News

O esquilo estava no alimentador de pássaros e cuidava de seus próprios negócios. O cervo continuou caminhando para tentar comer do alimentador de pássaros também.

No começo eu não acho que o esquilo parecia se importar muito com isso.

Mas depois de cerca de 15 minutos o esquilo estava ficando realmente irritado com o cervo por roubar suas nozes.

“Ele até tentou enterrar algumas nozes no jardim para escondê-las, mas o cervo ia até lá para desenterrá-las.

Foto: Sharon Scott/Solent News

Foto: Sharon Scott/Solent News

“Parecia que o cervo estava propositalmente tentando irritar o esquilo, era realmente engraçado de assistir.”
Eventualmente o esquilo ficou tão irritado que pulou da árvore e começou a perseguir o veado.

“Foi hilário ver um esquilinho pequeno perseguindo o cervo para fora do jardim, era uma situação de David contra Golias”.

“Foi fantástico assistir. Assim que o vi, soube que tinha que filmá-lo e fico feliz por ter capturado os últimos momentos de sua briga”.

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Bebês morcegos são resgatados, alimentados e enrolados em cobertores

Por Rafaela Damasceno

Os morcegos não possuem estrutura para suportar o calor extremo. Eles são muito sensíveis ao sol e são suscetíveis à insolação. Quando as temperaturas são muito elevadas, podem morrer em seus abrigos ou até mesmo no ar. Nova Gales do Sul, na Austrália, registrou temperaturas de 44°C, e mais de 100 filhotes de morcego ficaram órfãos antes que pudessem aprender a sobreviver por conta própria.

A Conservação e Resgate de Morcegos interviu, resgatando os bebês sobreviventes. Eles foram levados pelos voluntários até clínicas de reabilitação e cuidados, onde ficarão até estarem prontos para voltar à vida selvagem.

Três filhotes de morcego enrolados em cobertores, parecendo burritos

Imagem ilustrativa | Foto: People

É extremamente importante que o resgate seja feito por profissionais capacitados, já que os animais necessitam de cuidados apropriados que não podem ser realizados por qualquer um. Os voluntários pedem para que as pessoas não tentem resgatá-los por conta própria, já que mesmo a melhor das intenções pode resultar na morte dos filhotes.

Depois de resgatados e levados para um local seguro, os bebês foram aquecidos e alimentados. Os mais de 100 morcegos necessitam de cuidados 24 horas por dia.

Um vídeo divulgado pelo centro de Conservação e Resgate de Morcegos mostra os filhotes enrolados em cobertores, recebendo carinhos. Os voluntários trabalham para que eles tenham o melhor tratamento, cresçam fortes e saudáveis e sejam reabilitados na natureza.


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Britânicos produzem cerveja vegana a partir de sobras de pão

Por David Arioch

Quando o escritor e ativista britânico pela produção de alimentos com impactos socioambientais positivos Tristram Stuart visitou uma fábrica de sanduíches em 2016, percebeu algo marcante.

Hoje, uma equipe liderada por Stuart promove a produção da Toast Ale, uma cerveja premiada feita de pães (Foto: Divulgação)

Todos os dias, 13 mil fatias de pão eram descartadas. Enquanto refletia sobre o problema, visitou o Projeto de Cervejas de Bruxelas e encontrou a inspiração de que precisava: uma cerveja produzida com uma receita ancestral chamada Babylone, era feita com um ingrediente inusitado — o pão.

Hoje, uma equipe liderada por Stuart promove a produção da Toast Ale, uma cerveja premiada feita de pães. Michael Lawrence, membro da equipe, está visitando bares em Londres para conscientizar as pessoas sobre os perigos do desperdício de alimentos e promover soluções simples, locais e inovadoras que possam ajudar a reduzir este problema.

“A cerveja de pão torrado é uma maneira incrível de readequar os excessos da produção de alimentos, e é também um produto delicioso resultante do estudo profundo de Tristam sobre o desperdício de alimentos,” disse Clementine O’Connor, oficial de programas para sistemas alimentícios sustentáveis da ONU Meio Ambiente.

“É um grande exemplo de como soluções inovadoras para o desperdício de alimentos podem crescer e operar em maiores escalas”, complementou.

As principais preocupações de Lawrence estão na ligação entre o desperdício de alimentos e a poluição do ar. Aterros sanitários, para onde a maior parte do lixo orgânico é destinada, libera metano.

Este gás nocivo, nas duas primeiras décadas após sua emissão, é 84 vezes mais potente do que outros gases do efeito estufa, como o dióxido de carbono. Para cada quilograma de comida que termina em aterros, quase quatro quilos de gases do efeito estufa são emitidos, relevou Lawrence.

Ele também explicou que todos os dias uma enorme quantidade de alimentos é transportada para aterros, resultando em emissões equivalentes a cerca de 39 milhões de veículos de passageiros. A missão maior da cerveja Toast Ale, que se tornou vegana em 2017, é resgatar um bilhão de fatias de pão que seriam desperdiçadas.

“Isso reflete a ambição do negócio, iniciar um movimento global e mudar genuinamente a atitude da sociedade em relação ao desperdício de alimentos”, enfatiza Michael Lawrence.


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Cantor Jaden Smith cria food truck vegano para servir moradores de rua

Foto: Instagram/@c.syresmith

Foto: Instagram/@c.syresmith

Jaden Smith acaba de lançar um food truck totalmente vegano para alimentar os desabrigados e as pessoas em necessidade.

O empresário e músico de 21 anos inaugurou o food truck vegano ontem em Skid Row, uma área no centro de Los Angeles, nos Estados Unidos, com uma das maiores populações de moradores de rua país.

O @LoveYouRestaurant é um movimento que mostra as pessoas que elas merecem o que há de melhor: comida saudável, de qualidade e vegana de graça”, escreveu Smith no Instagram. “Hoje lançamos nosso primeiro food truck vegano de um dia no centro de Los Angeles.”

Sobre o projeto “I Love You Restaurante”

Um vídeo postado nas redes sociais mostra pessoas entregando sacolas de papel com refeições à base de vegetais para uma longa fila do lado de fora do caminhão. O Instagram do “I love you restaurant”, que já conquistou mais de 40 mil seguidores, mostra que o food truck entregou diversas tigelas veganas feitas com folhas, batata doce, feijão preto e grãos. As pessoas estão elogiando a missão do food truck e oferecendo-se como voluntários ou perguntando sobre o início de uma filial local.

Foto: Instagram/@c.syresmith

Foto: Instagram/@c.syresmith

Smith, que segue uma alimentação vegana, lançou o projeto I Love You Restaurant com o objetivo de oferecer alimentos saudáveis aos necessitados. Um número crescente de estudos mostra que uma limentação baseada em vegetais é uma das maneiras mais saudáveis de se comer, capaz de diminuir o risco de doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e certas formas de câncer.

Jaden Smith e a caridade

O empresário de 21 anos, ator e rapper tem um histórico de fazer o bem para os outros.

Em março passado, a empresa ecológica de Smith, JUST Water, fez uma parceria com uma igreja local em Flint, Michigan, para ajudar na crise hídrica que assola a cidade desde abril de 2014, quando a fonte de água da cidade foi transferida do Rio Detroit para o Rio Flint. A JUST Water doou um sistema de tratamento de água móvel chamado “Water Box”, que filtra agentes contaminantes como o chumbo.

“Esta foi uma das experiências mais gratificantes e que mais me ensinaram pessoalmente”, disse Smith em um comunicado. “Trabalhar em conjunto com pessoas da comunidade enfrentando os problemas e projetar algo para ajudá-los tem sido uma jornada que jamais esquecerei. Estamos planejando implantar mais caixas de água em Flint e outras comunidades que enfrentam desafios semelhantes”.

Antes disso, Smith havia doado mais de 10 mil caixas de JUST Water para as escolas locais.

O rapper responsável pela música “Again” também é apaixonado pelo meio ambiente e acredita que as gerações mais jovens têm o poder de causar um impacto positivo.

Falando ao Buzzfeed em fevereiro de 2018, ele disse: “Eu sinto que as gerações mais jovens se importam mais com o planeta do que as outras gerações. Há mais informações disponíveis diariamente sobre o efeito que a mudança climática tem sobre todos nós ”.

Smith não anunciou quando o próximo evento do I Love You Restaurant vai acontecer, mas escreveu no Instagram: “Fique de olho porque este é o primeiro de muitos”.

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Conheça o cachorro que só come após o tutor dele cantar uma música

É hora da refeição. Mikenelson, um golden retriever de seis anos, recusa-se a jantar. Seu meio irmão, Diamante, e uma das irmãs felinas comem. Ele olha a comida, bebe água e deita no chão. Mesmo com a sua tutora falando para ele comer a ração, ele espera por algo. É só depois que seu tutor começa a bater palmas e se aproximar que ele levanta. Mikenelson tem um hábito peculiar: ele só come a ração quando Luiz canta uma música.

Mike foi adotado por Carla quando tinha 2 anos (Foto: Carla Altman)

Carla Altman, moradora de Toledo, no Paraná, tutora de Mike, contou essa história em um grupo do Facebook na última semana. A história viralizou, tendo mais de 7 mil compartilhamentos. “Juro para vocês! Se não cantar, ele não come”, dizia na postagem. Nos comentários, os usuários comentavam como era engraçado o ritual do golden e pediam um vídeo mostrando. Foi aí que Carla gravou a cena que viralizou.

Mikenelson — nome usado apenas em ocasiões em que Carla está irritada com ele — sempre foi muito enjoado para comer. Biscoitos e patês eram misturados à comida para que ele se alimentasse. Após começar o relacionamento com Luiz Felipe Turmina, que é adestrador de cães, ele sugeriu tentarem uma alternativa mais saudável, para que o golden não ficasse tão “mimado”.

Em entrevista para GaúchaZH, Carla contou que eles começaram a mexer no pote, bater palmas, fazer “festa” durante as refeições. Perceberam que deu resultado e continuaram a experiência. Um dia, Luiz começou a brincar e a cantar para Mike. E acabou dando mais certo do que ele imaginava.

— Com a repetição, ele começou a se acostumar. Entendeu aquela dinâmica. Eu, o pote e a musiquinha significava que era hora de comer — explica Luiz, acrescentando que a música nunca é a mesma.

E quando o tutor não canta, ele sente que um dos elementos de sua rotina está faltando, e aí não come. Carla até pode tentar cantar, e se ele estiver com muita fome, pode se alimentar, mas não é o que ele quer.

Adoção

O cachorro foi doado por um conhecido a um ex-namorado de Carla, que a presenteou com o animal. Apesar de sempre querer um golden retriever, ela ficou um pouco insegura no começo. Grande, de porte adulto, Mike já tinha as manias dele.

— Ele era outro cachorro quando eu o peguei. Muito assustado, fazia xixi com qualquer movimento que eu fazia — diz Carla.

Conversando com o homem que doou o golden, Carla descobriu que ele nasceu em uma fazenda que explorava os animais para vendê-los. Como Mike não tinha os traços bem definidos da raça, acabou ficando para trás. Quando cresceu, o tutor tentou se desfazer dele de todas as maneiras, até chegar em Carla.

— Ele é um cachorro traumatizado por causa dessa experiência. Tem muitas cicatrizes no rabo, tem medo de trovões e muito, muito medo de homens. Não sei bem o que aconteceu — conta a tutora.

Mas o carinho da Carla foi essencial para o cachorro, que logo começou a melhorar e se tornou um animal extremamente dócil. A convivência também era essencial para a tutora:

— Ele foi um dos remédios para não entrar em depressão e não ter crises de pânico.

Depois de um tempo solteira, ela conheceu o Luiz no Instagram. Ele curtiu umas fotos do Mike para chamar a atenção dela. Começaram a se falar, saíram e estão juntos desde então.

— Normalmente, quando as pessoas começam a morar juntas, a gente diz que elas juntam as escovas. Nós juntamos os cachorros — brinca Luiz.

Além de Mikenelson, Luiz Felipe trouxe um cachorro chamado Diamante, e, juntos, eles adotaram três gatos (Coiso, Brigitte, Jaguara), um spitz alemão chamado Noah e a pitbull Flor.

Aos poucos, Luiz foi conquistando Mike e usando seus dotes como adestrador para ajudá-lo a perder um pouco o medo de homens.

— Somos uma família feliz, todos os bichinhos têm vida de rei aqui — afirma Carla.

Veja o vídeo:

Fonte: GauchaZH


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Mais ursos polares entram em cidades russas do Ártico a procura de alimento

Foto: The Telegraph/Reprodução

Foto: The Telegraph/Reprodução

Um funcionário do departamento de manutenção de transportes, chamado Ruslan Prikazchikov, estava chegando ao final de um turno noturno de trabalho na semana passada, quando olhou pela janela e viu um urso polar andando pela estrada, parando a cada poucos metros para dar uma olhada.

Mas ele não ficou muito preocupado. Como morou a vida toda em Amderma, uma cidade militar Russa antigamente usada como mineradora e de difícil acesso, que fica à beira do Oceano Ártico, a 1.200 milhas a nordeste de Moscou, o Sr. Prikazchikov viu mais de cem ursos polares de perto. Ele gravou um vídeo rápido em seu telefone, gritou pela janela para que o urso continuasse se movendo e colocou a chaleira no fogo para fazer seu chá.

“Eles estavam sempre aqui. Eles são os senhores aqui, então não estramos em conflito com eles, e eles não demonstram agressão contra nós ”.

O “czar do Ártico” sempre fez parte da vida em Amderma. Ele aparece nos contos populares de pastores de renas Nenets, e fotografias antigas mostram soldados soviéticos alimentando ursos polares com leite condensado bem ao alcance de suas afiadas garras de duas polegadas. Alguns moradores até admitiram ter caçado os animais durante a época de fome dos anos 90. Mas hoje isso não acontece mais.

Foto: The Telegraph/Reprodução

Foto: The Telegraph/Reprodução

Mas como o aumento das temperaturas tem derretido o gelo polar do mar, esses caçadores marinhos estão sendo cada vez mais forçados a avançar para a terra. O risco é o aumento do conflito com os humanos, que também estão chegando em grande número à medida que a Rússia desenvolve depósitos de petróleo e gás e expande suas capacidades militares no Ártico.

Em resposta, as cidades costeiras começaram a organizar “patrulhas de ursos polares” para espantar os intrusos com motos de neve e foguetes.

Quase todos os residentes de Amderma já viram um urso polar, mesmo o mais jovem deles, e muitos são surpreendentemente indiferentes quanto à presença dos enormes animais. Anastasia Popovich, agora com 15 anos, estava voltando para casa com amigos em maio de 2016, quando eles encontraram um filhote de urso que inicialmente confundiram com um enorme cão branco.

“O filhote todo branco virou-se e entendemos que não era um cachorro”, lembrou ela. “Vimos o filhote se virar para nós e congelamos de medo”.

Foto: The Telegraph/Reprodução

Foto: The Telegraph/Reprodução

As meninas tentaram se esconder em um prédio abandonado nas proximidades, mas não conseguiram abrir a porta, então correram para a cabine da guarda em um depósito de veículos.

“Depois disso, todos as redações dela sobre “como eu passei minhas férias” foram sobre ursos, em alguns deles ela até estava me gabando”, disse a mãe, Yelena Alyoshina, professora da escola local.

Seu pai, um membro da patrulha local dos ursos polares, teve um encontro ainda mais próximo, quando ficou cara a cara com um urso quando saia de sua cabana de pesca uma vez no ano anterior.

Felizmente, a criatura imediatamente correu de seus gritos. “Foi aterrorizante mas apenas porque foi uma surpresa. Eu apenas gritei”, disse Yury Popovich. “Se ele não gostasse de mim, ele poderia me bater com uma pata ou me agarrar”.

Urso polar ao fundo | Foto: The Telegraph/Reprodução

Urso polar ao fundo | Foto: The Telegraph/Reprodução

Oito ursos polares já entraram em Amderma neste ano, em comparação com os cinco que apareceram no ano passado, de acordo com Eduard Davletshin, chefe da patrulha da cidade. Ele cresceu em uma casa à beira-mar frequentada por ursos e às vezes tinha que ficar em casa ao chegar da escola porque um deles estava à espreita do lado de fora. Mas ele disse o número de ursos que apareceu em Amderma na última década aumentou.

“Eles costumavam ir para o gelo e caçar focas”, disse ele. “Agora não há gelo, eles não têm escolha. Eles vão caminhando ao longo da costa e a cidade está no caminho”.

Embora seja o maior predador terrestre do mundo, o urso polar na verdade prefere passar seu tempo no gelo marinho e é classificado como “urso-do-mar” ou “Ursus maritimus”. Chamado de “urso branco” em russo, ele se mistura quase perfeitamente ao gelo, pois se esgueira para cavar e cheirar buracos atrás de focas manchadas ou outra fonte de alimento, como mostrou a série Our Planet, de David Attenborough, no mês passado.

Os ursos costumam nadar mais de 100 milhas para chegar aos grandes blocos de gelo e podem passar quase toda a sua vida no mar. Isso está mudando, no entanto, com o aquecimento global.

Em fevereiro, a cidade militar de acesso restrito de Belushya Guba, que fica depois do Estreito de Kara, de Amderma, declarou estado de emergência após uma “invasão” de 52 ursos polares. Câmeras de vigilância pegaram um urso polar andando pelo corredor do apartamento de uma família.

“As emoções são indescritíveis, adrenalina, terror e a pergunta ‘o que fazer?’”, disse a funcionária dos correios Nadezhda Kireyeva ao The Telegraph na época.

Especialistas culpam a invasão dos ursos pela falta de gelo no mar e por um lixão aberto onde grupos de ursos foram vistos procurando por comida.

Os animais partiram quando o gelo do mar finalmente se formou na costa no final de fevereiro. Mas isso dificilmente pode-se contar com isso no futuro.

Este ano, o gelo do Ártico atingiu um novo recorde de baixa em abril, e um estudo previu que o Oceano Ártico se tornaria livre de gelo no verão nos próximos 20 anos.

Em Amderma, o chamado “gelo rápido” que fica firmemente aderido à costa vem se formando mais tarde e não cresce mais tão densamente como anteriormente, de acordo com o meteorologista Nelli Shuvalova, que mede o gelo na região duas vezes por dia desde 1981.

Este ano, a extensão máxima do gelo rápido foi de 10 quilômetros – alguns anos se estendeu até o horizonte a 26 quilômetros de distância – e sua espessura máxima foi de 60 centímetros.

“Isso é muito pouco”, disse Shuvalova. “O gelo esta fino demais para os ursos.”

“Temos uma situação catastrófica em relação ao gelo rápido”, disse Ilya Mordvintsev, especialista em ursos polares, enquanto visitava Amderma na semana passada. “Quando o gelo vem para o sul no inverno, o mesmo acontece com os ursos. Quando ele retrocede a maioria dos ursos, não volta para o gelo. ”

Esses retardatários tendem a se dirigir para o norte ao longo da costa em busca de gelo – o que significa que cidades como Amderma estão agora essencialmente localizadas em uma rota de ursos polares.

Amderma foi o lar de cerca de 20 mil pessoas antes de um regimento de aviões de combate se mudar em 1993. Hoje, a cidade conta com apenas 300 moradores, embora sua prefeitura espere impulsionar os rendimentos atraindo tropas russas, assim como cientistas e turistas.

De qualquer forma, os habitantes da cidade ainda estão determinados a ficar onde estão, e 25 crianças frequentam a escola da cidade – que fica ao lado de uma praia frequentada por ursos. Sempre que algum urso chega à cidade, a escola chama os pais para levar os filhos para casa mais cedo.

Outros assentamentos do Ártico estão crescendo rapidamente. Belushya Guba, com uma população de 2 mil pessoas, está desenvolvendo novas instalações militares, pista de pouso e porto, e há planos para minerar chumbo e zinco nas proximidades.

Em março, a gigante estatal de gás Gazprom iniciou suas operações em um novo campo de gás do Ártico, em Yamal, perto do terminal Sabetta, que transportou gás liquefeito para compradores no Reino Unido e de outros lugares. Moscou também reformulou várias bases militares do Ártico nos últimos anos.

No sábado, altos funcionários lançaram o maior quebra-gelo movido a energia nuclear do mundo, um dos nove prometidos pelo presidente do país em abril para manter os hidrocarbonetos fluindo para a Ásia ao longo de sua rota marítima no norte.

Tudo isso aumenta o risco de conflitos entre ursos e humanos, sendo que os animais podem se tornar violentos se estiverem doentes ou com fome – ou forem provocado por comportamento agressivo.

Um trabalhador de petróleo e gás foi morto por um urso polar em Franz Josef Land em 2016, e um meteorologista foi morto lá em 2011.

Enquanto os ursos polares podem pesar mais de 1.300 libras e correr a 40 km/h ou mais rápido, eles não são tipicamente agressivos em relação aos humanos e geralmente podem ser afugentados por ruídos altos e veículos em movimento.

“Para evitar casos de danos a pessoas e a morte de ursos polares como animais problemáticos, é melhor agir criando essas patrulhas que poderiam evitar tais situações de conflito”, disse Mordvintsev.

Os caçadores de Amderma iniciaram uma patrulha de ursos polares em 2017 com foguetes, balas de borracha e luzes organizada pelo governo regional e quadriciclo cedido pelo WWF. Devido a problemas de combustível, eles costumam montar seus próprios snowmobiles (veículos da nave).

Grupos semelhantes foram formados nas cidades vizinhas de Ust-Kara e Varnek. Outras medidas incluem um sistema de circuitos de câmeras instalados no ano passado em uma estação meteorológica em uma ilha próxima, que alertou cientistas para ficarem dentro de janelas protegidas com grades enquanto um urso polar circulava em fevereiro.

Durante sua visita na semana passada, o WWF e as autoridades regionais prometeram que os rádios de patrulha, combustível e telefones via satélite da Amderma fizessem upload de fotografias de ursos. Eles também tocaram os 40 melhores sucessos de dança para testar o sistema de alerta de alto-falantes, que os moradores reclamaram ser muito silencioso e pouco confiável.

Em uma reunião no salão do “palácio da cultura” construído pelos soviéticos, os funcionários do Mordvintsev e da WWF aconselharam os moradores locais a não fugirem de qualquer urso polar que pudessem ver, mas a se afastarem lentamente para não desencadear seu instinto predatório.

Se eles não tiverem algo para fazer barulho, eles devem fazer um som “sh” para imitar as próprias vocalizações de aviso dos ursos.

Na realidade, os moradores disseram que têm mais medo de raposas do Ártico, que podem ser agressivas e estar infectadas pela raiva. Frequentemente eles gostam de fotografar ursos polares que vêm e alguns até tiraram selfies com as criaturas.

A reunião terminou com um breve debate sobre se os cientistas deveriam tentar salvar os ursos polares.

“O urso polar é o topo da cadeia alimentar e um símbolo do Ártico”, disse Mordvintsev.

“Se não houvesse urso polar, o que faríamos aqui? Se não houvesse urso polar aqui, você estaria em paz?

A platéia começou a murmurar antes que uma mulher chegasse com uma resposta: “Seria chato!”

Empresário instala comedouro para animais abandonados em Itatiaia (RJ)

Comovido com a situação de abandono em que vivem muitos animais na região do Centro Histórico de Penedo, no município de Itatiaia (RJ), o empresário Fabrício Vasconcelos se inspirou na ideia de ativistas da causa animal e instalou um comedouro em frente ao seu estabelecimento comercial para alimentar os animais abandonados.

Foto: Reprodução / Aqui Acontece

Pelas redes sociais, o empresário divulgou imagens da estrutura que montou para matar a fome dos animais que perambulam pela região. As informações são do portal Aqui Acontece.

“Desde que a agência mudou para este ponto percebi a quantidade de animais circulando na área. Conversando com minha mãe, ela sugeriu que eu criasse algo para eles ao lado da minha agência. Então resolvi amadurecer a ideia e instalar um comedouro”, contou.

Fabrício contratou um pintor, que desenhou uma casinha de cachorro na parede. No local, foi afixado o comedouro. “O resultado final foi melhor que o esperado. A gente sabe que isso ainda é pouco para tamanha problemática, mas já é uma ajuda. Com a postagem pretendo motivar mais pessoas a copiarem tal ideia. Não precisamos de referencial teórico para fazer o bem. É preciso apenas observar, se sensibilizar e agir”, disse Fabrício.

Os comedouros, como o que foi instalado pelo empresário, são feitos de canos de PVC. Dependendo do diâmetro, cabem até quatro quilos de ração e quatro litros de água em cada um deles. O projeto é acessível, já que os materiais utilizados são de baixo custo, e pode ser feito com o auxílio de pessoas sensíveis à causa, que podem colaborar com a doação de ração para manutenção do comedouro.