Gata e seu tutor se reencontram após ele sofrer um derrame

Por Rafaela Damasceno

Tony tinha uma vida maravilhosa ao lado de Little Angel, sua gatinha, quando sofreu um derrame e teve que ficar internado. Ele sabia que, mesmo depois que tivesse alta, não poderia cuidar dela da mesma forma. Um de seus vizinhos foi designado para encontrar um novo lar para Little Angel.

Tony se reencontrando com sua gatinha

Foto: Amanda Hassam

Amanda Hassan tinha seu nome em listas de espera de alguns abrigos de animais pela cidade, aguardando ser aprovada, quando viu o post que o vizinho de Tony fez no Facebook. Ele explicava sobre sua missão de encontrar uma família nova para Little Angel, e não demorou para que Amanda se apaixonasse pela gatinha. Ela logo fez os arranjos necessários para ganhar a tutela de Little Angel, que foi rebatizada e agora se chama Chicken Little.

“Resolvemos chamá-la assim porque ela fala muito”, explicou ao The Dodo.

Depois que Tony recebeu alta, foi morar em uma casa de repouso para que pudesse receber toda a assistência que precisasse. Amanda sabia que, mesmo que a gatinha estivesse feliz em seu novo lar, ela deveria sentir falta de sua primeira família. Com a ajuda do vizinho de Tony ela organizou uma visita especial para reunir os dois.

Tecnicamente, animais não eram permitidos na casa de repouso, mas todos os funcionários do local se empenharam em fazer o reencontro acontecer. “A equipe de enfermagem finge que não vê”, contou Amanda.

Chicken Little ficou um pouco tímida quando entrou no local, insegura com o ambiente desconhecido. Mas foi só ver Tony que ela correu ao seu encontro, recebendo prontamente carinhos e afagos. Os dois ficaram muito felizes em se reunir.

Tony abraçando sua gatinha na casa de repouso

Foto: Amanda Hassam

Tony e a gatinha se abraçaram muito durante a visita, e quando a hora de ir embora chegou, permaneceram animados por muito tempo. Amanda quer manter as visitas regulares, determinada a deixar os dois felizes.

“Queremos levá-la a cada duas semanas. Esperamos manter seus corações quentinhos com os encontros”, completou.


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Cadela Lassie rodeada pelos gatinhos

Gatinhos são adotados por cadela no Piauí

Por Rafaela Damasceno

Uma gata deu à luz a quatro gatinhos na cidade de Piripiri, no Piauí, mas rejeitou a ninhada e fugiu pouco tempo depois. A cadela Lassie, que nunca tinha sido mãe, resolveu adotá-los e lutou para que sobrevivessem. Infelizmente, mesmo após seus esforços e os de sua tutora, Daniela Silva, três deles faleceram.

Em entrevista ao G1, Daniela conta que começou a alimentar a ninhada através de uma seringa, até que os gatinhos começaram a chegar perto de Lassie. “Ela ficava lambendo eles. Ela lambe eles todinhos, dá banho igual a um gatinho mesmo”, relatou.

Cadela Lassie rodeada pelos gatinhos

Os gatinhos passaram a se aproximar de Lassie | Foto: Arquivo Pessoal

A tutora ainda disse que, quando os gatinhos tinham fome, miavam até que Lassie se deitava para deixá-los mamar. Mesmo sem ter sido mãe, ela conseguia alimentá-los.

A gatinha que sobreviveu ganhou o nome de Rajada e vai continuar morando com Daniela.

Rajada deitada em um potinho de plástico

Rajada continuará com Lassie | Foto: Arquivo Pessoal

São diversos os casos documentados de animais adotando e criando outras espécies como se fossem seus próprios filhotes. Patrícia Monticelli, professora de etologia da USP, explica ao Uol que há alterações hormonais nas fêmeas de todas as espécies. Essas alterações desencadeiam um comportamento materno que deixa as fêmeas mais sensíveis aos cuidados. Os filhotes, por sua vez, reconhecem o melhor cuidador e estabelecem um vínculo.

Um estudo da revista Naturalist apontou que as fêmeas de alguns mamíferos respondem a choros e gritos de filhotes, mesmo os de espécies diferentes. Os pesquisadores afirmam que o choro de um filhote implica em uma situação grave, o que faz as fêmeas responderem rapidamente. “A vantagem de garantir a sobrevivência da sua prole supera o potencial erro”, declara a pesquisadora Susan Lingle à revista New Scientist.

Estudo revela que cabras podem identificar as emoções umas das outras com base em seus balidos

Foto: Brian Squibb

Foto: Brian Squibb

Cabras podem ler as emoções de outros membros de seu rebanho por meio de mudanças sutis em suas vocalizações, de acordo com uma nova pesquisa.

Mais ainda, essa compreensão tem um efeito sobre o seu próprio humor – mostrando uma capacidade humana de empatia.

Isso pode melhorar os laços sociais e impulsionar a cooperação, dizem os cientistas.

As descobertas notáveis acrescentam somam-se às demais evidência de que a reputação de estupidez do animal, alegada por algumas pessoas, é extremamente injusta.

Foto: Marianne Mason

Foto: Marianne Mason

O líder do estudo Dr. Alan McElligott, da Universidade de Roehampton, sudoeste de Londres, disse: “Perceber o estado emocional de outro indivíduo através de suas vocalizações e ser afetado por eles tem implicações importantes na forma como cuidamos dos animais domésticos e em particular das espécies como bois, vacas, porcos e cabras”.

As cabras foram as primeiras espécies de animais entre bois vacas e porcos a serem domesticadas, cerca de 10 mil anos atrás. Existem 100 mil cabras só na Grã-Bretanha e um bilhão em todo o mundo, mas sua inteligencia começou a ser descoberta e estudada apenas recentemente.

A frase preconceituosa “tão idiota quanto uma cabra” é usada em muitos países do mundo como um insulto.

Então, o psicólogo experimental Dr. McElligott e seus colegas mediram as mudanças comportamentais e fisiológicas nos animais enquanto escutavam diferentes chamados (balidos) ligados a sentimentos positivos e negativos.

Foto: Alan McElligott

Foto: Alan McElligott

Eles descobriram até mudanças sutis e súbitas no som o que os levou a procurar a origem daquele som – sugerindo que as cabras estavam identificando as emoções de outras cabras.

O estudo publicado na revista Frontiers in Zoology também mostrou que a variação no tempo entre os batimentos cardíacos de cada indivíduo era maior para as chamadas positivas do que negativas.

É a primeira evidência forte de que as cabras podem captar o humor de outros animais do grupo e isso também pode fazê-los felizes ou tristes.

O principal autor do estudo, Luigi Baciadonna, estudante de doutorado na Universidade Queen Mary de Londres, disse: “Apesar de sua importância evolutiva, a comunicação social de emoções em animais não humanos ainda não é compreendida em sua totalidade”.

“Nossos resultados sugerem que animais não humanos não são apenas atenciosos, mas também podem ser sensíveis aos estados emocionais de outros indivíduos”.

Muitos animais sociais vivem sob condições de ambientes onde os indivíduos nem sempre estão em contato visual uns com os outros durante o dia ou a noite.

Portanto, eles poderiam adquirir uma vantagem evolutiva através da discriminação do conteúdo emocional das chamadas de outros de sua espécie.

A co-autora do estudo, Dra. Elodie Briefer, agora na Universidade de Copenhague, disse: “Expressar emoções usando vocalizações e ser capaz de detectar e compartilhar o estado emocional de outro animal pode facilitar a coordenação entre os indivíduos em um grupo e fortalecer social vínculos e coesão do grupo”.

A equipe internacional registrou comunicações (balidos) de cabras que transmitiam emoções positivas ou negativas.

Eles então tocaram um através de um alto-falante para outra cabra, antes de expô-la a uma ligeira variação do mesmo tipo de balido associado à emoção oposta. Isto foi seguido por um chamado final que foi selecionado aleatoriamente.

Os pesquisadores também controlaram outras variáveis frequentemente negligenciadas neste campo de pesquisa, avaliando o estado emocional tanto do emissor quanto do receptor do balido (comunicação).

Além disso, apenas as chamadas de contato entre as cabras eram usadas para que a reação do receptor fosse puramente dependente das emoções codificadas, em vez da função de vocalizações.

Autor Dr. Livio Favaro, da Universidade de Turim, disse: “Estes resultados podem contribuir para a nossa compreensão da evolução da percepção emocional em animais não humanos.”

No ano passado, outro estudo conduzido pelo Dr. Alan McElligott, na época na Universidade de Queen Mary em Londres, descobriu que cabras se dirigiam à humanos com expressões faciais felizes.

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Morre a porquinha que inspirou Miley Cyrus a se tornar vegana

Foto: Instagram/Miley Cyrus

Foto: Instagram/Miley Cyrus

A porquinha doméstica de Miley Cyrus faleceu. A cantora e compositora vegana homenageou Pig Pig, anteriormente conhecida como Bubba Sue, em suas redes sociais.

“É muito triste dizer … minha querida amiga Pig Pig faleceu”, escreveu Cyrus em seu stories no Instagram. “Eu sentirei falta de você para sempre. Obrigado por tantas risadas e bons momentos menina”.

Cyrus adotou a porquinha em 2014, na época ela revelou em um post no Instagram que estava dando boas vindas ao “mais novo membro da família”.

A porca foi nomeado Bubba Sue, mas foi renomeado mais tarde naquele mesmo ano de “Pig” ou “Pig Pig” (ela respondia a ambos, de acordo com Cyrus, mas não a “Pig Pig Pig”). A cantora disse que a própria porquinha foi quem “legalmente mudou seu nome”.

A adição à família fez Cyrus a “mamãe mais feliz de todas”, de acordo com seu Instagram. Pig Pig acompanhou a artista em seu jato particular, apareceu na capa de revistas com Cyrus, e até impediu a cantora de sair em turnê.

Cyrus disse a Howard Stern em 2017: “Literalmente, a única razão pela qual eu não estou em turnê é por causa desses porcos. Isso mostra o quanto eu amo esses animais”.

Pig Pig morou na casa de Cyrus até que a porca ficou grande demais e a casa se tornou pequena para ela. Pig Pig foi então levada para um grande recinto ao ar livre, em parte para mantê-la mais confortável e em parte porque os cães de Cyrus estavam “ficando um pouco aterrorizados” com o animal.

No ano passado, Cyrus tinha 16 animais vivendo com ela, incluindo vários cães resgatados, um dos quais, era um beagle que foi resgatado de um laboratório de testes em animais.

O amor de Cyrus pelos animais foi o que motivou sua alimentação à base de vegetais, que ela adotou no mesmo ano em que Pig Pig entrou em sua vida. Quando ela parou de comer carne anos atrás, a cantora comentou no Instagram que as pessoas não precisam comer “animais mortos” e acrescentou que “tudo o que entra no meu corpo está vivo”.

Ano passado Cyrus recebeu o prêmio “Celebrity Advocate Award” (Prêmio de Celebridade Ativista, na tradução livre) no Animal Rights National Conference (Conferência Nacional dos Direitos Animais) por ter “uma voz forte em defesa dos animais”.

Os organizadores da conferência disseram que a estrela “não apenas fala em defesa dos animais, mas também promove o estilo de vida vegano”.

Celebridades veganas e porcos

A cantora e compositora vegana Ariana Grande também tem uma porca doméstica em sua vida (assim como vários cães resgatados). A porquinha se chama Piggy Smallz e apareceu no clipe da música de Grande, “Breathin”. Piggy Smallz tem seu próprio Instagram, onde ela acumula quase 600 mil seguidores.

Grande disse aos fãs que Piggy Smallz é sua “porca de apoio emocional”. No começo deste ano, a cantora deu uma festa para celebrar seu álbum “Thank u, next”. Piggy Smallz estava presente ao lado de alguns petiscos de bacon vegano.

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Pit bull condenado a morte é salvo e adotado pela veterinária que o atendeu

Pacino e sua tutora | Foto: Brittany Elder

Pacino e sua tutora | Foto: Brittany Elder

Pacino foi encontrado sozinho e muito ferido em um quarto de uma casa abandonada em Camden, Nova Jersey, nos Estados Unidos. Ele tinha ferimentos extremos em todo o corpo, e os agentes do controle de animais que o encontraram o levaram direto para uma clínica veterinária para avaliar sua condição.

A situação definitivamente não parecia boa para o pobre cachorro, mas felizmente, era Brittany Elder quem estava trabalhando como um dos veterinários naquele dia e, assim que ela conheceu Pacino, tanto a vida dele quanto a dela mudaram para sempre.

Os policiais que trouxeram Pacino disseram à veterinária que ele estava “em estado lastimável” e era “agressivo demais”, mas Elder imediatamente passou por tudo isso.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

“Quando eles o levaram para a sala de tratamento, ele estava dentro de uma caixa gigante”, disse Elder ao The Dodo. “Eu abri a caixa e ele estava encolhido em um cantinho e não saía dali, mas eu podia ver que ele estava todo ensanguentado e extremamente ferido. Eles o jogaram pra fora do caixote e ele caiu no meu colo porque ele não se aguentou em pé. Ele estava tremendo de tão assustado. Seu corpo estava frio, magro e imundo”.

Elder sentou-se no chão da clínica veterinária com Pacino no colo e apenas o segurou por um tempo. Ficou claro que esse pobre cachorro passara pelo inferno e havia retornado, e Elder queria desesperadamente mostrar a ele como era ser amado pela primeira vez em sua vida.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

E com ele nos braços ela tomou uma decisão silenciosa.

Quando Elder segurava Pacino, os veterinários e oficiais de controle de animais começaram a discutir a situação de Pacino. Com base em sua condição e onde ele tinha sido encontrado, eles assumiram que ele tinha sido usado como um cão de isca para brigas de cães.

Suas feridas eram tão severas e seriam extremamente caras e difíceis de tratar, então o veterinário chefe e o oficial de controle de animais decidiram juntos que o melhor curso de ação seria aplicar morte induzida ao cachorro. Enquanto isso Elder segurava e confortava Pacino e ela sabia que jamais iria permitir que isso acontecesse ao cachorro.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

“Em determinado momento, apesar de estar com muita dor, ele olhou para mim e lambeu meu rosto”, disse Elder. “Foi nesse momento que eu soube que esse cachorro não era ‘muito agressivo’ como haviam dito e que eu tinha que fazer algo para salvar sua vida. Eu decidi que iria assumir total responsabilidade financeira por ele, encorajá-lo a trazê-lo de volta à saúde e descobrir como oficializar a adoção mais tarde. Eu só precisava fazer algo e rápido”.

Elder assumiu total responsabilidade por Pacino e rapidamente providenciou para que ele tivesse suas feridas limpas e cuidadas. Seus ferimentos eram tão graves que não puderam ser costurados, e por isso a veterinária colocou cerca de uma dúzia de drenos por todo o corpo dele para evitar a infecção.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

Após a cirurgia de Pacino, Elder e seu namorado começaram a tomar providências para levar o pit bull para casa com eles. Ele ainda estava muito inseguro e com muito medo de tudo, além do mais, eles não tinham ideia de como ele reagiria ao chegar em sua casa – mas assim que ele chegou, eles perceberam que não tinham nada com que se preocupar.

Nos primeiros dias em sua nova casa, Pacino estava incrivelmente nervoso, e definitivamente mostrou sinais claros de que havia sido abusado em sua vida anterior.

Mas ele rapidamente percebeu que podia confiar em Elder e seu namorado, e não teve nenhum problema em deixá-los limpar suas feridas ou dar-lhe remédios. Pacino apegou-se a eles muito rapidamente, e pareceu entender, quase imediatamente, que eles o amavam e só queriam ajudá-lo a se curar.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

“Ele confiou tanto em nós que nos permitiu fazer o que precisávamos para ajudá-lo”, disse Elder.

Enquanto o casal sabia muito pouco sobre o passado de Pacino, ficou claro que ele não teve uma vida muito feliz – porque o pobre filhote não tinha ideia de como ser um cachorro.

“Ao longo de sua recuperação, nós literalmente tivemos que ensiná-lo TUDO”, disse Elder. “Nós tivemos que treiná-lo, mostrar a ele onde comer, ensiná-lo a andar na coleira, mostrar a ele os brinquedos e como brincar e fazê-lo ver que ele era um cão normal.”

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

Quanto mais tempo Pacino passava em sua nova casa, mais ele começava a sair de sua concha e, em pouco tempo, ele era o cão mais doce e brincalhão do mundo, que só queria estar perto das pessoas que amava sempre que podia.

Suas feridas eventualmente se transformaram em cicatrizes e suas feridas emocionais pareciam se curar também. A dedicação de Elder, seu amor e sua mão sempre tocando Pacino foram o remédio ideal para sua alma machucada.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

“A coisa que mais se destaca na minha mente, foi quando um dos meus amigos deu-lhe um pacote de cuidados com uma grande bola vermelha dentro”, disse Elder. “Eu acho que deve ter sido a única vez que ele viu um brinquedo, porque ele não sabia o que fazer com ele no começo. Depois de alguns lances, ele ficou obcecado com isso e foi quando vi seu primeiro sorriso! Ele era bobo, desajeitado e, em geral, super doce e ansioso para agradar. Ficou claro para nós que éramos de fato sua família, e nós nunca poderíamos deixá-lo ir”.

Agora, Pacino está com sua família há cinco anos e todos amam cada segundo juntos. Enquanto ele ainda não está confortável em torno de outros cães por causa de seu passado como um cão de isca, ele ama todos os bebês, crianças e adultos que ele conhece, e não se cansa de conhecer e brincar com novas pessoas. Ele adora comida e passa o tempo com seus pais, e sua nova guardiã é tão grata por ter sido ela a segurá-lo aquele dia no consultório veterinário pois foi ali que ela percebeu que os dois jamais se separariam.

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Cão resgatado adota potrinho recém-nascido órfão

Foto: Facebook/Karla Swindle

Foto: Facebook/Karla Swindle

Com apenas 9 dias de vida, um potrinho chamado Tye perdeu sua mãe. Mas naquela mesma noite ele ganhou um amigo inesperado – um cão da raça pastor australiano chamado Zip.

Embora todos dividissem o mesmo lar, Zip nunca mostrou muito interesse em seus irmãos cavalos. “Sempre há potros nascendo por aqui todos os anos, ele dava uma espiada rápida para a porta do local onde ficam os animais e apenas olhava para eles e se afastava”, disse Karla Swindle, a mãe de Zip, ao The Dodo.

Mas naquela noite fatídica em março, era como se o cão resgatado, de 5 anos, soubesse que ele era necessário naquela situação.

Foto: Facebook/Karla Swindle

Foto: Facebook/Karla Swindle

A mãe de Tye ficou doente dias após o parto e, apesar do tratamento, ela rapidamente piorou. Quando as coisas pareciam mais tristes para a mãe e o bebê, Karla permaneceu ao lado deles. Como sempre, o Zip acompanhava sua tutora.

“Eu passei a noite toda no celeiro cuidando do cavalo recém-nascido e da mãe, esperando que com minha presença eu pudesse ajuda-la,” Karla disse. “Zip ficou comigo no canto do celeiro a noite toda – o potro estava deitado no ali no cantinho, e ele apenas ficou lá ao lado do potrinho”.

“Ele estava choramingando e ganindo”, acrescentou Karla. “Você poderia dizer que Zip sabia que algo estava errado naquela noite.”

Foto: Facebook/Karla Swindle

Foto: Facebook/Karla Swindle

Na manhã seguinte, Tye perdeu sua mãe, mas ele não estava sozinho.

Zip insistiu em ficar o tempo todo ao lado do cavalo recém-nascido, confortando o pequeno animal com sua presença. Quando Zip estava por perto, Tye estava relaxado e feliz. “Pareceu-me que o potro sabia que o cão estava tentando ajudá-lo”, disse Karla, “o que é tão bonito e comovente de se ver”.

Por seis semanas, Zip não deixaria Tye fora de sua vista. Sempre que Karla ia alimentar o potro, Zip era o primeiro na fila para saudar o pequeno cavalo. “Toda vez que eu ia para o celeiro, Zip corria e ficava na frente da porteira esperando que eu chegasse lá”, disse Karla. “Ele me batia e chegava primeiro ao celeiro primeiro todas as vezes”.

Foto: Facebook/Karla Swindle

Foto: Facebook/Karla Swindle

“Assim que eu abria a porta, ele quase me derrubava antes que eu pudesse entrar”, ela acrescentou. “Se o potro estivesse deitado, ele ia até lá e deitava a cabeça nele carinhosamente”.

Com o passar dos meses, Tye engordou rapidamente, tornando-se um jovem e saudável cavalo – em parte graças ao pai adotivo.

Agora, Tye passa a maioria dos dias no pasto com sua irmã mais velha, que está ensinando-lhe os prós e contras de ser um cavalo. E enquanto Zip ainda acompanha Karla até o celeiro, ele não implora mais para ir ao estábulo para ver Tye.

“O potro está um pouco rude agora”, disse Karla, “exaltado, tentando brincando, então Zip meio que fica longe dele agora”.

Foto: Facebook/Karla Swindle

Foto: Facebook/Karla Swindle

O pai orgulhoso entende que Tye precisa testar sua independência, e isso não torna o relacionamento deles menos especial.

“Você pode ter certeza que quando o potro precisava do Zip, o cão estava lá para ele o tempo todo”, disse Karla. “E agora que Zip sabe que o potro está bem, então eles seguiram caminhos separados”.

Mas parece que o pequeno cavalo abriu um espaço no coração do cachorro mais velho – espaço que ele já encheu com outro bebê.

“Ele ama minha neta”, disse Karla. “Sempre que ela vem aqui, ele vai diretamente para ela. Ele a trata como ele fez com o potro. Ele só gosta de estar perto dela”.

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Cadela amamenta três filhotes de porco em Monte Mor (SP)

Um vídeo gravado em Monte Mor (SP), nesta sexta-feira (28), mostra o momento em que uma cadela amamenta três filhotes de porco.

Foto: Reprodução / EPTV

As imagens foram enviadas à EPTV, afiliada da TV Globo, pela telespectadora Elaine Gonçalves de Oliveira.

Ela contou à reportagem que os filhotes nasceram há três semanas e foram rejeitados pela mãe. Entretanto, a cadela “Negona” teve “gravidez psicológica” e começou a alimentar os animais.

Fonte: G1


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Menino alimenta e acolhe veado bebê cego antes de ir para a escola

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

Com tantas notícias trazendo informações negativas divulgadas pela mídia, pode parecer difícil encontrar atos verdadeiros de caridade e amor em mundo tão severamente assolado pela maldade. Mas de tempos em tempos há eventos que fazem com que seja possível recuperar (ao menos um pouco) a fé na humanidade.

Esta é a história real de um garotinho diferente dos demais que preferia desistir de seus jogos eletrônicos, brincadeiras e, até mesmo de seu tempo de descanso, para fazer a diferença no mundo. E ele realmente fez isso com prazer, sem esperar ou desejar nada em troca do animal. E realizava essa tarefa com muita paciência e amor logo antes de ir para a escola.

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

Um usuário do Reddit (rede social americana), sob o nome de Bluecollarclassicist, compartilhou esta incrível história com o mundo. Recentemente, apareceu um cervo cego vivendo em um bairro do estado americano de Illinois, onde vive o usuário do reddit.

Na natureza, um animal como este não conseguiria sobreviver, mas devido aos esforços desta criança, o cervo tem agora uma chance de sobrevivência.

O que o garoto fez tocou o coração dos usuários da rede social e os encheu de ternura. Veados cegos não vivem por muito tempo, eles geralmente morrem de fome ou acabam sendo atropelados por veículos nas rodovias.

As estradas são lugares extremamente perigosos para esses animais, especialmente se forem cegos.

No entanto, este não foi o caso deste veadinho, que felizmente visitou este bairro por acaso, onde todos os dias um menino o ajudava a encontrar um lugar para descansar e comer, guiando-o cuidadosamente, de uma calçada para outra para que não seja atropelado.

Felizmente, as notícias sobre esta história maravilhosa voaram e chegaram aos ouvidos de uma organização local de resgate, que agora está cuidando do cervo e o levou a um lugar especial e apropriado, onde ele pode viver com segurança e felicidade.

O bairro não era o lugar mais ideal para o animal viver e todos se uniram para ajudá-lo.

O trabalho que o menino de apenas 10 anos de idade fez com o cervo causou admiração nos vizinhos. Ele nunca tentou adotar o animal selvagem como animal doméstico. Ele nem sequer o nomeou.

A criança apenas procurava o veado silenciosamente todos os dias. E ele também o ajudava a andar em segurança pelas ruas e à procurar alimentos.

O grupo de resgate e reabilitação da vida selvagem levou o veado em um trailer de cavalo, eles são a única entidade legalmente habilitada para tratar e abrigar este animal selvagem no estado.

No momento do resgate, metade do bairro saiu para ver o que estava acontecendo, incluindo o menino e sua mãe.

Felizmente, o veado esta seguro agora e pode ter uma vida pacífica com outros animais.

A criança é o exemplo mais singelo de alguém que ajuda e compreende a importância do ato de cuidar.

O usuário do Reddit que divulgou a história e sua esposa esperam recompensar o ato de gentileza da criança e levá-lo para visitar o cervo na reserva natural do estado onde o animal vive atualmente.

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Com pureza e profundidade os animais respondem ao amor independente do sexo

Foto: littlethings

Foto: littlethings

O Dia Internacional do Orgulho LGBTI (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Pessoas Intersexo) é comemorado anualmente em 28 de junho em todo o mundo. A data foi escolhida com base nos acontecimentos que se desenrolaram no bar gay Stonewall Inn, em Nova York em 1969.

Ali o primeiro grito de revolta contra a intolerância à comunidade LGBTI foi dado, com pessoas se reunindo e opondo-se à repressão policial num confronto direto entre a população e as autoridades.

Mas não são só os seres humanos formam casais homoafetivos, no reino animal esta orientação não é rara e é tratada com naturalidade nas espécies.

A formação de pares do mesmo sexo no reino animal é frequente. Estudos sugerem que cerca de 1.500 espécies de animais são conhecidas por se unir a companheiros do mesmo sexo. Conheça dez belos exemplos de espécies de animais que fazem parte da gigantesca família LGBTI do reino animal:

Girafas

Foto: Imago/Nature Picture Library

Foto: Imago/Nature Picture Library

Entre as girafas, há mais atividade sexual com casais do mesmo sexo do que do sexo oposto. De fato, estudos dizem que as relações entre indivíduos do mesmo sexo é responsável por mais de 90% de toda a atividade sexual observada em girafas. E essas belas criaturas não vão direto ao assunto. Girafas machos sabem flertar, primeiro se esfregando – isto é, esfregando suavemente o pescoço ao longo do corpo do outro. Essas preliminares podem durar até uma hora.

Golfinho-nariz-de-garrafa

Foto: Picture-Alliance/Mary Evans Picture Library

Foto: Picture-Alliance/Mary Evans Picture Library

Os golfinhos-nariz-de garrafa do sexo feminino e masculino exibem comportamento homossexual, incluindo movimentos em que um golfinho estimula o outro com o focinho. No mundo dos golfinhos a atividade homossexual ocorre com aproximadamente a mesma freqüência que a heterossexual. Os golfinhos-nariz-de-garrafa são geralmente bissexuais – mas passam por períodos exclusivamente homossexuais.

Leões

Foto: Artis/R. Van Weren

Foto: Artis/R. Van Weren

A homossexualidade é comum entre os leões também. Dois a quatro leões do sexo masculino geralmente formam o que é conhecido como uma “coalizão”, onde eles agem em conjunto para cortejar as leoas.

Eles dependem uns dos outros para afastar outras coalizões. Para garantir a lealdade, os leões fortalecem o vínculo entre eles fazendo sexo uns com os outros. Muitos pesquisadores referem-se a esse comportamento como o clássico “bromance” em vez de formação de pares homossexuais.

Bisões

Foto: Imago/Nature Picture Library

Foto: Imago/Nature Picture Library

O sexo entre os bisões machos é mais comum que a relação heterossexual. Isso porque os bisões do sexo femininos só se acasalam com machos uma vez por ano. Durante a época de acasalamento, os machos que sentem desejo se envolvem em atividades do mesmo sexo várias vezes ao dia. E assim, mais de 50% das relações entre jovens bisões masculinos acontece entre o mesmo sexo.

Macacos

Foto: Picture-Alliance/Robert Harding

Foto: Picture-Alliance/Robert Harding

Tanto os macacos do sexo masculino quanto os do sexo feminino praticam atividades com indivíduos do mesmo sexo. Mas enquanto os machos geralmente só o fazem por uma noite, as fêmeas formam fortes laços entre si e geralmente são monogâmicas. Em algumas populações de macacos, o comportamento homossexual entre as mulheres não é apenas comum, mas a norma. Quando não estão se relacionando sexualmente, essas fêmeas ficam juntas para dormir e se proteger, e se defendem de inimigos externos.

Albatroz

Foto: Imago/Mint Images

Foto: Imago/Mint Images

O albatroz de Layson, que nidifica no Havaí, é conhecido por seu grande número de parcerias homossexuais. Cerca de 30% dos casais na ilha de Oahu são compostos de duas mulheres. Eles são monogâmicos e geralmente permanecem juntos por toda a vida – o que leva dois pais do mesmo sexo a criar um filhote com sucesso. Os filhotes geralmente são criados por aves do sexo masculino que já estão comprometidos em outro relacionamento.

Bonobos

Foto: Picture-Alliance/R. Lanting

Foto: Picture-Alliance/R. Lanting

Os bonobos são considerados os parentes vivos mais próximos dos seres humanos e são conhecidos por buscar prazer sexual. Eles tem ralações sexuais freqüentemente, inclusive com o mesmo sexo. Esses primatas o fazem por prazer – mas também para se unirem, subir na escala social e reduzir a tensão. Cerca de dois terços das atividades homossexuais acontecem entre as mulheres da espécie, mas os homens também desfrutam de prazer sexual um com o outro.

Cisnes

Foto: Sputnik/Владимир Вяткин

Foto: Sputnik/Владимир Вяткин

Como muitos pássaros, os cisnes são monogâmicos e ficam com um parceiro por anos. Muitos deles escolhem um parceiro do mesmo sexo. De fato, cerca de 20% dos casais de cisnes são homossexuais – e eles geralmente criam famílias juntos. Às vezes, um cisne em um casal masculino terá relações com uma fêmea, e então a abandonará assim que ela colocar uma ninhada de ovos. Em outros casos, eles adotam ovos abandonados.

Morsas

Foto: Imago/Nature n Stock

Foto: Imago/Nature n Stock

As morsas do sexo masculino só atingem a maturidade sexual aos 4 anos de idade. Até lá, são quase exclusivamente gays. Quando atingem a maturidade, a maioria dos homens da espécie é bissexual e tem relações sexuais com as fêmeas durante a época de reprodução – enquanto faz sexo com outros machos no resto do ano. Não é apenas sexo gay – os machos também se abraçam e dormem perto um do outro na água.

Ovelhas

Foto: Getty Images/M.Cardy

Foto: Getty Images/M.Cardy

Estudos sugerem que até 8% dos indivíduos do sexo masculino em rebanhos de ovelhas preferem outros machos, mesmo quando há fêmeas férteis estão por perto. No entanto, isso ocorre apenas entre ovelhas domésticas. Estudos descobriram que essas ovelhas homossexuais têm uma estrutura cerebral diferente de suas contrapartes heterossexuais e liberam menos hormônios sexuais.

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Leoa vigia e assiste seus filhotes descobrindo o mundo em reserva natural

Foto: Ferrari Press

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Esta filmagem impressionante mostra três leões filhotes irmãos de apenas um mês de idade brincando de brigar enquanto tentavam impressionar seus pais.

Os filhotes nasceram em Port Lympne Hotel & Reserve, em Kent (Reino Unido), no mês passado, tendo como pais: Adras, um enorme e impressionante leão do sexo masculino e a bela leoa Oudrika.

Eles são os primeiros leões da espécie (Panthera leo leo) a nascer na reserva em mais de 10 anos, após Oudrika deu à luz na madrugada de 13 de maio.

Agora, com pouco mais de um mês de idade, os filhotes estão crescendo em tamanho e confiança todos os dias.

Foto: Ferrari Press

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A filmagem do trio mostra-os brincando e explorando enquanto seus pais observam. A equipe da reserva diz que ela está encantada com o progresso.

Richard Barnes, representante da reserva, disse: “Os filhotes estão ficando agitados e brincalhões agora, estão em ótima forma e estão claramente curtindo brigas de brincadeira entre si”.

Foto: Ferrari Press

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“Suas travessuras são encantadoras, mas não demorará muito para que eles saiam a brincar por aí e deixem seus pais de lado”.

Os visitantes do local já viram os jovens leões arteiros – mas não é necessária uma visita à reserva para ver os recém-chegados.

Foto: Ferrari Press

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Port Lympne agora montou o Cub Cam (Câmera dos Filhotes, na tradução livre), permitindo que os fãs do trio se mantenham atualizados sobre seu progresso e comportamento, sem perder nada.

E uma compilação dos destaques do vídeo do Cub Cam foi montada na página da reserva no Youtube.

Os leões aque vivem na reserva de Kent são os leões de Barbary, que foram extintos na natureza por pelo menos 50 anos.

Foto: Ferrari Press

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Todos os leões do parque descendem de um grupo que antes era mantido no zoológico particular do Rei do Marrocos, de acordo com informações da reserva.

Os leões de Barbary eram nativos do norte da África e foram encontrados em lugares como Egito, Marrocos e Argélia.

Eles foram extintos após a caça em massa nos séculos 19 e 20.

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