Homem paga passagem de ônibus para cachorro e chama atenção nas redes sociais

Muita gente costuma levar os animais para as viagens de fim de ano. No caso do paulistano Guilherme Senna, de 29 anos, não foi diferente. Ele decidiu viajar com Sedento, seu cãozinho, e não pensou duas vezes ao comprar uma passagem de ônibus para o animal.

Foto: Facebook | Reprodução

O viajante publicou uma foto da ocasião em seu Facebook e a história viralizou. Para conseguir levar seu companheiro, que adotou há dois meses, até o litoral do Paraná, Guilherme pagou R$ 132,28 por cada passagem.

Na publicação, o artesão escreveu: “Se seu cão não merece o mesmo conforto que você, então você não merece ter um cão”. Junto com uma foto dele e Sedento, Guilherme compartilhou a foto da passagem comprada.

O mais curioso é que, no campo onde, supostamente, deveria ser escrito o nome do passageiro, foi escrito “cachorro”. Na foto postada, ele e o cãozinho curtiam os bancos do veículo e Sedento parecia estar bem à vontade.

Guilherme contou, no entanto, que apenas retirou o cachorro da caixa própria para viagens para tirar a foto. Nesse tipo de transporte, é necessário levar os animais em caixas adaptadas.

Nos comentários de uma foto, o tutor de Sedento respondeu à uma seguidora que o animal “é meu companheiro de viagem. Não largo para nada, anda comigo, dorme comigo, come comigo, em todas as horas, em todos momentos”. E ainda completou: “Eu que fui adotado por ele, não somos nós que escolhemos eles, são eles que nos escolhem.”

Fonte: Claudia

o veterano george johnson colocando sam em seu carro

Veterano de 93 anos adota cachorro idoso prestes a ser morto pelo abrigo

Quando George Johnson, um veterano da Marinha dos Estados Unidos, descobriu que Sam, um pastor alemão idoso, precisava de uma nova casa, ele sabia que precisava adotar o cachorro.

o veterano george johnson colocando sam em seu carro

Foto: Ice Pop

O momento parecia destinado a acontecer – Johnson tinha acabado de chegar ao German Shepherd Rescue of Orange County para ver se tinham algum pastor alemão mais velho para ser adotado. Ele estava sozinho após a perda de seu cão anterior, Velabit, e ele esperava encontrar um novo amigo de quatro patas.

A diretora do abrigo, Maria Dales, disse ao veterano de 93 anos que ela ficaria de olho assim que surgisse uma oportunidade e que não demorou muito para que ela descobrisse Sam no corredor da morte em um abrigo de animais no Arizona.

Assim que Dales contou a Johnson sobre a situação de Sam, ele disse que ao encontro deles parecia ser coisa do destino. Johnson disse: “Um homem da Marinha que teve que abrir mão de seu cachorro idoso para servir seu país? Era para ser. Nós dois poderemos envelhecer juntos, Sam e eu.”

o cachorro sam com um lenço vermelho ao redor do pescoço

Foto: FOX 5 Atlanta

Um dos voluntários da agência de resgate fez a viagem da Califórnia ao Arizona para buscar Sam. “Quando o conheci, foi amor à primeira vista. Sam me farejou um pouco e deu sua aprovação também,” Johnson disse.

Hoje eles dois são inseparáveis, e Johnson descreveu a alegria que Sam trouxe para sua vida: “Recebi algumas medalhas, prêmios e elogios durante minha carreira naval, mas esse cão enche meu coração de alegria mais do que tudo isso junto.”

“Passei 30 anos na Marinha e nunca me esqueço de que o tutor anterior de Sam estava na Marinha, defendendo nosso país. Tenho a honra de ser o cuidador e companheiro de Sam e não sei o que faria sem ele. Ele é meu melhor amigo e compartilhamos experiências e segredos. Acho que adicionamos anos em nossas vidas juntos: Sam tem 13 anos e 93. Nos anos de cachorro, temos a mesma idade!”

Em homenagem à linda história de George Johnson e Sam, a Fundação Petco doou 25 mil dólares para o German Shepherd Rescue of Orange County.

bebê abraçada com o pit bull Fury

Bebê tem medo de dormir sozinha após terremoto e pit bull lhe faz companhia

Adalynn Leary tem muito medo de dormir sem seu “melhor amigo e guarda-costas”, já que sua casa no Alasca, EUA, foi atingida por um terremoto de magnitude 7,0 na escala Richter. Seu pai, Kyle Leary, disse que sua filha abraça Fury, um pit bull de 100 quilos, e isso ajuda a aliviar sua ansiedade.

bebê abraçada com o pit bull Fury

Foto: Daily Mail

Depois que a região sofreu mais de 5 mil tremores secundários, Adalynn se recusou a dormir sem seu parceiro de confiança, revelou seu pai. O Sr. Leary acrescentou: “A única maneira de ela dormir é se Fury estiver lá com ela para proteger e aliviar sua ansiedade. Normalmente ele dorme no chão ao lado da cama dela, mas naquela noite ela o chamou para acariciá-lo.

O pai de Adalynn foi criticado por deixar o animal dormir na mesma cama que sua filha. Depois de postar as imagens on-line, algumas pessoas falaram sobre os perigos que deixar o cachorro dormir na cama de sua filha poderia causar.

Uma pessoa escreveu: “Não, desculpe. Não é um lugar para o cachorro dormir, na cama de um bebê.” Michelle Ann escreveu: “Não deixe seu cachorro sozinho com seu bebê. O bom senso deveria lhe dizer isso.”

Tracey Buckreis-Balberchak acrescentou: “Por mais fofo que pareça, nenhum cão deve estar tão perto de uma criança sozinha, com câmera ou não.”

No entanto, Leary refutou seus críticos, alegando que ele sabe que Fury “não é um animal qualquer” e que nunca machucaria sua filha. Ele disse: ‘Eu concordo em nunca manter uma criança e um animal sem supervisão, mas eu fiz mais de 100 horas de treinamento com ele e há uma coisa que eu sei, Fury não é qualquer animal.

o gatinho jaques

Gato é mandado de volta para o abrigo por ser ‘carinhoso demais’

Tudo o que Jacque queria era alguém para amá-lo, mas, em vez disso, o gato de 3 anos de idade foi rejeitado inúmeras vezes. Quando tinha apenas 7 meses de idade, seu primeiro dono se mudou e não levou Jacque com ele. “Ele foi encontrado pelo corretor de imóveis e levado para o abrigo. Isso acontece com muita frequência, infelizmente,” disse Nancy Hutchinson, fundadora e presidente da Michigan Cat Rescue.

o gatinho jaques

Foto: Michigan Cat Rescue

O abrigo estava superlotado de cães e gatos, e ninguém parecia interessado em adotar Jacque, então ele foi colocado na lista de eutanásia. Mas uma visita de Hutchinson salvou sua vida.

“Eu o vi em sua gaiola e me senti tão mal por ele”, disse Hutchinson. “Eu abri sua gaiola e sentei no chão com ele por um tempo e ele sentou no meu colo. Eu pensei: “Uau. Que gato legal.”

o gatinho jaque no colo de alguém

Foto: Michigan Cat Rescue

Percebendo o quão especial ele era, Hutchinson retirou Jacque do abrigo e o levou aos cuidados da Michigan Cat Rescue. Então ela e os outros voluntários procuraram uma casa para ele. “Nós o anunciamos como um gato de colo”, disse Hutchinson. “Uma mulher veio e o adotou.”

Mas isso não acabou sendo o lar que todos esperavam. “Depois de um ano, ela disse que não o queria mais”, disse Hutchinson. “Ela disse: ‘Ele está constantemente tentando sentar no meu colo, eu simplesmente não aguento mais. Vou ter que devolvê-lo para você, não foi para isso que eu o adotei.'”

Todos no grupo de resgate ficaram surpresos. “Na verdade, foi exatamente para isso que ela o adotou, porque pediu especificamente por um gato de colo”, disse Hutchinson. “Mas ela só se cansou dele.” Quando Jacque voltou ao grupo de resgate, ele estava visivelmente angustiado, e acabou ficando muito doente.

Foto: Michigan Cat Rescue

“Ele não comeu por alguns dias”, disse Hutchinson. “Acho que ele estava confuso e chateado com a rejeição. O estresse pode realmente causar danos, não apenas às pessoas, mas aos animais, e isso prejudicou seu sistema imunológico. Ele pegou um resfriado horrível; seus olhos estavam inchados e infectados.

A equipe trouxe Jacque de volta à saúde e começou a procurar um novo lar para ele. Mas desta vez, eles foram muito mais exigentes. “Recebemos muitos pedidos para ele, mas muitos deles não eram apropriados para a personalidade dele”, disse Hutchinson.

Então uma mulher chamada Liz Myziuk e seu marido se candidataram a adotar Jacque. Hutchinson tinha um bom pressentimento sobre eles, então ela marcou um horário para eles conhecerem Jacque.

“Nós conhecemos Liz e seu marido em um dos nossos hospitais veterinários, e os colocamos em uma sala juntos”, disse Hutchinson. “Eu deixei ele sair do suporte e ele andou um pouco. Então eles o pegaram e o colocaram no colo e ele ficou lá. Eles estavam chorando de tão felizes, eles estavam apaixonados por ele.”

os novos tutores de Jaque

Foto: Michigan Cat Rescue

“Eu o deixei na sala com eles, e eles saíram e disseram: ‘Queremos dar um lar para ele. Nós queremos levá-lo’,” acrescentou Hutchinson. “Então comecei a chorar. Eu estava tão feliz. Eu acho que Jacque também ficou aliviado. Acho que ele sabia que finalmente teve seu final feliz.”

Jacque rapidamente se instalou em sua nova casa e até ganhou um novo nome, Giuseppe. “Eles verdadeiramente o amam”, disse Hutchinson. “Ele está indo muito bem. É realmente ótimo.”

Hutchinson, que tem um lugar especial em seu coração para Giuseppe, está imensamente feliz por ele finalmente ter conseguido o lar amoroso que ele merece.

“Ficamos tão chateados quando ele nos foi devolvido por seu antigo tutor”, disse ela. “Eu estava de coração partido por ele, e posso dizer que isso o machucou também. Isso me faz chorar porque é por motivos assim que fazemos tudo isso, e é por isso que lutamos todos os dias apenas para salvar os animais e garantir que tenham uma vida boa e feliz.”

Cães esperam por morador de rua internado em hospital em Cianorte (PR)

Reprodução | Facebook

Nos 10 anos de existência da ANDA tivemos a incrível e grata oportunidade de contar milhares de histórias que comprovam a pureza, o amor e a fidelidade dos animais em suas relações com seres humanos.

Histórias que mostram a amizade sincera e o companheirismo a toda prova não param de se multiplicar, um exemplo disso foi um caso recente registrado na cidade de Cianorte, a 540km de Curitiba (PR).

O morador de rua Luiz foi vítima de um derrame cerebral e precisou ser internado emergencialmente, mas para a surpresa de todos, ele não estava só. Os seis cãezinhos que vivem com o homem o acompanharam e esperaram por ele do lado de fora do hospital, aguardando o tutor receber alta.

A história foi divulgada pela ONG Amigos de Patas Cianorte, que ajuda os animais com alimentação, medicamentos e cuidados veterinários básicos. Segundo a organização, Luiz é morador de rua há 20 anos e seus cães são considerados sua família.

A história teve um lindo final feliz, o morador de rua teve alta e já reencontrou seus amados amigos. Segundo informou a Amigos de Patas Cianorte em sua página no Facebook, eles estão abrigados em uma residência familiar.