Vacas se aproximam para ouvir saxofonista tocar ao ar livre

Foto: Richard Herrmann

Foto: Richard Herrmann

Richard Herrmann, vive em Oregon, no Estados Unidos esta aprendendo a tocar saxofone há sete meses e está melhorando a cada dia. Ele nem sempre tem a chance de tocar para um público, e recentemente, quando ele e sua esposa estavam viajando juntos, eles tiveram uma ideia perfeita.

“Minha esposa e eu viajamos juntos para o campo ocasionalmente”, Herrmann disse ao The Dodo. “As vacas sempre parecem curiosas. Eu perguntei a minha esposa: “Eu me pergunto se elas gostariam ou se aproximariam se eu tocasse o saxofone?”, ela disse então: “Vamos tentar.”

Há vídeos por toda a internet de pessoas tocando música para animais, e Herrmann decidiu que era sua vez de tentar. Ele e sua esposa foram para o campo e saíram do carro, e Herrmann rapidamente se posicionou para iniciar a sessão de música.

Foto: Richard Herrmann

Foto: Richard Herrmann

“Na verdade, esta é a minha primeira apresentação para uma audiência ao vivo”, disse Herrmann para a câmera quando sua esposa começou a gravar. “Vamos ver como vou me sair!”

Herrmann decidiu começar com “Isn’t She Lovely”, de Stevie Wonder – e no momento em que ele começou a tocar, todas as vacas no campo pararam o que estavam fazendo.

“Eles estavam andando em uma direção e quando eu comecei a tocar, você podia vê-las parar por alguns segundos, prestar atenção e, em seguida, começar a caminhar até a cerca para o ponto onde eu estava”, disse Herrmann.

Foto: Richard Herrmann

Foto: Richard Herrmann

Não demorou muito para que todas as vacas no campo estivessem próximas e enfileiradas na cerca como se estivessem em um show de rock. Empurrando uma à outra para tentar chegar o mais perto possível da música.

Após sua primeira música, Herrmann passou a tocar “Whisper Careless”, de George Michael, e “Tequila”, do The Champs. As vacas ficam completamente paradas durante todo o tempo em que ele estava tocando e coisa toda foi muito melhor do que ele poderia ter imaginado.

Depois de ver os vídeos, a filha de Herrmann decidiu compartilhá-los online – e, é claro, todos rapidamente se apaixonaram pelo adorável pai que conquistou um grupo de vacas com um saxofone.

Isso apenas mostra que a música realmente pode reunir todos os tipos de pessoas e criaturas. Se você está passando por um campo de vacas e tem algum talento, por que não tentar fazer um show? Você nunca sabe o que pode acontecer!

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O segredo para viver uma vida longa e saudável pode estar em uma alimentação à base de vegetais

Por Rafaela Damasceno

Uma longa expectativa de vida pode ser alcançada por diversas mudanças simples: exercícios regulares, pouco ou nenhum consumo de álcool, uma alimentação saudável. Mas atualmente existem tantas formas de alimento que as pessoas não sabem mais o que devem ou não consumir.

Vários alimentos saudáveis dispostos em uma mesa. Entre eles frutas, legumes e vegetais

Foto: Getty

De acordo com a consultora médica, Dra. Sarah Brewer, e a nutricionista Juliette Kellow, uma alimentação livre de produtos de origem animal pode ser extremamente benéfica, e a melhor opção para o organismo humano. No livro que escreveram juntas, “Coma melhor, viva mais”, as duas afirmam que as comunidades do mundo com a maior expectativa de vida compartilham uma alimentação focada principalmente nos vegetais, frutas e legumes.

“Basear sua alimentação nos vegetais parece proteger contra muitas condições relacionadas a idade, como doenças cardíacas, câncer, obesidade e diabetes tipo 2”, afirmam.

Muitos estudos mostram que uma alimentação sem produtos de origem animal reduz a mortalidade significativamente. Em 2015, uma pesquisa descobriu que se alimentar de pelo menos 70% de vegetais reduz o risco de doenças cardiovasculares em 20%.

Dra. Brewer e Kellow declaram que parar de consumir produtos de origem animal implica em uma redução dos nutrientes que eles contêm, que são ligados à problemas de saúde. Já os vegetais possuem inúmeros nutrientes benéficos.

Os povos do Mediterrâneo são conhecidos por sua longevidade. Na Sardenha (ilha italiana) e na ilha grega de Ikaria muitos adultos chegam até os 90 anos de idade. Segundo as especialistas, eles tendem a limitar o consumo de carne vermelha, manteiga, alimentos processados e ricos em açúcar. Se alimentam de muitos produtos naturais.

Estudos também mostram uma queda de 53% do risco da doença de Alzheimer nas pessoas que seguem uma dieta parecida.


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Filhotes resgatados recebem o nome dos personagens da série “Stranger Things”

Por Rafaela Damasceno

Uma família acordou de manhã e viu um balde azul em seu quintal – um balde que não pertencia a nenhum dos habitantes da casa. A confusão se transformou em choque assim que o recipiente começou a se mexer. Foi então que eles encontraram quatro cachorrinhos – pequenos, quase sem pelo, doentes e claramente desamparados.

Os cachorrinhos dentro de um balde azul, sem pelo e doentes

Foto: RSPCA

A família rapidamente se moveu para ajudar e entrou em contato com a RSPCA, uma ONG de proteção aos animais do Reino Unido. Quem atendeu ao chamado foi a inspetora Rebecca Timberlake, que rapidamente foi até até o local.

Ela afirmou que quase não acreditou no estado em que encontrou os filhotes. “Eles estavam quase sem pelo, com a pele vermelha e doente”, comunicou à imprensa. “Já é completamente inaceitável deixar um animal chegar nesse estado, uma ninhada toda de cachorrinhos é ainda pior”, afirmou, indignada que uma pessoa pudesse abandoná-los depois de falhar tão gravemente com os cuidados necessários.

Os quatro cachorrinhos no abrigo, comendo

Foto: RSPCA

Rebecca os levou rapidamente até um veterinário, que confirmou um caso grave de sarna – infecção de pele que causa intensa coceira e feridas. Além disso, eles estavam desidratados, e dois possuíam problemas nos olhos. Os quatro cachorrinhos foram inicialmente tratados e depois transferidos para Centro Animal Millbrook, onde poderiam continuar seu tratamento e recuperação.

Atualmente, eles estão tomando medicamentos e recebendo banhos regulares, segundo a inspetora. Apesar do começo difícil, os filhotes começaram a melhorar e se animar gradativamente, conforme o tratamento avançava. Com muita comida e água, além de conforto e cuidados, eles foram se recuperando com o passar das semanas.

Um dos cachorrinhos, já se recuperando

Foto: RSPCA

Rebecca contou que todos os funcionários do abrigo estão esperançosos em assistir a melhora dos cachorrinhos. Os quatro foram nomeados como El, Mike, Dustin e Lucas, em homenagem aos personagens de Stranger Things (Coisas Estranhas), “porque eles parecem coisinhas estranhas no momento”, brincou a inspetora.

Devidamente nomeados, cuidados e amados por todos do abrigo, os filhotes estão prontos para se recuperarem definitivamente para que possam encontrar um lar.


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Investigação expõe sofrimento e crueldade com porcos em fazenda de criação

Ativistas ocuparam uma fazenda de criação de porcos na Inglaterra no início desta semana para protestar contra o sofrimento, abuso e as más condições de vida a que os animais são submetidos.

Cerca de 100 militantes do movimento Meat The Victims (um trocadilho com a palavra carne em inglês e o verbo conhecer que possuem a mesma pronúncia na língua inglesa meat/meet: Conheça as Vítimas ou Vítimas da Carne) participaram da ação no Moss Rose Piggeries em Lancashire, uma fazenda de criação de porcos que existe desde 1963.

Seguiu-se uma investigação de três meses realizada pelo grupo, que descobriu animais “cobertos com suas próprios fezes em baias imundas” com prolapsos e outros ferimentos. Um ativista disse que havia mais de 30 centímetros de urina e fezes em algumas áreas onde os porcos ficavam confinados.

Nada a esconder

Apesar das fotos da ação mostrarem compartimento de contenção e gaiolas imundas e pelo menos um animal com um prolapso, o fazendeiro Wayne Baguley disse que não tem “nada a esconder”, e que as autoridades competentes inspecionaram minuciosamente a fazenda.

“Os ativistas da Meat The Victims vieram esta manhã. Pedi a eles que saíssem educadamente. Eles disseram que não iam sair e eu teria que telefonar para a polícia, e foi o que eu fiz”, acrescentou Baguley.

Foto: Virtue for Animals

Foto: Virtue for Animals

“Eles disseram que os porcos não foram mantidos em bom estado e tentaram me confrontaram. É o direito deles protestarem se quiserem fazer isso, mas eu não acho que eles deveriam ter o direito invadir minha fazenda”.

“O grupo deles deve ter vindo aqui antes, uns dois ou três meses atrás, mas foi durante a noite. Eu fui inspecionado três vezes desde que eles supostamente vieram e houve um incidente em uma inspeção que dois dos 90 bebedores de água estavam bloqueados.

Ação

“Moss Rose é uma instalação intensiva de criação de porcos que abriga centenas de indivíduos vistos vivendo em condições insalubres, com muitos deles cobertos com suas próprias fezes (e urina) em baias de concreto imundas. Um certo número de animais no local também foi visto alojado em pisos de azulejos sujos e molhados, causando um claro risco de deslizamento para os animais”, disse um porta-voz do Meat the Victims.

“Longe das baias principais, os ativistas também encontraram indivíduos com o que pareciam ser prolapsos dolorosos em pequenos cercados sem acesso à cama, sem sinais visíveis de comida, e manchas de sangue eram vistas no chão e nas paredes”.

“Outro motivo de preocupação é o número de baratas que cobrem as paredes e infestam os compartimentos de comida nas instalações. Isso vai expor ao público a realidade da pecuária e conscientizar a população sobre como eles podem ajudar a impedir a exploração e a morte desses animais de criação adotando um estilo de vida vegano”.

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Testes realizados em beagles aumentam no Reino Unido

Por Rafaela Damasceno

Os testes de laboratório realizados em cachorros aumentaram no Reino Unido. Os números chegaram a quase 5 mil só em 2019, um aumento de 16% em relação ao ano passado. Apesar dessa elevação, a maior parte dos testes ainda é realizada em outros animais, como camundongos e peixes. Ao todo, 3,52 milhões de procedimentos foram realizados no país em 2017.

Um beagle preso em uma gaiola

Imagem ilustrativa | Foto: Getty

Os beagles são os cachorros mais explorados nos testes. A maior parte dos procedimentos (71%) visava experimentar a segurança de produtos medicinais, odontológicos e veterinários.

Gatos, cachorros, macacos e cavalos são normalmente considerados espécies protegidas e compõe ao todo 1% dos testes no mundo. O número de gatos explorados diminuiu em 20%, mas o número de macacos cresceu 8%.

Em 2017, cerca de metade dos procedimentos foram experimentais, mas 1,72 milhões de animais foram explorados para estudos envolvendo criação de espécies geneticamente modificadas.

Todos os lugares que fazem testes em animais recebem uma licença para isso. A maior parte, 51%, foram realizados em universidades de medicina.

Desde 2014, os testes são classificados de acordo com a quantidade de sofrimento que causa. Há cinco categorias: sublimiar, sem recuperação, leve, moderada e grave.

Lindsay Marshall, cientista da Sociedade Humana Internacional, afirma que as pesquisas médicas da Grã-Bretanha são ultrapassadas e irracionais. Já a Dra. Frances Rawle, diretora do Conselho de Pesquisa Médica, acredita que os testes em animais ainda são essenciais para a pesquisa progressiva.

“Essas figuras compõem um sistema ultrapassado, cujos experimentos drogam, envenenam, mutilam e matam certos animais apenas porque sempre fizeram isso”, declara a consultora política da PETA, Julia Baines. Ela ainda chama atenção para o fato de que camundongos, ratos e peixes têm menos proteção do que cachorros e gatos, mesmo tendo a mesma capacidade de sentir dor.

“O governo do Reino Unido tem uma obrigação moral de proteger os animais e podem continuar promovendo a saúde humana trocando os testes em seres vivos pelas tecnologias atuais, como os chips que recriam órgãos”, completou.


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Animais dão exemplo de amizade e lealdade aos seres humanos

Foto: Tail and Fur

Foto: Tail and Fur

O Dia do Amigo é comemorado em 20 de julho, a data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro (1924-2008) em 1999, que considerou a chegada do homem à Lua como um símbolo de união entre todos os seres humanos.

Por meio das campanhas de divulgação realizadas por Febbraro, aos poucos, o Dia do Amigo celebrado também como Dia Internacional da Amizade, passou a ser comemorado em outras partes do mundo, e hoje quase todos os países festejam esta data.

E quem disse que a amizade precisa se restringir às relações humanas? Alguns dos exemplos mais belos e sinceros de amizade estão entre os animais: cabras órfãs adotadas por cachorras, bezerrinhos cegos guiados por pit bulls solidários, potrinhos órfãos adotados por cães altruístas, gatos protegidos por cães, ambos em situação de rua, patas e gatinhas sendo companheiras de brincadeira uma da outra e tantos outros exemplos pelo mundo todo.

Foto: Funny Pets

Foto: Funny Pets

Capazes de um amor incondicional e de uma entrega incomparável, os animais ensinam lições preciosas ao seres humanos, mantendo sua lealdade mesmo depois que seus tutores faleceram, como no caso do famoso cão japonês Hachiko que ganhou uma estátua em homenagem à sua lealdade na cidade de Shibuya.

O cão da raça akita esperou todos os dias durante anos em uma estação de trem, pelo retorno de seu tutor que havia falecido de hemorragia cerebral durante o trabalho e nunca mais voltou pra casa. Mas isso não impediu Hachiko de se manter fiel e nem o fez perder as esperanças. Até o dia de sua morte.

Assim como ele muitos outros exemplos de cães dedicados e fiéis chegam ao nosso conhecimento todos os dias. Assim como gatos, vacas, cavalos, esquilos e tantos outros animais que criam vínculos verdadeiros entre si, com outras espécie e com humanos também.

Foto: Tail and Fur

Foto: Tail and Fur

Sempre dispostos a perdoar, companheiros em todo tipo de aventuras, esses seres sencientes são capazes de decodificar nossas emoções, sentir quando estamos tristes e oferecer uma “pata” amiga a qualquer momento.

Diferentes dos seres humanos, os sentimentos de inveja, ganância, prepotência ou qualquer outro que ameace uma amizade verdadeira estão longe do coração dos animais que apenas oferecem seu amor e carinho, sem nada pedir em troca.

Foto: List25

Foto: List25

Celebremos o Dia da Amizade com nossos amigos animais e se você ainda não teve essa experiência maravilhosa, adote um animal, há muitos cães, gatos e outros bichos à espera de um lar para compartilhar sua vida e sua amizade. Basta dar o primeiro passo.

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Vida selvagem no Reino Unido está mudando devido às alterações climáticas

Por Rafaela Damasceno

Um estudo descobriu que há cerca de 55 novas espécies no Reino Unido. Desde 2008, os animais vêm buscando novos habitats adequados, já que seus antigos lares estão se tornando inabitáveis.

Uma garça-vermelha sobrevoando um lago

Garça-vermelha, uma das espécies que mudou de região | Foto: Shutterstock / Wang LiQiang

Muitos migram para o norte em busca de lugares mais frios, devido ao aquecimento global que torna suas casas mais quentes. Algumas das aves do Reino Unido estão sendo forçadas a se digerirem a regiões totalmente diferentes do que estão acostumadas, por causa das mudanças climáticas e das migrações de espécies estrangeiras, que afetam toda a cadeia alimentar do ecossistema.

Um total de 54 animais, marinhos e terrestres, migraram em torno do Reino Unido desde 2008, de acordo com uma pesquisa realizada pela Sociedade de Zoologia de Londres.

O estudo analisou relatórios ambientais do governo do Reino Unido e 111 artigos científicos para saber quais espécies estavam migrando devido ao aumento da temperatura. Os pesquisadores também vasculharam as redes sociais em busca de termos como “espécie incomum” e “primeiro aparecimento”, para descobrir em que lugares dos países as pessoas postaram fotos de espécies consideradas incomuns na região.

16 das 54 espécies foram consideradas negativas para o novo ambiente. Em contrapartida, foi concluído que 11 terão impacto positivo de alguma forma.

A principal pesquisadora do Instituto de Zoologia da ZSL disse que o Reino Unido não está preparado para a mudança dessas espécies.

“A falta de uma plataforma nacional integrada dedicada a rastrear e comunicar sobre as espécies deslocadas não nos permite ter total noção dos impactos ecológicos, econômicos e sociais que isso causará”, declarou.


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Cacatua imita seus irmãos cães latindo e defende a casa ao lado deles

Foto: ViralHog

Foto: ViralHog

Quando Peanut se juntou à família de Frances Kent 19 anos atrás, ela era apenas uma menina impressionável, ansiosa para se adaptar. Seus irmãos cachorros rapidamente lhe ensinaram as regras e não demorou muito para Peanut começar a imitar a linguagem e o comportamento de sua nova família.

“Ele começou a copiar os cachorros desde cedo”, disse Kent ao The Dodo: “Quando os cães correm para latir no portão, ele segue os irmãos e faz o mesmo.”

“Ele é muito carinhoso, super inteligente e pode ser tão travesso quanto seus irmãos”, acrescentou ela.

Agora que se tornou um especialista em segurança doméstica, Peanut está finalmente recebendo a atenção que merece depois que um vídeo de suas travessuras se tornou viral na internet semana passada. No clipe, a cacatua confiante se impõe levantando as penas da crista no alto da cabeça e latindo junto com seus irmãos caninos.

Ele imita tão perfeitamente um latido que é quase impossível distinguir o barulho feito pelo pássaro do resto do bando.

Depois de quase duas décadas, Peanut ocupa um lugar de orgulho entre sua matilha de cães. “Peanut é tido como um “paizão’ para os cachorros e ele os vê como filhotes”, disse Kent. “Mesmo hoje, ele ainda os abraça e também os coloca em seu devido lugar. Ele governa o poleiro”, completa ela.

Foto: ViralHog

Foto: ViralHog

Mas o pássaro que adora atenção, não para de latir, tem muito mais truques sob sua asa. “Ele imita algumas palhaçadas dos cachorros e até algumas brincadeiras humanas também”, disse Kent. “Ele gosta de assistir TV, jogar bola com os cães e ele pode falar muito alto quando quer”.

Quando Peanut está por perto, sua família nunca fica entediada. E eles fazem questão que ele saiba, todos os dias, quanto é amado e querido.

Foto: ViralHog

Foto: ViralHog

“As cacatuas são conhecidas como ‘pássaros velcro’, pois precisam de muita atenção e Peanut definitivamente exige isso”, disse Kent.

“Ele é mais do que apenas um animal doméstico”, acrescentou Kent. “Ele é um membro da nossa família”.

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Grupo ativista propõe criação de santuário para orcas

Por Rafaela Damasceno

O Projeto Santuário das Baleias pretende “esvaziar todos os tanques”, ou seja, levar as baleias presas em cativeiro para um lugar onde possam ter mais liberdade e conforto. A criação de um santuário nas ilhas de San Juan, nos Estados Unidos, foi a proposta feita para que isso fosse possível.

Uma baleia em um show ao lado de um treinador

Foto: Harley Soltes

A região foi o primeiro local a apresentar ao mundo uma atração envolvendo orcas em cativeiro, e a ONG pretende ajudar a encerrar os shows para sempre.

A instalação, que prevê o gasto de 15 milhões de dólares (mais de 56 milhões de reais), espera ser um local onde as orcas podem se “aposentar”.

“Devemos isso a elas”, declarou o diretor do projeto, Charles Vinick, ao Metro. “Elas geraram milhões de dólares para as pessoas que as exploram e é nosso dever devolver a elas parte da qualidade de vida que merecem”.

Infelizmente, não é tão simples levar o projeto em frente. As orcas geram muito dinheiro para os aquários em que vivem, e não é tão simples soltá-las. Além disso, 15 milhões de dólares precisariam ser levantados para a criação do santuário.

As baleias começaram a ser capturadas e exploradas para o entretenimento no ano de 1965, em Seattle. Namu, a baleia presa em cativeiro que foi forçada a fazer truques não naturais, foi uma sensação mundial. Logo encomendas começaram a ser feitas para a captura de baleias em Puget Sound.

O crime aconteceu até 1976, quando um acordo proibiu o SeaWorld de capturar orcas da região.

Segundo Vinick, as orcas que nasceram em cativeiro ou estiveram nele pela maior parte da sua vida teriam uma alternativa no santuário, já que a maioria dos animais permaneceu tanto tempo presa que não conseguiria mais se adaptar ao mar. Ele promete que as orcas seriam bem cuidadas, teriam um espaço confortável para viver e nunca mais teriam que se apresentar novamente.

Mas o verdadeiro objetivo do santuário, segundo ele, é servir de exemplo e mostrar aos outros que isso pode ser feito. Os animais não precisam ficar em cativeiro, sendo explorados.

A criação de um santuário para as belugas na Costa Leste também está sendo avaliado. Audiências públicas estão ocorrendo neste mês pela região, para decidir os possíveis locais da instalação.


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Gata e seu tutor se reencontram após ele sofrer um derrame

Por Rafaela Damasceno

Tony tinha uma vida maravilhosa ao lado de Little Angel, sua gatinha, quando sofreu um derrame e teve que ficar internado. Ele sabia que, mesmo depois que tivesse alta, não poderia cuidar dela da mesma forma. Um de seus vizinhos foi designado para encontrar um novo lar para Little Angel.

Tony se reencontrando com sua gatinha

Foto: Amanda Hassam

Amanda Hassan tinha seu nome em listas de espera de alguns abrigos de animais pela cidade, aguardando ser aprovada, quando viu o post que o vizinho de Tony fez no Facebook. Ele explicava sobre sua missão de encontrar uma família nova para Little Angel, e não demorou para que Amanda se apaixonasse pela gatinha. Ela logo fez os arranjos necessários para ganhar a tutela de Little Angel, que foi rebatizada e agora se chama Chicken Little.

“Resolvemos chamá-la assim porque ela fala muito”, explicou ao The Dodo.

Depois que Tony recebeu alta, foi morar em uma casa de repouso para que pudesse receber toda a assistência que precisasse. Amanda sabia que, mesmo que a gatinha estivesse feliz em seu novo lar, ela deveria sentir falta de sua primeira família. Com a ajuda do vizinho de Tony ela organizou uma visita especial para reunir os dois.

Tecnicamente, animais não eram permitidos na casa de repouso, mas todos os funcionários do local se empenharam em fazer o reencontro acontecer. “A equipe de enfermagem finge que não vê”, contou Amanda.

Chicken Little ficou um pouco tímida quando entrou no local, insegura com o ambiente desconhecido. Mas foi só ver Tony que ela correu ao seu encontro, recebendo prontamente carinhos e afagos. Os dois ficaram muito felizes em se reunir.

Tony abraçando sua gatinha na casa de repouso

Foto: Amanda Hassam

Tony e a gatinha se abraçaram muito durante a visita, e quando a hora de ir embora chegou, permaneceram animados por muito tempo. Amanda quer manter as visitas regulares, determinada a deixar os dois felizes.

“Queremos levá-la a cada duas semanas. Esperamos manter seus corações quentinhos com os encontros”, completou.


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