Mudanças no gelo do mar ocasionam a morte de baleias cinzentas

Por Rafaela Damasceno

As baleias cinzentas estão morrendo o dobro que o usual em seu período de migração. Aparentemente desnutridas, 18 apareceram mortas na Costa de Washington, nos Estados Unidos, e 57 na Costa Oeste, desde que começaram sua migração do México até o Alasca.

Uma baleia encalhada na areia de uma praia

Foto: Star2

O número de baleias encalhadas é o maior em 20 anos e intrigou especialistas, que buscam uma resposta. Até agora, a explicação mais provável é que as mudanças climáticas que causaram o aquecimento dos oceanos podem estar contribuindo para as mortes.

As baleias cinzentas realizam uma das maiores migrações entre os mamíferos, totalizando mais de 16 mil quilômetros em alguns casos. Desde o final dos anos 90, quando uma proibição entrou em vigor para proibir a caça das baleias cinzentas, a população da espécie cresceu de 20 mil para quase 30 mil animais.

Os especialistas acreditam que a quantidade de baleias aumentou, mas a comida diminuiu. Uma corrente de água morna começou a se formar no nordeste do Oceano Pacífico em 2013, destruindo consideravelmente a cadeia alimentar oceânica. Além disso, o gelo do mar recua com o clima quente, forçando as baleias a nadarem mais para o norte em busca de comida.

Depois, quando iniciam a migração para o sul, o caminho é ainda mais longo e a gordura não é suficiente para sustentá-las durante a jornada (as baleias não comem quando estão migrando para o sul).

Frances Gulland, membro da Comissão de Mamíferos Marinhos, demonstra preocupação com as mudanças e os motivos dos encalhes. “As pessoas precisam acordar para o fato de que todos os lugares são impactados pelas mudanças climáticas”.

As baleias cinzentas foram retiradas da lista federal de espécies ameaçadas em 1994. Elas são protegidas da caça desde 1949 pela Comissão Internacional da Baleia. Simples e simpáticas, elas são geralmente vistas na época de migração nadando próximas da costa, onde escolhem as lagoas Baja para dar à luz.

Atualmente, elas são a prova dos problemas causados pelo aquecimento global e do quanto isso afeta as formas de vida da Terra.


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PETA compra ações do Facebook para aumentar visibilidade dos direitos animais

A organização pelos direitos animais PETA comprou ações do Facebook na esperança de promover suas campanhas de defesa aos animais e aumentar a visibilidade da causa na rede social. Essa medida foi tomada depois de uma série de conteúdos postada pela PETA ter sido reprimida, censurada e até mesmo tirada do ar – acusada de “fake news”.

Duas pessoas protestam vestida dentro de uma gaiola, com roupas de presidiários e máscaras de macacos

Foto: PETA

As ações adquiridas permitem agora que a organização participe das reuniões anuais do Facebook, faça pergunta aos executivos e envie resoluções aos acionistas.

Em 2015, a plataforma começou a colocar mensagens de avisos em vídeos considerados chocantes, violentos ou ofensivos. Os usuários passaram a escolher se queriam assistir aos conteúdos dos vídeos ou não. Em um comunicado, a PETA afirmou que a censura limitou consideravelmente o alcance de suas publicações.

“O objetivo da PETA é parar o sofrimento dos animais, e contamos com as redes sociais para levar informações para as pessoas”, declarou a organização. O Instagram, que é propriedade do Facebook, também costuma censurar suas publicações.

O compartilhamento de vídeos, fotos e informações pelas redes sociais desempenhou nos últimos anos um papel enorme na missão da PETA de acabar com a exploração dos animais. “As pessoas devem ver o que os animais enfrentam em laboratórios, fazendas e matadouros”, afirmou a vice-presidente da PETA, Tracy Reiman.

A organização pediu para que o Facebook se espelhe na política do Twitter, onde os usuários podem escolher por conta própria se querem ou não os avisos de conteúdo sensível em seu feed.


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Traficantes de marfim posam em foto sobre corpo de elefante mutilado

Por Rafaela Damasceno

O comércio do marfim é crime em muitos países. Infelizmente, o tráfico ainda é comum. O marfim é muito lucrativo e a taxa de mortalidade dos elefantes já é muito maior do que a natalidade. Em junho, dois homens foram presos no Congo pelo tráfico, após serem encontrados com quatro presas de elefante (44 kg de marfim). Elas valeriam milhares de libras no mercado negro.

Dois traficantes presos, segurando as presas de marfim

Foto: Eagle Network

Fotos foram encontradas no celular de um dos homens. Em uma das imagens, seis caçadores se encontravam presentes sobre um elefante caído, orgulhosos do assassinato cruel. As autoridades não sabem dizer se as fotos mostram dois animais diferentes, mas acreditam que sim, já que os traficantes possuíam dois pares de presa quando foram encontrados.

Os outros quatro homens foram rastreados pela Eagle Network, agência que fiscaliza o tráfico de animais. Ela monitora a prática criminosa na África Subsaariana.

Dois traficantes em cima do elefante morto

Os homens posam sobre o corpo do elefante | Foto: Eagle Network

Perrine Odier, coordenadora da PALF (Project for the Application of Law for Fauna), agência parceira da Eagle, disse que as imagens foram encontradas no celular do principal traficante do grupo.

“Ele guarda as imagens como arquivo pessoal. Ele não precisa mostrar aos clientes como matou para fazer negócio. Eles tiraram as fotos porque estavam orgulhosos em posar com armas em cima de um cadáver de elefante”, afirmou ela.


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Pescador corta barriga de filhote de tubarão-martelo e o joga de volta ao mar para morrer

Por Rafaela Damasceno

Ryan Dowling foi testemunha de um assassinato cruel em Queensland, na Austrália. Ele afirma ter visto um pescador rindo enquanto cortava um filhote de tubarão-martelo, espécie ameaçada de extinção, da cauda até a cabeça. Depois, o homem jogou o animal agonizante de volta à água, sabendo que ele morreria.

O pescador segura o tubarão-martelo pequeno em uma das mãos

Foto: Ryan Dowling , Facebook

Ryan disse ao Yahoo News que o ato era assombroso e que não havia motivo algum que pudesse justificá-lo. Ele ainda contou que conseguiu tirar fotos do crime e levará às autoridades.

Ele postou a foto em seu Facebook com a legenda: “Que diabos há de errado com as pessoas atualmente?”. Um outro pescador respondeu que odeia os tubarões quando está pescando, mas que sempre os solta quando se prendem em suas iscas. “É rápido tirá-los do anzol e devolvê-los ao mar”, escreveu ele.

O doutor Leo Guida, da Sociedade Australiana de Conservação Marinha, reconheceu o animal como um tubarão-martelo-recortado. A espécie está ameaçada de extinção e precisa ser extremamente protegida, porque além de tudo ajuda a manter o ecossistema marinho sob controle.

“Os tubarões-martelo-recortados diminuíram aproximadamente 84% nas águas de Queensland”, afirmou ele.

O pequeno filhote de tubarão-martelo é segurado pelo pescador

Foto: Ryan Dowling, Facebook

A espécie, assim como os outros tubarões, é essencial para a saúde da Grande Barreira de Corais, porque mantém a cadeia alimentar regular. A barreira tem mais de dois quilômetros de extensão e é considerada o maior organismo vivo da Terra. Além disso, abriga diversas espécies – entre elas peixes, estrelas-do-mar, moluscos, tartarugas, golfinhos e tubarões.

A pesca é sempre prejudicial ao ecossistema. Ela afeta diretamente na cadeia alimentar dos animais e pode prejudicar permanentemente as vidas marinhas.


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Imagens de drone mostram corpo de elefante mutilado por motosserra

Por Rafaela Damasceno

Os elefantes correm sérios riscos devido ao tráfico do marfim, material presente em suas presas. Nesta semana, seis caçadores foram presos ao serem identificados como os homens (posando sobre o corpo de um elefante) em uma foto encontrada no celular de um deles. O cineasta Justin Sullivan encontrou e fotografou, com um drone, a horrível imagem do elefante assassinado por eles no norte de Botsuana, país africano.

Foto tirada de cima do corpo do elefante desmembrado. Sua tromba está caída, separada do corpo

Foto: Justin Sullivan / Magnus News

“Este animal em específico foi morto de uma forma especialmente brutal”, disse ele. O elefante teve parte de sua cabeça cortada com uma motosserra, para que as presas fossem retiradas. “A foto representa, mais do que a maneira que o elefante está desconectado no momento, o jeito que nós mesmos nos desconectamos desse tipo de situação”, declarou.

Justin mora na Cidade do Cabo, mas estava em Botsuana para um projeto de filme. Ele escutou alguns caçadores falando sobre o corpo, então pediu para ser levado até lá e fotografou o crime na esperança de chamar atenção para o impacto e a crueldade da caça.

Estima-se que cerca de 30 mil elefantes são mortos todos os anos no mundo, com milhões de libras sendo geradas pelo comércio do marfim adquirido através do assassinato. A caça é um problema global, mas é especialmente elevada em Botsuana.

A quantidade de elefantes mortos no país aumentou cerca de 600% de 2014 a 2018. A caça era proibida, então, mas a proibição foi vetada neste ano. Justin afirma que sua foto gerou um debate público, o que ele espera que possa promover resoluções para as atuais crises ecológicas do mundo.

Os caçadores do elefante fotografado foram presos há alguns dias, encontrados pelas autoridades na posse de marfim. Eles tinham fotos que atestavam sua participação no crime. Ainda não se sabe se as imagens encontradas em seus celulares envolviam mais de um assassinato.

Dois traficantes na posse dos marfins

Foto: Eagle Network

A Eagle Network, organização responsável por proteger a vida selvagem, ajudou no rastreamento e captura de todos os envolvidos no grupo de caça. Só em junho, ela auxiliou na prisão de 22 traficantes de animais silvestres em quatro países diferentes.

Perrine Odier, a coordenadora de uma ONG parceira da Eagle (PALF), disse que os caçadores estavam orgulhosos dos assassinatos e felizes em matar animais tão grandes e majestosos.

“Espero que a justiça condene os criminosos com a pena máxima, e que isso os impeça de continuar com estas atividades devastadoras”, declarou ela.


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Michael Keaton alerta sobre maus-tratos de filhotes de urso em zoo

Por Rafaela Damasceno

O ator Michael Keaton, que fez uma parceria com a PETA (grupo ativista dos direitos animais), gravou um alerta sobre os zoológicos na beira de estrada. Focando principalmente nos filhotes de urso, ele pede para que as pessoas não visitem locais que exploram os animais.

Um filhote de urso se apoiando em um pedaço de madeira

Imagem ilustrativa | Foto: Mundo Positivo

“Esses filhotes vulneráveis encaram uma vida toda de sofrimentos psicológicos”, afirma em um vídeo da PETA.

Naturalmente, os ursos vivem com suas mães até completarem dois anos. Infelizmente muitos são retirados de seu convívio familiar quando ainda são muito novos, apenas para serem explorados como entretenimento para os seres humanos. Como seu sistema imunológico não está completamente desenvolvido, ficam expostos a doenças e os encontros públicos podem arriscar suas vidas.

O ator acrescenta que os ursos são constantemente perturbados e forçados a se comportarem com os turistas, exibindo comportamentos que não são próprios da espécie. Além disso, são obrigados a posarem para as fotos, depois completamente ignorados pelos funcionários e presos em gaiolas apertadas e sem qualquer tipo de conforto.

Michael afirma que as fotos em si não são um problema, mas sim envolver os animais nelas. “É simplesmente uma questão de respeito, sabe? Eles são criaturas vivas, então eu não gosto quando a dignidade deles é tirada ou são feitos de bobos”, disse.

Essa parceria do ator com o grupo ativista PETA é uma iniciativa para erradicar a exploração dos animais para o entretenimento humano. Outras celebridades também fazem parte dessa iniciativa, como os atores Alec Baldwin e Peter Dinklage.

A exposição, combinada com os maus-tratos e o medo, faz com que os ursos tenham sequelas que duram a vida toda. Os zoológicos mantêm os animais em cativeiro, privando-os da liberdade, e promovem uma vida inteira de abusos e exploração.

 

Unesp de Botucatu cria IML animal

Por Rafaela Damasceno

A Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), em Botucatu, introduziu um Ambulatório de Corpo de Delito de Medicina Legal Veterinária. O serviço foi criado para atender a crescente demanda sobre investigação de crimes ambientais, sindicâncias e responsabilidades de contratos comutativos para prestação de serviço, que envolvam animais vivos e seus produtos.

Grupo responsável pelo ambulatório tira foto de divulgação

Foto: FMVZ Unesp

O Ambulatório é o primeiro no Brasil a funcionar exclusivamente com esse foco na medicina veterinária.

“As demandas para o Ambulatório partem de autoridades judiciais, como delegados, promotores e juízes, via boletins de ocorrência, requisições ou intimações”, explica a professora Noeme Sousa Rocha, responsável pelo ambulatório.

Alberto Soiti Yoshida, perito veterinário e consultor da ANDA, acredita que o IML animal é essencial. De acordo com ele, a criminalização ocorreu, mas não houve nenhum sistema que tornasse possível a coleta de provas para a confirmação o crime. “A legislação brasileira tornou os maus-tratos aos animais um crime, mas a estrutura do Estado não acompanhou essa alteração legislativa”, afirma.

O perito declara que as universidades assumiram esse papel já há algum tempo, realizando a perícia nos animais, atividade que precisa especificamente dos médicos veterinários capacitados. Para ele, as iniciativas nas universidades se mostram mais adiantadas que o Estado, que pode e deve utilizá-las como meio de provas para fazer valer a lei.

“Nós temos um projeto de lei tramitando no Congresso para aumentar a pena de maus-tratos aos animais. A legislação está adiantada, mas não há estruturas acompanhando”, menciona ele. Alberto parabeniza a FMVZ pela criação do Ambulatório, afirmando que isso será benéfico tanto para aqueles que trabalham para levantar provas dos maus-tratos nos animais quanto para a sociedade como um todo.

Estrela do seriado “The Big Bang Theory” fala sobre veganismo

Por Rafaela Damasceno

A atriz Mayim Bialik, conhecida por interpretar Amy no seriado The Big Bang Theory, postou um vídeo em seu canal no Youtube intitulado “Como criar crianças veganas”. Ela afirma que recebe mais perguntas sobre como é ter filhos veganos do que dúvidas sobre sua própria dieta.

A atriz Mayim Bialik

Foto: Youtube/ Mayim Bialik

Mayim ainda diz que é possível criar crianças saudáveis e veganas, desmistificando os milhares de boatos que condenam a dieta nos pequenos. Entre as perguntas que ela mais recebe, estão “e a proteína?”, “o que você diz aos seus filhos?”, “eles podem viver?”.

Ela afirma que a única coisa que os veganos não conseguem obter dos alimentos que ingerem é a vitamina B12, mas isso não é um problema. Ela pode ser adquirida facilmente através de um suplemento.

Sobre as proteínas, ela afirma que os seres humanos precisam de muito menos do que costumam ingerir. Inclusive, o consumo excessivo de proteína tem sido associado, segundo ela, ao aumento do câncer e muitas outras doenças nos países que utilizam a carne como suprimento principal de proteína. Mayim acrescenta que ela pode ser encontrada em muitos outros alimentos, como a quinoa ou o pão.

“Ser vegano é uma decisão filosófica, médica e espiritual que fazemos todos os dias. Eu também ensino meus filhos que podemos fazer pequenos sacrifícios por um bem muito maior”, afirma ela. “Eu quero criar meus filhos para tomarem decisões baseadas em fatos e sentimentos”.

A posição da atriz em relação à dieta de seus filhos é apoiada pela American Dietetic Association (Associação Dietética Americana), que nega os boatos de que o veganismo é prejudicial às crianças. “Dietas veganas bem planejadas são apropriadas e nutricionalmente adequadas para atletas e pessoas em qualquer estágio do ciclo da vida, incluindo gravidez, amamentação, infância e adolescência”, afirma a associação.

Meghan Markle declara que gostaria de criar seu filho como vegano

Por Rafaela Damasceno

A atual duquesa de Sussex, Meghan Markle, é uma amante da dieta vegana. Ela ainda come carne em alguns finais de semana, mas de segunda a sexta segue a dieta à base de vegetais. Agora que seu filho, Archie Harrison Mountbatten-Windsor, nasceu, ela declarou que gostaria de criá-lo seguindo a mesma dieta.

Megan, Harry e o filho, Archie

Foto: Celebs Now

Uma fonte real anônima afirmou ao The Sun que criar o bebê como vegano não seria aceito pela Rainha Elizabeth. Segundo a mesma fonte, Meghan está empurrando os limites reais, o que não está sendo bem recebido.

“Os planos de refeição de Meghan estão criando discussões entre ela e Harry, que não quer aborrecer sua avó”, disse.

Apesar das especulações, por enquanto é tudo suposição. A Rainha admitiu que não tem um bom relacionamento com Kate Middleton, a esposa de seu outro neto, mas as pessoas dizem que ela gosta de Meghan, que a faz rir. 

No entanto, não é difícil acreditar que o veganismo seria algo condenável pela Rainha Elizabeth, levando em conta o histórico da realeza em atividades de exploração animal. A caça, por exemplo, é uma prática tradicional dos monarcas e estimulada pela Rainha.

Meghan seria um exemplo enorme para as pessoas se optasse por adotar oficialmente o veganismo e criar seu filho sob os ideais de proteção e compaixão pelos animais. 

Elefante de 49 anos é morto em zoo na Grã-Bretanha

Por Rafaela Damasceno

Conhecida como Duchess (ou Duquesa, em tradução literal), a elefante africana de 49 anos morreu no último domingo (14). Ela viveu aprisionada no zoológico de Paignton e foi encontrada desmaiada pelos funcionários do local, que chamaram os veterinários. Apesar do histórico promissor de Duquesa, que nunca teve doença alguma além de uma catarata em 2012, os médicos acreditaram que a melhor solução era sacrificá-la.

Duquesa no zoológico

Foto: Chris Rockey/SWNS

Sem maiores exames, Duquesa foi morta no mesmo dia.

O diretor do zoológico, Simon Tonge, afirmou que ela foi encontrada em colapso pela manhã. “Ela estava deitada do lado esquerdo e incapaz de ficar de pé, o que era angustiante de se ver”.

Quando os veterinários chegaram, Duquesa recebeu intravenosas e foi anestesiada para que colhessem seu sangue. Ela teve um de seus olhos retirados por uma cirurgia há alguns anos devido a catarata, e o diretor afirma que ela parecia perdida no momento do colapso, mesmo podendo enxergar com o olho esquerdo.

De acordo com o National Geograph, a idade média de um elefante fêmea nascida em zoológicos é de 17 anos (na natureza, vivem cerca de 56 anos). Duquesa tinha 49 anos e era muito forte.

Uma necropsia será realizada nos próximos dias para descobrir a causa do colapso de Duquesa.