Cão que era “filho único” ganha irmão filhote e não gosta muito da ideia

Kevin parece dizer aos pais com sua expressão: O que vocês fizeram? | Foto : Carleigh Johnson Stroup

Kevin parece dizer aos pais com sua expressão: O que vocês fizeram? | Foto : Carleigh Johnson Stroup

Por quatro anos Kevin, foi o único membro canino de sua família. Isso significava que ele era alvo de todos os carinhos, atenções, cuidados e mimos dos demais moradores de seu lar.

O cãozinho nunca teve que dividir a atenção de sua família com ninguém. Então, de repente, tudo mudou. E ele não gostou muito disso.

O cão ciumento e adorável é o querido animal doméstico de Carleigh Johnson Stroup e seu marido. Eles se apaixonaram por ele desde o começo. “Kevin é tão doce e amoroso”, disse a mamãe coruja Stroup ao The Dodo.

Kevin enquanto era "filho único" | Foto : Carleigh Johnson Stroup

Kevin enquanto era “filho único” | Foto : Carleigh Johnson Stroup

“Nós nunca podemos nos deitar sem que ele imediatamente se deite junto com um de nós, ele está sempre conosco”. Pode-se dizer que Kevin era realmente o rei da casa. Mas as coisas mudaram e isso não é assim mais agora.

Algumas semanas atrás, Stroup e seu marido decidiram aumentar sua família adotando um novo cãozinho filhote – esse novo membro escolhido foi um cachorrinho agitado e ansioso por atenção, chamado Lyle.

Lylo | Foto : Carleigh Johnson Stroup

Lylo | Foto : Carleigh Johnson Stroup

Acontece, no entanto, que eles se esqueceram de consultar Kevin antes sobre a questão.

E com isso, o estilo de vida tranquilo e relaxado que Kevin desfrutava na casa – livre de aborrecimentos ou competição por afeição – acabou.

Lyle trouxe com ele toda uma nova energia e dinâmica para a casa. Uma vibração de cachorro filhote e brincalhão ao extremo.

Kevin, inicialmente, não foi tímido em demonstrar seus sentimentos sobre o assunto. Aqui está o vídeo da reação de Kevin:

“A cara que ele fez, sua expressão é absolutamente sua assinatura registrada. É como se ele tivesse dito: ‘O que foi que vocês fizeram’?”, disse a tutora e mãe de Kevin.

“Desculpe Kevin. Esta é sua vida agora”, responderam os pais de Kevin à sua expressão de descontentamento explícita.

Apesar de ser, como diz Stroup, “o oposto absoluto de Kevin”, o pequeno Lyle simplesmente adorou seu novo irmão mais velho. O pequenino, encantando com o outro, seguia-o por toda parte, copiando o irmão nas mínimas coisas.

Foto: Carleigh Johnson Stroup

Foto: Carleigh Johnson Stroup

“Ele só quer ir para onde Kevin vai, se Kevin come, ele come, se Kevin deita, ele deita”, disse Stroup. “Lylo é absolutamente obcecado por ele”.

Todo o tempo sem descanso de Kevin agora é coisa do passado.

Lyle é como um gêmeo conjugado, não larga o irmão por nada. “Até as necessidades eles fazem juntos”, conta a tutora bem-humorada.

Foto: Carleigh Johnson Stroup

Foto: Carleigh Johnson Stroup

Stroup disse que, embora tenha levado algum tempo para Kevin a se acostumar, ele também passou a gostar dos encantos juvenis do recém-chegado.

“Mesmo depois de todas as tentativas de Lyle de arruinar a paz e tranquilidade de Kevin, eles se tornaram inseparáveis, os melhores amigos”, disse Stroup. “Kevin gosta de ter um irmão para ficar com ele quando estamos fora”.

“Um não vive sem o outro”.

Foto: Carleigh Johnson Stroup

Foto: Carleigh Johnson Stroup

Com o tempo, Lyle sem dúvida amadurecerá para um nível de energia mais adequado ao que Kevin está acostumado. Até então, pelo menos, ele parece estar aproveitando a diversão.

E quanto ao amor e carinho de seus pais?

Felizmente, ainda há muito para amor transbordando por todos os lados para todos os membros da família.

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Marca de beleza Estée Lauder se junta a luta contra os testes com animais

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

A Estée Lauder Companies, fabricante e vendedora líder de produtos de maquiagem, cuidados com a pele, cabelos e fragrâncias, aderiu à campanha #BeCrueltyFree. A campanha, liderada pela Humane Society International (HSI), visa acabar com todos os testes cosméticos em animais em todo o mundo e é o maior esforço feito pela causa na história.

A Estée Lauder Companies vende seus produtos em mais de 150 países e territórios com mais de 25 marcas, incluindo a Michael Kors Beauty, a MAC Cosmetics e a Too Faced.

Anna Klein, vice-presidente sênior de Assuntos Corporativos Globais da Estée Lauder Companies, disse em um comunicado que a empresa está “orgulhosa” de ter uma parceria com a HSI.

“[HSI] faz um trabalho tão sério e cuidadoso defendendo animais em todos os lugares”, disse Klein. “Eles têm sido um parceiro e consultor maravilhoso enquanto trabalhamos juntos em direção ao nosso objetivo comum de acabar com os testes com animais em cosméticos no mundo todo”.

A presidente da HSI Kitty Block declarou: “Testes em animais correspondem a ciência do século passado, mas para criar leis que acabem com eles precisamos unir forças com líderes de mercado voltados para o futuro, como The Estée Lauder Companies”.

“Estou confiante de que, trabalhando em conjunto com empresas de beleza através da nossa campanha #BeCruelty, podemos ajudar a pôr fim aos testes de cosméticos em animais até 2023”, acrescentou ela.

A Esteé Lauder é vegana?

Nem todas as marcas da Estée Lauder Companies usam ingredientes veganos e alguns de seus produtos são atualmente testados em animais.

A gigante da beleza parou de testar em animais em 1990, no entanto, mais tarde começou a vender seus produtos na China, onde os testes em animais são exigidos por lei em muitos itens de beleza, de acordo com o New York Times.

A Estée Lauder Companies escreve em seu site que reconhece sua “responsabilidade de contribuir para a solução sustentável para o fim dos testes em animais para cosméticos”.

“Acreditamos que, por meio de parcerias fortes, compartilhando nossa ciência e interagindo com nossas comunidades de maneira significativa, podemos contribuir para o fim global dos testes com animais cosméticos”, acrescenta.

O que é a campanha #BeCrueltyFree (#SejaLivredeCrueldade)?

A campanha #BeCrueltyFree visa aumentar a conscientização sobre experimentação animal na indústria da beleza entre legisladores, reguladores e partes interessadas corporativas, trabalhando em prol de um futuro onde os cosméticos sejam seguros e livres de crueldade.

A iniciativa ajudou na proibição da implementação e venda de cosméticos testados em animais em quase 40 países.

Projeto de lei que proíbe a importação de troféus de animais ameaçados avança no congresso americano

Foto: Africanskyhunting

Foto: Africanskyhunting

Chapéu: Avanço

Título: Projeto de lei que proíbe a importação de troféus de animais ameaçados avança no congresso americano

Olho: Conhecido como o maior importador de troféus de animais no mundo, os Estados Unidos são responsáveis pela morte de inúmeros leões, elefantes e outros animais africanos ameados de extinção

A Câmara dos deputados americana aprovou um projeto de lei (emenda à lei de proteção) do deputado Vern Buchanan para proteger leões e elefantes africanos ameaçados, proibindo a importação de seus cadáveres para o país para serem transformados em troféus.

A emenda de Buchanan foi aprovada ontem pela Câmara por 239 votos a favor e 192 contra. O projeto emenda agora deve passar pelo Senado e ser assinada pelo presidente Trump.

Foto: Conservation Action

Foto: Conservation Action

“Essas criaturas magníficas estão à beira da extinção”, disse Buchanan, que também é líder do Congresso, sobre a proteção de espécies ameaçadas, em um comunicado. “A última coisa que devemos fazer é facilitar a morte desses animais e ainda por cima trazer suas cabeças empalhadas como ‘troféus’. Quando uma espécie é extinta, ela desaparece para sempre”.

A medida de Buchanan proíbe o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA de emitir licenças de importação da Zâmbia, Zimbábue e Tanzânia; três países que, de forma insondável, ainda incentivam a caça de troféus.

Esta alteração segue uma decisão do Departamento do Interior de 2017 para permitir a importação. Na época, Buchanan também pediu ao presidente Trump que rejeitasse a decisão do secretário do Interior de suspender a proibição de permitir que troféus de leão africanos fossem trazidos para o país.

“A Câmara deu um passo importante para proibir a importação de troféus de elefantes e leões”, continuou Buchanan. “Os contribuintes não deveriam ter que pagar um único dólar para permitir essa atividade. Proteger os animais em casa e no exterior é uma causa majoritariamente bipartidária ”.

Buchanan submeteu sua emenda à mais recente lei de financiamento governamental.

Foto: Ipetitions

Foto: Ipetitions

Mais de 30 mil elefantes, um a cada 15 minutos, são mortos por suas presas a cada ano. Algo que a maioria dos americanos, que desaprova a caça, acha repreensível.

“Os americanos investem mais dólares em turismo em safáris de observação da vida selvagem no Zimbábue, na Zâmbia e na Tanzânia do que na caça de troféus de leões e elefantes. Essas espécies icônicas estão sendo ameaçadas pela caça continuada, perda de habitat e outras mortalidades causadas pelo homem. A caça aos troféus exacerba essas ameaças, empurrando esses animais magníficos para mais perto da extinção”, disse Sara Amundson, presidente do Fundo Legislativo da Humane Society.

“É por isso que aplaudimos o deputado Buchanan por defender um futuro mais humano através de uma emenda para restringir a importação de troféus de leão e elefante desses países”, diz a ativista. Sofia afirma ainda que como os Estados Unidos são o maior importador mundial de troféus de animais, os esforços para aliviar a pressão adicional pela caça ao troféu são fundamentais.

Cathy Liss, presidente do Animal Welfare Institute, também apontou para o fato de que não há evidência científica de que a caça legal aumente a conservação.

“A receita gerada pela caça aos troféus muitas vezes não fornece nenhuma renda significativa para os moradores empobrecidos. Em vez disso, essas caçadas geralmente canalizam dinheiro para as mãos de um grupo seleto, sem melhorar as proteções para populações de animais selvagens caçados”, afirmou Liss.

“Nenhuma espécie que enfrente a extinção deve ser mais vitimada por alguém que queira pendurar sua a cabeça na parede”, conclui a presidente da ONG.

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Passarinho com necessidades especiais recebe sapatos ortopédicos e volta a andar

Foto: California Wildlife Center

Foto: California Wildlife Center

Há muitas pessoas que adoram apreciar e conviver com animais. Mas quando se trata de ajudar, muitas pessoas os ignoram, deixando-os sozinhos. Felizmente, alguns humanos não conseguem permanecer indiferentes a esses animais em necessidade e decidem ajudá-los.

A equipe do California Wildlife Center está acostumada a lidar com animais feridos. Recentemente, eles resgataram um pássaro indefeso que tinha um pé machucado.

Muitos passaram pela ave, sem fazer nada. Mas esse grupo não pensou duas vezes e decidiu ajudar. Eles descobriram que o pássaro era incapaz de andar e não tinha força para se agarrar aos objetos.

Foto: California Wildlife Center

Foto: California Wildlife Center

O problema com esse passarinho era um nó que se formava em seus dedos, algo comum, especialmente nos pássaros mais jovens. Além disso, ele só podia ficar na ponta dos pés, e isso causava a ave desconforto e sofrimento.

O pessoal do centro resolveu este problema de uma forma muito criativa. Eles fizeram pequenos “sapatos ortopédicos” que ajudarão o pássaro a andar! É um tipo de bota de gesso improvisada.

“Geralmente, leva uma semana ou duas semanas para usar a “bota de neve” (nome dado ao sapato por sua forma) até o pé voltar ao normal”, explica Duane Tom, do Centro de Vida Selvagem.

Após o tratamento, o pássaro estará pronto para voar e encantar a todos com suas belas canções.

Ao encontrar um animal ferido ou em necessidade é importante socorrê-lo e prover-lhe os cuidados básicos como comida ou água. No caso de sinais de doença ou ferimento uma visita ao veterinário é de extrema importância.

Animais são vidas, sofrem, sentem, amam e compreendem o mundo como nós.

Não finja que não viu ou vire o rosto, ao ajudar um animal em necessidade, você estará fazendo a diferença em uma vida e o planeta – e os animais – agradecem.

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Nova agência de recrutamento é especializada em empregos para veganos

Foto: Adobe

Foto: Adobe

Uma agência de recrutamento especializada em combinar pessoas e empregos veganos oferecidos por empresas alinhadas com seus valores – tratamento sustentável, vegano e ético para todos – foi lançada recentemente.

A Citizen Kind foi lançada por Emma Osborne, que tem mais de uma década de experiência no recrutamento e é vegana desde 2015.

Foto: Citizen Kind

Foto: Citizen Kind

Despertar

Quando Osborne percebeu que ela estava cansada de defender empresas cujos valores ela não compartilhava, a recrutadora tirou um ano sabático e viajou pelo mundo.

Ela montou seu negócio para que pudesse trabalhar de forma proativa para encontrar para os veganos candidatos o lugar certo dessa forma eles se antecipariam às necessidades do crescente movimento vegano, que conta restaurantes, sites de comércio eletrônico, empresas de investimento e uma instituição de caridade entre os clientes da Citizen Kind.

Desmistificando o veganismo

“Ser vegano ainda é considerado uma escolha extrema e difícil até agora, e por isso eu queria ajudar a normalizar e popularizar este estilo de vida compassivo, abrindo oportunidades em empresas veganas, sustentáveis e éticas para aqueles que conscientemente estão reduzindo seu impacto no planeta”, disse a fundadora da empresa Emma Osborne.

Foto: Citizen Kind

Foto: Citizen Kind

“Ao trazer amor e compaixão uns pelos outros, o planeta e os animais para o local de trabalho, você cria um ambiente onde ideias, colaboração e ação podem crescer”, disse Emma.

“Dessa forma, estou colocando minhas habilidades corporativas em uso para o bem daqueles que não podem falar por si mesmos, e trazendo consciência para a crise em questão. Eu não consigo pensar em um trabalho melhor para mim.”

Você pode descobrir mais sobre Citizen Kind aqui.

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Urso entra em residência, se tranca sem querer e aproveita para tirar um cochilo no closet

Foto: Associated Press

Foto: Associated Press

Autoridades afirmam que um urso negro, de alguma forma desconhecida por eles, acabou se trancando dentro de uma casa em Montana (EUA), para se aninhar em uma prateleira do closet da residência para um cochilo.

De acordo com os oficiais, o urso entrou na residência do bairro de Butler’s Creek na manhã de sexta-feira última (21) e acabou virando a tranca da porta, uma vez dentro da casa.

O urso começou a rasgar as roupas do closet da propriedade e os moradores rapidamente chamaram as autoridades em vida selvagem para ajudar com a situação com a qual eles não sabiam lidar.

Assim que os oficiais chegaram ao local, o animal se acomodou para dormir na prateleira do armário dentro do closet.

Policiais dizem que o urso não se incomodou nem um pouco quando eles bateram na janela e tentaram convencê-lo a sair.

Em um post no Facebook, os oficiais escreveram: “Ele lentamente se esticou, se espreguiçou longamente, bocejou e, sem nenhum ânimo ou vontade, olhou para a porta”.

“Eventualmente, a equipe de resgate foi capazes de abrir a porta na esperança de que ele descesse e saísse. No entanto, suas tentativas só receberam como resposta mais enormes bocejos de urso”.

Foto: Missoula County Sheriff's Office

Foto: Missoula County Sheriff’s Office

Os funcionários do Departamento de Peixes, Fauna Selvagem e Parques do estado de Montana tiveram que ser chamados para tranquilizar o urso para que ele pudesse ser reposicionado na natureza.

De acordo com o post do Facebook: “Os proprietários da casa estavam contentes pelo animal ter sido removido em perfeita saúde, mas não vão se esquecer tão cedo quando este convidado inesperado veio procurar a casa deles para um descanso”.

Foto: Missoula County Sheriff's Office

Foto: Missoula County Sheriff’s Office

Os moradores de Montana há muito convivem os ursos negros, que felizmente são populosos no estado.

Suas populações tem prosperado nos Estados Unidos, com 300 mil ursos no país – a maioria delas residindo em Montana e estados vizinhos, incluindo Idaho e Dakota do Norte.

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Golfinhos criam vínculos com base em afinidades como humanos

Considerados os mamíferos mais inteligentes entre as criaturas marinhas, os golfinhos tem sido comparados em muitos estudos aos seres humanos. Agora os cientistas descobriram outro ponto de semelhança entre seres humanos e seus primos cetáceos: como nós, os golfinhos fazem amigos com base em interesses mútuos ou afinidades.

No caso do golfinho-nariz-de-garrafa do Indo-Pacifico (Tursiops aduncus), os indivíduos tendem a sair em conjunto com outros que usam a mesma ferramenta para procurar por alimento.

Essa ferramenta é uma esponja do mar. Nas águas da Shar Bay (Baía dos Tubarões), na costa oeste da Austrália, os golfinhos foram observados usando esponjas como um dedal para proteger seus bicos enquanto se alimentam, permitindo que eles tenham acesso a alimentos em canais de águas mais profundas do que os golfinhos que não usam as esponjas.

Foto: Stephanie King

Golfinho “esponjador” | Foto: Stephanie King

Este é o único lugar no mundo em que esse comportamento foi visto, e tem sido bem documentado em golfinhos do sexo feminino que adotam as esponjas ao longo das linhas matrilineares, passando o truque de mãe para filha. Eles também tendem a se associar com outros “esponjadores” ou utilizadores de esponja.

Os machos parecem usar a técnica muito menos. Os cientistas acreditam que isto poderia ser porque a esponja – que se consome com o tempo – estava possivelmente a afastar-se de comportamentos adultos específicos do sexo masculino, como fazer amigos com outros golfinhos do sexo masculino.

Mas, depois de um extenso estudo sobre o uso de esponjas entre os golfinhos machos de Shark Bay (Baía dos Tubarões na Austrália), os pesquisadores descobriram que poderia haver um benefício na atividade, e parece ser um benefício social, afinal.

“Forragear (procurar alimento) com uma esponja é uma atividade demorada e em grande parte solitária, então foi considerado incompatível com as necessidades dos golfinhos machos em Shark Bay – investir tempo na formação de alianças próximas com outros machos”, disse o biólogo Simon Allen, da Universidade de Bristol.

“Este estudo sugere que, como suas contrapartes femininas e de fato como os humanos, os golfinhos machos formam laços sociais baseados em interesses compartilhados”.

Foto: David Tipling

Foto: David Tipling

A equipe analisou diversos dados coletados em 124 golfinhos do sexo masculinos em Shark Bay de 2007 a 2015, incluindo dados fotográficos, genéticos e comportamentais. Para os propósitos do estudo, eles identificaram 37 golfinhos dentro desse grupo que eram ou esponjosos (faziam uso da esponja) adultos ou não-esponjosos adultos – 13 dos primeiros e 24 dos últimos.

Eles descobriram que os golfinhos que faziam uso da esponja tendiam a passar mais tempo com outros esponjadores do que com não-esponjadoras – e essa relação não podia ser facilmente atribuída a outros fatores. Por exemplo, o quanto os dois golfinhos machos pareciam próximos não parecia ter um impacto significativo no tempo de folga.

Seu interesse comum em esponjas, no entanto, teve. Embora os esponjadores (aqueles que fazem uso da esponja) passassem mais tempo sozinhos, quando eram vistos com outros machos, na maior parte das vezes, seria com outro utilizador de esponja.

Isso sugere que os esforços associados ao uso da esponja para os golfinhos do sexo masculino podem ser compensados pelos benefícios de uma forte ligação entre golfinhos.

“Golfinhos machos em Shark Bay exibem um fascinante sistema social de formação de alianças”, explicou a bióloga marinha Manuela Bizzozzero, da Universidade de Zurique.

“Esses laços fortes entre os machos podem durar por décadas e são fundamentais para o sucesso de acasalamento de cada um deles. Ficamos muito entusiasmados em descobrir alianças de esponjadores, golfinhos formando amizades próximas com outros com traços similares aos deles”.

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Ativista é espancada por comerciantes de carne de cachorro ao tentar salvar os animais

Foto: AFP/Getty Images

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Uma ativista chinesa foi hospitalizada após comerciantes de carne de cachorro a terem atacado e espancado quando ela tentou salvar centenas de cães de seus depósitos que seria mortos para o festival bárbaro de Yulin na China.

Du Yufeng, fundadora do Bo Ai Animal Protection Center, conta ter sido atingida na cabeça e no corpo todo por comerciantes de carne de cachorro que impediram que ela e outros ativistas dos direitos animais libertassem os cães de seu depósito.

Relatos afirmam que os cães estavam a caminho dos matadouros para o festival anual de carne de cachorro de Yulin, que começou dia 21 de junho.

As fontes do Daily Mail em Yulin afirmaram que o festival deste ano foi mais moderado do que os dos anos anteriores, com muitas barracas vazias vistas nos mercados.

Foto: Bo Ai Animal Protection Centre

Foto: Bo Ai Animal Protection Centre

No entanto, é observado que mais barracas de comida do que o normal são vistas após o anoitecer.

A ativista Du disse que foi agredida no final de maio enquanto tentava resgatar cerca de 300 cães – muitos dos quais eram animais domésticos roubados – de um grupo de comerciantes de carne na cidade de Lugu, na província de Sichuan, no sudoeste da China.

Ela e outras duas ativistas foram atacadas pelos comerciantes depois de um impasse de dois dias.

Du disse que um de seus parceiros, que tem quase 60 anos de idade, teve duas costelas fraturadas enquanto ela estava se sentindo tonta e ainda estava hospitalizada quase um mês depois.

Foto: Bo Ai Animal Protection Centre

Foto: Bo Ai Animal Protection Centre

Ela também acusou os funcionários da cidade de Xichuang, que supervisiona Lugu, de conspirar (mediante propina) com comerciantes de carne, impedindo os ativistas de fotografar e resgatar os cães.

O grupo de bem-estar animal não salvou os cachorros que foram secretamente mortos pela autoridade local de quarentena de animais em 30 de maio em uma tentativa de eliminar evidências, afirmou Du.

Relatos afirmam que a província montanhosa de Sichuan é hoje o ponto de parada mais popular para os comerciantes de carne manter, vender e distribuir cães capturados, muitos dos quais acabariam em Yulin, na província de Guangxi, sul da China.

Em uma carta aberta ao governo de Sichuan, Du confessou que não conseguia dormir à noite, sabendo que caminhões carregados de cachorros espremidos em pequenas jaulas de galinha eram transportados todos dias pelas estradas rumo à morte.

“Eles estão prestes a chegar ao portão do inferno e serão espancados até a morte, escaldados em água fervente, queimados e esfolados vivos. Eles ficam tão aterrorizados”, escreveu ela.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

Ela pediu ao governo de Sichuan que puna os comerciantes de carne de cachorro.
Todos os anos, milhares de cães são cruelmente mortos, esfolados e cozidos com maçaricos antes de serem comidos pelos habitantes de Yulin durante o festival que é realizado no solstício de verão.

Um morador de Yulin, que afirma ser amante de cães, disse ao Daily Mail que viu pessoas jantando ao ar livre – presumivelmente comendo pratos de carne de cachorro – na Meilin Avenue, uma das ruas de restaurantes da cidade.

Mas o morador, conhecido como Kenny, explicou que comer cachorros era uma tradição apenas entre as gerações mais velhas.

Ele disse que os jovens de Yulin se recusam a comer cachorros e até começaram a adotar animais domésticos.

Embora o festival de carne de cachorro Yulin tenha deixado o mundo em estado de choque, a maioria das pessoas na China não come de fato cães.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

Os animais são tipicamente consumidos por uma minoria de residentes no norte da China, perto da península coreana e da Mongólia, bem como no sul da China, perto do Vietnã.

Claire Bass, diretora executiva da Humane Society International (HSI), ONG que atua em defesa dos direitos animais, disse: “O comércio de carne de cachorro na China representa, antes de tudo, atos de crime e crueldade”.

‘O festival de Yulin é um pequeno mas angustiante exemplo de um comércio indescritivelmente bárbaro dirigido por ladrões de cães e comerciantes criminosos.

“Esses ladrões e vendedores roubam rotineiramente animais domésticos em plena luz do dia usando dardos venenosos e cordas, desafiam as leis de saúde pública e da segurança, e causam um sofrimento horrível aos animais, tudo por uma carne que a maioria das pessoas na China não consome.”

Os parceiros chineses da organização salvaram 62 cães destinados a serem mortos em um matadouro no Yulin dias antes do festival.

Foto: Bo Ai Animal Protection Centre

Foto: Bo Ai Animal Protection Centre

A atriz britânica a atriz Judi Dench e a violinista Vanessa-Mae enviaram nesta semana mensagens sinceras de apoio – por meio da HSI – aos ativistas chineses que lutam apaixonadamente para encerrar o evento anual.

“Não posso imaginar o sofrimento daqueles pobres cães, e espero muito que um dia, em breve, esse comércio cruel termine”, disse a atriz Judi Dench.

Uma petição de 1,5 milhão de assinaturas foi entregue à Embaixada da China no Reino Unido ontem pela HSI junto com outro grupo de bem-estar animal Care2.

Estima-se que 10 milhões de cães são mortos por sua carne na China anualmente.

No ano passado, a Humane Society International, organização de bem-estar animal, resgatou 136 cães de três matadouros subterrâneos perto de Yulin, antes do início do festival que dura de três dias.

Foto: EPA

Foto: EPA

Eles disseram que os trabalhadores dos frigoríficos e matadouros matam cerca de 50 cães todos os dias para consumo humano.

Mas a organização explicou que a influência e o tamanho do festival foram reduzidos nos últimos anos graças aos protestos do público.

Embora a China tenha leis para salvaguardar a fauna silvestre e terrestre, atualmente falta legislação para proteger o bem-estar animal ou para evitar a crueldade contra os animais.
Em setembro de 2009, ativistas pelos direitos animais e especialistas jurídicos começaram a circular um projeto de lei sobre a proteção dos animais.

E em 2010, um projeto de Lei sobre a Prevenção da Crueldade contra os Animais foi submetido ao Conselho de Estado para sua consideração.

O esboço propõe uma multa de até 6.000 yuans (cerca de 900 dólares) e duas semanas de detenção para os culpados de crueldade contra animais, segundo o jornal China Daily.

No entanto, até este dia, nenhum progresso foi feito.

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Gatinho que adora água se diverte na praia e até aprende a surfar

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip era um gatinho minúsculo e doente que procurava por comida quando apareceu na casa de uma família em Berlim, Maryland (EUA). Ele apareceu logo em seguida de uma tempestade, talvez isso fosse um prenuncio de seu destemor quando se trata de água – algo que os gatos são famosos por não gostar.

Em Berlim, Pip encontrara uma senhora idosa que era avó da família e ficava tomando conta da casa, ela começou a alimentar o pequeno gatinho. Infelizmente, sua família não pôde aceitá-lo quando eles voltaram e a mulher idosa estava se mudando, então Laura Meadows – uma aluna do ensino médio e amiga da família – se ofereceu para levá-lo com ela, apesar dela não ter discutido isso com sua família antes.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Quando a família de Meadows recusou-se a deixá-la ficar com Pip, a irmã mais velha de Laura, Emily Meadows, e seu marido ofereceram-se para levá-lo por um tempo.

“Minha irmã me implorou para levá-lo e estávamos apenas observando-o, pensando sbre o que deveríamos fazer”, disse Emily Meadows ao The Dodo. “Tentamos o abrigo local mas eles estavam lotados e nós tivemos que ficar com ele, e foi assim que tudo começou”.

Não demorou muito para Meadows ver o quão único e especial Pip era, mas sua primeira tarefa foi deixá-lo saudável. Seus olhos estavam inchados e ele estava muito sujo por andar pelas ruas.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

O gatinhos foi até considerado surdo porque nunca olhava para Meadows ou seu marido quando faziam barulho ou chamavam seu nome. Uma boa limpeza do ouvido do filhote feita pelo veterinário provou que isso não era verdade e agora ele ouve tudo, segundo Meadows.

Uma vez que Pip estava bem mais saudável do que quando chegou, ele acabou por se mostrar um pequeno encrenqueiro muito enérgico. Ele passava seus dias subindo nas telas das janelas, derrubando copos de água e qualquer outra coisa que não estivesse pregada ou presa, espalhando comida por todo o chão e aterrorizando seus novos irmãos gatos, Natty e Mowgli. Ele gostava especialmente de acordá-los pulando de cabeça sobre eles.

“Era o mundo do Pip”, disse Meadows. “Nós estávamos apenas vivendo nele”.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

A preferência de Pip em usar as plantas de casa como sua caixa de areia (necessidades) deixava Meadows e seu marido pouco a vontade, então eles decidiram tentar algo não convencional. “A casa precisava de uma pausa”, disse Meadows. “Natty e Mowgli definitivamente precisavam de uma pausa. E foi aí que surgiu a ideia: por que não levar Pip para passear um pouco?”

Meadows e seu marido moram em Ocean City, Maryland, então eles decidiram colocar Pip em uma coleira e levá-lo para a praia para ver se voltar para suas raízes ao ar livre ajudaria a dispersar um pouco de sua energia. Ambos se surpreenderam com o resultado!

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip mostrou rapidamente uma afinidade imensa em cavar na areia, correr pela praia, perseguir penas de gaivotas, brincar com brinquedos e conchas, se esconder em cadeiras de praia e, uma vez cansado, cochilar ao sol com seus humanos. Parecia que ele estava realmente em seu ambiente natural e assim foi que ele se tornou um freqüentador regular da praia com Meadows e seu marido.

Um dia, quando a maré estava baixa e as ondas estavam calmas, Meadows permitiu que Pip explorasse a água. “E isso não o incomodou em nada, ao contrário”, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip ficou tão fascinado pela água que Meadows tentou colocá-lo em uma prancha de boogie (prancha menos de surf). “Ele pegou uma pequena onda e ficou em cima dela”, disse Meadows. “Quando a prancha bateu na praia, ele pulou e apenas caminhou ao longo da praia como se tudo estivesse normal. Foi quando tivemos certeza que Pip era um gato muito especial”.

Ele até se revelou um exímio nadador que gostava de se divertir nas águas rasas.

As artimanhas de Pip atraíram uma enorme atenção de um número crescente de fãs. “Após várias viagens à praia, Pip foi filmado e fotografado por [turistas] e residentes”, disse Meadows. Alguém mostrou um vídeo para a estação de notícias local e Meadows foi contatada para contar a uma história de Pip.

Foto: Emily Meadows

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Infelizmente, toda essa atenção destacou o fato de que as leis de Ocean City proíbem animais domésticos na praia durante os períodos de pico, então Pip precisava brincar sem ser notado pela patrulha da praia. Ele sempre se saia muito bem em se esconder na areia se eles passassem, no entanto.

Por sorte, a praia não era o único lugar na cidade natal de Pip para ele explorar. Havia o calçadão, o arcade, bares e restaurantes que aceitam animais domésticos, atrações locais e até eventos especiais.

Meadows encontrou várias praias e áreas para animais domésticos que permitiam que Pip continuasse a explorar os ambientes, coisa que eles gostava muito, sempre respeitando as leis. O gatinho continua ativo mesmo nas atividades fora da temporada, como paddleboarding e passeios de bicicleta em sua mochila favorita.

Foto: Emily Meadows

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Ele até fez algumas viagens a lugares mais distantes como Savannah, Georgia e Nova York.

De fato, Pip recentemente “escreveu” e publicou um livro dele próprio sobre todos os lugares que ele gosta de explorar em sua cidade natal e as aventuras que ele participa com seus pais.

“Quando alguém filmava [Pip] na praia e a enviava para o noticiário, é quando pensamos:” É ótimo ter um gato famoso, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Meadows criou “Little Pips” – um bicho de pelúcia que se parece com Pip – para que os fãs pudessem desfrutar de seu próprio Pip sempre que quisessem. “Nós damos um bichinho de pelúcia Little Pip para alguém que precisa para cada um que é comprado”, disse Meadows.

Little Pips tem sido especialmente popular entre a comunidade de lar de idosos, onde alguns moradores viveram toda a sua vida com gatos, mas não viram um real em anos devido às suas condições de vida, de acordo com Meadows.

O impacto de Pip se espalhou muito além da comunidade local graças às mídias sociais, e Meadows recebeu cartas e e-mails de pessoas ao redor do mundo descrevendo como Pip os ajudou em um momento difícil.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Um casal que esteve em um acidente de carro horrível escreveu Meadows para dizer a ela que assistir as aventuras de Pip a cada dia tirava suas mentes das coisas terríveis que eles estavam experimentando, de acordo com Meadows.

Talvez o mais importante, Pip ajudou Meadows a superar algumas de suas próprias dificuldades – particularmente fobias de hospitais, lares de idosos, sangue e IVs relacionados a um trauma de infância que ela experimentou. “Eu nunca em um milhão de anos pensei que eu iria superar essa fobia”, disse Meadows.

“Ter Pip comigo [enquanto voluntariado nesses lugares] realmente ajudou, e agora posso dar um passo para trás e ver como os animais são seriamente prestativos quando se trata de apoio emocional. No final do dia, Pip mudou minha vida e me ajudou emocionalmente tanto quanto mudou o de todo mundo – nunca me senti mais estável do ponto de vista de saúde mental do que desde então trabalhando com Pip ao meu lado diariamente e levando ele comigo em todos os lugares “, acrescentou Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Meadows e seu marido recentemente começaram a dar lar temporário a filhotes através da ONG Town Cats of Ocean City, e você pode ter certeza de que Pip os mantém entretidos e mostrando a eles oa brinquedos.

Embora toda essa atividade possa parecer muito para apenas um gato, na verdade é a quantidade perfeita para Pip, que precisa manter-se ativo para evitar problemas. “Ele só queria tentar coisas novas e isso o ajudou a se acalmar muito em casa”, disse Meadows.

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Atleta vegana quebra recorde mundial de resistência muscular em prancha abdominal

A atleta vegana, Dana Glowacka, quebrou o recorde mundial feminino de tempo (resistência muscular) realizando a mais longa permanencia em uma prancha abdominal até hoje.

Glowacka, que ficou em segundo lugar no Desafio Internacional de Prancha da Copa do Mundo em Pequim, em 2016, conseguiu manter a posição na prancha por surpreendentes quatro horas e 20 minutos.

Gratidão

“Estou muito grata. Realmente, se você colocar todo o seu empenho em algo que você acredita, você vai conseguir realizar isso! Obrigada”, ela escreveu no Instagram.

“Eu tenho treinado por quatro anos com George Hood. Quatro anos com quatro horas e 20 minutos terminados. Isso leva a mente a manter o corpo em pé”.

Glowacka, que pratica Ashtanga e Yin -Yoga há anos para ajudar no equilíbrio, foi convidada pela empresa de vestuário vegana, Plantpump, independente de ela ser ou não vegana.

“Sim, eu sou uma atleta vegana. Spirulina [está] no meu sangue”, ela respondeu.

Titulares do recorde mundial

Glowacka não é a única atleta vegano a competir pelo título de recordista mundial. No ano passado, a icônica maratonista Fiona Oakes marcou seu quarto Recorde Mundial do Guinness.

A mais recente conquista de Oakes foi para a “Meia Maratona mais rápida em uma fantasia de animal (feminino)”, que ela completou em junho passado.
Depois que seu recorde foi aprovado, Oaks dedicou a honra ao “Poder Vegano” – afirmando que era “para os animais, as pessoas e o planeta”.

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