Primeira mulher eleita presidente da Eslováquia é ativista ambiental

Foto: Petr David Josek/AP

Foto: Petr David Josek/AP

A primeira mulher presidente da Eslováquia, Zuzana Čaputová, advogada e ativista ambiental, foi empossada no sábado, prometendo combater a impunidade e restaurar a justiça em um país amplamente afetado pela corrupção política em larga escala.

“Ofereço minha experiência, emoção e ativismo. Ofereço minha mente, meu coração e minhas mãos”, disse ela em sua cerimônia de posse.

“Eu quero ser a voz daqueles que não são ouvidos”.

Čaputová, advogada e novata na política, além da primeira mulher é também a pessoa mais jovem a ser presidente da Eslováquia. Ela é às vezes chamada de “Erin Brokovich da Eslováquia” por sua luta de uma década para fechar um aterro sanitário tóxico em sua cidade natal, o que ela conseguiu fazer, ganhando o Prêmio Goldman de 2016 para o meio ambiente.

Foto: Goldman Prize

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Em um país católico romano conservador, Čaputová, mãe divorciada de dois filhos, apóia os direitos LGBT e o acesso aos cuidados de saúde reprodutiva.

“Sob a constituição, as pessoas são livres e iguais em dignidade e em direitos, o que significa que ninguém é tão irrelevante para ter seus direitos comprometidos, e ninguém é poderoso para se posicionar acima da lei”, disse ela em seu discurso de posse.

Embora o papel presidencial na Eslováquia seja principalmente cerimonial – o primeiro-ministro supervisiona a maioria dos assuntos do país – Čaputová tem poderes de bloqueio, é comandante-chefe das forças armadas e pode nomear os principais juízes.

Čaputová assume a presidência após o assassinato do jornalista Ján Kuciak, 27 anos, e de sua noiva, Martina Kušnírová, que foram encontrados mortos a tiros na casa que dividiram no ano passado. Kuciak cobriu histórias de evasão fiscal para o site de notícias Aktuality.sk, onde sua última peça foi publicada em 9 de fevereiro de 2018. Ele relatou principalmente casos de fraude envolvendo empresários com conexões políticas, incluindo líderes partidários do governo na época.

O escândalo levou à demissão do primeiro-ministro Robert Fico no ano passado. E o assassinato de Kuciak levou a um enorme protesto na Eslováquia, onde dezenas de milhares de pessoas foram às ruas para protestar contra a corrupção do governo.

Foto: Vladimir Simicek/AFP

Foto: Vladimir Simicek/AFP

Čaputová fez campanha em uma plataforma anticorrupção e foi eleita vice-presidente da Progressive Slovakia, um partido liberal estabelecido há apenas dois anos, que então não tinha cadeiras no parlamento, fazendo com que ela ganhasse depois de um segundo turno ainda mais notável.

Sua eleição contrastou com a mudança européia em direção a partidos populistas e nacionalistas.

“Eu vejo um forte apelo por mudanças nesta eleição após os trágicos acontecimentos da última primavera e uma reação pública muito forte”, disse Čaputová após sua vitória na eleição presidencial em março, referindo-se ao assassinato de Kuciak. “Estamos numa encruzilhada entre a perda e a renovação da confiança pública, também em termos da orientação da política externa da Eslováquia”.

Em seu discurso de posse, Čaputová sugeriu que os funcionários que não combatessem a corrupção deveriam ser removidos de seus cargos. Ela prometeu tornar o sistema de justiça mais igualitário para todos.

Sua presidência pode representar um ponto decisivo para a Eslováquia, que se classificou em 83 dos 149 países no Relatório Global sobre Intervalo de Gênero de 2018, atribuindo uma pontuação muito baixa à participação das mulheres na política.

Macacos, morcegos e cobras vendidos e espancados até a morte junto com cães e gatos

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Imagens fortes e tocantes revelam a crueldade praticado no comércio de cães, gatos e animais raros em um mercado de carne no norte da Indonésia.

O Tomohon Extreme Market, localizado na ilha de Sulawesi, é conhecido amplamente pela crueldade com os animais, incluindo cães e gatos que são mantidos em pequenas jaulas antes de serem espancados até a morte e vendidos.

O norueguês Alf Jacob Nilsen, de 64 anos, visitou o mercado e disse que sentia que o abuso estava sendo cometido por trabalhadores como parte de uma “performance distorcida” destinada a atrair turistas.

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

O biólogo aposentado e fotógrafo amador, natural de Hidra, na Noruega, disse: “Devo admitir que tinha sentimentos pesados no mercado – é muito difícil de descrever o que vi”.

“Centenas de residentes locais ofereciam ‘carne da floresta’ (carne de animais selvagens), havia carne de cachorro, de morcegos, galinhas e de peixes à venda”.

“O tratamento e a morte de cães da forma como isso acontece em Tomohon deveria, do meu ponto de vista, parar definitivamente”.

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

“Não só porque os pobres animais são tratados de maneira mais brutal possível e definitivamente sofrem horrores, mas também porque deve haver claramente um risco de disseminação de parasitas e doenças graves quando se lida com cães e carne de cachorro dessa maneira.

“É terrível ver cães enjaulados sendo retirados de sua gaiola e espancados até a morte com bastões de madeira”.

“Senti que, de certa forma, isso era feito propositadamente quase que como uma ‘atração extra’ para atrair mais turistas”.

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

“Outro aspecto que me preocupou muito quando estive lá foi que acreditava estar vendo espécies ameaçadas de extinção oferecidas para venda, como macacos, morcegos, pássaros, cobras e outros répteis”.

O Tomohon Extreme Market costumava ser listado como uma das principais atrações turísticas do TripAdvisor até que ativistas pelo bem-estar animal reclamaram e o derrubaram.

Mas o comércio ainda continua lá com a benção das autoridades regionais, que se recusaram a se reunir com os ativistas e ouvir suas preocupações.

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Entre muitas das ofertas perturbadoras do mercado estão cachorros e gatos, muitos dos quais, segundo ativistas, foram roubados de suas famílias e tutores antes de serem transportados ilegalmente pelo país para chegar até aqui.

Trancados em pequenas gaiolas de metal, os animais são freqüentemente forçados a assistir enquanto seus companheiros de cativeiro são espancados até a morte com grandes pedaços de madeira, sabendo que eles são os próximos.

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Seus corpos – muitas vezes ainda em movimento – são então queimados para remover a pele antes de serem vendidos.

Além da crueldade contra os animais, ativistas dizem que mercados como o Tomohon são um terreno fértil para doenças potencialmente fatais como a raiva.

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Motorista transforma ônibus em abrigo de animais itinerante para salvar cães abandonados

Foto: Tony Aslup

Foto: Tony Aslup

Algumas pessoas não se lamentam apenas das situações tristes, elas agem para fazer a diferença. Este é o caso deste homem gentil e bondoso chamado Tony Alsup, que se recusa a ver alguém deixado para trás durante desastres naturais, especialmente os animais.

Essa é a razão pela qual o motorista de ônibus de Greenback, Tennesse (EUA) transformou um ônibus em um abrigo de animais móvel para pegar todos os animais “sobras” que os abrigos de animais não poderiam colocar antes de serem evacuados por furacões como Harvey e Florence.

De acordo com o The Washington Post, ele viajou recentemente de sua casa no Tennesse até o estado da Carolina do Sul para salvar mais de 60 animais durante o furacão Florence, 53 cães e 11 gatos.

Eu sou como esses animais, veja, estas são vidas também”, disse Alsup à publicação.

“Normalmente animais – especialmente animais de abrigo – sempre têm que ficar no banco de trás dos ônibus. Mas eu lhes darei seu próprio ônibus. Se eu tiver que pagar por todo o combustível, ou até mesmo arranjar um barco, eu dou um jeito para tirar esses cachorros e gatos de lá e salvá-los”, diz o motorista.

Foto: Tony Aslup

Foto: Tony Aslup

Assim que viu relatos de abrigos de animais que estavam superlotados quando o furacão Harvey atingiu o Texas, a Alsup começou a resgatar os animais.

“Eu pensei, bem, o que posso fazer?”, ele disse. “Eu vou comprar um ônibus”.

Dessa forma, ele poderia transportar os animais para abrigos que tivessem espaço ou estivessem vagos. Depois, ele continuou a resgatar animais durante os furacões Maria e Irma.

Em sua página no Facebook, ele pediu para ser informado onde os animais domésticos precisavam de mais ajuda na Carolina do Sul durante o furacão mais recente.

“É tudo verdade. Tony chegou às 4 da manhã de uma quarta-feira para recolher nossas “sobras” – os cães deficiência, com dirofilariose”, escreveu o Saint Frances Animal Center no Facebook.

“Ele levou aqueles que ninguém mais adotará. E ele os colocou em segurança. Não é a evacuação mais convencional, mas seguramente é a que tem mais coração que todas”.

Foto: Tony Aslup

Foto: Tony Aslup

E isso é porque quando Tony diz que ninguém será deixado para trás, ele realmente quer dizer isso mesmo.

“É tão fácil para as pessoas adotarem os animais domésticos pequenos, os fofinhos e os bonitinhos”, disse Alsup ao Greenville News. “Nós aceitamos os que merecem uma chance, mesmo sendo grandes e um pouco feios. Mas eu amo cachorros grandes e nós sempre achamos lugares para eles”.

Assim que Alsup resgatou os cães ameaçados pelo furacão Florence, ele os levou para Foley, Alabama, para um abrigo de amigos seus.

Neste lugar, Angela Eib-Maddux deu a todos eles banhos e cobertores quente e macios.

Ângela ficaria com eles até que ela pudesse encontrar abrigos ou casas de acolhimento para os cães. E todo esse trabalho foi feito em um dia.

Felizmente, alguns dos animais foram imediatamente adotados. Alsup trouxe outros cães e gatos para Knoxville, no Tennese, onde entregou cerca de 40 animais para abrigos e voluntários.

Então, ele foi descansar um pouco e decidiu voltar para Wilmington, N.C. para salvar mais alguns animais, porque é isso que ele faz, salva vidas.

Embora ele não tivesse certeza se era possível para ele chegar até lá com todos os obstáculos, financeiros e físicos, ele estava determinado a tentar.

Afinal, segundo o motorista: “Ninguém será deixado para trás”.

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Cão em situação de rua relaxa ao perceber que será levado pra casa

Foto: Anand Raman

Foto: Anand Raman

Fazia muito calor em Dubai quando Anand Raman decidiu visitar sua irmã no trabalho dela. Parecia que todos por quem ele passava no caminhos estavam tentando se refrescar – incluindo um cão em situação de rua, jovem e sujo, que procurava uma sombra debaixo de um carro estacionado próximo ao escritório de sua irmã.

“Ele estava debaixo de um carro comendo restos de comida que alguns dos funcionários do escritório haviam deixado para ele”, Raman disse ao The Dodo. “Seu pelo estava todo emaranhado e suas pernas não estavam muito firmes.”

Foto: Anand Raman

Foto: Anand Raman

Apesar de tudo isso, quando o cachorro viu Raman, ele veio correndo em sua direção como se encontrasse um amigo perdido há muito tempo. Raman não estava planejando salvar uma vida naquele dia, mas bastou um olhar para o filhote feliz e para que ele soubesse que não tinha escolha.

“Ele se aproximou de mim com uma curiosa mas excitada disposição, abanando o rabo todo animado”, disse ele. “Esse comportamento espontâneo dele foi o que inicialmente fez com que eu me apaixonasse por ele”.

“Nós então ficamos lá por um tempo na calçada e ele estava realmente contente em receber carinhos e afagos de mim por um tempo”, disse Raman. “Eu o levei para o carro e ele imediatamente adormeceu no meu ombro”.

Foto: Anand Raman

Foto: Anand Raman

Com a ajuda de sua irmã e de seu cunhado, Raman conseguiu levar o cachorro dali direto para o veterinário. “Ele estava exausto quando eu o peguei pela primeira vez, e é por isso que ele adormeceu imediatamente no caminho durante a viagem de carro até o hospital”, disse Raman.

Na clínica, Raman descobriu a razão por trás do andar vacilante do cão: ele teve raquitismo em ambas as patas dianteiras devido à desnutrição. Felizmente, a condição é tratável e não terá efeitos duradouros.

Finalmente em casa, Raman deu banho no cachorro e ficou chocado com o que a limpeza pela água e sabão revelou: “Fiquei surpreso ao descobrir que seu pelo era realmente todo branco depois que toda a sujeira e detritos saíram de seu corpo”.

Foto: Anand Raman

Foto: Anand Raman

Raman batizou o cachorro de Snowy, depois de ver o real tom de seus pelos – e também em homenagem ao cão fiel do desenho em quadrinhos “The Adventures of Tintin” (As Aventuras de Tintin).

Mas ensinar (e provar) ao jovem cão que passou a vida inteira sobrevivendo nas ruas que ele estava finalmente seguro foi mais difícil do que Raman imaginava.

“Conseguir que ele se adaptasse a uma casa não foi fácil no começo”, disse Raman. “Ele não tinha certeza para onde ir e o que explorar, então ele apenas se sentava em um canto”.

“Quando eu o levava para passear, ele ficava constantemente apavorado, com medo de que eu o deixasse de volta nas ruas, então ele puxava a coleira para longe de mim e corria de volta para o estacionamento do nosso complexo de edifícios”, acrescentou Raman. “Isso aconteceu por um tempo até que ele percebeu que não iríamos abandoná-lo de forma nenhuma”.

Dois meses depois, Snowy finalmente entendeu o quanto ele é querido e amado por sua família.

“Ele dorme e espera que a gente chegue em casa do trabalho, que é quando ele nos entrega todo o seu amor e nós retribuímos da mesma forma com ele”, disse Raman. “Ele também se dá incrivelmente bem com qualquer cão que ele encontre e é muito bem comportado com crianças e convidados”.

Snowy manteve uma coisa do seu passado, no entanto. Ele ainda ama abraços de seu pai – mesmo quando ele não está com sono.

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Cachorro que perdeu metade do rosto finalmente encontra o final feliz que merece

Foto: Viktor Larkhill

Foto: Viktor Larkhill

Brutalmente espancado até perder metade do rosto, o pequeno cãozinho, com muita coragem e resiliência, lutou para sobreviver e finalmente conseguiu a vida que merecia.

Tutor monstruoso

O cachorrinho, chamado Skye, só queria brincar. Seu antigo tutor, por outro lado, não tinha paciência para isso.

Skye pediu de novo e de novo por atenção, latindo para seu tutor e convidando-o para brincar. Depois de um tempo, seu dono simplesmente não queria mais aturar isso.

Segundo informações do site Wamiz, ele se levantou de repente, pegou o primeiro objeto pontiagudo que encontrou e começou a espancar violentamente o cachorro com ele.

Um resgate muito aguardado

Felizmente para Skye, as notícias sobre a condição em que ele havia sido deixado logo chegaram até o abrigo local de animais. Um voluntário deste abrigo decidiu ir em seu socorro. Ela foi buscá-lo e levou-o diretamente para ser atendido pelos veterinários.

Os nervos no rosto de Skye estavam tão danificados que ele nem conseguia abrir a boca. De fato, para ser alimentado, Skye teve que ter um tubo enfiado em sua garganta. A terrível surra o deixara apenas com metade do rosto.

Uma nova vida

Depois que Skye foi tratado e começou a se recuperar, voluntários do abrigo publicaram um post nas mídias sociais, esperando que sua personalidade ofuscasse sua aparência e o ajudasse a ser adotado.

Skye foi de fato adotado, mas seus ferimentos continuaram severos. Sua família amorosa decidiu levá-lo à Espanha para ver o único veterinário que poderia fazer algo mais por ele: Dr. Viktor Larkhill.

Depois de várias intervenções, o especialista conseguiu curar completamente o que restava do rosto do cachorro. Skye agora é capaz de comer com sucesso sem sonda gástrica.

E depois de meses de reabilitação, ele agora está vivendo uma vida feliz e serena cercada por sua família humana e canina amorosa. O passado não passa, definitivamente, de passado.

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Cachorra adota filhote de gato e cria junto com seus filhos

Foto: Jamie Myers

Foto: Jamie Myers

Nala era apenas um filhote recém-nascido quando foi abandonada sozinha em um beco sujo. Um vizinho ouviu o choro da pequena gata malhada e levou-a para o Serviço Regional de Proteção Animal do Condado de Spokane (SCRAPS) em Spokane, Washington (EUA).

A gatinha nunca tinha conhecido o amor de uma mãe, mas logo, duas mães incomuns se apresentaram para ajudá-la a crescer forte e e confiante.

Encontrada em uma idade ainda tão jovem, Nala teve que ser colocada com uma família em um lar temporário para ter mais chances de sobrevivência. Quando Jamie Myers viu um pedido de ajuda no Facebook, ela aproveitou a chance para pegar a gatinha. Ela estava cuidando (dando lar temporário) a uma gata que havia perdido recentemente alguns de seus bebês e sabia que Nala se encaixaria bem na pequena família.

Nala | Foto: Jamie Myers

Nala | Foto: Jamie Myers

“Ela era cerca de uma semana e meia mais nova que o grupo de gatinhos que eu estava cuidando, então eu disse: ‘Essa mamãe gata é maravilhosa, ela aceitou muito bem o bebê, então vamos ver se ela não pode mamar?”, Myers disse ao The Dodo. “Nala começou a mamar imediatamente e mamãe a aceitou instantaneamente. Ela começou a lambê-la, limpando-a e mostrando sua aceitação e amor”.

No momento em que a mamãe gata e seus bebês já estavam prontos para serem adotados, Nala ainda não era grande o suficiente para encontrar uma família adotiva e uma nova casa.

“Ela fez tudo mais tarde do que o resto do grupo”, disse Myers. “Quando todos abriram os olhos, ela ainda estava com os olhos fechados e, quando começaram a andar, ela ainda se agarrava à mãe para mamar”.

Nala e a família de gatos | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de gatos | Foto: Jamie Myers

Nala estava sozinha novamente – mas não por muito tempo. Myers tinha levado para casa, para dar lar temporário a uma cachorra chamada Izzy que havia tido filhotes recentemente. Os peitos de Izzy estavam cheios porque ela estava amamentando sua própria ninhada, mas ela ainda estava determinada a adotar a gatinha solitária.

“A mamãe cachorra continuou tentando pegar Nala, buscá-la e colocá-la com o resto de seus bebês”, disse Myers. “Ela parecia pensar que Nala era um dos seus que bebês estava fora, desaparecido e voltou – ela continuava tentando colocá-lo de volta junto com os outros”.

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Izzy tornou-se cada vez mais insistente no fato de que Nala pertencia realmente a ela, então, eventualmente, Myers decidiu dar uma chance. “A gatinha não podia andar pelo chão sem que Izzy se levantasse para amamentá-la”, disse Myers. “Ela estava tentando nos dizer: ‘Essa pequena criatura pertence à minha família’”.

Para ajudar a mamãe a se acalmar, Myers colocou Nala na cama de Izzy e supervisionou suas interações. Uma mudança notável ocorreu assim que Nala se juntou ao grupo, e Myers sabia que ela tinha feito a coisa certa tanto pelo cachorro quanto pelo gatinho.

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

“Assim que colocamos Nala com seus bebês, ela se acalmou e ficou feliz na hora: tudo estava certo em seu mundo novamente”, disse Myers. “E Nala, de repente, tinha todos esses pequenos corpos quentes para se aconchegar e amar, e uma nova mamãe peluda para cuidar dela, e ela tinha acabado de se encaixar com sua segunda família adotiva.”

Nala rapidamente se adaptou muito bem à sua nova rotina com sua família de cães: “Ela entrava e saía do local onde eles estavam instalados sozinha. Então, quando ela terminava de se aconchegar, ela saía e ia comer sua comida de gatinho e brincar um pouco, e então ela voltava direto pra perto da mãe”, disse Myers. “Sempre que ela queria dormir, ela ia pra perto de sua família e ficava lá dormindo com eles”.

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Com o amor e o cuidado de suas três famílias adotivas – cão, gato e humano – Nala cresceu e finalmente estava pronta para adoção.

Mas para Izzy, Nala finalmente saindo da casa era ruim e bom ao mesmo tempo. Felizmente, Myers sabia exatamente o que fazer para acalmar Izzy novamente.

Izzy e os novos gatinhos | Foto: Jamie Myers

Izzy e os novos gatinhos | Foto: Jamie Myers

Ela concordou em abrigar, dando lar temporário a um par de irmãs gatinhas desesperadamente necessitadas de amor e atenção. E Izzy não poderia estar mais feliz, Myers observou: “Agora Izzy tem mais dois gatinhos que ela está amando e criando”.

Izzy é a prova que o amor de uma mãe não tem limites – não importa a espécie.

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Ecossistema das Ilhas Galápagos ameaçado pela presença de aviões americanos

Foto: Mirror UK

Foto: Mirror UK

Ambientalistas condenaram de forma veemente a decisão do governo equatoriano de dar permissão aos militares dos EUA para pouso e decolagem de aviões no aeroporto das Ilhas Galápagos.

As aeronaves do exército americano poderão usar o Aeroporto San Cristobal, localizado no arquipélago, de acordo com o anuncio do governo equatoriano, como parte de um plano para “combater o narcotráfico”.

Segundo ele, dois aviões da força aérea norte-americana patrulham o Oceano Pacífico procurando e identificando atividades ilícitas de acordo com informações do The Independent.

Mas especialistas em biodiversidade e conservacionistas alertam que o aumento na atividade de aviação pode afetar seriamente o ecossistema das ilhas.

O professor Laleh Khalili, da Universidade de Londres, postou no Twitter: “Eles pavimentaram o paraíso e ergueram uma pista de pouso nele”.

Ativistas pediram ao governo mais informações sobre o escopo da cooperação. com os EUA, e sobre propostas adicionais para estender a pista em San Cristobal, em meio a temores de que tal construção poderia causar mais danos aos meio ambiente.

O arquipélago está situado a 800 km a oeste do Equador e foi considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco, famoso por sua variedade única de vida vegetal e animal.

As Ilhas Galápagos inspiraram o famoso livro de Charles Darwin sobre a evolução, A Origem das Espécies, depois de sua visita ao arquipélago na década de 1830. Eles limitam o número de turistas autorizados a visitar o local para tentar proteger seus habitats naturais e a biodiversidade .

Os animais nativos das ilhas incluem tartarugas gigantes, iguanas-de-crista-preta, pinguins e grandes arraias-manta oceânicas.

O ex-presidente do Equador, Rafael Correa, estava entre os que ficaram incomodados com a decisão, alertando no Twitter que as ilhas “não são um porta-aviões” para os EUA.

O deputado Carlos Viteri, da oposição, classificou o novo acordo como “inaceitável” e advertiu que ele deveria ser bloqueado “se quiser ceder uma polegada de território equatoriano”.

A constituição do Equador descreve o país como “território da paz” e proíbe a construção de bases militares estrangeiras para fins militares em qualquer lugar em seu território.

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Filhotes de urso dão os primeiros passos na grama após serem resgatados de circo

Foto: Animals Asia

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O vídeo capta o momento em que duas irmãs filhotes de urso dão seus primeiros passos na grama depois de serem resgatados de uma vida de crueldade, abuso e sofrimento no circo.

Os ursos da lua, também conhecidos como ursos negros asiáticos (Ursus thibetanus), são classificados atualmente como espécie em extinção pela IUCN e foram caçados na natureza e obrigados a andar de moto em um palco em circo no Vietnã.

Imagens terríveis de dentro do circo mostram um dos filhotes amordaçados caindo de uma bicicleta antes de serem pegos pela nuca.

Os filhotes são irmãs e foram nomeados Sugar and Spice. Eles foram resgatados após uma investigação da ONG Animals Asia.

A entidade diz que os ursos de circo podem passar suas vidas inteiras em pequenas gaiolas ou celas de concreto, sem nunca verem árvores e grama ou escolherem por onde querem caminhar.

Sarah van Herpt, que está cuidando dos filhotes, disse que o momento em que pisaram na grama pela primeira vez foi “mágico e emocionante”.

Foto: Animals Asia

Foto: Animals Asia

Ela disse: “Eles estavam curiosos e encantados com o mundo exterior, mas ao mesmo tempo com medo também.

“Sem a mãe deles para protegê-los, eles se sentem vulneráveis e sabem (sentiram na própria pele) quão terrível a exploração pode ser, mas com o tempo eles perceberão que estão seguros em nosso santuário”.

“Ninguém mais pode machucá-los”. Os ursos da lua deveriam ser protegidos de caçadores sob a lei vietnamita, mas os filhotes foram encontrados sendo explorados abertamente no palco do Circo Central em Hanói.

Como eles nunca aprenderam habilidades essenciais de sobrevivência de sua mãe, como seria o natural, os filhotes terão que crescer no santuário de ursos da Animals Asia.

Foto: Animals Asia

Foto: Animals Asia

Eles serão eventualmente integrados a uma comunidade existente de quase 200 ursos resgatados. A Animals Asia está pedindo ao governo vietnamita que proíba as apresentações circenses com ursos e envie os animais para centros de resgate e santuários.

A CEO da Animals Asia, Jill Robinson, acrescentou: “É inconcebível que ursos tão jovens ainda confusos e assustados estejam sendo explorados e forçados a se apresentar no palco de circos no Vietnã”.

“Estes animais estão ameaçados, protegidos pelas leis nacionais e profundamente traumatizados pelo que está sendo feito a eles. As condições em que elas são mantidas são horríveis e não há consideração pelo seu bem-estar enquanto estão no palco”. “Felizmente, a crueldade acabou para Sugar e Spice, mas não vamos desistir de outros animais que sofrem o mesmo destino terrível.”

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Gatinho tido como cego mostra os olhos mais lindos quando finalmente consegue abri-los

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

Quando Carmen Morales conheceu Cotton, ela não conseguia acreditar no quanto o gatinho estava doente e maltratatado. O animal mal podia se mexer e ninguém acreditava que ele sobreviveria.

Encontrado nas ruas da Flórida (EUA) em situação de rua, o pequenino gato branco estava faminto, magro e com muita dor. Ele desenvolveu uma sarna terrível e as feridas se espalharam por todo o corpo – incluindo seus olhos.

“Ele nem ao menos conseguia ver ou abrir os olhos porque os ácaros tomaram conta dos seus olhos que estavam em estado crítico”, disse Morales, fundador do Animal Friends Project, ao The Dodo.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

“Deve ter sido tão assustador para ele não poder enxergar mais. Ele estava sozinho e provavelmente magro daquele jeito porque não conseguia encontrar comida”.

Morales, que deu lar temporário a dezenas de gatos resgatados doentes ao longo dos anos, criou uma ala de quarentena para o gato em seu banheiro, onde ela começou a alimentá-lo com refeições regulares e tratá-lo com um arsenal de antibióticos.

Cotton estava se coçando muito e se sentindo desconfortável – mas depois de alguns dias de tratamento, ele finalmente começou a sentir algum alívio.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

“Nós podíamos ver seu corpo tenso começar a relaxar com o passar dos dias”, disse Morales. “Ele foi finalmente capaz de descansar sem se coçar muito”.

Embora Cotton não pudesse ver nada, ele instintivamente confiava em Morales. O gatinho era tão paciente e submisso enquanto Morales aplicava pomada e óleo de coco em sua pele irritada todos os dias, e esperava vê-la pronta para receber carinhos e petiscos.

A condição de Cotton continuava melhorando. Então, depois de algumas semanas de cuidados constantes, algo incrível aconteceu.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

Cotton abriu os olhos – e ela podia ver.

Os olhos não foram apenas curados de Cotton curados, mas eles eram impressionantes. Um olho é azul brilhante, enquanto o outro é castanho-claro.

Com o passar dos meses, Cotton finalmente superou seus problemas de saúde e parecia um gato completamente diferente.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

Morales ficou chocado – e pelo que parecia, Cotton também estava. Ele tinha uma nova energia para finalmente ver o mundo ao seu redor depois de ser incapaz de enxergar por tanto tempo. Ninguém sabe quanto Cotton tempo passou sem sua visão, mas provavelmente sua provação durou por muitos meses.

“Achamos que ele era cego e que ele seria cego para sempre”, disse Morales. “O veterinário pensou que, mesmo quando seus olhos se recuperassem, eles poderiam ter sido danificados, mas eles não estavam. Foi uma surpresa tão maravilhosa. Seus olhos eram simplesmente lindos!”.

Depois de três meses completos em recuperação, Cotton, de 6 anos, era como um gato novo – e ele criou um vínculo especial com Morales. Onde quer que ela fosse, ele a seguia e ela era a única que podia acariciá-lo por mais de alguns segundos. Em torno de outras pessoas, ele agia na defensiva, mostrando nervosismo e timidez – mas com Morales ao seu lado, ele lentamente se tornou confortável e confiante.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

“Se eu for para outra sala, ele espera do lado de fora da porta miando”, disse Morales. “Ele dorme comigo, fica do meu lado o tempo todo. Ele e eu temos um relacionamento maravilhoso. Ele é um bom comunicador e adora miar para mim”.

Depois de tudo que Cotton suportou, ele está vivendo uma vida maravilhosa agora – e acima de tudo, Morales é tão grata que por tê-lo encontrado quando isso aconteceu.

É claro que o pequeno Cotton sente o mesmo.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

“Recebemos muitas solicitações de adoção para ele devido à sua aparência linda, mas no final eu percebi como ele estava ligado a mim”, disse Morales. “Eu não tive coragem de fazê-lo passar por outra grande mudança. Ele já tinha passado por tanta coisa”.

Cotton ficou muito feliz em se tornar um membro permanente da família, e agora passa seus dias relaxando, brincando e seguindo sua mãe em todos os lugares que ela vai.

“Ele é tão bonito além de ser o companheiro perfeito para a nossa família”, disse Morales.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

“Gatos como o Cotton dependem das pessoas para se curar, porque nem sempre podem pedir ajuda… Tenho certeza de que muitas pessoas passaram por ele e não o ajudaram por causa do quanto ele estava doente e feio, mas ele estava apenas esperando que alguém lhe desse uma chance”.

Não feche os olhos, ajude os animais, se você passar por um animal precisando de socorro, ofereça auxílio, animais são vidas preciosas, como as nossas, e assim como sofremos, sentimos e amamos eles também são capazes de fazê-los.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Filhote de baleia tem que ser sacrificado após ter a cauda decepada por barco

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

As imagens mostram o momento comovente que um filhote de baleia é encontrado flutuando impotente na água após sua cauda ter sido cortada por um barco.

A baleia-piloto-de-barbatana-curta foi descoberta por especialistas marinhos na costa de Tenerife, nas Ilhas Canárias, com a cauda decepada ainda presa e pendurada em seu corpo.

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

Ela lutava para nadar junto com seu grupo que ficava ao seu lado.

O fotógrafo subaquático Francis Pérez foi chamado para resgatar a baleia junto com um biólogo marinho e um veterinário da vida selvagem.

Eles puxaram o filhote para fora da água e colocaram no barco, mas o bebê não tinha chances de recuperação.

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

Tudo o que eles podiam fazer era manter o filhote sedado até morrer, poupando-lhe mais sofrimento desnecessário.

Pérez disse que foi “um dos dias mais tristes” no tempo em que ele tem documentado a vida oceânica nas Ilhas Canárias.

Ele disse: “Eu estava esperando que os cortes fossem causados por mordidas de tubarões, mas não, eles foram causados por um outro tipo de animal bem mais perigoso e cruel: o animal humano”.

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

“E de acordo com a necropsia, por um objeto pontiagudo, como uma hélice de um pequeno barco”. O filhote ferido estava migrando através da faixa marinha de Teno-Rasca, uma zona demarcada de conservação especial.

Esta zona é o lar de uma das mais importantes populações de baleias-piloto do mundo, mas o risco de colisões fatais com navios é alto devido ao tráfego intenso de balsas e embarcações marítimas.

O fotógrafo da National Geographic, Paul Nicklen, disse que a “imagem forte e chocante” de Pérez deveria ser um “toque de despertar” para a mudança urgente que precisa ser feita.

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

Ele disse: “O que todos nós precisamos fazer é nos tornarmos mais engajados. A imposição de regulamentações sobre os limites de velocidade das embarcações é muito difícil, mas tudo começa com a conscientização e pressão pública; o tipo que exige que as vozes de milhares de pessoas sejam ouvidas”.

“Cenas como essa me deixam tão irritado e triste como também extremamente motivado para fazer algo sobre isso e não que seja mais uma morte em vão”.

Estou trabalhando com o Sea Legacy para criar um movimento global de pessoas que pressionem as autoridades por mudanças legislativas criadas para evitar esse tipo de acidente.

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