Cinco trilhões de sacolas plásticas serão usadas em 2019

Poderíamos cobrir a França com a quantidade de sacolas plásticas consumidas por ano (Foto: Shutterstock)

Poderíamos cobrir a França com a quantidade de sacolas plásticas consumidas por ano (Foto: Shutterstock)

Por David Arioch

De acordo com a organização Ocean Watch e o site The World Counts, a estimativa é de que cinco trilhões de sacolas plásticas serão usadas no mundo todo em 2019.

Isso significa 160 milhões de sacolas plásticas utilizadas por segundo e um total de plástico que poderia cobrir duas vezes a França ou, se colocarmos uma sacola atrás da outra, poderíamos dar a volta ao mundo sete vezes.

No Brasil, a qualquer compra, por mínima que seja, até mesmo de um artigo do tamanho de um dedo, há o costume de colocar o produto em uma sacolinha antes de entregá-lo ao consumidor.

Outra prática usual é não colocar produtos diferentes na mesma sacola, demandando inúmeras sacolas plásticas para produtos que caberiam somente em uma, e que, para benefício do meio ambiente, poderia ser basicamente uma ecobag.

Além disso, os consumidores poderiam ser reeducados a não exigirem inúmeras sacolas em qualquer circunstância, e até mesmo a motivarem comerciantes a estimularem outros consumidores a optarem por uma alternativa menos nociva ao meio ambiente. Quem sabe, oferecendo ecobags ao lado do caixa, que já é uma realidade crescente no mundo.

Sabemos também que há produtos e itens que não demandam sacolas. É apenas uma questão de costume, e que pode ser facilmente adaptado. Não é novidade também que a maioria das sacolas plásticas passa por descarte incorreto e pode levar pelo menos 200 anos para se decompor.

Até lá, muitas são jogadas em qualquer lugar, entopem bueiros, dificultam o escoamento da chuva e potencializam inundações, além de pararem nos oceanos, interferindo na vida marinha.

E podem ainda criar uma camada plástica que impermeabiliza o solo, além de liberar toxinas na atmosfera. E se você é vegano, é válido ponderar que muitas das sacolinhas plásticas trazem gordura animal na composição.

As matérias-primas mais comuns são o petróleo e o gás natural, mas a gordura animal é usada com a finalidade de facilitar o processamento dos polímeros brutos e reduzir a fricção do material – o que também é um bom motivo para abolir ou pelo menos desacelerar esse consumo.

Famílias ribeirinhas protegem desovas de quelônios no Acre

Eles registram o número de ninhos, de ovos e de filhotes vivos e soltos nos rios (Foto: SOS Amazônia/Divulgação)

Eles registram o número de ninhos, de ovos e de filhotes vivos e soltos nos rios (Foto: SOS Amazônia/Divulgação)

Por David Arioch

Desde 2003, e com o apoio da associação SOS Amazônia, famílias ribeirinhas do Acre protegem voluntariamente desovas de quelônios como tartarugas, tracajás e iaçás em praias do Rio Juruá, situadas na região do Parque Nacional da Serra do Divisor e da Reserva Extrativista Alto Juruá.

Nas duas maiores Unidades de Conservação (UC) do Acre, que concentram grande diversidade biológicas na fronteira com o Peru, os ribeirinhos têm desempenhado papel fundamental na proteção das praias e no monitoramento da desova, eclosão dos ovos e da soltura dos filhotes.

“Demonstram muito amor pela causa. As crianças acompanham os pais nessa atividade, o que as aproxima da prática de conservação dessas espécies. Eles registram o número de ninhos, de ovos e de filhotes vivos e soltos nos rios”, destaca a SOS Amazônia.

As informações coletadas e registradas em fichas de campo são repassadas à associação que analisa e monitora os resultados. “Por outro lado, e muito importante também, são as pessoas e empresas que, mesmo de longe, ajudam esse trabalho a acontecer, fazendo doações no nosso site institucional”, informa.

Com os recursos arrecadados a SOS Amazônia consegue mobilizar mais famílias na proteção de quelônios – entregando kits de proteção das praias, realizando visitas técnicas e distribuindo material para registro e mapeamento, além de acompanhar o período de soltura dos filhote de quelônios.

A expressão zangada desse gato está fazendo dele uma estrela da internet

Foto: LouisandMonae/Instagram

Foto: LouisandMonae/Instagram

A expressão de raiva e braveza do gato Louis engana muita gente, mas é tudo só aparência pois ele é um amor em todos os aspectos.

O gato persa de 6 anos de idade, que ostenta uma carranca permanente desde que era um gatinho filhote, está ganhando fama no Instagram graças à sua expressão zangada.

E enquanto nunca poderia haver outro “Grumpy Cat”, isso não impediu que os fãs o chamassem exatamente desso nome.

A expressão de Louis, com boca virada para baixo e os grandes olhos amarelos apertados, que ele tende a piscar frequentemente, fazem com que o gato pareça um “velho mal-humorado”, de acordo com sua mãe, Michelle Alexis. Mas quando se trata da personalidade de Louis, a aparência pode ser enganadora.

“Louis é agora chamado de o novo “Grumpy Cat”, falecido em maio último, disse Alexis ao LADbible. “Mas ele é realmente muito doce, feliz e brincalhão”.

Foto: LouisandMonae/Instagram

Foto: LouisandMonae/Instagram

“Ele adora se aconchegar na gente e esfregar a cabeça; ele persegue lasers e brinca com seus brinquedos o dia todo”, acrescenta ela.

Alexis é frequentemente questionada se a expressão dramática de Louis é o resultado de uma deformidade genética. No entanto, nariz arrebitado de Louis e bochechas rechonchudas são apenas como ele é mesmo.

Seu longo e esvoaçante pelo precisa de uma boa quantidade de escovação diária e o ocasional “corte de leão”. Mas ele tem um guarda-roupa cheio de suéteres e camisas para mantê-lo quente e confortável quando seu pelo está mais curto.

Foto: LouisandMonae/Instagram

Foto: LouisandMonae/Instagram

Louis mora com sua mãe em Austin, Texas (EUA), e gosta de sair em aventuras ao ar livre e brincar com sua irmã, Monae.

No entanto, quando Monae se juntou à família em 2015, a gatinha resgatada da ONG Austin Pets Alive atormentou seu irmão mais velho.

Felizmente, os dois cresceram e se tornaram os melhores amigos, felizes em ficar juntos no pé da cama de sua mãe ou se unir para pedir guloseimas. “Ela até provoca e aborrece ele”, disse Alexis, “mas na verdade ela o ama”.

Louis atualmente tem mais de 4 mil seguidores no Instagram e está a caminho de se tornar uma sensação na Internet (quer esteja satisfeito com isso ou não).

O Grumpy Cat nunca poderá ser substituído, mas talvez Louis e seu rosto peculiarmente furioso possam ajudar a preencher o vazio deixado por ele.

Como Louis diz em um post no Instagram: “Deixe-me tranquilizá-lo. Estou muito longe de ser mau-humorado, mas pode me chamar assim se quiser”.

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Músico e produtor Simon Cowell defende os animais e adota o veganismo

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

O músico, produtor e juiz do programa American Idol, Simon Cowell, tem dado passos significantes em defesa dos animais.

Cowell que disse recentemente em um entrevista ao The Sun que estava se tornando vegano em comemoração ao seu aniversário de 60 anos (em outubro), conta que abandonou a carne, os laticínios, o trigo e açúcar e alega que sua nova dieta o tornou mais bonito – dizendo “Eu ganharia uma nota oito [numa escala de 10] e agora eu sou um 11!”.

O músico revela que graças a sua alimentação tem se sentido mais disposto e ainda perdeu 10 kg desde que mudou seus hábitos alimentares.

Mas não é só na alimentação que o produtor e executivo tem agido em prol dos animais, ano passado Cowell doou 49 mil dólares para a Humane Society International (HSI) para salvar 200 cães de uma fazenda de carne de cachorro sul-coreana.

A HSI disse que os cães estavam amontoados em gaiolas minúsculas e imundas. Alguns eram animais domésticos e ainda usavam coleiras.

Os cães financiados por Cowell chegaram a St. Catharines no início de outubro.

“Estamos orgulhosos por fazer parte da parceria com a Humane Society International e Simon Cowell, e temos o prazer de ajudar esses cães que certamente merecem casas amorosas”, disse o diretor executivo da ONG Kevin Strooband.

“A generosa doação de Simon significa muito para nós e dá um enorme impulso ao nosso apelo para fechar esta horrenda fazenda de carnes de cães”, disse a diretora-executiva da HSI UK, Claire Bass, em um comunicado.

“Mais de 200 cães estão definhando nas condições mais terríveis imagináveis, mas temos uma chance real de salvá-los.”

Uma vez que tenham sido apanhados na fazenda, os cães serão levados para o Canadá e adotados em novas casas. Ms Bass diz que é um pequeno passo no caminho para fechar toda a indústria.

“Com todas as fazendas de cães que fechamos e todos os criadores que ajudamos a mudar para um negócio mais lucrativo e humano, estamos mostrando ao governo sul-coreano que é possível acabar com esse comércio cruel”.

“Esses pobres cães tiveram as piores vidas até agora, então estamos desesperados para tirá-los daquelas terríveis gaiolas e mostrar-lhes amor, camas macias e braços amorosos pela primeira vez em suas vidas.”

De acordo com a HIS, os criadores sul-coreanos normalmente criam 2,5 milhões de cães por ano para comer. Mas a carne de cachorro diminuiu em popularidade nos últimos anos. A carne é mais frequentemente consumida durante os meses de verão em uma sopa chamada bosintang, que a crença popular acredita aumentar a resistência.

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Mais de 70 baleias cinzentas apareceram mortas em menos de 6 meses preocupando cientistas

Foto: NOAA

Foto: NOAA

Mais de 70 baleias cinzentas surgiram na costa oeste da América do Norte causando preocupação aos cientistas. Mas por que tantas baleias cinzentas estão morrendo de repente?

Desde janeiro deste ano, mais de 70 baleias cinzentas morreram na costa dos estados da Califórnia, Oregon, Washington, Alasca e também do Canadá. Isso é o máximo de mortes ocorridas em um único ano desde 2000, e os especialistas afirmam que tem motivos para se preocuparem.

Na semana passada, a NOAA – Administração Nacional Oceânica e Atmosférica – classificou esses encalhes como parte de um evento de mortalidade incomum (UME). Sob a lei de Proteção aos Mamíferos Marinhos dos EUA, a designação de uma UME significa que mais recursos e perícia científica serão dedicados a investigar o que está causando tantas mortes de baleias.

O avistamento de diversas baleias cinzentas (Eschrichtius robustus) nadando ao longo da costa oeste nesta época do ano é esperado. De março a junho, esses grandes mamíferos marinhos nadam para o norte a partir da costa da Baja California, no México, até as águas frias e ricas em alimentos dos mares de Bering e Chukchi, ao norte do Alasca. Eles vão começar sua viagem de volta ao sul em novembro.

Esses belos gigantes marinhos já foram severamente ameaçados por baleeiros. Havia apenas cerca de 2 mil deles em 1946, quando um acordo internacional para parar a caça às baleias cinzentas foi iniciado com o objetivo de ajudar a população da espécie a se recuperar, segundo o Centro de Mamíferos Marinhos, uma ONG que resgata e reabilita mamíferos marinhos na Califórnia.

As baleias cinzentas foram retiradas da lista de espécies ameaçadas dos EUA em 1994, quando a população era estimada em cerca de 20 mil membros.

Uma UME anterior de 1999 a 2000 derrubou essa população, chamada população do Pacífico Norte Oriental, para cerca de 16 mil indivíduos, mas as baleias se recuperaram. Em 2016, os cientistas estimaram que havia cerca de 27 mil baleias cinzentas.

“Sabemos com base em dados passados que essa população é capaz de se recuperar de uma perda na ordem de pelo menos 6 mil, talvez”, disse David Weller, biólogo especializado em pesquisa da vida selvagem do Centro de Ciências da NOAA Southwest. Mas ainda não está claro o que está causando tantas mortes de baleias.

Por enquanto, a prioridade é aprender o máximo possível com os animais mortos que chegam as praias, disse Weller. “Os números são alarmantes e precisamos continuar a monitorá-los de perto”.

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Mãe leva sua filha de nove meses nas costas quando sai para caçar animais

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Uma caçadora revelou que leva sua filha de nove meses em suas caçadas, e até veste a criança uma “roupa especial de caça” para as expedições onde diversos animais são mortos.

A mãe em tempo integral, Rebekah Stephens, 30 anos, de Ohio (EUA), tinha apenas sete anos quando acompanhou pela primeira vez o pai em uma de suas caçadas e passou a realizar a atividade frequentemente desde então.

Agora Rebeca, que caça com arco e flecha, contou como levou sua filha junto com ela durante as expedições, carregando-a nas costas, e até comprou uma roupa “fofa” para a menina usar nas viagens de caça.

Ela disse: “Espero que ela goste de caçar e pescar como eu; ela já adora o ar livre”.

Rebekah cresceu alimentando-se dos animais que seu pai caçava, e ela teve sua primeira caçada (matou por si mesma) em 1999, quando ela tinha 10 anos de idade.

Ao longo dos anos, ela tem caçado veados, perus, coelhos e seu maior “troféu” foi um cervo de cauda branca. Rebeca usa um arco e flecha para caçar.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Os animais que são mortos por ela são comidos ou são transformados em itens de decoração da casa ou roupas, já que Rebekah tenta aproveitar o máximo possível dos animais depois de suas caçadas.

Mas sua paixão pela caça não diminuiu, mesmo quando ela se tornou mãe em agosto de 2018 – sua filha agora tem nove meses – e seu nome é Isabella, e Rebekah tem caçado com ela desde que a criança nasceu.

Algumas pessoas desejaram-lhe coisas ruins em função de seu hobby, mas ela conta que aprendeu a ignorar os comentários.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Rebeca disse: “Eu fui criada em uma pequena cidade em Nova Jersey e meu pai me ensinou a caçar e pescar desde muito cedo”.

A caçadora diz que se sente grata ao pai por encorajá-la a caçar, dizendo: “Mesmo muito jovem eu já estava obcecada em caçar ao ar livre e levei isso ainda mais a sério que meus irmãos. Sou extremamente grata por ter um pai que achava que as meninas também poderiam caçar”.

“Quando criança, eu achava que a caça era apenas uma maneira de colocar comida na mesa; nós não comprávamos carne, sempre tínhamos carne de cervo para comer”.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Ela continuou com sua linha de pensamento distorcida: “Eu amo tudo sobre caçar, mas sempre adorei estar ao ar livre. É um momento de paz, vejo tantas coisas na mata que os outros nunca conseguem ver”.

“Eu também estou fornecendo comida para mim e para a família. Por fim, o dinheiro da minha licença de caça vai para o financiamento da conservação”, defende-se ela.

A mãe caçadora, conta que já matou vários animais, incluindo veados e coelhos, diz que ela matou mais recentemente um peru.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Ela explicou: “Você só pode caçar enquanto é dia, mas eu me levanto muito cedo, então estou na mata antes do amanhecer e os perus não me veem andando pela floresta”.

Rebekah fez questão de envolver sua filha no hobby e começou a levá-la para caçar desde muito cedo.

Eu recebo alguns comentários de ativistas anti-caça dizendo coisas como “como você tem coragem de submeter sua filha a um ritual de morte” e outras coisas como “como você pode ensinar a um bebê inocente coisas tão horríveis como caçar?”.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

‘Eu tento não deixar isso me incomodar; pode ser difícil às vezes, mas estranhos online não me conhecem, então realmente não podem me julgar.

E Rebekah admitiu que tem grandes esperanças para sua filha Isabella, que segundo a mãe, já ama o ar livre e se comporta bem nas caçadas.

Ela disse: “Espero que ela goste de caçar e pescar como eu; ela já adora o ar livre. No entanto, se ela optar por não caçar e pescar, vou respeitar sua decisão”.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Enquanto muitos pais se esforçam para ensinar aos filhos valores como compaixão, ética e amor universal. Outros os introduzem em um mundo de sangue e morte.

Todas as vidas tem valor, a morte de animais indefesos é um violência e um crime contra esses seres sencientes e únicos.

Como um usuário das redes sociais deixou registrado em um comentário para Rebekah: “como você se sentiria se você e sua filha fossem as presas a serem caçadas, perseguidas e mortas?”.

Assim se sentem os animais.

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Um dos maiores mercados de carne de cachorro da Coreia do Sul é fechado

Foto: HSI

Foto: HSI

Um dos maiores mercados de carne de cachorro da Coréia do Sul será fechado definitivamente até o final do mês.

O Gupo Livestock Market, em Busan, um dos maiores mercados do país, que vende carne de cachorro congelada, assim como cachorros vivos que são mortos mortos por encomenda, será transformado em um parque público.

As autoridades locais chegaram a um acordo com os 19 vendedores de carne de cachorro do mercado para encerrar seus negócios no final do mês.

Nara Kim, ativista que luta contra o comércio carne de cachorro da ONG Humane Society International (HSI), elogiou o encerramento como um “fim da era da carne de cachorro” e elogiou os dois lados por trabalharem em prol de um objetivo comum que beneficie a comunidade.

O declínio da indústria de carne de cachorro da Coréia do Sul

“A HSI tem trabalhado com produtores de carne de cachorro na Coréia do Sul por quase quatro anos, ajudando-os a fechar seus negócios, à medida que mais pessoas do condado se afastam da carne de cachorro”, disse Kim.

A Coreia do Sul é a única nação que cria cães para consumo humano. Segundo a HSI, mais de 2 milhões de cães são mortos por carne a cada ano. Cães são mantidos em gaiolas de arame e a morte acontece lentamente, por eletrocussão. É normal nessas instalações cruéis que os cães demorem até cinco minutos para morrer.

Mas a opinião pública em relação a carne de cachorro está mudando. O consumo também está em declínio; 70% dos sul-coreanos dizem que não comerão carne de cachorro no futuro, de acordo com uma pesquisa realizada junho de 2018 conduzida pela Gallup Korea.

A HSI também observa que o setor está em um “limbo jurídico”. As disposições da Lei de Proteção aos Animais da Coreia do Sul proíbem a matança de animais de forma “brutal” e na frente de outros animais da mesma espécie.

O grupo internacional ajudou a fechar uma dúzia de fazendas de carne de cães desde que lançou sua campanha coreana em 2015. O fim do Gupo Livestock Market segue o fechamento de Taepyeong, o maior matadouro de cães da Coreia do Sul, em novembro passado. Seu fechamento foi um esforço colaborativo entre a HSI e o grupo local de direitos animais, a Korean Animal Welfare Association.

Assim ocorreu com o Gupo, o mercado de Taepyeong será transformado em um parque público. Em novembro passado, a HSI ajudou um criador de cães por carne – que realizava a atividade há 14 anos – a fechar sua fazenda para começar a cultivar ervas medicinais.

“Este é o golpe de misericórdia a um comércio de carne de cachorro cada vez mais impopular”, disse Kim. “E esperamos que inspire novos fechamentos no futuro, em locais e mercados onde os cães também sofrem pelo comércio de carne, como o mercado de Chilsung em Daegu”.

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Cão com defeito facial não consegue ser adotado até que um post na Internet muda tudo

Foto: Atlanta Humane Society

Foto: Atlanta Humane Society

Mosley pode parecer um pouco diferente ao primeiro olhar – mas a equipe que o resgatou acha que seu diferencial o deixa ainda mais bonito e carismático.

Quando o cão jovem apareceu pela primeira vez em um abrigo rural da Geórgia (EUA), ele foi esquecido por vários meses, ninguém queria adotá-lo, porque havia tantos outros cães disponíveis lá. O abrigo estava lotado e ocupado, e ninguém realmente prestou atenção nele.

Foto: Atlanta Humane Society

Foto: Atlanta Humane Society

Isso até que Amanda Harris, gerente de programas de marketing da Atlanta Humane Society, viu a foto de Mosley on-line e soube instantaneamente que o cachorro era especial. Ela saiu logo depois para ir buscá-lo no abrigo rural.

“Seu sorriso torto ganhou nossos corações, e sabíamos que isso o ajudaria a encontrar rapidamente a casa e a família perfeita para ele”, disse Harris ao The Dodo sobre Mosley.

Ele era inegavelmente adorável, muito doce, carinhoso e as pessoas nas mídias sociais também acharam isso. Enquanto ninguém sabe ao certo como o sorriso de Mosley se tornou torto, Harris disse que é provável que ele tenha nascido assim.

Lindsey Ramsey

Foto: Lindsey Ramsey

“Pegamos algumas fotos e vídeos dele, e ele rapidamente se tornou muito popular nas mídias sociais, onde dezenas de famílias perguntaram sobre adotá-lo”, disse Harris.

Lindsey Ramsey e sua família estavam entre os possíveis adotantes interessados – e, felizmente, o abrigo achou que eles seriam família perfeita para Mosley.

Os Ramseys então adotaram Mosley, e ele tem estado tão empolgado quanto feliz desde então.

“Ele só quer ser acariciado e se aconchegar conosco, Mosley nos segue onde quer que formos na casa”, disse Ramsey ao The Dodo. “Ele é cheio de energia e podemos contar com momentos intensos de brincadeiras e risadas quando estamos no quintal”.

Ele está até se preparando para ter uma irmã gata.

“Ele está aprendendo em como viver com um gato”, disse Ramsey. “Atualmente, ele e nossa gata, Barbara, gostam de gritar um com o outro, mas estou confiante de que eles serão amigos em breve”.

Embora ninguém saiba de onde Mosley veio, esta bem claro que ele escolheu exatamente onde ficará: em sua nova casa, com sua nova família ao seu lado.

“Alguém até nos parou porque o reconheceu daquela imagem que a Atlanta Humane Society publicou nas mídias sociais”, disse Ramsey. “Se nos deitamos no chão, ele automaticamente já vem para o nosso lado e se encaixa de conchinha. Totalmente encantador!”.

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Cachorro ouve as pessoas cantando e se junta a elas toda semana

Um cachorro na Índia tornou-se uma espécie de lenda por sua participação, cheia de entusiasmo, em uma das cerimônias mais importantes da região.

De acordo com um amigo do tutor do cachorro, que conseguiu capturar algumas filmagens do peludo em ação, o cão ouviu uma música vindo de um templo vizinho de sua casa há um tempo atrás – e então ele decidiu participar do canto.

E não foi apenas uma coisa de uma vez só.

“Esse cachorrinho devoto fica na fábrica do meu amigo”, escreveu Sushma Date no Twitter. “Toda quinta-feira à noite, sem falta, ele caminha até o templo ao lado e se junta ao keertan (canto religioso)”.

O keertan, ou kirtan, é uma espécie de narrativa religiosa tradicional musicada e remonta a centenas de anos.

O cachorro certamente não percebe a história do que ele está cantando – mas algo sobre a narrativa ressoa claramente dentro dele enquanto ele segue cantando, uivo após o uivo.

Enquanto as pessoas estão cantando e tocando seus instrumentos, elas parecem ter se acostumado à participação do cachorro e até mesmo lhe darem algumas palmadinhas encorajadoras na cabeça.

Talvez uma das coisas que mantém o cachorro voltando à cerimônia assiduamente seja a comida envolvida: “Então ele tem sua cota de prasad e caminha de volta para casa”, escreveu Date.

O prasad é uma variedade de lanches tipicamente vegetarianos que são abençoados e depois compartilhados entre as pessoas durante essas cerimônias – neste caso, compartilhadas entre pessoas e um único animal.

As tradições, sejam elas religiosas ou culturais, são importantes porque encorajam a união e dão às pessoas algo em que confiar, uma esperança. E parece que essa necessidade não é exclusivamente humana.

O cão continua voltando fielmente para mais cantos no templo, sempre de acordo com a data: “Toda quinta-feira”.

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Touros jovens são torturados por crianças em arena

Foto: Pen News

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Imagens revoltantes de touros com menos de dois anos de idade sendo torturados até a morte por crianças na Espanha foram descritas como “impróprias para um país civilizado”.

As cenas ultrajantes foram filmadas ontem em uma arena em Córdoba, onde aprendizes de toureiros – alguns aparentemente menores – foram convidados a enfiar espetos nos filhotes de touros indefesos para entretenimento.

O vídeo mostra as orelhas de um dos animais moribundos sendo arrancadas e apresentadas a um matador infantil como troféu, enquanto outro menino recebe a cauda do animal.

As imagens também revelaram um estudante de toureiro – aparentemente um adolescente – que parecia ter sido ferido, com o rosto coberto de sangue conforme ele ataca o animal.

Segundo os ativistas das ONGs Animal Guardians e La Tortura No Es Cultura, a atividade bárbara é repetida anualmente em um evento chamado de “homenagem” às mulheres de Córdoba.

“Todo ano eles realizam essa luta com touros bebês e dizem que isso é feito como uma homenagem às mulheres de Córdoba”, disse Marta Esteban, da Animal Guardians.

Foto: Pen News

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“Pouquíssimas pessoas comparecem, cerca de 2 mil em uma arena de touros com capacidade para 17 mil pessoas”.

“Eles também fazem isso para promover os alunos aprendendo touradas em diferentes escolas de toureiros na Andaluzia”, diz Marta.

Ela continuou: “A orelha e/ou a cauda dos animais são oferecidas aos toureiros se tiverem um bom desempenho e então estes “troféus” são dados ao público como um ‘presente’.

Foto: Pen News

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Como pode ser visto no vídeo, um dos animais ainda está vivo quando a orelha é cortada. A outra orelha está se movendo enquanto eles fazem isso.

“Não temos como saber a idade exata dos estudantes de touradas envolvidos. Alguns parecem ter menos de 18 anos. Eles podem matar animais a partir de 14 anos.

“Então, esses meninos seriam os que realmente torturariam os touros adultos e se apresentariam na tourada”.
“Há espectadores de todas as idades e aqueles que são convidados para entrar na arena estão vestidos com suas roupas típicas de cordobenses para pegar as orelhas”.

Foto: Pen News

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Ela acrescentou: “Esta violência gratuita praticada contra seres nobres e inocentes é levada a cabo por jovens, alguns provavelmente menores de 18 anos e na presença de outros menores. Isso é impróprio para um país civilizado”.

“Exigimos que os políticos tomem medidas imediatas para que esse tipo de evento deixe de ocorrer em nosso país e as crianças e adolescentes sejam protegidos dessa violência”, afirma a ativista.

Ativistas alegam que a dor sofrida por esses jovens touros provavelmente teria sido pior do que a que os touros adultos sofrem em outras touradas, devido à inexperiência dos alunos.

Isso pode significar que os animais sofrem ataques e investidas malsucedidos que atingem seus órgãos internos sem matá-los, prolongando seu sofrimento.

Foto: Pen News

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Como forma de protesto as ONGs estão convocando as mulheres para inundar os gabinetes dos chefes do Conselho em Córdoba com reclamações, dizendo a eles que elas não aceitam o espetáculo horrível e cruel feito em seu nome

Eles também estão pedindo às mulheres que usem a hashtag #NoQuieroTuHomenaje (eu não quero sua homenagem) nas mídias sociais.

Carmen Ibarlucea, presidente da La Tortura No Es Cultura, disse: “Realizar um ato de violência e tortura contra touros jovens em homenagem às mulheres é um insulto.

Foto: Pen News

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“A mulher é por natureza protetora e compassiva, não uma amante do sadismo e da indiferença em relação ao sofrimento dos outros”, disse Carmen.

“Se você quiser prestar homenagem às mulheres, basta proibir esses shows em toda a Espanha e construir uma sociedade onde a cultura é livre de violência.”

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