Vaquinha resgatada conhece o amor após ser adotada por família

Carly Henry

Foto: Carly Henry

A vaquinha de apenas duas semanas estava doente e faminto quando foi resgatada. Confiscada durante uma investigação de negligência e maus-tratos contra animais, ela precisava de um novo lar.

Quando Carly Henry ouviu falar dela, ela achou que a vaquinha era perfeita. “Eu estava pronta para adotá-la”, Henry disse ao The Dodo. “Eu realmente queria a companhia de uma vaca! Eu ouvi pessoas dizerem que o amor de uma vaca é a melhor coisa que podemos experimentar”.

Henry dirige Carly’s Critter Camp, um santuário de animais próximo de Austin, Texas (EUA). Ela já salvou todos os tipos de animais que vivem hoje em sua fazenda, mas este bezerro do sexo feminino, sendo tão jovem, exigiria cuidados atenciosos e constantes.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

A bebê vaca precisaria morar na casa de Carly ao lado do santuário, com os cães, gatos e o marido dela.

Então essa parte ia demandar um pouco de trabalho de convencimento. “O que é mais uma criatura de quatro patas em necessidade afinal, certo?”, conjecturou Carly.

“Eu disse ao meu marido: ‘Ei, olha só para esse bebê lind'”, disse Carly. “Mostrei a ele uma foto da vaquinha toda coberta com cobertores no lar temporário. Eu disse: “Eu realmente quero trazê-la para cá e dar mamadeira pra ela!”

Carly disse que o marido pensou sobre isso por um minuto, olhou para ela e respondeu: “Oh meu Deus, você é louca, mas tudo bem, vamos lá!”

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

Ela estava muito excitada e ansiosa. A diretora do santuário entrou em contato com o responsável pelo lar temporário que também ajudou no resgate da vaquinha e, em janeiro, fez todos os preparativos para a adoção.

Carly a chamou de Tulipa e, assim que chegou, o marido dela foi conquistado. “Ele a amava”, disse Carly. “Nós estávamos todos apaixonados em menos de 30 segundos. Ela estava nos beijando e amando com todo o seu coração. Logo percebemos que ela adorava que coçássemos e esfregássemos a parte de trás de suas orelhas.

Tulipa se deu bem com todos os outros animais da casa, se encaixando perfeitamente na família de Carly, e ela se sentiu em casa – tirando uma soneca nas camas dos cachorros.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

“Desde o início, ela veio para dentro de casa, explorar, e ela escolheu dormir direito conosco em nosso quarto”, disse Carly.

Tulipa experimentou cada uma das camas de cachorro da casa, e muitas vezes ficou tão a vontade que se aconchegou no meio dos cães.

O marido de Carly estava bastante entretido com o ajuste instantâneo da vaquinha na vida doméstica da família. Ele gravou um vídeo de Tulipa sendo acariciada enquanto descansa em uma das camas e você pode ouvir o tom divertido em sua voz: “Apenas um bebê no nosso quarto”.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

Como Tulipa amava as camas dos cães, Carly comprou para ela sua própria cama de cachorro, só que bem maior que as demais. “Levou um minuto e ela descobriu que era dela, e pendurou as patas da frente do lado da caminha”, disse Henry.

Com o passar dos meses, Carly continuou a dar mamadeira à Tulipa e a oferecer muito amor e carinho para a vaquinha órfã. Quando ela foi resgatada de sua primeira casa, Tulipa estava doente, com pneumonia – mas agora ela estava ficando cada vez mais forte a cada dia que passava. “Ela está crescendo”, disse Carly.

Agora a tutora está tirando a mamadeira dela, mas Tulipa ainda lembra quando é hora de comer. “Ela quer ser alimentada a cada poucas horas. Eu sei porque eu a ouço mugindo. Eu estou na agenda desta vaca“, disse divertidamente Carly.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

Tulipa tornou-se a estrela social da fazenda. Ela fez amizade com todos os outros animais resgatados.

E Tulipa fica bastante animada quando grupos de crianças visitam o santuário.

“Ela é tão boa com as crianças”, disse Carly. “Eles amam tocá-la, abraçá-la. Algumas crianças até ajudaram a dar mamadeira quando ela era mais jovem, Tulipa é a coisa mais fofa de todas”.

Então, o que Carly pensa agora sobre o que as pessoas lhe disseram antes de adotar o Tulipa – que “o amor de uma vaca é a melhor coisa de todas”?

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

“Oh meu Deus, é verdade”, disse ela. Eu também a amo demais. Ela esta maior, ela esta muito mais saudável agora. Eu estava tão preocupado com ela quando ela chegou aqui pela primeira vez. Eu a amo mais do que as palavras podem dizer”.

E amor cura dos dois lados: humanos e animais.

Usina de energia solar em forma de panda quer ajudar a combater as mudanças climáticas

Por David Arioch

Divulgação

Inaugurada na China há dois anos, uma usina de energia solar tem atraído bastante atenção desde então. O motivo é que, juntos, os painéis solares têm a forma de um gigante urso panda.

A iniciativa é da China Merchants New Energy Groups, considerada uma das maiores operadoras de energia limpa do país, segundo a Business Insider.

Fundada em uma propriedade de 248 hectares, a usina da CMNE, que quer ajudar a combater as mudanças climáticas, pretende produzir 3,2 bilhões de quilowatts-hora de energia solar ao longo de 25 anos.

A meta é contribuir para reduzir a utilização de milhões de toneladas de carvão, além de promover redução nas emissões de carbono de 2,74 milhões de toneladas.

Idealizado por Ada Li Yan-tung, o projeto também é apontado como uma forma de atrair os mais jovens e inspirá-los a se envolverem em questões sobre as mudanças climáticas.

Mãe gambá é sacrificada após ser atingida por flecha, deixando filho órfão

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Um gambá do sexo feminino foi fechada à queima-roupa por um criminoso em um “ato bárbaro” que deixou o minúsculo animal órfão e para ser criado por humanos.

O marsupial nativo da Austrália foi encontrado trespassado por uma flecha, tão comprida quanto seu corpo, em uma propriedade na cidade de Humpty Doo, na Austrália.

“Às vezes é difícil não perder a fé nos seres humanos”, disse a ONG Wildlife Rescue Darwin, no Facebook.

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

“Seu bebê agora será criado manualmente no Centro de Resgate e nós reportaremos ao departamento Parks and Wildlife para que eles investiguem o caso e punam os culpados”.

Como ela não poderia ter se mexido depois de atingida e a arma (arco e flecha) é de curto alcance, esperamos que a pessoa que fez esse ato bárbaro seja encontrada”, disse Darwin.

A equipe de resgate da vida selvagem disse que o animal ainda estava vivo ao ser encontrado, mas os veterinários foram forçados a colocá-la para dormir pois a flecha perfurou seu pulmão.

Raios-X mostraram o quão prejudicial a flecha era para o animal foi como ele viajou todo o caminho através de seu corpo.

O ato cruel foi relatado ao departamento de Parques e Territórios do Norte e Unidade de Vida Selvagem para investigação.

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Os comentários nas publicações sobre o fato nas redes sociais demonstravam horror e repúdio ao ato cruel e chocante perpetrado contra o animal.

As pessoas que comentavam ou estavam furiosos e revoltados com a pessoa que ferira o animal ou sentiam-se tristes e consternados por sua morte desnecessária.

Muitos até sentiram empatia pelos membros do grupo de animais selvagens que tiveram que testemunhar a crueldade em primeira mão e ver o animal morrer após a necessidade da morte induzida.

O bebê gambá agora segue sem mãe, órfão e será criado pelos funcionários e especialistas do centro da vida selvagem. Mais uma entre as tantas vítimas da maldade e irresponsabilidade humana,

ONG pede a liberdade de ursos expostos em jaulas como atração turística em restaurante

Foto: Express.uk

Foto: Express.uk

A International Animal Rescue (IAR, na sigla em inglês) está pedindo que o proprietário do restaurante Ashtaraki Dzor, localizado perto da capital Yerevan, na Armênia que entregue os ursos imediatamente e uma petição exigindo a libertação dos animais já foi assinada por mais de 5 mil pessoas.

Os animais ficam presos em uma pequena gaiola estéril do lado de fora do restaurante no que parece ser usado como estacionamento do local. Vídeos e imagens comoventes mostram os ursos presos atrás das barras de metal.

Um visitante do restaurante descreveu a jaula como “imunda”, enquanto turistas também foram filmados zombando da situação triste em que se encontram os animais.

Alan Knight, diretor-executivo da IAR, disse: “A crueldade e a negligência com animais não são motivo de riso, são crime”.

“Estes ursos merecem ser tratados com dignidade e respeito, não como objetos de ridículo. E eles merecem a liberdade de viver e se comportar como ursos”.

“É nossa responsabilidade acabar com esse abuso e ir até as últimas consequências para resgatá-los, então poderemos podemos movê-los para o nosso centro de animais, onde serão tratados com compaixão e respeito”.

“Nossa equipe tem uma vasta experiência na reabilitação de ursos resgatados e dará a eles todo o tratamento e cuidado que precisam para se recuperar de seus anos miseráveis em cativeiro”

Um dos visitantes do restaurante acrescentou que o proprietário deveria estar “envergonhado” e pediu que os ursos fossem libertados.

Foto: Express.uk

Foto: Express.uk

Eles disseram: “Os ursos estão enjaulados no canto do que é essencialmente um estacionamento. Eu os localizei pelo cheiro vindo de sua jaula imunda. Ninguém parece se importar com eles”.

“Estamos pedindo a todos que assinem e compartilhem a petição pois no texto do documento exigimos que o dono do restaurante faça a coisa certa e desista dos ursos”.

“O responsável por isso deveria ter vergonha de explorar esses pobres animais dessa maneira”.

“O mínimo a ser feito é aproveitar a oportunidade oferecida pela ONG e tomar a atitude bondosa e compassiva de libertar os ursos”.

Foto: Express.uk

Foto: Express.uk

A IAR espera que sua petição pressione o dono do restaurante para que ele os deixem resgatar os ursos que estão em sofrimento e que caso estivessem livres viveriam nas montanhas em estado selvagem.

A entidade recebeu o apoio de celebridades que atuam pelos direitos animais, incluindo Ricky Gervais, Fearne Cotton, Peter Egan e Lucy Watson.

E a banda de heavy metal System of a Down, cujo vocalista Serj Tankian é armênio, também está apoiando a campanha.

Bebê elefante morre durante campanha pela sua liberdade

Por David Arioch

A iniciativa pela libertação de Jumbo partiu do projeto britânico de defesa dos direitos animais Moving Animals (Foto: DLD)

Um bebê elefante que era usado em apresentações para turistas no Zoológico de Phuket, na Tailândia, faleceu há menos de um mês durante campanha pela sua liberdade.

A iniciativa pela libertação de Jumbo partiu do projeto britânico de defesa dos direitos animais Moving Animals, que constatou que, além da exploração diária do jovem elefante como entretenimento, ele apresentava sinais de desnutrição e exaustão.

No mês passado, já visivelmente fraco, Jumbo foi encaminhado a um hospital veterinário na capital Krabi, onde faleceu três dias depois. “Esse é um fim terrível e trágico para uma vida dolorosamente curta como a de Jumbo”, declarou Amy Jones, do Moving Animals.

E acrescentou: “O zoológico não fez nada até receber críticas internacionais. Sob seus cuidados, esse filhote de elefante quebrou as duas patas traseiras e o zoológico só fez algo a respeito três dias depois. Não consigo imaginar o sofrimento dele nesse período.”

O diretor do zoológico, Pichai Sakunsorn, disse ao The Phuket News que ninguém quer perder algo que ame. “Fizemos o melhor que pudemos para protegê-lo”, alegou. Apesar da morte de Jumbo, as autoridades tailandesas declararam que o zoológico não violou nenhuma lei e que a direção pode adquirir outro animal para substituí-lo.

Segundo Amy, a história de Jumbo deveria servir como lição para que ninguém explore animais como meio de entretenimento ou exposição visando lucro.

Moving Animals disponibiliza e vídeos para ativistas e grupos

Amy Jones e Paul Healey criaram em 2018 o projeto Moving Animals, que fornece gratuitamente fotos e vídeos de conscientização sobre a exploração animal que podem ser utilizadas por ativistas de qualquer parte do mundo.

“Desde então temos testemunhado, documentado e arquivado práticas com animais nas indústrias ao redor do mundo”, informam.

Antes de iniciarem o projeto, eles trabalharam para a organização Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA) no Reino Unido, realizando registros da realidade dos animais utilizados como bens de consumo e entretenimento.

“Nosso trabalho pretende destacar que a exploração animal mundial é um círculo obscuro de abusos, atrelado à oferta e demanda, ao dinheiro e a práticas não expostas”, justificam.

O Moving Animals também produz imagens para campanhas de organizações e grupos que necessitam de algum tipo de material específico.

“Fornecemos imagens gratuitas para ativistas e organizações, e também criamos o nosso próprio conteúdo. Ampliando a conscientização sobre o sofrimento dos animais, queremos incentivar as pessoas a se afastarem dessas práticas”, enfatizam.

No site do projeto é possível encontrar imagens já disponibilizadas em pelo menos 12 categorias, o que inclui entretenimento, indústrias de laticínios, ovos e carne, indústria da pesca, exploração de animais como meio de transporte e animais abandonados, entre outras.

Empresa americana lança sashimi vegano de enguia feito de beringela

Neste fim de semana, a marca vegana Ocean Hugger Foods vai lançar seu mais novo produto, a enguia feita à base de berinjela batizada de “unami”, no evento do National Restaurant Association Show, em Chicago (EUA).

O novo produto – feito para se assemelhar a enguia, usa um processo de fabricação (patente ainda pendente) que infunde a beringela ao molho de soja sem glúten, com mirin e óleo de algas – estará disponível em amostragem para mais de 65 mil profissionais de que trabalham na industria alimentícia na feira que reúne especialistas.

“Estamos felizes em poder compartilhar o Unami no evento mais importante da indústria de serviços alimentícios”, disse James Corwell, master chef certificado e co-Fundador da Ocean Hugger Foods.

“O Unami é uma ótima alternativa para chefs e operadores de restaurantes e delivery´s que desejam oferecer aos seus convidados pratos que ressaltem a textura natural e firme do unagi (termo japonês para enguia), sem os impactos ambientais negativos da enguia selvagem ou de criação de animais em cativeiro”.

Cromwell criou o conceito da empresa após visitar o Japão e ver o massacre de peixes em primeira mão e ao vivo em um mercado de peixes de Tóquio.

A estréia do Unami segue-se ao lançamento bem-sucedido do “ahimi” também da Ocean Hugger Foods – um atum à base de tomate que agora está disponível nos estojos de sushi dos supermercados, além de lanchonetes nas universidades e restaurantes da América do Norte.

“Mais da metade dos consumidores estão tentando comer mais proteínas à base de vegetais tanto por motivos de saúde, como ambientais”, disse o CEO da Ocean Hugger Foods, David Benzaquen.

“Os produtos à base de vegetais são uma alternativa deliciosa não apenas para veganos e vegetarianos, mas também para qualquer pessoa preocupada com o impacto de suas escolhas alimentares no meio ambiente”.

Além de unami e ahimi, a empresa está trabalhando para criar o “sakimi” – um substituto de salmão feito de cenouras.

Ahimi: sushi de atum vegano feito à base de tomate

A empresa canadense Sushi Quinoa fez uma parceria com a marca vegana americana Ocean Hugger Foods para criar uma refeição rica em proteínas para o maior evento TED Talk do ano.

Nos dias 17 e 18 de abril, visitantes e palestrantes da Conferência TED deste ano que acontecerá no Canadá serão presenteados com sushis veganos recheados com quinoa e atum à base de vegetais.

O prato é o resultado de um esforço conjunto entre a marca canadense Top Tier Foods e a empresa vegana com sede nos EUA, Hugger Foods.

A seu turno, a Top Tier Foods contribuiu com seu Sushi Quinoa, um produto de quinoa desenvolvido especialmente para a indústria de sushi que pode ser usado no lugar do arroz de sushi. O “ahimi” de Ocean Hugger – um atum vegan preparado com tomates – completa o prato.

“Uma das melhores coisas sobre o Sushi Quinoa é que ele permite que o chef crie opções veganas e vegetarianas únicas usando a quinoa como veículo de alta proteína”, disse o presidente da TopTier Foods, Blair Bullus, ao canal de mídia Straight.

“A união do famoso ahimi (atum de tomates), com o Sushi Quinoa, cria uma opção deliciosa e saudável para pessoas que procuram uma alternativa de refeição sem carne que tem o mesmo sabor de um sushi roll de atum com perfil nutricional e semelhante, mas sem peixe ou arroz.”

A conferência anual do TED tem enfoque no tema “Maior que nós” e conta com mais de 70 palestrantes e mais de mil visitantes.

Deputados querem elevar vaquejadas e rodeios a “atividades desportivas formais”

Por David Arioch

Efraim Filho, Paulo Magalhães (não reeleito), Paulo Bengtson (relator) e Giovani Cherini defendem a vaquejada como “atividade desportiva formal” (Fotos: Agência Folha/Agência Câmara)

Está tramitando na Câmara dos Deputados um projeto de lei de autoria do deputado Efraim Filho (DEM-PB), que prevê o reconhecimento da vaquejada como “atividade desportiva formal”.

Tudo indica que o objetivo é fazer frente à oposição que cresce no país contra a prática, seguindo pelo mesmo caminho do Projeto de Lei (PL) 13.365/2016, que elevou vaquejadas e rodeios à condição de manifestação cultural nacional e patrimônio cultural imaterial.

O PL 2452/2011, de Efraim Filho, está ganhando mais força agora com a proposta de apensar os projetos de lei 3024/2011 e 4977/2013, de autoria do ex-deputado Paulo Magalhães (PSD-BA) e Giovani Cherini (PR-RS). Inclusive recebeu esta semana um voto favorável do relator da proposta na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, o deputado Paulo Bengtson (PTB-PA).

O projeto de Magalhães, que deve ser anexado ao PL de Efraim Filho, também defende a regulamentação da vaquejada como atividade desportiva, embora traga disparidades em relação a forma como as competições devem ser feitas. Já a proposta de Cherini, que também deve ser apensada ao PL de Filho, se volta para a regulamentação dos rodeios como atividade desportiva.

O relator Paulo Bengtson, da Comissão de Meio Ambiente, declarou que a vaquejada, o rodeio, e as variações locais de esportes equestres não gozam da mesma reputação do hipismo, no entanto, “não são expressões menores de atividades esportivas, e vem da mesma ligação entre o homem e o cavalo.”

Embora em 2016, ainda que com resistência por parte dos defensores dos animais, a vaquejada e o rodeio tenham sido elevados à condição de manifestação cultural nacional e de patrimônio cultural imaterial, as proposições que estão em pauta atualmente, e que classificam a vaquejada como atividade desportiva formal, vêm “para regulamentar dispositivo constitucional”, segundo Bengtson.

Empresas líderes globais se unem para evitar a poluição por lixo plástico

Foto: Adobe

Foto: Adobe

Seis das maiores e principais empresas do mundo assumiram um comprimisso conjunto em evitar que 10 milhões de toneladas de resíduos plásticos globais poluam o meio ambiente, depois de assinarem um acordo como membros principais um novo centro de compartilhamento de ideias apelidado de “ReSource: Plastic”.

A Keurig, Dr. Pepper, McDonald’s, Procter & Gamble, Starbucks, Tetra Pak e a The Coca-Cola Company são as gigantes globais que se juntaram à ReSource – que foi lançada pela organização ambiental World Wide Fund for Nature (WWF).

A iniciativa visa ajudar as empresas a alinharem seus compromissos em relação à produção e poluição por plásticos em grande escala em prol de uma ação significativa e mensurável.

Uma questão complexa

“Enfrentar o problema do plástico em nossos oceanos, rios e terras é responsabilidade de todos – incluindo as empresas que usam grande parte do plástico no mundo hoje. É uma questão complexa, sem uma solução única para todos, e é por isso que estamos tão animados pela abordagem que o WWF está tomando com o programa ReSource”, disse Virginie Helias, vice-presidente e diretora de sustentabilidade da Procter & Gamble.

“A ReSource trará uma abordagem de sistemas de parceria com muitas partes interessadas – métricas comuns, melhores práticas, responsabilidade – que são extremamente necessárias para acelerar o progresso em soluções de longo prazo”.

Soluções ponderadas e escaláveis

A vice-presidente executiva do McDonald’s e chefe de Supply Chain (Cadeia de logística) e Sustentabilidade, Francesca DeBiase, disse que a empresa estava “orgulhosa” de se juntar à ReSource.

Ela acrescentou: “Esta parceria se alinha perfeitamente com a nossa ambição de usar a nossa projeção mundial para o bem e trabalhar com outras pessoas para desenvolver soluções pensadas e aplicáveis que terão um impacto significativo sobre o desafio da poluição por plástico”.

Entenda a poluição por micro plásticos (partículas de plástico)

Os micro plásticos estão tendo seu momento sob os holofotes, uma vez que o público está cada vez mais consciente de sua presença no ambiente ao nosso redor. Mas à medida que mais evidências de sua presença vêm à tona, fica mais claro que ainda não sabemos o quanto o problema é realmente grande ou nocivo. Uma enorme quantidade de pequenas partículas de plástico acaba no mar, mas pesquisas recentes também as encontraram em lagos e várzeas, e até mesmo na poluição do ar de grandes metrópoles.

Um novo artigo publicado na Nature Geoscience relata a descoberta de micro plásticos em uma região que deveria ser primitiva: as montanhas dos Pireneus franceses. Os pesquisadores estimaram que as partículas poderiam ter viajado cerca de 95 quilômetros de distância, mas sugerem que os micro plásticos poderiam viajar ainda mais longe com o vento – o que significa que até lugares relativamente intocados por humanos estão sendo poluídos por nossos plásticos.

O mistério do desparecimento do plástico

Todos os anos, milhões de toneladas de plástico são produzidas. Em 2016, esta quantidade foi estimada em cerca de 335 milhões de toneladas. Não temos ideia de onde a maior parte disso foi parar. Os montantes que são recuperados em usinas de reciclagem e aterros sanitários não correspondem ao que é realmente produzido. Alguns desses materiais permanecem em uso, às vezes por décadas, o que explica parte da discrepância. Estima-se que 10% deles acabam nos oceanos. Embora esses números ainda possam mudar com mais pesquisas, pois ainda há uma lacuna grande a ser preenchida com respostas.

Onde quer que o plástico esteja acabando sua jornada, sabemos que ele se desfaz com o tempo, se desintegrando em micropartículas com menos de 5 mm de tamanho, e algumas até quebrando em nano escala a menos de um micrômetro (o micrômetro é uma unidade frequentemente usada para mensurar bactérias e células – a cabeça do esperma humano tem cerca de 5 micrômetros de comprimento). O efeito que essas partículas terão em escala global à medida que continuam a se acumular não é nem remotamente entendido em sua totalidade.

A maior parte de se lidar com as conseqüências dessa questão é apenas entender onde todo esse plástico produzido acaba. Os Pirineus são o lugar ideal para avaliar até onde o material pode viajar, pois são escassamente povoados, de difícil acesso e sem atividade industrial ou agricultura em grande escala. Assim, por cinco meses, uma equipe de pesquisadores coletou amostras da estação meteorológica de Bernadouze, a 6 km da vila mais próxima. As amostras eram de “precipitação atmosférica” – qualquer coisa que caísse do céu, molhada ou seca, variando de poeira a chuva e neve.

O problema com os micro plásticos estando (potencialmente) em toda parte é que a contaminação se torne uma preocupação. Fibras plásticas de roupas, recipientes e equipamentos poderiam hipoteticamente entrar nas amostras colhidas. Para evitar isso, os pesquisadores tomaram precauções, como usar roupas de algodão enquanto se aproximavam dos dispositivos de coleta de amostras, aproximando-se delas “contra o vento” e armazenando tudo em vidro. Eles também coletaram e processaram amostras “em branco” retiradas de contêineres fechados deixados no campo para checar se os plásticos encontrados nas amostras reais haviam realmente chegado até a atmosfera.

Os plásticos estão voando com o vento

Micro plásticos foram encontrados em todas as amostras coletadas pelos pesquisadores – em média, 365 partículas por metro quadrado foram depositadas todos os dias. O tipo mais comum de plástico era o poliestireno, seguido pelo polietileno (o tipo de plástico usado em sacolas plásticas e embalagens descartáveis).

O número de partículas depositadas apresentou uma correlação forte com a velocidade do vento e mais partículas eram encontradas após ventos mais altos. A precipitação – tanto de vento quanto de neve – também estavam fortemente ligadas. Os pesquisadores analisaram as velocidades do vento e as direções que haviam sido registradas durante todo o estudo, e usaram isso para calcular a distância que partículas dos tamanhos que encontraram poderiam ter sido transportadas, estimando que os plásticos poderiam ter vindo de quase 100 quilômetros de distância.

Essa é uma “avaliação altamente simplificada”, observa a equipe – não leva em conta todas as diferentes variáveis atmosféricas que poderiam mudar os números. Com a evidência de que as partículas de poeira (que estão bem dentro da faixa dos tamanhos das partículas de plástico) podem viajar até 3.500 km, é possível que elas possam vir de uma distância ainda maior.

Uma pesquisa que analisa o tamanho das partículas de plástico que encontra mostra que há uma tendência das partículas ficarem mais finas ao longo do tempo. À medida que as partículas se tornam menores, aumenta sua capacidade de dispersão em toda parte. Os micro plásticos já foram encontrados em todos os lugares, desde a água potável até o ar da cidade, e há evidências de partículas de plástico no fígado de peixes, sugerindo que eles poderiam passar pelos sistemas dos órgãos. Tudo isso deixa claro que a minúsculo poeira de plástico invisível está se tornando onipresente em nosso planeta. Estamos apenas começando a entender quais serão os efeitos disso.

Vancouver apoia lei que bane a importação de barbatanas de tubarão

Foto: Jeff Rotman/jeffrotman.com

Foto: Jeff Rotman/jeffrotman.com

Uma prática cruel chinesa de arrancar as barbatanas de tubarão para utilizar em pratos culinários tem custado a vida de inúmeros desses animais, mas a importação de barbatanas pode em breve ser proibida Vancouver, no Canadá.

Na terça-feira, vereadores votaram a favor da proibição federal das importações de barbatana de tubarão na esperança de reduzir a demanda por finning, uma prática onde as barbatanas de um tubarão são cortadas e o animal é jogado ao mar para morrer.

É um processo que a moção apresentada ao conselho descreveu como “desnecessária” e “desumana”.

“Os tubarões são tão essenciais ao nosso ecossistema e vida marinha, e estão ameaçados de extinção devido à quantidade de atividade de finning de tubarões que acontece”, Coun. Sarah Kirby-Young disse à CTV News Vancouver.

Em outubro de 2018, uma lei federal para proibir a importação e exportação de barbatanas de tubarão passou pela terceira leitura no Senado. Em breve irá para a Câmara dos Comuns para debate.

A importação está sob a jurisdição do governo federal, mas Kirby-Young disse que a medida mostrará que Vancouver apoia Ottawa.

“Eu acho que os tempos mudaram. Eu acho que ao falar com membros da comunidade (chinesa) que os clientes estão evoluindo e as atitudes estão mudando estamos agindo de forma correta, então este parece ser o momento certo para isso”, disse ela.

Foto: nhm.ac.uk

Foto: nhm.ac.uk

Mas alguns proprietários de restaurantes ainda se opõem à mudança.

David Chung, presidente da Associação de Donos de Restaurantes Asiáticos e proprietário de um restaurante de frutos do mar chinês em Richmond, disse que a multa é proibida na maioria dos países e ele não acredita que a medida seja amplamente praticado.

De acordo com a World Wildlife Organization, 17 de 39 espécies de tubarões pelágicos e 25% de todos os 494 tubarões e raias que vivem nas plataformas continentais costeiras estão ameaçadas de extinção.

Vítimas do comércio de barbatanas

Na Ásia, consumir sopa de barbatana de tubarão é sinônimo de riqueza e status. Porém, esse hábito demonstra um completo desprezo pela vida, já que 73 milhões de tubarões são brutalmente mortos a cada ano para suprir esse “luxo”.

Devido a isso, algumas espécies de tubarão tiveram um declínio gritante de 98% em suas populações nos últimos quinze anos. Mais de 200 espécies de tubarão estão listadas agora como em perigo pela International Shark Foundation.

As pessoas muitas vezes acreditam que os tubarões são cruéis, mas o que os humanos fazem com esses moradores do mar apenas por uma refeição é terrível.

Primeiramente, os seres humanos sequestram os tubarões da natureza por causa de suas barbatanas, que são serradas de maneira bárbara enquanto eles se contorcem de dor. Os tubarões não morrem nesta provação, eles passam por algo muito pior.

Foto: linkedin.com

Foto: linkedin.com

Uma vez que suas barbatanas são arrancadas, os restos de seus corpos são simplesmente jogado de volta ao mar, descartados como pedaços de lixo onde, incapacitados, eles são deixados para “se afogar, sangrar até a morte ou serem comidos vivos por outros peixes”, explica a Oceana.

Segundo o One Green Planet, isso é ilegal nas águas dos EUA. Entretanto, o país contribui com este comércio brutal ao permitir que as barbatanas de tubarão sejam compradas internamente. De fato, Savannah, na Geórgia é um porto enorme para barbatanas de tubarão.

Agora surgiu a oportunidade de acabar com isso porque um grupo bipartidário no Congresso anunciou recentemente a introdução da Lei de Eliminação do Comércio de Barbatanas de Tubarão (S.3095 / HR 5584), que tornaria “ilegal possuir, comprar, transportar ou comercializar barbatanas de tubarão ou qualquer produto contendo barbatanas de tubarão” nos EUA.

De acordo com um novo relatório da Oceana, “uma proibição nacional do comércio de barbatanas de tubarão diminuiria o comércio internacional de barbatanas, melhoraria a aplicação da atual proibição e reforçaria o status dos EUA como líder na proteção de tubarões”.

As pessoas não podem deixar seu medo de tubarões impedi-las de agir e apoiar esta lei. Embora a imprensa goste de aumentar nossos terrores e de exagerar nas histórias de sofrimento humano devido a ataques de tubarões, a realidade é que nós somos predadores muito mais mortais do que eles.

Em média, há talvez entre 70 e 100 ataques de tubarões no mundo a cada ano e apenas cinco, em média, terminam em tragédia humana. Porém, milhões de tubarões são massacrados por humanos todos os anos.

Além disso, os tubarões são espécies fundamentais, pois mantêm o equilíbrio sustentável dos ecossistemas que habitam e precisamos desesperadamente de oceanos saudáveis para um mundo saudável.

Universitários forçam cão a beber cerveja jogando o líquido por sua garganta

Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA

Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA

As imagens no vídeo mostram um pequeno cão de pelos cor de caramelo, com orelhas enormes, sobre uma mesa abanando o rabo. Então, uma voz ordena: “Vá”.

Em um movimento rápido, um homem agarra o cão pelo meio do corpo levanta-o e o vira de ponta-cabeça sobre um barril de prata.

“Vamos lá, keg stand!” alguém grita enquanto outro homem segura uma torneira (esguicho) preta perto da boca do cachorro. O cão agora se contorce e chuta com suas patas no ar. De repente, uma corrente de líquido espumoso esguicha da torneira, batendo na cara e na boca do cachorro.

Keg stand é um termo usado para descrever uma atividade ligada a ingestão de bebida alcoólica em que o participante usa normalmente um barril de cerveja para beber o máximo possível de uma vez ou beber pelo máximo de tempo possível. Outras pessoas ajudarão a segurar as pernas do bebedor e segurarão a torneira do barril na boca do participante.

Embora grotesco, o comportamento de ingestão da bebida em jatos entre humanos, conta com o poder da escolha, mas no caso do cão, o animal foi claramente obrigado e submetido de forma covarde à uma situação cruel da qual não tinha como escapar enquanto os demais participantes riam da situação.

O incidente, que foi gravado em vídeo e compartilhado nas mídias sociais no fim de semana, não foi nada engraçado para a Sociedade do Condado de Nassau para a Prevenção da Crueldade contra os Animais ou para os administradores da Universidade de Hofstra (EUA).

A Universidade que ficam em Long Island confirmou no início da semana que suspendeu o membro da fraternidade Alpha Epsilon Pi (responsável pela festa), aguardando os resultados de uma investigação após o vídeo de cinco segundos envolvendo supostamente alguns dos membros da mesma fraternidade, que provocou uma reação violenta nas redes sociais.

O vídeo, que foi visto mais de 100 mil vezes no Twitter no momento da publicação, também chamou a atenção da SPCA do condado de Nassau, levando a organização a iniciar sua própria investigação.

“Foi muito errado e em tantos níveis diferentes”, disse Gary Rogers, porta-voz da SPCA do condado de Nassau, ao Washington Post. “É óbvio que não foi ideia do cachorro, ‘Ei, eu quero um pouco de cerveja’.” Animais não fazem essa escolha “.

O cão, raça cavalier king charles spaniel que se acredita ter entre 5 e 10 meses de idade, estava morando em uma casa associada à fraternidade, mas agora está sob os cuidados da ONG SPCA, disse Rogers.

O filhote pertence a um veterano de 21 anos que vive em Hofstra (universidade), e que era uma das pessoas mostradas no vídeo, disse ele.

“Nossa maior preocupação é a segurança do cão”, disse Rogers. “O cachorro não está mais nesse ambiente”. Ele acrescentou que quando os investigadores visitaram a casa na segunda-feira, o cão “parecia estar em boas condições” e tinha comida, água e uma cama.

Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA

Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA

O vídeo do filhote teria sido filmado em uma casa de fraternidade fora do campus em Hempstead, Nova York, no sábado e compartilhado no Snapchat (aplicativo de vídeos), segundo a NBC News. No fundo do vídeo, as pessoas podiam ser vistas em pé em um quintal.

Não demorou muito para que uma gravação do vídeo postada no Snapchat fosse enviada ao Twitter, onde foi rapidamente alvo de críticas severas e condenações dos espectadores.

“Aparentemente está tudo bem em forçar os cães a beber cerveja, mesmo que isso possa matá-los?” a pessoa que postou o clipe escreveu, marcando as contas oficiais do Twitter da Hofstra, a sede internacional da fraternidade e a ONG que atua em prol dos direitos animais, PETA.

O tweet já foi retweetado quase 1.400 vezes, com pessoas expressando repulsa pelo tratamento do cão filhote e acusando os estudantes envolvidos de “crueldade animal”.

“Horas já se passaram desde que eu vi esse vídeo e meu estômago ainda está embrulhado”, escreveu uma pessoa nos comentários da publicação.

Em uma declaração ao The Post, A universidade de Hofstra disse que o comportamento mostrado no vídeo é “inaceitável” além de ser uma “violação do Código de Padrões Comunitários da Universidade”.

A universidade disse que tem estado em contato com a sede internacional da Alpha Epsilon Pi, bem como com demais membros da fraternidade.

Além da suspensão do membro da fraternidade, o comunicado dizia que “qualquer aluno identificado no vídeo também estará sujeito ao código da universidade, o que pode resultar em várias ações, dependendo da investigação”.

A sede internacional da fraternidade disse que o membro mostrado no vídeo também foi colocado em “cessar e desistir” (status de suspençao) devido a suspeitas de violações das políticas de saúde e segurança da entidade.

Alpha Epsilon Pi é uma fraternidade judaica fundada em 1913.

“Durante este período de investigação, não pode haver atividades entre os membros da fraternidade”, disse Jon Pierce, porta-voz da Alpha Epsilon Pi, em uma declaração ao The Post. “Esperamos poder usar isso como um momento de aprendizagem para ajudar a construir jovens melhores e comprometidos com nossas políticas e nossa missão de desenvolver os futuros líderes das comunidades judaicas do mundo”.

Na segunda-feira, o Sr. Rogers disse que a investigação da SPCA sobre o incidente ainda está em andamento. Uma vez que todas as provas tenham sido reunidas, uma “resolução será tomada” sobre se as acusações serão apresentadas, disse ele.

“Foi uma péssima atitude e deve ser desconsiderada”, disse ele. “Você simplesmente não segura um animal assim e coloca cerveja na boca dele”.

Embora não seja claro pelo vídeo se alguma cerveja chegou a ser ingerida pelo filhote, especialistas dizem que há riscos potenciais à saúde associados ao consumo de bebidas alcoólicas, desde deixá-los “um pouco agitados” até uma internação hospitalar, segundo o petMD.

Mas os casos de intoxicação alcoólica em cães são raros, disse Steven Friedenberg, professor assistente do departamento de ciências clínicas veterinárias da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Minnesota, ao petMD.

“Não vemos muito disso na medicina veterinária porque o álcool tende a ser desagradável (não atraente) para a maioria dos animais”, disse Friedenberg. “Eles não costumam procurar bebidas alcoólicas, e a maioria dos donos não oferecem deliberadamente álcool a seus animais.”

Em suas décadas de experiência, o Sr. Rogers disse ao The Post que assistir ao vídeo do “keg stand” foi a primeira vez que ele viu um cachorro naquela situação.

“Já vimos muito e lemos muito sobre trotes de fraternidade, mas por que eles estavam fazendo isso com um animal?” ele disse.

“Violência gera violência e a atitude deliberada desse estudante mostra um caráter propenso à crueldade e desrespeito. Medidas punitivas e correcionais são esperadas e bem vindas”, disse o professor.