Homem ameaça voluntária de abrigo para animais e sequestra cachorro em Fortaleza (CE)

Um homem sequestrou um cachorro mantido pelo Abrigo São Lázaro, em Fortaleza (CE), na quarta-feira (31). A Polícia Militar foi acionada, deteve o homem e o prendeu. O cachorro foi devolvido à entidade. Para realizar o sequestro, Warley Santos ameaçou uma voluntária da ONG usando uma arma falsa.

Foto: TV Verdes Mares/Reprodução

A ativista da causa animal Stefani Rodrigues contou ao G1 que Warley foi de carro ao abrigo, na companhia de sua mãe, e pediu para ver um cachorro que ele havia doado há aproximadamente um ano. Como o animal morreu, a voluntária mostrou para o homem um cachorro semelhante.

Warley, então, pediu para adotar o cachorro. O pedido, porém, foi negado, porque o animal está com problemas de saúde e a entidade só disponibiliza animais saudáveis para adoção.

Com a negativa, o homem exibiu uma arma de fogo falsa e levou o cachorro, fugindo em um táxi. “Quando eu fui colocar a coleira, pois eu tinha que levar o cachorro de volta, ele sacou a arma e botou na minha cabeça. Então, foi o momento em que eu corri desesperada, e ele entrou no carro e foi embora levando o animal”, disse a vítima.

Stefani afirmou que, ao ver Warley fugindo em direção à Barra do Ceará, ela anotou a placa do veículo e chamou a polícia. Os policiais localizaram o táxi e questionaram o motorista sobre o local onde o homem havia desembarcado do veículo. Com as informações passadas pelo taxista, os agentes encontraram Warley, efetuaram a prisão em flagrante e resgataram o cachorro, que depois foi levado de volta à entidade.

Autuado, Warley foi encaminhado ao 32º Distrito Policial, onde aguarda por uma audiência de custódia.


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Mulher de 79 anos é condenada à prisão por alimentar gatos abandonados

Uma mulher de 79 anos foi condenada à prisão por alimentar gatos abandonados em Ohio, nos Estados Unidos. Nancy Segula passou a cuidar de gatos quando dois deles foram abandonados por seu vizinho, após o homem se mudar do bairro. Segundo ela, os gatos se sentem bem ao serem alimentados e fazem bem para ela, ajudando-a a combater a solidão após a morte do marido, que faleceu em 2017.

Foto: Pixabay

O ato generoso de Nancy foi denunciado quatro vezes e julgado pelo juiz Jeffrey Short, do Tribunal do Condado de Garfield Heights, que decidiu condená-la a dez dias de prisão, segundo informações da Fox 8 Cleveland.

“Havia entre seis a oito gatos adultos e agora estão nascendo gatinhos”, disse Segula ao portal Cleveland. “Sinto falta dos meus gatos. Morreram, o meu marido morreu. Sinto-me só. Os gatos e gatinhos ajudam-me”, completou.

A condenação gerou polêmica e levou a juíza Jennifer Weiler, que foi substituída por Short no dia do julgamento, a decidir ouvir depoimentos de Nancy e de seu advogado, além do procurador e de um representante do setor de controle animal para decidir se a pena de prisão é adequada.

“Vou tentar perceber o que se está acontecendo e tomar uma decisão que faça sentido nestas circunstâncias”, disse Weiler.

Foto: Reprodução/YouTube/WKBN27

Nancy já foi multada em mais de US$ 2 mil – o equivalente a cerca de R$ 7,6 mil – por alimentar gatos abandonados. Na época, ela alegou não ter conhecimento sobre uma lei municipal que proíbe a alimentação de animais.

“Os gatos continuam vindo a minha casa. Sinto-me mal e por isso dou-lhes algo para comer”, afirmou a mulher.

Dave Pawlowski, filho de Nancy, criticou a decisão do juiz de levar sua mãe à prisão. “Tenho a certeza que as pessoas sabem das coisas que se passam naquela cadeia. E vão deixar a minha mãe de 79 anos ir para lá?”, disse Dave, em entrevista ao Fox 8.

Nancy tem que se apresentar à prisão do Condado de Cuyahog no dia 11 de agosto.


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Projeto voluntário garante qualidade de vida a animais abandonados

Há pouco mais de um ano, o estudante do 6º período do curso de medicina veterinária João Sarmanho, 33, começou a realizar um sonho: o de salvar a vida de animais em situação de rua, que são os que mais precisam de ajuda, principalmente quando sofrem algum acidente.

Foto: Reprodução / Amazonas1

Atualmente, como estagiário da clínica PetHouse, que fica no Parque 10, zona Centro-Sul em Manaus (AM), o estudante desenvolve um projeto voluntário cujo foco é a proteção de animais em estado de total vulnerabilidade.

O projeto ‘Protetor dos Animais’ funciona com uma equipe de profissionais qualificados e que toparam o desafio feito por João. O veterinário ortopedista, Dr. Marcio Nunes, o anestesista Diogo Costa, a médica veterinária, Steffany Mourão e mais alguns estudantes do curso de medicina veterinária participam do projeto de forma voluntária e ainda informam que é fácil colaborar.

“A causa principal do projeto é a proteção do animal em situação de rua que não tem acesso aos procedimentos médicos-veterinários. Se o animal sofre algum acidente e alguém vê e o socorre, nós oferecemos ajuda com um trabalho voluntário, realizando vaquinhas online”, destaca o estudante.

O estudante conta que o projeto conseguiu uma parceria com a Delegacia do Meio Ambiente (Dema), que ajuda a conscientizar a população para que não machuquem os animais, e na realização do Boletim de Ocorrência (BO) contra atos de maus-tratos aos animais.

Prestação de Contas

O projeto, além de oferecer qualidade no serviço de proteção aos animais, é realizado com total transparência, pois, segundo João, garante mais segurança aqueles que querem ajudar, mas que não se sentem seguros na hora de realizar alguma transferência bancária ou ajuda em dinheiro.

“A prestação de contas é uma questão muito importante em nossos projetos, pois é por meio dela que conseguimos conquistar a confiança de quem nos oferece ajuda. Funciona da seguinte forma: um animal precisa de ajuda e tem que realizar uma cirurgia, então vamos às redes sociais fazer uma vaquinha; deixamos a conta bancária à disposição para quem quiser nos ajudar. Feito isso e conquistado a meta de arrecadação, realizamos a cirurgia do animal e todos os gastos que tivemos passamos a informar com notas fiscais que comprovem o valor”, relata o estudante que diz que muitas vezes é preciso tirar do próprio bolso para tentar salvar a vida de um animal.

Banho legal

A preocupação com o animal abandonado não envolve somente a questão de abandono, como também o bem-estar. Para isso, o projeto Banho Legal é desenvolvido pelo estudante em parceria com a distribuidora de shampoo Batistella, que beneficia animais em situação de rua.

“O Banho Legal é um projeto que visa os animais com problema de pele, principalmente os que vivem em locais próximos a feiras, como uma forma de evitar a proliferação de doenças infectobacteriosas”, disse o estudante que também planeja ir à luta para que os animais tenham acesso a vacinas contra doenças virais.

“Trabalhar com os animais é a realização de um sonho”

O veterinário ortopedista, Dr. Marcio Nunes, que é responsável técnico da clínica veterinária PetHouse, relembra a importância que a causa voluntária representa, principalmente se tratando de animais abandonados, que não costumam ter o que comer.

Para o veterinário, o trabalho precisa ser de qualidade. “Os animais em situação de rua necessitam e precisam de um serviço com qualidade. Não é aquele que é feito de qualquer jeito só porque é um animal abandonado. Eles merecem tratamento igual aos outros e é por isso que prezamos”, disse.

Marcio, que também é professor universitário na Universidade Nilton Lins, enfatiza como é gratificante quando ele vê um animal com o estado de saúde melhor depois de uma cirurgia sua ou por simplesmente ter sido medicado por ele e sua equipe.

“Eu sempre quis isso na minha vida toda. Se eu não puder estar oferecendo um serviço de qualidade e de bem-estar para o animal, eu não deveria estar nesta profissão. Estar ajudando eles é o que mais me motiva. Fazer um animalzinho voltar a andar através do meu trabalho é uma realização”, finalizou.

Fonte: Amazonas1


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Prefeitura destrói abrigo para animais e é criticada por moradores de Fortaleza (CE)

A Prefeitura de Fortaleza (CE) demoliu uma estrutura que servia de abrigo para cachorros e gatos em situação de rua e recebeu críticas de moradores do bairro Vila Velha, onde está localizada a Praça do Tancredo Neves, na qual viviam os animais.

O abrigo foi demolido pela prefeitura (Foto: Reprodução/Diário do Nordeste)

Moradores da região criticam a ação da prefeitura, que fez a demolição na terça-feira (23) sem avisá-los, mesmo tendo combinado de fazer o aviso previamente. As informações são do portal Diário do Nordeste.

“O combinado era retirar os animais primeiro para depois demolir. Eles chegaram de surpresa e não deu tempo de levar os animais para nenhum canto”, contou a voluntária Edjoana Bastos, que é uma das responsáveis por prover alimentação e cuidados veterinários aos animais.

Após a demolição, seis cachorros foram levados para uma entidade de proteção animal e os gatos, que permaneceram na praça, receberam estruturas de alvenaria para se abrigarem.

A Assessoria de Comunicação da Regional I afirmou apenas que os animais foram castrados, vacinados e microchipados e disse que eles devem participar de campanhas de adoção.

Gatos permaneceram na praça (Foto: Reprodução/Diário do Nordeste)

O ativista da causa animal Valdemar Pinheiro disse que uma reunião, da qual ele participou, foi feita com a prefeitura para definir um plano de ação em relação aos animais que vivem na praça, mas que a administração municipal não cumpriu com o combinado.

“O que tinha ficado combinado é que a gente ia marcar um dia para que pudéssemos acompanhar a retirada dos animais. O que aconteceu e que eles apareceram sem avisar a ninguém”, disse.

Valdemar afirmou ainda que o abrigo, construído por uma moradora do bairro, de fato não poderia permanecer na situação em que estava, mas que isso não dá aval para a prefeitura demolir a estrutura sem antes encaminhar os animais para local seguro.

“A gente sabia que aquilo não podia continuar, mas o combinado era preservar a vida do animais”, reforçou.


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Conselho de Medicina Veterinária faz alerta sobre aumento do abandono de animais nas férias

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) faz um alerta sobre o aumento do número de animais abandonados durante o período de férias. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), há atualmente 30 milhões de animais abandonados no país, sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães.

Foto: Pixabay

“Eu vejo como um grande problema o descaso das famílias que têm um animal dentro de casa, que dizem que criam um gato ou um cachorro, e aí chega num momento de viagem, simplesmente soltam o animal”, alerta a médica-veterinária Cristiane Schilbach Pizzutto, presidente da Comissão de Bem-Estar Animal do CRMV-SP.

Atualmente, serviços de hospedagem em hotéis para animais e de pet sitter – uma espécie de “babá” que cuida do animal na casa do tutor – são soluções viáveis para famílias que querem viajar e não têm com quem deixar o cachorro ou gato.

“Tem muitos animais que ficam doentes por problemas psicológicos, consequências do abandono, da falta, da tristeza, quase uma depressão. Então, o abandono é muito prejudicial para os animais”, afirma Thomas Faria Marzano, presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP. As informações são do portal Itu.

Além disso, após ser resgatado e tratado, o animal pode sofrer algum tipo de dificuldade de adaptação ao novo lar, o que demanda paciência dos novos tutores. “Ele consegue se adaptar, mas existe realmente uma memória, uma lembrança do que ele passou no momento de abandono, que pode dificultar o processo em uma nova casa. E o que agrava demais é quando o animal é abandonado pela segunda vez. Aí, realmente, fica muito complicado. Ele tem uma grande dificuldade de se adaptar numa terceira família. É claro que é possível, mas o trabalho da família, que vai envolver toda esta adaptação, é maior”, explica Cristiane.

“Geralmente, abandonam os animais por agressividade, por exemplo, o animal que mordeu alguém da família. Ou que traz algum tipo de transtorno, como latir demais, ou que frustra as expectativas dos tutores. Às vezes, a pessoa compra, adota ou cria um animal tendo uma expectativa sobre aquela espécie, aquela raça, e quando vai ver, tem um comportamento completamente diferente e a pessoa não quer mais, abandona. Então, são vários os fatores pelos quais as pessoas ‘devolvem’, não somente um específico”, conta a profissional.

Animais doentes também são vítimas frequentes de abandono. No momento em que mais precisam dos tutores, eles são descartados. “A gente vê muito isso em universidades, principalmente naquelas que têm curso de Medicina Veterinária. As pessoas levam o animal ao hospital, pagam o médico-veterinário e descobrem alguma doença que vai exigir tratamento, às vezes mais oneroso, então preferem descartar o animal”, diz.

“Para quem está decidindo ter um animalzinho em casa, uma das coisas que tem que saber é que é um ser vivo, ele é dependente. Ele não vai pegar comida sozinho, não vai tirar o cocô sozinho, não faz xixi na privada. Ele precisa do ser humano. Então, é muito importante as pessoas terem consciência disso”, aconselha Marzano.

O profissional lembrou ainda que, ao resgatar um animal da rua, muitas vezes debilitado, é preciso ter cuidado para garantir a saúde do animal. “Sempre que se adota um animal ou pega da rua, de alguma ONG ou abrigo, é muito importante que leve a um médico-veterinário. Assim, mesmo não conhecendo o histórico, os tutores poderão saber, mais ou menos, a idade que o animal tem, fazer os exames, para aí sim poder cuidar bem dele. Muitas vezes, o animal pode estar desidratado, desnutrido, com alguma doença bacteriana ou até mesmo viral. Por isso, até mesmo antes de colocar ele para morar junto com outro animal, se já tiver um, ou alguma criança em casa, o ideal é ter esse cuidado”, orienta Thomas Marzano.


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Estudante faz bolsas sustentáveis com sacos de ração e doa renda para a causa animal

O estudante de serviço social Wallace “Pala-Pala”, de 35 anos, reutiliza embalagens de ração para fabricar bolsas sustentáveis. O dinheiro arrecadado com a venda dos produtos é revertido em compras de remédios e alimentação para animais que vivem em situação de rua nas regiões de Bangu e Padre Miguel, no Rio de Janeiro.

Foto: Instagram / @wpalapala

Wallace integra um grupo que distribui sopa para pessoas em situação de rua e ração para animais abandonados. Manter o projeto, no entanto, começou a ficar difícil. Por isso, ele decidiu criar o “Sustentacão”, como é chamado o projeto de confecção de bolsas sustentáveis.

“Vendo os moradores de rua, percebi como seria importante levar alimento para os anjinhos de quatro patas que também estão em situação de rua”, explicou ao portal Razões Para Acreditar.

O projeto foi iniciado recentemente. Como já tinha conhecimento sobre costura, Wallace decidiu começar a fabricar as bolsas inicialmente para que a noiva dele as usasse no lugar das sacolas plásticas na hora de ir ao mercado, poupando o meio ambiente, já que as sacolas não costumam ter a destinação correta e acabam chegando à natureza, colocando a vida de animais silvestres em risco.

“Faço as bolsas na máquina industrial com os sacos de ração vazios e viés. As pessoas reagiram de maneira positiva e quem sabe essa ideia se espalhe e outras ONGs e projetos possam se sustentar assim também, ajudando os animais e o meio ambiente”, afirmou.

Wallace aceita doação de sacos de ração, linhas e até mesmo de mão de obra. “Toda ajuda é muito bem-vinda. Quem quiser doar saco de ração vazio é só falar que vamos buscar. Vai ajudar muito!”, disse.

As bolsas custam, em média, R$ 15 e podem ser compradas através do Instagram @wpalapala.


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Evento em prol de animais abandonados com comida vegana será realizado no domingo em Campinas (SP)

A 9ª edição do Cantar Faz Bem Pra Cachorro será realizada no próximo domingo (21), a partir das 13 horas, no bar Vila Bambu, em Campinas, no interior de São Paulo. O evento, que tem sido um sucesso, contará com comida vegana e música ao vivo. Os recursos arrecadados serão usados integralmente para cuidados oferecidos a animais em situação de rua ou resgatados do abandono e de maus-tratos.

Foto: Divulgação

“Temos um carinho muito grande por esse evento, organizado por pessoas do bem e que amam os bichinhos! Toda a renda do evento é destinada para a causa animal”, afirmou a cantora e protetora de animais Ana Cavalcanti, uma das organizadoras do evento.

No dia, as pessoas poderão se deliciar com feijoada e yakisoba veganos. Esses dois pratos poderão ser consumidos à vontade por um valor de R$ 25. Doces e salgados sem crueldade animal serão vendidos separadamente, assim como as bebidas – sucos, refrigerantes, cervejas e água.

Além do valor do yakisoba e da feijoada, será cobrado R$ 10 de couvert artístico. Esse valor também será doado para a causa animal, já que todos os cantores e músicos que participarão do evento irão expor seu trabalho de maneira voluntária.

O Vila Bambu, onde o Cantar Faz Bem Pra Cachorro será realizado, está localizado na rua Eleutério Rodrigues, 308, bairro Vila Nova, próximo ao bairro Taquaral, em Campinas (SP). O evento é pet friendly – isso é, seu cachorro pode te acompanhar para fazer da sua tarde ainda mais agradável.

O bar não aceita cartões para pagamento. Os gastos devem, portanto, ser pagos com dinheiro ou por meio de transferência bancária e cheque.

Serviço:

Cantar Faz Bem Pra Cachorro
Dia: 21/07 – domingo
Horário: a partir das 13 horas
Endereço: Vila Bambu – rua Eleutério Rodrigues, 308, bairro Vila Nova, Campinas (SP)


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Projeto instala comedouros para animais abandonados em Mogi das Cruzes (SP)

O projeto “Bom Pra Cachorro” está garantindo alimentação e água para animais abandonados em Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, por meio da instalação de comedouros e bebedouros feitos de PVC.

Foto: Reprodução / Notícias de Mogi

A iniciativa é da vereadora Fernanda Moreno (PV), em parceria com a entidade de proteção animal Grupo FERA. As informações são do portal Notícias de Mogi.

O projeto é realizado com o apoio de comerciantes que, ao serem contatados pela parlamentar e pela ONG, aceitam colocar um comedouro e um bebedouro na frente de seus estabelecimentos comerciais.

Os comerciantes não pagam pelos equipamentos feitos de canos de PVC, mas têm que arcar com o custo da ração que será colocada no comedouro para os animais, além de abastecer, limpar a retirar os canos no período da noite para protegê-los da ação de vândalos.

A vereadora decidiu implementar o projeto em Mogi das Cruzes após conhecer uma ação semelhante feita em Praia Grande, no litoral de São Paulo, pelo parlamentar Cadu Barbosa.

Os primeiros comedouro e bebedouro instalados foram colocados em frente a uma casa de ração no distrito de Jundiapeba. O estabelecimento foi um dos primeiros a se interessar em participar do projeto. No total, sete kits de canos de PVC já foram feitos e serão instalados em comércios mapeados da cidade.

Comerciantes interessados em participar do projeto devem preencher um formulário disponibilizado no site oficial e aguardar contato para uma entrevista.


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Morador que adotar animal terá desconto de 50% sobre o IPTU em Quinta do Sol (PR)

O prefeito de Quinta do Sol (PR), João Claudio Romero (PP), sancionou o projeto de lei 2005/2019, que instituiu o Programa de Resgate de Cães de Rua. A nova legislação prevê um desconto de 50% sobre o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) para o morador que adotar um animal, além de dar ao adotante uma casinha para o animal de acordo com o tamanho dele e atendimento veterinário antes da adoção.

Foto: Pixabay

O programa garante ainda que o município construa um abrigo temporário para animais resgatados em situação de vulnerabilidade, onde eles devem ser mantidos até que sejam adotados. As informações são do portal Tribuna do Interior.

O prefeito explicou que, além de proteger o animal ao evitar maus-tratos, a lei incentiva a adoção. “Mas que seja uma adoção responsável. Sabemos que muitas pessoas pegam os animais e depois de um tempo, por algum motivo, acabam soltando na rua gerando um problema social”, disse.

Em 2017, uma lei que pune maus-tratos foi sancionada no município. Com a legislação, os criminosos podem ser multados em até R$ 20 mil. O valor da multa, que se inicia com R$ 100, varia de acordo com a gravidade do crime. A medida prevê também que o animal vítima de maus-tratos seja microchipado e cadastrado no Sistema de Identificação Animal (SAI) no ato da fiscalização.

Entre os crimes configurados como maus-tratos pela lei municipal estão: manter o animal sem abrigo ou em locais inadequados ao seu porte ou espécie; privá-lo de necessidades básicas como alimentação e água; lesá-lo, agredi-lo ou abandoná-lo em qualquer circunstância; castiga-lo, ainda que para aprendizagem ou adestramento; criá-lo ou mantê-lo em recintos desprovidos de limpeza e desinfecção; explorá-lo em confrontos ou lutas; envenená-lo; matar cães ou gatos como método de controle populacional; não propiciar morte rápida e indolor em casos necessários de sacrifício; conduzi-lo preso a veículo motorizado em movimento; abusá-lo sexualmente; entre outras ações que as autoridades ambiental, sanitária e policial podem considerar maus-tratos.

De acordo com a lei, toda ação ou omissão que viole os requisitos fixados pela legislação será considerada infração administrativa ambiental, passível das seguintes punições: advertência por escrito; multa simples; multa diária; sanções restritivas de direito; e suspensão parcial ou total das atividades. Se o criminoso incorrer simultaneamente em duas ou mais infrações, ele poderá receber pena cumulativa. Nesses casos, as multas estabelecidas são: infração leve (R$100 a R$ 1 mil); infração grave (R$ 1 mil a R$ 5 mil); infração gravíssima (R$ 5 mil a R$ 20 mil). O valor será triplicado em caso de reincidência e, além da multa, um boletim de ocorrência será registrado na delegacia de Polícia Civil.

Os valores arrecadados com as multas aplicadas serão encaminhados, segundo a lei, para o Fundo Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Quinta do Sol (FMPDAQS) e serão revertidos para programas, projetos e ações ambientais relacionados à proteção animal. O infrator que não pagar a multa terá o debito inscrito em dívida ativa do município.


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Projeto incentiva escolas a adotar animais abandonados em Juiz de Fora (MG)

O projeto “Amicão – Cão na Escola”, de iniciativa do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (Demlurb) de Juiz de Fora (MG), está incentivando escolas a adotar animais abandonados. O proposta surgiu após a Escola Municipal Professor Augusto Gotardelo adotar o cachorro Guto.

Foto: Escola Municipal Professor Augusto Gotardelo/Arquivo

O objetivo da Demlurb é oferecer assistência aos animais – desde a castração até atendimento veterinário – para incentivar as escolas a acolhê-los. As ações, que incluem orientação aos diretores das instituições, serão feitas pelos departamentos de Educação Ambiental (DEA) e de Controle Animal (Dcan).

A Escola Municipal Professor Augusto Gotardelo, que conta com 400 estudantes, da educação infantil ao 9º ano do Ensino Fundamental e também turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA), adotou Guto para dar qualidade de vida a ele e escolheu esse nome para homenagear o professor Augusto Gotardelo. O animal ganhou até uma casinha, que foi construída com verba do Dcan.

“Guto chegou em um dia de chuva, se escondendo, em dezembro de 2018. A escola acolheu, ele está lá, feliz. A saúde dele está muito melhor. As crianças se revezam nos cuidados. Está sendo uma experiência maravilhosa”, contou gerente do Departamento de Controle Animal (Dcan), Miriam Neder.

Foto: Escola Municipal Professor Augusto Gotardelo/Arquivo

Outras duas escolas já aderiram à iniciativa: a Escola Municipal Marília de Dirceu, que adotou o cachorro Dirceu, e a Escola Municipal George Rondebach, que adotou a gata Nina.

“Nós estamos tentando trabalhar com as crianças nas escolas, porque, como todos sabemos o abandono é, ainda, infelizmente muito grande. A nossa esperança de um futuro melhor são as crianças. Elas aprendem, mesmo quem não tem muita afinidade, a respeitar, que aquele animal precisa de carinho, de comida, de cuidado veterinário. Eu acho que vai ser muito bacana. Acredito que vai dar muitos bons frutos”, disse Míriam ao G1.

Para participar do projeto, as escolas devem procurar o Departamento de Educação Ambiental do Demlurb pelo telefone (32) 3690-3571.

Foto: Escola Municipal Professor Augusto Gotardelo/Arquivo


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