Estudantes criam casinha para animais abandonados aquecida por energia solar

Dois estudantes inventaram uma casinha para animais abandonados aquecida por energia solar na Turquia, país que tem um alto índice de cachorros e gatos em situação de rua. Oğuz Özgür e Ahmet Ercan Kaya estudam na Escola Superior Ahmet Yakupoğlu, na província de Kütahya, onde criaram o projeto.

Foto: Reprodução / Vídeo / Oh My Mag

Devido ao rigoroso inverno do país, os jovens turcos decidiram encontrar um meio de proteger os animais. Distribuindo as casinhas pelas ruas da Turquia, eles permitirão que os animais se abriguem, evitando mortes por hipotermia. As informações são do portal Oh My Mag.

Além de contribuir com o bem-estar animal, as casinhas também têm baixo custo e são ecológicas, já que a energia solar é considerada uma energia limpa, que não polui o meio ambiente. O protótipo da casinha custou apenas cem liras turcas, o equivalente a cerca de R$ 69.

Os painéis colocados no teto das casinhas captam os raios solares e os armazenam em uma bateria, que, por sua vez, transfere a energia em forma de calor para um tapete localizado na base da casinha, mantendo o espaço quente e confortável.

Cartaz que proíbe alimentação de animais é colocado em rodoviária na Bahia

Um cartaz com a frase “proibido alimentar animais neste local” foi colocado na Rodoviária de Simões Filho, na Bahia. O papel continha a logomarca da Secretaria de Ordem Pública, da prefeitura. A proibição, que atinge diretamente os animais abandonados, gerou revolta na população.

Foto: Reprodução / Simões Filho Online

O caso foi denunciado à presidente da ONG Patas de Luz, Dalva Cardoso, que publicou uma foto do cartaz nas redes sociais, chamando a atenção das autoridades para a proibição descabida. A publicação repercutiu, recebendo o apoio de diversos moradores do município de Simões Filho.

Indignada com a situação, Dalva formalizou uma denúncia através da ONG no Conselho de Proteção aos Animais, em Salvador. A presidente da entidade afirma que a revolta fica ainda maior diante da omissão da prefeitura, que não implementa políticas públicas em prol dos animais. As informações são do portal Simões Filho Online.

“Eu acho isso um verdadeiro descaso da prefeitura, porque eu venho fazendo um trabalho em Simões Filho há quatorze anos com castração, vários animais da rodoviária foram castrados pela ONG, sendo que a gente já procurou ajuda da prefeitura e a gente não encontrou ajuda de ninguém”, disse Dalva.

Dias depois do caso repercutir entre a população da cidade, o cartaz foi retirado da rodoviária. “Esse prefeito não tem o que fazer. Não faz nada para acolher os animais e ainda quer proibir as pessoas de bom coração a dar alimento aos animais em situação de rua. É um ser vivo. Um absurdo essa cartaz. Uma infelicidade da prefeitura”, disse o auxiliar administrativo Josué Santos, de 38 anos, que frequenta a rodoviária diariamente.

Foto: Reprodução / Simões Filho Online

A vendedora Sheila Silveira, de 39 anos, acredita que ao invés da proibição, o correto seria realizar campanhas educativas de incentivo à castração e à adoção responsável. “Eu acho um absurdo, porque ao invés de ajudar com políticas públicas eles impedem as pessoas de ajudarem os animais em situação de rua que sofrem e não pediram para viver nessa situação. Se todos fizessem sua parte diminuiria bastante o abandono de criaturas indefesas. Castração e adoção responsável seria uma das soluções para evitar esse tipo de situação”, afirmou.

Sheila afirmou ainda que o prefeito Dinha, no período eleitoral, prometeu construir um Centro de Controle de Zoonoses na cidade, com o intuito de “promover a proteção de animais e combater a proliferação de doenças”, mas que não cumpriu a promessa.

Em relação ao cartaz, a assessoria de imprensa da prefeitura afirmou, por meio de nota, que “apesar do aviso conter a marca da administração pública municipal, não corresponde a um material oficial propagado pelo órgão” e que  “toda e qualquer comunicação oficial, partindo desta administração, prezando pela transparência e seriedade, são veiculadas nas redes sociais e site oficial, acompanhadas de release para os veículos de comunicação”.

Ao ser questionada sobre a possibilidade da administração da rodoviária ter colocado o cartaz no local por conta própria, a prefeitura afirmou que o caso será apurado e, se comprovado, medidas cabíveis serão tomadas.

Evento em prol dos animais com comida vegana é realizado neste domingo em Campinas (SP)

O “Cantar Faz Bem Pra Cachorro”, que já está em sua sétima edição, será realizado domingo (24) em Campinas (SP). O evento, que tem sido um sucesso, conta com música ao vivo e comida vegana. Toda a renda arrecadada é destinada aos animais abandonados.

No dia, terá feijoada e yakisoba veganos que poderão ser consumidos à vontade sob o preço de R$ 25. Será cobrado ainda R$ 10 de couvert artístico, que será doado pelos músicos para a causa animal. A bebida é vendida a parte.

O evento será realizado das 13h às 18h no bar Vila Bambu, na rua Eleutério Rodrigues, 308, no bairro Vila Nova, em Campinas. O Cantar Faz Bem Pra Cachorro é “pet friendly”, portanto, cachorros podem participar com os tutores.

O bar não aceita pagamento com cartões no dia do evento.

Prefeitura se compromete a cuidar de animais abandonados em Mariana (MG)

A Prefeitura de Mariana (MG) se comprometeu a promover cuidados aos animais abandonados da cidade ao assinar, junto do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, um Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC) que prevê a implantação de um programa de controle populacional de animais em áreas urbanas.

(Foto: Pixabay / Imagem Ilustrativa)

O documento estabelece diretrizes legais para o Centro de Acolhimento Animal (CAA), com pontos firmados em temas como manejo ético populacional, castração, elaboração de campanhas educativas, fiscalização, entre outros.

O promotor de justiça de Mariana, Guilherme de Sá Meneghin, considera o TAC o mais importante instrumento de resolução extrajudicial dos conflitos coletivos. As informações são do Portal da Cidade Mariana.

“Por isso acreditamos que Mariana construiu uma via importante para garantir a defesa da fauna local, em consonância com os valores de nossa Constituição”, afirmou. Meneghin lembra que “constitui crime abusar, ferir, mutilar ou maltratar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, nos termos do art. 32 da Lei n. 9.605/1998”.